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Doenças de pele podem ser causadas por problemas psicológicos; dermatologista explica

Gabriel Jabur/ Agência Brasília
Imagem Ilustrativa

Alergias, queda de cabelo e acne. Essas podem ser consideradas doenças comuns e muito conhecidas pela população. O que muita gente não sabe é que, por trás desses problemas de pele, podem estar os fatores psicológicos, pois a pele e o sistema nervoso estão diretamente ligados.

“Existe uma ligação desde a vida embrionária. Tanto a pele, como o sistema nervoso se originam do ectoderma, e, com a evolução no decorrer dos meses, eles formam o tubo neural, que origina a pele na parte externa e internamente o sistema nervoso central, daí que vem a ligação. É muito comum escutar os pacientes dizerem que “ficou roxo de raiva”, porque uma vez que você tenha determinados estímulos, isso vai reagir na pele”, disse a dermatologista Carla Marsicano.

Não há estudos que apontem quantos problemas de pele são causados por transtornos mentais, mas um relato publicado pela Sociedade de Psicodermatologia do Reino Unido aponta que 85% dos paciente com problemas de pele consideram que os aspectos psicossociais são os principais componentes da doença.

Assista à reportagem completa abaixo:

Portal Correio

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Ser autêntico no Facebook traz benefícios psicológicos, mostra estudo

facebookMuita gente tem mais facilidade para se expressar pela internet do que pessoalmente. Mas será que isso é bom? Segundo um estudo , quanto maior a diferença entre o comportamento de uma pessoa no Facebook e seu verdadeiro “eu”, maior a probabilidade de que ela tenha poucas conexões sociais e sofra de estresse.

O estudo foi publicado no periódico Cyberpsychology, Behavior and Social Networking por uma equipe de psicólogos da Universidade da Tasmânia, na Austrália.

A equipe, coordenada por Rachel Grieve e Jarrah Watkinson, entrevistou 164 pessoas, que falaram sobre a forma como costumam se apresentar no Facebook. Os participantes também preencheram questionários para avaliação de depressão, ansiedade, estresse e bem-estar.Os resultados mostraram que quanto mais autênticas são as pessoas na rede social, menor a propensão delas ao estresse e maior o número de conexões.

Os pesquisadores também perceberam que os indivíduos com mais facilidade de se expressar na internet do que na vida real são aqueles que mais postam conteúdos emocionais, e com uma motivação mais autocentrada – eles buscam chamar a atenção dos outros e querem se sentir validados por eles.

Os autores observam que o Facebook hoje conta com 1,7 bilhão de usuários, o que é uma parcela considerável da população mundial, estimada em 7,4 bilhões. Não é de se estranhar que a plataforma tenha servido de fonte para tantos estudos na área do comportamento humano.

doutorjairo.blogosfera

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