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Jornalistas farão protesto dia 18 contra ataques do governo Bolsonaro

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) está mobilizando os profissionais que fazem a cobertura do Planalto e do Congresso Nacional para um protesto na Esplanada dos Ministérios em defesa do jornalismo e da democracia e em repúdio aos ataques  feitos pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O ato está marcado para o dia 18 de março.

Veja a convocação para o ato:

Sind. Jornalistas DF@sjpdf

📣 O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF convoca a categoria a participar da manifestação no dia 18/3, em defesa dos serviços públicos, da educação, pela democracia e contra os ataques que os jornalistas e as jornalistas vêm sofrendo. Basta!

Vídeo incorporado

Na manifestação, os jornalistas pretendem repetir o ato histórico feito por fotógrafos que cobriam o Palácio do Planalto (onde despacha o presidente da República) em 1984. Em protesto contra o tratamento dispensado pelo presidente da época, general João Figueiredo, cruzaram os braços e abaixaram as câmeras, dando origem à imagem histórica destacada acima.

“Os ataques do Bolsonaro contra a imprensa infelizmente nos fazem recordar muito a esse momento da ditadura militar em que tinha um enorme desrespeito e censura com os jornalistas e a imprensa. É necessário relembrar esse momento, não só o que acontecia, mas também a resposta dos jornalistas à isso”, esclareceu Juliana César Nunes, diretora do Sindicato.

Juliana explica que o sindicato e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), que endossa o protesto, atendem a uma reclamação dos profissionais da área, que são frequentemente alvos de ofensas e de ironias de Jair Bolsonaro ao exercerem o ofício. Segundo ela, “a categoria está muito indignada com o desrespeito que vem ocorrendo”. A data escolhida tem como objetivo coincidir com o dia escolhido por vários movimentos de oposição para se manifestar “em defesa dos serviços públicos, da educação e dos direitos”.

 

Congresso em Foco

 

 

Estudantes fazem ato em protesto contra a morte de aluno da UFPB

Estudantes, professores e amigos realizaram, na noite desta terça-feira (18), um ato em protesto contra a morte do universitário Clayton Tomaz de Souza, de 31 anos, que foi encontrado morto no dia 8 de fevereiro deste ano, em uma mata às margens de uma estrada em Gramame. O encontro aconteceu em uma praça localizada no campus I da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa.

O evento foi realizado para homenagear Alph, como a vítima era conhecida. A homenagem foi marcada por pedidos de justiça e investigação da morte dele, além de testemunhos sobre a trajetória do jovem na comunidade acadêmica e em movimentos estudantis.

Natural de Pernambuco, o estudante do curso de filosofia da UFPB estava desaparecido desde o dia 6 de fevereiro. O corpo foi identificado pelo pai da vítima nesta segunda-feira (17).

De acordo com o IPC, Alph sofreu um disparo de arma de fogo na cabeça. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que está analisando um vídeo feito pelo estudante, em que ele aponta possíveis ameaças feitas em um campus da UFPB antes de ser morto.

O delegado de homicídios Carlos Othon explicou que as declarações publicadas pela vítima em seus perfis nas redes sociais estão sendo coletadas e vão ser analisadas dentro do inquérito que apura a morte do estudante. “Vamos ouvir os seguranças da UFPB, todos vão ser convocados a prestar esclarecimentos”, comentou.

G1

 

Servidores do Estado fazem protesto na ALPB contra previdência

Os servidores estaduais da Paraíba fizeram um protesto na manhã desta quinta-feira (12) na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) contra a reforma da previdência anunciada pelo Governo do Estado. O grupo ocupou o Plenário no começo da manhã e depois se dividiu, quando uma parte seguiu para uma audiência pública em outro local do prédio para discutir o assunto.

A proposta elaborada pelo governador João Azevêdo (sem partido) e enviada para ser votada na ALPB prevê, entre outros pontos, aumento na alíquota de contribuição para a previdência de 11% para 14% dos salários.

Nessa quarta-feira (11), o juiz convocado Onaldo Rocha de Queiroga, substituto do desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), deferiu liminar em um mandado de segurança impetrado pelo líder da oposição, Raniery Paulino (MDB), determinando que o presidente da ALPB, Adriano Galdino (PSB), se abstenha de votar o projeto de Lei Complementar (PLC) 12/2019, que trata da reforma da previdência estadual, em regime de urgência urgentíssima.

Em nota, o Governo negou que esteja retirando direitos e explicou que essa adequação “é obrigatória e necessária para que o Estado possa manter o Certificado de Regularidade Previdenciária; caso perca esse certificado, o Estado ficará impedido de receber quaisquer recursos federais e até contrair empréstimos junto a organismos internacionais”.

O Estado disse ainda que direitos como auxílio-doença, salário família, licença-maternidade e gratificação por risco de vida permanecem, não com recursos da Paraíba Previdência (PBPrev), que passariam a ser só para pensões e aposentadorias, mas pagos com recursos do órgão ou do Poder ao qual o servidor esteja vinculado.

“Adotamos a alíquota linear de 14%, que já é praticada nos vizinhos estados nordestinos, justamente para que os nossos aposentados e pensionistas que recebem até o teto, que hoje não descontam para a previdência, não passem a contribuir. Se implantássemos a alíquota progressiva, quem ganha um salário mínimo pagaria a partir de 7,5 %, chegando até 12% para quem recebe o teto de R$ 5.839,45”, disse o governo.

Conforme explicação do Estado, o Governo está retirando os militares da proposta em razão da aprovação do PL pelo Congresso Nacional, que fixa regras próprias para a previdência dos militares e que ainda está aguardando a sanção presidencial. Até que essa legislação seja sancionada e entre em vigor, a situação dos militares permanece inalterada.

*Com informações de Sony Lacerda, do jornal CORREIO

 

 

SOS Transposição reúne lideranças políticas em protesto contra cortes nas obras dos canais na PB

Neste domingo (1º) lideranças políticas da Paraíba e de diversos estados estarão em Monteiro para fortalecer o protesto SOS Transposição. O evento condena o abandono por parte do governo federal da maior obra hídrica da história do Nordeste e que, se concluída beneficiará, mais de 12 milhões de pessoas dos Estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará.

A manifestação, batizada como SOS Transposição, está sendo coordenada pelo ex-governador Ricardo Coutinho (PSB).

O ato tem levantado o debate sobre as condições da Transposição do Rio São Francisco e a falta de água pelos canais, além da gestão do problema. Além disso, há quem acuse a manifestação de ser meramente um ato político.

Há quase seis meses as águas da transposição deixaram de ser bombeadas para o Rio Paraíba, prejudicando o abastecimento de água de 44 municípios da Paraíba e Pernambuco.

Além do ex-governador Ricardo Coutinho e prefeitos da região, alguns políticos paraibanos marcarão presença.  Dos três senadores da Paraíba, Veneziano Vital do Rêgo estará em Monteiro. Dos 12 deputados federais, Gervásio Maia (PSB) e Frei Anastácio (PT) confirmaram a participação no ato.

Cinco deputados estaduais estarão em Monteiro: Estela Bezerra, Cida Ramos, Jeová Campos e Buba Germado, todos do PSB, além de Chió (Rede).

Ainda são esperadas as participações da presidente nacional do PT, Gleise Hoffman, e do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

 

clickpb

 

 

UFPB, UFCG e UEPB paralisam aulas em protesto pela educação

Professores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) vão parar as atividades nesta terça-feira (13) em adesão ao Dia Nacional de Greve da Educação, que se manifesta contra o programa Future-se, do Governo Federal, e a favor de pautas sociais.

Em João Pessoa, os professores da UFPB vão promover uma manifestação a partir das 14h em frente ao Lyceu Paraibano, Centro da Capital.  Do Lyceu, os manifestantes vão seguir em passeata pelo Centro até o Ponto de Cem Réis. Estão programadas apresentações culturais com a participação de artistas locais.

UFCG e UEPB

Em Campina Grande, professores e estudantes da UFCG e da UEPB vão promover uma manifestação conjunta a partir das 8h em frente ao portão principal da UFCG. Em seguida, ocorrerá um ato público em frente a Reitoria da universidade e às 9h30 sairão em marcha até a Praça da Bandeira, para uma manifestação a partir das 10h30.

 

portalcorreio

 

 

‘Estava no exercício do meu mandato’, diz Cida sobre uso de veículo oficial em protesto

A deputada estadual Cida Ramos (PSB) foi flagrada na manhã desta sexta-feira (14) participando de protestos da Greve Geral nos Bancários, bairro de João Pessoa. De acordo com imagens que circulam pelas redes sociais, a socialista estaria usando um carro alugado pelo governo do Estado para trancar uma das principais ruas do local.

“Primeiro eu quero deixar claro que estou no execício do meu mandato, eu fui eleita e esse pelo povo paraibano e eu estou no meu compromisso de campanha. Seria estranho se eu não estivesse na luta porque é a minha trajetória, eu venho das lutas sociais, o meu mandato levou essa mensagem de ampliação de direitos”, declarou.

Foto: Reprodução

Em entrevista concedida ao programa de rádio Arapuan Verdade, Cida lembrou que lidera uma frente parlamentar em defesa da Previdência Social e contra as reformas sugeridas pelo governo federal e garantiu que não estava cometendo nenhum erro ao utilizar o veículo oficial para protestar contra as mudanças.

“Nada mais correto do que eu estivesse na luta com os trabalhadores, não estava escondida. Quem tirou a foto e publicizou só fez algo que todo mundo já sabia, que eu estava nas ruas desde as 4 horas. É um direito do mandato como deputado e eu vou continuar fazendo sempre isso”, disse.

A parlamentar arrematou: “isso é um factoide criado por quem não tem coragem de discutir, de debater a política econômica do nosso país. São essas pessoas que defendem os bancos e grandes empresas. Estarei à tarde na mesma luta e aproveita para convocar todos às 15 horas na Lagoa em ato público”.

Yves Feitosa/Felipe Nunes

 

 

 

Em Mamanguape: BR 101 é interditada por protesto de indígenas

Um trecho da BR 101, no município de Mamanguape, foi interditado por indígenas, na manhã desta quarta-feira (27), que protestam contra o desmantelamento da Fundação Nacional do Índio, a Funai, na gestão do presidente Jair Bolsonaro.

O grupo, formado por aproximadamente 50 pessoas, colocou troncos na rodovia para impedir o tráfego de veículos.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) está no local.

Segundo os manifestantes, o grupo se posiciona,.sobretudo, contra a transformação da Secretaria de Saúde Indígena (SESAI) em um simples departamento dentro do Ministério da Saúde.

Não há informações sobre liberação do tráfego de veículos na rodovia.

 

PB Agora

 

 

Em protesto, motoristas de ônibus de CG paralisam atividades

Na manhã desta quinta-feira (14), os motoristas de ônibus de Campina Grande fizeram uma paralisação de advertência durante duas horas.

De acordo com informações do Sindicato de Motoristas de Ônibus da cidade, o motivo da paralisação é que as empresas de ônibus não estão realizando o pagamento da categoria de forma regular.

Os motoristas estariam sem receber reajuste de salário desde o ano passado.

No próximo dia 21 caso não tenham recebido o pagamento, os motorista declararam que irão realizar uma nova paralisação, deste vez por tempo indeterminado.

PB Agora

 

 

Integrante do MST é baleada em protesto na Paraíba contra prisão de Lula

Desde as primeiras horas da manhã que diversos movimentos sociais realizam bloqueios em diversos trechos das BRs na Paraíba e num desses pontos de bloqueio uma militante foi baleada.

De acordo com o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), a militante Lindinalva Pereira de Lima, foi baleada nas imediações de Mata Redonda, Litoral Sul da Paraíba. Ele contou que uma pessoa furou o bloqueio e atirou, acertando a militante na perna.

O homem estava em um Jipe, vindo no sentido Pernambuco-Paraíba e os manifestantes estavam liberando a passagem apenas para ambulâncias, carros da polícia e com pessoas doentes. O acusado insistiu e passou por cima do bloqueio, os manifestantes começaram a arremessar pedras então ele sacou a arma e atirou.

A vítima foi encaminhada para o Hospital de Emergência e Trauma da Paraíba.

protesto na 230, km 52, Pedras de Fogo; e na 101,  km 110, Santa Rita
Via Oeste praticamente parada sentido BR > Centro

Marília Domingues

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Protesto contra prisão de Lula fecha trecho da BR 230, na Paraíba

Integrantes do Movimento Sem Terra, na Paraíba, bloquearam trechos da BR 230, na manhã desta sexta-feira (06). O grupo queimou pneus para interditar as estradas e os motoristas estão tendo de retornar.

Em alguns pontos a fila de congestionamento já chega a 1 km.

Segundo informações, há protestos entre Cruz do Espírito Santo e Santa Rita e na entrada de Pedras de Fogo.

O MST pretende realizar uma série de atos nesta sexta-feira pelo país como reação à decretação da prisão de Lula tendo como principal foco será o fechamento de rodovias.

O objetivo é impedir a circulação em 85 estradas.

 

PB Agora

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