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Esporte de Patos é punido por escalar jogador de maneira irregular e é rebaixado

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) julgou procedente a acusação feita pelo CSP de que o Esporte de Patos utilizou de maneira irregular o atacante Carlos Caaporã na última rodada da primeira fase do Campeonato Paraibano, no jogo do clube contra o Nacional de Patos. Em julgamento realizado na manhã desta sexta-feira (12), na sede do tribunal, no Rio de Janeiro, os auditores decidiram que o clube perde 3 pontos e, com isso, cai para a segunda divisão do estadual. Ainda cabe recurso da decisão.

Pelo regulamento da competição, o pior time de cada grupo seria rebaixado. No campo, o Serrano-PB foi o clube que menos pontuou no Grupo A. Já no Grupo B, o CSP foi o lanterna da primeira fase e caiu de divisão.

Com a decisão judicial, o Esporte de Patos, até então vice-lanterna do torneio com 10 pontos, passa a ter 7, ficando com um ponto a menos do que o Tigre e, portanto, sendo a pior equipe da chave, caindo, assim, para a segunda divisão do estadual no lugar do time de João Pessoa. O Pato ainda foi multado em R$ 500.

Entenda o caso

Tudo começou na quarta rodada do Campeonato Paraibano. A partida era Esporte de Patos x Serrano-PB, no Estádio José Cavalcanti. O Patinho vinha muito mal no estadual, havia perdido os três primeiros confrontos e chegava pressionado. A cobrança foi tanta que, ao abrir o placar para o time alvirrubro, o atacante Caaporã, em vez de comemorar, foi direto para a arquibancada cobrar a própria torcida. Com ânimos elevados, o jogador acabou xingando os torcedores e, foi expulso diretamente pelo árbitro Marcelo Aparecido de Souza.

O tempo passou e, no último dia 21 de março (após a nona rodada e antes da décima), Caaporã foi julgado pelo Pleno do STJD e, por decisão unânime, foi punido com duas partidas de suspensão. O primeiro o atacante já havia cumprido contra o Nacional de Patos, na quinta rodada.

Por estar machucado, o atleta não jogou alguns jogos posteriores. Só que, como o julgamento só aconteceu no dia 21 de março, o atleta teria que cumprir suspensão após a decisão. O atleta, portanto, tinha que ficar de fora na última rodada, diante do Nacional de Patos, o que não aconteceu. O jogador disputou a partida, e o CSP, após ter caído de divisão, entrou com uma Notícia de Infração Disciplina no STJD, informando o fato.

Nesta sexta-feira, o STJD julgou o caso e, em primeira instância – o STJD atualmente realiza uma intervenção do TJDF-PB – condenou o Esporte de Patos a perda de 3 pontos, por descumprir o artigo 214 do Código Brasileira de Justiça Desportiva, que trata sobre escalação irregular de atletas.

(Foto: Reprodução)

Globoesporte.com

 

 

Grêmio é punido por invasão de filha de Renato Gaúcho e perde mando na final

LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA
LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA

O Grêmio foi punido nesta quarta-feira pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) e perdeu o mando de campo da partida de volta da final da Copa do Brasil, contra o Atlético-MG, marcado para o dia 30 de novembro, na Arena.

“Por unanimidade dos votos, os auditores determinaram baixa dos autos para analisar conduta do treinador Renato Gaúcho e, por maioria, aplicar multa de R$ 30 mil e perda de um mando de campo ao Grêmio por infração ao artigo 213, inciso II, parágrafo 1º. A decisão cabe recurso com pedido de efeito suspensivo”, informou a corte.

A punição foi dada pela invasão de campo de Carol Portaluppi, filha do técnico Renato Gaúcho, após a partida de volta contra o Cruzeiro, válida pela semifinal da competição.

Segundo o jornal Zero Hora, inicialmente foram dados dois votos para que o clube gaúcho fosse apenas multado em R$ 30 mil. No entanto, um terceiro auditor pediu a perda do mando de campo, fazendo seus colegas mudarem de ideia e acompanharem o voto de retirar o jogo da Arena.

Ainda segundo o diário, o clube de Porto Alegre pedirá ao tribunal um efeito suspensivo até que o recurso do caso possa ser julgado pela entidade, o que permitiria à equipe gaúcha jogar a grande decisão em seu estádio. O duelo de ida é no próximo dia 23, em Belo Horizonte.

Vale lembrar que o Grêmio é reincidente em episódios de invasão de campo nesta temporada, já que, no final de setembro, a modelo Eridiane Morais Jeremias, candidata ao concurso “Miss Bumbum”, entrou no gramado durante jogo contra o Palmeiras, pelo Brasileirão. Na ocasião, porém, o “Imortal” foi absolvido de culpa pelo STJD.

espn

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Cunha diz em carta que já foi punido e que cassação destruirá a vida dele

Pedro Ladeira/Folhapress
Pedro Ladeira/Folhapress

O deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) entregou nesta semana aos deputados carta na qual tenta reforçar sua defesa no processo de cassação de mandato do qual é alvo e cujo julgamento final no plenário da Câmara está marcado para 12 de setembro. No documento, o peemedebista diz que já foi punido politicamente ao ter de renunciar à presidência da Câmara, em julho, e diz que a cassação vai “destruir” a vida dele e da família.

Cunha distribuiu entre 300 e 400 cartas, de acordo com a assessoria de imprensa. Elas foram entregues nos gabinetes dos parlamentares na Câmara entre terça-feira (30) e quarta-feira (31). Com a votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) no Senado e a campanha eleitoral municipal, porém, muitos parlamentares não tinham sequer lido a carta, quando abordados pela reportagem.

Na primeira parte do documento, com três páginas, Cunha pede que os deputados se atenham ao mérito da representação que pede sua cassação. Ele lembra que será julgado sob acusação de ter mentido à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras em 2015, de que não possuía contas secretas no exterior; e não por outras acusações contra ele, que ainda serão julgadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O deputado afastado diz que “não há dúvida” de que sua situação política se agravou após ele aceitar a abertura do processo de impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff (PT), em 2 de dezembro do ano passado.

TODOS SABEM QUE SEM A MINHA DETERMINAÇÃO E SEM A MINHA ATUAÇÃO JAMAIS ESTE PROCESSO TERIA SIDO ABERTO

Eduardo Cunha, ao escrever em caixa alta de texto

O peemedebista afirma que “não é justo que pague com mandato cassado e perca meus direitos políticos por ter tido a coragem de conduzir o processo de impeachment do governo e do partido que estavam destruindo nosso País”. “O que peço é que tome sua decisão com a isenção sobre a sua gravidade, cuja consequência é tamanha, a ponto de destruir a minha vida e principalmente a da minha família”, escreveu.

Punição

Cunha avalia que a “punição política por algo que não fiz” “já foi o afastamento do meu mandato de maneira inconstitucional, o que me obrigou a renunciar à presidência da Casa e ver o sofrimento da minha família com chacotas, mentiras e acusações falsas”. “É importante que você compreenda que nada passará impune, mesmo com a manutenção do meu mandato. Nada do que eventualmente tenha feito de errado ficará impune e, se for condenado, a Constituição já prevê a perda do mandato”.

Na carta, o deputado afastado pede ainda aos parlamentares que deixem seus eleitores do Rio de Janeiro o julgarem. “Não há punição maior do que aquela oriunda das urnas. Se meus eleitores não estiverem mais se sentindo representados por mim, eles poderão ‘cassar’ meu mandado, bastando que não me elejam novamente”, escreve. E conclui a primeira parte da carta dizendo confiar “que Deus vá te iluminar, dando a direção certa, para que tenha a sabedoria e o entendimento”.

Em uma segunda parte anexa à carta, Cunha detalha em seis páginas todos os acontecimentos que envolvem o seu processo. Ele explica desde um “cenário geral” de sua trajetória política, passando pela tramitação dos inquéritos dos quais é alvo, o processo no Conselho de Ética da Câmara e a denúncia sobre a posse de contas secretas no exterior até seu afastamento do mandato. E reitera que está à disposição para esclarecer dúvidas “ao vivo”.

Estadão

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‘Quem for pego roubando será punido severamente’: o cartaz anticrime atribuído ao Comando Vermelho

avisoMochila na frente do corpo, homens escoltando mulheres até o ponto de ônibus e nada de usar celulares na rua. Essa é a rotina de muitos moradores de diferentes comunidades do município de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, para evitar os constantes assaltos na região.

Em meados de junho, porém, cartazes começaram a ser colados em postes com uma nova “lei” para o local. A mensagem, atribuída à facção criminosa Comando Vermelho –que comanda o tráfico de drogas na região– proíbe assaltos aos moradores de São Gonçalo.

“A partir dessa data 06/07/2016 quem for pego roubando na região será punido severamente”, diz um trecho do texto. O aviso prossegue com a ameaça: “Se matar inocente vai pagar com a vida.”

Os autores da mensagem e os responsáveis pela sua divulgação não foram identificados.

Reprodução

Trecho de cartaz especifica em quais bairros e o que é ‘proibido’ roubar em São Gonçalo

Os cartazes foram colados em postes e muros de áreas de grande circulação de pessoas da Vila Candoza, morro da Dita e Complexo do Anaia, todos em São Gonçalo. As mensagens foram espalhadas até mesmo dentro de uma escola pública e de estabelecimentos comerciais.

Uma professora que trabalha no local e pediu para não ser identificada afirmou à BBC Brasil que não sabe dizer quem colou as mensagens, mas afirma que a situação preocupou os funcionários. “De qualquer forma, o tráfico influencia os alunos”, afirma ela.

Moradores ouvidos pela reportagem disseram que a impressão é de que o número de assaltos teve uma leve queda logo após o aparecimento dos cartazes, mas logo voltou a ser uma rotina no bairro. Há novos relatos de roubos de veículos.

O comando da Polícia Militar que faz o patrulhamento na região de São Gonçalo afirmou o bairro de Anaia recebeu reforço policial após um mapeamento da criminalidade no local.

Um leitor de um site de São Gonçalo comentou que a notícia não traz novidade: “A notícia não é novidade, isso existe desde quando eu era criança. Alguns ladrões levavam tiro nas mãos por roubar na comunidade onde morava, reincidência era morte, existia uma série de regras. O que está acontecendo hoje em dia é que com avanço da tecnologia móvel e da conexão coletiva, todo mundo é um repórter individual”.

Segundo uma leitora do Ceará, o fenômeno não é exclusivo do Rio de Janeiro. “Aqui em Fortaleza, apareceram avisos assim em várias comunidades. E eu vou me mudar para uma comunidade. Preciso de segurança”.

Outro leitor concluiu: “Fica o recado para o sétimo batalhão! “Quem não dá assistência abre concorrência”.

BBC Brasil

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Atalaia é punido na Copa Brejo

atalaiaO Atalaia de Bananeiras foi punido pela Comissão Organizadora da Copa Brejo, na tarde desta quarta-feira (22), com a perda de três pontos na partida realizada contra o Vila Branca em Solânea, no último sábado (18).

Segundo o relatório do árbitro, Marcos Silva, o jogo transcorreu normalmente até os quarenta minutos do segundo tempo, quando o mesmo, marcou um pênalti em favor do Vila Branca. De acordo com Marcos, alguns jogadores do Atalaia não deixaram que a cobrança da penalidade máxima fosse efetuada pelo Vila Branca. Após analisar o ocorrido, a organização da Copa Brejo decidiu repassar os pontos do jogo para o time solanense que passa a ter sete pontos, a mesma pontuação do Atalaia.

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nordeste1

Quem compartilha preconceito na web pode ser punido, diz ONG

Assim que o resultado das eleições presidenciais foi divulgado, às 20h de domingo, os comentários sobre a participação dos votos do Nordeste na vitória da candidata do PT, Dilma Rousseff, começaram a surgir nas redes sociais. Segundo o diretor-presidente da organização não governamental (ONG) SaferNet Brasil, Thiago Tavares, as páginas que exibem violações aos direitos humanos serão investigadas e seus autores poderão ser punidos. Ele explica que, assim como quem cria, quem compartilha um conteúdo de ódio e preconceito também pode ser responsabilizado criminalmente.

Tavares, que é professor de direito da informática da Universidade Católica de Salvador, disse que desde domingo a ONG  recebeu 421 denúncias referentes a 305 novas páginas nas redes sociais, especialmente no Twitter e no Facebook, com o objetivo de promover o ódio e a discriminação contra a população de origem nordestina. “Lamentavelmente, tudo indica que essas manifestações devem continuar crescendo ao longo desta semana também”, disse o professor.

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As denúncias feitas após a divulgação do resultado do segundo turno são 342,03% maiores em relação àquelas recebidas no dia 5 de outubro, do primeiro turno das eleições. E, segundo ele, 662,5% maiores em relação às no dia 26 de outubro de 2013, fora do contexto eleitoral. “Diante de uma campanha tão polarizada e tão radicalizada, é difícil muitas vezes conter o ímpeto de alguns usuários que resolvem descarregar nas redes as suas frustrações e seu preconceito em relação à população nordestina”, disse.

Para Tavares, o mais preocupante é que existem usuários que não são tipicamente criminosos, mas compartilham mensagens de ódio que muitas vezes são postadas “por grupos de extrema direita, de orientação neonazista, inclusive, que se sentem legitimados, fortalecidos e encorajados em momentos como este e encontram nesses eleitores inconformados uma espécie de instrumento para propagar esse tipo de mensagem de ódio e desestabilizar o País”.

A ONG foi criada em 2005 com foco na defesa dos direitos humanos na internet e é operada em parceria com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. As denúncias podem ser feitas de forma anônima na página da SaferNet, apenas copiando o link da página que tem a violação. A Lei 7.716, de 1989, pune, com pena que pode chegar a cinco anos de reclusão, aquele que utiliza os meios de comunicação social, como a internet, para promover o ódio e a discriminação em razão da raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

Para o professor do Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília, Sadi Dal Rosso, algumas pessoas acusam os nordestinos de votar apenas por causa de algum benefício financeiro que recebam do governo, sem se preocupar com o projeto social como um todo. “O governo agora tem esse papel de dialogar, há um laço comum no País, até porque a Dilma teve votos de Norte a Sul. Não há desunião no País, mas questões ideológicas que debatemos quando o ‘sangue sobe à cabeça’; ações concretas para elevar as condições de vida da população são importantes, políticas reais e afirmativas para diluir essas questões”, disse o sociólogo.

Para Dal Rosso seria problemático se surgissem movimentos de rua truculentos, como alguns que atuaram nas manifestações de junho de 2013, mas ele diz que já viu um usuário pedindo desculpas nas redes sociais por ter usado “expressões muito duras”, reconhecendo os exageros, o que, para ele, indica que o clima pode estar esfriando.

Segundo Tavares, há dois exemplos emblemáticos de crime de ódio na internet. “Nas eleições de 2010, a estudante de direito da Universidade Mackenzie, Mayara Petruso, de 21 anos, declarou no Twitter, logo que saiu o resultado, que os usuários da rede deveriam fazer um favor a São Paulo e matar um nordestino afogado. Em razão dessa mensagem, ela foi condenada pela Justiça Federal, perdeu o estágio, teve que prestar serviço comunitário, pagar multa, o que gerou um transtorno para a vida dela”, contou.

O outro caso aconteceu nas eleições deste ano. Segundo Tavares, uma auditora do Trabalho da Bahia foi indiciada por usar as redes sociais para pregar a violência física e o ódio contra nordestinos. “Os casos estão começando a chegar ao Judiciário e ele tem se pronunciado no sentido de condenar as pessoas que tem usado a internet para essa finalidade”, completou.

Agência Brasil

Campinense é punido com perda de dois mandos de campo e multa de 20 mil por conflito de torcida no jogo contra o Central

torcidaO que a comissão técnica, diretoria, jogadores e torcida da Raposa temia se confirmou. Mais uma vez o Campinense foi punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com a perda de dois mandos de campo e multa de R$ 20 mil. Desta vez o rubro-negro foi penalizada devido os incidentes entre as torcidas do time raposeiro e do Central, em jogo realizado em 27 de julho. O Central de Caruaru, mandante do jogo também sofreu a mesma punição. O julgamento aconteceu na tarde desta terça-feira (05).

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Esta é a segunda punição consecutiva na quarta divisão em que o time se complica por causa de seus torcedores. Em 2012, em sua última participação na Série D, o time já tinha sido punido no jogo final. Por conta desse incidente, o Campinense jogou no sábado a primeira partida em “casa” na Série D de 2014 contra Jacuipense no estádio O Almeidão em João Pessoa. Ao saber da nova punição, o presidente do rubro-negro Willian Simões autorizou o departamento jurídico a recorrer da decisão do STJD.

O confronto entre torcedores do Campinense e do Central de Caruaru aconteceu no último dia 27 de julho, no Estádio Lacerdão, em Caruaru, na partida que marcou a estreia da Raposa na Série D deste ano. Um torcedor centralino ficou ferido e precisou ser levado ao hospital para receber atendimento médico. Por conta dessa confusão, o jogo, inclusive, ficou parado por mais de 20 minutos, porque a ambulância que levou o ferido ao hospital precisava retornar ao campo para que a partida tivesse sequência. No final do jogo, que terminou com empate por 1 a 1, o árbitro sergipano Michael Vinícius relatou na súmula os incidentes que aconteceram entre as torcidas.

Mesmo com a punição, o presidente William Simões, garantiu que a partida entre Campinense e Baraúnas-RN está confirmada para o próximo domingo no estádio O Amigão. Isso porque, o pleno do STJD tem um prazo de 20 dias para julgar o recurso. a A CBF divulgou nesta terça-feira a escala de arbitragem para o jogo contra o Baraúnas, e confirmou a partida para Campina Grande.Wiliam Simões ainda acredita que o departamento jurídico da Raposa poderá reduzir a pena. A Raposa ocupa a segunda posição do Grupo A-3 do Campeonato Brasileiro da Série D, com dois pontos em dois jogos disputados.

Severino Lopes 

PBAgora

Goleiro do Fla é punido por frase “roubado é mais gostoso” dita após título

(Foto: Bruno de Lima/LANCE!Press)
(Foto: Bruno de Lima/LANCE!Press)

Depois da absolvição em primeira instância, o Pleno do Tribunal de Justiça Desportiva do Estado do Rio de Janeiro (TJD-RJ) julgou na noite desta quinta-feira o recurso da procuradoria sobre a frase ““roubado é mais gostoso””, dita pelo goleiro Felipe após a decisão do Campeonato Carioca contra o Vasco.

Por maioria de votos, o atleta do Flamengo foi punido com uma multa de R$ 100 e 30 cestas básicas, que deverão ser entregues a uma instituição de caridade pelo próprio camisa 1.

Felipe foi enquadrado nos artigos 243-D (incitar publicamente o ódio ou a violência), 243-F (ofender alguém em sua honra) e 258 (assumir conduta contrária à disciplina esportiva) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). Vale destacar que cabe recurso do caso ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

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Terra

São Paulo é punido e deve pegar o Galo fora do Morumbi na Libertadores

São Paulo perdeu direito de usar seu estádio em um jogo da fase de grupos (Foto: Ag. Estado)
São Paulo perdeu direito de usar seu estádio em
um jogo da fase de grupos (Foto: Ag. Estado)

O São Paulo foi punido na tarde desta sexta-feira pela Conmebol, e não deverá enfrentar o Atlético Mineiro, no dia 17 de abril, no Morumbi. O clube perdeu o direito de mandar um jogo da fase de grupos da Libertadores em seu estádio, em razão da briga entre seus seguranças, policiais e integrantes da comissão técnica do Tigre na final da Copa Sul-Americana, no dia 12 de dezembro. Como as partidas contra The Strongest, na próxima quinta-feira, e Arsenal, no dia 7 de março, estão próximas, a tendência é que a punição seja cumprida na última rodada, diante do Galo.

O São Paulo tem sete dias para recorrer da sentença, e provavelmente o fará na semana que vem, embora ainda não haja uma definição da diretoria. A Conmebol “sugeriu” o cumprimento da pena no confronto nacional por causa da data do jogo, mas o clube poderá tentar passar a punição para a partida diante do Arsenal. Caso tudo seja mantido, a tendência é que o Pacaembu seja o palco do duelo entre os brasileiros.

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Além do veto ao Morumbi em um dos jogos, o Tricolor foi multado em cem mil dólares (cerca de 200 mil reais), mesmo valor que o Tigre terá de pagar em razão da confusão. Na ocasião, seguranças brasileiros e membros do clube argentino ficaram machucados, e o vestiário dos visitantes do São Paulo foi bastante danificado.

A Conmebol abriu investigação sobre o caso e os clubes se defenderam. Cada um responsabilizou o adversário por ter iniciado o conflito. No fim do primeiro tempo, o São Paulo vencia por 2 a 0 e os jogadores do Tigre cercaram os brasileiros na descida para o vestiário, numa discussão que tinha o atacante Lucas como pivô. Poucos minutos após seguirem para seu vestiário, alguns argentinos voltaram correndo para o campo, reclamando agressão. Eles chamaram a imprensa, mas só permitiram que compatriotas descessem as escadas.

A polícia chegou ao local e a briga ficou generalizada. A versão do Tigre era de que os seguranças do São Paulo agrediram a delegação nos corredores. Já o Tricolor afirma que os argentinos tentaram invadir uma área à qual não tinham acesso, e foram contidos pelos funcionários, que pediram reforço policial.

O Tigre decidiu não voltar para o segundo tempo, e o árbitro encerrou a partida, dando o título ao São Paulo, que comemorou, deu a volta olímpica e levantou a taça. A Conmebol, nesta sexta-feira, voltou a confirmar a conquista da equipe, que em razão dela, vai enfrentar o Corinthians, atual campeão da Libertadores, pelo título da Recopa deste ano.

Vestiário do Tigre após a partida contra o São Paulo (Foto: Marcelo Prado/Globoesporte.com)Vestiário do Tigre danificado após a partida contra o São Paulo (Foto: Marcelo Prado/Globoesporte.com)
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Corinthians é punido pela Conmebol e terá de jogar com portões fechados

torcidaA Conmebol se pronunciou no fim da noite desta quinta-feira sobre os incidentes envolvendo torcedores do Corinthians no empate com o San José por 1 a 1, em Oruro, que acabaram com a morte de um torcedor de 14 anos. Nestor Benitez, porta-voz da entidade, afirmou que o Timão terá de disputar suas partidas como mandante no torneio com portões fechados, e a Fiel não terá ingressos disponíveis nos jogos fora de casa. A punição será mantida até que a polícia boliviana esclareça os fatos que provocaram a confusão no estádio Jesús Bermudez.

– Os jogos em casa serão com portões fechados. Quando forem visitantes, o time local será proibido de vender bilhetes para os torcedores do Corinthians. Os dirigentes têm três dias para apresentar a defesa – disse Nestor Benitez, em entrevista à AFP.

A Conmebol emitiu comunicado oficial confirmando a punição. Baseado na súmula apresentada pelo árbitro equatoriano Carlos Vera, a entidade máxima do futebol sul-americano tomou decisão preventiva. O Corinthians poderá apresentar defesa e recorrer da medida.

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Além de não contar com o apoio da sua torcida na trajetória rumo ao segundo título da Libertadores, o Timão deve sofrer também fora de campo caso a punição seja mantida. O clube já comercializou antecipadamente mais de 83 mil ingressos para as partidas da primeira fase do torneio continental.

No Grupo 5, o Corinthians terá três adversários para enfrentar em São Paulo: o Millonarios, da Colômbia, no dia 27 de fevereiro, o Tijuana, do México, no dia 13 de março, e o próprio San José da Bolívia, no dia 10 de abril.

Documento Conmebol Corinthians Libertadores (Foto: Reprodução)Comunicado da Conmebol que pune o Corinthians pela confusão em Oruro (Foto: Reprodução)

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