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Estudo revela quantidade de açúcar que a criança deve ingerir

açúcarUm estudo feito pela Associação Americana do Coração, mostrou que a maioria das crianças e dos adolescentes deveriam consumir menos de seis colheres de chá de açúcar todos os dias.

Já as crianças menores de dois anos, o recomendável é não ingerir açúcar, especialmente de produtos industrializados. Uma lata de refrigerante ou suco de frutas comum contém uns 40g (ou 10 colheres de sopa) de açúcar de mesa.

Com o estudo, a recomendação é que desde a infância até a adolescência temos que consumir menos de 25g/dia de açúcares agregados, o que equivale a seis colheres de açúcar comum.

Fonte: Climatologia Geográfica

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DNA pode determinar quantidade de café que bebemos por dia

cafeA quantidade de café que as pessoas consomem pode ser determinada pelo DNA, de acordo com um novo estudo realizado por um grupo internacional de cientistas. Eles identificaram um gene que parece alterar a maneira como a cafeína é metabolizada pelo organismo: os indivíduos que possuem determinada variante desse gene tendem a sentir mais fortemente os efeitos da cafeína e, consequentemente, tomam menosxícaras de café.

A pesquisa, publicada nesta quinta-feira (25), na revista Scientific Reports, da Nature, foi liderada por Nicola Pirastu, da Universidade de Edimburgo (Escócia) e teve participação de pesquisadores da Universidade de Trieste (Itália), do Instituto Pediátrico Brulo Garofolo (Itália) e do Centro Médico Erasmus de Roterdã (Holanda). A pesquisa também teve contribuição da Illy, empresa italiana de produção de café.

De acordo com o estudo, uma variação do gene PDSS2 reduz a capacidade das células do organismo para quebrar as moléculas de cafeína, fazendo com que a substância permaneça mais tempo no corpo. Com isso, as pessoas com a variação precisam consumir menos café para obterem o mesmo efeito estimulante da cafeína, em comparação às demais.

“Os resultados do nosso estudo se somam às pesquisas já existentes, sugerindo que nossa tendência a tomar café pode ser determinada por nossos genes. Nós precisamos fazer estudos mais amplos para confirmar a descoberta e esclarecer a ligação biológica entre o gene PDSS2 e o consumo de café”, disse Pirastu.

Os cientistas analisaram as informações genéticas de 370 pessoas que vivem em um vilarejo no sul da Itália e de 843 pessoas de outros seis vilarejos do nordeste do país. Todos os participantes do estudo responderam a um questionário que incluía uma pergunta sobre quantas xícaras de café consomem por dia.

O estudo concluiu que as pessoas com a variação no gene PDSS2 tendem a consumir diariamente, em média, uma xícara de café a menos que as pessoas sem a variação.

Mais tarde, os cientistas replicaram o estudo em um grupo de 1731 pessoas na Holanda e o resultado foi o mesmo, mas o efeito do gene no número de xícaras de café consumidas foi um pouco menor.

Segundo os autores, essa alteração pode ser causada pelas diferenças no estilo de consumo de café existentes nos dois países. Na Itália, as pessoas tendem a beber xícaras menores de café expresso, enquanto na Holanda o público prefere xícaras maiores com menos cafeína.

180 Graus

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Confira 10 benefícios do amendoim, mas não exagere na quantidade

Diminui o risco de doenças cardiovasculares. É rico em ácidos graxos insaturados, fonte de proteína vegetal, fibras, contém micronutrientes e antioxidantes.

1 – Promove saciedade – por ter uma consistência mais endurecida, precisa ser mais mastigado, fazendo com que a leptina (hormônio da saciedade) fique nos níveis ideais
2 – Protege o coração – contêm nutrientes que ajudam a diminuir o colesterol ruim (LDL)
3 – Retarda o processo de envelhecimento – contém resveratrol (antioxidante)
4 – Reduz gordura da região abdominal – contém ômega 3 (ácido graxo que impede a formação de novos estoques de gordura)
5 – Evita câimbras – por ser rico em potássio
6 – Protege a membrana celular – por ser rico em vitamina E
7 – Participa do trabalho muscular – por ser rico em magnésio
8 – Ajuda na prevenção de doenças como o câncer – por conter resveratrol
9 – Atua na formação de tecidos – por conter magnésio em sua composição
10 – Ajuda a reduzir gordura da região abdominal e flancos – por ser de baixo índice glicêmico
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Foto: Andréa Graiz

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PODE ENGORDAR
Se for consumido em grande quantidade pode, sim, aumentar a gordura corporal. Cerca de 100g (equivalente a um pouco mais de 6 colheres de sopa de amendoim) contém 600kcal.

AUXILIA NO EMAGRECIMENTO
Ajuda a emagrecer se for consumido em quantidades adequadas, pois por conter fibras, promove a saciedade, evitando o consumo de outros alimentos em excesso. Ajuda a reduzir gordura da região abdominal por conter ômega 3 e por ser considerado um alimento de baixo índice glicêmico.

QUANTIDADE RECOMENDADA
De 15 a 30 gramas diárias (equivalente a uma ou duas colheres de sopa).

COMO CONSUMI-LO
Pode ser consumido no lanche do meio da manhã, no lanche da tarde, e em algumas preparações saudáveis.

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Foto: Divulgação

CUIDADOS
Que o amendoim não contenha sódio. Consumir na forma natural, e não em preparações como paçoca ou pé de moleque, que contêm muito açúcar em sua composição.

SUPERDICA DA NUTRI
Consumindo na quantidade adequada – uma a duas colheres de sopa por dia – você terá ótimos resultados vindos do amendoim, como a redução de gordura da região abdominal.

 

Uol

90% das mulheres não consomem quantidade ideal de cálcio

osteoporoseDe acordo com estudo da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso), uma em cada três brasileiras vai desenvolver osteoporose, doença que enfraquece os ossos, após a menopausa. Detalhe: 90% delas não consomem a quantidade ideal de cálcio, presente principalmente em leite e derivados.

Segundo a Abrasso, cerca de 10 milhões de brasileiros sofrem com o problema. Mesmo com esse número assustador, apenas 39% da população feminina com mais de 45 anos já fizeram algum teste para detectar a doença que atinge majoritariamente as mulheres – a proporção é de dez para cada homem.

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A prevenção, segundo a entidade, deveria começar na infância, por meio de alimentação adequada e, claro, ser rica em cálcio. A gravidade do quadro é que, por ser uma doença silenciosa, que não causa dor, muitas vezes só é descoberta após a primeira fratura.

O assunto merece atenção: a International Osteoporosis Foundation (IOF) calcula que o número de fraturas no quadril, em decorrência do problema, deve crescer 32% até 2050 no Brasil. O dado se baseia no envelhecimento da população: o número de indivíduos com mais de 70 anos aumentará 380% até 2050, representando 14% do total.

As fraturas são o maior risco, especialmente as de quadril – sabe-se que 20% das mulheres que apresentam este tipo de fratura morrem até um ano depois da queda em decorrência de complicações.

Com a idade, é esperada que haja perda óssea: se ela é normal, será de 0,5% por ano a partir dos 45 anos. Uma perda equivalente a 25% do esqueleto, no entanto, leva à grande possibilidade de fratura – e, quando atinge este ponto, está instalada a osteoporose.

Segundo o IOF, o fator genético é responsável por 80% da formação óssea de um indivíduo: o restante dependerá dos hábitos (aquisição de cálcio, prática de atividades físicas) de cada um. A exposição ao sol – cerca de 15 minutos, três vezes por semana – também é fundamental para alavancar a absorção do mineral.

Quem tem mais tendência

Entre as causas e fatores de risco, destacam-se história familiar da doença; pessoas de pele branca, baixas e magras; asiáticos; deficiência na produção de hormônios; medicamentos à base de cortisona, heparina e no tratamento da epilepsia; alimentação deficiente em cálcio e vitamina D; baixa exposição à luz solar; sedentarismo; tabagismo; consumo de álcool; certos tipos de câncer; e algumas doenças reumatológicas, endócrinas e hepáticas.

“O perigo maior é porque estamos falando de uma moléstia de instalação silenciosa”, adverte Denise Ludovico, endocrinologista pediatra da ADJ Diabetes Brasil, pesquisadora clínica do Centro de Pesquisas Clínicas (CPClin), em São Paulo.

“A dor, que seria o único sintoma, somente ocorre quando acontece a fratura”, salienta Felipe Henning Gaia Duarte, doutor em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Já Thiago Martins, fisioterapeuta pós-graduado em Ortopedia e Traumatologia pela USP (Universidade de São Paulo) e especializado em idosos lembra que a fratura ocorre porque o osso está poroso, já que perdeu massa progressivamente.

“Na menopausa, quando a perda de massa óssea ocorre de maneira intensa e rápida por causa das alterações hormonais, o problema é agravado”, conclui Marco Antonio Ambrósio, com especialização em Ortopedia e Traumatologia pelo Instituto de Ortopedia Clínica da USP.

Tratamento

Embora a oesteoporose não tenha cura, ela pode ser tratada. “O importante é fazer acompanhamento com médicos especializados que poderão indicar medicamentos para estabilizar ou melhorar a alteração, reduzindo o risco de fraturas e evitando complicações”, pondera Ludovico.

Duarte observa que, com as devidas medidas, a osteoporose pode regredir para a osteopenia, que é uma forma mais leve de perda de massa óssea. Já o fisioterapeuta Thiago Martins salienta ser possível recuperar massa óssea por meio dos exercícios. “Jovens, quando sofrem uma fratura e ficam muito tempo imobilizados, chegam a apresentar osteoporose; mas, como tratamento correto, conseguem reverter o quadro.”

A primeira providência em um tratamento é unir alimentação rica em cálcio à prática de atividade física e exposição solar. Se necessário, entrarão em cena medicamentos: hormônios sexuais, bifosfanatos (classe mais prescrita, tem como ação impedir a perda de massa óssea), modeladores de receptores de estrogênio, ranelato de estrócio (em pó e tomado diariamente à noite, é outra opção) e denosumab (mais recente e de uso subcutâneo, deve ser administrado a cada seis meses).

“É possível, ainda, recorrer a teriparatida, molécula semelhante a um hormônio natural que temos no corpo, chamado PTH, que, em doses intermitentes, tem forte ação formadora óssea. De uso subcutâneo e alto custo, é indicada para os casos mais severos da doença”, explica Duarte.

Importante: se o paciente já tem osteoporose, deve-se retirar de casa objetos que induzam a quedas (como tapetes) e, se possível, emborrachar o piso do banheiro, colocar barras nas paredes para facilitar o equilíbrio, orientar o uso de sapatos altos. O ortopedista Marco Antonio Ambrósio, recomenda também dormir em colchões firmes e evitar ou diminuir o fumo e a ingestão de café e/ou álcool. “O aparecimento da osteoporose pode ser retardado, e sua progressão desacelerada, com diagnóstico, prevenção e tratamento precoce”.

Uol

Dormir pouco diminui a quantidade de esperma e encolhe testículos

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Se você costuma dormir tarde e acordar cedo ou é do tipo que acredita que poucas horas de sono são suficientes, melhor fazer as pazes com a cama. De acordo com uma nova pesquisa publicada na Cosmopolitan, a falta de sono pode influenciar seriamente na contagem de espermas de um homem.

 

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O estudo dinamarquês descobriu que homens que dormem pouco produzem, em média, 30% menos espermatozoides que os demais. Além de retardar o mecanismo, a falta de sono também é responsável pelo encolhimento dos testículos.

 

Os cientistas ainda não têm certeza de como o sono afeta os órgão reprodutores masculinos, mas eles acreditam que noites mal dormidas prejudicam os  níveis de testosterona. Ainda assim, vale lembrar que a contagem de espermas não necessariamente diminui a fertilidade masculina.

 

Outros estudos mostraram ainda que assistir televisão em excesso, ter má higiene e frequentar saunas também provocam as mesmas consequências.

 

Felizmente, nesse caso, é fácil  prevenir e combater os sintomas. Basta ir para a cama mais cedo e dormir, em média, oito horas por noite.

 

 

Terra

Quantidade de etanol na gasolina subirá para 25%, diz ANP

O percentual de etanol na gasolina passará de 20% para 25%, possivelmente no mês de abril, disse a diretora-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo), Magda Chambriard, nesta quinta-feira (17).

De acordo com Chambriard, o aumento deverá ocorrer após o fim da safra da cana-de-açúcar, que ocorre em março. Assim, as usinas terão oferta de etanol a partir de abril. “Temos que confirmar a safra, mas estamos achando que sim.”

Chambriard falou com a imprensa no Estaleiro Mauá, em Niterói (RJ), durante evento de lançamento de navio petroleiro Rômulo Almeida, da Transpetro –subsidiária da Petrobras. O navio é o quarto de uma encomenda de 49 navios do Promef (Programa de Modernização e Expansão da Frota) da estatal.

O governo diminuiu de 25% para 20% a mistura de etanol na gasolina em outubro de 2011 devido a uma quebra da safra de cana-de-açúcar pelo tempo adverso no Centro-Sul e por investimentos insuficientes nos canaviais.

As importações de gasolina dispararam no ano passado, somando 3,78 bilhões de litros –um volume 70% superior ao de 2011.

Essas compras externas fizeram o país gastar US$ 2,91 bilhões com esse combustível. No ano anterior, o gasto havia sido de US$ 1,6 bilhão.

A Petrobras defende o aumento da mistura com o objetivo de reduzir a necessidade de importação de gasolina, que onera o caixa da companhia.

A empresa tem amargado sucessivas perdas financeiras porque importa a a gasolina a preços internacionais e vende nas refinarias a preço doméstico, com defasagem em relação ao mercado externo.

CALCULADORA

Para saber com qual combustível vale a pena abastecer, basta multiplicar o preço da gasolina por 0,7. Se o valor for superior ao do etanol, é hora de optar pelo álcool.

Folha.com

Cresce quantidade de crianças na internet no Brasil

Crianças

Enquanto toda a internet domiciliar cresceu apenas 7% no Brasil nos últimos seis meses, a quantidade de internautas entre 2 e 11 aanos registrou alta de 15%.

Segundo o Ibope Nielsen Online, as crianças nessa faixa etária já representam 14.1% de toda a comunidade conectada do país, tendo chegado aos 5,9 milhões em maio.

Nos últimos 24 meses, a taxa de crescimento dos pequenos na rede foi de 1 milhão ao ano.

Olhar Digital