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Para promover torneio de futsal, belgas acertam bolas em bunda de modelo

bola-na-bundaNa Bélgica, jogadores do Antuérpia fizeram um vídeo promocional curioso para a revista Clint. Para promover um torneio de futsal, a revista promoveu uma disputa de pênaltis diferente entre jogadores e modelos locais. O objetivo, em vez de fazer o gol, era acertar o traseiro das moças. Depois elas recebiam a forra e chutavam a bola nos atletas. Os jogadores Joren Dom, Derreck White e Adrian Brovina foram “escalados” para participar do insólito confronto. Veja o vídeo abaixo:

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Aluno que promover brincadeira em redação do Enem terá nota zerada

ELZA FIÚZA/ABR
ELZA FIÚZA/ABR

O ministro da Educação, Aloizio Mercante, afirmou nessa quinta (5) durante uma entrevista coletiva sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em Brasília, que as redações da prova serão avaliadas com mais rigor do que no ano passado. Para isso, o MEC quase dobrou o número de corretores, criou uma comissão de doutores e pós-doutores para treiná-los e estabeleceu uma nova regra, pela qual as inserções de trechos indevidos poderão invalidar os textos, o que na prática significa nota zero. A prova será realizada em 26 e 27 de outubro por 7,1 milhões de candidatos, novo recorde, superando 5,9 milhões no ano passado.

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“Criamos uma comissão de especialistas para corrigir redação. São doutores e pós-doutores, todos com notório saber, que estão nos ajudando em estudos, pesquisas e na formação dos corretores. Temos feito mesas-redondas, artigos, vídeo aulas, tudo para aprimorar nossa capacidade de fazer uma boa avaliação”, disse o ministro, durante o lançamento do guia do candidato, que está disponível apenas pela internet, no site do ministério.

Na edição do ano passado, estudantes inseriram na redação trechos do hino do Palmeiras e receitas culinárias. Pela regra anterior, isso resultava em uma perda de metade da nota, cujo máximo é de mil pontos. “Esse edital é mais rigoroso e a banca será mais rigorosa na avaliação. As inserções indevidas podem zerar a redação, e não mais tirar metade da nota, principalmente quando é uma inserção de deboche e que não cabe no conjunto do texto”, disse.

O Ministério da Educação praticamente dobrou o número de corretores das redações: foram contratados 9.500 profissionais contra 5.600 no ano passado. Cada um deve avaliar uma média de 1.600 redações. O valor pago por texto corrigido também aumentou de R$ 1,90 para R$ 3. Ao todo, serão produzidas 15,7 milhões de provas, incluindo as adaptadas para estudantes com necessidades especiais, que serão aplicadas em 1.661 municípios.

As redações do Enem são avaliadas por dois corretores, em cinco competências diferentes. Se houver uma diferença de 100 pontos ou mais, o texto será avaliado por um terceiro corretor e, caso a diferença persista, ela será encaminhada para uma comissão de avaliadores. Na última edição a diferença deveria ser de 200 pontos para que o texto fosse encaminhado para o terceiro corretor. Com a mudança, 52% das redações devem ser avaliadas por três profissionais.

Exceções

Mais de 70 mil provas serão adaptadas para candidatos com necessidades específicas. Para os alunos com cegueira ou baixa visão serão contratados ledores especialistas, capacitados para fazer a leitura de gráficos e imagens, além da impressão de provas ampliadas e da compra de mesas maiores para seu manuseio. Além disso, haverá provas em braile, tradução simultânea em Libras e especialistas em leitura labial, dependendo da necessidade de cada candidato.

O Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela prova, entrará em contato, individualmente, com cada estudante que declarou precisar de adaptações. Entre eles, 14 são cegos, surdos e mudos e precisarão de um sistema de comunicação específico e um escreve apenas com os pés e precisará fazer a prova deitado.

Além disso, 6.068 gestantes farão o Enem. Delas, 3.108 irão dar à luz em outubro, e 517 podem ter os bebês durante os dias de prova. No ano passado, a jovem Pâmela Oliveira, de Sidrolândia (MS), teve o filho no segundo dia do Enem, no banheiro da escola estadual onde fazia a prova. Ela recebeu atendimento e pôde fazer um novo exame semanas mais tarde.

“Precisamos colocar um suporte para a eventualidade de fazer um novo parto ou ter a estrutura para que a candidata possa chegar a tempo de dar à luz no hospital”, disse Mercadante. “Se precisar vamos recorrer ao Mais Médicos”, brincou, citando o programa do governo federal que leva médicos para municípios pobres onde não há profissionais.

Quem precisar de adaptações especiais e não a receber ligação do Inep deve entrar em contato com o órgão, pelo telefone 0800-616161. A ligação é gratuita.

Dicas

O guia da prova, lançado hoje, traz orientações para o candidato. O manual é dividido em quatro partes: a primeira apresenta como os textos serão avaliados e esclarece dúvidas relacionadas ao tamanho, título e padrões ortográficos; a segunda detalha as cinco competências que serão avaliadas; a terceira analisa redações do Enem 2012, tendo em vista o que se esperava do candidato; e a última traz cinco redações que obtiveram a nota máxima no ano passado, com exemplo.

O ministro foi questionado pelo fato de, em uma delas, um candidato ter escrito a palavra “espanhóis” sem acento em uma das vezes que grafou o termo. “Fica claro que todas as competências estão bem trabalhadas pelo participante. Há uma palavra que ele usa três vezes, uma sem acentuação. Isso mostra que tem domínio e não agride os princípios do Exame”, explicou Mercadante.

“Seria simples colocar uma redação sem nenhum erro. Os especialistas defendem que um jovem que está fazendo o Enem está em processo de domínio da norma culta e é preciso considerar as cinco competências que dão a qualidade da redação”, continuou. “Há um erro específico, mas o conjunto do texto demonstra o domínio.”

Entre o final de setembro e o começo de outubro, os candidatos receberão um cartão pessoal confirmando a inscrição e indicando os locais de prova. O ministro pediu que os estudantes visitem o local com antecedência e saiam de casa com tempo de sobra para chegar, mesmo com imprevistos.

“A coisa mais triste é ver um jovem que estudou e se preparou chorando no portão porque não chegou a tempo. O horário não é o local. É o de Brasília”, disse. “Não brinquem com celular na sala de aula. É proibido”, lembrou. Quem não receber o cartão deve entrar em contato com o Inep.

O Enem é pré-requisito para acessar programas de acesso a ensino superior, como o Sisu, Fies, o ProUni e o Ciência sem Fronteiras, além de programas de inserção no ensino técnico.

 

por Sarah Fernandes, da RBA

Professores e estudantes da UFPB realizam ação para promover o respeito à diversidade

 

           Na próxima sexta-feira, 07 de dezembro de 2012, a partir das 21h, os habituais frequentadores do Relicário Petiscos Bar, localizado no Bairro Mangabeira da capital paraibana, serão surpreendidos por uma intervenção organizada por professores e estudantes da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Na ocasião, será exposto um mural de fotografias com temática voltada ao universo homoafetivo e, haverá também, uma encenação artístico-política.

            Segundo o estudante de Ciências Sociais e participante da ação, Bruno de Oliveira, 27 anos, o objetivo é enfatizar e afirmar a diversidade sexual e de gênero. “Buscamos ultrapassar as barreiras dicotômicas homem/mulher; homossexual/heterossexual, produzidas por esse contexto social heteronormativo”, afirma.

             Ainda de acordo com o estudante, trata-se de uma operação com fins políticos no que se refere ao respeito à diversidade e a luta contra a homofobia, questões centrais para o movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT). A iniciativa faz parte do Projeto de Extensão (Proext) da UFPB “Diversidade Sexual e Direitos Humanos”, em parceria com a Secretaria Estadual dos Direitos Humanos.

Andréa Meireles para o Focando a Notícia

‘Mensalão’: Os 6 argumentos dos que acusam o STF de promover um julgamento de exceção

À medida que avança o julgamento do chamado ‘mensalão’ no Supremo Tribunal Federal (STF), também se avolumam manifestações de intelectuais, juristas e outros nomes públicos sobre as decisões dos ministros. Nesta quarta-feira (26), uma “carta aberta ao povo brasileiro”, assinada por dezenas de personalidades, se espalha pela internet. E comentaristas como o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos já falam que o STF pode estar conduzindo um “julgamento de exceção”.

As críticas recaem sobre diversas questões que envolvem a análise do processo até aqui. Passam pelo ambiente externo ao julgamento, no qual a grande imprensa assume abertamente posição pró-punição, e chegam às teses empregadas pelos ministros nas condenações, consideradas em alguns casos como reinterpretação de posições anteriores da corte.

A Carta Maior reuniu, a seguir, as seis principais linhas argumentativas utilizadas pelos críticos do STF em artigos de jornais, entrevistas e outras manifestações públicas nas últimas semanas. Em geral, eles não tratam da inocência ou culpa dos réus, mas cobram respeito ao devido processo legal – o abrangente conceito constitucional que é uma das bases do estado democrático de direito. Confira:

1) Pressão da grande imprensa: antes do início do julgamento, o jurista Celso Antonio Bandeira de Mello já alertava para o risco de que o STF tomasse uma decisão “política” e não “técnica”, diante da enorme pressão da grande imprensa pela condenação dos réus. Conforme essa linha crítica, a corte, poderia atropelar direitos dos réus, como o duplo grau de jurisdição (o que foi negado no início do julgamento, quando se recusou o desmembramento) e o princípio do contraditório (uso de declarações à imprensa e à CPI pelos réus). Vale lembrar que em 2007, quando o STF aceitou a denúncia, o ministro Ricardo Lewandowski foi flagrado em uma conversa telefônica em que dizia que a “imprensa acuou o Supremo” e “todo mundo votou com a faca no pescoço”.

2) Protagonismo da teoria do “domínio do fato”: na falta de “atos de ofício” que vinculem réus às supostas ações criminosas, os ministros – como Rosa Weber e Celso de Mello – têm se valido da teoria do “domínio do fato”, que busca fundamentar a punição de mandantes que por ventura não tenham deixado rastros. O problema é que essa teoria é de rara utilização no STF, e não costuma servir de base única para condenações, segundo o professor da USP Renato de Mello Jorge Silveira, pesquisador do assunto. Diante da ausência de provas e da fragilidade dos indícios contra o ex-ministro José Dirceu, chamado de “chefe da quadrilha” na denúncia do Ministério Público Federal, especula-se que os ministros terão de se valer dessa tese para condená-lo.

3) Nova interpretação do crime de lavagem de dinheiro: pelo entendimento pacificado até antes do “mensalão”, a materialidade da lavagem de dinheiro pressupunha ao menos duas etapas – a prática de um crime antecedente e a conduta de ocultar ou dissimular o produto oriundo do ilícito penal anterior. A entrega dos recursos provenientes dos “empréstimos fictícios” do Banco Rural foi considerada lavagem, e não exaurimento do crime antecedente de gestão fraudulenta de instituição financeira. Da mesma forma, e por apenas um voto de diferença, o saque do dinheiro na boca do caixa foi considerado lavagem, e não exaurimento do crime de corrupção. Para os advogados, esse novo entendimento superdimensionará o crime de lavagem, já que sempre que alguém cometer qualquer delito com resultados financeiros e os entregar a outro, incorrerá, automaticamente, nesta prática.

4) Tratamento distinto do “mensalão tucano”: o suposto esquema de financiamento ilegal de campanhas políticas do PSDB de Minas Gerais, montado pelo publicitário Marcos Valério, aconteceu em 1998, portanto cinco antes do caso que envolve o PT. Entretanto, não há previsão de quando haverá o julgamento. O chamado “mensalão tucano” tem 15 pessoas como rés e acabou desmembrado entre STF e Justiça mineira pelo ministro Joaquim Barbosa, que, no entanto, recusou esse mesmo pedido dos advogados no caso em julgamento. O tratamento do Ministério Público Federal também foi distinto: na ação penal contra o PT, o MPF entendeu que o repasse de dinheiro para saldar dívidas de campanha configura crimes como corrupção ativa, peculato e quadrilha. Já no processo contra o PSDB, o entendimento foi de que era mero caixa dois eleitoral. Por causa disso, no caso mineiro o MPF pediu o arquivamento do inquérito contra 79 deputados e ex-deputados que receberam recursos.

5) Julgamento em pleno período eleitoral: ao decidir fazer o julgamento no período das eleições municipais, o STF tornou-se um dos protagonistas das campanhas dos adversários do PT. As decisões dos ministros têm sido amplamente divulgadas nos programas de rádio e televisão, que pretendem gerar danos à imagem de candidatos do partido sem qualquer relação com o processo do “mensalão”. Os efeitos eleitorais das decisões da corte podem ser ainda mais intensos porque a maioria dos réus petistas deve ser julgada na semana anterior às eleições municipais.

6) Preconceito contra a política e o campo popular: ainda que os ministros do STF estejam fundamentando juridicamente suas decisões, conforme o princípio da ampla defesa, algumas manifestações durante o julgamento revelam “preconceito” contra os políticos, em especial os do campo popular. O cientista político Wanderley Guilherme dos Santos tratou do assunto em entrevista à Carta Maior, ao dizer que há um “discurso paralelo contra a atividade política profissional” nas falas de alguns ministros. Não é surpresa que esse discurso é o mesmo daquele da grande mídia, em que o tom acusatório sempre reverberou contra os réus do suposto “mensalão”.

Carta Maior

MPPB vai promover curso de capacitação para o fortalecimento do controle social do SUS

O Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos da Saúde e o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), promoverão o II Curso de Capacitação para o Fortalecimento do Controle Social do Sistema Único de Saúde (SUS). O evento acontece nesta terça-feira (12), no Teatro Íracles Pires, em Cajazeiras.

O curso, voltado para os conselheiros municipais de saúde da região, contará com a participação de auditores do Tribunal de Contas do Estado, do Tribunal de Contas da União e da Controladoria Geral da União. A ação, que faz parte do Planejamento Estratégico do Ministério Público da Paraíba (MPPB), tem a orientação da promotora de Justiça, Adriana Amorim, que coordena do Caop Saúde.

Veja a programação:

II Curso de Capacitação para o Fortalecimento do Controle Social do SUS

Data: 12/06/2012 – Cajazeiras – PB

08h00 – Recepção com Café da Manhã

08h30 – Credenciamento e Entrega de Material

09h00 – Abertura: O Ministério Público e o Controle Social

Dra. Adriana Amorim de Lacerda

Coordenadora do CAOP Saúde

09h30 – Palestra: O Controle Social no SUS

Dr. Antônio Eduardo Cunha

Presidente do Conselho Estadual de Saúde

10h00 – Palestra: Atenção Primária em Saúde no SUS

Dra. Cláudia Luciana Macedo Veras

Secretária Executiva de Atenção à Saúde – SES

10h30 – Palestra: Assistência Farmacêutica

Dra. Karolinna Marçal

Núcleo de Assistência Farmacêutica – Secretaria Estadual de Saúde

11h00 – Debates

12h00 – Almoço (livre)

14h00 – Palestra: Gastos com Saúde na Visão do Controle Externo

Dra. Maria Zaira Chagas Guerra Pontes

Auditora do Tribunal de Contas do Estado

14h40 – Palestra: Atuação do Conselheiro de Saúde no Acompanhamento da Gestão da Saúde

Dr. Jorge Luís de Moraes Fonseca

Auditor do Tribunal de Contas da União

15h20 – Palestra: Atuação do Conselheiro Municipal de Saúde

Dr. Laerte Dantas da Nóbrega

Auditor da Controladoria Geral da União

16h00 – Debates

17h00 – Encerramento – Lanche

Fonte: MPPB
Focando a Notícia

TJPB firma parceria com a UEPB para ampliar serviços da Justiça e promover práticas acadêmicas

Foto por: Ednaldo Araújo

O Tribunal de Justiça da Paraíba e a Universidade Estadual da Paraíba – UEPB, firmaram, na manhã dessa quinta-feira (26), no gabinete da reitora Marlene Alves, em Campina Grande, um acordo de interesses mútuos, que deverá ser consolidado com a cessão de uso de bens públicos destinados à instalação de novas unidades judiciais e equipamentos acadêmicos da instituição de ensino. O presidente do TJPB, desembargador Abraham Lincoln da Cunha Ramos, considerou a iniciativa importante para ampliar a prestação jurisdicional naquela comarca, e consequentemente, qualificar os alunos da instituição acadêmica com a prática profissional.

-Essa parceria atende aos anseios do Tribunal de Justiça  e da UEPB, pois permite ao Judiciário ampliar a prestação jurisdicional, que se faz necessária em virtude do crescimento da demanda social. A população tem buscado os serviços da Justiça, que a cada dia, precisa criar novos mecanismos para atender aos jurisdicionados”, disse o desembargador Abraham Lincoln, durante o encontro com os dirigentes da Universidade.  Ele lembrou das limitações orçamentárias do Poder Judiciário, no tocante ao acompanhamento da demanda. “Sabemos que o número de varas ainda não é suficiente, mas estamos trabalhando para melhorar os serviços e qualificar a prestação jurisdicional”, reforçou.

Presidente Abraham LincolnO desembargador-presidente reconheceu as dificuldades que o Judiciário enfrenta com a falta de novos juízes e servidores suficientes ao atendemento nos cartórios. Ele enfatizou que é preocupação constante a busca de iniciativas para melhorar a produtividade. Lembrou que no momento o TJ realiza concurso visando o preenchimento de 24 vagas para juiz-substituto, sabendo-se que a necessidade é ainda maior. A nova Lei de Organização Judiciária -Loje, segundo o magistrado, criou mais 67 vagas de juiz e inúmeras para servidores. Ao mesmo tempo, enquanto não se realiza os devidos concursos, o Tribunal promove mutirões no Estado e implementa o Núcleo de Conciliação para buscar solucionar os conflitos através do consenso, evitando, se possível, o início de uma relação judicial.

Já reitora Marlene Alves fez um resumo dos avanços da UEPB nos últimos anos, tanto que hoje, segundo relatou, a instituição de ensino paraibana desponta entre as melhores do país. Para ela, a parceria firmada com o Tribunal de Justiça vai oferecer mais oportunidades para a prática nas atividades acadêmicas, não só em relação à área jurídica, mas também em várias outros segmentos sociais no campo da Infância e Juventude, onde atuam também profissionais especializados nas áreas humanas e sociais.

O desembargador Abraham Lincoln cumpriu sua agenda na Universidade Estadual, acompanhado pelo diretor do fórum Afonso Campos, juiz Antônio Reginaldo, e os juízes Fernando Brasilino, das Execuções Penais; Gutemberg Cardoso, da Infância e Juventude e Alberto Quaresma, além do gerente do fórum, Agnelo Oliveira.  A reitora Marlene Alves estava acompanhada do professor Aldo Marciel, vice-reitor da UEPB.

TJPB/Gecom/genesio sousa

Novo portal Criança.PB vai qualificar jornalistas e promover iniciativas em escolas

O portal Criança.PB, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (SEDH) da Paraíba, entrou no ar no final de março com novo layout e novas funcionalidades para orientar profissionais de comunicação que realizam cobertura sobre o tema. O novo endereço marca o início das atividades do projeto para este ano, quando serão realizadas oficinas com profissionais do Direito e jornalistas, um seminário sobre os direitos da criança e do adolescente e mídia, além da segunda edição do Concurso de Jornalismo Criança.PB, que, em 2012, terá uma nova categoria: fotojornalismo.

Para a jornalista responsável pelo portal, Janaína Araújo, a retomada do Criança.PB dá continuidade ao trabalho de sucesso iniciado em 2010. “Tivemos 45 mil acessos no primeiro ano de atividades do portal. Lançamos informações específicas para jornalistas que atuam na área, com artigos, críticas, entrevistas com especialistas, informações sobre o tema, divulgação de eventos. A meta é fortalecer o discurso e o tratamento específico na área”, explicou, adiantando que a primeira ação será realizada em maio.

“Teremos uma oficina com operadores do Direito e da Segurança Pública, onde discutiremos, junto a especialistas de renome nacional, como estabelecer relações com a mídia, defendendo, ao mesmo tempo, os direitos das crianças e dos adolescentes conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”, enfatizou.

Criança.PB nas escolas

As ações do Criança.PB nas escolas começaram com uma iniciativa que envolveu cerca de sessenta estudantes de três escolas da capital, dos 12 aos 17 anos. Os adolescentes estão participando de oficinas para discutir como os meios de comunicação abordam os temas relacionados às crianças e adolescentes. A partir dessa discussão, os alunos farão, com a ajuda de um supervisor, programas de rádio sobre o tema, os quais poderão, ao final do curso, ser veiculados na Rádio Tabajara.

Para o responsável pela atividade, o radialista Sérgio Silva, como a atividade não requer equipamentos sofisticados, os estudantes não terão dificuldades. “A proposta é simples, mas com a intenção de criar um espaço de discussões, seja através de entrevistas, de prestação de serviços, ou mesmo através de dicas de telefones e meios que possam auxiliar crianças e adolescentes na garantia de seus direitos”, revelou.

Entretanto, além dos participantes da oficina, os demais estudantes das três escolas também poderão ser premiados. “Como os principais programas vão ser gravados em um CD, que será veiculado na programação da Tabajara, precisaremos de uma capa. Mesmo quem não tenha participado da oficina poderá submeter sua ideia. A melhor delas será premiada, porque o interessante é estimular a criatividade”, disse.

Fonte: Criança.PB