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Protestos bloqueiam ruas e garagens de ônibus, na Paraíba

Protestos estão bloqueando algumas ruas na cidade de João Pessoa, desde o início da manhã desta sexta-feira (14). Os manifestantes protestam contra a reforma da Previdência e outras ações do governo federal.

A saída do bairro dos Bancários, com sentido para o Centro de João Pessoa está fechada desde 4h. Manifestantes queimaram pneus e bloquearam a via. Os motoristas estão sendo orientados pelo Corpo de Bombeiros e Polícia Militar a seguir pela contra-mão para poder continuar o trajeto.

No bairro de Oitizeiro, manifestantes também se concentram nesta sexta-feira com bloqueio no sentido para o Centro da capital. Pneus foram queimados e grupo está reunido com faixas de protesto. Na BR-101, o trânsito está muito lento e difícil de transitar nas primeiras horas desta sexta-feira. Quem segue em direção à BR-230, o trânsito está liberado. No entanto, quem quer seguir para Cruz das Armas precisa pegar a BR-230 e entrar no bairro Jardim Veneza.

Bloqueio é feito por manifestantes na subida da ladeira do bairro de Oitizeiro, em João Pessoa, às 6h30 — Foto: Walter Paparazzo/G1

Bloqueio é feito por manifestantes na subida da ladeira do bairro de Oitizeiro, em João Pessoa, às 6h30 — Foto: Walter Paparazzo/G1

Em Campina Grande, funcionários de uma empresa de telemarketing foram impedidos de entrar. Manifestantes bloquearam a entrada do local, no início da manhã desta sexta-feira, no bairro do Cruzeiro.

Manifestantes bloquearam entrada de uma empresa de telemarketing, em Campina Grande, às 6h50 — Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba

Manifestantes bloquearam entrada de uma empresa de telemarketing, em Campina Grande, às 6h50 — Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba

Na Avenida Liberdade, em Bayeux, na Grande João Pessoa, manifestantes bloquearam os dois sentidos da via. O local é a principal ligação entre Bayeux e a capital. Como desvio, alguns motoristas estão usando a ponte Sanhauá, já que a ponte do Baralho está bloqueada. No acesso da parte de baixo, por uma pequena ladeira, um carro foi colocado para impedir a passagem também nesse desvio.

Avenida Liberdade, em Bayeux, nesta sexta-feira (14), 7h40 — Foto: Walter Paparazzo/G1

Avenida Liberdade, em Bayeux, nesta sexta-feira (14), 7h40 — Foto: Walter Paparazzo/G1

A saída do bairro do Varadouro, com direção para o Acesso Oeste e Terminal de Integração de João Pessoa, também foi bloqueado pelo pelos manifestantes por volta das 8h40, que queimaram pneus e fecharam a via.

JOÃO PESSOA, 8h40: Manifestando colocam fogo em pneus no bairro do Varadouro — Foto: Antônio Vieira/TV Cabo Branco

JOÃO PESSOA, 8h40: Manifestando colocam fogo em pneus no bairro do Varadouro — Foto: Antônio Vieira/TV Cabo Branco

Ônibus com pouca circulação

De acordo com o Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos Urbanos de João Pessoa (Sintur-JP), a frota de ônibus na capital está absolutamente comprometida com bloqueio nas garagens dos ônibus. “Praticamente não há ônibus circulando”, informou Isaac Moreira, presidente do Sindicato. Alguns ônibus conseguiram circular, mas apenas no início da manhã. Depois, foram impedidos de circular.

Em Campina Grande, os ônibus estão circulando normalmente.

Garagem da Unitrans, empresa de ônibus, foi bloqueada no início desta sexta-feira (14), às 6h30 — Foto: Danilo Alves/TV Cabo Branco

Garagem da Unitrans, empresa de ônibus, foi bloqueada no início desta sexta-feira (14), às 6h30 — Foto: Danilo Alves/TV Cabo Branco

Funcionamento das escolas e universidades

  • Escola particulares: Em João Pessoa, os colégios estão sem aulas nesta sexta-feira para cumprimento da segunda assembleia geral da categoria em 2019. Em Campina Grande, todas as escolas particulares estão em funcionamento.
  • Escolas públicas: As escolas públicas estaduais, conforme a assessoria de imprensa, devem funcionar normalmente. Lá a escolas municipais de João Pessoa não funcionam e aderem à paralisação. No entanto, de acordo Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Estado da Paraíba (Sintep), todos os professores da rede pública pararam as atividades nesta sexta. Em Campina Grande, a orientação é que cada gestor decida sobre o funcionamento da instituição.
  • Universidades: A Universidade Federal da Paraíba (UFPB), a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e o Instituto Federal da Paraíba (IFPB) estão sem aulas nesta sexta.

 

 

G1

 

 

Em dia de protestos contra cortes na Educação, reitora da UFPB alerta

Após a reunião da bancada federal da Paraíba com membros da Universidade Federal da Paraíba, na última segunda-feira (27) para debater o contingenciamento no orçamento das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), foi realizada nesta quinta-feira (30) uma audiência com o ministro da Educação, Abraham Wientraub, em Brasília, com a presença dos reitores da UFPB e da UFCG.

Segundo Efraim Filho, que intermediou a audiência o encontro tem acontece com o objetivo de sensibilizar o Governo Federal para que possa reverter a decisão de cortar mais de R$ 100 milhões no orçamento das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes). Em depoimento à imprensa a reitora da UFPB, Margareth Diniz, fez um alerta destacando que a universidade, se mantido esses cortes, só aguentará até setembro desse ano.

“Se o corte no orçamento das Ifes for mantido, as instituições só terão como se sustentar até final de setembro”, disse Margareth, destacando que o bloqueio de recursos compromete o pagamento de energia elétrica, água, telefonia, compra de material para setores e laboratórios, assim como bolsas de iniciação científica e de extensão.

 

pbagora

 

 

Protestos do MST interditam estradas federais na Paraíba

(Foto: Aline Oliveira/Jornal da Paraíba)

Um protesto realizado por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) interdita a BR-230 no início da manhã desta quinta-feira (21). De acordo com os manifestantes, o bloqueio acontece próximo a cidade de Cruz do Espírito Santo e o ato também acontece simultâneamente na BR-101, na cidade de Pedras de Fogo.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), as manifestações começaram por volta das 8h (horário local), no KM 55 da BR-230 e no KM 110 da BR-101.

De acordo com os manifestantes, o protesto visa uma audiência com a superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A coordenação do MST responsável pelos protestos explica que 150 famílias estão acampadas na sede do Incra há três dias aguardando a audiência. Ainda de acordo com a coordenação, o protesto segue até que a audiência seja feita.

G1

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Paraíba tem protestos nesta quarta-feira contra a proposta de Reforma da Previdência

contra a reformaVárias manifestações estão agendadas para esta quarta-feira (15) na Paraíba contra a proposta de Reforma da Previdência apresentada pelo Governo Federal. Protestos devem ocorrer em João Pessoa, Cabedelo, Sapé, Campina Grande, Patos, Pombal, Catolé do Rocha, Sousa, Itaporanga e Tavares.

Na Capital, as atividades se concentrarão na sede do Ministério da Previdência, com caminhada e realização de ato público, às 16h, segundo a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil.

Em Cabedelo, os trabalhadores portuários paralisam as atividades desde as 8h na sede do Sindicato dos Conferentes. Também será realizado um ato público em frente ao Porto. Em Sapé, a concentração acontece a partir das 8h, na Praça João Pessoa e em seguida caminhada com ato público em frente a Prefeitura Municipal.

Na cidade de Campina Grande, a concentração foi iniciada às 8h, em frente a Agência da Previdência. Está prevista  uma caminhada e ato público na Praça da Bandeira.

Conforme o CTB, na regional de Patos, a concentração será as 8h na Associação Comercial de Patos com um debate sobre os prejuízos dessa reforma para os trabalhadores e em seguida uma caminhada com realização de ato público em frente a Prefeitura Municipal.

Nos municípios de Pombal e Catolé do Rocha, haverá concentração às 14h, na sede do Sindicato dos Servidores Municipais em Pombal e em seguida será realizada uma caminhada e um debate na Câmara Municipal.

No Alto Sertão, a concentração será as 8h horas na Sede do Sindicato da Educação. Em seguida haverá caminhada até a Câmara Municipal, onde será realizado um debate sobre as reformas encaminhadas pelo governo federal.

Na Regional de Itaporanga, Vale do Piancó, todos os sindicatos estarão realizando um debate na Câmara Municipal e em seguida ato público.  Será realizada manifestação também em Tavares, com concentração as 8h, na sede do sindicato, com caminhada e ato público em frente a Câmara Municipal.

MaisPB com CTB

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Terça-feira é marcada por protestos contra aprovação de PEC e governo Temer em João Pessoa

protestoA cidade de João Pessoa foi tomada por vários protestos, nesta terça-feira (13), contra a aprovação no Senado da PEC 55 que limita os gastos públicos e o governo do presidente Michel Temer. As manifestações foram organizadas por estudantes e militantes de movientos sindicais.

Na Avenida Epitácio Pessoa, uma das movimentadas as Capital paraibana, pneus  foram queimados e uma da vias bloqueadas próximo de onde funciona do Ministério da Fazenda.

Uma passeada também saiu da frente da escola Liceu Paraibano, no Centro em direção a Assembleia Legislativa.

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Manifestantes protestam em frente a Assembleia Legislativa da Paraíba (foto: Albemar Santos)

A Polícia Militar informou no ínicio da noite que as manifestantes aconteceram de forma pacífica e não foram registrado nenhum tipo de depredação.

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Frente do Prédio do Ministério da Fazenda foi tomado pelos manifestantes em JP (foto: Alexandre Freire)

A ‘PEC do Teto’, deve entrar em vigor ainda essa semana teve o apoio dos senadores paraibanos, Deca (PSDB), Zé Maranhão (PMDB) e Raimundo Lira (PMDB).

Protestos contra a PEC também foram registrados ao longo do dia em algumas cidades como São Paulo, Porto Alegre e Recife.

MaisPB

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Manifestantes fazem protestos no país contra a PEC dos gastos

protestoGrupos de manifestantes foram às ruas nesta terça-feira (13) para protestar contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que estabelece um limite para os gastos públicos pelos próximos 20 anos no Brasil. O texto foi aprovado em segundo turno no Senado nesta terça.

Até por vota das 15h30, oito estados tinham registrado protestos. Em algumas capitais, como São Paulo, Cuiabá e Porto Alegre, ruas foram fechadas. Estudantes, servidores públicos, integrantes de movimentos populares, entre outros grupos, participam dos atos.

Votações
Nesta terça, a PEC foi aprovada por 53 votos a favor e 16 contra no Senado. Eram necessários 49 votos para a aprovação (3/5 da quantidade de senadores).

Os senadores já haviam aprovado a PEC em primeiro turno, por 61 votos a 14, em 30 de novembro. Por se tratar de uma mudança na Constituição, contudo, a proposta precisava passar por outra votação. A sessão do Congresso destinada à promulgação da PEC está marcada para as 9h desta quinta-feira (15).

Veja a situação em cada estado:

Acre
Quase 20 dias após uma paralisação de 24 horas, os policiais civis de Cruzeiro do Sul (AC) fizeram um novo ato público na manhã desta terça, em repúdio à PEC 55. Apenas 30% dos serviços estão sendo executados. Ao menos 35 pessoas participam da paralisação e se manifestaram diante da delegacia da cidade, de acordo com a organização. A PM não está acompanhando o ato, que é pacífico.

Alagoas
Integrantes de movimentos sindicais, rurais e estudantis protestam na manhã desta terça-feira no centro de Maceió. Eles estiveram reunidos na Praça Dom Pedro II, no Centro e saíram em caminhada pelas ruas da região. A Polícia Militar não acompanha a manifestação. De acordo com os organizadores, havia cerca de mil pessoas.

Ceará
Estudantes da Universidade Federal do Ceará (UFC) fizeram das 4h às 8h15 uma manifestação contra a votação da PEC 55, que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos. A Avenida da Universidade ficou bloqueada, próximo a Avenida 13 de Maio, no Bairro Benfica. Segundo a organização, 250 alunos participaram do ato. A PM não fez estimativa de participantes.

Espírito Santo
Servidores da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) bloquearam a passagem de carros nas entradas da instituição, em protesto, no campus de Goiabeiras, em Vitória. A organização do protesto informou que a quantidade de participantes variou entre 80 e 300 pessoas ao longo da manhã.

Mato Grosso
Um trecho da Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá, ficou interditado na manhã desta terça, depois que manifestantes atearam fogo em pneus na pista. Segundo a Polícia Militar, um grupo de pessoas fez uma barricada com os pneus e saiu do local após colocar fogo.

Minas Gerais
Cerca de 50 manifestantes fecharam a BR-040, em Congonhas, na Região Central de Minas Gerais, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Estudantes e servidores colocaram fogo em pneus e interditaram os dois sentidos da rodovia, na altura do quilômetro 611. A pista foi liberada por volta das 8h20. Os organizadores não foram localizados para divulgar o número de participantes.

Pernambuco
Manifestantes bloquearam o cruzamento das Avenidas Norte e Cruz Cabugá, no Centro do Recife. Eles estavam com uma faixa contra o governo de Michel Temer. O protesto deixou o trânsito lento na região. A Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) informou que cerca de 30 pessoas participavam do ato. Os organizadores não contabilizaram o total de manifestantes. O protesto foi encerrado por volta das 7h30, horário local.

Rio Grande do Sul
Estudantes bloquearam a Avenida Bento Gonçalves, no sentido bairro-Centro, na manhã desta terça-feira, em frente à Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Os manifestantes atearam fogo ainda em uma barricada com entulho e pneus. O Batalhão de Choque da Brigada Militar foi acionado e os policiais usaram bombas de efeito moral para afastar os manifestantes. O número de participantes não foi informado.

Por volta das 7h, teve início um novo protesto, desta vez, no Centro de Porto Alegre. Manifestantes bloquearam a Avenida João Pessoa, próximo à Avenida André da Rocha, com bloqueio da via no sentido bairro-Centro. Por volta das 7h30 o tráfego foi liberado.

São Paulo
Integrantes do Movimento Luta Popular fizeram um protesto contra a PEC 55 na Zona Sul de São Paulo. O ato começou por volta das 6h30, na altura da Avenida Dona Belmira Marin. Às 8h, quatro das cinco faixas da Avenida Senador Teotônio Vilela estavam interditadas no sentido Centro. O protesto terminou por volta das 8h50.

G1

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Inter levanta prejuízos com protestos e quebra-quebra fora do Beira-Rio

É hora de contabilizar o prejuízo no Beira-Rio. Depois ver o Beira-Rio virar uma praça de guerra na noite da última quinta-feira após o empate em 1 a 1 com a Ponte Preta, com direito a quebra-quebra promovido por alguns torcedores e conflito com a Brigada Militar, a direção do Inter analisa os destroços nesta sexta e contabiliza os prejuízos causados pela torcida, além de tentar identificar os vândalos pelas imagens de câmeras de segurança.

Tão logo acabou a partida, torcedores revoltados começaram a depredar o patrimônio do clube. Não satisfeitos em bradar palavras de ordem e arremessar cones, pedras e gradis contra seguranças do clube, os colorados promoveram um quebra-quebra no pátio do estádio. A Brigada Militar precisou entrar em ação e houve confronto com os torcedores.

Na manhã desta sexta-feira foi possível observar melhor os estragos no pátio do estádio. A entrada do Conselho Deliberativo foi toda danificada. As portas de vidro estão contorcidas e há estilhaços por toda a parte. Situação semelhante se vê no portão que dá acesso aos skyboxes, área mais nobre do estádio. O vice de patrimônio Emídio Ferreira diz que o clube ainda contabiliza os estragos e vai tentar identificar os vândalos

– Estamos terminando de ver. São mais vidros quebrados. Achávamos até que seria mais. Estamos buscando os vídeos para tentar descobrir os infratores.

Conselho deliberativo Beira-Rio Inter (Foto: Tomás Hammes / GloboEsporte.com)Entrada do Conselho Deliberativo foi depredada pela torcida do Inter (Foto: Tomás Hammes / GloboEsporte.com)

O presidente Vitorio Piffero também comentou sobre o tumulto. Principal alvo da ira dos torcedores, o mandatário, que estava em um local protegido durante a confusão, condenou a atitude dos vândalos:

– O torcedor está conosco. Quem estava de touca ninja não é torcedor – definiu.

Os protestos viraram prática comum em razão da turbulenta campanha no Brasileirão, seja após jogos, seja durante treinos. Na noite da última quinta, a revolta culminou em um conflito entre aficionados e o Pelotão Choque, que, para conter os mais exaltados, devolveu com gás de pimenta, bombas de efeito moral e balas de borracha.

Skybox Beira-Rio Inter  (Foto: Tomás Hammes / GloboEsporte.com)Acesso aos Skyboxes do estádio também foram alvo de vândalos (Foto: Tomás Hammes / GloboEsporte.com)

O empate com a Ponte Preta em casa culminou com a demissão de Celso Roth. Nesta sexta, foi apresentado Luiz Carlos de Lorenzi, o Lisca, que tenta evitar o primeiro rebaixamento da história do Inter. Atualmente, o Colorado ocupa a 17ª posição, com 39 pontos, os mesmos do Vitória, que fica à frente, em 16º, pelo número de gols marcados:45 a 33.

Lisca terá pela frente mais apenas mais três jogos para evitar o descenso, contra o Corinthians (fora), Cruzeiro (casa) e Fluminense (fora). O duelo com o Timão está marcado para a segunda-feira, às 20h, na Arena Corinthians, pela 36ª rodada.

Globoesporte.com

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Protestos contra Donald Trump continuam em cidades dos Estados Unidos

protestoPela quinta noite consecutiva, manifestantes voltaram a marchar nesse domingo (13) pelas ruas das principais cidades norte-americanas em protesto contra as políticas de Donald Trump, o empresário que ganhou as eleições para a presidência dos Estados Unidos na última terça-feira (8). A vitória de Trump ocorreu depois de uma campanha eleitoral em que ele prometeu expulsar imigrantes sem documentos e construir um muro na fronteira com o México.

Os manifestantes fizeram protestos no centro de Nova York, em Los Angeles e em San Francisco, no estado da Califórnia, e na Filadélfia, maior cidade do estado da Pensilvânia.

Em Nova York, os manifestantes gritaram refrãos contra as políticas do novo presidente. Um dos cartazes, no meio da multidão, dizia: “O ódio não nos fará grandes”. Na Filadélfia, os manifestantes gritaram palavras de ordem a favor da democracia e carrregaram cartazes com os dizeres: “Donald Trump tem de ir”.

Em Los Angeles, os manifestantes se reuniram nas proximidades da sede local da rede de televisão CNN e, em San Francisco, 8 mil pessoas marcharam pelo centro da cidade cantando “O amor supera o ódio”. Em Oregon, a polícia informou que prendeu 71 pessoas no início do domingo durante os protestos contra Trump em Portland, a maior cidade do estado. Os manifestantes foram acusados de “má conduta” pela polícia.

Agência Brasil

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Presidente ouve protestos e gritos de “Fora, Temer” em desfile cívico

temerUma semana após ser efetivado no cargo, o presidente Michel Temer participa nesta quarta-feira do desfile de 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Temer tornou-se presidente efetivo no último dia 31, após a ex-presidente Dilma Rousseff sofrer um processo de impeachment no Senado.

Parte do público presente ao desfile entoou gritos de “fora, Temer” na chegada do presidente à tribuna de honra de onde ele irá assistir ao evento. A arquibancada de onde partiu o protesto está posicionada próxima à do presidente, do lado oposto da pista da Esplanada dos Ministérios por onde passará o desfile.

É o primeiro evento público de Temer após ser efetivado. Na semana passada, o presidente viajou para a China para a Cúpula do G20, de onde só retornou nesta terça-feira (6).

O presidente abriu oficialmente o desfile do 7 de Setembro às 9h15. Na cerimônia, o comandante militar do Planalto pede autorização ao presidente para dar início ao desfile. “Autorização concedida”, foram as únicas palavras de Temer ao microfone.

A reportagem também ouviu gritos de “golpista” vindos do público. Em seguida, uma parte menos ruidosa do público puxou o coro de “a nossa bandeira jamais será vermelha”, aparentemente numa crítica ao PT e em apoio ao governo do PMDB.

Em Brasília, a Esplanada dos Ministérios conta com um efetivo de cerca de 3 mil homens na segurança do evento, entre policiais militares, militares, bombeiros, agentes de trânsito e policiais civis. O policiamento está reforçado nas áreas próximas ao local do desfile e em prédios públicos espalhados pela Esplanada.

Protestos proibidos no desfile

Seguranças que trabalham no desfile de 7 de Setembro em Brasília confiscaram uma bandeira de um grupo de estudantes e os informaram que eles seriam retirados das arquibancadas caso insistissem em algum tipo de manifestação crítica ao governo.

“Se tiver manifestação contra o governo nós vamos retirar [os manifestantes da arquibancada]”, disse um dos seguranças.

Questionado pela reportagem sobre se essa era uma ordem do Palácio do Planalto, o agente pediu que a área de imprensa da Presidência fosse procurada. A reportagem enviou um e-mail para a assessoria de imprensa do Planalto, mas ainda não obteve resposta.

“É um absurdo. É nossa liberdade de expressão”, afirmou Gabriela Almeida, 20, aluna do curso de Gestão de Políticas Públicas da USP (Universidade de São Paulo).

Além de proibir qualquer tipo de protesto, os seguranças confiscaram uma bandeira do Brasil na qual os jovens haviam escrito a palavra “golpe”. Manifestantes contrários ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff têm classificado o processo como “golpe”.

UOL

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Dez estados têm protestos contra mudanças em regras trabalhistas

protestoAo menos dez estados registram protestos nesta terça-feira (16) contra mudanças nas regras trabalhistas e previdenciárias discutidas pelo governo do presidente em exercício Michel Temer.

As manifestações ocorrem nas capitais de Alagoas, Amapá, Goiás, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins. Parte delas faz parte do Dia Nacional de Mobilização e Lutas convocado por centrais sindicais como a Força Sindical, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a União Geral dos Trabalhadores (UGT).

O objetivo do Palácio do Planalto é enviar, ainda neste ano, um projeto ao Congresso Nacional com mudanças no atual sistema previdenciário, e propostas para a reforma trabalhista e para regulamentar o processo de terceirização no país.

Veja a situação em cada estado.

Alagoas
Durante a manhã, um grupo de manifestantes saiu em caminhada do Centro Educacional Antônio Gomes de Barros (CEAGB) até a Casa da Indústria pela Avenida Fernandes Lima, uma das principais vias da cidade. O protesto foi encerrado por volta do meio-dia.

O ato foi promovido por estudantes e diversas centrais sindicais. Além de crítica às mudanças nas regras trabalhistas, os manifestantes pediram a saída do presidente em exercício Michel Temer. Segundo os representantes do movimento, cerca de 1,5 mil pessoas participaram do ato. A Polícia Militar não deu estimativa.

Amapá

Movimentos sociais, partidos políticos e sindicatos de trabalhadores se reuniram pela manhã no Centro de Macapá em um ato contrário a propostas do governo federal como privatização de ativos públicos, terceirização de serviços e reforma trabalhista. Um grupo de professores também cobrou mais segurança nas escolas do estado. O ato terminou por volta das 12h e, segundo a organização, reuniu cerca de 30 pessoas. A polícia não acompanhou.
amapá; macapá; protesto; governo federal; (Foto: John Pacheco/G1)Manifestantes participam de ato no Centro de Macapá; (Foto: John Pacheco/G1)
Goiás
Cerca de 200 pessoas – segundo a organização – participaram de um ato em frente ao Palácio Pedro Ludovico Teixeira, sede administrativa do governo de Goiás, em Goiânia, pela manhã. O objetivo, segundo os organizadores, foi alertar a população para alterações que estão sendo propostas pelo governo do presidente em exercício Michel Temer. Após a concentração, o grupo seguiu em passeata pela Avenida Goiás até o cruzamento das Avenidas Tocantins e Anhanguera, e se dispersou por volta das 12h.
Grupo protesta contra mudanças nos direitos trabalhistas, em Goiânia, Goiás (Foto: Vitor Santana/G1)Grupo protesta contra mudanças nos direitos trabalhistas, em Goiânia, Goiás (Foto: Vitor Santana/G1)
Pará
Os manifestantes se reuniram na Escadinha da Estação das Docas, em Belém, e por por volta das 10h20 sairam em caminhada pela avenida Presidente Vargas, para fazer paradas estratégicas em frente aos bancos que ficam localizados no percurso – o ato também serviu para lançar uma campanha dos bancários. De acordo com a organização, 100 pessoas participariam da caminhada. A Polícia Militar não divulgou estimativa de público.
Representantes de trabalhadores reivindicam direitos em ato nesta terça, 16, em Belém.  (Foto: Alexandre Nascimento/ G1)Representantes de trabalhadores reivindicam direitos em ato nesta terça, 16, em Belém. (Foto: Alexandre Nascimento/ G1)
Paraná
A manifestação ligada ao Dia nacional de Luta em Defesa do Emprego e dos Direitos Trabalhistas teve início na Praça Santos Andrade, no Centro de Curitiba e reuniu por volta de 200 pessoas, segundo a PM. Às 11h40, os organizadores falavam em 1,5 mil manifestantes. Eles fizeram uma passeata até a sede da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), na avenida Cândido de Abreu.
Centrais sindicais se reúnem na Praça Santos Andrade, em Curitiba (Foto: Dulcineia Novaes/ RPC Curitiba)Centrais sindicais se reúnem na Praça Santos Andrade, em Curitiba (Foto: Dulcineia Novaes/ RPC Curitiba)
Rio Grande do Norte
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, cerca de 800 integrantes das centrais sindicais participaram da manifestação realizada na Zona Sul de Natal na manhã desta terça-feira. Os organizadores calculam que 3 mil pessoas participaram do ato. A PM fala em 800. Ogrupo caminhou até o Centro Administrativo do estado em protesto contra o projeto de ajuste fiscal do governo Temer e pediu a saída do presidente em exercício. O protesto foi pacífico  e terminou por volta das 12h30.
 Grupo protesta contra a privatização da Petrobras (Foto: Clayton Carvalho/Inter TV Cabugi)Grupo protesta contra a privatização da Petrobras (Foto: Clayton Carvalho/Inter TV Cabugi)
Roraima
Centrais sindicais, movimentos sociais e estudantes realizaram um ato na praça do Centro Cívico de Boa Vista pela manhã. A organização não divulgou o número de manifestantes e a polícia não acompanhou o ato. Entre os alvos do manifestantes estão as reformas da previdência e a trabalhista, o projeto de lei que impõe limite de gastos para os estados e a proposta de emenda à Constituição que estabelece um teto para as despesas da União.
Manifestantes fizeram panfletagem no sinal (Foto: Inaê Brandão/G1 RR)Manifestantes fizeram panfletagem no sinal (Foto: Inaê Brandão/G1 RR)
Porto Alegre
Manifestantes bloquearam parcialmente a Avenida Assis Brasil, na Zona Norte de Porto Alegre, na manhã desta terça-feira (16), para realização de uma vigília em frente à Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). Segundo a organização, cerca de 1 mil participaram do ato. A Brigada Militar não divulgou estimativa.Conforme a Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC), os bloqueios começaram por volta das 7h, sendo que uma das faixas era liberada esporadicamente.
Protesto realizado na Avenida Asis Brasil, na Zona Norte de Porto Alegre (Foto: João Laud/RBSTV)Protesto realizado na Avenida Asis Brasil, na Zona Norte de Porto Alegre (Foto: João Laud/RBSTV)
São Paulo
A manifestação fechou a Avenida Paulista, na região central de São Paulo, na manhã desta terça-feira (16). O ato teve início às 10h em frente à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Manifestantes fecharam Avenida Paulista no sentido Paraíso, na altura da Fiesp, na manhã desta terça-feira (16) (Foto: Reprodução/TV Globo)Manifestantes fecharam Avenida Paulista no sentido Paraíso, na altura da Fiesp, na manhã desta terça-feira (16) (Foto: Reprodução/TV Globo)
Tocantins
A manifestação contra mudanças nos direitos trabahlistas foi realizada pela manhã na Avenida Juscelino Kubitschek, no centro de Palmas. Participaram do protesto centrais sindicais e servidores do Estado. Conforme a organização, cerca de 300 pessoas estiveram no local. A PM fala em 250 a 300 pessoas.
Protesto ocorre na avenida JK, no centro de Palmas (Foto: Divulgação)Protesto ocorre na avenida JK, no centro de Palmas (Foto: Divulgação)

 

G1

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