Arquivo da tag: prostituta

Mulher defende Dilma em protesto no RJ e é chamada de prostituta

protestos-brasilMoradora de um apartamento de cobertura na avenida Atlântica, em Copacabana (zona sul do Rio), a corretora de imóveis Denise Almeida, de 55 anos, petista e defensora da gestão da presidente Dilma Rousseff (PT), passou pelos manifestantes anti-Dilma concentrados na mesma avenida, por volta das 14h30 deste domingo (12) e perguntou a um deles se sabia quem assumiria a Presidência da República se Dilma for impedida. Foi o suficiente para que dezenas de ativistas exaltados a cercassem, xingando e empurrando a mulher, que estava de bicicleta.

“Vagabunda”,”prostituta” e “vai pra Cuba” foram as palavras mais repetidas. “Esse pessoal não tem educação nem para dar aos filhos, e ainda quer cuidar do Brasil. O que eu disse a eles é que precisam eleger bons deputados, governadores, prefeitos. A Dilma não é responsável sozinha por todos os problemas do Brasil. Pelo contrário, foi no governo dela que o porteiro do meu prédio comprou o primeiro carro”, afirmou Denise.

Enquanto isso, um ativista dizia para ela “respeitar o protesto alheio” e outro dizia “comunista tem que andar de bicicleta mesmo”.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Depois de ser perseguida por cerca de 150 metros, a mulher conseguiu se desvencilhar dos ativistas e seguiu para sua casa. “Isso é o carnaval da minoria, de quem perdeu a eleição e não aceita. Eles não sabem nem quem assumiria a presidência se a Dilma sair”, afirmou Denise.

Os protestos realizados no Rio contra o governo da presidente Dilma Rousseff reuniram 10 mil pessoas, na avaliação da Polícia Militar. Os organizadores, contudo, estimam um número ao redor dos 25 mil manifestantes.

 

Estadão

Profissionais do sexo disputam título de Miss Prostituta em MG

Carlos E. Cherem/UOL
Carlos E. Cherem/UOL

A prostituta Gabriela (nome fictício), 48, e sua filha, a garota de programa Roberta, 20, estão entre as 14 profissionais de sexo que disputaram na madrugada deste domingo (28), no shopping popular Uai, no em Belo Horizonte, o concurso Miss Prostituta 2014.

O evento, que integra o Festival Nacional Sem Preconceito, realizado anualmente na capital mineira, reuniu um público de aproximadamente 300 pessoas, que acompanhou os três desfiles das candidatas: de “vestidinho básico”, roupa de gala e biquíni.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

“Estou achando ótimo. Só tinha viajado uma vez para São Paulo”, diz Roberta. Ela e a mãe são de Manaus e aterrissaram  no aeroporto de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, poucas horas antes do início do evento.

A mãe é profissional do sexo há cinco anos. Há quatro meses, Roberta começou a fazer programas nos fins-de-semana para custear os estudos. Ela explica que fatura em torno de R$ 1,5 mil por mês, com programas que têm preços variando entre R$ 100 (uma hora no motel) e R$ 500 (para ficar a noite toda com o cliente). Para cursar a faculdade, a universitária gasta R$ 1.460 ao mês.

A mãe, que ainda tem dois filhos menores de idade, é responsável pelo sustento da família. Ela trabalha nos dias de semana e tem uma remuneração variável cerca de três vezes superior à da filha, entre R$ 4 mil e R$ 5 mil.

“Ela sempre foi estudiosa. Nunca deu trabalho”, afirma Gabriela.

A jovem explica em detalhes, e com entusiasmo, sua dedicação aos estudos e o sonho em seguir a carreira profissional que escolheu. Pede à reportagem do UOL para não identificar em que área profissional ela pretende atuar.

“Meus colegas não sabem que sou garota de programa. É só nos fins de semana”, afirma.

“Mas isso não me incomoda, não. É só um jeito de trabalhar para pagar os estudos. Todo mundo faz isso”, diz Roberta.
Mãe e filha desfilam com máscaras. A filha pede para não ser fotografada. A mãe faz questão de ser clicada. Entretanto, nenhuma foi classificada para a final do Miss Prostituta 2014. Quem venceu a disputa foi Vaneska, 25, quatro anos de profissão, 1,82 m de altura e cabelos loiros.

Vaneska recebeu a faixa de Miss Prostituta 2014, uma coroa incrustada de pedrinhas brilhantes, R$ 1.000 e uma cesta de produtos de beleza. A garota, que alguns minutos depois de encerrada a disputa mudou de nome, e dizia chamar-se Milena, ficou feliz: “amei”.

Milena e Karina, “nomes de guerra” da Miss Prostituta 2014, disse que não sabe o que vai fazer com o dinheiro do prêmio. Ela afirmou que não gosta de conversar sobre a profissão que exerce.

 

Carlos E. Cherem/UOL

A prostituta Vaneska prepara-se para desfilar no concurso Miss Prostituta 2014. Ela foi a vencedora entre 14 concorrentes em evento no shopping Uai, no centro de Belo Horizonte

 

Regulamentação da profissão

O segundo lugar da disputa foi vencido por Efigênia Monsueto de Paula, 54, prostituta há 20 anos. Ela recebeu prêmio de R$ 700 e uma cesta de produtos de beleza. Efigênia é de Caeté, no interior de Minas Gerais, e faz programas nos hotéis no entorno da rua Guaicurus, ao lado da rodoviária de Belo Horizonte, ponto mais tradicional de prostituição na capital mineira. Ela disse que que chega a fazer até 60 programas por dia, com preços variando entre R$ 20 e R$ 30.

“Dá para tirar uns R$ 4 mil por mês”, afirmou. Efigênia é solteira e não tem filhos.

A ex-presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais Maria Aparecida Vieira, 47, a Cida, explica que o concurso tem um caráter político.

“É para chamar a atenção para a regulamentação da profissão. A mulher é protegida pela legislação, mas a prostituta não. Temos de lutar pelos nossos direitos e atenção à saúde”, disse. “Com a regulamentação, vai diminuir o preconceito”.

Cida é garota de programa há 20 anos, fundadora da associação e está licenciada da entidade porque é candidata a deputada federal por Minas Gerais.

O terceiro lugar da disputa foi vencido por Mari (nome fictício), 30, que também faz programas há dez anos no entorno da rua Guaicurus. Ela explica que, a exemplo da Miss Prostituta 2014, evita falar sobre a profissão, mas não se negou a dizer suas impressões do concurso.

“Adorei ter participado”, disse.

 

Uol

Guarabira: Idoso apanha de prostituta por não pagar o programa

policiaNa madrugada desta terça-feira (30), um homem de 60 anos foi espancado por uma prostituta. O motivo, seria o não pagamento do programa.

Segundo informações repassadas pela Polícia Militar, tudo aconteceu por volta das 00:12hs, nas proximidades da prefeitura Municipal de Guarabira Interior da Paraíba, quando uma loira aparentando 25 anos, apresentando sintomas de embriaguez, gritava com um cidadão que teria lhe contratado para um programa sexual: ”Quero meu dinheiro! faz sexo com mulher gostosa quem pode, agora tá fingindo ser surdo, você escuta, está dando uma de ”moco” pra não me pagar”. O homem continuava sem resposta, apenas fazia gestos com uma das mãos indicando que não iria pagar o programa.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Irritada, a mulher decidiu fazer justiça com as próprias mãos e começou a bater no idoso. Populares que passavam no local, acionaram a Polícia Militar que chegou rapidamente, contornando a situação.

Ambas as partes envolvidas na confusão não quiseram apresentar queixa na delegacia, e foram liberados pela PM.

Nota da Redação: para preservar a identidade das pessoas citadas na matéria, o Portalmidia optou por não divulgar seus nomes.

 

por Jaceline Marques

Caso Fernanda Helen: advogado continua acreditando que Jeferson é culpado, mas quer ouvir prostituta

fernanda elenO caso Fernanda Helen que tomou conta de toda a Paraíba mobilizando a sociedade em busca de encontrar o corpo de uma adolescente de 11 anos ganhou mais um capítulo na segunda (22) e agora a prostituta com quem foi encontrado o celular da garota e levou até o suposto assassino também deve ser indiciada.

Em entrevista ao Cidade em Ação da TV Arapuan desta quarta (23), o advogado de defesa do Jeferson Luiz Oliveira, André Pessoa de Carvalho, apontou que acredita que o acusado seja culpado, mas destacou que com a nova informação a mulher conhecida apenas como Gil também deve ser denunciada como cúmplice ou co-autora.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

“Ele está tentando criar um fato novo, não acredito na versão e tenho certeza que ele é o autor dos fatos”, diz, contudo, o advogado destaca que se  há outra pessoa envolvida no caso, ela também deve prestar depoimento. O advogado alerta para que esse novo fato possa ser uma estratégia do acusado para criar factóides. “Estou insistindo no depoimento da Gil porque se ela estivesse no local do crime, tem que pagar também (…) Tenho insistido na acareação dos dois que o ônus de provar o que está dizendo compete ao Jeferson”, diz.

O advogado lamenta que o acusado tenha mudado o depoimento: “Fica mais um constrangimento para a família de Fernanda, com esse factóide fica a dúvida pairando no ar. Na esfera policial ele diz uma coisa e em juízo ele dá uma versão completamente diferente”, conta.

O defensor acredita que Gil tem sua parcela de culpa, já que ‘fugiu’ e questionou porque a mulher não teria atendido ao chamamento da justiça. Carvalho destacou que a defesa quer que se Gil for culpada que ela também seja indiciada, mas deixou bem claro: ‘Não estou tirando a culpa do Jeferson’.

A versão do acusado é de que ele saiu para uma ‘boca de fumo’ para comprar drogas para os dois e ao retornar já encontrou o corpo da jovem enrolado num saco plástico. De acordo com o acusado, ele se desesperou e ainda foi ameaçado pela mulher que afirmou, antes de ir embora levando o celular de Fernanda, que se ele não assumisse a culpa iria morrer juntamente com sua família.

Questionado a respeito do biótipo da garota que era maior a mulher, o advogado destacou que essa pergunta foi feita pelo órgão ministerial e o acusado ficou calado. Ele apontou que esse é mais um motivo para a necessidade de acareação dos fatos.

O processo seguirá os tramites legais e haverão diligencias e a espera do laudo médico que vai comprovar se houve ou não o estupro, depois disso é a vez das alegações finais do Ministério Público e da Defesa. “Sinceramente e pessoalmente não acredito que a mulher tenha matado Fernanda, tanto é que quero que seja feita a acareação. E que a justiça seja feita e essa família tenha um pouco mais de tranqüilidade”, aponta

Jeferson já responde a um processo por tentativa de estupro e confessou isso em juízo.

Após receber muitas críticas, pela comoção do caso, o advogado explicou que foi designado pelo defensor público geral, Vanildo Brito, pois suas colegas se averbaram suspeitas. “Tomei a frente do caso para que o processo não parasse e não tivesse descontinuidade, se assim o fizesse, com 90 dias algum advogado poderia entrar e pedir a liberdade provisória por excesso de prazo”, explicou.

Marília Domingues