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PM cerca UFPB à procura de homem que tentou assaltar banco no campus da Capital

UFPBA Polícia Militar cercou a mata da Universidade Federal da Paraíba, no Castelo Branco, Zona Leste de João Pessoa, no início da tarde desta quinta-feira (15) à procura de um suposto assaltante que teria atacado uma agência bancária dentro do campus.

De acordo com as informações do sargento Jota Batista, que está no local, um homem teria tentado assaltar o banco e rendido funcionários e clientes. Ao perceber que a polícia já estava no local, o homem teria tentado fugir, atirando contra os policiais.

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Uma pessoa que transitava nas proximidades teria sido atingida por um disparo na perna e socorrido para um hospital de João Pessoa.

 

portal correio

Casamento gay: Cartórios relatam homofobia de clientes e diminuição de procura após lei

bandeira-gayOs dois cartórios que realizam casamentos de homoafetivos em João Pessoa revelaram que sete meses após a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ainda existe uma homofobia por parte de alguns casais que se recusam a compartilhar a cerimônia com LGBTs e que a procura diminuiu após aprovação da lei.

Desde a resolução do CNJ em 16 de maio de 2013 foram realizados aproximadamente 40 casamentos em João Pessoa. Na Capital dois cartórios realizam as cerimônias, o de Registro Civil do Conjunto Ernesto Geisel na Zona Sul e o Cartório Azevêdo Bastos na Zona Norte.

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Na Zona Sul foram realizados aproximadamente 15 cerimônias, a dificuldade de ter números precisos , de acordo com a Oficial Substituta, Mariane Gomes, é que independente do sexo, os casamentos são registrados como contratante 1 e 2.

A única dificuldade que o cartório passa é em relação a discriminação que ainda existe. As pessoas não querem casar com eles (casais LGBTs). O Juiz titular sempre faz o casamento no cartório em uma sala individual, mas quando vem um substituto, faz junto independente da pessoa gostar ou não”, explica Mariane.

A Oficial destacou ainda que o cartório também foi proibido de realizar as cerimônias numa Igreja Católica. “Estamos construindo um salão de festas, porque fomos proibidos de levar os casamentos para a Igreja. Fomos afastados por causa dessa discriminação, de o pessoal religioso não aceitar”, diz.

Fora as questões externas, a oficial explicou que não há tratamento diferenciado por parte do cartório. Ela explica que é tudo feito da mesma forma, o mesmo valor, as mesmas condições e destacou que até mesmo alguns deles preferem que a cerimônia seja individual, pois é mais tranqüilo.

Na Zona Norte, o Cartório Azevêdo Bastos, registrou aproximadamente 25 casamentos, para eles a dificuldade de contabilizar é a mesma já que não há acepção de pessoas. Lá também os casais homoafetivos geralmente tem cerimônias mais reservadas. De acordo com o escrevente, Marcelo Oliveira, o fato curioso é que antes de ser regulamentado diversas pessoas ligavam procurando informações sobre os casamentos LGBT na cidade, mas depois a procura sofreu uma queda.

Marília Domingues

Cantor Leonardo diz a jornal que até hoje procura Leandro no palco

leandro e leonardoMesmo após 15 anos da morte do irmão Leandro, o cantor Leonardo ainda sente muita falta do também parceiro de dupla.

Em entrevista ao colunista Leo Dias, do jornal O Dia, o sertanejo contou como foi a experiência de reviver os 63 dias da doença do irmão e morte de Leandro, em 1998, em depoimentos dados a um jornalista para a biografia Não Aprendi Dizer Adeus  (Casa da Palavra, 240 págs., R$ 29,90).

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— Por várias vezes minha voz ficou embargada e eu não conseguia falar. Foram muitas lembranças de dor e muitas saudades, também.

À publicação, o cantor relembra alguns momentos divertidos ao lado do irmão e diz que ainda sente um vazio.

— Até hoje, quando entro no palco, olho pro lado procurando Leandro. No hotel, dá um vazio danado. Vivi a maior parte da minha vida com ele.

Ao R7, no lançamento da obra, o sertanejo também brincou com o fato das pessoas até hoje confundirem o nome dos dois e, assim, manterem viva a fixação de Leonardo com Leandro.

Leonardo confirmou ao jornal carioca que Bruno Gagliasso vai interpretá-lo no filme que contará a história da vida dele e de Leandro, ainda em fase de negociação. O ator que será Leandro ainda não foi definido.

 

R7

Ganhadora do Roda a Roda Jequiti da cidade de Solânea procura PROCON – PB

evelineA ganhadora do Prêmio de 1.000 reais do programa de televisão; Roda a Roda, Eveline Hortêncio de Lima, da Cidade de Solânea procurou o PROCON – PB, que entrou em contato com o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), os mesmo informaram que Eveline, foi ganhadora  não do dia 06/10/2013 mais do dia 29/10/2013, a atendente do SBT perguntou a ganhadora, por que ela não entrou em contato com a emissora, ela respondeu: “Eu entrei em contato com a emissora no dia 10/10/2013, a atendente informou que eu não era ganhadora do dia 6, ela também me informou ter olhado a lista de ganhadores dos programas anterior e meu nome também não constava. Por isso procurei a ajuda do Procon já que o meu nome estava sendo exibido em rede nacional.” 

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A emissora de TV se comprometeu, entrar em contato com a ganhadora para solucionar o problema.

 

 

 

 

Fonte: Clique Tudo Online

Prefeito do PMDB procura o Governo para propor parceria para o município

Prefeito Marcelo RodriguesO prefeito de Alhandra, Marcelo Rodrigues (PMDB), acompanhado do assessor jurídico, Rodrigo Cabral, e da Secretária de Comunicação, Eliane Sobral, se reuniu na tarde dessa quinta-feira (07), na sede da CINEP, em João Pessoa, com o vice-governador Rômulo Gouveia (PSD) para expor alguns pleitos do município que só podem ser viabilizados a partir de uma parceria Prefeitura/Governo Estadual. O vice governador ouviu as reivindicações que, inclusive, foram entregues, via ofício Nº 019/2013, pelo prefeito ao secretário chefe da Casa Civil da Paraíba, Adriano Galdino, durante reunião no dia 29 de janeiro, e se prontificou a agendar uma audiência, o mais breve possível, com o governador Ricardo Coutinho (PSB).

Entre as ações que o prefeito de Alhandra elencou como prioritárias e mais urgentes para a cidade destacam-se a questão do saneamento básico do município, a recuperação e recapeamento da PB-032 que liga a cidade a BR 101, a construção de casas para diminuir o alto déficit habitacional do município, além da possibilidade da criação de um polo industrial na zona rural de Alhandra. “Todas essas ações precisam do apoio dos governos estadual e federal para serem concretizadas, porque o município não tem condições de realizá-las sozinho”, disse Marcelo, complementando que “esses são pleitos justos, necessários e importantes para o desenvolvimento e progresso não apenas de Alhandra, mas de várias cidades do litoral sul do Estado”.

O vice governador falou da postura do atual governo que busca atuar em sintonia com todas as prefeituras paraibanas, independente de siglas partidárias, e com uma visão regionalizada de desenvolvimento. “O governo Ricardo Coutinho quer ver uma Paraíba desenvolvida de forma igualitária e democrática”, afirmou Rômulo Gouveia. O vice governador lembrou do pacto que o governo vai apresentar, no próximo dia 18, no Hotel Tambaú, para os prefeitos paraibanos que inclui ações estruturantes em várias áreas, principalmente, em infraestrutura e educação. Rômulo reiterou o convite para o prefeito de Alhandra participar, dada a importância e desdobramentos do encontro. O prefeito Marcelo Rodrigues confirmou sua participação e de seu vice prefeito, Cal Lucena (PMDB), no dia 18. “Com certeza, estaremos lá”, finalizou Marcelo.

Assessoria 

Justiça procura familiares da menina que esfaqueou criança na Paraíba

A Justiça está a procura da mãe e da irmã da menina de 11 anos que esfaqueou uma criança de 4 anos na segunda-feira (19). A intenção da juíza Ailza Fabiana Borges é que elas sejam levadas para uma casa de acolhimento, já que na quarta-feira (21) o pai da menina foi vítima de uma tentativa de homicídio no bairro Padre Zé em João Pessoa.

A polícia explicou que o homem de 32 anos de idade já vinha recebendo ameaças de morte, antes do incidente com a filha. Na quarta-feira, duas pessoas entraram na casa dele e atiraram. O homem foi atendido no Hospital de Emergência e Trauma em João Pessoa. De acordo com a assessoria de imprensa do Trauma, nesta quinta-feira (22) o estado de saúde do paciente era considerado regular.

O mandado da juíza Ailza Fabiana Borges foi para que a mulher e a filha de 8 anos de idade fossem levadas para uma instituição de acolhimento. A medida foi tomada logo após o pai das meninas ser baleado dentro de casa.

Na quarta-feira, equipes da Polícia Militar, Conselho Tutelar e Vara da Infância e Juventude estiveram no bairro Padre Zé, mas encontraram a casa com as portas trancadas. Os vizinhos não quiseram dar informações sobre o paradeiro de mãe e filha.

A outra filha do casal, uma menina de 11 anos que esfaqueou uma criança de 4 anos, foi encaminhada para uma instituição de acolhimento em João Pessoa. O menino de 4 anos passou por cirurgia no abdômen e segue internado em estado grave na UTI do Hospital de Emergência e Trauma em João Pessoa.

Caso
Uma menina de 11 anos esfaqueou um menino de 4 anos, na comunidade conhecida como Gadanhe no bairro do Padre Zé, em João Pessoa. A ocorrência foi registrada pela Unidade de Polícia Solidária (UPS) na noite da segunda-feira (19). De acordo com o último boletim do Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, para onde a criança foi levada, o estado dela é grave.

De acordo com o sargento Guimarães, a menina responsável pela agressão teria flagrado em uma outra ocasião sua mãe esfaqueado seu pai. “A menina viu sua mãe agredir seu pai com uma faca, e talvez tenha achado que se tratava de algo comum. Durante uma festa que acontecia na casa do menino de 4 anos, em uma brincadeira uma pedra bateu na menina de 11, que ficou com raiva. Enquanto a criança dormia, a menina foi até a cozinha pegou uma faca e desferiu um golpe no abdômen da criança de 4 anos”, explicou.

De acordo com o sargento Cláudio Guimarães, do 1° Batalhão de Polícia Militar, a menina agressora teria ficado ressentida após a criança de 4 anos ter jogado uma pedra nela.

G1 PB

Primeiro hospital público para bicho já pede socorro para atender a procura

Soterrado pelo excesso de demanda, o primeiro hospital veterinário totalmente gratuito de São Paulo, no Tatuapé, zona leste, já deixa casos graves sem tratamento adequado, segundo proprietários de animais que acorreram ao serviço.

Inaugurado há dois meses e uma semana, o hospital foi implantado pela Prefeitura de São Paulo, a partir de convênio com a Anclivepa-SP (Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais). Por mês, a prefeitura repassa R$ 600 mil para o hospital.

Luciana Aparecida Albino, 34, reclama: “Marcaram para esta quinta-feira a cirurgia para a extração do tumor de meu cachorro. Mas o médico não foi. Tão jovem o serviço, e já está parecendo o SUS”.

Ainda único hospital veterinário público de São Paulo (segundo o vereador Roberto Tripoli, do PV, a ideia é criar um em cada região da cidade), o do Tatuapé avisa logo na entrada: “Serviço gratuito, destinado prioritariamente a animais de abrigos e à população de baixa renda cadastrada em programas como o Bolsa Família”.

Para serem atendidos, 30 novos animais por dia, fora os casos de emergência, os acompanhantes humanos deles têm de ser aprovados no teste de pobreza, conduzido por assistente social.

O que seria uma forma de restringir a demanda -quem pode pagar que se dirija a veterinários privados- dá origem a um desfile dantesco de dores caninas e felinas.

“Já esperávamos que a procura fosse grande. Mas ninguém poderia imaginar que se materializaria aqui uma tamanha concentração de sofrimento”, disse à Folha o veterinário Renato Tartalia, 48, diretor do hospital.

“É que, se os donos são pobres, os animais são pobres ao quadrado”, teoriza a balconista Daniela Pedras, 32, dona de seis cães e três gatos.

Em vez de ração, são animais que comem restos de comida humana e sofrem, por isso, de dor de dente e gengivite, como humanos. Sem tratamento, os tumores já chegam supurados (ou quase). E os cachorros morrem de cinomose, apesar de haver vacina eficaz. Mas custa R$ 50, e os donos não têm.

Calcula-se que São Paulo abrigue algo como 4 milhões de cães e gatos, para uma população humana de 11,5 milhões de habitantes.

Não se sabe, porém, qual percentual desses animais vive “abaixo da linha de pobreza” ou em situação de risco.

Agora, pela primeira vez, com o hospital, aquilo que era um problema da vida privada ganha visibilidade.

“O que estamos vendo é uma catástrofe, que afeta tanto a vida de animais, quanto a de seus donos, que sofrem por eles”, diz o doutor Tartalia. “É preciso investir mais.”

Por mês, a meta é realizar 180 cirurgias e mil consultas. “Este hospital é o primeiro. Seria injusto, agora que ele existe para cuidar dos animais, responsabilizá-lo por todas as dores do mundo”, defende a protetora Solange dos Anjos Moura Leite, 56.

Folha.com

Procura de RG gratuito lota Casas da Cidadania

Rizemberg Felipe

No primeiro dia de validação da Lei que estabelece a gratuidade para a primeira via do Registro Geral (RG), 232 paraibanos receberam a carteira de identidade através das oito Casas da Cidadania existentes no Estado. Antes da determinação era cobrada uma taxa de R$ 10,11 para a emissão do documento.

Os dados são do Instituto de Polícia Científica (IPC) da Paraíba.

O gerente executivo de identificação civil e criminal do IPC, Israel Aureliano, disse que com a publicação da lei receia que os paraibanos lotem as Casas da Cidadania em busca do benefício, podendo gerar transtorno na prestação do serviço. “Tenho medo que ao tomarem conhecimento da lei, as pessoas queiram retirar as carteiras de identidade todas de uma vez, e nós não temos condições de atender a essa demanda”, ressaltou. Ele ainda disse que não há motivo para desespero já que a lei está sendo cumprida normalmente, pois repassou a determinação para os coordenadores dos guichês de atendimento do IPC nas Casas da Cidadania através de emissão da mesma para os devidos setores.

De acordo com os dados repassados pelo IPC, na Paraíba são emitidas cerca de 24 mil carteiras de identidade, mas aproximadamente 40% desse total são emissões de primeira via.

Israel Aureliano informou que para a retirada do documento é necessária a apresentação da certidão de nascimento ou casamento, original ou cópia autenticada, e duas fotos 3×4. Já para solicitar a segunda via do RG, embora a lei não exija o Boletim de Ocorrência, ele é sugerido para poder proporcionar maior segurança ao cidadão, além do pagamento da taxa de R$ 16,85.

Para Israel Aureliano, “a própria população irá se encarregar de verificar o cumprimento da lei para garantir os seus direitos, mas caso algum órgão não siga o que é determinado, o Ministério Público entra com uma ação contra a instituição e esta responderá por improbidade administrativa”.

O estudante Paulo Henrique, 16 anos, disse que tomou conhecimento da lei no mesmo dia em que ela foi sancionada, e se dirigiu a Casa da Cidadania de Jaguaribe para solicitar a sua carteira de identidade. “Eu vi quinta-feira na internet e decidi que no dia seguinte iria solicitar meu RG. Agora já tenho minha identificação civil”, disse.

Além das Casas da Cidadania, os RGs também podem ser solicitados no Programa Cidadão, situado no Varadouro e no próprio Instituto de Polícia Científica, mas destacou que o atendimento no IPC é direcionado apenas para população com idade superior a 60 anos e para portadores de necessidades especiais.

De acordo com coordenação do Programa Cidadão (PC), que é vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Humano do Estado, o órgão já atendia a população de baixa renda emitindo a carteira de identidade de forma gratuita. Segundo os dados do PC, de janeiro ao início deste mês já foram emitidos 11.597 RGs.

Ainda de acordo com a coordenação do PC, o programa também disponibiliza um serviço diferenciado para pessoas com dificuldades de locomoção e portadoras de necessidades especiais.

jornaldaparaiba