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Atacante desencanta, Sidão salva e São Paulo deixa zona de queda

Após oito rodadas consecutivas de agonia, o São Paulo finalmente respira fora da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Com o apoio de mais de 40 mil torcedores, no Morumbi, o time treinado por Dorival Júnior, longe de fazer uma grande partida, jogou para o gasto e derrotou, de forma dramática, o Sport, rival direto na luta contra a degola, por 1 a 0, na ensolarada tarde deste domingo.

Com o gol de Marcos Guilherme – o primeiro dele na casa tricolor -, e as defesas salvadoras de Sidão nos acréscimos da partida, o São Paulo chegou aos 31 pontos, alçou quatro postos na tabela de classificação e agora ocupa o 13º lugar, a 12 rodadas para o término do torneio nacional. O Sport de Vanderlei Luxemburgo, por sua vez, perdeu duas posições e agora flerta mais de perto com o rebaixamento, ocupando a 16ª colocação, com 30 pontos.

Em função da última rodada dupla das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018, ambas as equipes terão bastante tempo de preparação para a sequência do Brasileiro. Em 11 de outubro, uma quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), o São Paulo visitará o Atlético-MG, no Independência. No dia seguinte, a partir das 17 horas, o Sport enfrentará o Vitória, no Barradão.

O jogo ainda marcou a despedida do São Paulo com o Morumbi. O estádio será palco dos shows da banda irlandesa U2 e do cantor norte-americano Bruno Mars, em outubro e novembro. O time, portanto, fará cinco partidas como mandante no Pacaembu, antes de voltar à sua casa na última rodada, em 3 de dezembro, diante do Bahia.

O jogo – O Sport começou ligeiramente melhor, ocupando o campo de defesa adversário. Com a marcação alta, os visitantes dificultavam a saída de bola do São Paulo, que passou a apelar para os lançamentos longos. O time da casa, porém, chegou com relativo perigo aos dez minutos, quando Cueva fez boa jogada pelo meio e passou para Lucas Fernandes na esquerda. O garoto cortou a marcação e chutou cruzado, exigindo boa defesa de Magrão.

A resposta dos pernambucanos veio pouco depois, aos 20 minutos: Anselmo avançou pela intermediária sem encontrar resistência na marcação, percebeu Sidão adiantado e arriscou de longe. Com a ponta dos dedos, o goleiro conseguiu desviar a bola, que bateu no travessão em seguida. Aos 28, Lucas Fernandes deixou Marcos Guilherme na cara do gol, mas Magrão cresceu para cima do são-paulino e defendeu.

O jovem meia-atacante, contudo, se redimiu sete minutos depois. Após Hernanes recuperar a bola caído no gramado, Edimar cruzou na área e a zaga rubro-negra afastou parcialmente. No rebote, Marcos Guilherme teve tempo de dominar e bater com a bola pingando, sem chances para Magrão.

Em busca do empate, o técnico Vanderlei Luxemburgo promoveu a entrada do atacante Osvaldo, ex-São Paulo, no lugar do lateral Sander. E, de fato, o Sport voltou mais agressivo, especialmente pela esquerda. Aos dez minutos, Rogério cruzou daquele setor, a bola atravessou toda a área tricolor e ia de encontro a André quando Rodrigo Caio apareceu para fazer o corte salvador.

Com apenas Pratto na frente, o São Paulo recuou de forma exagerada e chamou o Sport para o seu campo de defesa. Na tentativa de dar velocidade aos contra-ataques, Dorival Júnior tirou Lucas Fernandes e Cueva para colocar Marcinho e Shaylon, respectivamente.

Este último, inclusive, perdeu gol praticamente feito aos 37 minutos, após grande jogada do centroavante argentino na linha de fundo. Nos acréscimos, Sidão virou o herói da vitória são-paulina fazendo duas defesas de cabeçadas à queima roupa, encerrando a partida no Morumbi de forma dramática.

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 1 X 0 SPORTLocal: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)

Data: 1º de outubro de 2017, domingo

Horário: 16 horas (de Brasília)

Árbitro: Anderson Daronco (RS-FIFA)

Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS-CBF) e Elio Nepomuceno de Andrade Junior (RS-CBF)

Público: 43.071 pagantes

Renda: R$ 1.065.285,00

Cartão Amarelo: Sander e Rithely (Sport)

Cartão Vermelho: –

Gol:

SÃO PAULO: 

Marcos Guilherme, aos 35 minutos do primeiro tempoSÃO PAULO: Sidão; Éder Militão, Arboleda, Rodrigo Caio e Edimar; Petros; Marcos Guilherme (Jonatan Gomez), Hernanes, Cueva (Shaylon) e Lucas Fernandes (Marcinho); Lucas Pratto

Técnico: Dorival Júnior

SPORT: Magrão; Raul Prata, Ronaldo Alves, Henríquez e Sander (Osvaldo); Anselmo (Thomás), Rithely e Wesley; Rogério (Thallyson), Mena e André

Técnico: Vanderlei Luxemburgo

 

Gazeta Esportiva

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Relator da Lava Jato no STF, Teori Zavascki morre aos 68 anos após queda de avião em Paraty

teori-zavasckiRelator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Teori Zavascki morreu na tarde desta quinta-feira (19), aos 68 anos, após a queda de um avião em Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro. A morte de Teori foi confirmada pelo filho do magistrado Francisco Zavascki em uma rede social, às 18h05.

A tragédia gerou consternação no meio jurídico, político e empresarial. Tão logo a informação foi confirmada, autoridades, entidades e empresas passaram a repercutir a morte.

No início da noite, presidente da República fez um pronunciamento no Palácio do Planalto no qual lamentou a morte do ministro do STF e anunciou ter decretado luto oficial de três dias. Na rápida fala, Temer disse que o magistrado era um “homem de bem” e um “orgulho para todos os brasileiros”.

“O ministro Teori era um homem de bem e era orgulho para todos os brasileiros. Nós estamos decretando luto oficial por um período de três dias, uma modesta homenagem a quem tanto serviu à classe jurídica, aos tribunais e ao povo brasileiro”, declarou o peemedebista no pronunciamento.

Um dos três filhos do ministro do STF, Francisco Prehn Zavascki comunicou a morte do pai no Facebook: “Caros amigos, acabamos de receber a confirmação de que o pai faleceu! Muito obrigado a todos pela força!”.

Às 17h22, Francisco já havia publicado: “Amigos, infelizmente, o pai estava no avião que caiu! Por favor, rezem por um milagre”.

Às 18h04, o filho de Teori confirmou em uma rede social a morte do ministro do STF (Foto: Reprodução / Facebook)Às 18h04, o filho de Teori confirmou em uma rede social a morte do ministro do STF (Foto: Reprodução / Facebook)

Às 18h04, o filho de Teori confirmou em uma rede social a morte do ministro do STF (Foto: Reprodução / Facebook)

Às 17h22, o filho de Teori Zavascki publicou texto confirmando que ministro estava no avião que caiu em Paraty (RJ) (Foto: Reprodução/Facebook/Francisco Prehn Zavascki)Às 17h22, o filho de Teori Zavascki publicou texto confirmando que ministro estava no avião que caiu em Paraty (RJ) (Foto: Reprodução/Facebook/Francisco Prehn Zavascki)

Às 17h22, o filho de Teori Zavascki publicou texto confirmando que ministro estava no avião que caiu em Paraty (RJ) (Foto: Reprodução/Facebook/Francisco Prehn Zavascki)

Os rumores sobre a morte de Teori chegaram ao STF no meio da tarde desta quinta. O tribunal foi informado de que o nome do ministro estava na lista de passageiros da aeronave que caiu no litoral fluminente. A lista foi entregue para a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, e também para o presidente da República.

A Infraero informou que a aeronave prefixo PR-SOM, modelo Hawker Beechcraft King Air C90, decolou às 13h01 do Campo de Marte, na capital paulista. O avião é de pequeno porte e tem capacidade para oito pessoas.

A Anac informou que a documentação da aeronave estava em dia, com o certificado válido até abril de 2022 e inspeção da manutenção (anual) válida até abril de 2017.

O dono e operador da aeronave é o Hotel Emiliano, segundo informações de abril de 2016 disponíveis no Registro Aeronáutico Brasileiro, documento divulgado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que reúne uma relação de todas as aeronaves brasileiras certificadas pela Anac.

Carlos Alberto Filgueiras, que era proprietário do avião e dono do grupo Emiliano Empreendimentos, também estava na aeronave. A família confirmou ao RJTV que ele morreu no acidente.

Viúvo desde 2013, Teori deixa três filhos. Ele se tornou ministro do STF em 2012 por indicação da então presidente da República, Dilma Rousseff.

O magistrado teve o nome aprovado no Senado com 54 votos favoráveis e quatro contrários. Ele substituiu o ministro Cezar Peluso, que havia se aposentado no mesmo ano.

Na carreira jurídica anterior ao STF, Teori se especializou em direito tributário. No Superior Tribunal de Justiça, onde ingressou em 2003 por indicação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ele atuou na Primeira Turma e na Primeira Seção, especializadas em matérias de direito público.

Entre as pautas julgadas pelo colegiado estão ações judiciais ligadas a servidores públicos, improbidade administrativa e tributos.

Natural de Faxinal dos Guedes (SC), Teori também foi ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), presidiu o Tribunal Regional Federal da 4ª região (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) entre 2001 a 2003 e atuou como juiz do Tribunal Regional Eleitoral na década de 1990.

Ele ingressou na carreira jurídica em 1971, em Porto Alegre, como advogado concursado do Banco Central, onde atuou por sete anos. No anos 80, o magistrado se transferiu para a superintendência jurídica do Banco Meridional do Brasil.

A queda do avião

Segundo o aeroporto de Paraty, o avião saiu de São Paulo (SP) e caiu a 2 quilômetros de distância da cabeceira da pista. De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), quatro pessoas estavam a bordo.

Por volta de 14h50, a Polícia Militar disponibilizou uma lancha para auxiliar as buscas. A Capitania dos Portos e o Corpo de Bombeiros também trabalhavam no resgate.

Na tarde desta quinta, a Infraero informou ao G1 que a aeronave prefixo PR-SOM, modelo Hawker Beechcraft King Air C90, decolou às 13h01 do Campo de Marte, em São Paulo (SP), com destino a Paraty. A aeronave é de pequeno porte e tem capacidade para oito pessoas. A Marinha disse ter sido informada do acidente às 13h45.

O dono e operador da aeronave é o hotel Emiliano, segundo informações de abril de 2016 disponíveis no Registro Aeronáutico Brasileiro, documento divulgado pela Agência Nacional de Aviação Civil que reúne uma relação de todas as aeronaves brasileiras certificadas pela Anac.

Rumores sobre a morte de Teori começaram a chegar ao STF no meio da tarde desta quinta. Assim que foi informada sobre o acidente, a presidente da Corte, que havia acabado de desembarcar em Belho Horizonte, retornou à capital federal.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes – que está de férias em Lisboa –, deve retornar ao Brasil nesta sexta (20).

Mapa do local do acidente com avião em Paraty (Foto: Arte / G1)

Mapa do local do acidente com avião em Paraty (Foto: Arte / G1)

Atuação no STF

Além dos processos regulares na Corte, o ministro acumulava em seu gabinete mais de 50 inquéritos e ações penais da Lava Jato. No momento, o caso mais importante, que ainda aguardava sua homologação, era a delação premiada de 77 executivos da Odebrecht.

O ato, que oficialmente reconhece a validade jurídica dos acordos, estava previsto para o início de fevereiro. Só a partir dele, a Procuradoria Geral da República (PGR) poderia iniciar novas investigações com base nos depoimentos.

Na análise do caso, Teori era considerado pelos pares e advogados um relator técnico e discreto. Nunca concedeu entrevista sobre o assunto e só se manifestava nos autos.

Numa das decisões mais marcantes, no final de 2015, convocou uma sessão extraordinária na Segunda Turma – responsável pela Lava Jato – para confirmar uma ordem de prisão do então senador Delcídio do Amaral e do dono do banco BTG, André Esteves. Na época, veio à tona gravação com indícios de que ambos pretendiam comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

“O presente caso apresenta linha de muito maior gravidade. O parlamentar não está praticando crimes qualquer, está atentando contra a própria jurisdição do Supremo Tribunal Federal”, disse Zavascki.

Outra decisão marcante foi o voto permitindo a prisão de condenados após a segunda instância. Como relator, Teori obteve a adesão de outros 6 ministros da Corte (Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes); 4 votaram de forma contrária (Rosa Weber, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski).

O julgamento levou à reação da própria classe política: no fim de maio, veio à tona uma gravação na qual o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), atacou a mudança de jurisprudência em uma conversa com o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado.

No diálogo, o senador do PMDB – investigado pela Lava Jato – afirma que o Congresso Nacional precisa aprovar uma nova lei para restabelecer as prisões somente após o trânsito em julgado.

A fala do presidente do Senado foi interpretada por procuradores da República como indício de uma tentativa de atrapalhar as investigações do caso e chegou a embasar o pedido de prisão apresentado ao Supremo contra Renan por Janot. Relator da Lava Jato no STF, o ministro Teori Zavascki rejeitou o pedido de prisão.

A irritação de Renan Calheiros foi motivada, em parte, pelo fato de que a decisão do Supremo de rever a regra de execução das prisões serviu como estímulo às delações premiadas, na medida em que, temendo a prisão mais rápida, muitos investigados acabaram fechando acordos de colaboração com a Justiça em troca do abrandamento da pena.

Futuro da Lava Jato

Com a confirmação da morte de Teori Zavascki, os processos relacionados à Operação Lava Jato no Supremo podem ficar sob relatoria de um novo ministro indicado pelo presidente Michel Temer ou podem ser redistribuídos pela presidente do STF para algum outro magistrado que já ocupe uma cadeira na Corte.

Como relator, Teori era responsável pela análise de denúncias, recursos e delações premiadas no âmbito da operação.

De acordo com o artigo 38, inciso IV do regimento interno do STF, em caso de aposentadoria, renúncia ou morte, o relator de um processo é substituído pelo ministro nomeado para a sua vaga.

“Art. 38. O Relator é substituído:

IV – em caso de aposentadoria, renúncia ou morte:

a) pelo Ministro nomeado para a sua vaga;

b) pelo Ministro que tiver proferido o primeiro voto vencedor, acompanhando o do Relator, para lavrar ou assinar os acórdãos dos julgamentos anteriores à abertura da vaga”, diz o artigo 38.

Outra possibilidade, também prevista no artigo 68 do regimento, porém, é uma redistribuição dos processos pela presidente do STF, Cármen Lúcia, “em caráter excepcional”.

“Art. 68¹. Em habeas corpus, mandado de segurança, reclamação, extradição, conflitos de jurisdição e de atribuições , diante de risco grave de perecimento de direito ou na hipótese de a prescrição da pretensão punitiva ocorrer nos seis meses seguintes ao início da licença, ausência ou vacância, poderá o Presidente determinar a redistribuição, se o requerer o interessado ou o Ministério Público, quando o Relator estiver licenciado, ausente ou o cargo estiver vago por mais de trinta dias.

§ 1º Em caráter excepcional poderá o Presidente do Tribunal, nos demais feitos, fazer uso da faculdade prevista neste artigo”, diz o artigo 68.

Veja a trajetória de Teori

  • Nasceu em 15 de agosto de 1948 em Faxinal dos Guedes (SC)
  • Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Era mestre e doutor em Direito Processual Civil pela mesma universidade
  • Ingressou na advocacia em 1971
  • Foi professor de Direito da UFRGS, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UniSinos) e da Universidade de Brasília (UnB), além de advogado do Banco Central do Brasil
  • Foi nomeado juiz federal em 1979 e exerceu cargos no Tribunal Regional Federal da 4ª Região entre 1989 e 2003. Ele chegou a presidir o tribunal
  • Teori também foi ministro do Superior Tribunal de Justiça de 2003 a 2012, onde chegou a ser presidente da 1ª Turma – no biênio de 2004 a 2006 – e presidente da 1ª Seção, de 2009 a 2011
  • Em 2012, durante o governo Dilma, foi nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal. Na Suprema Corte, presidiu a Segunda Turma de 2014 a 2015. Atualmente, era o relator dos processos da Operação Lava Jato
  • Teori tem seis publicações em direito de sua autoria, além de outros 28 em co-autoria
  • Recebeu diversas condecorações, títulos e medalhas, como Ordens do Mérito Judiciário do Trabalho e Militar, além de outras regionais
  • Foi membro do Instituto Ibero-Americano der Direito Processual e Instituto Brasileiro de Direito Processual.

G1

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Loterias arrecadaram cerca de R$ 12,8 bilhões em 2016, queda de 13,8%

mega-senaAs loterias federais, administradas pela Caixa Econômica Federal, arrecadaram cerca R$ 12,8 bilhões em 2016, o valor é 13,8% menor do que arrecadado em 2015, informou a Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda.

Segundo o ministério, a arrecadação do ano passado foi impactada pela retração da atividade econômica.

Em nota, o ministério informa que repassou mais de R$ 5 bilhões desse valor para investimentos, sendo R$ 950 milhões ao Esporte, R$ 2,1 bilhões à Seguridade Social, R$ 1,2 bilhão ao Programa de Financiamento Estudantil do Ensino Superior (Fies), R$ 359 milhões ao Fundo Nacional de Cultura, R$ 385 milhões ao Fundo Penitenciário Nacional e R$ 8,9 milhões à Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e para a Cruz Vermelha.

Outros R$ 6,1 bilhões foram destinados aos cofres do Tesouro Nacional, R$ 1,07 bilhão foram arrecadados diretamente como Imposto de Renda sobre os prêmios pagos.

Apesar da queda em 2016, a arrecadação nominal com as loterias vinha crescendo. Em 2012 foram arrecadados R$ 10,5 bilhões, R$ 11,4 bilhões em 2013, R$ 13,5 bilhões em 2014 e R$ 14,9 bilhões em 2015.

G1

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Queda de receita já atinge pagamento do funcionalismo em nove Estados

COELHO/FRAMEPHOTO/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO
COELHO/FRAMEPHOTO/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

A crise financeira que afeta os Estados levou os governos a adotar medidas que afetaram o pagamento de servidores em pelo menos nove unidades da federação. Entre as medidas estão as demissões de funcionários; atraso, escalonamento ou parcelamento nos salários; redução de vencimentos do primeiro escalão e a falta de reposição anual da inflação.

Nos casos mais graves até agora, os governos de Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul tomaram medidas drásticas e decretaram estado de calamidade pública, após cortes de gastos e atrasos em salários. Ambos alegam que estão falidos e pedem socorro federal.

No Rio, o governo havia quitado, até a sexta-feira (18), apenas o pagamento de outubro de 85% dos servidores. O salário está sendo pago em sete parcelas.  Até o dia 5 de dezembro, o Estado promete fazer outros quatro depósitos quitando os débitos, desde que não haja bloqueio das contas.
No Rio Grande do Sul, além de problemas em pagar salários, o governo diz que não há perspectiva de depositar o 13º do funcionalismo.

O governo também anunciou um pacote de medidas que preveem a privatizações, extinção de órgãos e demissão de servidores.

Os Estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Espírito Santo, Tocantins, Paraná, Pará, Alagoas, Amazonas, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Acre, São Paulo e Pernambuco, além do Distrito Federal, mantiveram o calendário de pagamento, embora alguns deles enfrentem alguma dificuldade ou tenham implementado medidas de controle de gastos.

Salários divididos ou escalonados

A crise levou o governo de Minas Gerais a mudar a tabela de pagamento. O novo calendário –anunciado em outubro– criou o parcelamento dos salários de quem ganha mais de R$ 3 mil em três vezes. Em dezembro, por exemplo, os pagamentos serão feitos entre os dias 12 e 23. Já os servidores que ganham até R$ 3 mil vão receber o salário no oitavo dia útil em dezembro (dia 12). O pagamento do 13º e calendário para 2017 ainda serão definidos.

Segundo o governo, a folha custa R$ 3 bilhões ao mês, e por conta da crise, não foi possível conceder reajustes — a data-base dos servidores era 1º de outubro. “Estamos tentando de todas as maneiras superar essa fase mais difícil das finanças do Estado, afetando o mínimo possível a vida dos servidores. Essa escala é a forma que encontramos para penalizar menos quem ganha menos”, afirmou o secretário de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães.

No Rio Grande do Norte, o governo também está pagando os salários de forma fracionada, com intervalos também extensos. Os servidores da educação e dos órgãos que possuem receita própria são os únicos que recebem dentro do mês trabalhado. Até o dia 11 do mês subsequente, são pagos os demais que recebem até R$ 4 mil. Já os servidores das faixas maiores estão recebendo em datas não fixas, sempre no fim de cada mês. “A mudança na tabela de pagamento ocorre em virtude dos efeitos da crise econômica que continua atingindo fortemente as finanças do Rio Grande do Norte. A frustração acumulada de receitas até 30 de setembro chegou a R$ 367 milhões se comparada ao previsto no orçamento para 2016”, afirma o governo.

No Amapá, os servidores recebem o salário em duas parcelas desde março. Em novembro, por exemplo, 40% dos vencimentos finais dos servidores foram pagos no dia 10. O Tribunal de Justiça julgou no mesmo dia uma ação do MP (Ministério Público Estadual) e decretou ilegal a divisão dos salários e determinou pagamento integral. O governo justificou a divisão dos salários por conta das perdas de quase R$ 600 milhões em 2016 e disse que iria procurar reverter a decisão. “Os repasses do FPE [Fundo de Participação dos Estados] têm sido insuficientes para cobrir o valor da folha de pagamento estadual e honrar as dívidas”, informou.

Em Roraima também há salários pagos de forma escalonada entre os servidores e, em nos casos dos maiores vencimentos, o valor ainda é repartido. A divisão dos valores atingiu os que ganham entre R$ 1.251,00 e R$ 5.999,00 –que no mês passado receberam os salários nos dias 11 e 30. Os que ganham até R$ 1.250 receberam em uma só parcela. Já os servidores que recebem a partir de R$ 6.000 receberam apenas em novembro os salários referentes a setembro.

“O Estado sofreu perda de mais de R$ 107 milhões de FPE. Esse déficit aumenta com o repasse do duodécimo aos Poderes, cujo valor de R$ 52 milhões, é fixo e não sofre a variação de queda do FPE. Com isso, o caixa do Tesouro tem frustração acima de R$ 150 milhões, o que compromete o andamento da máquina, com pagamentos de despesas e investimentos, afetando, agora, a folha de pagamento dos servidores”, informou o Estado.

Em Sergipe, os salários –que eram pagos dentro do mês trabalhado– começaram a ter pagamento mais tardio. Este mês, por exemplo, os vencimentos dos servidores foram depositados de forma escalonada entre categorias, com conclusão no dia 11.

Em Goiás, o governo também está pagando os servidores em duas etapas: até o último dia do mês trabalhado recebem os que ganham até R$ 3,5 mil. Até o décimo dia do mês seguinte, são pagos os servidores que recebem acima desse valor.

No Mato Grosso, o governo adotou pagamento de forma escalonada desde abril. Em outubro, apenas os funcionários com remuneração líquida de até R$ 3 mil receberam no último dia do mês. Os demais, receberam no último dia 10. O percentual de servidores que demoraram a receber o salário aumentou, já que para folha de setembro o escalonamento atingiu apenas o que recebiam mais de até R$ 6 mil.

Problemas, mas sem mudar calendário

Em Alagoas, o pagamento de servidores não mudou na atual gestão, mas os salários são pagos em duas faixas: a primeira, que inclui os menores vencimentos, no último dia útil do mês; enquanto os salários acima de R$ 2.500 são pagos no dia 11. O Estado também não concedeu o reajuste anual, previsto por lei para maio, a nenhuma categoria.

No Acre também não houve atraso. Mas, em julho, o governador Tião Viana (PT) reduziu o seu salário e o dos secretários em 20%. No ano passado, o número de cargos comissionados foi cortado em 30%. Segundo Viana, o Estado perdeu mais de R$ 300 milhões em receita este ano em repasses do governo federal.

Em Rondônia, os servidores receberam o salário de outubro no dia 27, porém, em 2016, não houve reajuste. “No cenário econômico atual não vislumbra crescimento na receita e, portanto, inviabiliza qualquer medida que aumente os gastos públicos”, informou, em junho.

No Tocantins, o governo anunciou, no último dia 10, a demissão de aproximadamente 2.000 servidores, entre comissionados e contratados –o que deve dar uma economia de R$ 136,6 milhões nos próximos dois anos. No mesmo dia, um outro decreto, reduziu a jornada dos servidores de oito para seis horas até o dia 30 de abril de 2017.

Uol

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Com pênalti polêmico, Corinthians vence e empurra Inter para perto da queda

O empate não servia para ninguém, mas a vitória nesta segunda-feira ficou nas mãos do Corinthians. Em pênalti polêmico, com um empurrão quase imperceptível sobre Ángel Romero e convertido por Marlone, os corintianos ganharam por 1 a 0 em Itaquera. Assim, a vaga na Copa Libertadores voltou a ser possível.

Já a vida do Internacional ficou ainda mais complicada, com três pontos de distância para fugir da zona de rebaixamento. Os colorados podem cair já no fim de semana seguinte.

O Corinthians que jogou melhor, por sua vez, encerra um jejum de mais de um mês sem ganhar. Além disso, com 54 pontos, fica a apenas um do Botafogo, quinto colocado, e do Atlético-PR, que é sexto e jogará em Itaquera no próximo sábado. A partida terá caráter decisivo para os corintianos na penúltima rodada do Brasileirão.

O melhor: Fagner

Com liberdade em razão da marcação ruim dos atacantes do Internacional, foi a opção mais confiável do time. Fagner voltou a abusar da violência em um lance com Aylon, mas fez a diferença no ataque em uma série de oportunidades.

O pior: Vitinho
Ricardo Duarte/Internacional

Visivelmente em má condição física, o atacante que volta de lesão foi presa fácil na etapa inicial. O Internacional abusou das bolas longas e teve dificuldades em trocar passes, o que também dificultou a vida do jogador escalado como centroavante. No intervalo, Lisca retirou Vitinho e mudou a disposição do time com Seijas.
Derrota em Itaquera deixa Internacional perto da Série B
Ricardo Duarte/Internacional

A três pontos do Vitória, primeiro fora da zona de rebaixamento, o Internacional depende de terceiros para se manter na primeira divisão. Nas últimas duas rodadas, os colorados recebem o Cruzeiro e visitam o Fluminense. Já o clube baiano visita o Coritiba e, na última partida, tem o provavelmente já campeão Palmeiras no Barradão.
Marlone justifica oportunidade e decide em Itaquera. Mas o pênalti…
MARCOS BEZERRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Um bom cruzamento de Marlone para Romero disputar na área e…pênalti. Aparentemente, não houve empurrão significativo do zagueiro Ernando, que estava na jogada. Marlone pegou a bola, bateu com perfeição e marcou pela quinta vez no returno do Brasileirão. É o jogador mais efetivo do Corinthians no período e, com ótima atuação e motivado pela indicação ao Prêmio Puskás, justificou a chance.
Cristian é titular após dois meses e passa em primeira prova de fogo
De fora da equipe principal desde a demissão de Cristóvão Borges em dia de derrota para o Palmeiras, o volante voltou à equipe. Willians chegou a treinar no sábado, mas acabou dispensado no dia seguinte. Titular de última hora, o veterano de mais uma temporada irregular deu conta do recado.
O que fez Oswaldo: Corinthians joga melhor que dos últimos jogos
Rubens Cavallari/Folhapress

Oswaldo arregaçou as mangas na ausência de seu jogador mais importante do momento, que é Rodriguinho. As presenças de Camacho e Uendel na armação, além de um Marquinhos Gabriel melhor tecnicamente e de Marlone muito bem, melhoraram as coisas. O time ainda abusou das bolas longas, mas a arrumação do novo treinador foi bem executada em Itaquera.
O que fez Lisca: time ofensivo, mas poucas ideias para se salvar da queda
Rubens Cavallari/Folhapress

Homem de confiança de Roth, Alex foi para a reserva em troca de um time mais ofensivo, com Aylon e Sasha pelos lados e Vitinho avançado. Assim, faltou marcação pelos lados e qualidade para rodar a bola em dia infeliz dos volantes Dourado e Anselmo. No intervalo, o estreante Lisca mudou tudo com Seijas pelo centro, Anderson pela esquerda e Aylon como 9. Também não mudou a realidade de um time meramente lutador.

Colorados são provocados e ouvem gritos de Série B em Itaquera

Dassler Marques/UOL Esporte

Gritos personalizados para provocar o Internacional surgiram entre torcedores corintianos, nova prova da rivalidade entre os dois clubes nos últimos 11 anos. Também teve DVDs, em alusão a episódio que ficou famoso na final da Copa do Brasil 2009. Teve ainda um fantasma vestido com roupa de Série B para brincar com o momento complicado dos colorados.
Corinthians jogará completo para alcançar G-6 na penúltima rodada

Salvo alguma surpresa, o Corinthians sai fortalecido na noite desta segunda-feira para o jogo mais importante do semestre. No próximo sábado, recebe o Atlético-PR, sexto colocado e com um ponto a mais, para uma partida imperdível em Itaquera. Oswaldo deverá ter todos os jogadores à disposição com os retornos de Giovanni Augusto, Rodriguinho e Lucca, suspensos, e Guilherme, com dores no adutor da coxa.

Isqueiro em campo
Rubens Cavallari/Folhapress

Ainda no primeiro tempo, um isqueiro foi jogado no gramado da Arena Corinthians. O objeto caiu bem perto do goleiro Danilo Fernandes, que logo o entregou ao árbitro Rodolpho Toski. No intervalo, o torcedor que jogou o isqueiro foi identificado.
FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 x 0 INTER
Data: 21 de novembro de 2016 (segunda-feira)
Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Competição: Campeonato Brasileiro (36ª rodada)
Público: 19.769 presentes
Renda: R$ 907.361,50
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)
Auxiliares: Bruno Boschilia e Ivan Carlos Bohn (ambos do PR)
Cartões amarelos: Marlone e Marciel (Corinthians); Ernando e Anselmo (Inter)
Gol: Marlone, aos nove minutos do segundo tempo.
CORINTHIANS: Walter; Fagner, Vilson, Balbuena e Guilherme Arana; Cristian (Jean), Marquinhos Gabriel, Uendel, Camacho (Marciel) e Marlone (Léo Jaba); Romero. Treinador: Oswaldo de Oliveira
INTER: Danilo Fernandes; William, Ernando, Paulão e Geferson; Dourado, Anselmo, Anderson e Eduardo Sasha (Nico López); Vitinho (Seijas) e Aylon (Valdívia). Treinador: Lisca
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Após queda de helicóptero, polícia faz operação na Cidade de Deus

Pelo menos um homem foi preso durante operação realizada pela Polícia Militar do Rio de Janeiro na Cidade de Deus, favela da zona oeste da cidade, neste domingo (20). Com ele foram apreendidos três fuzis e duas pistolas, segundo a PM. O caso foi encaminhado à 32ª DP (Taquara).

A ação, que começou durante a madrugada, foi determinada pela cúpula da Segurança Pública do Rio após a queda de um helicóptero da PM, ocorrida por volta das 19h30 deste sábado (19). Os quatro policiais que estavam na aeronave morreram. Ainda não se sabe se a aeronave sofreu uma pane ou foi alvejada por criminosos. Ela era usada no apoio a uma operação policial que ocorria na Cidade de Deus ao longo do sábado.

Na manhã deste domingo, as principais ruas da Cidade de Deus estavam interditadas.

Confrontos

Durante todo o dia de ontem houve confrontos entre policiais, traficantes e milicianos. A Linha Amarela, via expressa que liga as zonas norte e oeste do Rio, chegou a ser fechada duas vezes devido aos tiroteios.

Os policiais mortos são o major Rogério Melo Costa, 36, o capitão William de Freitas Schorcht, 37, o subtenente Camilo Barbosa Carvalho, 39, e o sargento Rogério Felix Rainha, 39. Os corpos chegaram à 0h30 deste domingo ao Instituto Médico-Legal, onde permanecem.

Marcelo Carnaval/Agência O Globo

Peritos analisam peças de helicóptero da PM que caiu no Rio de Janeiro

Na noite de sábado, após a queda, chefes das polícias Civil e Militar se reuniram com autoridades da Secretaria Estadual de Segurança no Centro Integrado de Comando e Controle, no centro do Rio, para uma reunião emergencial. Dali surgiu a ordem para que durante a madrugada fosse feita uma operação policial na Cidade de Deus, realizada por policiais militares de diversos batalhões.

Troca de tiros

Desde a sexta-feira (18) foram registrados intensos confrontos entre criminosos da favela Cidade de Deus. Na manhã de sábado, eles voltaram a se enfrentar e traficantes bloquearam a avenida Edgard Werneck, que é a principal da Cidade de Deus, onde fica a base da UPP, com pneus e lixeiras incendiados. Policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) trocaram tiros com os criminosos.

Nas redes sociais, moradores relataram o dia de tiroteios. “A bala tá comendo na CDD. Só escuto os cara da Bope [Batalhão de Operações Policiais Especiais] gritando: ‘Sai da rua morador'”, escreveu um rapaz, uma hora antes de o helicóptero cair. Um traficante postou uma foto, com um fuzil. “Nada mudou. Nós ‘tá’ na pista”, escreveu.

Após a queda do helicóptero, a PM lamentou a morte dos policiais. “A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro lamenta o falecimento de seus policiais militares e o Comando da Corporação está dedicado a prestar todo apoio às famílias desses policiais”, disse a instituição.

Outra nota foi publicada na página oficial da corporação no Facebook. No comunicado é mencionada a morte de outro policial ocorrida neste sábado. O 3º Sargento Cristiano Bittencourt Coutinho participava de uma outra operação quando foi atingido por um tiro após a viatura em que se encontrava ter sido alvejada no bairro Jacaré:

 

Marcelo Carnaval/Agência O Globo

Policiais patrulham região onde caiu helicóptero da PM no Rio de Janeiro

Em 2009, dois policiais morreram e três ficaram feridos após um helicóptero da Polícia Militar realizar um pouso forçado no Morro dos Macacos. A aeronave, parcialmente blindada, havia sido atingida por tiros durante uma operação policial. Além dos tripulantes mortos, um capitão da PM foi baleado na perna e outros dois policiais tiveram queimaduras leves.

(Com Agência Estado; com a colaboração de Alfredo Mergulhão, do Rio)

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A dois dias das eleições, FPM cai nas contas das prefeituras com queda; valor é de R$ 67,7 mi

dinheiroA dois dias da realização das eleições, neste domingo (2), foi repassado para as prefeituras da Paraíba o Fundo de Participação Municipal, nesta sexta-feira (30). O valor total foi de R$ 67.796.957,30. A quantia representa uma queda de R$ 286.085,53 em relação ao mesmo período do ano passado, quando as prefeituras receberam R$ 68.083.042,83.

Para todos os municípios do país o último repasse de setembro foi de  R$ 1.678.817.870,39. A cifra considera o porcentual destinado ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), pois sem essa retenção, o montante a ser distribuído entre os entes municipais chega a R$ 2.098.522.337,99 – valores brutos.

Em levantamento, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) destaca que esse terceiro decêndio apresentou crescimento de 7,89%, em relação ao mesmo repasse feito em 2015. Isso, em termos nominais, sem considerar os efeitos da inflação sob o valor. Quando a considera, o valor real dos repasses, apresenta retração de 0,46%.

Ao somar os três repasses feitos este mês, o FPM acumula em setembro R$ 5,153 bilhões, no mesmo período do ano passado a mesma conta ficou em R$ 5,041 bilhões. Em termos nominais, o somatório dos repasses cresceu 2,24%. Mesmo com o resultado positivo, o levantamento da área estudos técnicos da CNM mostra que o primeiro repasse e esse último foram maiores que os efetivados valores de 2015. A segunda transferência desde mês foi 11,81% menor do que a feita no mesmo período do ano anterior.

blogdogordinho

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Prefeituras recebem segunda parcela do FPM com queda de 18,63%

fpmNesta terça-feira, 20 de setembro, o segundo decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) será repassado às prefeituras brasileiras. O montante transferido será de R$ 590.125.804,83, já descontado a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, isto é, incluindo a retenção do Fundo, o montante será de R$ 737.657.256,04.
Em comparação com o segundo decêndio do mesmo mês de 2015, o atual teve uma queda de 11,81% em termos nominais, ou seja, comparando os valores sem considerar os efeitos da inflação. Quando se considera o valor real dos repasses, levando em conta então as consequências da inflação, o decêndio apresenta uma queda ainda maior de 18,63%.
No acumulado de 2016, o FPM soma nominalmente R$ 57,882 bilhões frente aos R$ 58,300 bilhões no mesmo período do ano anterior. Em termos nominais, o somatório dos repasses caiu 0,27%, o que caracteriza uma redução nos valores efetivamente repassados. Quando considerado os efeitos danosos da inflação, o fundo acumulado em 2016 tem queda bem mais expressiva: 9,35% menor do que o mesmo período do ano anterior.
Queda continua
Infelizmente, a queda já observada, ainda deve persistir. A previsão da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) é de queda de 4,15% em setembro e uma queda de 4,0% em outubro, sempre em relação ao mesmo período de 2015, esses valores não consideram os efeitos da inflação.
É importante frisar que neste valor acumulado não estão incluídos os valores do 0,5% de 2015 e o 0,75% de 2016, decorrente da Emenda Constitucional (EC) 84/2014, uma conquista da Confederação Nacional de Municípios (CNM).
Veja aqui  o estudo completo com os repasses por Estado.
cnm

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Paraíba acumula queda de 14,7% na venda de veículos em um ano

carrosA Paraíba financiou 5.206 veículos financiados em agosto, queda de 2,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados incluem automóveis leves, motos e pesados. As vendas financiadas de motos cresceram 14,4% em agosto, na comparação com o mesmo mês de 2015, e somaram 1.726 unidades.

O levantamento é da Unidade de Financiamentos da Cetip, que opera o maior banco de dados privado de informações sobre financiamentos de veículos do país, o Sistema Nacional de Gravames (SNG).

No mês, os autos leves atingiram 3.376 unidades financiadas. Desse total, 1.211 foram de automóveis zero quilômetro e 2.165 foram de usados.

O Nordeste atingiu 71.799 veículos financiados no mês de agosto, queda de 8,8% em relação ao mesmo período de 2015. O estado manteve a liderança nos financiamentos de motos em todo o Brasil, ao somar 21.696 unidades negociadas.

O total de veículos financiados no Brasil em agosto somaram 415.548 unidades, entre automóveis leves, motocicletas, pesados e outros, uma queda de 4,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Veículos novos somaram 155.107 unidades vendidas a crédito, enquanto os usados chegaram a 260.441.

O SNG é uma base privada de abrangência nacional que reúne as informações sobre restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de concessão de crédito. Essa base é consultada e atualizada em tempo real pelas instituições financeiras.

O levantamento é da Unidade de Financiamentos da CetipFoto: Levantamento da Unidade de Financiamentos da Cetip
Créditos: Divulgação

portalcorreio

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Pivô de queda de Dom Aldo é absolvida pela Justiça paraibana

dom-aldo-pagottoMariana José Araújo da Silva, autora da carta que denunciou supostos atos homossexuais dentro da Arquidiocese da Paraíba, envolvendo o arcebispo Dom Aldo Di Cillo Pagotto, foi absolvida em ação movida pelo religioso por calúnia e difamação, que tramitava no Fórum Criminal da Capital.

O juiz Hermance Gomes Pereira, da Câmara Criminal de João Pessoa, entendeu que, ao analisar os autos, não constatou “dolo, a intenção deliberada, livre e consciente de atacar a honra subjetiva da vítima, no caso da injúria ou a honra objetiva, reputação, em caso de difamação”.

No dia 06 de julho deste ano, o Vaticano publicou a renúncia de Dom Aldo do cargo. Para se afastar, ele alegou problemas de saúde. No entanto, veículos da imprensa nacional e internacional associaram o afastamento a escândalos de pedofilia e relacionamentos gays.

MaisPB

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