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Conheça as principais doenças da próstata e seus tratamentos

A próstata é uma glândula presente no organismo masculino, do tamanho de uma noz, responsável pela produção do líquido seminal. Ela cresce pouco até a puberdade, quando passa a sofrer influências mais intensas do hormônio masculino (testosterona), alcançando seu tamanho normal, em torno de 15 a 20 gramas, por volta dos 20 anos. Já está provado que seu crescimento está relacionado com o envelhecimento. Existem três doenças muito frequentes que acometem a próstata, conheça cada uma delas.

Hiperplasia Benigna da Próstata (HPB): Por volta dos 45 anos, a próstata tende a aumentar naturalmente de tamanho, no que chamamos de Hiperplasia Benigna da Próstata (HPB). Essa condição atinge cerca de 14 milhões de brasileiros de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia e pode causar obstrução parcial ou totalmente da uretra, sendo, por isso, considerada uma doença. MUITO frequente, essa condição prejudica a qualidade de vida do homem, afetando sua rotina e também a vida sexual. O Professor Dr. Francisco Cesar Carnevale, médico da CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa, destaca que dados recentes da OMS sugerem que a HPB ocorra em 1/4 dos homens com 50 anos de idade; em 1/3 daqueles com 60 anos e em metade dos que têm 80 anos ou mais.

Dentre seus principais sintomas, estão a dificuldade para urinar, a necessidade frequente e urgente de urinar, o aumento da micção noturna, a constante sensação de não esvaziamento completo da bexiga, entre outros.

Considerada uma doença, por conta das consequências que traz para o bem-estar do paciente, a HPB pode ser tratada por meio de um método minimamente invasivo: a chamada Embolização das Artérias Prostáticas (EAP), realizada por via Endovascular para reduzir o fluxo de sangue da glândula. “O procedimento é reconhecido como opção segura e eficaz”, garante o Dr. Francisco Carnevale.

Câncer de próstata: Chega a atingir em torno de 16% dos homens e a sua frequência aumenta com a idade dos homens.

Quando diagnosticado nas fases iniciais, a cirurgia ou a radioterapia podem curar o câncer da próstata, porém, em fases mais avançadas não existe cura, mas o câncer pode ser neutralizado e permanece inativo quando se bloqueia a ação do hormônio masculino (testosterona). A testosterona tem ação sobre o crescimento da próstata e esta pode ser bloqueada por meio de de injeções ou pela castração cirúrgica do portador de câncer avançado da próstata.

O exame periódico do homem com o urologista é extremamente importante porque o câncer da próstata não apresenta sintomas nas fases iniciais. Portanto, o diagnóstico precoce e a possibilidade de cura só existem quando se faz exames rotineiros, pelo menos uma vez ao ano.

Prostatite: É bastante comum e chega a atingir quase 30% da população masculina. Ela é muito comum na forma crônica e geralmente é assintomática, mas, quando dá sintomas, os mais frequentes são: ardor ou queimação ao urinar ou um desconforto junto ao orgasmo, esperma de cor amarelada, vontade frequente para urinar, etc. Quando cai a resistência física das pessoas, a prostatite se exacerba e aparece de uma forma bastante aguda provocando febre alta, queda do estado geral e sintomas típicos de infecção urinária, como ardor ao urinar e micções extremamente frequentes.

As principais causas de prostatite no homem são após as uretrites, como a gonorreia, após relacionamentos com parceiras com infecções ginecológicas e ainda após relação anal sem preservativo. O tratamento é feito com antibiótico e por um período mais longo do que os tratamentos habituais. Após o tratamento, o paciente necessita ficar atento, pois os sintomas da prostatite aguda podem voltar sempre que houver uma queda da resistência do homem portador da prostatite crônica.

Prof.  Dr. Francisco Cesar Carnevale – médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa – autoridade médicareferência nacional e internacional em Radiologia Intervencionista, Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular. Sua principal linha de pesquisa está focada no tratamento de pacientes com sintomas do trato urinário inferior associados ao crescimento da próstata pela Hiperplasia Prostática Benigna (HPB). Pioneiro a publicar na literatura científica mundial, a técnica de Embolização das Artérias da Próstata (EAP) dentro do Hospital das Clínicas da FMUSP, sob a supervisão dos professores Miguel Srougi e Giovanni Guido Cerri.  É diretor de Radiologia Vascular Intervencionista do Instituto de Radiologia (InRad-HCFMUSP), do Instituto do Coração (InCor-HCFMUSP) e do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo (SP). É responsável pelas disciplinas de Graduação e Pós-graduação na área de Radiologia Intervencionista da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

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Crescimento da próstata é câncer?

Dr. Francisco Carnevale explica a diferença entre as duas doenças e quais são os tratamentos para cada uma delas

A próstata é uma glândula presente no organismo masculino, do tamanho de uma noz, responsável pela produção do líquido seminal. Por volta dos 45 anos, ela tende a aumentar naturalmente de tamanho, no que chamamos de Hiperplasia Benigna da Próstata (HPB). Essa condição atinge cerca de 14 milhões de brasileiros de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia e pode causar obstrução parcial ou totalmente da uretra, sendo, por isso, considerada uma doença.

O aumento da glândula não tem relação alguma com o câncer de próstata e a diferença entre a HPB e o câncer é justamente a benignidade do crescimento da glândula, enquanto que o tumor pode se espalhar para outros órgãos (metástase) e levar o paciente ao óbito. “Há outras diferenças também. Na HPB, dentre os principais sintomas estão a dificuldade e a necessidade frequente e urgente de urinar, o aumento da micção noturna, a constante sensação de não esvaziamento completo da bexiga, entre outros. Já no caso dos tumores malignos de próstata, a grande maioria cresce de forma tão lenta que nem chega a dar sinais durante a vida”, explica o Professor Dr. Francisco Cesar Carnevale, médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa, da capital paulista.

A HPB, portanto, não é um tipo de câncer e não apresenta relação com o câncer de próstata, nem aumenta as chances de desenvolvimento do mesmo. “Porém, um homem pode desenvolver HPB e câncer de próstata ao mesmo tempo. Daí a importância de consultar um médico urologista para o diagnóstico e terapia adequada”, alerta o médico.

Existe também diferença nos tratamentos das duas doenças. Alguns tipos de câncer de próstata crescem lentamente e demandam monitoramento. Outros tipos são agressivos e necessitam de radioterapia, cirurgia, terapia hormonal, quimioterapia ou outras opções terapêuticas. Já a HPB pode ser tratada por meio de um método minimamente invasivo: a chamada Embolização das Artérias Prostáticas (EAP), realizada por via endovascular para reduzir o fluxo de sangue da glândula. O procedimento é feito com anestesia local e o paciente recebe alta algumas horas após a intervenção.

“O objetivo é diminuir o volume e alterar a consistência da próstata, tornando-a mais macia e os resultados são muito satisfatórios: “Já tratamos mais de 400 pacientes e a taxa de sucesso ficou entre 90 a 95%”, conclui o médico.

Prof.  Dr. Francisco Cesar Carnevale – médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa – autoridade médicareferência nacional e internacional em Radiologia Intervencionista, Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular. Sua principal linha de pesquisa está focada no tratamento de pacientes com sintomas do trato urinário inferior associados ao crescimento da próstata pela Hiperplasia Prostática Benigna (HPB). Pioneiro a publicar na literatura científica mundial, a técnica de Embolização das Artérias da Próstata (EAP) dentro do Hospital das Clínicas da FMUSP, sob a supervisão dos professores Miguel Srougi e Giovanni Guido Cerri.  É diretor de Radiologia Vascular Intervencionista do Instituto de Radiologia (InRad-HCFMUSP), do Instituto do Coração (InCor-HCFMUSP) e do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo (SP). É responsável pelas disciplinas de Graduação e Pós-graduação na área de Radiologia Intervencionista da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

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Assessoria de Comunicação

 

 

Hiperplasia Benigna da Próstata não tem relação com o câncer

As duas doenças podem, inclusive, coexistir

A próstata é uma glândula presente no organismo masculino, do tamanho de uma noz, responsável pela produção do líquido seminal. Por volta dos 45 anos, ela tende a aumentar naturalmente de tamanho, no que chamamos de Hiperplasia Benigna da Próstata (HPB). Essa condição atinge cerca de 14 milhões de brasileiros de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia e pode causar obstrução parcial ou totalmente da uretra, sendo, por isso, considerada uma doença.

O aumento da glândula não tem relação alguma com o câncer de próstatae a diferença entre a HPB e o câncer é justamente a benignidade do crescimento da glândula, enquanto que o tumor pode se espalhar para outros órgãos (metástase) e levar o paciente ao óbito. “Há outras diferenças também. Na HPB, dentre os principais sintomas estão a dificuldade e a necessidade frequente e urgente de urinar, o aumento da micção noturna, a constante sensação de não esvaziamento completo da bexiga, entre outros. Já no caso dos tumores malignos de próstata, a grande maioria cresce de forma tão lenta que nem chega a dar sinais durante a vida”, explica o Professor Dr. Francisco Cesar Carnevale, médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa, da capital paulista.

A HPB, portanto, não é um tipo de câncer e não apresenta relação com o câncer de próstata, nem aumenta as chances de desenvolvimento do mesmo. “Porém, um homem pode desenvolver HPB e câncer de próstata ao mesmo tempo. Daí a importância de consultar um médico urologista para o diagnóstico e terapia adequada”, alerta o médico.

Existe também diferença nos tratamentos das duas doenças. Alguns tipos de câncer de próstata crescem lentamente e demandam monitoramento. Outros tipos são agressivos e necessitam de radioterapia, cirurgia, terapia hormonal, quimioterapia ou outras opções terapêuticas. Já a HPB pode ser tratada por meio de um método minimamente invasivo: a chamada Embolização das Artérias Prostáticas (EAP), realizada por via endovascular para reduzir o fluxo de sangue da glândula. O procedimento é feito com anestesia local e o paciente recebe alta algumas horas após a intervenção.

“O objetivo é diminuir o volume e alterar a consistência da próstata, tornando-a mais macia e os resultados são muito satisfatórios: “Já tratamos mais de 400 pacientes e a taxa de sucesso ficou entre 90 a 95%”, conclui o médico.

Prof.  Dr. Francisco Cesar Carnevale – médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa – autoridade médicareferência nacional e internacional em Radiologia Intervencionista, Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular. Sua principal linha de pesquisa está focada no tratamento de pacientes com sintomas do trato urinário inferior associados ao crescimento da próstata pela Hiperplasia Prostática Benigna (HPB). Pioneiro a publicar na literatura científica mundial, a técnica de Embolização das Artérias da Próstata (EAP) dentro do Hospital das Clínicas da FMUSP, sob a supervisão dos professores Miguel Srougi e Giovanni Guido Cerri.  É diretor de Radiologia Vascular Intervencionista do Instituto de Radiologia (InRad-HCFMUSP), do Instituto do Coração (InCor-HCFMUSP) e do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo (SP). É responsável pelas disciplinas de Graduação e Pós-graduação na área de Radiologia Intervencionista da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

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A HPB não é um tipo de câncer e não apresenta relação com o câncer de próstata

Dr. Francisco Carnevale explica a diferença entre as duas doenças e quais são os tratamentos para cada uma delas

A próstata é uma glândula presente no organismo masculino, do tamanho de uma noz, responsável pela produção do líquido seminal. Por volta dos 45 anos, ela tende a aumentar naturalmente de tamanho, no que chamamos de Hiperplasia Benigna da Próstata (HPB). Essa condição atinge cerca de 14 milhões de brasileiros de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia e pode causar obstrução parcial ou totalmente da uretra, sendo, por isso, considerada uma doença.

O aumento da glândula não tem relação alguma com o câncer de próstata e a diferença entre a HPB e o câncer é justamente a benignidade do crescimento da glândula, enquanto que o tumor pode se espalhar para outros órgãos (metástase) e levar o paciente ao óbito. “Há outras diferenças também. Na HPB, dentre os principais sintomas estão a dificuldade e a necessidade frequente e urgente de urinar, o aumento da micção noturna, a constante sensação de não esvaziamento completo da bexiga, entre outros. Já no caso dos tumores malignos de próstata, a grande maioria cresce de forma tão lenta que nem chega a dar sinais durante a vida”, explica o Professor Dr. Francisco Cesar Carnevale, médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa, da capital paulista.

A HPB, portanto, não é um tipo de câncer e não apresenta relação com o câncer de próstata, nem aumenta as chances de desenvolvimento do mesmo. “Porém, um homem pode desenvolver HPB e câncer de próstata ao mesmo tempo. Daí a importância de consultar um médico urologista para o diagnóstico e terapia adequada”, alerta o médico.

Existe também diferença nos tratamentos das duas doenças. Alguns tipos de câncer de próstata crescem lentamente e demandam monitoramento. Outros tipos são agressivos e necessitam de radioterapia, cirurgia, terapia hormonal, quimioterapia ou outras opções terapêuticas. Já a HPB pode ser tratada por meio de um método minimamente invasivo: a chamada Embolização das Artérias Prostáticas (EAP), realizada por via endovascular para reduzir o fluxo de sangue da glândula. O procedimento é feito com anestesia local e o paciente recebe alta algumas horas após a intervenção.

“O objetivo é diminuir o volume e alterar a consistência da próstata, tornando-a mais macia e os resultados são muito satisfatórios: “Já tratamos mais de 400 pacientes e a taxa de sucesso ficou entre 90 a 95%”, conclui o médico.

Prof.  Dr. Francisco Cesar Carnevale – médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa – autoridade médicareferência nacional e internacional em Radiologia Intervencionista, Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular. Sua principal linha de pesquisa está focada no tratamento de pacientes com sintomas do trato urinário inferior associados ao crescimento da próstata pela Hiperplasia Prostática Benigna (HPB). Pioneiro a publicar na literatura científica mundial, a técnica de Embolização das Artérias da Próstata (EAP) dentro do Hospital das Clínicas da FMUSP, sob a supervisão dos professores Miguel Srougi e Giovanni Guido Cerri.  É diretor de Radiologia Vascular Intervencionista do Instituto de Radiologia (InRad-HCFMUSP), do Instituto do Coração (InCor-HCFMUSP) e do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo (SP). É responsável pelas disciplinas de Graduação e Pós-graduação na área de Radiologia Intervencionista da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

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Campeão entre os homens, conscientização sobre câncer de próstata precisa evoluir

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que mais de 61 mil homens serão diagnosticados com câncer de próstata entre 2016 e 2017 – o que o torna o campeão entre todos os tipos incidentes nos homens (com exceção do câncer de pele não-melanoma), com quase 30% de todos os casos no Brasil. O tratamento evoluiu muito nos últimos anos, mas cerca de 25% dos pacientes ainda morrem devido a doença. Muitos, devido à demora em obter o diagnóstico. “Cerca de 20% dos pacientes ainda são diagnosticados em estágios avançados, embora, nos últimos anos, esse índice tenha diminuído. É uma doença silenciosa. Precisamos deixar de lado preconceitos e evoluir na prevenção e no diagnóstico”, afirma o oncologista Fernando Maluf, especializado na patologia.

A prevenção é simples e nada dolorosa. Segundo a SBU, homens a partir de 50 anos devem procurar um médico para fazer avaliação individualizada. “Já aqueles com parentes de primeiro grau com câncer de próstata devem começar antes, aos 45. Todo processo de rastreamento deve ser realizado após ampla discussão sobre os seus riscos e benefícios”, completa Maluf. Esse rastreamento se resume em um exame de sangue para detectar a presença de uma proteína, conhecida como PSA, antígeno prostático específico, que em excesso na corrente sanguínea pode indicar alterações na glândula, e o exame de toque retal.

Preconceito vs prevenção – Cerca de 40% dos diagnósticos de câncer de próstata são feitos por meio do PSA, outros 40% pelo PSA e toque retal e o restante detectado apenas no exame de toque. “Infelizmente, ainda existe muito preconceito associado ao exame de toque, o que faz com que muitos não busquem atendimento e a doença seja detectada apenas em um estágio bastante avançado”, conta o médico, um dos embaixadores da campanha Novembro Azul no país.

Uma das campanhas de conscientização para detecção precoce mais conhecidas no país, o Novembro Azul, tem como principal objetivo alertar os homens e quebrar os medos e preconceitos em relação à doença. “A origem deste movimento no Brasil é bastante triste. Um amigo de longa data – urologista e especialista na doença – acabou falecendo exatamente por causa do câncer de próstata. Foi uma luta árdua e perdida. Ele me deixou com a missão de mudar este cenário. Com isso, nasceu o Instituto Lado a Lado pela Vida e, logo depois, a campanha veio junto”, conta Marlene Oliveira, presidente da entidade. O instituto trouxe a ideia inicial da Austrália e incluiu o Brasil em um movimento que hoje se estende por mais de 20 países.

A campanha deste ano incluiu uma série de atividades que visaram conscientizar a sociedade por meio de informações sobre a importância da mudança de hábitos para a adoção de um estilo de vida mais saudável, focado na prevenção. “Todos os homens devem saber que é importante, além de buscar uma vida com qualidade, criar o hábito de acompanhar a sua próstata depois de uma certa idade. O diagnóstico precoce pode salvar a sua vida”, conclui Maluf.

Evolução no tratamento – Antigamente, até mesmo os tumores considerados pequenos e pouco agressivos eram tratados com radioterapia ou cirurgia, considerados procedimentos eficientes, mas invasivos. Hoje, somente os casos mais graves seguem esta linha de tratamento. Mesmo aqueles considerados sem chances de cura conseguem uma sobrevida significativa, com mais bem-estar, menos dores e menos complicações secundárias.

Entre as novidades recentes, podemos citar a enzalutamida, de uso oral, que é um inibidor da via de sinalização do receptor de andrógenos, utilizada para o tratamento do câncer de próstata metastático pré e pós-quimioterapia – o medicamento acabou de ser incorporado no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para pré-quimioterapia e estará disponível na rede privada a partir de janeiro de 2018. Para a indicação pós-quimioterapia, o medicamento já estava disponível nas Operadoras de Saúde desde janeiro de 2016. A enzalutamida é capaz de diminuir a proliferação e induzir a morte das células de câncer de próstata, com consequente redução do volume do tumor, conforme estudos realizados in vitro. “Os resultados dos estudos clínicos mostraram que o medicamento adiou por 18 meses o tempo mediano necessário para iniciar a quimioterapia. Um período significativo de tempo durante o qual os homens têm a sua doença controlada”, explica Machado Moura, diretor médico sênior para América Latina da Astellas Farma Brasil.

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Existe relação entre vasectomia e câncer de próstata?

vasectomiaA mais recente pesquisa sobre a relação entre a vasectomia e o câncer de próstata foi realizada, recentemente, pelo Instituto Americano do Câncer e pela Associação Americana de Urologia, e o que já era consenso entre as autoridades no assunto, foi comprovado mais uma vez: a vasectomia não foi associada ao aumento do risco de câncer de próstata. A pesquisa reuniu uma seleção criteriosa de 10 grandes estudos, com mais de 7 mil pacientes vasectomisados e 430 mil participantes não vasectomisados, americanos e europeus.

A reversão da vasectomia também não parece interferir em aumento ou diminuição do risco para se desenvolver o câncer de próstata, os fatores de risco mais importantes ainda são idade, etnia e hereditariedade.

Um breve entendimento do trato genital masculino: os espermatozoides são produzidos nos testículos e são capacitados em um órgão que se localizada atrás do testículo, o epidídimo. Quando por excitação sexual ocorre o orgasmo, os espermatozoides caminham pelos ductos deferentes até a uretra prostática. O líquido seminal é composto por duas glândulas que produzem sêmen, a próstata e a vesícula seminal, sendo que os espermatozoides se juntam a estas secreções glandulares na uretra prostática. A partir daí, o sêmen é eliminado por contrações que se iniciam no colo vesical, localizado na próstata (junto a bexiga) até a uretra. Portanto, a sensação do orgasmo masculino ocorre por contrações sequenciais que acontecem da uretra prostática até a uretra distal, expulsando em jatos o sêmen.

A vasectomia é uma cirurgia que visa obstruir o ducto deferente, impedindo a passagem do espermatozoide. Normalmente é feita com anestesia local por abordagem na bolsa testicular, com uma ou duas pequenas incisões. Este ducto é seccionado (dividido por um corte com bisturi) e uma ligadura com fio cirúrgico é realizada para obstruí-lo. Desta forma, interrompe-se a passagem dos espermatozoides, eliminando-os do sêmen. O homem então, passa a ejacular durante o orgasmo, sem espermatozoides. O detalhe, porém, é que o volume dos espermatozoides corresponde a menos de 1% do sêmen, não havendo, portanto, percepção do paciente com relação à diminuição do volume ejaculado após a vasectomia.

Em alguns casos especiais, como em pacientes com bolsa testicular pequena, a abordagem aos ductos deferentes é mais difícil e o urologista pode usar outra via para realizar a vasectomia. Nestes casos pode-se operar sob anestesia geral realizando uma pequena incisão na virilha de cada lado para se atingir o cordão espermático e seccionar o ducto deferente, tornado o homem estéril.

Confirmação por espermograma

Após a cirurgia, a esterilidade deve ser confirmada por espermograma, exame realizado após dois meses da vasectomia. É recomendável que o casal use algum método contraceptivo até esta prova final da esterilidade. E o paciente deve ficar pelo menos uma semana sem ejacular após a cirurgia.

A vasectomia é eficiente em mais de 99% das vezes, porém, há casos em que a técnica pode falhar. Casos como esses são raros, mas podem acontecer quando ocorre uma passagem mínima de espermatozoides entre os cotos dos deferentes seccionados. O pior de tudo é que o marido pode realizar um espermograma e confirmar a azoospermia, ou seja, a ausência de espermatozoides no sêmen. Neste caso, a vasectomia deverá ser refeita, é claro.

São mistérios vistos raramente na vida do urologista. O risco de gravidez após vasectomia é de aproximadamente 1 em 2.000 para os homens que têm azoospermia ou com – raros espermatozoides imóveis no espermograma pós-vasectomia. Os médicos devem conhecer estes fatos para não criar maior constrangimento familiar.

A reversão da vasectomia também não interfere com a próstata

A reversão não parece interferir em aumento ou diminuição do risco para se desenvolver o câncer de próstata, os fatores de risco mais importantes ainda são idade, etnia e hereditariedade.

O sucesso do procedimento de reversão, quando possível, é maior que 90% nos homens que se submeteram a vasectomia em até 10 anos. Por esta razão deve-se discutir com o casal a intenção da vasectomia antes da sua realização. Hoje é muito importante que o médico discuta com seu paciente em que consiste a cirurgia, quais são as etapas e as possíveis complicações relacionadas ao ato operatório. Vale lembrar que neste procedimento o médico deverá conversar com o casal, para que ambos entendam o caráter permanente da vasectomia. Hoje existem normas para que o casal passe em avaliação psicológica para que, então, a cirurgia possa ser realizada depois de três meses. O casal deve estar absolutamente consciente dos prós e contras do procedimento. Antes da cirurgia o consentimento informado deve ser assinado pelo paciente.

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“Preconceito é uma ignorância”: Músico conta como venceu o câncer de próstata

exames-de-prostataDia 23 de março de 2013. Para o músico Rafael Prista, essa data ganhou um significado diferente, um tanto amargo. Foi quando ele recebeu o diagnóstico do câncer de próstata, aos 58 anos. “Foi terrível. Quando abri o envelope do resultado da biópsia, cheguei a ter uma queda de pressão. Eu, que nunca senti nada, que nunca havia entrado em um hospital como paciente, tinha um câncer”, lembra o carioca.

“Sempre fui uma pessoa muito saudável. Não costumo ficar gripado mais que dois ou três dias. Sempre fui magro, não sou sedentário, me alimento muito bem, corro três vezes por semana pelo menos 5 km e nunca senti absolutamente nada”, conta ele. Tudo começou durante um exame de rotina, que apontou a alteração no resultado do PSA – Antígeno Prostático Específico, proteína indicadora do câncer de próstata. O exame foi refeito e continuou com o resultado acima do esperado. O próximo passo foi o exame de toque retal e a biópsia.

O exame dura menos que cinco segundos, não dói e pode salvar a sua vida

O que fez a diferença no tratamento e na recuperação foi o diagnóstico precoce, graças aos exames e consultas regulares que Rafael realizava: “Infelizmente perdi recentemente um amigo para o câncer de próstata. Ele não fazia exames regulares. Quando descobriu, só conseguiu administrar uma sobrevida bastante sofrida. Fazer exames regulares é de fundamental importância”.

Com o diagnóstico em mãos, era hora de decidir como seria o tratamento. “O médico me explicou as possibilidades e disse que, pela experiência dele, a opção com maior possibilidade de cura real seria a cirurgia. A cirurgia no estágio inicial tem uma chance de 90% de cura. Pesei todos os prós e contras e decidi operar o mais rápido possível. Me operei em 20 de abril, menos de um mês depois da descoberta”, conta.

Medo e superação

“É impossível não haver alguma sequela inicial. Quando você vai para a mesa de operação, sabe que pode ser que não vença o câncer, que terá pelo menos alguma incontinência urinária e que pelo menos por algum tempo terá que esquecer que sexo existe. Tive muita sorte por ter sido assessorado por médicos muito competentes. Fui para a mesa de operação pensando que o principal era remover isso de mim. Qualquer sequela que eu viesse a ter, depois veria o que fazer”, explica ele.

A soma dos cuidados de Rafael com a saúde resultaram na ótima recuperação que ele teve. “É claro que após passar por uma experiência dessas, nada é igual a antes. Fui tão abençoado, que não tive nem que fazer nenhuma terapia complementar após a cirurgia. Fiquei dentro do melhor prognóstico. Aos poucos e com o auxílio de medicamentos fui tendo melhoras e, hoje, passados três anos da cirurgia, estou recuperado. A única sequela definitiva foi a infertilidade, mas não quero mais ter filhos. Isso me deu até uma certa ‘liberdade'”, brinca ele, hoje com 62 anos.

“Não tenham preconceito!”

E para os homens que ainda relutam em realizar os exames de rotina, como o de toque retal, Rafael dá o recado: “Não tenham preconceito! É uma ignorância sem tamanho. O exame dura menos que cinco segundos, não dói e pode salvar a sua vida. Muitos homens não sabem, mas o câncer de próstata é um tipo de câncer que se alimenta da testosterona, produzida pelos testículos. Quando há uma metástase grave, um dos tratamentos para tentar frear o câncer é a castração, tudo por causa do medo e preconceito de fazer um exame rotineiro. Isso não é ser macho, é ser burro”, conclui o músico.

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Câncer de próstata: diagnóstico precoce evita tratamento agressivo

medicoNa década de 80, o câncer de próstata era diagnosticado, na maioria das vezes, quando a doença já estava numa fase avançada. Era frequente recebermos pacientes que haviam procurado auxílio devido a dor lombar e que, no decorrer da investigação, descobria-se que a dor era provocada por uma metástase deste câncer para as vértebras da coluna lombar. Pouco havia a fazer, exceto tratamentos paliativos que, na melhor das hipóteses, conseguiam manter o paciente vivo por no máximo mais cinco anos.

Nessa mesma década, verificou-se uma enzima produzida pela próstata que podia ser dosada em exames de sangue, e também que essa dosagem estava aumentada em pacientes portadores de câncer de próstata. Além disso, percebeu-se que este aumento era proporcional à extensão da doença: em pacientes com a doença em estado inicial a elevação era discreta, e em pacientes com doença avançada o aumento era muito grande. Sabendo disso, os urologistas começaram a recomendar que os homens fizessem de rotina o exame “preventivo” da próstata. Desde então muito se aprendeu em relação ao câncer de próstata e seu tratamento.

Procure sempre conversar com seu urologista, ele é a pessoa mais indicada para lhe orientar.

O diagnóstico precoce do câncer de próstata permite que os tratamentos tenham maior chance de curar o paciente da doença. A Associação Européia de Urologia, em suas diretrizes, chama a atenção para o fato que o diagnóstico precoce do câncer de próstata evita 35% das mortes que ocorreriam pela doença, caso esse diagnóstico não fosse feito em programas de rastreamento.

Na pista do câncer

O diagnóstico de tumores na próstata é feito a partir de dois exames: o toque retal, por meio do qual os urologistas conseguem perceber a consistência da próstata (as regiões da próstata acometidas pelo câncer tendem a ter consistência mais endurecida), e a dosagem, no sangue, do antígeno prostático específico (PSA), que está aumentado nos pacientes portadores deste tipo de câncer.

A partir de achados alterados nesses dois exames, deve ser solicitada a biópsia da próstata, e com ela o exame histopatológico dos fragmentos prostáticos, que selam o diagnóstico. No entanto, nem sempre um câncer de próstata diagnosticado em fase inicial precisará de tratamento – este só deverá ser realizado em pacientes cuja expectativa de vida seja suficientemente longa para que ele possa efetivamente usufruir do benefício do tratamento. Geralmente pacientes muito idosos ou com outras doenças concomitantes graves, e que por isso tenham expectativa de vida inferior a 10 anos, não devem ser tratados, pois o óbito acontecerá antes por outras causas. Recomenda-se até mesmo que não se deva realizar o exame rotineiro da próstata em homens com este perfil. É consenso geral que pacientes assintomáticos com mais de 75 anos não devem ser submetidos a exames para o diagnóstico precoce deste tipo de tumor.

Nos homens com expectativa de vida maior a situação é totalmente diferente: devemos pensar sempre em não deixar que o câncer diminua a perspectiva de vida, tampouco comprometa a qualidade de vida. A prostatectomia radical (assim denominamos a cirurgia para o tratamento do câncer de próstata) é considerada o tratamento padrão para essa doença. Deve sempre ser indicada nos pacientes que podem se beneficiar do procedimento: aqueles com expectativa de vida superior a 10 anos e cujo câncer tem maiores chances de evoluir.

Por outro lado, em determinadas situações, o câncer de próstata localizado necessitará de tratamento imediato, mesmo em homens mais jovens. Em alguns casos selecionados, quando os exames mostram tumores de comportamento menos agressivo, ou tumores que possam demorar mais tempo para evoluir, podemos propor ao paciente somente o acompanhamento, e iniciar o tratamento mais tarde, porém antes que a doença possa progredir a ponto de diminuir as chances de cura.

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Portadores de câncer de próstata podem sacar FGTS e ser isentos de impostos

dinheiroIsenção de impostos, saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e cobertura do auxílio-doença. Esses são alguns direitos garantidos aos homens diagnosticados pelo câncer de próstata, mas que, segundo a advogada especializada em Saúde, Claudia Nakano, nem todos os que são acometidos pela doença sabem disso. Veja abaixo todos os direitos para quem for diagnosticado com câncer de próstata.

Segundo a advogada, os direitos disponibilizados para quem é diagnosticado com a doença ajudam no tratamento do câncer ou em outras despesas médicas.

Um dos direitos ao pacientes é início do tratamento pelo SUS, via radioterapia, quimioterapia ou cirurgia contra o câncer de próstata, em até 60 dias após o diagnóstico. Para a advogada, caso o paciente não seja atendido até a data limite, ele deve recorrer à Ouvidoria do Ministério da Saúde e à Justiça.

Outro direito adquirido pelo paciente de câncer de próstata é a isenção do Imposto de Renda dos proventos de aposentadoria, pensão ou reforma.

Para isso, o paciente precisa comprovar que tem ou teve a neoplasia maligna e que recebe o benefício previdenciário ou complementação. A solicitação da isenção é feita administrativamente, mas havendo negativa, o paciente poderá recorrer ao Poder Judiciário.

Além disso, os pacientes têm a opção de sacar o FGTS, não somente do titular do fundo, mas também de um dependente do doente, como esposa ou filhos.

Para a liberação, é necessário apresentar atestado médico com validade até 30 dias, relatando o histórico da doença, o estágio clínico atual e cópia dos laudos de exames diagnósticos da doença.

Outro auxílio aos pacientes de câncer de próstata é o auxílio-doença, concedido aos trabalhadores afastados de suas atividades por mais de 15 dias consecutivos. Para isso, deve ser feita perícia médica da Previdência Social, e o segurado precisa ter contribuído por, no mínimo, 12 meses.

Outro direito adquirido é a gratuidade nos transportes públicos, sejam municipais, intermunicipais ou interestaduais.

Além disso, os pacientes de câncer de próstata também possuem acesso gratuito aos remédios para o tratamento da doença.

“São remédios de alto custo e quando a pessoa precisa fazer uso deles por um período prolongado, isso faz diferença no orçamento”, explica advogada.

Para garantir esse direto, é preciso fazer solicitação junto à Secretaria da Saúde ou no Plano de Saúde. No entanto, segundo Cláudia Nakano, é comum que o pedido seja negado, e nesses casos é preciso entrar com ação judicial.

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PB pode fechar ano com 1.200 casos de câncer de próstata; obesidade é agravante

novembro-azulA obesidade é fator de risco para diversas doenças, inclusive para o câncer. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), 596 mil novos casos da doença (incluindo todos os tipos) devem ser registrados no Brasil neste ano. Desses, 15 mil estarão associados à obesidade e ao sobrepeso. De acordo com o INCA, a obesidade está influenciando principalmente na incidência de câncer de próstata, mama e colorretal. “A obesidade aumenta o risco de câncer de próstata e o tumor em homens obesos é mais agressivo”, afirma o urologista Rafael Coelho, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo e do Hospital Albert Einstein. Na Paraíba, o INCA projeta o registro de mais de 1.200 casos da doença só neste ano.

Alimentação adequada e a prática de exercícios físicos são fundamentais para combater a obesidade e, consequentemente, diminuir o risco de câncer. “A atividade física é benéfica porque mexe no metabolismo, nos níveis, por exemplo, de insulina e glicose”, explica a Educadora Física que integra o comitê científico do Instituto Vencer o Câncer, Luciana Castelli Assman.

Como forma de prevenção, são recomendados 150 minutos de atividade física distribuídos na semana. “Pode ser caminhada, corrida, dança. Mas tem que ser uma atividade vigorosa e feita de forma regular”, ressalta a especialista.

Para o paciente que está em tratamento de câncer de próstata, a atividade física também é benéfica. O exercício fortalece o sistema imunológico e também tem papel importante para estimular a produção óssea. “Quem faz o tratamento hormonal pode ter perda da massa óssea. Exercícios de força e sobrecarga vão estimular a produção óssea”, explica Luciana Assman.

Durante o tratamento do câncer de próstata, a atividade física deve ser feita após a liberação do médico e sempre com um acompanhamento de um profissional qualificado. O tipo de exercício e a frequência serão definidos pelo educador físico que acompanhará o paciente. “Para cada fase do tratamento tem que ter uma atenção especial. Quem faz radioterapia pode ficar mais cansado, então tem que dosar bem. O segredo está na regularidade do exercício. O paciente tem que tentar sempre fazer alguma coisa”, acrescenta Luciana.

Os benefícios da atividade física para quem faz tratamento de câncer de próstata vão além. Alguns pacientes ficam deprimidos e os exercícios ajudam a reverter esse quadro. “A atividade física ajuda a melhorar a autoestima, a combater a depressão. Proporciona um bem estar para o paciente”, afirma a educadora física Luciana Assmam.

Agência Brasil

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