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Reunião pode unir oposições em Serraria; definição deve sair a qualquer momento

batista-e-antonioNa manhã desta quinta-feira (29) surpreendentemente os candidatos da oposição do município de Serraria se reuniram para chegar a um acordo político que poderá se concretizar a qualquer momento.

Existe muita expectativa na cidade de Serraria para uma possível união política dos candidatos a prefeito Antonio Eduardo, PSB e Batista Pinheiro, do PT do B.

Balbino Silva

MÍDIA PARAÍBA

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8 erros que afastam você de qualquer entrevista de emprego

Thinkstock/Getty Images
Thinkstock/Getty Images

Dói no coração ser rejeitado em uma candidatura de emprego que gostaríamos de obter, ou passar horas se candidatando a um trabalho e nunca ser chamado. Afinal de contas, é difícil não levar para o lado pessoal e começar a duvidar da nossa capacidade.

Mas às vezes as razões pelas quais sua candidatura é sempre rejeitada não tem a ver com suas habilidades. Muitos outros fatores podem influenciar, especialmente quando um recrutador tem em mãos vários currículos para escolher.

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Considera algumas das razões a seguir paraa rejeição ao seu currículo e tente tomar providências para evitá-las no futuro, de acordo com Bernard Marr, do Linkedin:

1. Não seguir as regras da candidatura: Currículos não são o lugar ideal para soltar a criatividade. Geralmente o recrutador mostrará os caminhos para se candidatar com o exato propósito de avaliar se cada candidato pode seguir as regras. Tenha certeza de ter lido as instruções com muito cuidado e responda – incluindo o currículo e uma carta de apresentação – especificamente para o emprego ao qual você está se candidatando. Até um pequeno erro pode ser fator de eliminação.

2. Deixar campos em branco: Profissionais de recursos humanos gastam muito tempo formulando fichas de candidatura, então eles possuem uma razão para pedir cada detalhe de informação. Quanto menos informação você dá, menos o recrutador sabe de você em relação a outros candidatos. Isso pode ser visto como falta de atenção aos detalhes.

3. Submeter a candidatura à pessoa errada: Você pode pensar que está sendo esperto em pular o departamento de RH e enviar seu currículo diretamente para o departamento no qual quer trabalhar, mas você pode estar dando um tiro no pé. Isso pode ser visto como falta de habilidade para seguir as regras, e não há garantia de que o chefe do departamento vai encaminhar seu currículo ao RH. Pesquise primeiro e envie o CV para onde a empresa quer que seja enviado.

4. Um endereço de email nada profissional: Pode soar banal, mas quando um recrutador tem que digitar o email “partygirl53 @ gmail.com”, ele vai fazer julgamentos sobre você e sua personalidade. É fácil criar um novo, mais profissional, apenas para a busca do emprego – só não esqueça de checá-lo para ver as respostas.

5. Ignorar longos lapsos no histórico profissional: Você pode ter um lapso em seu histórico de carreira por qualquer razão legítima, mas ignorá-lo pode enviar a mensagem errada ao recrutador. Em vez de apenas torcer para ele não perceber, adicione uma linha explicando o lapso da forma mais breve possível, como “Deixei a posição para cuidar de parentes idosos durante um ano”

6. Considerações de diversidade: Grandes empresas têm cotas que o RH precisa preencher em novas contratações. Uma minoria, uma mulher, ou um veterano com a mesma qualificação pode ser mais desejado por essas razões.

7. Erros gramaticais e de ortografia: Em tempos de computadores e corretores ortográficos, não há desculpa para erros em um currículo, e deixá-los à mostra evidencia falta de atenção aos detalhes. Tenha certeza de checar palavras. Se você está preenchendo um formulário, considere responder em um editor de texto, revisar, e então copiar e colar.

8. Escrever “veja em anexo” no formulário: Em muitos casos, recrutadores têm muitos, muitos candidatos à mesma vaga e usam o formulário para uma filtragem inicial. Eles podem nunca ler a informação anexada. Então tente ser breve e colocar toda a informação no formulário. Se absolutamente necessário, indique que você ficará feliz em dar mais informações ao pedido do recrutador.

 

 

iG

Personagem gay agora é bom negócio para qualquer ator

Klebber Toledo e Zé Mayer: o casal gay da nova novela das nove, 'Império'
Klebber Toledo e Zé Mayer: o casal gay da nova novela das nove, ‘Império’

Interpretar um homossexual no cinema ou na televisão já chegou a ser visto como um risco profissional, a ponto de deixar o ator marcado para sempre. Não mais. O público amadureceu à medida que os gays foram conquistando seus direitos na sociedade, e, hoje, um personagem homossexual bem construído pode ser o passaporte para o reconhecimento e até o estrelato. Em Hollywood, basta citar os exemplos de Matthew McConaughey e Jared Leto, premiados com o Oscar deste ano de melhor ator e coadjuvante, respectivamente, por Clube de Compras de Dallas, em que ambos vivem homossexuais. Nas novelas brasileiras, a lista de atores que vêm alcançando reconhecimento com personagens gays é cada vez maior. Mateus Solano e Thiago Fragoso, o casal Félix e Niko de Amor à Vida, são prova disso.

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Sempre cercados de uma onda de curiosidade – em geral alimentada pela questão “vai ter beijo?” -, os gays se tornaram onipresentes na ficção, não só pela necessidade de mostrar o que acontece na vida real, mas também pela capacidade de mobilizar espectadores. Não é exagero dizer que Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müller), de Em Família, atraíram mais atenção do que a protagonista Helena (Júlia Lemmertz). Pronta para substituir o folhetim de Manoel Carlos na faixa das 21h, Império entra no ar nesta segunda-feira com nada menos que quatro personagens gays: Xana Summer, um travesti interpretado por um improvável Ailton Graça; Téo Pereira, um blogueiro invejoso que vive de fazer fofoca na internet, vivido por um afetado Paulo Betti; Leonardo, um bonitão aspirante a modelo, papel do jovem galã Klebber Toledo; e – o mais surpreendente de todos – o cerimonialista Cláudio Bolgari, interpretado por José Mayer.

O galã com fama de pegador (de mulheres) surgirá em cena no quarto capítulo como um organizador das melhores festas do Rio de Janeiro. Casado com a ex-miss Brasil Beatriz (Suzy Rêgo), ele esconde de todos – exceto dela – que é homossexual e tem, há dez anos, um caso com Leonardo (Klebber Toledo). “Já faz um tempo que busco papéis diferentes, e acho divertido mexer um pouco com aquela fama de conquistador que se formou a meu respeito por causa de personagens anteriores”, comentou o ator, no lançamento da novela. Ao site de VEJA, ele afirmou que evita planejar suas realizações na profissão e prefere se deixar levar pelo papel. “Cada personagem traz conteúdos diferentes, e é isso que acaba criando, fisicamente, posturas e expressões diferentes a cada novo trabalho.”

Na única cena divulgada pela TV Globo em que o novo casal gay aparece junto, Claudio fala cara a cara com Leonardo, da mesma forma como o Pedro de Laços de Família (2000) faria com Helena (Vera Fischer), Ingrid (Deborah Secco) ou Cíntia (Helena Ranaldi). As fãs que se acostumaram a ver José Mayer em papéis sedutores, desde o Osnar de Tieta (1989), nunca poderiam ter imaginado que seu decantado sex appeal seria usado um dia em terreno gay. Mas a verdade é que o próprio ator nunca se acomodou no papel de galã: “O que existe de mais valioso nesta profissão é a liberdade para romper nossos próprios limites e ajudar o espectador a ampliar sua capacidade de perceber a multiplicidade da experiência humana”.

Vida real – Nas novelas, gênero que muitas vezes parece já ter esgotado todas as histórias possíveis, o universo gay é um terreno fértil e tende a ser explorado com cada vez mais liberdade, abordando desde os direitos civis como a aceitação dos familiares. Para Aguinaldo Silva, autor de Império, a dramaturgia nada mais é do que um reflexo do dia a dia. “Quando escrevo meus personagens, quero retratar um pouco do que vejo na sociedade. Sempre digo que não trabalho com tema, e sim com tramas. Esse é o meu lema quando escrevo uma novela”, contou ao site de VEJA. Tratados com tanto esmero pelos dramaturgos, esses papéis têm atraído o interesse dos atores. Até então com uma galeria de patricinhas mimadas na TV, Tainá Múller, a Marina de Em Família, não escondeu a felicidade de ser escalada para viver uma fotógrafa homossexual. “Há tempos eu queria uma personagem que me tirasse do chão”, comentou logo no início da novela que pode ser vista como um divisor de águas em sua carreira.

A partir desta segunda – já que José Mayer não precisa mais provar a que veio –, a bola está com o belo Klebber Toledo. Lançado em Malhação em 2007 e com cinco novelas no currículo, o ator de 28 anos tem em Leonardo seu personagem mais complexo. Em conversa com o site de VEJA, Klebber preferiu ser comedido ao falar da expectativa em torno do novo desafio. “Procuro não criar um rótulo para ele. É o Leonardo que tem de se classificar”, disse, frisando que seu personagem tem uma “história de amor” com Claudio. “É um relacionamento, não um namorinho, uma ficadinha.” Ele acredita que o casal vai conquistar a simpatia do público e não tem o menor receio de que o novo papel arranhe sua imagem de galã promissor.

Com a nova trama, Aguinaldo discutirá também o direito de permanecer no armário – uma ironia típica do autor para esses tempos de vigilância sexual. Já que Claudio esconde sua homossexualidade – e, pior, é casado com uma mulher –, o namoro tem os problemas típicos de um relacionamento extraconjugal. Com um agravante: o cerimonialista é alvo das fofocas do blogueiro Téo Pereira. Mais jovem e, portanto, com menos explicações a dar para o mundo, Leonardo pressiona Claudio a viver o amor sem reservas. “É um sentimento único. Ele ama mesmo essa pessoa”, diz Klebber, que diz ainda não ter concluído a formação de seu personagem. “Ele é natural, entregue ao que sente. Não sei se vai dar pinta. E sabe que eu nem pensei nisso?”

 

Patricia Villalba

Biometria pode liberar eleitor para votar em qualquer seção

A utilização da biometria para identificar os eleitores no momento da votação pode abrir caminho para uma nova organização do sistema eleitoral no país, tornando o processo ainda mais seguro e fácil, conforme Leonardo Barreto, cientista político da Universidade de Brasília (UnB). Para ele, será possível, por exemplo, o eleitor votar em qualquer seção eleitoral.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a tecnologia que permite identificar o eleitor por meio de suas impressões digitais será ser utilizada nas eleições deste ano por aproximadamente 7,7 milhões de pessoas em 299 municípios. A expectativa do TSE é que até 2018 todos os eleitores brasileiros possam votar após identificação pelas digitais.

“Ainda não há nenhuma posição do TSE nessa direção, mas uma das possibilidades que a biometria traz é a reorganização de todo o sistema de votação, com a eliminação da necessidade de os eleitores comparecerem a zonas e seções eleitorais específicas. Com a biometria, você pode votar em qualquer lugar, porque haverá um banco de dados disponível em todos os lugares [de votação]”, explicou.

Segundo Barreto, embora uma das possíveis consequências seja a maior comodidade para o eleitor, que poderá escolher onde votar, o principal ganho é o aumento da segurança do processo.

“Sem dúvida esta nova organização eliminaria uma fonte de coronelismo político. Com o nível de detalhamento que existe hoje, sabendo-se exatamente onde cada pessoa confirma sua escolha, há candidatos que pressionam eleitores a garantir determinado número de votos nas seções onde estão cadastrados. Sem a estipulação de zonas e seções, perde-se esse tipo de controle”, disse.

De acordo com o TSE, o uso da biometria para identificação dos eleitores foi implementado de forma pioneira nas eleições municipais de 2008 nas cidades de Colorado do Oeste (RO), Fátima do Sul (MS) e São João Batista (SC). Em 2010, o sistema foi utilizado por mais de 1,1 milhão de eleitores de 60 municípios em 23 estados.

Agência Brasil