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A profissão do presente e do futuro

Desde fevereiro enfrentamos uma onda mundial que afeta as relações pessoais, o convívio social e a forma de trabalharmos. Neste período, o home office (ou teletrabalho) passou a fazer parte da rotina de muitos brasileiros, exigindo uma adaptabilidade com rotina de trabalhos, tecnologias da informação, programas e sistemas que facilitem a vida profissional, frente às orientações de isolamento comunitário.

Diante desse cenário, vemos que profissões que já atuam em rede e conectadas, utilizando do ambiente virtual para realizar suas atividades, foram reforçadas e as tendências tecnológicas que afetariam as profissões e que pareciam tão distantes mostraram-se necessárias para o hoje.

Uma dessas profissões é a de assessor executivo digital, cuja atuação é abrangente e suas atividades dinâmicas, envolvendo desde a gestão de redes sociais, documentos físicos e digitais, até a gestão financeira, orientação de carreira e imagem, entre outras atividades. Seu papel é auxiliar e facilitar a vida de outros profissionais, como médicos, com a gestão de agenda, controles financeiros, contato com os pacientes. Da mesma forma, um influenciador digital ou blogueiro também pode se beneficiar com o serviço desse profissional na gestão de suas mídias sociais, produção de conteúdo e até mesmo na gestão de parceiros.

O assessor executivo digital é uma profissão relativamente nova, mas em crescimento, já que sua forma de trabalhar e suas tarefas são realizadas por meio das facilidades que a internet proporciona, como o trabalho em home office, a organização de rotina por meio de programas de compartilhamento de informação, comunicações virtuais e assim por diante.

Para se tornar um assessor executivo digital é necessário conhecer sobre empreendedorismo, gestão da tecnologia e da informação, comunicação organizacional, relações interpessoais, marketing digital e novas mídias. Esses são só alguns dos conhecimentos que este profissional precisa ter para se destacar no mercado de trabalho nesta era virtual.

 

Autora: Flávia Roberta Fernandes, tutora do Curso de Assessoria Executiva Digital do Centro Universitário Internacional Uninter

 

 

Gestão de mídias sociais é a profissão de 2020

Profissionais contam com graduações e cursos livres para se capacitar; segundo especialista, estar atualizado é essencial para a área

Entre as 15 profissões que estão em alta para 2020, gestão de mídias sociais lidera a lista. Segundo o levantamento da rede social de negócios LinkedIn, a procura pela ocupação cresceu em média 122% ao ano entre 2015 e 2019. O cargo de assistente de mídias sociais também entrou no rol, com alta anual de 60%.

“As mídias sociais promovem uma comunicação indispensável entre empresa e público. O trabalho de um profissional da área é crucial para que o diálogo seja assertivo. Com isso, surge uma procura maior por bons gestores de mídias sociais”, explica a professora de Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, Maria Carolina Avis.

Formação

A profissão surgiu com a popularização das redes sociais, o que aconteceu com maior intensidade nos anos 2010. Por isso, não há uma “receita” de como se capacitar para atuar na área. Para Avis, a melhor opção é fazer um curso superior de Marketing Digital ou Comunicação.

“Aprender a parte operacional não basta. É preciso ter habilidades de marketing, comunicação, publicidade e planejamento estratégico”, diz. Os cursos livres são considerados complementos à formação, já que são mais voltados para a parte técnica.

Para os profissionais que estão começando na área, uma boa forma de conseguir experiência é a partir de trabalhos voluntários. Assim como o setor privado, organizações beneficentes estão apostando nas redes para prosperar. “Mesmo sendo um ofício novo, exige experiência prática para desenvolver habilidades de comunicação interpessoal, escrita clara, criatividade e organização”, defende.

Ocupações tecnológicas

Além das profissões ligadas a mídias sociais, a lista conta com seis outras ocupações na área de tecnologia e computação – engenharia de cibersegurança e cientista de dados, por exemplo. “Precisamos suprir o mercado de trabalho com profissionais capacitados em todos os segmentos que fazem uso de tecnologias, pois o ritmo de avanço está intenso. As instituições de ensino superior cumprem o papel de organizar a formação profissional para atender às novas demanda”, diz o reitor do Centro Universitário Internacional Uninter, Benhur Gaio.

Sobre o Grupo Uninter

O Grupo Uninter está entre os maiores players do segmento educacional, e é a única instituição de ensino a distância do Brasil recredenciada com nota máxima pelo Ministério da Educação (MEC). Além disso, o centro universitário conquistou o conceito 4 no Índice Geral de Cursos (IGC), divulgado pelo MEC. O resultado aliado à nota máxima de seu programa de educação a distância (EAD), consolida a Uninter como a melhor instituição EAD no Brasil, à frente dos outros cinco maiores grupos educacionais que atuam na modalidade.

Sediado em Curitiba (PR), já formou mais de 500 mil alunos e, hoje, tem mais de 250 mil alunos ativos nos mais de 200 cursos ofertados entre graduação, pós-graduação, mestrado e extensão, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância. Com polos de apoio presencial, estrategicamente localizados em todo o território brasileiro, mantém cinco campi no coração de Curitiba. São 2 mil funcionários trabalhando todos os dias para transformar a educação brasileira em realidade. Para saber mais acesse uninter.com

Foto: Tracy Le Blanc – Pexels.

 

Assessoria uninter.

 

 

Profissionais de segurança privada da PB adoecem por causa da profissão, diz sindicato

Pelo menos 18% dos trabalhadores que atuam em empresas privadas de segurança de valores na Paraíba estão afastados dos seus postos por conta de doenças relacionadas à profissão, segundo um levantamento feito pelo sindicato que representa a categoria no estado (Sindesforte-PB). De acordo com o presidente da instituição, Laudisvan Gonçalves, a maioria das licenças e atestados médicos emitidos são por problemas psicológicos provocados pelo estresse na profissão.

Funcionários também são afastados por causa de ferimentos causados em ações de assaltantes (Foto: Antonio Junior/Divulgação/Arquivo)

Funcionários também são afastados por causa de ferimentos causados em ações de assaltantes (Foto: Antonio Junior/Divulgação/Arquivo)

Segundo o presidente do Sindesforte-PB, além dos atestados médicos por problemas psicológicos, os trabalhadores também se afastam da profissão por causa de danos físicos relacionados a crimes contra agências bancárias, carros-fortes, caixas eletrônicos e outras ações de assaltantes.

Um funcionário de uma empresa, que não quis se identificar, foi baleado duas vezes durante ações de assaltantes. Um dos tiros foi nas costas e o outro no cotovelo, fazendo com que ele perdesse os movimentos do braço.

“A minha fisioterapia, eu liguei para a empresa para saber se eles pagavam, né? A empresa falou que não tinha o direito de pagar, que não pagava, então paguei do meu bolso. Fiz algumas sessões, mas a médica falou que não adianta mais fazer, que meu braço não chega mais ao normal. Perdi dois movimentos”, diz o segurança.

Para Laudisvan Gonçalves, a recorrência dos casos acaba prejudicando os funcionários. “O trabalhador de uma empresa dessas trabalha o tempo inteiro pressionado psicologicamente e por causa disso temos essa média de funcionários afastados por problemas de saúde. E grande parte destes trabalhadores que entram com atestado médico se recuperam pouco, voltam a trabalhar, mas em menos de um mês voltam a colocar atestado. Eles são vistos com outros olhares pelas empresas e na primeira oportunidade, acabam sendo demitidos”, completa.

G1

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Luiz Couto orienta bancada a regulamentar profissão de cuidador

Luiz Couto PlenarioA Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, 8, em caráter conclusivo, proposta que regulamenta a profissão de cuidador.

Além de exigir dos trabalhadores ensino fundamental completo e curso de qualificação na área, o texto prevê idade mínima de 18 anos, atestados de bons antecedentes, e de aptidão física e mental. O deputado paraibano Luiz Couto (PT) orientou a bancada a votar favorável ao texto.

Originalmente, o Projeto de Lei 1385/2007, regulamentava apenas a profissão de babá, definida como a empregada contratada para prestar serviços de natureza contínua, cuidando de crianças.

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Durante a discussão na CCJC, parlamentares frisaram que regulamentar uma profissão referindo-se apenas às mulheres seria inconstitucional, e, além disso, há inúmeros profissionais no Brasil que também possuem atribuições e responsabilidades semelhantes, investindo tempo, esforço e cuidado com pessoas que possuem necessidade de acompanhamento profissional, como os idosos, portadores de deficiências ou de doenças raras.
Especialização – Durante a discussão também foi mencionado que o mais importante é a especialização que a nova regra estimula, no cuidado de portadores de necessidades especiais. “Há uma escassez de profissionais, e nossa população está envelhecendo, será cada vez mais necessário contratar ajuda para nossos idosos”, disse Couto.
O deputado Luiz Couto orientou a Bancada do PT ao voto favorável já que a proposta define o cuidador como profissional que acompanha e dá assistência a crianças, idosos, pessoas com deficiência ou doença grave. Essas ações podem ser temporárias ou permanentes, domiciliares, comunitárias, ou institucionais, e incluem o cuidado com o bem estar, saúde, alimentação, higiene pessoal, educação, cultura, recreação e lazer. O texto também se refere à independência de quem recebe os cuidados, que deve ser um dos deveres do cuidador.
Restrições – Quando forem contratados por pessoas físicas, os cuidadores devem se enquadrar nos mesmos direitos dos empregados domésticos, mas se forem contratados por empresas especializadas estarão vinculados às normas gerais de trabalho. Além das causas normais, cuidadores poderão ser dispensados por justa causa se ferirem direitos do Estatuto da Criança e do Adolescente, ou do Estatuto do Idoso.
Para diferir dos cuidados exigidos por doenças mais graves, e que seriam de responsabilidade de enfermeiros, a proposta deixa claro que o cuidador só pode administrar medicamentos de via oral e sob orientação de profissionais de saúde.
Os cuidadores que atuam hoje terão dois anos a partir da aprovação da lei para se adequar às novas regras.

Ascom do Dep. Luiz Couto

Dois médicos são presos por exercício ilegal da profissão em hospitais da Paraíba

Identidades foram divulgadas por MPPB e Polícia Civil
Identidades foram divulgadas por MPPB e Polícia Civil

Dois homens foram presos apontados pela Polícia Civil e pelo Ministério Público da Paraíba por exercício ilegal da medicina em João Pessoa e em Pilar, a 55 km da Capital, na Zona da Mata paraibana.

De acordo com informações do MPPB e da Polícia Civil, Adailton Alves de Medeiros e Aderilton Alves de Medeiros, pai e filho, são os acusados. Segundo as investigações do MPPB e da Civil, o médico Adailton Alves mantinha dois contratos com a prefeitura de Pilar, um para prestar serviço em unidade de saúde da família e outro como plantonista no Hospital Maria do Carmo Carneiro Borges, porém é o filho dele, Aderilton Alves, quem efetivamente prestava os serviços contratados.

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Conforme as investigações, Aderilton Alves se formou em medicina na Universidad Tecnica Privada Cosmos, na Bolívia, mas não conseguiu revalidar o diploma no Brasil, tendo tirado nota zero no exame de revalidação. Como não teve o diploma revalidado por universidade brasileira, Aderilton não possui registro no Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) e utiliza a identidade do pai, com a anuência dele, assinando prescrições de medicamentos, requisições de exames e prontuários. Em Pilar, Aderilton se identificava como Adailton, utilizando inclusive o carimbo do pai, que contém o número do registro no CRM-PB.

Após serem ouvidos, os dois homens presos serão encaminhados ao 5º Batalhão da Polícia Militar, em João Pessoa.

Segundo o promotor de Justiça substituto de Pilar, Romualdo Tadeu Araújo, Aderilton Alves e Adailton Alves são acusados dos crimes de exercício ilegal da medicina, falsidade ideológica e falsa identidade. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos apartamentos dos dois presos e no hospital de Pilar. O objetivo da operação é coletar provas e aprofundar a investigação para apurar possível participação de terceiros.

A investigação durou quatro meses e a operação batizada de ‘Operação Falsários’ contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba.

Assista a um vídeo divulgado pelo MPPB e pela Polícia Civil.

 

 

Portal Correio

Jornalismo é quarta pior profissão no Brasil, aponta pesquisa de site de empregos

O site de busca de empregos Adzuna.com realizou um estudo para descobrir os melhores e os piores empregos no Brasil. Baseada nas vagas anunciadas no site, a pesquisa analisou mais de duas mil profissões.

Crédito:Stock.XCHNG
Jornalista é a quarta pior carreira no Brasil
Segundo a Folha de S.Paulo, as funções foram consideradas a partir de diferentes critérios, incluindo potencial financeiro, ambiente de trabalho, competitividade e demanda de mercado. Os motoristas de ônibus e entregadores lideram o ranking dos piores trabalhos. Jornalismo aparece em quarto lugar.

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O site justifica que esses profissionais lidam com prazos apertados, baixo potencial de aumento de salário, e uma longa e cansativa jornada de trabalho.Confira as listas completas das carreiras (com média de salário anual):

Profissionais com as piores atividades
1. Motoristas de ônibus (R$ 20 mil)
2. Entregadores (R$ 12 mil)
3. Assistentes de cozinha (R$ 14 mil)
4. Jornalistas (R$ 20 mil)
5. Policiais (R$ 30 mil)
6. Vendedores (R$ 25 mil)
7. Empregadas domésticas (R$ 15 mil)
8. Garçons (R$ 14 mil)
9. Assistentes sociais (R$ 26 mil)
10. Seguranças (R$ 23 mil)
Profissionais com as melhores atividades
1. Engenheiros (R$ 60 mil)
2. Profissionais de TI (R$ 40 mil)
3. Cirurgiões (R$ 50 mil)
4. Advogados (R$ 30 mil)
5. Veterinários (R$ 20 mil)
6. Profissionais administrativos (R$ 30 mil)
7. Atuários (R$ 30 mil)
8. Fisioterapeutas (R$ 25 mil)
9. Arquitetos (R$ 58 mil)
10. Dentistas (R$ 40 mil)
Redação Portal IMPRENSA

Tatuadores e perfuradores temem efeitos de Ato Médico; profissão pode se tornar ilegal

eye-ball-tatooOs olhos de Mariana de Queiroz, 21, estão bem vermelhos. Mas ela não cogita ir ao médico. O rubor é de propósito: tatuou de escarlate o branco dos globos e, piscando um deles, concorrerá ao posto de miss da Tattoo Week, convenção que acontece de sexta a domingo.

O evento é tipo uma São Paulo Fashion Week, só que para modas do corpo. Em vez de roupas, desfilam línguas bifurcadas (divididas em duas partes por um bisturi), lóbulos de orelha com alargadores (em que cabe uma latinha de refrigerante), dentes de ouro e outros acessórios que fazem tatuagem parecer coisa de criança.

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A temporada traz com ela baladas como a Frrrkcon. Na pista de dança, festeiros se penduram no teto por anzóis que furam sua pele.

É o fim da picada?

Mas Mariana periga ser obrigada a procurar um médico, caso queira retocar o colorido do olho.

É que o Ato Médico, lei que determina o que os profissionais da saúde podem fazer, foi aprovado pela presidente Dilma Rousseff na quinta.

Seu texto normatiza que cabe apenas a um médico fazer “procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos”. Tatuagens e piercings são considerados procedimentos invasivos.

“Temos um medo de que a lei acabe restringindo nosso trabalho”, diz o artista Snoopy, à frente da Associação dos Tatuadores e Perfuradores.

A aflição existe há mais de cinco anos, quando um grupo de tatuadores buscou o Conselho Federal de Medicina, responsável pelo texto da lei, e fez o acordo para que as agulhas de tatuagem ficassem fora da jurisdição dos doutores.

Segundo o conselho, o trato ainda vale. Salomão Rodrigues Filho, da entidade, afirma: “Não é interesse do médico fazer isso, ele não fará tatuagens ou piercing. Não tem nada a ver com ação terapêutica ou diagnóstica”.

“Mas não está no papel que também pode ser feito por tatuador ou ‘piercer'”, ressalva Snoopy. “Então nunca se tem certeza.”

Não que leis no papel façam muita diferença nesse mercado. Há na cidade 30 mil lojas especializadas em tatuagem ou piercing –99 em cada cem são clandestinas, calcula a associação do setor.

ILEGAL É ILEGAL

Procedimentos da moda, como introduzir um soco inglês feito de silicone sob a pele, para que ele apareça em alto relevo, tampouco estão dentro da lei.

“Implante subcutâneo é invasivo, exige anestesia local e deveria ser feito por médico”, afirma Rodrigues, do conselho de medicina.

O outro lado contra-ataca: “Já peguei muito piercing feito por médico que foi rejeitado pelo corpo. Eles não necessariamente sabem fazer melhor”, diz o perfurador André Fernandes, no ofício desde 1997.

Um dos nomes em ascendência no ofício, Rafael Leão Dias já tingiu o branco dos olhos de 20 pessoas em um ano. “Tive treinamento de dois anos para fazer isso.”

O pigmento utilizado para colorir o globo ocular deveria ter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas não tem.

“É impossível registrar tudo. O processo na Anvisa custa coisa de R$ 1 milhão”, diz a artista Suzana Deiker. “Então trazemos produtos dos EUA ou da Europa e usamos.”

Marina, a menina dos olhos vermelhos, diz que não teve problemas. “Doeu bastante. Mas a dor é rápida e a tinta fica para sempre.”

*

SERVIÇO

Tattoo Week
O que: convenção com quase 300 expositores e 45 mil visitantes
Quando: de sexta (19) a domingo (21)
Onde: Expo Center Norte – av. Otto Baumgart, 1.000, Vila Guilherme
Quanto: R$ 23

Frrrkcon
O que: festa de suspensão (pessoas que se penduram do teto por ganchos parecidos com os de açougueiro)
Quando: sábado (20), a partir da meia-noite
Onde: Madame Satã – r. Consellheiro Ramalho, 873, Bela Vista
Quanto: de R$ 10 a R$ 60

Folha

Profissão Repórter vai mostrar efeitos da seca em Guarabira

Profissao-Reporter-EquipeA situação provocada pela longa estiagem no Nordeste será destacada no programa Profissão Repórter, da TV Globo.

A equipe comandada pelo jornalista Caco Barcelos fez um levantamento das cidades mais atingidas e Guarabira está na relação.
Há duas semanas, uma equipe de jovens repórteres veio a Guarabira, fez imagens e colheu depoimentos de pequenos agricultores que sofrem com a seca. Animais mortos e carcaças de animais foram filmados pela reportagem em comunidades rurais.

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Um dos entrevistados foi o presidente da Associação de Moradores do Carrasco, Neno, que desferiu críticas à política de enfrentamento a seca do Governo Federal.A TV Globo ainda não disse quando será exibido o programa tratando sobre os efeitos devastadores da seca.
Portal25Horas / Tv Web Cidade

Brasil é o terceiro país com mais jornalistas mortos no exercício da profissão

namiraO Brasil é o terceiro país com maior número de mortes de profissionais de imprensa no exercício da função, segundo a Press Emblem Campaign (PEC), ONG que cuida da proteção de jornalistas e que tem sede na Suíça.

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De acordo com relatório da PEC, o país já registrou em 2013 o assassinato de quatro jornalistas, informou a Agência Estado.

O Paquistão lidera a lista, com nove profissionais assassinados.

Portal IMPRENSA

Após lei que regulamenta a profissão, comerciários querem valorização e melhores condições de trabalho

comerciarioNa semana passada, a presidenta Dilma sancionou a Lei 12.790/13 que regulamenta a profissão de comerciário, avançando no reconhecimento da categoria.

A Contracs (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços) desde o inicio ungiu esforços acompanhando e debatendo junto a sua base e com a sociedade a importância deste apontamento para o conjunto da categoria.

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“Esta conquista é fruto de grandes mobilizações, muitas conversas, audiências e debates no Congresso Nacional. Falamos de uma categoria cuja história remonta ao ano de 1890 com a profissão dos caixeiros-viajantes. Por isso, parabenizamos os 12 milhões de comerciários por esta valorosa conquista que levanta a autoestima e colabora no respeito e fortalecimento das nossas negociações coletivas”, celebrou Alci Matos, presidente da Contracs.

Porém, conforme ressalva Valeir Ertle, dirigente da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e da Contracs, foram retirados dos projetos originais que deram origem a Lei 12.790 questões importantes sobre as condições de trabalho e valorização dos/as trabalhadores/as.

“Conquistamos o reconhecimento, mas as condições de trabalho dos comerciários ainda são precárias. Em alguns locais, chegam a jornadas extenuantes de 56 horas semanais. Por isso vamos aprofundar nossa luta pela redução da carga horária, melhorias das condições de trabalho, fim dos trabalhos aos domingos e feriados, combate ao assédio moral”, elencou.

Liberdade e autonomia sindical – muito se veiculou/inventou nos meios de comunicação sobre o artigo 5º do projeto, o qual fixava uma taxa sindical a ser recolhida pelos trabalhadores, resolução que foi vetada pela presidenta Dilma

A CUT, maior central sindical do Brasil e da América Latina, reitera mais uma vez a sua posição histórica contra o imposto sindical e defende sua substituição por uma contribuição sobre a negociação coletiva que seria definida democraticamente pelos/as trabalhadores/as em assembleia.

Logo após o reconhecimento legal das centrais em 2008, um acordo assinado entre as próprias centrais e governo estabelecia que o imposto deveria ser alterado para uma contribuição negocial.

“Continuaremos lutando para o cumprimento dos termos deste acordo através de um projeto de lei que envolva todas as categorias. O encaminhamento desta questão tem seu caráter de urgência, já que vemos hoje toda uma ofensiva do Ministério Público do Trabalho contra nossos sindicatos no sentido de impedir que seja encaminhado o desconto da contribuição negocial, o que acaba invibializando a luta de sindicatos que são ralmente combativos”, relatou Valeir.

“Mesmo não aprovado no projeto de regulamentação dos comerciários, isso levantou o debate dobe a importância da taxa negocial. Vamos fazer essa a luta da CUT valorizando os preceitos de liberdade e autonomia dos trabalhadores”, complementou Alci.

 

 

Escrito por: William Pedreira

CUT