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Criminosos se passam por passageiros e assaltam motorista e professora na rodovia entre Belém e Guarabira

Um motorista de transporte alternativo e uma professora foram assaltados por três criminosos que se passaram por passageiros na manhã desta segunda-feira (12). O crime aconteceu por volta das 11h30, na rodovia PB-073, entre Belém e Guarabira, na Paraíba.

Segundo relatos do motorista, na saída da cidade de Belém, os criminosos armados anunciaram que se tratava de um assalto. O objetivo do grupo era roubar o carro, segundo o motorista.

O alternativo saiu da rodoviária de Solânea com destino a Guarabira. O motorista foi obrigado a dirigir com a arma apontada a sua cabeça. A professora que mora em Guarabira, esposa de um policial, teria entrado no alternativo no distrito de Roma.

De acordo com a Polícia Militar, após receber as informações, o veículo foi interceptado nas imediações do Contorno Viário. Ao perceber a presença dos policiais, os criminosos reagiram atirando em direção à guarnição. Houve resposta por parte dos policiais.

Um dos assaltantes foi detido pela equipe do tenente Diniz (CPU) e apoio da Força Tática. Os comparsas conseguiram fugir entrando em um matagal. Na ação ninguém ficou ferido.

O carro modelo Siena, de cor preta, dinheiro e objetos das vítimas foram recuperados pela polícia. O acusado preso é da cidade de Campina Grande.

A polícia continua realizando diligências no intuito de localizar e prender os dois assaltantes que fugiram pela zona rural.

@reporterpedrojunior – Patrulhando Nas Ruas

 

 

Bilhete solidário de criança de 9 anos emociona professora em Minas Gerais

“Ver a inocência e pureza da criança, querendo ajudar o próximo e fazer o bem. Fiquei muito emocionada”. As palavras são da professora Taciana Ferreira Martins, após lembrar do gesto solidário de sua aluna de nove anos. Ela leciona para o quarto ano na Escola estadual Dona Leonina Nunes Maciel, localizada na pequena Cruzília, Sul de Minas Gerais. Foi lá que, enquanto recolhia uma pequena contribuição dos estudantes para a confecção de ovinhos de chocolate, na última sexta-feira, recebeu um bilhete com o recadinho da tímida garotinha: “Tia, três reais são meus e os outros três são para alguma criança que não tiver dinheiro para pagar”, dizia o texto da menina.

— Ela disse “tia, lê no bilhete”. É toda tímida. Guardei o papelzinho em um canto, continuei anotando os nomes das crianças na lista. Depois, quando abri, vi aquele bilhete. Nossa, foi muito emocionante! — disse a professora, que leciona há uma década e, neste ano, dá aulas para pequeninos entre oito e nove anos. — Ver uma situação dessa vindo de criança, com tantas notícias tristes e coisas ruins acontecendo, e ver essa inocência e pureza da criança, querendo ajudar o próximo e fazer o bem.

Emocionada com o gesto de sua aluna, a professora resolveu compartilhar a experiência em sua página nas redes sociais. Ela postou uma imagem do bilhete entregue pela menina, acompanhado do texto: “Sempre falo que sou abençoada pela profissão que exerço. E mais ainda, sou abençoada por trabalhar com crianças. Esse ser puro, inocente e que me ensina mais do que eu a eles”, afirma em um trecho do texto.

A postagem viralizou e, até a manhã desta terça-feira, já acumulava mais 75 mil compartilhamentos e 12 mil comentários.

— Nunca imaginei que fosse repercutir tanto. Postei porque achei que deveria compartilhar essa história. Fiquei muito feliz. Para as pessoas enxergarem que tem gente de bom coração e que o mundo tem solução. Fica aquela esperança no fim do túnel — acrescentou a professora.

A escola em que Taciana dá aulas recebe alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. Tradicionalmente, próximo à Páscoa, eles encomendam os ovinhos de chocolate para celebrar a data — a mãe de uma secretária que trabalha na unidade faz as iguarias, cobrando um “preço simbólico”.

Segundo a professora, os pais que têm condição contribuem com o valor e os professores completam o dinheiro, caso alguns alunos não possam contribuir. Taciana disse ainda que a aluna que lhe entregou o bilhete é bastante tímida, quietinha, mas também é inteligente e bastante caprichosa.

A mãe da aluna contou à professora que a menina queria “levar um dinheirinho a mais”, mas tinha vergonha de que algum amiguinho ouvisse. Ela então sugeriu que a filha entregasse o bilhetinho.

— Ela queria fazer o bem, mas não queria aparecer em cima desse bem que estava fazendo. É uma gracinha, muito meiga, amiga de todo mundo. Não é de ficar falando muito, mas é uma belezinha. É o primeiro ano que dou aula para ela, estou apaixonada — derreteu-se a professora.

 

Extra

 

 

Em Tacima, professora utiliza seu décimo terceiro para premiar alunos

A professora de história Aline Martins Belarmino decidiu usar o seu décimo terceiro salário para premiar os alunos que se destacam nas turmas do sexto ao nono ano em sua disciplina. Aline, que também é advogada, exerce a profissão na Escola João Emídio dos Santos no Distrito do Braga de Cima, Município de Tacima, no Curimataú paraibano, desde o ano de 2014, quando foi aprovada em concurso público.

A premiação é feita pela própria professora, que avalia o ato com uma forma de incentivo a educação, onde os alunos que tem os melhores comportamentos e médias durante todo ano letivo são premiados. Entre os brindes, são sorteados viagens, tabletes, medalhas e um envelope com uma quantia em dinheiro.

No ano de 2018 o destaque foi um aluno que havia sido reprovado no ano de 2017, mas esse ano se destacou pelo esforço e comportamento em sala de aula e recebeu a premiação da professora.

A cerimônia é realizada de forma simples, contando apenas com a professora, alunos, um representante familiar de cada premiado e alguns funcionários que são convidados pela professora.

Aline destacou a satisfação de contemplar os alunos. “É uma realização pessoal, pois isso que faço é acreditar que nós quanto professor podemos fazer a diferença na vida do aluno”, destacou.

A professora ainda destacou que por ensinar em uma comunidade carente, afastada dos grandes centros percebe que parte dos alunos não visualizam a educação como perspectiva para o futuro.

“ACREDITO QUE O INCENTIVO DAS PREMIAÇÕES, PODE FAZER COM QUE ELES PERCEBAM NO PRESENTE ALGO QUE SÓ PERCEBERIAM EM UM FUTURO DISTANTE, MOSTRAR QUE A EDUCAÇÃO VALE A PENA HOJE E CONSEQUENTEMENTE QUANDO SE PEGA GOSTO PELO ESTUDO, CONHECIMENTO, TEREMOS UM FUTURO MELHOR”.

A professora destaca que consegue fazer a premiação devido a sua outra profissão de advogada, onde ela “sacrifica” seu salário para propor aos alunos um momento que certamente ficará marcado na vida de cada um.

“APESAR DE ESTAR EM UM CARGO COM REMUNERAÇÕES, QUE TEM MELHORADO A CADA DIA, MAS INFELIZMENTE SE DEPENDESSE APENAS DO SALÁRIO DE PROFESSORA NÃO SERIA POSSÍVEL REALIZAR ESTE PROJETO. FAÇO ISSO COM MUITA ALEGRIA E SEM NENHUM CONSTRANGIMENTO E GOSTARIA DE TER CONDIÇÕES DE FAZER MUITO MAIS PELOS ALUNOS QUE PASSAM O ANO INTEIRO COMIGO”.

A projeto é intitulado como “Estrelinhas” e acontece todos os finais de ano.

Confira algumas fotos:

Colaborou Áecio de Oliveira

portaldobrejo

 

Professora de escola em Alagoa Grande morre após cair da cama em Campina Grande

A professora Regilane Lacerda, de 31 anos de idade, morreu ao cair de sua cama ao se levantar para dar de mamar a sua filha de apenas dois meses. O episódio ocorreu nesta terça-feira (7), em Campina Grande, no Agreste paraibano.

De acordo com as informações, a vítima foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas após ser diagnosticado um coagulo de sangue e ter várias paradas cardíacas veio a falecer antes de ser encaminhada para o Hospital de Trauma.

A professora deixa uma criança de apenas dois meses de idade. As informações dão conta ainda que Regilane era professora da rede municipal da Prefeitura de Alagoa Grande no Brejo paraibano.

A queda pode ter sido causada por uma diminuição na pressão arterial.

Nordeste1

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PM e UEPB fazem acordo de aproximação após polêmica entre policial e professora

Uma reunião entre o comandante-geral da Polícia Militar na Paraíba, coronel Euller Chaves, e o Reitor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), professor Rangel Júnior, procurou colocar fim a uma polêmica que aconteceu na última terça-feira (31), envolvendo uma professora de processo civil e uma policial militar aluna do 7º período de direito, que foi impedida de fazer uma prova por estar fardada e armada, dentro do campus da UEPB de Guarabira, no Brejo, a 98 km de João Pessoa. O encontro para apaziguar a situação aconteceu no próprio campus, nesta sexta-feira (3), onde as duas instituições fizeram um acordo para desenvolver atividades para aproximar integrantes da universidade e da PM, a exemplo de especializações e um curso de direito penal militar que a UEPB vai oferecer.

Antes de chegar ao campus, coronel Euller se reuniu por mais de uma hora com a aluna policial militar envolvida no fato, a quem prestou solidariedade e apoio por causa da repercussão que o episódio teve. Em seguida, o comandante-geral participou de um encontro com todos os policiais militares do 4º Batalhão que estudam na Universidade Estadual da Paraíba, onde reafirmou a importância da qualificação profissional e acadêmica e conversou sobre a rotina deles na UEPB.

“Houve uma repercussão muito grande acerca do fato. Optamos por ir pessoalmente conversar com a nossa policial, escutamos atentamente as palavras dela e prestamos todo o apoio necessário. Conversamos também com os policiais que estudam no campus da UEPB e, em seguida, fomos a uma reunião com o reitor e professores. O caso está superado, colocamos nossas posições acerca do episódio na discussão e ficou decidida essa parceria para engrandecer as duas instituições, pois temos na educação e segurança a esperança de dias melhores e, quando esses dois campos estão em conflito, a sociedade é quem perde,” destacou Euller. 

O Reitor da UEPB, Rangel Júnior, falou que o fato vai aproximar ainda mais a universidade da Polícia Militar. “Foi um fato isolado, que já foi resolvido e o que ficou de importante foi a disposição das duas partes em promover parcerias para aproximar mais ainda as duas instituições”, disse.

A reunião contou também com o comandante do Policiamento Regional I, coronel Almeida Martins; comandante do 4º Batalhão, Tenente-Coronel Gilberto Felipe; do chefe adjunto do departamento de direito do campus da UEPB em Guarabira, Agassiz Almeida; representantes dos alunos da universidade e professores.

portalcorreio

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Sobe para 6 número de crianças mortas após vigia atear fogo em creche de Janaúba (MG); professora também morre

Mais duas crianças morreram na noite desta quinta-feira (5) depois de terem sido queimadas em uma creche de Janaúba, no Norte do Minas Gerais. Assim, sobe para seis o número de alunos mortos.

Segundo a assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, os dois, um menino e uma menina, estavam sendo transportados de Janaúba para Montes Claros. Ambos tinham quatro anos de idade. Os nomes ainda não foram divulgados.

A creche em que eles estavam foi incendiada pelo vigia noturno Damião Soares dos Santos, de 50 anos, segundo a polícia. Ele também morreu horas depois.

Também na noite desta quinta morreu, em Janaúba, a professora Helley Abreu Batista, de 43 anos. Ela estava com 90% do corpo queimado após ter sido atingida pelo fogo. A informação da morte foi dada por Ricardo Tolentino, diretor da Fundação Hospitalar de Janaúba, onde ela estava internada.

Segundo o Instituto Médico-Legal da cidade, também morreram no ataque:

  • Ana Clara Ferreira Silva, 4 anos
  • Luiz Davi Carlos Rodrigues, 4 anos
  • Juan Pablo Cruz dos Santos, 4 anos
  • Juan Miguel Soares Silva, 4 anos

Outras 24 pessoas seguem internadas, 21 das quais crianças, segundo o Corpo de Bombeiros.

G1

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Há 20 anos, professora leva espiritualidade e educação aos detentos na Cadeia Pública de Belém/PB através da Pastoral Carcerária

lene_mariaUm trabalho desafiador e incompreendido por muitos, mas essencial à ressocialização das pessoas privadas de liberdade, é desenvolvido pela professora Lene Maria na Cadeia Pública de Belém, no Agreste paraibano. São vinte anos dedicados à espiritualidade e a educação de detentos por meio da Pastoral Carcerária, cumprindo o ensinamento evangélico de Cristo que disse: “Estive preso e vieste me visitar” (Mateus 25, 36).

Mais do que uma visita, Lene Maria, professora da rede pública há duas décadas, dedica seu tempo, fora das salas de aula, ao acompanhamento educativo dos encarcerados que lotam as celas da cadeia de Belém. Atualmente, são 25 presos distribuídos em apenas 4 celas com pouco mais de 2 m², que já chegaram a abrigar 34 detentos.

Em 2016, a professora Lene começou a dar aulas aos apenados, em um projeto idealizado pela Promotora Ana Maria Pordeus Gadelha, unindo ao trabalho socioeducativo da Pastoral Carcerária. Participam do projeto, que continuará neste ano de 2017, através de parceria com a Prefeitura de Belém, os presos que não concluíram a primeira fase do Ensino Fundamental.

 
Trabalho junto aos encarcerados selecionados para o projeto educativo

Católica praticante, Lene Maria, que em 2015 participou de um curso sobre Justiça Restaurativa, ou seja, um modelo de Justiça que “valoriza o diálogo, compensando danos, gerando compromissos futuros e responsabilidades, objetivando a reintegração social da vítima e do infrator”, recebe o apoio do jovem professor Diniz Nascimento, membro da Igreja Metodista de Belém. Ação ecumênica e silenciosa, e quase solitária, iniciada há vinte anos, após o primeiro encontro realizado pelo padre Bosco, atual coordenador estadual e diocesano [Diocese de Guarabira] da Pastoral Carcerária, como conta a professora:

 
Anunciando o Evangelho de Cristo

“Este ano [a Pastoral Carcerária] completa 20 anos. Há 20 anos fui convidada por João Lúcio, filho de Lúcia Cruz, para participar de uma reunião na Igreja Nossa Senhora da Conceição, com Padre Bosco e alguns membros da Pastoral Carcerária de Guarabira. Neste dia, dei o meu SIM. As visitas aconteciam nas quartas-feiras.”

Continuando o relato ao Correio Belenense, Lene Maria fala sobre o desafio de encontrar voluntários para ajudá-la na Pastoral Carcerária, pois a maioria das pessoas convidadas ainda tem uma visão preconceituosa em relação à pastoral, que sempre contou com um número reduzido de membros:

 
Ouvindo os presos

“Por motivo de trabalhar em Nova Cruz, não foi mais possível João Lúcio participar. Fiquei caminhando sozinha. Depois convidei um senhor idoso, Sr. Herculano. Muito doente, os filhos levaram para o Rio ou São Paulo. Certo dia, convidei Maria das Neves de Sousa, conhecida como Nevinha, uma agente pastoral exemplar. Saiu da pastoral  porque Deus a chamou. Novamente, um dia André de Zé Rodinha chegou em minha casa e falou que ia caminhar comigo. Permaneceu uns seis anos, saiu para a Pastoral da Sobriedade. Com um tempo, já cansada de estar só, convidei os mais jovens e adultos, mas falavam que para presídio não gostavam. Continuei só. Hoje, louvo e agradeço a Deus pelo SIM de Diniz, o mesmo é congregado na Igreja Metodista”.

A “espinhosa e discriminada” missão da Profª Lene Maria, junto com o Prof. Diniz Nascimento, prossegue neste ano de 2017. Na quinta-feira passada (05/01), ocorreu a primeira visita do ano ao presídio em Belém. Na ocasião, a Pastoral Carcerária levou auxílio espiritual através da leitura da Sagrada Escritura e alguns alimentos aos encarcerados.

 
Profª Lene e Prof. Diniz em atividade da Pastoral Carcerária.

“Hoje dia 05/01/2017, no presídio de Belém, a Pastoral Carcerária foi visitar, levar a Palavra de Deus e um pouco de lanche aos nossos irmãos detentos. Eu e Diniz agradecemos a Deus por essa missão tão espinhosa e discriminada. Mas Jesus vê tudo e sabe todas as coisas. Obrigado, Senhor”, escreveu a Profª Lene em seu perfil numa rede social na internet.

Pastoral Carcerária

A Pastoral Carcerária nasceu com o próprio Jesus Cristo. Ele mandou que os cristãos visitassem os presos e Ele mesmo foi um preso. Portanto, a pastoral tem sua origem com o próprio Cristianismo. Contudo, somente na Idade Média, a partir dos séculos XI e XII, nasceram grupos organizados para visitar e resgatar as pessoas encarceradas.

No Brasil, embora a existência de grupos de visitação perde-se no tempo, a Pastoral Carcerária como serviço organizado da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) deu passos decisivos a partir de 1986, quando se realizou a primeira reunião nacional de que se tem notícia.

A partir de 1988 a coordenação nacional é criada e se iniciam contatos com organizações nacionais e internacionais, estes por meio do padre Chico, e passa a canalizar seus esforços para a contestação do sistema penitenciário e das violações dos direitos de presas e presas.

Estão entre os objetivos específicos da Pastoral Carcerária: o anúncio do Evangelho de Jesus Cristo [mas sem proselitismo]; a conscientização da sociedade para a difícil situação do sistema prisional; a contribuição para a redução da população carcerária; a superação da justiça retributiva por meio da justiça restaurativa; a promoção da inclusão social da pessoa presa; e a motivação e criação de políticas públicas que zelam pelo respeito aos Direitos Humanos.

Mais informação: http://carceraria.org.br/

correiobelenense

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Professora é esfaqueada pelo marido e pede ajuda no facebook

baraunaUma professora identificada como Vitória foi esfaqueada pelo marido, neste na tarde deste sábado (05), na cidade de Baraúna, Serido paraibano. Ferida, a mulher postou um vídeo no facebook pedindo ajuda.

Uma equipe do SAMU da cidade de Picuí foi acionado e socorreu a professora ferida para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, onde está internada. Seu estado de saúde é regular.

O marido, identificado como Normando, tentou fugir, mas foi preso.

A polícia não tem pistas sobre os motivos que levaram o homem a tentar matar a esposa.

MaisPB

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Professora teria sofrido sequestro após dupla entrar no carro dela; PM investiga

bairroUma professora teria sofrido um sequestro quando chegava para trabalhar na Escola Municipal Luiz Augusto Crispim, no bairro dos Ipês, na Zona Norte de João Pessoa, na noite desta quinta-feira (27). Segundo a Polícia Militar, que investiga o caso, uma dupla teria invadido o carro dela e fugido com a possível vítima, acelerando o automóvel bruscamente.

De acordo com a PM, o fato causou estranheza das testemunhas, pois, pelo que conhecem da personalidade da professora, não seria normal que ela saísse em disparada da escola, em pleno horário de expediente, com homens não identificados.

“Só sabemos, por enquanto, que ela é natural de Monteiro, não tem família em João Pessoa e reside em um apartamento no bairro de Manaíra”, contou o sargento Afonso, da Unidade de Polícia Solidária do bairro de Mandacaru, que fica responsável pelas ocorrências da região. O policial acrescentou que nenhum familiar da mulher pôde ser contatado e que ninguém apresentou o número do celular da professora.

Testemunhas informaram que, após deixar as proximidades da escola, o veículo, uma Mitsubishi Pajero de cor prata, teria parado e mais um suspeito teria entrado. Em seguida, o grupo seguiu para destino desconhecido.

Até o fechamento desta matéria, a polícia informou que seguiria investigando o caso. A possível vítima e os suspeitos não foram localizados.

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Arnaldo Monteiro é denunciado ao PSC Nacional por assédio sexual contra professora do município de Esperança

arnaldoApós ser denunciado à polícia e à Comissão da Mulher da OAB-PB por assédio moral e sexual contra uma professora da rede municipal de ensino do município de Esperança, Brejo da Paraíba, o deputado estadual Arnaldo Monteiro (PSC) terá agora que se explicar a executiva nacional do Partido Social Cristão.

Nesta quinta-feira (21) a namorada do empresário Ônio Emmanoel Lyra, a professora Arli Oliveira, alvo do suposto assédio, ingressou com uma representação contra o parlamentar paraibano no âmbito nacional da sigla para denunciar a conduta do parlamentar, que estaria adotando uma postura nada cristã na Paraíba.

Na representação, a professora pede, além da punição ao deputado, pela acusação de assédio moral e sexual, a punição também do prefeito Anderson Monteiro (PSC), pelas práticas de injúria, calúnia, constrangimento, entre outros, além da proibição do nome do gestor de ser indicado na convenção municipal para disputar a reeleição, com base no parágrafo 5º, artigo 14 do estatuto do PSC.

Em contato com a reportagem do PB Agora, o empresário Ônio Emannuel disse ainda que logo que os trabalhos parlamentares retornarem, a professora também fará a representação contra o deputado no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa da Paraíba, tanto por assédio moral, quanto por assédio sexual.

No início desse mês, a professora Arli Oliveira prestou depoimento à polícia sobre o caso e confirmou todas as acusações feitas pelo namorado contra o deputado esperancense. Ela apresentou conversas no bate papo do facebook com o parlamentar que, conforme o namorado da professora, beiravam a pornografia.

O delegado geral de Polícia Civil destinou uma delegada especialmente que acompanha os fatos e ainda deve chamar o deputado para depor.

Ônio também registrou um Boletim de Ocorrência pela agressão sofrida na sede do executivo municipal pelo irmão do parlamentar, que, segundo o empresário, teria incitado os funcionários a linchá-lo quando ele foi até o local para conversar sobre o assédio praticado pelo deputado Arnaldo Monteiro.

Já Arnaldo Monteiro, em nota encaminhada à imprensa, negou às acusações e deu entrada em uma ação penal de calunia, injúria, difamação contra o dono do Cartório de Registro Civil de Esperança Ônio Emmanuel Lyra.

Professora afastada

Após a denúncia, a professora se afastou das funções na Escola Municipal. Ela estaria sendo vítima de pressão psicológica por aliados do prefeito para retirar a denúncia. A docente passou por perícia médica e teve o auxílio doença, por problemas psicológicos, concedido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) concedido até o dia 31 de dezembro deste ano.

Segundo o empresário, a namorada está abalada. Chora e teme ser importunada a mando dos políticos da cidade.

CONFIRA A REPRESENTAÇÃO

AUXÍLIO DOENÇA CONCEDIDO PELO INSS


Márcia Dias

PB Agora