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Empreender-PB suspende inscrições após problema no site

Estão temporariamente suspensas as inscrições para o programa Empreender Paraíba (Empreender-PB) que começariam nesta quarta-feira (29). O site apresentou problemas e o Governo do Estado informou que vai divulgar uma nova data para as inscrições, sem que haja prejuízos. Veja o edital.

As cidades que abrirão os cadastros fazem parte das 6ª, 7ª, 8ª, 9ª, 10ª, 11ª e 13ª regiões do Estado. São elas: Água Branca, Bernardino Batista, Brejo do Cruz, Cacimba de Areia, Cajazeiras, Catolé do Rocha, Carrapateira, Condado, Coremas, Ibiara, Itaporanga, Jurú, Marizópolis, Mato Grosso, Passagem, Patos, Paulista, Piancó, Pombal, Quixabá, Santa Luzia, Santa Helena, São Domingos, São Francisco, São José da Lagoa Tapada, São José de Princesa, São José do Brejo do Cruz, Sousa e Tavares.

Empreender-PB

Serão disponibilizadas 30 vagas por município, totalizando a previsão de 870 cadastros a serem realizados. O programa está dando prioridade às cidades onde não foram abertas inscrições em 2019 ou que tiveram poucos atendimentos.

As inscrições podem ser realizadas por pessoas físicas maiores de 18 anos e legalmente emancipadas que residam na Paraíba há mais de seis meses. Os empreendedores que forem realizar o cadastro devem estar atentos à documentação exigida pelo Empreender no ato da inscrição.

 

portalcorreio

 

 

Avião tem problema no pouso e vai parar no meio de avenida no Irã

Um avião da Caspian Airlines saiu da pista enquanto pousava em um aeroporto no sudoeste do Irã nesta segunda-feira e foi parar no meio de uma avenida nas proximidades do aeroporto.

Segundo alguns veículos estatais iranianos, havia 135 passageiros e sete tripulantes a bordo da aeronave, que viajava de Teerã para Mahshahr. Dois passageiros teriam ficado levemente feridos.

Citando funcionários da aviação civil iraniana, a agência estatal Irna disse que um problema técnico havia atrasado a decolagem da aeronave. O incidente, diz a agência, está sob investigação.

Segundo a televisão estatal do Irã, o piloto “teria pousado tarde demais, perdendo a pista de pouso”. Um repórter a bordo do avião, no entanto, disse que uma das rodas traseiras do avião quebrou, obrigando o piloto a realizar um pouso “de barriga”.

O avião em questão, segundo a imprensa iraniana, é um McDonnell Douglas MD-83, construído em 1994. Seu número de registro é EP-CPZ. Vídeos não verificados mostram passageiros descendo da aeronave e sentando no meio de uma rodovia em Mahshahr.

No sábado, um avião iraniano que ia de Teerã para Istambul fez um pouso de emergência no aeroporto de Teerã devido a um problema técnico. O setor aéreo iraniano é apenas um dos vários do país afetados pelas sanções americanas e sua política de “pressão máxima”. Devido às restrições, as companhias não podem atualizar suas frotas com novas peças ou aeronaves há 24 anos.

 

Foto: WANA NEWS AGENCY / VIA REUTERS

Extra

 

 

Entenda o que é o lixo eletrônico e qual é o tamanho do problema

As mudanças e avanços constantes na tecnologia fazem aumentar a quantidade de lixo eletrônico produzido pelos habitantes de todo o mundo. Com a compra de aparelhos mais modernos aquela TV, telefone celular ou computador acabam ficando de lado e, pior, alguns desconhecem no que eles podem se transformar e acabam jogando literalmente no lixo.

Mas há um destino para esses equipamentos que passam a ser chamados de e-lixo, ou resíduo eletrônico. Especialistas lembram que qualquer coisa que tenha plug de tomada ou uma bateria (de barbeadores a sanduicheiras) que não serão mais usadas podem ser considerados lixo eletrônico.

Pesquisador colaborador na USP em Sobrevivência Planetária e fundador e articulador de projetos sobre lixo eletrônico, Hernani Dimantas, acrescenta que não apenas os aparelhos quebrados podem ser considerados e-lixo. “O principal gerador do lixo é a obsolescência programada, ou seja, aparelhos que funcionam, mas já não têm a capacidade de serem usados para aquilo que foram fabricados”, ressalta.

E os smartphones e computadores podem ser considerados os melhores exemplos disso, já que muitas vezes mesmo ainda funcionando eles se tornam obsoletos por não suportarem as novidades tecnológicas.

Estudo recente feito pela Global E-waste Monitor revela que somente em 2017 foram produzidos 44,7 milhões de toneladas de lixo eletrônico. Isso equivale ao peso de 4,5 mil torres Eiffel.

E o Brasil é o 7º maior produtor de lixo eletrônico do mundo, ficando atrás apenas da China, Estados Unidos, Japão, Índia, Alemanha e Reino Unido. Estima-se que sejam produzidos, por ano, entre 7 a 10 kg de lixo eletrônico por habitante no Brasil.

O time de conteúdo e pesquisa de cassino online da Betway listou no infográfico alguns dos principais dados sobre e-lixo. Confira!

Os equipamentos com menor ciclo de uso, aqueles que costumamos trocar com mais frequência, como TVs, tablets, computadores e smartphones são responsáveis por metade do e-lixo produzido. O resto dessa conta fica com os eletrodomésticos maiores, como geladeiras, micro-ondas, aquecedores e ar-condicionados.

E com o avanço do sinal digital nas televisões, os aparelhos de TVs de tubo, que deixaram de ser produzidos, se tornaram itens específicos que lideram o lixo eletrônico. No Brasil, a produção se encerrou em 2014, após a Copa do Mundo.

De todo modo, há perigos em produtos menores e mais modernos, como smartphones – que têm um tempo médio de vida de 18 meses.

O relatório da ONU, por exemplo, diz que o peso do e-lixo produzido anualmente equivale a todas aeronaves comerciais já produzidas.

Calcular a quantidade de lixo eletrônico produzida pela população mundial não tem sido tarefa fácil, mas a expectativa é que ultrapassemos as 52 milhões de toneladas anuais em 2021. Até 2050, nas previsões mais pessimistas, esse número poderia pular para 120 milhões de toneladas anuais, conforme prognóstico da Universidade das Nações Unidas em Vienna.

A preocupação maior fica por conta do meio ambiente, pois se o e-lixo não for descartado, coletado e tratado corretamente, substâncias tóxicas podem contaminá-lo. “O lixo eletrônico é muito tóxico. É composto de metais pesados que podem poluir os mananciais. O descarte correto é uma tentativa de mitigar os problemas oriundos dessa toxicidade”, comenta Hernani.

O descarte incorreto pode gerar outros problemas, como o manuseio impróprio por pessoas que trabalham em locais sem protocolos de segurança, como os lixões. A ONU diz, inclusive, que a maior parte do material acaba em aterros, mas muito dele é incinerado ou mal tratado.

E lembra que comentamos que e-lixo não se constitui apenas dos aparelhos quebrados? Guillermo Arslanian, diretor de operações da Trocafone, empresa que compra smartphones usados para revendê-los, alerta que os eletrônicos que estão encostados em casa também podem ser considerado lixo.

“A diferença é que essas coisas não estão impactando diretamente o meio ambiente, mas podem impactar na saúde, caso os componentes internos sejam expostos, manipulados de forma incorreta ou sofram variação de temperatura. Com crianças em casa, o cuidado deve ser redobrado”, comenta Guillermo.

 

 

Redação FN

 

 

Veneziano reforça tese de RC de que o problema do país não está apenas na Previdência e sim na Economia

O senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB), concordou, durante entrevista a uma emissora de rádio de João Pessoa, com o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) com relação a sua declaração de que o principal problema do país não estaria na Previdência e sim na Economia.

Ricardo pontuou nessa segunda-feira (08) durante reunião da executiva nacional do PSB que o governo nacional não pode achar que vai resolver o problema do Brasil com a previdência, mas sim melhorando a Economia do país.

“O problema do Brasil não é a Previdência é a Economia, a economia que quebra a previdência, não a providencia que quebra a economia é uma coisa óbvia, ninguém ache que vamos resolver o problema do Brasil com a previdência, mas sim avançando na resolução da economia” disse o ex-governador.

Por sua vez Veneziano reforçou as declarações e disse que se RC fez essa menção é porque tem números que confirmam a situação.

“Concordo. O problema não é a Previdência, a previdência precisa de correções sim e Ricardo sabe, mas estamos falando sobre algo que repercutirá sobre a vida de 205 milhões de brasileiros. Amanhã se a proposta for aprovada na Câmara, as suas consequências danosas vão começar a ser sentidas, principalmente para quem menos pode. Quando Ricardo faz menções é porque ele tem números que mostram essa situação” declarou.

PB Agora

 

 

“Problema do filho é o pai que tem que resolver”, diz Julian sobre interferência de Carlos no Governo Bolsonaro

Diante das alfinetadas trocadas entre o filho do presidente da República, o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSL) e o vice-presidente da República, o general Amilton Mourão, o deputado federal Julian Lemos, do mesmo partido resolveu se posicionar e classificou as divergências como inúteis.

Para o deputado federal paraibano, a troca de farpas envolvendo o vereador Carlos Bolsonaro e o vice presidente Amilton Mourão precisam, urgentemente, serem resolvidas pelo presidente Jair Bolsonaro. “O problema do filho é o pai quem tem que resolver. O problema da vice-presidência, tem o presidente pra tratar disso. Eu acho que é uma discussão desnecessária, infrutífera e que o povo que produz no Brasil quer ver resultado. Quem elegeu o presidente não tem interesse nisso”, observou o deputado.

Para Julian Lemos, os atritos existentes entre o filho de Bolsonaro e o vice-presidente são inúteis.

Bolsonaro sobre Carlos x Mourão:

O presidente Jair Bolsonaro conversou com um grupo de jornalistas na manhã desta quinta-feira (25), e comentou a relação entre ele, Carlos e Mourão.

A respeito de sua relação com seu vice, Bolsonaro disse que “não tem problemas. A gente continua dormindo junto. O problema é quem vai lavar a louça no final do dia. Sei que meu filho (Carlos) tem um ânimo um pouco exaltado. Esse casamento (com Mourão) é até 2022 no mínimo. Nós nos acostumamos com um presidente poste e ele tem toda liberdade para falar. Ele está muito preparado para me substituir. Vice é sempre uma sombra e às vezes não se guia de acordo com o sol, mas por enquanto está tudo bem. Como um excelente casamento, se todo mundo disser sim não vai dar certo”.

Já sobre o comportamento de seu filho Carlos Bolsonaro, o presidente declarou que conversa com ele e que “nem sempre fico satisfeito (com o que ele escreve). A experiência de governo só quem está sentado na cadeira que tem. Eu tenho conversado com ele. Ele tem o comportamento dele. Ele vai continuar colaborando para as minhas redes sociais. Pode ter certeza que o navio dele está indo para um bom caminho”, avaliou.

 

PB Agora

 

 

Gestão pública: o problema não é dinheiro, é mudança de mentalidade

por Marcus Granadeiro*
Março de 2019 – Quando temos alguma doença e vamos buscar um médico ou um hospital, optamos sempre pelo melhor que podemos, não pelo mais barato. Isso acontece porque temos entendimento sobre a consequência de um mal atendimento ou de um mal profissional. Quão mais grave a doença, maior nosso empenho na busca da excelência no atendimento.

Infelizmente este entendimento não existe quando o assunto é engenharia. Quando se fala em projetos, obras e principalmente em manutenção, tudo é custo. A busca sempre será orientada por menores custos e a qualidade parece algo supérfluo.

O problema é que a má engenharia, o projeto pobre, a obra mal gerenciada e a execução incompetente acabam custando mais e causando graves consequências. Quando este cenário é associado com uma má gestão, a bomba relógio está ativada.

É isto que estamos vendo acontecer no Brasil em várias circunstâncias e, como último exemplo, podemos citar o problema que vimos em São Paulo nesses últimos dias, que com apenas uma noite de chuva intensa foi registrado doze mortes e muitas perdas residenciais e comerciais.

Não é falta de tecnologia. O BIM (Building Information Modeling) e as diversas tecnologias relacionadas ao tema de cidades inteligentes, associadas com geoprocessamento, tem capacidade de prever e evitar tudo que estamos sofrendo. Não é falta de engenharia. Mesmo fazendo na “mão”, temos profissionais e conhecimento para resolver. E não é falta de dinheiro, pois nada custaria mais caro do que todas as vidas perdidas e transtornos que estamos vivendo, além de todos os prejuízos sofridos em acidentes, enchentes e problemas com nossas infraestruturas.

É falta de visão, o que endossa a necessidade de mudança de mentalidade. É necessário entender que a engenharia não se compra pelo preço, mas pela qualidade. Entender que fazer bem não é fazer barato, mas fazer direito, e que não se deve improvisar ferramentas e recursos, mas usar os adequados.

Vamos olhar os bons exemplos de fora, quão aparelhadas e quantos recursos têm as concessionárias, departamentos de infraestrutura e empresas de engenharia. Temos um desafio muito grande! Nossas cidades têm uma infraestrutura caótica e pouca gestão entre os diversos players, mas com ajuste no modo de encarar e ver a engenharia, muito pode ser feito e em pouco tempo.

*Marcus Granadeiro é engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia e membro da ADN (Autodesk Development Network) e do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyours).

Sobre o Construtivo.com

O Construtivo é uma empresa de tecnologia com DNA de engenharia. Pioneira no conceito de nuvem, desde 1999 atende os maiores projetos de infraestrutura do Brasil.

Fundado em 1999 como uma joint venture do Grupo Santander, o Construtivo passou por um processo de MBO (Management buy-out) em 2004 e se tornou uma empresa nacional.

Com sede em São Paulo e filial em Porto Alegre, o Construtivo tem como carro chefe a solução Colaborativo, ofertada na modalidade de serviço (SaaS) e atendendo mais de 25 mil usuários com rede de plena redundância e com padrões de segurança internacionais a partir de seus servidores em Data Center Nacional padrão Tier III.

As soluções do Construtivo não se limitam apenas àquelas que compõem o Colaborativo. Elas englobam o serviço e o conhecimento de sua equipe como parte do processo. Aproveitando o know-how de mais de 20 anos de sua equipe em CAD e o pioneirismo em BIM, o Construtivo estabeleceu um núcleo de serviços de CAD / BIM.

Com cerca de 100 clientes ativos, entre eles UHE Belo Monte, CSN, Systra Vetec, CEEE, Voith, EBEI, Exto, CTG Brasil, Mobissom, LPC Latina, Rodobens, State Grid, JHE, PK, Voith, Rumo e Energia Consult, o Construtivo.com se tornou uma das principais empresas voltadas para o gerenciamento de processos com especialização em engenharia civil do país, atendendo áreas como energia, transporte, administração pública, manutenção, entre outras.

Informações: http://www.construtivo.com/

Quatro formas de driblar o problema da memória cheia no WhatsApp

O WhatsApp pode consumir mais espaço no seu celular do que você imagina. Por padrão, o mensageiro salva todas as imagens, áudios e documentos que você recebe em conversas, o que pode lotar a memória do smartphone com arquivos desnecessários. A boa notícia é que você pode alterar as configurações do app para driblar o problema da memória cheia.

Listamos, a seguir, quatro dicas para ajudar você a liberar espaço que foi ocupado pelo WhatsApp no celular. Todos os procedimentos contam com tutoriais detalhados, realizados em smartphones com Android e iPhone (iOS).

[marca] WhatsApp (Foto: Carolina Ochsendorf/TechTudo)WhatsApp: dicas permitem configurar o mensageiro para evitar que arquivos desnecessários ocupem o armazenamento do celular (Foto: Carolina Ochsendorf/TechTudo)

 

1) Desativar o salvamento automático de mídia

Desativação do salvamento automático de mídia no WhatsApp (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Desativação do salvamento automático de mídia no WhatsApp (Foto: Reprodução/Raquel Freire)

O download automático de mídia do WhatsApp oferece praticidade ao usuário, mas consome muito espaço no dispositivo. Ao desativá-lo, é possível controlar melhor quais arquivos baixar, deixando de lado aquelas fotos e vídeos recebidos em massa nos diversos grupos dos quais participa. Quando alguma mídia for interessante para você, bastará tocar sobre ela para fazer o download.

Os usuários do iPhone (iOS) devem ir em “Ajustes” > “Uso de Dados”, onde os tipos de arquivo devem ser definidos como “Nunca”.

No Android, o recurso está em “Configurações” > “Uso de Dados”. Nessa tela, é preciso entrar nas opções “Quando utilizar rede de dados” e “Quando conectado ao Wi-Fi” e desmarcar todos os tipos de arquivo.

As orientações detalhadas estão neste tutorial, que reproduz o procedimento no iOS, Android e Windows Phone.

2) Apagar a galeria de mídia do WhatsApp

Apagar mídias de chats individuais e em grupo do WhatsApp libera espaço no celular (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Apagar mídias de chats individuais e em grupo do WhatsApp libera espaço no celular (Foto: Reprodução/Raquel Freire)

É comum recebermos mídia em excesso de determinadas pessoas ou grupos. Uma opção para liberar armazenamento é excluir os arquivos desses chats específicos. Para isso, basta entrar no menu da conversa e selecionar a opção “Mídia” (ou “Mídia do grupo”, se você estiver em uma conversa conjunta).

A janela mostrará todos os arquivos já enviados e recebidos; basta selecionar os indesejados e clicar na lixeira para apagá-los. Os passos estão descritos em detalhes neste tutorial feito no Android, mas o caminho é idêntico no iPhone.

3) Apagar cópias “escondidas” das fotos

Cópias ocultas de imagens enviadas pelo WhatsApp sendo apagadas com o gerenciador Clean File Manager (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Cópias ocultas de imagens enviadas pelo WhatsApp sendo apagadas com o gerenciador Clean File Manager (Foto: Reprodução/Raquel Freire)

Apagar os arquivos recebidos em uma conversa pode não liberar espaço suficiente no seu celular, já que o WhatsApp cria uma cópia escondida das fotos que você envia. Para apagar essas imagens de vez, uma opção é usar um gerenciador de arquivos como o ES File Explorer Manager ou o Clean File Manager, ambos disponíveis para Android.

Após instalar o gerenciador, selecione o armazenamento do celular e localize a pasta do WhatsApp. Abra a subpasta “Media”, entre em “WhatsApp images” e verifique que dentro dela há outra pasta chamada “Sent”. Selecione os arquivos que desejar apagar e clique na lixeira.

Outra maneira de realizar o procedimento é pelo computador, o que pode ser feito também pelos usuários de iPhone.

4) Usar um app para limpar seu WhatsApp

App Limpador para WhatsApp calcula espaço gasto pelo mensageiro no celular (Foto: Reprodução/Raquel Freire)App Limpador para WhatsApp calcula espaço gasto pelo mensageiro no celular (Foto: Reprodução/Raquel Freire)

Gerenciadores de arquivos podem te ajudar a excluir arquivos em excesso do WhatsApp, mas há aplicativos voltados exclusivamente para realizar limpeza no mensageiro. Um deles é o Limpador para WhatsApp, disponível gratuitamente para Android. O app calcula quanto espaço é gasto com cada tipo de mídia no celular e identifica arquivos duplicados, tornando mais simples o processo de exclusão.

O uso é simples e está detalhado neste tutorial do TechTudo. Após a instalação, ele irá somar automaticamente o tamanho dos arquivos do WhatsApp salvos no dispositivo. Entre no item desejado (imagens, áudio ou vídeo, entre outros) e selecione os arquivos que serão apagados. Se quiser deletar apenas as mídias repetidas, toque na aba “duplicados” e exclua os conteúdos exibidos.

techtudo

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Prefeitura de Araruna protocola ofício no MP e solicita audiência para solucionar problema do Hospital

vitalEm virtude do impasse e a falta de diálogo da Direção do Hospital Maria Júlia Maranhão, a Prefeitura Municipal de Araruna protocolou nesta segunda-feira, 20 de fevereiro, no Ministério Público, ofício nº 042/2017, solicitando a mediação do MP com a urgência que o caso requer, no tocante a, se assim entender, convocar audiência a fim de tentar solucionar o conflito existente, buscando evitar o fechamento definitivo da Unidade Hospitalar.

Em nota, a administração municipal ressalta que existindo algum valor a ser repassado ao Hospital por meio de convênio, a Gestão fará a transferência normalmente, desde que seja feita com transparência e dentro da legalidade.

Veja o Ofício:

A Secretaria de Saúde informa a população de Araruna, que mediante o fechamento do Hospital Maria Júlia Maranhão, de forma irresponsável por parte da direção, a Prefeitura de Araruna em carácter de Urgência, está tomando as medidas quanto ao atendimento da população, deixando à disposição os veículos necessários, para que sejam feitas as transferências e encaminhamentos para as casas de Saúde mais próximas. Outras medidas já começaram a ser tomadas por parte da Secretaria Municipal de Saúde.

O novo Governo de Araruna carrega a marca da transparência e do diálogo. O trabalho da gestão municipal é para garantir a proposta que a população aprovou, um governo participativo, que ouve a população e a sociedade civil organizada. O compromisso da gestão é fazer o possível e o impossível para atender e garantir saúde de qualidade ao povo ararunense.

ararunaonline

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Problema cadastral é maior dúvida para saque do FGTS

caixaAs agências da Caixa que abriram as portas neste sábado para os trabalhadores tirarem dúvidas sobre saques de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) tiveram movimento tranquilo, segundo a instituição.

A maioria das consultas foi em relação a contas com problemas cadastrais, que não aparecem em buscas na internet. São casos de empresas que não informaram o afastamento dos funcionários ou fizeram o depósito em um CNPJ diferente do informado na carteira de trabalho, beneficiários com mais de um número de PIS ou que mudaram de nome.

Em todo o país, foram abertas 1.891 agências, com 25.620 funcionários a postos. No edifício sede da Caixa, em Brasília, cinco caixas se prepararam para atender à demanda, mas quem chegava para tirar dúvidas não encontrava fila.

O empresário Alessandro Abreu dos Santos, 40, foi à agência com os filhos na expectativa de encontrar saldo em três contas inativas, mas uma delas, relativa a uma empresa de eventos em que trabalhou por cinco anos, não foi encontrada. Foi orientado a voltar com a carteira de trabalho e o CNPJ da empresa e já faz planos para o dinheiro: “Vou pagar dívidas”, afirma.

Quem conseguiu resolver os problemas na agência já pode deixar programada a opção de recebimento e, para quem tem contas na Caixa, autorizar o depósito automático do dinheiro. Foi o caso do advogado Matheus Batista, 34. Ele havia consultado o saldo pela internet e viu que não constavam contas inativas. “Tinha problemas cadastrais, mas trouxe meus documentos e já resolvi. Pretendo pagar dívidas com o dinheiro”, completou.

Reduzir inadimplência

Os recursos que serão liberados no âmbito das contas inativas do FGTS podem contribuir para reduzir a inadimplência da Caixa, à medida que parte dos trabalhadores opte por pagar dívidas, de acordo com o vice-presidente de Finanças e Controladoria do banco, Arno Meyer. “O uso dos recursos é livre, mas é recomendável que o trabalhador quite dívidas mais caras como crédito rotativo, cheque especial”, afirmou ele, que esteve na abertura da agência do banco na Avenida Paulista, em São Paulo.

Antevendo a demanda alta por informações, a Caixa aumentou em 20% a capacidade dos servidores para evitar problemas nos sites e triplicou a capacidade para o atendimento telefônico. De acordo com o vice-presidente de Tecnologia do banco, José Eirado, não foram registradas dificuldades. “O número de pessoas acessando os sites da Caixa nos últimos dias foi o dobro do que tivemos na Mega Sena da Virada, uma de nossas maiores demandas”, disse. Foram feitos mais de 60 milhões de acessos ao site e mais de 1 milhão de ligações para o atendimento por telefone.

Os recursos das contas inativas poderão ser sacados de 10 de março a 31 de julho, de acordo com um cronograma baseado na data de nascimento do beneficiário. Mais de 30 milhões de brasileiros poderão retirar o dinheiro, o que deverá injetar R$ 35 bilhões na economia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Uol

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Para brasileiros, desemprego é o maior problema do país, diz pesquisa da CNI

carteira_de_trabalhoPesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quarta-feira (1º), aponta que, para os brasileiros, o desemprego é o principal problema do país. O desemprego foi citado por 43% das pessoas entrevistadas.

Ainda de acordo com a pesquisa, chamada de Retratos da Sociedade Brasileira – Problemas e Prioridades, empatados em segundo lugar ficaram a saúde e a corrupção, citados por 32% das pessoas ouvidas.

O levantamento foi realizado pelo Ibope Inteligência com 2.002 pessoas em 141 municípios, entre 1 e 4 de dezembro de 2016.

Para o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, as preocupações da população com a inflação e o desemprego aumentam a partir de 2014, quando a crise econômica começa a se delinear.

“A primeira coisa que as pessoas perceberam foi o descontrole da inflação. No ano passado, o principal problema passou a ser o desemprego”, afirmou Fonseca.

Prioridades para este ano

Entre as prioridades para este ano, a saúde permanece em primeiro lugar pelo quarto ano consecutivo, sendo citada por 38% dos entrevistados como uma das três prioridades do ano que se inicia.

O combate à inflação que estava em segundo lugar em 2016, com 31% das citações, caiu para o terceiro lugar em 2017, quando foi mencionado por 28% dos entrevistados, que apontaram essa medida entre as três prioridades para 2017.

De acordo com a pesquisa, em quarto lugar na lista de prioridade para 2017, com 26% das citações, ficou o aumento do salário mínimo. A redução dos impostos também vem ganhando importância para a população. A medida subiu do oitavo lugar em 2014 para a quinta posição neste ano, com 25% das citações entre as três prioridades do país, acrescentou a entidade.

Já o combate à violência, que ocupou a segunda colocação da lista de prioridades em 2014 e 2015, caiu para a sexta posição em 2016 e recuou para o oitavo lugar em 2017. O combate às drogas caiu da quarta posição em 2014 para a 11ª em 2017, de acordo com o levantamento da CNI.

G1

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