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Prefeito de Areia anuncia filiação ao PSDB onde já era filiado e foi eleito

Sem ter o que mostrar na sua administração, o prefeito de Areia João Francisco, decidiu anunciar na quinta-feira (29) sua filiação ao PSDB, partido que já era filiado, e inclusive onde foi eleito em 2016.

Em rápida pesquisa nos sites de notícias da Paraíba, é fácil verificar que gestor areiense nunca saiu do partido.

Até os próprios correligionários se surpreenderam com a fake filiação. “Nunca soube que ele tinha saído do PSDB, quando vi a notícia pensei que ele tava indo para outro partido, pois todos sabem que ele é e sempre foi do PSDB”, disse um morador de Areia.

De acordo com o PSDB, a filiação do próprio filiado de Areia faz parte de uma de atrair lideranças que compartilhe dos ideias da legenda e que tenham objetivo de atuar em defesa dos interesses da população.

Assessoria

 

 

PSDB convoca Pedro para reunião e destaca potencial para Governo

O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) foi convocado para uma reunião de emergência com a cúpula do PSDB, nesta terça-feira (20), em Brasília.  O motivo é tentar demover o parlamentar paraibano da ideia de deixar o ninho tucano e ingressar no PPS.

O secretário nacional da legenda, deputado Marcus Pestana destaca a importância política do senador Cássio Cunha Lima no partido e alega que não há motivos para Pedro deixar o PSDB.

O parlamentar coloca Pedro entre as opções da agremiação partidária para  disputar o Governo da Paraíba.  “Ele tem todas as condições de ser um candidato e um grande governador”, afirmou Marcos Pestana em entrevista ao programa Rádio Verdade, da Arapuan FM.

Roberto Targino – MaisPB

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Cássio diz que PSDB apoia Romero para Governo e defende candidatura de Lula

O senador Cássio Cunha Lima revelou em entrevista ao Programa “Bastidores”, com Padre Albeny, nesta terça-feira, que o PSDB está fechado em torno do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, caso ele resolva ser candidato ao Governo. Noutro momento, ele defendeu que Lula possa ser candidato a Presidente da República.

– É importante que Lula possa ser candidato e possa ser derrotado pelas urnas e respeitar o resultado – declarou.

Cássio revelou que em recente reunião na cidade de Guarabira o PSDB fechou questão de apoio total ao prefeito Romero Rodrigues caso ele decida ser candidato ao Governo.

– Vai depender exclusivamente dele, que tem nosso apoio incondicional – frisou.

Ele admitiu que, se acaso Romero.não assuma candidatura, o prefeito de João Pessoa,Luciano Cartaxo, é ótima opção.

Walter Santos

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Índice de rejeição ao PSDB aumenta após apoio às reformas de Temer

Nos últimos anos, desde quando Lula assumiu à Presidência da República, o PSDB se manteve às sombras do PT, sem conseguir ocupar o espaço de uma verdadeira oposição. Com quatro derrotas consecutivas nas eleições presidenciais (Serra por duas vezes, Geraldo Alckmin e Aécio, em 2014), os tucanos se viam cada vez mais diminuídos.

No cenário mais recente, foi preciso que o PMDB agisse para conseguir tirar o Partido dos Trabalhadores (PT) do poder. Nessa tomada, o PSDB entrou como estepe do partido de Michel Temer, sendo hoje sua principal base de sustentação no Congresso Nacional, mais fiéis até do que os próprios parlamentares peemedebistas, como pôde ser visto na votação da Reforma Trabalhista na Câmara dos Deputados.

Nesse último domingo (7), na coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo, foi divulgada uma pesquisa encomendada pelo PSDB para entender os motivos que levaram antigos eleitores do partido a hoje o rejeitarem. O resultado da crescente rejeição, segundo os entrevistados, foi a associação do PSDB às reformas de Michel Temer, principalmente a da Previdência.

Outro fator que fez com que os tucanos fossem rejeitados por antigos eleitores são as constantes denúncias envolvendo nomes importantes dentro da sigla na Lava Jato.

Com informações do Blasting News

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PMDB e PSDB lideram os barrados na Ficha Limpa

pmdbO PMDB e o PSDB são, respectivamente, os dois partidos com mais candidatos barrados com base na Lei da Ficha Limpa nas eleições de 2016 em todo o país – em números absolutos e proporcionalmente ao total de nomes lançados. Os dados são de levantamento do Congresso em Foco, a partir de registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ao todo, 306 peemedebistas foram considerados inelegíveis pela Justiça eleitoral. O número representa 11,1% do total de barrados. Até segunda-feira (26), 93 candidatos do PMDB haviam sido excluídos em definitivo da campanha. Outros 213 ainda tentam reverter a decisão e correm o risco de não se eleger mesmo obtendo a votação necessária. O partido é responsável por quase 9% de todas as candidaturas deste ano.

Em segundo lugar, aparece o PSDB – que também é o vice-campeão em filiados, com 7,2% de todos os candidatos. Ao todo, 209 tucanos foram considerados inelegíveis. Desses, 63 foram retirados da disputa. Os demais 146 seguem na disputa pendurados em recursos na Justiça.

Depois do PMDB e do PSDB, aparece o PSD, com 184 candidatos incluídos na lista dos inelegíveis. Desses, 134 ainda tentam reverter a decisão. Apenas três partidos não tiveram candidatos barrados pela Lei da Ficha Limpa: PSTU, PCO e Novo. Essas são, também, as legendas que têm menos concorrentes.

Envolvido na maior crise ética e política de sua história, em meio ao impeachment de Dilma e as denúncias contra o ex-presidente Lula, o PT aparece apenas na 12ª colocação entre os partidos com mais candidatos barrados na Ficha Limpa. Ao todo, 108 petistas tiveram registro negado. Desses, 66 seguem na corrida eleitoral. Proporcionalmente ao número de candidatos lançados, porém, é o sétimo.

Recurso

Congresso em Foco publica com exclusividade, por estado e município, a relação dos candidatos que concorrem sub judice, com suas respectivas cidades e partidos. Nos registros do TSE, eles aparecem com a candidatura indeferida, mas com recurso. Por isso, estão aptos à disputa. O eleitor poderá votar neles. Mas caberá à Justiça decidir se os votos serão validados ou não. Em outras palavras, se eles serão eleitos mesmo que alcancem a votação necessária.

Os dados são de levantamento concluído na última segunda-feira (26), sempre com base nos registros oficiais do TSE. Além dos candidatos barrados que recorrem, outros 832 foram eliminados da disputa também com base na Ficha Limpa. Ou desistiram de apelar ou tiveram recursos negados. Ou seja, ao todo, 2.490 candidatos a prefeito, vice e vereador foram considerados inelegíveis em algum momento. O número representa 0,5% das 496 mil candidaturas registradas no TSE.

Veja os candidatos que tiveram a candidatura indeferida:

PARTIDO QUANTIDADE
PMDB 93
PSDB 63
PSD 50
PR 46
PSB 45
PP 44
PDT 43
PT 42
DEM 35
PTB 33
PRB 30
PV 29
PPS 23
PC do B 22
PTN 21
SDD 21
PROS 20
PEN 19
PHS 18
PMN 18
PSDC 18
PSL 18
PSC 16
PRTB 11
PPL 10
PRP 9
PTC 9
PMB 8
PSOL 8
PT do B 8
REDE 2

Veja os candidatos que foram barrados, mas seguem na disputa com recurso:

PARTIDO QUANTIDADE
PMDB 213
PSDB 146
PSD 134
PP 111
PDT 105
PTB 97
PR 95
PSB 93
DEM 69
PT 66
PPS 62
PSC 53
PMN 37
PROS 37
PCdoB 35
PRB 35
SD 35
PV 30
PEN 29
PRP 23
PTC 23
PHS 19
PTdoB 19
PTN 18
PMB 17
PRTB 13
PSL 12
PSDC 10
PPL 8
PSOL 7
REDE 7

Congresso em Focco

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PSB é o partido que mais lançou candidatos na PB; PMDB e PSDB ficam na 2ª e 3ª colocações

 

urnaO PSB, partido do governador Ricardo Coutinho, foi o partido que mais lançou candidaturas a prefeito, vice-prefeito e vereador nas eleições deste ano na Paraíba. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 969 candidatos disputarão mandatos pela legenda.

Em João Pessoa, o PSB lançou na chapa majoritária a professora Cida Ramos. Em Campina Grande, o nome do partido que disputará a prefeitura é o presidente da Assembleia Legislativa Adriano Galdino. Os socialistas também têm candidaturas próprias em Bayeux, Santa Rita, Guarabira, Cajazeiras e Sousa, cidades pólo do estado.

O PMDB, do senador José Maranhão, ficou na segunda colocação na ranking de pedidos de registros de candidaturas. Segundo o TSE, o partido lançou 868 candidatos na Paraíba. Na Capital, eles preferiram retirar a candidatura do deputado federal Manoel Júnior para apoiar a reeleição do prefeito Luciano Cartaxo (PSD). O partido terá candidaturas próprias em Campina Grande, Cabedelo, Patos, Guarabira e Sousa, por exemplo.

O PSDB, do senador Cássio Cunha Lima, figura como terceiro colocado, com 684 candidatos. A sigla não tem nomes na chapa majoritária em João Pessoa e aposta na reeleição do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues. O partido disputa prefeituras em Guarabira e Patos.

O PSD, PTB e DEM ficaram nas quarta, quinta e sexta colocações, com 516, 481 e 470 candidatos, respectivamente.

De acordo com o sistema de divulgação de candidaturas do TSE, 11.694 candidatos solicitaram registros à Justiça Eleitoral, sendo que 10.558 disputam as 2201 vagas para as Câmaras Municipais e 553 concorrem aos mandatos das 223 prefeituras do estado.

Confira o número de candidatos de cada partido:

PSB – 969

PMDB – 868

PSDB – 684

PSD – 516

PTB – 481

DEM – 470

PP – 349

PDT – 343

PR – 322

PSL – 276

PT – 262

PTdoB – 253

PRB – 251

PSC – 223

PCdoB-  216

PPS – 172

PTN – 139

PV – 108

PTC – 99

PRTB – 99

PHS – 98

PRP – 97

SD – 90

PMN – 88

PROS – 88

PSDC – 88

PSOL – 86

PMB – 61

PPL – 40

Rede – 38

PEN – 32

PSTU – 23

blogdogordinho

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PT da Paraíba mantém proibição de alianças com o PSDB, DEM, PPS e SD

bandeira-ptSeguindo a orientação nacional do Partido dos Trabalhadores, a Executiva Estadual do PT da Paraíba esteve reunida na noite desta segunda-feira, 25, para deliberar sobre o caso de algumas cidades e suas possíveis alianças para a participação nas Eleições de 2016.

Na Resolução aprovada pelos membros da Executiva foram vetadas alianças do PMDB nas seguintes cidades: Teixeira, Pedras de Fogo e Cabedelo. Na justificativa foi colocado que nessas cidades o PMDB recebe forte influência de personagens que atuaram ativamente no Golpe contra a Democracia e contra a presidenta eleita Dilma Rousseff, neste caso, em Teixeira o Dep. Hugo Mota faz parte da chamada “tropa de choque” de Eduardo Cunha; Pedras de Fogo recebe uma forte influência do Dep. Manoel Júnior, que também possui relações pessoais com Eduardo Cunha e é um dos grandes adversários do PT no estado e nacionalmente; e finalizando, em Cabedelo o PMDB local possui vínculos com figuras estaduais do partido que foram signatários e apoiadores do Golpe.

Outra determinação é que está impedido o apoio do PT a candidatura do PSC na cidade de Araçagi, e continuam proibidas alianças com PSDB, DEM, PPS e Solidariedade por estes serem partidos que fazem parte do bloco histórico de adversários do PT nacionalmente, e que desde o 4º Congresso Nacional do PT tais alianças estão vetadas.

Segue abaixo a Resolução na sua íntegra:

RESOLUÇÃO POLÍTICA DO PT DA PARAÍBA

A Executiva Estadual do PT da Paraíba, reunida nesta data, por deliberação da Direção Nacional do partido, que conforme determina a Resolução Política de 17 de Maio de 2016 que:

“dado o conjunto de compromissos defendidos pelo PT ao longo de suas administrações públicas, é indispensável o esforço de diálogo com os partidos do campo democrático-popular e estendê-lo, caso a caso, a setores e partidos que, mesmo fora deste espectro, defendam conosco pontos programáticos para as eleições municipais. O PT não apoiará candidatos (as) que votaram e/ou apoiaram publicamente o impeachment.”

Ainda, por entender que o cenário e a conjuntura nacional terá forte influência nas eleições municipais de 2016, pois, como sabemos a votação final do golpe contra a democracia e o governo legitimamente eleito da presidenta Dilma, deverá acontecer durante o pleito municipal deste ano;

Também por entender que esta crise no país serviu para esclarecer definitivamente o mapa político brasileiro: hoje, podemos dizer que os partidos se dividem em três blocos específicos, entre conservadores e liberais, partidos de centro que vinham se acomodando no governo nos últimos anos e que assumiram seu caráter conservador e golpista no cenário nacional e por fim um bloco de partidos vinculados às lutas sociais e o campo progressista que de várias formas vêem defendendo a democracia e as conquistas do nosso povo;

Este desenho político terá forte influência nos municípios em especial nas eleições 2016;

DESTA FORMA ESTA EXECUTIVA ESTADUAL, ANALISANDO CASO A CASO AS ALIANÇAS NOS MUNCÍPIOS DA PARAÍBA, DETERMINA:

1 – VETAR o apoio do PT aos candidatos a Prefeito do PSDB, DEM, PPS e Solidariedade por entender que estes partidos fazem parte do bloco histórico de adversários do nosso projeto nacional e que desde o 4º Congresso Nacional do PT (instância máxima do partido) tais alianças estão vetadas. Assim, NÃO AUTORIZAMOS o apoio do PT a candidatos do PSDB nas cidades de: Areial, Boqueirão, Belem do Brejo do Cruz, Camalaú, Conceição, Marcação e Riachão do Bacamarte; do DEM nas cidades de Piancó, Riachão do Poço, São Bento, São Sebastião do Umbuzeiro e São Mamede e do SD na cidade de Juarez Távora;

2 – Ainda que nos municípios em que apoiamos candidatos a Prefeito do PMDB, um dos principais articuladores do golpe contra o nosso governo, depois de analisada a realidade política de cada cidade, entendemos a necessidade de conforme a Resolução da Direção Nacional, VETAR o apoio do PT nos seguintes casos, com as suas devidas justificativas:

Teixeira

Pela forte influência que a família MOTA tem no PMDB local. É publico que o Dep. Hugo Mota faz parte da chamada “tropa de choque” de Eduardo Cunha, sendo este grupo político um dos principais espaços de articulação contra o nosso governo e nosso projeto nacional.

Pedras de Fogo

Pela forte influência que o Dep. Manoel Júnior tem no PMDB local. Sendo inclusive a cidade de origem política do Deputado. Manoel Júnior é outro integrante da tropa de choque de Eduardo Cunha e tem se apresentado como um dos grandes adversários do PT no nosso estado e em nível nacional.

Cabedelo

O PMDB de Cabedelo tem fortes relações com figuras estaduais do partido que foram signatários e apoiadores do Golpe contra a Presidenta Dilma

3 – Ainda, VETAR o apoio do PT a candidatura do PSC na cidade de Araçagi. E Orientar o Diretório Municipal a juntamente com a Direção Estadual proceder a melhor tática eleitoral para as eleições 2016 que fortaleça nosso projeto político Nacional e local;

4 – Que continuaremos a analisar e acompanhar as alianças políticas do PT nos municípios e juntamente com as direções locais discutiremos a construção de palanques vinculados a nossa história e projeto político. Caso qualquer outra cidade apresente possibilidade de apoio a candidatos que não tenham relação programática com nosso partido, esta Executiva Estadual deliberará contraria tal aliança;

5 – Nos municípios em que o PT não apresentar candidatos para as eleições majoritárias ou proporcionais, caberá a Executiva Estadual juntamente com os filiados nestas cidades à construção de candidaturas petistas nas eleições de 2016;

6 – O não cumprimento desta determinação por parte das instâncias municipais implicará nas sanções previstas em nosso Estatuto e Regulamentos do partido.

Assessoria

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Aécio admite aliança do PSDB no governo Temer

aecioPrincipal porta-voz da oposição, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) diz acreditar que um eventual governo do vice-presidente Michel Temer (PMDB) só será bem-sucedido se não forem repetidas práticas que ele critica como “equivocadas” da gestão Dilma Rousseff, como o “loteamento” de cargos em órgãos públicos e empresas estatais.

“Se o Temer cometer o equívoco, e espero que não cometa, de repetir esse modus operandi de distribuir ministérios para formar o governo, ele vai fracassar”, afirmou Aécio em conversa com um pequeno grupo de jornalistas nesta quarta-feira, em Lisboa.

“Nós estamos dispostos a nos envolver, pela emergência da crise, e eu estive com o vice-presidente há menos de duas semanas e disse isso a ele. Mas a nossa conversa não é em torno de cargo, é em torno de um projeto”, afirmou o senador, que também é presidente do PSDB.

Segundo o tucano, seu partido se afastará de um eventual governo de transição caso perceba um movimento na direção da distribuição de cargos.

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“O PSDB não vai virar as costas para um governo Temer se ele acontecer. Vamos apoiá-lo na sociedade, nos setores onde temos interlocução, vamos apoiá-lo no Congresso Nacional. Mas a dimensão do nosso apoio vai depender muito da postura do Temer, do que ele disser a que veio. Porque, se ele começar a fazer um novo loteamento de cargos, nós não vamos chegar nem perto”, afirmou.

Aécio viajou à capital portuguesa para participar, nesta quinta-feira, do último dia do 4º Seminário Luso-Brasileiro de Direito, evento que nos últimos dias reuniu personagens da oposição a Dilma — a participação de Temer, que fazia parte da programação, acabou cancelada.

Na avaliação do senador, as críticas ao encontro de oposicionistas em Portugal são indicativos de “fragilidade” do governo petista.

“O governo está tão sensível e fragilizado que quiseram transformar esse seminário numa grande conspiração. Como se isso tivesse qualquer sentido, como se fôssemos conspirar num auditório em Lisboa”, ironizou.

‘Mercantilização do poder’

A respeito do loteamento de cargos em troca de apoio político, Aécio afirmou que “essa mercantilização sempre houve no passado, vamos ser justos, mas atingiu níveis vergonhosos no atual governo. São ministérios, cargos públicos, direção de estatais, coisas que mexem com a vida das pessoas, distribuídas como se fossem bananas na feira livre”.

“Eu diria que o governo da presidente Dilma vai cair, mas corre o risco de perder não apenas no voto, mas também a dignidade. Muitos governos já foram derrubados pelo mundo, mas caíram de pé. E penso que ela deveria estar mais atenta a isso nesse momento”, disse o tucano.

Ele negou que vá negociar cargos em troca de apoio ao atual vice caso a saída da presidente se concretize.
“O Michel [Temer] pode vir a nomear alguém do partido, mas isso não será uma demanda nossa, não vamos indicar ninguém nem exigir cargos, pelo contrário. Vamos sugerir que ele faça um governo acima dos partidos políticos.”

‘Mal menor’

Segundo colocado no último pleito, de 2014, Aécio também considera a “melhor solução” a realização de novas eleições presidenciais, mas “optou por apoiar o impeachment” diante do agravamento da crise.

“Dentro do partido muitos relutaram até pouco tempo atrás em apoiar o impeachment, porque consideravam, e eu me incluo entre eles, que o melhor caminho para o Brasil interromper esse ciclo de governo do PT seria a realização de novas eleições”, disse. “Para que houvesse um governo eleito com uma agenda clara, aprovada pela sociedade, de reformas estruturais e que pudesse ser implementada. Isso seria o ideal para o País e eu não nego isso”.

“O problema é que hoje há uma questão emergencial no País. O Brasil não suporta mais três ou seis meses do atual governo. O desemprego disparou, a inflação está corroendo o salário do trabalhador que recebe menos. O empresário não investe R$ 1 em um cenário desses e, por isso, optamos por apoiar o impeachment.”

Na opinião de Aécio, o impeachment não vai resolver a crise brasileira do dia para a noite – e é preciso entender que haverá um longo período até o País se recuperar.

“Não haverá uma solução fácil. Não esperem dias fáceis, mesmo com a aprovação do impeachment. Esperem dias muito, muito difíceis para o Brasil. Porque a ausência da legitimidade do voto joga contra quem precisa de medidas amargas”, avaliou.

“Por isso eu sempre achei que a saída da presidente Dilma pelo Tribunal Superior Eleitoral (onde as contas da campanha petista de 2014 estão sendo julgadas) seria a mais adequada. Todas as saídas serão traumáticas, o TSE talvez fosse a menos traumática, e certamente a permanência da Dilma será a mais de todas”, opinou o senador.

Fator Cunha

O tucano também comentou as denúncias contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – réu na Lava Jato -, e a sua permanência no cargo. Segundo ele, “esse é um problema que o PMDB e o Michel Temer” terão de resolver.

“Esse é um bom ponto. As pessoas querem o afastamento da presidente e nós concordamos com isso, porque ela não tem mais condições de governar. Mas no dia seguinte será difícil quando as pessoas começarem a perceber que algumas lideranças políticas que foram sócias durante 14 anos disso aí (a gestão petista) estarão governando o Brasil”, afirmou.

“Não vamos nos esquecer de que o PMDB foi nosso adversário nos últimos 14 anos e se fartou no banquete do governo do PT”, disse o tucano.

BBC Brasil

Paulino não simpatiza com parceria PMDB/PSDB, mas pondera: ‘se for o jeito, tenho que engolir’

roberto-paulinoO PMDBista Roberto Paulino revelou que não tem simpatia por uma possível aliança entre o seu partido e o PSDB para disputar as eleições de 2016. Ele contou que não tem uma boa relação com os tucanos na sua cidade, Guarabira.

“Não sou a favor, mas eu apoio o meu partido, então, se for pelo bem do PMDB, vou ter que engolir”, disse.

Para Roberto, que também é ex-governador, o PMDB com certeza terá candidatura própria na capital paraibana e também nos médios e grandes municípios do estado. Segundo ele, essa atitude é importante para estimular a militância.

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“Tenho certeza que Manoel júnior vai ter muito sucesso porque ele tem uma boa relação com o pessoal de João Pessoa e de toda a Paraíba”, avaliou.

Yves Feitosa/Adelton Alves

Auditoria do PSDB não encontrou fraude na eleição de 2014, informa TSE

tseO Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nessa quinta-feira (5) que o PSDB não encontrou indícios de fraude nas eleições de 2014. A informação foi dada em plenário pelo presidente do TSE, ministro Dias Toffoli.

Há um ano, após a divulgação do resultado do segundo turno, vencido pela presidente Dilma Rousseff (PT), o partido pediu ao tribunal autorização para fazer auditoria própria do processo de votação.

Durante a sessão, Toffoli disse que o PSDB teve oportunidade de confirmar que não houve irregularidades no processo de votação. O objetivo da auditoria era verificar a lisura das eleições do ano passado, ou seja, averiguar a integridade das urnas eletrônicas e sistemas adjacentes, buscando evidências que comprovassem alguma suspeita ou tese de fraude. “Volto a dizer que não foi encontrada nenhuma evidência em tal sentido”, afirmou o ministro.

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Em novembro do ano passado, ao solicitar autorização para auditoria, o PSDB declarou que tinha “absoluta confiança” na garantia dada pelo TSE de segurança do pleito, mas pretendia  tranquilizar eleitores que levantaram, por meio das redes sociais, dúvidas quanto à lisura da apuração dos votos.

 

 

Agência Brasil