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Pesquisadores da UFPB criam respirador mais barato do país e empresas podem solicitar produção

A Agência de Inovação Tecnológica da Universidade Federal da Paraíba (INOVA-UFPB), finalizou o desenvolvimento do protótipo de ventilador pulmonar que é o mais econômico já produzido até o momento no Brasil. De acordo com os inventores, o custo estimado do aparelho será de R$ 400,00, mais barato do que o da USP que custará R$ 1 mil reais e 37,5 vezes mais barato do que um ventilador no mercado que custa R$ 15 mil.

A equipe de pesquisadores e servidores da UFPB foi responsável pelo pedido de patente, mas não pela fabricação, que deverá ser feita por empresa com autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e o aparelho ainda precisa passar por testes pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO). Nesses últimos caso, acredita-se que em face da urgência as tramitações burocráticas e testes sejam aceleradas.

O projeto tem licença aberta para os interessados em produzir o ventilador pulmonar. Os interessados deverão entrar em contato com a INOVA-UFPB por meio do e-mail: inova@reitoria.ufpb.br.

O equipamento também é de rápida montagem e programação, sendo possível concluir a montagem e deixá-lo plenamente operável em 60 segundos. Outro detalhe é que ele não é um respirador de emergência, podendo ser usado indefinidamente; ou seja, um substituto aos convencionais comercializados atualmente.

Os inventores tiveram como missão garantir uma alternativa nacional viável que pudesse ser disponibilizado com um baixíssimo custo para hospitais.

O produto faz uso da tecnologia touch-screen, é equipado com sistema multibiométrico e tem conectividade wireless. Inclusive é possível acessá-lo, monitorá-lo e operá-lo em tempo real remotamente por meio de aplicativo em dispositivos móveis (smartphones).

No dia 30 de março de 2020 as imagens do protótipo já estavam disponíveis nas redes sociais. No dia 31, foi realizada nova força tarefa com os inventores, a equipe da Diretoria de Propriedade Intelectual da INOVA-UFPB e do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (CGDI/EDIR-PE/SEDIR-PB/INPI) para preparar a redação do pedido de patente. No dia 01 de abril o pedido de patente foi finalizado e no dia 02 foi protocolado no INPI.

A iniciativa tem a coordenação do diretor Presidente Prof. Dr. Petrônio Filgueiras de Athayde Filho, que fez a demanda do projeto no dia 28 de março de 2020 para que fosse desenvolvido um ventilador pulmonar por pesquisadores do Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN). A equipe composta por Railson Ramos, Mario Ugulino, Válber Almeida, Tiago Maritan e Marcos Alves concluíram em 48 horas a missão.

 

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Laboratório da UFPB em Bananeiras inicia produção de álcool glicerinado

O Laboratório de Química do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), no campus III, em Bananeiras, iniciou produção de álcool glicerinado. O produto será usado para proteger profissionais da saúde dos municípios de Bananeiras, Solânea, Borborema, Belém e Serraria, no Brejo paraibano, do contágio pelo novo coronavírus (Covid-19). Outras cidades da região devem receber o sanitizante na próxima semana.

De acordo com a diretora do CCHSA, Terezinha Martins, o laboratório produziu, até o momento, 700 litros. Segundo ela, os municípios têm sofrido durante esta pandemia pela falta de álcool nas unidades básicas de saúde e nos centros de atenção psicossocial.

“A maioria das prefeituras tinha nada. Nós já vamos liberar para cinco prefeituras na próxima segunda-feira (6). Mas, pelo menos, outras dez já entraram em contato conosco para ver se tinha, porque a necessidade na região é tremenda”, explica a diretora.

O álcool também foi doado para uma instituição de longa permanência para idosos em Solânea, a Associação São Vicente de Paulo (Abrigo Menino Jesus), e está protegendo os 20% dos trabalhadores terceirizados que ainda estão trabalhando no campus.

A força-tarefa conta com gestores, professores e técnicos da Pró-Reitoria de Administração da UFPB, do CCHSA, do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros; do Centro de Ciências Agrárias (CCA), em Areia; e do Conselho Regional de Química, sobretudo na busca por insumos e outros materiais.

“Foram mais de cinco dias de trabalhos, durante dez horas por dia”, ressalta o professor Max Rocha, coordenador do laboratório. “O material produzido foi testado e é de excelente qualidade”, garante a diretora Terezinha Martins.

 

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Produção de veículos registra queda de 8,3% no mês de setembro

De acordo com um balanço divulgado nesta segunda-feira (7) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a produção de veículos caiu 8,3% em setembro na comparação com agosto. No total, foram fabricadas 247,3 mil unidades em setembro, contra 269,8 mil de agosto. Agora, em relação a setembro do ano passado, o número representa uma alta de 10,9%.

Segundo o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, no que se refere as exportações, ocorreu uma queda de 35,6% de janeiro a setembro, com 337,5 mil unidades vendidas para o exterior.

“Nas exportações, está se confirmando a queda em relação ao ano passado. Mais de 30% a menos do que em 2018, principalmente causado pela queda forte da Argentina.”

Atualmente, 127,9 mil pessoas trabalham na indústria automotiva, o que representa uma retração de 0,2% em relação a agosto.

 

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Limite para uso de milho na produção de cervejas é retirado

O governo federal decidiu retirar os limites de uso de milho e outros cereais nas cervejas fabricadas no Brasil. O Diário Oficial da União desta terça-feira (9) traz o Decreto nº 9.902, que altera a legislação de 2009.

O decreto também põe fim ao limite de 45% no uso dos chamados “adjuntos cervejeiros”, cereais como milho e arroz, usados como substitutos da cevada malteada por serem mais baratos. E estabelece que um novo limite será definido pelo Ministério da Agricultura em instrução normativa.

Um dos parágrafos retirados da legislação dizia que “parte do malte de cevada poderá ser substituído por adjuntos cervejeiros, cujo emprego não poderá ser superior a 45% em relação ao extrato primitivo”.

O novo texto restringe-se a dizer que “uma parte da cevada malteada ou do extrato de malte poderá ser substituída parcialmente por adjunto cervejeiro”, sem mencionar qualquer percentual ou limite, e que “os adjuntos cervejeiros previstos no caput e qualquer outro ingrediente adicionado à cerveja integrarão a lista de ingredientes constante do rótulo do produto”.

O decreto publicado nesta terça inclui a informação de que “a cerveja poderá ser adicionada de ingrediente de origem vegetal, de ingrediente de origem animal, de coadjuvante de tecnologia e de aditivo a serem regulamentados em atos específicos”.

A regulamentação anterior não previa o uso de insumos de origem animal, como mel ou lactose, na cerveja, casos em que a denominação autorizada para o uso no rótulo era de “bebida alcoólica mista”.

O novo decreto também flexibiliza a classificação de uma bebida como cerveja, simplificando-a de “resultante da fermentação, a partir da levedura cervejeira, do mosto de cevada malteada ou de extrato de malte, submetido previamente a um processo de cocção adicionado de lúpulo ou extrato de lúpulo”, excluindo outras diversas exigências anteriores, como a de que o uso de açúcares vegetais diferentes dos provenientes de cereais deve estar limitado a 10% do peso na cerveja clara, 50% no da escura e 10% do extrato primitivo na chamada cerveja extra.

O decreto desta terça também elimina o registro provisório de um ano, renovável por mais um, para bebidas pendentes de regulamentação ou definição de padrão de identidade e qualidade.

O texto agora diz apenas que “o registro da bebida que não possuir complementação do seu padrão de identidade e qualidade dependerá de análise e autorização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento”.

Outra mudança refere-se à metodologia de coleta para fiscalização, exigindo o recolhimento de três amostras, sendo: uma para a análise de fiscalização; uma para a análise pericial ou perícia de contraprova; e uma unidade para a análise de desempate ou perícia de desempate.

A exigência, no entanto, abre uma exceção, informando que a coleta das três amostras “não se aplica aos casos em que a constituição das três unidades para fins de amostra inviabilize, prejudique ou seja desnecessária para a realização da análise do produto ou bebida”, sem especificar em que situações a coleta inviabilizaria a análise.

Cervejarias artesanais comemoram

A publicação favorece as cervejarias artesanais, que há anos enfrentam dificuldades para obter aprovação do Ministério da Agricultura seus rótulos, devido a questões burocráticas, segundo o presidente da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), Carlo Lapolli.

“A LEGISLAÇÃO VIGENTE ERA A MESMA DESDE A DÉCADA DE 1940. O NOVO DECRETO AJUDA A DESBUROCRATIZAR PROCESSOS DE REGISTRO DE BEBIDAS, FAVORECENDO PRINCIPALMENTE AS CERVEJARIAS ARTESANAIS, QUE SOFRIAM MAIS COM ISSO”, AFIRMA LAPOLLI.

O executivo diz que a principal mudança para a categoria é a permissão do uso de ingredientes de origem animal na produção de cerveja.

“Antes uma cerveja adoçada com mel não era considerada cerveja, era vendida como bebida alcoólica mista. O mesmo acontecia com cerveja adoçada com lactose, outro adoçante comum nas cervejarias artesanais”, diz o executivo.

Lapolli acrescenta que representantes do setor cervejeiro discutem com os governos federais desde 2013 mudanças na legislação do setor de bebidas. O decreto publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União (DOU) contempla pedidos do setor, de acordo com Lapolli.

Em relação a essa regra, o dirigente diz que não espera mudanças nesse percentual por parte do governo.

“Em todas as conversas realizadas entre o setor privado e o governo, nunca foi dito pelo Ministério que haveria intenção de mudar esse percentual. Pelas reuniões que foram feitas acredito que o percentual deve ser mantido”, afirma Lapolli.

O executivo destaca ainda que o decreto libera o Ministério da Agricultura para editar uma instrução normativa para padronizar as questões de rotulagem.

“A instrução normativa deverá simplificar o registro de produtos, alterando, por exemplo, a classificação quanto ao extrato primitivo [quantidade de substâncias do mosto que deu origem à cerveja] e cor, entre outras informações técnicas.”

A Abracerva foi fundada em 2013 e possui 650 cervejarias artesanais associadas. No país, de acordo com dados do Ministério da Agricultura, existem atualmente 1 mil cervejarias artesanais em operação.

G1

 

Produção de álcool no nordeste está em risco

A produção de etanol do Nordeste e, consequentemente, na Paraíba, está ameaçada, porque o governo federal, em benefício dos EUA, retirou a taxação de 20% sobre as importações do etanol de milho, que representam o dobro da produção do Nordeste. Apenas nos primeiros cinco meses de 2017, o volume comprado dos americanos foi 45,7% superior ao somatório dos 12 meses de 2016. Com isso, a produção no Nordeste corre o risco de ser interrompida após o fim da próxima safra, que se inicia em agosto.

A grave denúncia é do Sindalcool-PB (Sindicato das Empresas de Produção de Álcool do Estado da Paraíba) e do FNS (Fórum Nacional Sucroenergético) que garantem ser a ameaça à economia da Paraíba, uma consequência direta da importação de etanol dos Estados Unidos e da política de variação de preços da gasolina e do diesel praticada pela Petrobras. Sem conseguir ocupar o mercado nacional, os produtores brasileiros do combustível feito a partir da cana-de-açúcar – principalmente os do Nordeste – podem precisar interromper a produção.

Dobro do Nordeste

Dados do FNS informam que as perdas na indústria brasileira estão sendo estimadas em R$ 2 bilhões em razão das importações oportunistas e dos subsídios financeiros destinados a expansão das exportações americanas. Os excedentes de produção de milho e de etanol alcançam nos Estados Unidos mais de quatro bilhões de litros.

“As importações americanas para o Brasil representam 25% do volume exportado, o dobro da produção do Nordeste. Recentemente houve elevação do imposto de importação na China para 30%, nada justifica para o governo brasileiro continuar mantendo alíquota do imposto de importação em zero”, disse o presidente do Sindalcool-PB, Edmundo Barbosa.

Para tentar evitar um cenário mais drástico de interrupção da produção, os produtores de etanol do Brasil se reuniram com o ministro de Minas e Energia, Fernando Filho, na semana passada. A intenção foi sentir o apoio do governo para o andamento de uma Medida Provisória que volte a aplicar uma taxa sobre o etanol americano e de uma política de previsibilidade de preços do combustível, para reduzir os impactos negativos sobre o etanol da variação mais constante da gasolina. Seguindo um estudo realizado pelo Ministério da Agricultura, o combustível americano concorrente entraria no País com uma taxa de 17%.

“O imposto de importação é um imposto regulatório, contudo, no atual momento a renúncia de receita desse imposto agrava as dificuldades para o fechamento de contas públicas e destrói a indústria brasileira de fabricação do Etanol”, destacou o Presidente.

No acumulado de janeiro a maio de 2017, as importações de anidro já somam US$ 542.560.292,00, de acordo com os dados do MDIC.

A renúncia de receita em imposto de importação pelo Governo Federal, é da ordem de US$ 118.020.653,17,ou equivalente à R$375.305.677,08 apenas nestes primeiros cinco meses de 2017. Este resultado é 45,7% superior ao somatório dos 12 meses do ano anterior. Números absurdos que causam erosão na capacidade de produção brasileira, com desemprego e perda de capacidade produ

Edson Verber /Correio da Paraíba

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Apesar da crise em estados do nordeste, produção de cana-de-açúcar está normalizada na Paraíba

cana-de-acucarNesta segunda-feira (06), a Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) anunciou que estado deve sofrer uma perda de 50% na produção de cana-de-açúcar por causa da estiagem prolongada que já atinge 54 municípios.

O setor já vem sofrendo ao longo dos anos com as perdas, a crise, e com a seca a situação ficou ainda pior”, afirmou o prefeito de Messias, Jarbas Omena (PSDB).

Além de Alagoas, o tempo seco também tem provocado perdas consideráveis na produção da planta na região litorânea de Sergipe e na produção de grãos no interior dos dois estados.

Apesar do momento ruim nos estados nordestinos, o Diretor Tesoureiro da Associação dos Plantadores de Cana (Asplan), Oscar de Gouvea Cunha Barreto Neto, informou que, apesar de ainda não existir nenhum prognóstico emitido, a produtividade na Paraíba vem mantendo o nível esperado para o período.

“Choveu um pouco no litoral paraibano e isso já propicia uma recuperação, mas não tem como depender apenas disso. Só tem uma forma, que é criando melhorias na irrigação”, disse Oscar.

A safra 2015/2016 contabilizou um resultado final de 5.068.684 toneladas, somando a matéria-prima de fornecedores ligados à Asplan, com a cana dos acionistas de indústrias sucroalcooleiras locais. Esse quantitativo foi inferior ao da safra passada, que atingiu 6.723.322 toneladas.

Yves Feitosa /Paraíba.com

Fiocruz bate recorde de produção de vacinas contra febre amarela

fio cruzA Fundação Oswaldo Cruz bateu o recorde de produção de vacinas contra a febre amarela por causa do surto que atinge principalmente Minas Gerais. Mas o Ministério da Saúde diz que não há necessidade de corrida aos postos nas áreas onde não há aumento de casos da doença.

Olhos vigilantes e o aplicativo de celular da Fundação Oswaldo Cruz (clique aqui) são ferramentas que a população pode usar no combate à febre amarela. Qualquer um pode mandar fotos, comunicar a morte suspeita de animais e evitar que a febre amarela se espalhe.

“O vírus circula entre o mosquito, os primatas e as pessoas, quanto mais próximo os mosquitos e os macacos estiverem da gente, maior a possibilidade desse surto. Então animais dentro da floresta e pessoas que vão à floresta se protejam dos mosquitos. E alimentar animais, jamais”, recomenda Márcia Chame, bióloga da Fundação Oswaldo Cruz.

O Brasil está enfrentando o maior surto de febre amarela silvestre da história. Os 107 casos da doença confirmados desde dezembro de 2016 se concentram na Região Sudeste, a maioria em Minas Gerais, estado que também registrou o maior número de mortes.

O esforço para evitar novas áreas de contágio envolve profissionais do Brasil inteiro, que nesta terça-feira (31) se reuniram no Rio.

Neste momento, o Ministério da Saúde recomenda vacinação nos seguintes casos: pessoas que moram nas áreas atingidas pela doença; pessoas que moram em regiões próximas a essas áreas atingidas; e pessoas que vão viajar para as regiões atingidas ou próximas.

Nestes casos estão Oeste do Espírito Santo, Noroeste do Rio de Janeiro, Oeste da Bahia, e Leste de Minas Gerais.

Além desses lugares, a vacinação já é uma rotina em áreas de 19 estados há muito tempo porque são, historicamente, locais de circulação do vírus.

E quem vive nessas regiões desses estados que aparecem em cinza no mapa já tinha antes do surto a recomendação de tomar duas doses da vacina ao longo da vida com um intervalo de dez anos. Isso continua valendo.

Quem mora em outras regiões do país não precisa tomar a vacina.

O ministério também avisa que não há necessidade de corrida aos postos de saúde, já que há doses suficientes para atender as regiões com recomendação de vacinação.

O importante é seguir as orientações das autoridades.

“É o esclarecimento da população, no caso específico da febre amarela, que é uma doença que nós temos uma vacina que é eficaz, que é segura, para não gerar pânico e, dentro da orientação que temos trabalhado com o Ministério da Saúde, de uma vacinação que é nas áreas de risco”, disse a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade.

O laboratório da Fundação Oswaldo Cruz é o maior fabricante de vacinas contra a febre amarela do mundo e está batendo um recorde de produção. Em janeiro deve chegar ao máximo da sua capacidade: nove milhões de doses. Isso em um só mês.

“Nós produzimos a vacina há quase 80 anos e temos condição de atender à demanda, é lógico que obedecendo um planejamento e uma racionalidade da imunização”, explicou Marcos Freire, vice-diretor de Bio-Manguinhos.

JN

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Com produção mais barata, consumidor paga mais caro por combustível

gasolinaDados divulgados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) aponta que o preço médio da gasolina apontou queda pela terceira semana seguida no País. Mas, os valores cobrados nas bombas de combustível ficaram levemente mais altos.

Levantamento da ANP identificou que o preço médio do combustível por litro foi de R$ 3,655, sendo 0,03% – menos de R$ 0,001 – acima do valor registrado pela entidade na primeira quinzena de outubro, quando o valor nas bombas era de R4 3,654. Vale ressaltar que, o corte nos preços, refere-se aos valores cobrados nas refinarias e pode não ser repassado ao consumidor.

Já o preço do diesel e do etanol apresentou queda nos valores cobrados do consumidor. O diesel teve q quarta queda semanal consecutiva ao atingir R$ 2,979. O preço se comparado ao mês de outubro, quando a Petrobras anunciou a primeira redução dos preços, teve retração de 0,77%, cerca de R$ 0,03 mais barato ao consumidor.

No segundo anuncio feito em novembro a retração no preço foi maior e atingiu 1%. O etanol também apresentou leve queda e atingiu preço médio de R$ 2,811, recuo de 0,18%.

As mudanças nos valores cobrados pela Petrobras em suas refinarias faz parte da nova política adotada pela empresa em outubro, mais precisamente, no dia 14, que terá preço de paridade internacional (PPI), margem para remuneração de riscos inerentes à operação e nível de participação no mercado.

Mais barato

No primeiro anuncio de redução dospreços, a Petrobras informou que a empresa estabeleceu a política de não ter preços abaixo da paridade internacional. A PPI inclui também os custos com frete de navios, custos internos com transportes e taxas portuárias.

Na primeira queda anunciada em outubro a companhia decidiu reduzir o preço do diesel em 2,7% e da gasolina em 3,2%. Em novembro a estatal anunciou que o preço do diesel teve redução de 10,4% e a gasolina de 3,1%.

A Petrobras estimava ainda que o preço dos combustíveis tivesse queda de quase 7% nas bombas, mas os postos de combustível, em sua maioria, aumentou o preço cobrado do consumidor.

IG

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Produção de veículos no Brasil cai 18,4% em agosto, diz Anfavea

fabrica-jeepA produção de veículos no Brasil encolheu 18,4% em agosto, na comparação com o mesmo mês de 2015, segundo dados divulgados pela associação de fabricantes (Anfavea). Foram montados no total 177.726 carros, comerciais leves, caminhões e ônibus.

Em relação a julho, que somou 189.907 unidades, houve desaceleração de 6,4%.

Em relação ao período de janeiro a agosto do ano passado, o montante de veículos produzidos neste ano é 20,1% inferior.

Parada na Volkswagen
A parada completa da Volkswagen por causa de uma disputa com um fornecedor de peças foi o principal fator de queda da produção em agosto, segundo Megale. “Se essa empresa estivesse em situação normal de produção, o número estaria mais próximo de 200 mil, ou até superando isso”, explicou.

Ele disse ainda que a retomada das linhas de montagem da Volkswagen é uma condição pontual, mas que pode afetar a estimativa de produção para o ano, que é de 2,29 milhões de unidades, o que representaria queda de 5,5% em relação a 2015.

Vendas
A retração nas linhas de montagem em agosto é maior do que nas vendas, que caíram 11,3% ante o mesmo mês de 2015, mas subiram 1,4% na comparação com julho.

Foi o 4º mês seguido de alta sobre o mês imediatamente anterior, mas houve queda na média diária de vendas, considerada um indicador chave da demanda do setor.

“Poderia ter sido até melhor. A Olimpíada foi de grande sucesso para o país, mas trouxe dificuldades ao setor. O Rio de Janeiro teve uma queda de emplacamentos de 14%, enquanto o Brasil cresceu 1,4%”, afirmou Antonio Megale, presidente da Anfavea.

“Com a definição do processo doimpeachment, entendemos que é um começo. Temos que seguir em frente, não podemos mais perder tempo. As reformas que estão por vir são absolutamente indispensáveis e nosso apoio é irrestrito ao ajuste fiscal”, completou.

Emprego
As montadoras seguem reduzindo a força de trabalho nas fábricas, mas não no mesmo ritmo de queda nas vendas. O número de empregados diretos no final de agosto foi de 126 mil, o que é 6,2% menor do que o verificado 1 ano atrás, quando 134,4 mil trabalhavam nas montadoras associadas.

De acordo com Megale, as demissões de agosto refletem alguns planos de demissão voluntária (PDV) feitos pelas montadoras.

A Anfavea diz que defende a mudança nas leis trabalhistas propostas pelo governo Michel Temer, como a supremacia dos acordos entre empresa e funcionário sobre a legislação trabalhista e a regulamentação da terceirização das atividades fim, que libera a montadora para terceirizar os funcionários de chão de fábrica, por exemplo.

As montadoras também propuseram transformar o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), que vale até 2017, em um instrumento permanente para ajustar o volume de funcionários conforme as crises.

Em agosto, 22,3 mil trabalhadores estavam com algum restrição na jornada de trabalho no final do mês, sendo 2,5 mil em lay-off e 19,8 mil no PPE.

G1

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Cartaxo nomeia Olenka como secretária de Trabalho, Produção e Renda da capital

Olenka-MaranhãoO prefeito de João Pessoa Luciano Cartaxo (PSD) nomeou a ex-deputada Olenka Maranhão (PMDB) para o cargo de secretária de Trabalho, Produção e Renda da capital. A decisão foi publicada no Semanário Oficial da Prefeitura.

Olenka, que é suplente de deputada estadual, ocupava uma cadeira na ALPB enquanto o titular Trócolli Junior (PROS) estava à frente da Secretaria de Articulação Política do Estado.

Trocollí voltou à ALPB após o senador José Maranhão (PMDB) anunciar o rompimento com o governo do estado e declarar apoio à reeleição de Luciano Cartaxo, em João Pessoa.

Confira a nomeação:

nomeação de olenka

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