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Provas objetivas do concurso da Educação do Governo da Paraíba serão aplicadas neste domingo

O Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Administração e da Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia, informa que as provas objetivas do concurso público para área de Educação do Governo da Paraíba serão realizadas no domingo (21), no período da tarde.

O candidato que ainda não consultou o local das provas ou não imprimiu o ‘cartão de informação do candidato’, deverá acessar o site da banca organizadora do certame o quanto antes para se certificar sobre as informações. O link é o www.institutoaocp.org.br. As provas serão aplicadas nos municípios de Cajazeiras, Campina Grande, Catolé da Rocha, Cuité, Guarabira, Itabaiana, Itaporanga, João Pessoa, Mamanguape, Monteiro, Patos, Pombal, Princesa Isabel e Sousa. Ao todo, 43.097 candidatos tiveram as inscrições homologadas.

O portão de acesso ao local de realização da prova objetiva será aberto às 12h15 e fechado às 13h. A aplicação da prova objetiva terá início 15 minutos após o fechamento do portão de acesso, com duração de quatro horas, incluído o tempo de marcação na folha de respostas. O candidato deverá levar caneta esferográfica de tinta azul ou preta fabricada em material transparente, seu documento original oficial de identificação com foto e o cartão de informação do candidato impresso.

Estão sendo oferecidas 1.000 (mil) vagas para o cargo efetivo de Professor de Educação Básica III, da carreira do Magistério Estadual. Desse total, 50 vagas são destinadas às pessoas com deficiência.
Os aprovados serão nomeados logo após o resultado final do concurso. O salário oferecido para os que vão disputar as vagas é de R$ 2.110,12 (dois mil cento e dez reais e doze centavos), com carga horária de 30 horas semanais. Este é o quarto concurso público realizado pelo Governo da Paraíba para o cargo de Professor de Educação Básica III, de 2011 até 2019, totalizando 5040 vagas ofertadas.

As vagas ofertadas são para 13 disciplinas: Artes (72), Biologia (150), Educação Física (68), Filosofia (6), Física (47), Geografia (72), História (78). Língua Espanhola (18), Língua Inglesa (61), Língua Portuguesa (195), Matemática (199), Química (28) e Sociologia (6).

Secom PB

 

 

Organizadora divulga gabaritos de provas do concurso da UFPB

Já estão disponíveis para consulta no site do Instituto AOCP os gabaritos das provas do concurso da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), realizado nesse domingo (7). O certame ofereceu 131 vagas em funções técnico-administrativas, com cargos que contemplam os níveis médio, técnico e superior. Confira os gabaritos abaixo:

Gabarito (manhã)

Gabarito (tarde)

As remunerações dos aprovados vão variar entre R$ 1.945,06 e R$ 4.180,66, de acordo com o cargo. Em todos os casos, será acrescentado o valor de R$ 458, relativos a auxílio alimentação.

Mais de 18 mil inscritos deixaram de fazer as provas do concurso da UFPB, conforme a organização. Durante a manhã, dos 16.231 candidatos que estiveram aptos a participar do certame, 4.466 faltaram. Já no período da tarde, dos 58.748 candidatos capacitados ao concurso, 14.282 não compareceram aos locais de provas.

 

portalcorreio

 

 

Justiça Eleitoral rejeita pedido de cassação de prefeito e vice de Itaporanga por falta de provas robustas

O juiz eleitoral Antonio Leite Ferreira Neto, titular da 33ª Zona Eleitoral, rejeitou o pedido de cassação do prefeito e o vice-prefeito de Itaporanga, no Sertão do Estado, por falta de provas robustas. A informação é do blog Os Guedes.

O prefeito e o vice Divaldo Dantas e Herculano Pereira Sobrinho eram acusados de doação de centena de padrões esportivos e inscrições para participantes do Poeirão (tradicional campeonato de futebol na cidade) em troca de promoção pessoal; doação e perfurações de poços em comunidades rurais de Itaporanga (Tabuleiro, Castanheiro, Capim Grosso e Pitombeira de Baixo); e a construção de uma passagem molhada e uma quadra esportiva, esta última no Sítio Pitombeira.

Em sua sentença, o juiz apontou que não foram apresentadas provas robustas que justifiquem a cassação. “O conjunto probatório trazido aos autos com a exordial e ao longo da instrução processual não permite assegurar que os fatos narrados na peça vestibular efetivamente ocorreram, a iniciar a análise da fragilidade das provas pelo conteúdo da gravação em vídeo”, destacou.

O magistrado ainda apontou que “a gravação em vídeo trazida aos autos é prova imprestável para o fim a que foi utilizado neste processo, posto que retrata uma verdadeira encenação, constituindo-se em prova pré-fabricada contra os investigados”.

Ele determinou o envio de cópias da sentença ao MPE para, a juízo de seu representante, apurar eventuais infrações cometidas pelo Jornalista Genário Menezes Freire Júnior em virtude da sua atuação em torno da confecção da gravação em vídeo. Determinou ainda o envio de cópias da sentença para o Juízo da comarca em que está tramitando processo por crime de Falso Testemunho em desfavor de Sebastião Basílio de Moura.

clickpb

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PB tem 27% de abstenção no segundo dia de provas do Enem 2017

O segundo dia de provas do Enem 2017 na Paraíba teve um percentual de 27% de abstenção. De acordo com dados preliminares divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em comparação ao primeiro dia de prova, quando houve o registro de 25,7%, houve um aumento de 1,3% no número de faltosos neste domingo (12), tendo em vista que o inscrito que perdeu o primeiro dia, não poderia realizar as provas do segundo.

Ainda de acordo com o Inep, foi o segundo menor índice de abstenções em relação aos outros estados do Brasil. O índice de abstenção divulgado no domingo (12) é preliminar e pode variar. A abstenção da Paraíba, ainda que tenha correspondido a um quarto do total de número de inscritos no estado, 189.152 candidatos, o número foi menor do que a média nacional, 32% no total.

Levando em consideração os faltosos do primeiro dia de prova, mais de 140 inscritos estavam aptos a fazer a prova. Segundo o Inep, órgão responsável pela aplicação das provas, dos 6.731.344 inscritos, 2.156.449 se ausentaram no segundo dia. Os dados são preliminares, e poderão sofrer alterações após checagem do instituto.

O índice de abstenções nesse segundo dia de provas ficou um pouco acima da média dos últimos anos. De acordo com o Inep, entre 2009 e 2016, a média de abstenções foi de 29,8%.

Candidatos eliminados

De acordo com o Inep, no total, 853 candidatos acabaram eliminados do Enem 2017, sendo 842 por descrumprimento de regras do edital, nove por detector de metal e dois que se recusaram a coletar dados biométricos. No primeiro dia, foram 273 desclassificados. Os demais 580 foram eliminados no segundo dia.

G1

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Lula diz a Moro que não há provas contra ele e nega conhecimento de propina

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em depoimento ontem (10) ao juiz Sérgio Moro que não há provas de que ele tenha cometido algum crime, negou ter conhecimento de pagamento de propina da empreiteira OAS a funcionários da Petrobras e ao PT e também de ter orientado o ex-presidente da construtora, Léo Pinheiro, a destruir eventuais provas do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato.

Ao ser perguntado por Moro se sabia que a OAS repassava propina por meio de uma “conta-geral” gerida pelo então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, Lula respondeu:  “Se [eu] tivesse [conhecimento], eles seriam presos bem antes”.

O ex-presidente foi indagado porque procurou o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque. Irritado com a pergunta, Lula respondeu que queria se certificar que o executivo não tinha contas no exterior para receber recursos de propina, conforme informações divulgadas na época.

“Acabei de falar [porque procurei Duque especificamente]. A sua secretária deve ter escrito aí. Eu disse que tinha muito boato de que estava sendo roubado o dinheiro, que o Duque tinha conta no exterior. E eu falei para o Vaccari: ‘Se você conhece o Duque, eu queria conversar com ele [para falar]: Duque, é o seguinte: você tem conta no exterior? Não tenho. Acabou, para mim era o que interessava”, afirmou, acrescentando que Duque foi o único diretor procurado por ter sido indicado pelo PT.

No depoimento, Lula afirmou que não existem provas, como escritura ou outros documentos em seu nome, que certifiquem que o triplex no Condomínio Solaris, no Guarujá (SP), seria dele. “Se eu cometi um crime, prove que eu cometi um crime. Apresente à sociedade e o Lula será punido como qualquer cidadão é punido. Mas, pelo amor de Deus, apresentem uma prova. Chega de diz-que-diz.”

Lula é réu na ação em que é acusado de ter recebido R$ 3,7 milhões em propina por conta de três contratos entre a OAS e a Petrobras. O Ministério Público Federal alega que os valores foram repassados a Lula por meio da reforma de um apartamento no Guarujá e do pagamento do armazenamento de bens de Lula, como presentes recebidos no período em que era presidente. O ex-presidente é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Destruição de provas

Em delação premiada, o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, afirmou que Lula o procurou em 2014 para saber se a empreiteira tinha registros documentais do pagamento de propinas. Segundo Pinheiro, o ex-presidente pediu para que as provas fossem destruídas.

Lula negou tal pedido. “Encontrei o Léo Pinheiro mais de uma vez, e jamais disse o que ele falou”, respondeu o ex-presidente. Segundo ele, naquela época de crise econômica, empresários o procuravam para pedir orientações sobre o que fazer para contornar as dificuldades. “Inclusive o Léo”, completou.

O ex-presidente repetiu a afirmação de que tratou sobre o triplex com Léo Pinheiro apenas em duas ocasiões: em 2013, em uma reunião no Instituto Lula, e quando foi visitar o prédio, em 2014. Segundo ele, nos demais encontros o assunto não era discutido.

Ministério Público

Após as indagações de Moro, os procuradores do Ministério Público Federal fizeram seus questionamentos. O MPF apresentou uma fotografia de dois contêineres com as inscrições “sítio” e “praia”. Segundo os procuradores, esses contêineres tinham parte do acervo presidencial, que estava no Palácio da Alvorada.

“Quem pode responder o que tava dentro dessa caixa é quem foi investigar, é quem abriu as caixas. Eu nunca abri uma caixa, nunca visitei o acervo, não sei o que tem dentro. […] O fato de estar escrito ‘praia’ é porque eu ia à praia quando era presidente. Não quer dizer nada”, respondeu Lula.

O MPF também apresentou um documento que supostamente trata do contrato entre a OAS e a Granero para que esta guardasse o acervo presidencial. De acordo com os procuradores, os objetos guardados eram bens de escritório pertencentes à OAS.

O representante do MPF perguntou o motivo de o documento não mencionar o acervo presidencial. “Pelo que eu já ouvi em depoimentos aqui, a origem desse espaço era para a OAS guardar as coisas dela”, respondeu o ex-presidente.

Alegações finais

Nas alegações finais, o ex-presidente criticou a imprensa, os vazamentos de informação aos veículos de comunicação e disse que a denúncia contra ele foi baseada em notícias jornalísticas que levaram os procuradores a produzirem “uma apresentação de Power Point mentirosa e com uma tese política”.

“Eu conheço os vazamentos, eu sei dos vazamentos. É como se o Lula tivesse, pela imprensa, pelo Ministério Público, sendo procurado. […] Se adotou a política de primeiro a imprensa criminalizar”, disse.

Moro rebateu Lula e disse que a imprensa não vai influenciar seu julgamento. “Essa acusação [processo contra Lula] é pública. Não existem vazamentos em relação a essas ações penais. O senhor pode ter certeza de que o processo será julgado com base nas provas e na lei e serão levadas em consideração essas declarações que o senhor fez a este respeito. Este não é o foro próprio para o senhor reclamar do tratamento da imprensa. O juiz não tem relação com o que a imprensa publica.”

Agência Brasil

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Padre da PB é inocentado do crime de pedofilia após Justiça constatar falta de provas

Reprodução/ Arquivo Pessoal Padre Jaildo Souto
Reprodução/ Arquivo Pessoal
Padre Jaildo Souto

A Justiça da Paraíba inocentou o padre Jaildo Souto, que chegou a ser acusado pelo crime de pedofilia contra um rapaz que hoje tem 23 anos. A decisão assinada pela juíza Daniele Ferreira, da comarca de Caaporã, na Grande João Pessoa, foi divulgada nessa terça-feira (14) no Cidade Alerta Paraíba, da TV Correio. O caso foi arquivado por falta de provas.


A determinação da Justiça atende a um pedido do Ministério Público da Paraíba (MPPB) que, por meio das investigações da Polícia Civil, constatou que o padre não cometeu crime de pedofilia. Conforme o pedido do MPPB, as investigações do delegado Aneilton Castro não encontraram indícios documentais e testemunhais de que ele tenha cometido o delito.

O caso segue para análise para o Tribunal Eclesiástico de Roma, que vai decidir sobre o retorno do padre Jaildo às atividades.

Segundo o Cidade Alerta Paraíba, o advogado do padre informou à TV Correio que ele não vai se pronunciar sobre a decisão.

Portal Correio

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Lei proíbe faculdades de cobrar taxas de repetência e provas na Paraíba

justicaAs instituições privadas de ensino superior na Paraíba estão proibidas de cobras taxas de repetência sobre disciplinas eletivas e de provas. A lei que determina isto foi promulgada na edição desta quarta-feira (15) do Diário do Poder Legislativo. O projeto foi apresentado pelo deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB), acabou vetado pelo Executivo, mas a Assembleia Legislativa da Paraíba derrubou de forma unânime o veto.

“Essa é uma conquista da população e dos consumidores paraibanos. Hoje, quando comemoramos o Dia do Consumidor, a Assembleia Legislativa reconhece a importância da matéria que vai garantir que os estudantes de instituições superiores não sejam obrigados a pagar taxas extras para realização de provas ou até mesmo para refazer uma disciplina”, destacou o deputado.

De acordo com o parlamentar, com a lei fica proibida a alteração unilateral das cláusulas financeiras do contrato após sua celebração, ressalvadas as hipóteses de reajustes. Também fica nula a cláusula contratual que obrigue o contratante ao pagamento adicional dos serviços mencionados na lei, devendo ser considerado, no cálculo do valor das anuidades ou mensalidades, os custos correspondentes.

A lei diz que em caso de descumprimento se aplicará as penalidades contidas no Código de Defesa ao Consumidor. “Apresentamos o projeto por entendermos que se trata de uma prática abusiva imposta pelas instituições de ensino e que merecem ser coibida por meio desta Lei”, destacou Tovar.

De acordo com a lei, entende-se por taxa de repetência o valor acrescido à mensalidade em caso de reprovação do aluno em uma ou mais disciplinas. A taxa sobre disciplina eletiva é o valor acrescido em relação ao valor da disciplina obrigatória nos casos de matrícula em disciplina eletiva. Já a taxa de prova é o valor cobrado em virtude de procedimentos de avaliação realizado pela instituição de ensino.

Correio da Paraíba com Portal Correio

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Paraíba inscreve mais de 850 reeducandos no Enem e provas serão aplicadas dias 13 e 14

enemO Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade na Paraíba este ano contará com a participação de 852 reeducandos do sistema penitenciário, um aumento de 62,29% em relação ao número de inscritos no passado. As provas, previstas para o mês passado, serão aplicadas nos dias 13 e 14 de dezembro.

O número de pessoas privadas de liberdade inscritas no Enem cresce a cada ano na Paraíba, assim como o número de unidades prisionais onde são aplicadas as provas. Em 2011, primeiro em que os reeducandos paraibanos começaram a participar do Enem, apenas sete unidades prisionais tinham inscritos no exame, num total de 51. Em 2012, o número aumentou para 16 unidades e 263 inscritos; em 2013, 31 unidades e 290 inscritos; em 2014, foram 43 unidades e 524 inscritos. Em 2015, apesar da diminuição do número de unidades para 42, o de inscritos aumentou para 525; e este ano são 46 unidades prisionais e 852 inscritos, um crescimento de mais de 1.500% de reeducandos interessados em continuar os estudos.

Todos eles estão participando, desde o dia 3 de outubro, de um simulado com as disciplinas a serem aplicadas nas provas. Nesta terça-feira (29), acontece o último simulado no Instituto de Psiquiatria Forense, em João Pessoa. Eles também participaram das aulas nos módulos de ensino instalados nas próprias unidades prisionais.

Os resultados do Enem são importantes para as pessoas privadas de liberdade porque podem ser utilizados para fins de certificação de conclusão de Ensino Médio, dando o direito também a remissão de pena de acordo com resolução do Conselho Nacional de Justiça, que dispõe sobre atividades educacionais complementares para fins de remissão de pena pelo estudo e estabelece critérios de admissão pela leitura.

O Enem PPL nas unidades prisionais é organizado pelo Inep em parceria com o Depen (Departamento Penitenciário Nacional) e com as Secretarias Estaduais de Administração Penitenciária. A aplicação das provas é feita pela Cesgranrio.

Segundo Silvana Matias, coordenadora do eixo educacional da Gerência de Ressocialização da Secretaria de Administração Penitenciária, os reeducandos que farão as provas do Enem PPL receberam apostilas independente da escolaridade. Segundo ela, o importante é ter aptidão, pode ser até mesmo do ensino fundamental.

A Penitenciária Modelo Desembargador Flósculo da Nóbrega – Presídio do Roger em João Pessoa foi a que teve maior número de reeducandos inscritos (105), seguido pela Penitenciária Sílvio Porto (73), Penitenciárias Padrão de Campina Grande-Máxima (62), Penitenciaria Regional de Patos (56) e Penitenciária Jurista Geraldo Beltrão-Máxima (50).

Apenas 50 mulheres que cumprem pena em estabelecimentos prisionais do Estado vão participar do Enem PPL, sendo 23 do Presídio Júlia Maralnhão, de João Pessoa; 19 do Presídio Feminino de Campina Grande e oito da Penitenciária Feminina de Patos. Outros participantes estão em presídios e cadeias de outros municípios do Estado.

pbagora

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PM define esquema de segurança para reaplicação das provas do Enem

enemA Polícia Militar vai reforçar a segurança nas cinco cidades onde serão reaplicadas as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2016, com um efetivo de 80 policiais militares e 15 viaturas para a escolta das provas, gabaritos e a segurança nos locais onde o exame será realizado. A operação começa na próxima sexta-feira (2) e vai até a segunda (5). No total, são 12 locais de provas, nos municípios de Areia, Bananeiras, Cabedelo, Esperança e Sumé, com 3.980 candidatos inscritos.

O coordenador adjunto de planejamento da Polícia Militar, capitão Onierbeth Elias, disse que será utilizado o mesmo esquema de segurança empregado na aplicação das provas no começo de novembro. “Essa reaplicação já é feita todos os anos pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) com candidatos por diversos motivos, mas sempre com uma quantidade menor de participantes, diferente deste ano, que tem quase 4 mil candidatos por causa das ocupações nos locais das provas que aconteceram nos dias 5 e 6 de novembro”, comentou.

A PM terá dois Centros de Comando e Controle nas cidades de João Pessoa e Campina Grande, que acompanharão em tempo real todas as atividades da operação: escolta das provas, policiamento nos locais de realização do exame e o registro de possíveis ocorrências para garantir respostas rápidas.

Operação Enem – No começo de novembro, a Polícia Militar realizou a operação Enem com um reforço de 1.400 policiais militares e 300 viaturas para segurança da aplicação das provas. A operação terminou sem registro de ocorrências de destaque, com nove chamados para perturbação de sossego (som alto), dois para averiguação de suspeitos perto das escolas, um por furto de veículo e um por tentativa de fraude.

Secom

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MEC divulga locais de prova da 2ª aplicação do Enem; 4 mil farão provas na PB

enemOs locais de prova da segunda aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) estão disponíveis na internet. Os estudantes farão as provas nos dias 3 e 4 de dezembro. Na Paraíba, cerca de 4 mil estudantes tiveram o exame adiado por conta de ocupações em locais de prova. Em todo país, o número de candidatos afetados ultrapassou 271 mil. Os novos locais de prova podem ser consultados no site do Inep e no aplicativo do Enem para plataformas Android, iOS e Windows Phone.

A recomendação é que os estudantes conheçam antes o local da prova para evitar atrasos no dia do exame. O esquema da segunda aplicação será semelhante ao da primeira. Os portões abrem às 12h e fecham às 13h, no horário de Brasília. As provas começam a ser aplicadas às 13h30.

No primeiro dia, os candidatos terão quatro horas e 30 minutos para responder a 90 questões das áreas de ciências humanas e suas tecnologias e de ciências da natureza e suas tecnologias. No segundo dia serão cinco horas e 30 minutos para as provas de redação, linguagens, códigos e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias.

Segunda aplicação

O Enem foi aplicado nos dias 5 e 6 de novembro para 5,8 milhões de candidatos. Devido a ocupações de escolas, universidades e institutos federais, o Ministério da Educação adiou o exame para um grupo de estudantes que fariam a prova em 405 locais de diferentes estados. Esses estudantes receberam um aviso do Inep por mensagem no celular e e-mail. A ocupação de escolas ocorrem em diversos estados, em protesto contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que limita os gastos do governo federal pelos próximos 20 anos, e a reforma do ensino médio,

Os locais de prova serão todos alterados. Segundo o instituto, os novos locais terão o padrão necessário para a aplicação das provas e não correrão risco de ocupação até a realização do exame.

As provas serão diferentes daquelas aplicadas no início do mês, mas manterão o mesmo nível de dificuldade, o que, de acordo com o Inep, garantirá a isonomia entre os candidatos. O resultado do Enem será divulgado para todos os participantes no dia 19 de janeiro.

Agência Brasil

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