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Trauma abre protocolo de morte cerebral de agente de trânsito atropelado em blitz

agenteO Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena abriu na manhã deste domingo (22), o protocolo de morte encefálica do agente de trânsito Diogo Nascimento de Souza, 34 anos, atropelado durante blitz da Operação Lei Seca, na madrugada do último sábado (21), no bairro do Bessa, em João Pessoa.

Em entrevista ao Portal MaisPB, a assessoria de comunicação da unidade hospitalar explicou que o paciente foi avaliado por um médico neurocirurgião plantonista, mas passará por mais exames para finalização do laudo e confirmação da morte.Serão feito três exames para diagnosticar a morte cerebral do agente. Ele permanece sedado e respirando com a ajuda de aparelhos na UTI do hospital.

O desembargador Joás de Brito Pereira Filho concedeu habeas corpus e suspendeu o mandado de prisão temporária de Rodolpho Gonçalves Carlos da Silva, suspeito de atropelar o agente de trânsitoO documento foi emitido na madrugada deste domingo (22), por volta das 3h da madrugada.

Nayanne Nóbrega – MaisPB

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Exclusivo: Trauma entra com protocolo para decretar morte cerebral de jovem que foi jogada de veículo na BR 230

mae-de-khaterineUma equipe da TV Arapuan estava no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, quando a mãe da jovem Khaterine de 17 anos, foi informada da morte cerebral da garota, na manhã desta quarta (30).

A mãe, que tinha dado entrevista exclusiva ao Sistema Arapuan nesta terça (29), tinha esperanças de que a jovem conseguisse se recuperar.

Ao receber a informação de que o Hospital iria iniciar o protocolo para constatar a morte encefálica, a mãe caiu em prantos, porém a morte cerebral só poderá ser confirmada após terem terminado todos os exames

Equipes da central de transplantes já estão apostos aguardando o desfecho desses exames.

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São três exames de protocolo e dois deles já constataram a morte cerebral, contudo o socorrista que atendeu a jovem afirmou que ela ainda reage a alguns estímulos.

A Polícia ainda não tem pistas do acusado de ter jogado a jovem do veículo na BR 230 na noite de sexta (26), mas já tem informações do modelo, cor e da placa.

Mais informações em instantes.

Marília Domingues / Washington Luis

 

Governo e Unicef assinam protocolo de proteção as crianças e adolescentes em situação de desastres

Crianças e adolescentes são mais vulneráveis em situações de risco e desastre. Para proporcionar uma maior proteção a essas pessoas, o Governo brasileiro assinou, na quarta-feira (11), o Protocolo Nacional para a Proteção Integral de Crianças e Adolescentes em Situação de Riscos e Desastres. na quinta (12) foi a vez de Governo e Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) assinarem um protocolo de intenções para criar estratégias de implementação para essa proteção.

O protocolo de intenção foi firmado nessa quinta-feira (12), no marco da 9ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, que termina neste sábado (14), em Brasília (DF). A assinatura do documento ocorreu justamente no dia que o Governo Federal publicou a portaria interministerial que institui o Protocolo Nacional.
Tati Andrade, especialista em programas do Unicef, explica que o documento é uma espécie de “acordo de cooperação” entre Governo e Unicef para discutir ações de implementação do Protocolo Nacional. De acordo com a especialista de programas, o Protocolo Nacional para a Proteção Integral de Crianças e Adolescentes em Situação de Riscos e Desastres tem o objetivo de “normatizar o atendimento de crianças e adolescentes antes, durante e após desastres”.
Tati explica que o documento, elaborado por um grupo interministerial com o apoio do Unicef, compreende ações em todas as fases, desde a prevenção de desastres e preparação para a minimização dos efeitos, até aspectos ligados à assistência durante a situação de emergência e a recuperação após o desastre. “Estamos felizes com a decisão do Governo [de firmar o protocolo]. A prioridade de crianças e adolescentes deve acontecer na prática”, comenta.
Amparado por normativas e declarações que destacam a prioridade e os direitos fundamentais de crianças e adolescentes – como a Constituição Federal brasileira, o Estatuto da Criança e do Adolescente, e Declarações internacionais -, o texto do Protocolo Nacional destaca que a proteção de crianças e adolescentes deve ser prioridade.
“Isso porque tais grupos etários são especialmente vulneráveis em situações de riscos e desastres, não apenas pelas consequências imediatas (riscos de morte, maior exposição a doenças e violência), mas também em longo prazo, com relação ao seu desenvolvimento futuro (atraso escolar, sofrimento psíquico, reabilitação motora, entre outros)”, justifica o documento.
As ações do Protocolo deverão ser implementadas a partir da cooperação entre União, Estados e Municípios. A articulação das entidades envolvidas na implementação das atividades previstas no Protocolo e o acompanhamento e a avaliação dessas atividades ficarão a cargo do Comitê Gestor Nacional, coordenado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e pelo Ministério de Integração Nacional.

Karol Assunção/Adital
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