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Provas objetivas do concurso da Prefeitura de Cabedelo são adiadas

A empresa EducaPB, responsável pela organização do concurso público da Prefeitura de Cabedelo, divulgou um edital com o adiamento nas datas de aplicação dos exames intelectuais nos dias 15 e 22 de março deste ano.

De acordo com o edital, as provas serão aplicadas nos turnos da manhã (8h30 às 12h30) e tarde (14h30 às 18h30). O Cartão Informativo do candidato, com os locais das provas, estará disponível a partir do dia 4 de março de 2020, no site do EducaPB.

Na manhã do dia 15 fazem as provas os candidatos para os cargos de Agente Comunitário de Saúde, Agente de Combate às Endemias, Auxiliar em Saúde Bucal e Cuidador da Educação Inclusiva. No turno da tarde é a vez dos candidatos para os cargos de Guardas Metropolitano (Feminino e Masculino), Intérprete de Libras e Técnico em Auditoria de Controle Interno.

Já em 22 de março, no turno da manhã, fazem as provas os candidatos para os cargos de Auditor de Controle Interno, Bibliotecário e Professor de Educação Básica I. Na tarde do mesmo dia, será a vez dos concorrentes aos cargos de Agente de Trânsito e Professor de Educação Básica II: Artes Visuais, Ciências, Educação Física, Geografia, História, Inglês, Matemática e Português.

No total, 24.717 pessoas se inscreveram para disputar as 276 vagas ofertadas no concurso. Os cargos com maior número de concorrentes são os para Técnico em Auditoria de Controle Interno (1.195 por vaga), Agente de Combate a Endemias (535 por vaga ) e Auditor de Controle Interno (397 por vaga).

Foram oferecidas vagas para as seguintes funções: Agentes de Trânsito, Guarda Civil Metropolitana: Professores de Educação Básica I, Professores de Educação Básica II (Português, Matemática, História, Geografia, Ciências, Inglês, Artes Visuais, Educação Física), Intérprete de Sinais, Cuidados da Educação, Agente Comunitário de Saúde, Agente de Endemias, Bibliotecário, Auxiliar Bucal, Auditor de Controle Interno e Técnico em Auditoria de Controle Interno.

paraiba.com.br

 

 

Efraim Filho diz que citação na Calvário não veio acompanhada de provas

O deputado federal Efraim Filho (DEM-PB) divulgou nota, na qual assinala que a sua citação na Operação Calvário não veio acompanhada de nenhuma prova.
Enfático, o deputado destacou que suas contas das eleições foram devidamente aprovadas pela Justiça Eleitoral, e que as denúncias não tem fundamento.

“A citação não veio acompanhada de uma prova sequer, faz referência a um mandato já encerrado, cujas contas da eleição 2014 foram analisadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral. Mesmo não estando no rol dos investigados, deixei à disposição da Justiça meu sigilo fiscal, bancário e telefônico”, acrescenta o parlamentar.

PB Agora

 

 

Mais de 147 mil candidatos fazem provas do 1º dia do Enem 2019 neste domingo (3), na PB

Um total de 147.181 candidatos da Paraíba devem fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 neste domingo (3), na Paraíba, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A prova também vai acontecer no próximo domingo (10).

Neste primeiro dia, os candidatos devem responder a 45 questões de linguagens, 45 de ciências humanas e escrever a redação, durante cinco horas e meia de duração do exame.

Já no segundo dia, os candidatos terão cinco horas para responder a 45 questões de ciências da natureza e a 45 de matemática.

Sem horário de verão

Com o fim do horário de verão, a hora local de fechamento dos portões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), na Paraíba, vai acontecer uma hora mais tarde, ao contrário dos anos anteriores.

A Paraíba segue o horário de Brasília, no Distrito Federal. Os portões de acesso aos locais de prova serão abertos às 12h e fechados às 13h. Após isso nenhum candidato poderá entrar. A prova terá início às 13h30, e o término deve acontecer às 19h.

Não é permitido que nenhum candidato deixe o local antes das duas primeiras horas de prova, segundo o Inep, apenas para ir ao banheiro, desde que acompanhado por fiscais.

O que levar

Para responder ao exame os candidatos só podem utilizar caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente. Também é necessário levar um documento oficial de identificação original com foto e, no caso de roubo ou perda, é preciso apresentar um boletim de ocorrência expedido por órgão policial há, no máximo, 90 dias do primeiro domingo de aplicação.

É aconselhável que o cartão de confirmação de inscrição seja levado, assim como lanches e água, com cuidado e atenção para os rótulos.

Canetas pretas de corpo transparente são as indicadas para usar na prova do Enem' — Foto: Elida Oliveira/G1

Canetas pretas de corpo transparente são as indicadas para usar na prova do Enem’ — Foto: Elida Oliveira/G1

 

 

G1

 

 

Provas objetivas do concurso da Educação do Governo da Paraíba serão aplicadas neste domingo

O Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Administração e da Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia, informa que as provas objetivas do concurso público para área de Educação do Governo da Paraíba serão realizadas no domingo (21), no período da tarde.

O candidato que ainda não consultou o local das provas ou não imprimiu o ‘cartão de informação do candidato’, deverá acessar o site da banca organizadora do certame o quanto antes para se certificar sobre as informações. O link é o www.institutoaocp.org.br. As provas serão aplicadas nos municípios de Cajazeiras, Campina Grande, Catolé da Rocha, Cuité, Guarabira, Itabaiana, Itaporanga, João Pessoa, Mamanguape, Monteiro, Patos, Pombal, Princesa Isabel e Sousa. Ao todo, 43.097 candidatos tiveram as inscrições homologadas.

O portão de acesso ao local de realização da prova objetiva será aberto às 12h15 e fechado às 13h. A aplicação da prova objetiva terá início 15 minutos após o fechamento do portão de acesso, com duração de quatro horas, incluído o tempo de marcação na folha de respostas. O candidato deverá levar caneta esferográfica de tinta azul ou preta fabricada em material transparente, seu documento original oficial de identificação com foto e o cartão de informação do candidato impresso.

Estão sendo oferecidas 1.000 (mil) vagas para o cargo efetivo de Professor de Educação Básica III, da carreira do Magistério Estadual. Desse total, 50 vagas são destinadas às pessoas com deficiência.
Os aprovados serão nomeados logo após o resultado final do concurso. O salário oferecido para os que vão disputar as vagas é de R$ 2.110,12 (dois mil cento e dez reais e doze centavos), com carga horária de 30 horas semanais. Este é o quarto concurso público realizado pelo Governo da Paraíba para o cargo de Professor de Educação Básica III, de 2011 até 2019, totalizando 5040 vagas ofertadas.

As vagas ofertadas são para 13 disciplinas: Artes (72), Biologia (150), Educação Física (68), Filosofia (6), Física (47), Geografia (72), História (78). Língua Espanhola (18), Língua Inglesa (61), Língua Portuguesa (195), Matemática (199), Química (28) e Sociologia (6).

Secom PB

 

 

Organizadora divulga gabaritos de provas do concurso da UFPB

Já estão disponíveis para consulta no site do Instituto AOCP os gabaritos das provas do concurso da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), realizado nesse domingo (7). O certame ofereceu 131 vagas em funções técnico-administrativas, com cargos que contemplam os níveis médio, técnico e superior. Confira os gabaritos abaixo:

Gabarito (manhã)

Gabarito (tarde)

As remunerações dos aprovados vão variar entre R$ 1.945,06 e R$ 4.180,66, de acordo com o cargo. Em todos os casos, será acrescentado o valor de R$ 458, relativos a auxílio alimentação.

Mais de 18 mil inscritos deixaram de fazer as provas do concurso da UFPB, conforme a organização. Durante a manhã, dos 16.231 candidatos que estiveram aptos a participar do certame, 4.466 faltaram. Já no período da tarde, dos 58.748 candidatos capacitados ao concurso, 14.282 não compareceram aos locais de provas.

 

portalcorreio

 

 

Justiça Eleitoral rejeita pedido de cassação de prefeito e vice de Itaporanga por falta de provas robustas

O juiz eleitoral Antonio Leite Ferreira Neto, titular da 33ª Zona Eleitoral, rejeitou o pedido de cassação do prefeito e o vice-prefeito de Itaporanga, no Sertão do Estado, por falta de provas robustas. A informação é do blog Os Guedes.

O prefeito e o vice Divaldo Dantas e Herculano Pereira Sobrinho eram acusados de doação de centena de padrões esportivos e inscrições para participantes do Poeirão (tradicional campeonato de futebol na cidade) em troca de promoção pessoal; doação e perfurações de poços em comunidades rurais de Itaporanga (Tabuleiro, Castanheiro, Capim Grosso e Pitombeira de Baixo); e a construção de uma passagem molhada e uma quadra esportiva, esta última no Sítio Pitombeira.

Em sua sentença, o juiz apontou que não foram apresentadas provas robustas que justifiquem a cassação. “O conjunto probatório trazido aos autos com a exordial e ao longo da instrução processual não permite assegurar que os fatos narrados na peça vestibular efetivamente ocorreram, a iniciar a análise da fragilidade das provas pelo conteúdo da gravação em vídeo”, destacou.

O magistrado ainda apontou que “a gravação em vídeo trazida aos autos é prova imprestável para o fim a que foi utilizado neste processo, posto que retrata uma verdadeira encenação, constituindo-se em prova pré-fabricada contra os investigados”.

Ele determinou o envio de cópias da sentença ao MPE para, a juízo de seu representante, apurar eventuais infrações cometidas pelo Jornalista Genário Menezes Freire Júnior em virtude da sua atuação em torno da confecção da gravação em vídeo. Determinou ainda o envio de cópias da sentença para o Juízo da comarca em que está tramitando processo por crime de Falso Testemunho em desfavor de Sebastião Basílio de Moura.

clickpb

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PB tem 27% de abstenção no segundo dia de provas do Enem 2017

O segundo dia de provas do Enem 2017 na Paraíba teve um percentual de 27% de abstenção. De acordo com dados preliminares divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em comparação ao primeiro dia de prova, quando houve o registro de 25,7%, houve um aumento de 1,3% no número de faltosos neste domingo (12), tendo em vista que o inscrito que perdeu o primeiro dia, não poderia realizar as provas do segundo.

Ainda de acordo com o Inep, foi o segundo menor índice de abstenções em relação aos outros estados do Brasil. O índice de abstenção divulgado no domingo (12) é preliminar e pode variar. A abstenção da Paraíba, ainda que tenha correspondido a um quarto do total de número de inscritos no estado, 189.152 candidatos, o número foi menor do que a média nacional, 32% no total.

Levando em consideração os faltosos do primeiro dia de prova, mais de 140 inscritos estavam aptos a fazer a prova. Segundo o Inep, órgão responsável pela aplicação das provas, dos 6.731.344 inscritos, 2.156.449 se ausentaram no segundo dia. Os dados são preliminares, e poderão sofrer alterações após checagem do instituto.

O índice de abstenções nesse segundo dia de provas ficou um pouco acima da média dos últimos anos. De acordo com o Inep, entre 2009 e 2016, a média de abstenções foi de 29,8%.

Candidatos eliminados

De acordo com o Inep, no total, 853 candidatos acabaram eliminados do Enem 2017, sendo 842 por descrumprimento de regras do edital, nove por detector de metal e dois que se recusaram a coletar dados biométricos. No primeiro dia, foram 273 desclassificados. Os demais 580 foram eliminados no segundo dia.

G1

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Lula diz a Moro que não há provas contra ele e nega conhecimento de propina

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em depoimento ontem (10) ao juiz Sérgio Moro que não há provas de que ele tenha cometido algum crime, negou ter conhecimento de pagamento de propina da empreiteira OAS a funcionários da Petrobras e ao PT e também de ter orientado o ex-presidente da construtora, Léo Pinheiro, a destruir eventuais provas do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato.

Ao ser perguntado por Moro se sabia que a OAS repassava propina por meio de uma “conta-geral” gerida pelo então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, Lula respondeu:  “Se [eu] tivesse [conhecimento], eles seriam presos bem antes”.

O ex-presidente foi indagado porque procurou o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque. Irritado com a pergunta, Lula respondeu que queria se certificar que o executivo não tinha contas no exterior para receber recursos de propina, conforme informações divulgadas na época.

“Acabei de falar [porque procurei Duque especificamente]. A sua secretária deve ter escrito aí. Eu disse que tinha muito boato de que estava sendo roubado o dinheiro, que o Duque tinha conta no exterior. E eu falei para o Vaccari: ‘Se você conhece o Duque, eu queria conversar com ele [para falar]: Duque, é o seguinte: você tem conta no exterior? Não tenho. Acabou, para mim era o que interessava”, afirmou, acrescentando que Duque foi o único diretor procurado por ter sido indicado pelo PT.

No depoimento, Lula afirmou que não existem provas, como escritura ou outros documentos em seu nome, que certifiquem que o triplex no Condomínio Solaris, no Guarujá (SP), seria dele. “Se eu cometi um crime, prove que eu cometi um crime. Apresente à sociedade e o Lula será punido como qualquer cidadão é punido. Mas, pelo amor de Deus, apresentem uma prova. Chega de diz-que-diz.”

Lula é réu na ação em que é acusado de ter recebido R$ 3,7 milhões em propina por conta de três contratos entre a OAS e a Petrobras. O Ministério Público Federal alega que os valores foram repassados a Lula por meio da reforma de um apartamento no Guarujá e do pagamento do armazenamento de bens de Lula, como presentes recebidos no período em que era presidente. O ex-presidente é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Destruição de provas

Em delação premiada, o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, afirmou que Lula o procurou em 2014 para saber se a empreiteira tinha registros documentais do pagamento de propinas. Segundo Pinheiro, o ex-presidente pediu para que as provas fossem destruídas.

Lula negou tal pedido. “Encontrei o Léo Pinheiro mais de uma vez, e jamais disse o que ele falou”, respondeu o ex-presidente. Segundo ele, naquela época de crise econômica, empresários o procuravam para pedir orientações sobre o que fazer para contornar as dificuldades. “Inclusive o Léo”, completou.

O ex-presidente repetiu a afirmação de que tratou sobre o triplex com Léo Pinheiro apenas em duas ocasiões: em 2013, em uma reunião no Instituto Lula, e quando foi visitar o prédio, em 2014. Segundo ele, nos demais encontros o assunto não era discutido.

Ministério Público

Após as indagações de Moro, os procuradores do Ministério Público Federal fizeram seus questionamentos. O MPF apresentou uma fotografia de dois contêineres com as inscrições “sítio” e “praia”. Segundo os procuradores, esses contêineres tinham parte do acervo presidencial, que estava no Palácio da Alvorada.

“Quem pode responder o que tava dentro dessa caixa é quem foi investigar, é quem abriu as caixas. Eu nunca abri uma caixa, nunca visitei o acervo, não sei o que tem dentro. […] O fato de estar escrito ‘praia’ é porque eu ia à praia quando era presidente. Não quer dizer nada”, respondeu Lula.

O MPF também apresentou um documento que supostamente trata do contrato entre a OAS e a Granero para que esta guardasse o acervo presidencial. De acordo com os procuradores, os objetos guardados eram bens de escritório pertencentes à OAS.

O representante do MPF perguntou o motivo de o documento não mencionar o acervo presidencial. “Pelo que eu já ouvi em depoimentos aqui, a origem desse espaço era para a OAS guardar as coisas dela”, respondeu o ex-presidente.

Alegações finais

Nas alegações finais, o ex-presidente criticou a imprensa, os vazamentos de informação aos veículos de comunicação e disse que a denúncia contra ele foi baseada em notícias jornalísticas que levaram os procuradores a produzirem “uma apresentação de Power Point mentirosa e com uma tese política”.

“Eu conheço os vazamentos, eu sei dos vazamentos. É como se o Lula tivesse, pela imprensa, pelo Ministério Público, sendo procurado. […] Se adotou a política de primeiro a imprensa criminalizar”, disse.

Moro rebateu Lula e disse que a imprensa não vai influenciar seu julgamento. “Essa acusação [processo contra Lula] é pública. Não existem vazamentos em relação a essas ações penais. O senhor pode ter certeza de que o processo será julgado com base nas provas e na lei e serão levadas em consideração essas declarações que o senhor fez a este respeito. Este não é o foro próprio para o senhor reclamar do tratamento da imprensa. O juiz não tem relação com o que a imprensa publica.”

Agência Brasil

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Padre da PB é inocentado do crime de pedofilia após Justiça constatar falta de provas

Reprodução/ Arquivo Pessoal Padre Jaildo Souto
Reprodução/ Arquivo Pessoal
Padre Jaildo Souto

A Justiça da Paraíba inocentou o padre Jaildo Souto, que chegou a ser acusado pelo crime de pedofilia contra um rapaz que hoje tem 23 anos. A decisão assinada pela juíza Daniele Ferreira, da comarca de Caaporã, na Grande João Pessoa, foi divulgada nessa terça-feira (14) no Cidade Alerta Paraíba, da TV Correio. O caso foi arquivado por falta de provas.


A determinação da Justiça atende a um pedido do Ministério Público da Paraíba (MPPB) que, por meio das investigações da Polícia Civil, constatou que o padre não cometeu crime de pedofilia. Conforme o pedido do MPPB, as investigações do delegado Aneilton Castro não encontraram indícios documentais e testemunhais de que ele tenha cometido o delito.

O caso segue para análise para o Tribunal Eclesiástico de Roma, que vai decidir sobre o retorno do padre Jaildo às atividades.

Segundo o Cidade Alerta Paraíba, o advogado do padre informou à TV Correio que ele não vai se pronunciar sobre a decisão.

Portal Correio

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Lei proíbe faculdades de cobrar taxas de repetência e provas na Paraíba

justicaAs instituições privadas de ensino superior na Paraíba estão proibidas de cobras taxas de repetência sobre disciplinas eletivas e de provas. A lei que determina isto foi promulgada na edição desta quarta-feira (15) do Diário do Poder Legislativo. O projeto foi apresentado pelo deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB), acabou vetado pelo Executivo, mas a Assembleia Legislativa da Paraíba derrubou de forma unânime o veto.

“Essa é uma conquista da população e dos consumidores paraibanos. Hoje, quando comemoramos o Dia do Consumidor, a Assembleia Legislativa reconhece a importância da matéria que vai garantir que os estudantes de instituições superiores não sejam obrigados a pagar taxas extras para realização de provas ou até mesmo para refazer uma disciplina”, destacou o deputado.

De acordo com o parlamentar, com a lei fica proibida a alteração unilateral das cláusulas financeiras do contrato após sua celebração, ressalvadas as hipóteses de reajustes. Também fica nula a cláusula contratual que obrigue o contratante ao pagamento adicional dos serviços mencionados na lei, devendo ser considerado, no cálculo do valor das anuidades ou mensalidades, os custos correspondentes.

A lei diz que em caso de descumprimento se aplicará as penalidades contidas no Código de Defesa ao Consumidor. “Apresentamos o projeto por entendermos que se trata de uma prática abusiva imposta pelas instituições de ensino e que merecem ser coibida por meio desta Lei”, destacou Tovar.

De acordo com a lei, entende-se por taxa de repetência o valor acrescido à mensalidade em caso de reprovação do aluno em uma ou mais disciplinas. A taxa sobre disciplina eletiva é o valor acrescido em relação ao valor da disciplina obrigatória nos casos de matrícula em disciplina eletiva. Já a taxa de prova é o valor cobrado em virtude de procedimentos de avaliação realizado pela instituição de ensino.

Correio da Paraíba com Portal Correio

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