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População queima vegetação para tentar acelerar passagem da transposição na PB

(Foto: Felipe Valentin / TV Paraíba)
(Foto: Felipe Valentin / TV Paraíba)

Preocupados com a lentidão da passagem das águas da tranposição do Rio São Francisco pelo leito do Rio Paraíba, os moradores da zona rural do município de Barra de São Miguel, no Cariri paraibano, estão ateando fogo na vegetação existente no meio do rio. A intenção é diminuir os obstáculos para que a água consiga passar com maior velocidade e chegue mais rápido ao espelho d’água do açude Epitácio Pessoa, conhecido como açude de Boqueirão. O reservatório está com apenas 3% da capacidade total de água.

Desde a madrugada da última quarta-feira (12), as águas já entraram na bacia hidráulica do açude (área total do que abrange o reservatório), mas o volume do manancial está tão baixo que, ainda na tarde deste domingo (16), faltavam cerca de 4 km para que a água da tranposição encontrasse com a água do açude, que abastece Campina Grande e outras 18 cidades da região.

O pintor Romero Ferreira, de Campina Grande, aproveitou o domingo para viajar até o Cariri para acompanhar a chegada das águas. Ele disse que está preocupado com as barreiras que a água está precisando enfrentar para passar e apoiou a iniciativa dos moradores. “Eu vim de Campina Grande para ver a realidade da água. Tem muitos obstáculos para a água chegar ao açude Epitácio Pessoa. Essa queimada foi o que ajudou. O capim aqui é muito alto. Ele queimando fica melhor”, disse o pintor.

A Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) garantiu que todas as obras e atividades necessárias para que o Rio Paraíba e os açudes recebessem as águas da tranposição foram feitas. Entretanto, na zona rural de Barra de São Miguel e de Cabaceiras, os moradores informam que não viram máquinas ou trabalhadores fazendo limpeza no leito do Rio Paraíba.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo sendo controlado não representa um risco, mas existe a preocupação de que as chamas se espalhem e atinjam outras águas, saindo do controle da população. O G1 tentou encontrar em contato com a Polícia Militar Ambiental, mas as ligações não foram atendidas.

Águas do Rio São Francisco chegam ao leito do Rio Paraíba, em Monteiro (Foto: Artur Lira/G1/Arquico)

Águas do Rio São Francisco chegam ao leito do Rio Paraíba, em Monteiro (Foto: Artur Lira/G1/Arquico)

A transposição

A água da transposição do Rio São Francisco chega à cidade de Monteiro, na Paraíba, através do eixo leste. Neste trecho, a água é captada na cidade de Petrolândia, no Sertão de Pernambuco e viaja por 208 quilômetros até chegar a cidade paraibana. As águas chegaram a Monteiro, no dia 8 de março deste ano.

A água captada do Rio São Francisco passa por seis estações elevatórias de água, cinco aquedutos, 23 segmentos de canais e ainda 12 reservatórios. A intenção da crianção dos reservatórios é beneficiar as comunidades onde foram construídos e também garantir que a água não pare de correr pelos canais, caso seja necessário fazer algum reparo no trecho.

Os 12 reservatórios são: Areais, Braúnas (o maior deles, com capacidade para mais de 14 milhões de metros cúbicos de água), Mandantes, Salgueiro (5,2 milhões de m³), Muquem, Cacimba Nova, Bagres, Copití, Moxotó, Barreiro, Campos (o segundo maior com 8 milhões de m³) e Barro Branco.

Após cinco anos de seca, leito do Rio Paraíba recebe águas da transposição (Foto: Artur Lira / G1)

Após cinco anos de seca, leito do Rio Paraíba recebe águas da transposição (Foto: Artur Lira / G1)

Passagem da água na Paraíba

Depois de chegar a Monteiro, as águas do “Velho Chico” vão para o Rio Paraíba e através dele segue pelos açudes de São José I e Poções, ainda na cidade de Monteiro; pelo açude de Camalaú; pelo açude de Boqueirão; pelo açude de Acauã, em Itatuba; pelo açude de Araçagi e depois segue para um perímetro irrigado no município de Sapé.

O açude São José I já está sangrando com a chegada das águas da transposição do Rio São Francisco. Já o açude Poções está com um volume de 6,6%, o açude de Camalaú está com 14,4%, o açude de Boqueirão está com 3%, o açude de Acauã está com 5,3% e o açude de Araçagi está com 71,3%.

G1

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Comer antes ou depois dos exercícios influencia na queima de gordura, diz estudo

Foto: Bruno Poppe / Extra/Agência O Globo/Arquivo
Foto: Bruno Poppe / Extra/Agência O Globo/Arquivo

Se você já não sabe mais o que fazer para se livrar dos “pneuzinhos”, um experimento feito por um médico da Universidade de Surrey, na Inglaterra, pode ter encontrado a solução. Testes feitos com 30 pessoas e exibidos no programa “Trust me, I’m a doctor”, da BBC britânica, mostraram que as mulheres conseguem queimar até 22% a mais de gordura se ingerirem carboidratos logo antes de se exercitarem. Para os homens, essa queima fica até 8% maior se o consumo de alimentos energéticos ocorrer imediatamente após a atividade física.

No estudo, conduzido pelo PhD em nutrição Adam Collins, os voluntários, que não tinham hábito de se exercitar, fizeram aulas de zumba, spinning e treinos de alta intensidade por um mês. Sete homens e sete mulheres bebiam uma mistura de carboidratos com quantidade controlada de calorias antes das atividades, enquanto seis homens e dez mulheres consumiam a preparação após as sessões. Para comparação de efeitos, às vezes, era dado a eles um placebo, sem calorias.

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A explicação para homens queimarem mais gordura fazendo refeições após a malhação é que o corpo deles tem preferência por gastar carboidratos. Assim, na presença desse nutriente, utilizam-no como combustível em vez da gordura.

No caso das mulheres, o carboidrato é conservado mais facilmente durante o exercício, o que facilita a queima de gordura por até três horas depois. Comer apos a malhação, portanto, atrapalharia esse processo, de acordo com Adam Collins.

Jejum não é indicado para perda de peso

Segundo o ortopedista Rodrigo Freitas, especialista em medicina esportiva, as conclusões do teste não podem ser tomadas como verdade absoluta, já que diversas varáveis, como idade e percentual de massa magra, interferem na queima de gordura. O essencial é não se exercitar em jejum.

— Isso não é indicado para perder peso e é extremamente arriscado, porque pode gerar um estado de hipoglicemia e levar a desmaios, além de lesões como estiramento muscular — alerta.

O médico diz que comer carboidratos, ainda que uma porção mínima, antes da malhação é importante principalmente para as mulheres porque, para elas, o nutriente funciona como ativador da via metabólica que leva à perda de gordura. Sem esse substrato, o risco de queimar proteínas musculares é maior.

Extra

Estado Islâmico decapita e queima crianças vivas, diz ONU

O grupo extremista Estado Islâmico (EI, ex-Isis) assassina, tortura e violenta sistematicamente crianças, famílias e grupos minoritários no Iraque, de acordo com uma denúncia apresentada nesta quinta-feira (5) em um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU). O documento, lido em Genebra, afirma que os rebeldes extremistas “crucificam”, “decapitam” e “sepultam vivas” as crianças detidas.

O Estado Islâmico, grupo jihadista, ficou conhecido pela brutalidade que tratam suas vítimas
AP

O Estado Islâmico, grupo jihadista, ficou conhecido pela brutalidade que tratam suas vítimas

O relatório afirma que há registros de “casos de execução em massa de crianças, assim como notícias de decapitações, crucificações e enterros de crianças vivas”. Diante das evidências, o Comitê das Nações Unidas para os Direitos das Crianças lançou um apelo para que as forças do governo iraquiano se empenhem na proteção de menores de idade e de grupos familiares.

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“O Iraque deve tomar todas as medidas necessárias para garantir a segurança e a proteção das crianças e de seus parentes”, disse a agência da ONU. O Estado Islâmico ficou mundialmente famoso pela brutalidade com que lida com seus reféns, adotando práticas de tortura e decapitações.

Recentemente, o grupo assassinou dois reféns japoneses e queimou um jordaniano. Formado em abril de 2013 a partir da Al-Qaeda do Iraque, o grupo jihadista Estado Islâmico age no Iraque e na Síria. Ainda não está claro o tamanho exato do grupo, mas especialistas falam em milhares de membros, incluindo estrangeiros. Correspondentes afirmam que o grupo pode estar superando a Al-Qaeda e já é considerado o mais perigoso movimento jihadista do mundo.

 

iG

Ciúmes e queima de arquivo motivaram dois homicídios no Brejo

A Polícia Militar registrou na noite dessa terça-feira (30) dois homicídios nos municípios de Guarabira (98 quilômetros de João Pessoa) e Mulungu (82 quilômetros da Capital), ambos pertencentes a região do Brejo da Paraíba.

No maior município do Brejo, Guarabira, o gari Fabiano Rodrigues Antônio, 28, bebia com amigos em um bar quando acabou se desentendendo com um homem por causa de ciúmes da sua mulher. O acusado que foi identificado apenas por “Preto” estava com uma faca-peixeira e desferiu dois golpes que atingiram as costas e o peito da vítima Ele ainda foi socorrido para o Hospital Regional de Guarabira, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

O acusado fugiu do local.

Já em Mulungu, Josinaldo Santiago Oliveira, 34, conhecido como “Naldinho” foi assassinado quando chegava em sua residência. Dois homens se aproximaram dele e efetuaram quatro disparos. A vítima ainda tentou fugir dos acusados pulando o muro de uma vizinha, porém já caiu morto.

Homicídio de MulunguCréditos: Márcio Rangel

O cabo Augusto do 4º BPM acredita que o crime tenha sido por queima de arquivo, já que a vítima costuma falar demais. A polícia não tem pista dos suspeitos e a população não quis falar com medo. O cabo revelou que o local do homicídio é uma região problemática.

– A população tem medo de falar, essa localidade é muito problemática.

Portalcorreio, com Márcio Rangel da TV Correio

MPF começa a investigar queima de corpos de desaparecidos políticos

São Paulo – O Ministério Público Federal (MPF) em Campos (RJ), na região conhecida como Norte Fluminense, abriu investigação para apurar a informação de que pelo menos dez corpos foram incinerados na usina de Cambaíba durante a ditadura. Está previsto para a semana que vem o depoimento de um ex-funcionário da usina, citado no livro “Memórias de uma Guerra Suja”, que traz declarações do ex-delegado do Dops Cláudio Guerra. O procurador da República Eduardo Santos de Oliveira observa que o livro é tratado apenas como referência, mas, ao conhecer o ex-agente, disse que ele respondeu “todas as perguntas com muita firmeza e riqueza de informações”.

Em 28 e 29 de maio, Eduardo e mais três procuradores ouviram Guerra durante mais de oito horas na sede do MPF no Espírito Santo. “Agora vamos começar efetivamente algumas oitivas, para ter um cenário mais concreto”, diz o procurador, que no início do mês fez uma recomendação à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República no sentido de demarcar e proteger a área na usina de Cambaíba, hoje abandonada. A intenção é fazer uma perícia no local. Também se pretende ouvir as pessoas citadas no livro. O procurador disse ter “profunda preocupação com a integridade física” de Guerra devido às declarações do ex-delegado.

O MPF pretende levá-lo até o local. “No caso específico da usina, ele sustenta que não matou nem torturou”, lembra Eduardo Oliveira. No livro, Guerra afirma que foi responsável por levar dez corpos de desaparecidos políticos, mortos sob tortura em outros locais. A usina pertencia a Heli Ribeiro Gomes, ex-vice-governador do Rio de Janeiro – a família contesta as afirmações do ex-delegado. Ainda pelo relato do livro, dois funcionários da Cambaíba, conhecidos como Vavá e Zé Crente, “eram os responsáveis pelas queimadas”. Um desses funcionários, Herval Gomes da Silva, o Vavá, já se dispôs a falar sobre o episódio.

Mais adiante, os dois jornalistas responsáveis pelo depoimento de Guerra – Marcelo Netto e Rogério Medeiros – também serão ouvidos pelo Ministério Público. Para Oliveira, as declarações do ex-delegado aos quatro procuradores chamaram a atenção pela riqueza de detalhes. “Foram coerentes com a narrativa do livro e coerentes entre si”, comenta, lembrando que as informações são o ponto de partida da apuração. “Nosso papel é investigar e tentar jogar luz nessa história”, afirma.

O entendimento do MPF é de que os agentes públicos que cometeram crimes durante a ditadura agiram como representantes de todo o Estado, não apenas do segmento militar, submetendo-se à jurisdição federal. Oliveira integra o grupo de trabalho chamado Justiça de Transição, para investigar violações de direitos humanos durante a ditadura e responsabilizar os agentes do Estado por essa prática. A iniciativa está alinhada à sentença da .orte Interamericana de Direitos Humanos, que condenou o Brasil por violações de direitos previstos na Convenção Americana de Direitos Humanos durante a Guerrilha do Araguaia.

Rede Brasil Atual

A queima roupa: policial militar atira na cabeça de mecânico e foge no Sertão da PB

Um policial Militar está sendo apontado como autor do disparo que matou um homem de 30 anos, na madrugada deste domingo (03), em Uiraúna, no Sertão da Paraíba. A vítima foi atingida na cabeça.

O crime aconteceu por volta de 01h20. Testemunhas informaram que o crime teria sido praticado por um policial militar identificado como João Neto de Araújo. Uma equipe do SAMU foi acionada, mas ao chegar Fábio Gomes já estava morto.

O policial, apontado como responsável pelo assassinato, fugiu ainda com a arma em punho.

A vítima trabalhava como mecânico na oficina Auto Peças São Francisco. As polícias Militar e Civil, realizam as investigações.


Foto chocante

Pollyana Sorrentino com portal Paraíba Verdade