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Mais de 3,8 mil profissionais de saúde testaram positivo para Covid-19 na Paraíba

Desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou o novo coronavírus como uma pandemia, mais de 3,8 mil profissionais de saúde testaram positivo para Covid-19 na Paraíba. Mesmo com o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), esses profissionais que atuam na linha de frente, estão expostos e correm o risco de serem contaminados pelo vírus.

Os dados, publicados no boletim epidemiológico apontam que 3.815 profissionais da saúde pegaram Covid-19 e outros 3.454 estão sob investigação.

Ainda de acordo com o documento, o número de profissionais contaminados pelo coronavírus corresponde a cerca de 8% do total de casos confirmados na Paraíba. Do total de profissionais infectados pelo coronavírus, quase a metade, 47% foram de enfermeiros ou de técnicos e auxiliares de enfermagem.

Para tentar aumentar a segurança dos profissionais de saúde em seus locais de trabalho, o CRM-PB tem visitado hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) na Paraíba para verificar a quantidade de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), respiradores, leitos e profissionais de saúde, como está sendo feito o fluxo de pacientes e alertando aos médicos sobre a necessidade de notificação de todos os casos de síndrome respiratória, mesmo as leves e moderadas.

 

pbagora

 

 

Mais de 3,8 mil profissionais de saúde testaram positivo para Covid-19 na Paraíba, diz boletim

A Paraíba já notificou mais de 3,8 mil profissionais de saúde infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia no estado, em meados de março de 2020. A informação, publicada no boletim epidemiológico 31 na segunda-feira (6), aponta que 3.815 profissionais da saúde pegaram Covid-19 e outros 3.454 estão sob investigação.

Ainda de acordo com o documento, o número de profissionais contaminados pelo coronavírus corresponde a cerca de 8% do total de casos confirmados na Paraíba. Do total de profissionais infectados pelo coronavírus, quase a metade, 47% foram de enfermeiros ou de técnicos e auxiliares de enfermagem.

Dados publicados no boletim epidemiológico mostram cenário do coronavírus entre profissionais que atuam diretamente no combate do vírus — Foto: Reprodução

Dados publicados no boletim epidemiológico mostram cenário do coronavírus entre profissionais que atuam diretamente no combate do vírus — Foto: Reprodução

A divisão por categoria ainda aponta 13% de médicos, 7% de agentes comunitários de saúde e outros 3% de fisioterapeutas que pegaram a Covid-19. A lista é completada por agentes de saúde ou sanitário (2%), nutricionistas (2%), condutores de ambulância (2%), cirurgião dentista e demais profissionais (22%).

A Paraíba tem 53.151 casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgadas nesta segunda-feira (6). O número de mortes confirmadas por Covid-19 subiu para 1.118 no estado desde o início da pandemia. Já são 218 cidades da Paraíba com casos registrados da doença.

g1

 

ALPB aprova apoio psicológico a profissionais de saúde que atuam no enfrentamento à Covid-19

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, por unanimidade, na sessão remota dessa quarta-feira (1º), o Projeto de Lei 1.708/2020, de autoria do deputado Doutor Érico, que cria a Linha de Apoio aos Profissionais da Saúde (LAPS), que atuam na linha de frente do combate à pandemia do novo coronavírus.

De acordo com o autor do projeto, a LAPS garante ao profissional de saúde que atua na linha de frente de combate à Covid-19 escuta qualificada, através de um profissional especializado em saúde mental, além de acolhimento, orientação e suporte emocional aos seus familiares. O objetivo é que a medida seja adotada enquanto perdurar o Decreto de Calamidade Pública no Estado.

Dr. Érico explica que a crise sanitária desencadeada pela pandemia tem demandado do Poder Público uma atuação rápida e precisa para proteger a população. O deputado ressalta que esta crise está afetando a todos e, principalmente, aqueles que estão na linha de frente do combate à doença, que são os profissionais da saúde.

“Existe a necessidade de apoio a esses profissionais que, pelo trabalho intenso, com riscos de contaminação elevados e enfrentando condições adversas, podem ter sintomas de depressão, ansiedade, transtorno de estresse agudo, dentre outros”, alertou o deputado.

Os deputados também aprovaram o PL 1.763/2020, de autoria de Felipe Leitão, que obriga laboratórios privados e farmácias a notificarem os órgãos de saúde municipal e estadual sobre resultados positivos para a Covid-19 de clientes submetidos aos testes. O parlamentar observa que já existe essa recomendação do Ministério Público Federal e Ministério Público Estadual.

“Infelizmente, temos indícios que tal determinação não está sendo observada de forma efetiva, portanto, a lei vem reforçar as determinações já existentes no decreto”, argumentou Leitão.

 

agenciaalpb

 

 

Em três meses de pandemia, mais de 3 mil profissionais de saúde já foram diagnosticados com Covid-19, na Paraíba

Desde que a Organização Mundia de Saúde (OMS), declarou o novo coronavírus como uma pandemia, mais de três mil profissionais que trabalham na linha de frente de combate ao Covid-19 já foram infectados. Os dados divulgados pelo Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) também mostram que 400 médicos tiveram a doença e sete deles morreram no estado.

Ao todo 3.070 profissionais de saúde foram diagnosticados com Covid-19 na Paraíba, de acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PB).

Dos 3.070 profissionais diagnosticados, 13% são médicos e 7 morreram, de acordo com o CRM-PB. A maior parte dos infectados com Covid-19 são profissionais de enfermagem, sendo 30% técnicos ou auxiliares em enfermagem e 18% enfermeiros, segundo a SES-PB..

O médico Gabriel Vasconcelos trabalha na UPA do Alto Branco em Campina Grande, e revelou que nesses dias a batalha tem sido intensa. Ele garante que toma todas as precauções para evitar o contágio do vírus, mas sabe que o risco é iminente.
Rafael Heleno coordena a ala do Covid-19 no Trauma e também falou do risco que os profissionais enfrentam. No entanto, ele garante que no Trauma todos os profissionais usam os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), e procuram se cuidar para evitar o contágio do vírus,

A Paraíba tem 40.824 casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus, segundo incluindo os casos dos profissionais de saúde informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgadas nesta quinta-feira (25). O número de mortes confirmadas por Covid-19 subiu para 842 no estado desde o início da pandemia. Já são 216 cidades da Paraíba com casos registrados da doença.

Severino Lopes
PB Agora

 

 

Transporte público e profissionais liberais voltam às atividades, mas comércio em shoppings continuam fechados em JP

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), declarou na manhã desta sexta-feira (26), que o combate à covid-19 na Capital paraibana é o maior desafio do poder público nos últimos 100 anos.

O gestor apresentou a segunda fase do Plano Estratégico de Flexibilização das atividades econômicas da Capital.

Entre as medidas anunciadas, está o retorno do transporte público, testagem em massa nos terminais de integração, liberação das atividades para alguns profissionais liberais, além da abertura das lojas de material de construção para atendimento presencial, à partir de 6 de julho.

“Esse sem dúvida é o maior desafio dos últimos 100 anos. Não são decisões fáceis e simples, mas temos parâmetros que vêm norteando toda nossa ação planejada. Quero deixar claro que a nossa decisão fundamental é salvar vidas humanas, essa é nossa prioridade e tenho essa responsabilidade enquanto prefeito de João Pessoa. Chego hoje com alegria e satisfação pois como eu disse anteriormente esse plano não é uma camisa de forças, poderíamos chegar hoje 15 dias depois mantendo o que já estava, ou retrocedendo ou avançando e vamos avançar. Quero agradecer à população que tem entendido a necessidade de continuar ficando em casa” disse.

O número de óbitos, a diminuição da taxa de ocupação em leitos de Unidade de Terapia Intensiva e da pressão hospitalar, principalmente nas UPAS foram fatores apontados como preponderantes para a retomada.

Confira algumas mudanças:

– Retorno do transporte coletivo
– Retorno das atividades para profissionais liberais (contadores, corretores, advogados)
– Retorno das atividades para atletas profissionais, incluindo os clubes da Capital
– Retorno das lojas de material de construção, saindo de delivery para atendimento presencial respeitando os protocolos de medidas sanitárias.

PB Agora

 

 

Mais de 3 mil profissionais de saúde contraem coronavírus na PB

Mais de 400 médicos paraibanos já foram infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia, em março deste ano. Conforme dados do Boletim Epidemiológico 26, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), nessa quarta-feira (24), 3.070 profissionais de saúde foram diagnosticados oficialmente com a Covid-19 e, desse total, 13% são médicos.

No dia 12 de maio, o número de profissionais de saúde com a doença era 217. Ou seja, em cerca de 40 dias, esta quantidade aumentou quase 15 vezes. Levantamento do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) aponta que sete médicos morreram em decorrência do novo coronavírus.

A Paraíba registrou seu primeiro caso da doença há pouco mais de 3 meses, no dia 18 de março. Deste dia até 24 de junho já são 39.912 paraibanos notificados com a Covid-19 e 828 óbitos. O número de profissionais de saúde infectados representa cerca de 10% do total do estado. “Apesar da Paraíba estar realizando um número maior de testes que outros estados, sabemos que essa quantidade de pessoas infectadas deve ser bem maior, inclusive de profissionais da saúde”, destacou o presidente do CRM-PB, Roberto Magliano de Morais.

“Quanto mais médicos infectados, menos profissionais teremos para enfrentar essa batalha. Profissionais que estavam na ativa, oferecendo o que tinham de melhor, prestando auxílio e socorro médico aos pacientes com a Covid-19, tiveram que se afastar do trabalho e, alguns, foram a óbito”, completou Roberto Magliano.

Denúncias

Para verificar as denúncias sobre a segurança dos profissionais de saúde em seus locais de trabalho, o CRM-PB, através da campanha Médicos Contra o Coronavírus, informou que tem visitado hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no estado para verificar a quantidade de EPIs, respiradores, leitos e profissionais de saúde, como está sendo feito o fluxo de pacientes e alertando aos médicos sobre a necessidade de notificação de todos os casos de síndrome respiratória, mesmo as leves e moderadas.

Os médicos podem fazer denúncias através de um canal criado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), pela internet, para que sejam registradas as queixas da falta de estrutura de trabalho. Na plataforma (https://sistemas.cfm.org.br/fiscalizacaocovid/), podem ser informadas as falhas identificadas pelos médicos. Na Paraíba já foram feitas mais de 60 denúncias.

Problemas no processo de triagem, falta de Equipamentos Individuais de Proteção (EPIs), insumos, exames e medicamentos, material para higienização e recursos humanos são as principais queixas dos médicos que atuam em unidades de saúde que prestam assistência a casos confirmados e suspeitos de Covid-19 na Paraíba.

 

portalcorreio

 

 

Profissionais de saúde alertam para riscos da automedicação: ‘não existe medicamento profilático’

Com a recomendação de evitar ao máximo sair de casa como forma de prevenção à Covid-19, alguns outros cuidados com a saúde podem acabar ficando comprometidos. Seja pelo receio de sair de casa em busca de atendimento médico, seja a crença em boatos sobre a eficácia de determinados medicamentos em determinados casos, o fato é que não é raro que as pessoas recorram à automedicação. A prática é um risco à saúde e preocupa os especialistas.

Os médicos não apenas desaconselham como alertam para os perigos da automedicação. O médico e sanitarista Felipe Proença explica que todo medicamento tem efeitos colaterais.

“Os medicamentos antes de chegar às farmácias passam por rigorosos testes para saber se os benefícios são superiores a esses efeitos e todos os efeitos colaterais são bem documentados”, afirma. Por isso mesmo durante o uso, os pacientes precisam passar por um rígido acompanhamento.

Ainda de acordo com Proença, o risco da automedicação torna-se ainda maior quando o paciente já faz a utilização de outro medicamento, mesmo com orientação médica.

“Todo medicamento interage com outros. Sempre que você usa mais de um medicamento ao mesmo tempo, um pode alterar o modo de ação do outro e isso é muito preocupante em idosos, pois muitas vezes eles usam três ou quatro medicamentos diferentes todos os dias”, alerta.

No caso especifico da Covid-19, o médico alerta que não há comprovação de que algum medicamento pode efetivamente combater a doença, então tomar qualquer remédio na tentativa de prevenir-se ou evitar uma ida ao consultório é se expor a um risco desnecessário.

Proença afirma que até o momento, a recuperação dos pacientes depende mais da resposta imunológica de cada um do que de qualquer medicamento.

“Não existe nenhum medicamento profilático. Pessoas que tem um bom sistema imunológico tomam o medicamento e atribuem o fato de não adoecer ao medicamento, mas não é verdade”, frisa o médico.

Além dos riscos a saúde, Felipe Proença alerta para os riscos ao bolso. Quando surgem boatos sobre algum medicamento que pode levar à cura para a Covid-19, há uma corrida repentina às farmácias a procura desses medicamentos, fazendo com que os preços se elevem, muitas vezes prejudicando quem precisa efetivamente dos produtos. “Além de tudo, um gasto desnecessário”, finaliza.

Secom-JP

 

 

Maior parte dos profissionais de saúde infectados com covid-19 na Paraíba é de técnicos de enfermagem

Os técnico e auxiliar de enfermagem são os profissionais da saúde que mais testaram positivo para o Coronavírus na Paraíba. A informação foi dada no boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde da Paraíba, nesta segunda-feira (15).

De acordo com os gráficos, dos casos confirmados de Coronavírus, 9% são de profissionais da saúde. Deste número 30% são técnicos e auxiliar de enfermagem, 18% enfermeiros, 14% médicos, 3% fisioterapeutas, entre outros.

A Paraíba registrou 28.688 casos confirmados, 656 óbitos, 24.402 casos descartados, 6.890 casos recuperados de Coronavírus, até a noite desta segunda-feira (15).

 

clickpb

 

 

Estado faz nova convocação de profissionais para trabalharem no combate à Covid-19

A edição do Diário oficial do Estado deste sábado (6) trouxe uma nova convocação de profissionais de saúde para trabalharem no combate à Convid-19.

As categorias são de enfermeiros e técnicos de enfermagem para desenvolverem as suas funções no Hospital de Trauma de Campina Grande.

CONFIRA A RELAÇÃO COMPLETA NA PÁGINA 4 DO DIÁRIO OFICIAL.

paraiba.com.br

 

 

Psiquiatra alerta sobre sinais de estresse em profissionais da saúde

Mudanças no padrão de sono, medo e preocupação excessivos, dificuldades de concentração e sintomas físicos como taquicardia e mal estar generalizado. Esses podem ser sinais de alerta que os profissionais de saúde devem observar com bastante atenção. Segundo o chefe do Ambulatório de Psiquiatria do Hospital Universitário Lauro Wanderley, Roberto Mendes, o surgimento desses sintomas pode ser indício de estresse e cansaço mental.

Os trabalhadores da área da saúde estão vivendo uma rotina incomum nos últimos meses, principalmente aqueles que estão ligados diretamente à batalha contra o novo coronavírus, um momento histórico em suas carreiras. Por isso, devem estar bastante atentos à saúde mental. De acordo com o psiquiatra, profissionais que estejam apresentando sinais de estresse podem necessitar de cuidados logo no início, para evitar que o quadro venha a se agravar.

“A crise provocada pela pandemia de Covid-19 causou aumento exponencial da demanda por serviços médico-hospitalares, em todos os países envolvidos. Como consequência, é preciso estar preparado para enfrentar o inevitável incremento na sobrecarga emocional e de trabalho da equipe multidisciplinar. O estresse extremo, as incertezas de uma problemática inédita e a própria natureza médica muitas vezes difícil de surtos globais de doenças infecciosas, como a Covid-19, requerem atenção especial”, frisou Mendes.

Entre os fatores que contribuem para uma sobrecarga emocional nos profissionais de saúde, explicou o médico, estão situações de separação física da família e amigos, estigmatização e medo de transmitir a doença aos parentes. “Não menos importante, o risco potencial de ser contaminado durante o processo de trabalho e de contaminar outras pessoas atua como enorme ‘estressor’ para aqueles diretamente envolvidos nas linhas de frente”, destacou.

Outros sinais indicados pelo psiquiatra e que devem chamar a atenção são irritabilidade excessiva, apatia, angústia, e perda de senso de humor. Há também sintomas, ligados mais diretamente à saúde física, que podem ser indicação de que há algo de errado na saúde psíquica como mal estar generalizado, formigamento nos dedos, tontura, taquicardia, diarreias frequentes, dificuldades sexuais, e sensação de desgaste físico constante.

“Pode haver o agravamento de doenças crônicas como hipertensão arterial, gastrite ou úlcera e problemas dermatológicos, por exemplo”, enumera o psiquiatra, acrescentando que o amento no consumo de álcool e cigarro também integra a lista dos fatores ocasionados pelo estresse.

Adotar cuidados para manter a saúde física e o bem estar mental, controlando ansiedade e estresse, são fundamentais para que todos atravessem esta etapa da vida sem tantos prejuízos. Ser otimista e pensar positivo já é um começo. Mas existem atitudes que vão contribuir para lidar melhor com a situação: cuidar bem da alimentação, manter uma rotina equilibrada, praticar exercícios físicos e incluir na agenda (e tentar cumprir mesmo que o tempo esteja limitado) algo que você tenha prazer em fazer.

Dia a dia dos profissionais

A assistente social do HULW, Dandara Correia, conta que a apreensão integra a rotina de trabalho entre os profissionais de saúde após o surgimento da Covid-19. “Nosso dia a dia tem sido de muita tensão, que se dá pelo risco iminente de ser contaminado pelo vírus”, conta. A profissional destaca ainda a angústia que tem compartilhado com colegas em perceber os efeitos da pandemia (como a questão do isolamento social) na qualidade de vida e recuperação dos pacientes. “Observamos uma angústia ocasionada por conta das repercussões geradas pelas medidas de isolamento. Tanto na saúde física dos usuários, quanto emocional. Sofrimento para o paciente e para a família por conta do distanciamento, que afeta também o profissional”, complementa.

Mas as dificuldades são contornadas com a ajuda mútua entre os profissionais de saúde. Solidariedade e cuidado mútuo são características que têm aflorado ainda mais na rotina desses colaboradores durante o atual período em que estão vivenciando. Dandara explica que a preocupação permeia não apenas a questão física (como reforço nos procedimentos para evitar uma possível transmissão), mas também o lado emocional.

“Nós, assistentes sociais do HULW, estamos a todo o tempo prestando solidariedade umas com as outras, compartilhando e discutindo vídeos e materiais que ajudem no aspecto de preservação da saúde mental, como exercícios e mensagens para nos ajudar em meio a toda a essa tensão. A relação entre as assistentes sociais é de muita solidariedade”, relata.

 

portalcorreio