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Veneziano reforça tese de RC de que o problema do país não está apenas na Previdência e sim na Economia

O senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB), concordou, durante entrevista a uma emissora de rádio de João Pessoa, com o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) com relação a sua declaração de que o principal problema do país não estaria na Previdência e sim na Economia.

Ricardo pontuou nessa segunda-feira (08) durante reunião da executiva nacional do PSB que o governo nacional não pode achar que vai resolver o problema do Brasil com a previdência, mas sim melhorando a Economia do país.

“O problema do Brasil não é a Previdência é a Economia, a economia que quebra a previdência, não a providencia que quebra a economia é uma coisa óbvia, ninguém ache que vamos resolver o problema do Brasil com a previdência, mas sim avançando na resolução da economia” disse o ex-governador.

Por sua vez Veneziano reforçou as declarações e disse que se RC fez essa menção é porque tem números que confirmam a situação.

“Concordo. O problema não é a Previdência, a previdência precisa de correções sim e Ricardo sabe, mas estamos falando sobre algo que repercutirá sobre a vida de 205 milhões de brasileiros. Amanhã se a proposta for aprovada na Câmara, as suas consequências danosas vão começar a ser sentidas, principalmente para quem menos pode. Quando Ricardo faz menções é porque ele tem números que mostram essa situação” declarou.

PB Agora

 

 

“Problema do filho é o pai que tem que resolver”, diz Julian sobre interferência de Carlos no Governo Bolsonaro

Diante das alfinetadas trocadas entre o filho do presidente da República, o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSL) e o vice-presidente da República, o general Amilton Mourão, o deputado federal Julian Lemos, do mesmo partido resolveu se posicionar e classificou as divergências como inúteis.

Para o deputado federal paraibano, a troca de farpas envolvendo o vereador Carlos Bolsonaro e o vice presidente Amilton Mourão precisam, urgentemente, serem resolvidas pelo presidente Jair Bolsonaro. “O problema do filho é o pai quem tem que resolver. O problema da vice-presidência, tem o presidente pra tratar disso. Eu acho que é uma discussão desnecessária, infrutífera e que o povo que produz no Brasil quer ver resultado. Quem elegeu o presidente não tem interesse nisso”, observou o deputado.

Para Julian Lemos, os atritos existentes entre o filho de Bolsonaro e o vice-presidente são inúteis.

Bolsonaro sobre Carlos x Mourão:

O presidente Jair Bolsonaro conversou com um grupo de jornalistas na manhã desta quinta-feira (25), e comentou a relação entre ele, Carlos e Mourão.

A respeito de sua relação com seu vice, Bolsonaro disse que “não tem problemas. A gente continua dormindo junto. O problema é quem vai lavar a louça no final do dia. Sei que meu filho (Carlos) tem um ânimo um pouco exaltado. Esse casamento (com Mourão) é até 2022 no mínimo. Nós nos acostumamos com um presidente poste e ele tem toda liberdade para falar. Ele está muito preparado para me substituir. Vice é sempre uma sombra e às vezes não se guia de acordo com o sol, mas por enquanto está tudo bem. Como um excelente casamento, se todo mundo disser sim não vai dar certo”.

Já sobre o comportamento de seu filho Carlos Bolsonaro, o presidente declarou que conversa com ele e que “nem sempre fico satisfeito (com o que ele escreve). A experiência de governo só quem está sentado na cadeira que tem. Eu tenho conversado com ele. Ele tem o comportamento dele. Ele vai continuar colaborando para as minhas redes sociais. Pode ter certeza que o navio dele está indo para um bom caminho”, avaliou.

 

PB Agora

 

 

Gestão pública: o problema não é dinheiro, é mudança de mentalidade

por Marcus Granadeiro*
Março de 2019 – Quando temos alguma doença e vamos buscar um médico ou um hospital, optamos sempre pelo melhor que podemos, não pelo mais barato. Isso acontece porque temos entendimento sobre a consequência de um mal atendimento ou de um mal profissional. Quão mais grave a doença, maior nosso empenho na busca da excelência no atendimento.

Infelizmente este entendimento não existe quando o assunto é engenharia. Quando se fala em projetos, obras e principalmente em manutenção, tudo é custo. A busca sempre será orientada por menores custos e a qualidade parece algo supérfluo.

O problema é que a má engenharia, o projeto pobre, a obra mal gerenciada e a execução incompetente acabam custando mais e causando graves consequências. Quando este cenário é associado com uma má gestão, a bomba relógio está ativada.

É isto que estamos vendo acontecer no Brasil em várias circunstâncias e, como último exemplo, podemos citar o problema que vimos em São Paulo nesses últimos dias, que com apenas uma noite de chuva intensa foi registrado doze mortes e muitas perdas residenciais e comerciais.

Não é falta de tecnologia. O BIM (Building Information Modeling) e as diversas tecnologias relacionadas ao tema de cidades inteligentes, associadas com geoprocessamento, tem capacidade de prever e evitar tudo que estamos sofrendo. Não é falta de engenharia. Mesmo fazendo na “mão”, temos profissionais e conhecimento para resolver. E não é falta de dinheiro, pois nada custaria mais caro do que todas as vidas perdidas e transtornos que estamos vivendo, além de todos os prejuízos sofridos em acidentes, enchentes e problemas com nossas infraestruturas.

É falta de visão, o que endossa a necessidade de mudança de mentalidade. É necessário entender que a engenharia não se compra pelo preço, mas pela qualidade. Entender que fazer bem não é fazer barato, mas fazer direito, e que não se deve improvisar ferramentas e recursos, mas usar os adequados.

Vamos olhar os bons exemplos de fora, quão aparelhadas e quantos recursos têm as concessionárias, departamentos de infraestrutura e empresas de engenharia. Temos um desafio muito grande! Nossas cidades têm uma infraestrutura caótica e pouca gestão entre os diversos players, mas com ajuste no modo de encarar e ver a engenharia, muito pode ser feito e em pouco tempo.

*Marcus Granadeiro é engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia e membro da ADN (Autodesk Development Network) e do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyours).

Sobre o Construtivo.com

O Construtivo é uma empresa de tecnologia com DNA de engenharia. Pioneira no conceito de nuvem, desde 1999 atende os maiores projetos de infraestrutura do Brasil.

Fundado em 1999 como uma joint venture do Grupo Santander, o Construtivo passou por um processo de MBO (Management buy-out) em 2004 e se tornou uma empresa nacional.

Com sede em São Paulo e filial em Porto Alegre, o Construtivo tem como carro chefe a solução Colaborativo, ofertada na modalidade de serviço (SaaS) e atendendo mais de 25 mil usuários com rede de plena redundância e com padrões de segurança internacionais a partir de seus servidores em Data Center Nacional padrão Tier III.

As soluções do Construtivo não se limitam apenas àquelas que compõem o Colaborativo. Elas englobam o serviço e o conhecimento de sua equipe como parte do processo. Aproveitando o know-how de mais de 20 anos de sua equipe em CAD e o pioneirismo em BIM, o Construtivo estabeleceu um núcleo de serviços de CAD / BIM.

Com cerca de 100 clientes ativos, entre eles UHE Belo Monte, CSN, Systra Vetec, CEEE, Voith, EBEI, Exto, CTG Brasil, Mobissom, LPC Latina, Rodobens, State Grid, JHE, PK, Voith, Rumo e Energia Consult, o Construtivo.com se tornou uma das principais empresas voltadas para o gerenciamento de processos com especialização em engenharia civil do país, atendendo áreas como energia, transporte, administração pública, manutenção, entre outras.

Informações: http://www.construtivo.com/

Quatro formas de driblar o problema da memória cheia no WhatsApp

O WhatsApp pode consumir mais espaço no seu celular do que você imagina. Por padrão, o mensageiro salva todas as imagens, áudios e documentos que você recebe em conversas, o que pode lotar a memória do smartphone com arquivos desnecessários. A boa notícia é que você pode alterar as configurações do app para driblar o problema da memória cheia.

Listamos, a seguir, quatro dicas para ajudar você a liberar espaço que foi ocupado pelo WhatsApp no celular. Todos os procedimentos contam com tutoriais detalhados, realizados em smartphones com Android e iPhone (iOS).

[marca] WhatsApp (Foto: Carolina Ochsendorf/TechTudo)WhatsApp: dicas permitem configurar o mensageiro para evitar que arquivos desnecessários ocupem o armazenamento do celular (Foto: Carolina Ochsendorf/TechTudo)

 

1) Desativar o salvamento automático de mídia

Desativação do salvamento automático de mídia no WhatsApp (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Desativação do salvamento automático de mídia no WhatsApp (Foto: Reprodução/Raquel Freire)

O download automático de mídia do WhatsApp oferece praticidade ao usuário, mas consome muito espaço no dispositivo. Ao desativá-lo, é possível controlar melhor quais arquivos baixar, deixando de lado aquelas fotos e vídeos recebidos em massa nos diversos grupos dos quais participa. Quando alguma mídia for interessante para você, bastará tocar sobre ela para fazer o download.

Os usuários do iPhone (iOS) devem ir em “Ajustes” > “Uso de Dados”, onde os tipos de arquivo devem ser definidos como “Nunca”.

No Android, o recurso está em “Configurações” > “Uso de Dados”. Nessa tela, é preciso entrar nas opções “Quando utilizar rede de dados” e “Quando conectado ao Wi-Fi” e desmarcar todos os tipos de arquivo.

As orientações detalhadas estão neste tutorial, que reproduz o procedimento no iOS, Android e Windows Phone.

2) Apagar a galeria de mídia do WhatsApp

Apagar mídias de chats individuais e em grupo do WhatsApp libera espaço no celular (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Apagar mídias de chats individuais e em grupo do WhatsApp libera espaço no celular (Foto: Reprodução/Raquel Freire)

É comum recebermos mídia em excesso de determinadas pessoas ou grupos. Uma opção para liberar armazenamento é excluir os arquivos desses chats específicos. Para isso, basta entrar no menu da conversa e selecionar a opção “Mídia” (ou “Mídia do grupo”, se você estiver em uma conversa conjunta).

A janela mostrará todos os arquivos já enviados e recebidos; basta selecionar os indesejados e clicar na lixeira para apagá-los. Os passos estão descritos em detalhes neste tutorial feito no Android, mas o caminho é idêntico no iPhone.

3) Apagar cópias “escondidas” das fotos

Cópias ocultas de imagens enviadas pelo WhatsApp sendo apagadas com o gerenciador Clean File Manager (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Cópias ocultas de imagens enviadas pelo WhatsApp sendo apagadas com o gerenciador Clean File Manager (Foto: Reprodução/Raquel Freire)

Apagar os arquivos recebidos em uma conversa pode não liberar espaço suficiente no seu celular, já que o WhatsApp cria uma cópia escondida das fotos que você envia. Para apagar essas imagens de vez, uma opção é usar um gerenciador de arquivos como o ES File Explorer Manager ou o Clean File Manager, ambos disponíveis para Android.

Após instalar o gerenciador, selecione o armazenamento do celular e localize a pasta do WhatsApp. Abra a subpasta “Media”, entre em “WhatsApp images” e verifique que dentro dela há outra pasta chamada “Sent”. Selecione os arquivos que desejar apagar e clique na lixeira.

Outra maneira de realizar o procedimento é pelo computador, o que pode ser feito também pelos usuários de iPhone.

4) Usar um app para limpar seu WhatsApp

App Limpador para WhatsApp calcula espaço gasto pelo mensageiro no celular (Foto: Reprodução/Raquel Freire)App Limpador para WhatsApp calcula espaço gasto pelo mensageiro no celular (Foto: Reprodução/Raquel Freire)

Gerenciadores de arquivos podem te ajudar a excluir arquivos em excesso do WhatsApp, mas há aplicativos voltados exclusivamente para realizar limpeza no mensageiro. Um deles é o Limpador para WhatsApp, disponível gratuitamente para Android. O app calcula quanto espaço é gasto com cada tipo de mídia no celular e identifica arquivos duplicados, tornando mais simples o processo de exclusão.

O uso é simples e está detalhado neste tutorial do TechTudo. Após a instalação, ele irá somar automaticamente o tamanho dos arquivos do WhatsApp salvos no dispositivo. Entre no item desejado (imagens, áudio ou vídeo, entre outros) e selecione os arquivos que serão apagados. Se quiser deletar apenas as mídias repetidas, toque na aba “duplicados” e exclua os conteúdos exibidos.

techtudo

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Prefeitura de Araruna protocola ofício no MP e solicita audiência para solucionar problema do Hospital

vitalEm virtude do impasse e a falta de diálogo da Direção do Hospital Maria Júlia Maranhão, a Prefeitura Municipal de Araruna protocolou nesta segunda-feira, 20 de fevereiro, no Ministério Público, ofício nº 042/2017, solicitando a mediação do MP com a urgência que o caso requer, no tocante a, se assim entender, convocar audiência a fim de tentar solucionar o conflito existente, buscando evitar o fechamento definitivo da Unidade Hospitalar.

Em nota, a administração municipal ressalta que existindo algum valor a ser repassado ao Hospital por meio de convênio, a Gestão fará a transferência normalmente, desde que seja feita com transparência e dentro da legalidade.

Veja o Ofício:

A Secretaria de Saúde informa a população de Araruna, que mediante o fechamento do Hospital Maria Júlia Maranhão, de forma irresponsável por parte da direção, a Prefeitura de Araruna em carácter de Urgência, está tomando as medidas quanto ao atendimento da população, deixando à disposição os veículos necessários, para que sejam feitas as transferências e encaminhamentos para as casas de Saúde mais próximas. Outras medidas já começaram a ser tomadas por parte da Secretaria Municipal de Saúde.

O novo Governo de Araruna carrega a marca da transparência e do diálogo. O trabalho da gestão municipal é para garantir a proposta que a população aprovou, um governo participativo, que ouve a população e a sociedade civil organizada. O compromisso da gestão é fazer o possível e o impossível para atender e garantir saúde de qualidade ao povo ararunense.

ararunaonline

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Problema cadastral é maior dúvida para saque do FGTS

caixaAs agências da Caixa que abriram as portas neste sábado para os trabalhadores tirarem dúvidas sobre saques de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) tiveram movimento tranquilo, segundo a instituição.

A maioria das consultas foi em relação a contas com problemas cadastrais, que não aparecem em buscas na internet. São casos de empresas que não informaram o afastamento dos funcionários ou fizeram o depósito em um CNPJ diferente do informado na carteira de trabalho, beneficiários com mais de um número de PIS ou que mudaram de nome.

Em todo o país, foram abertas 1.891 agências, com 25.620 funcionários a postos. No edifício sede da Caixa, em Brasília, cinco caixas se prepararam para atender à demanda, mas quem chegava para tirar dúvidas não encontrava fila.

O empresário Alessandro Abreu dos Santos, 40, foi à agência com os filhos na expectativa de encontrar saldo em três contas inativas, mas uma delas, relativa a uma empresa de eventos em que trabalhou por cinco anos, não foi encontrada. Foi orientado a voltar com a carteira de trabalho e o CNPJ da empresa e já faz planos para o dinheiro: “Vou pagar dívidas”, afirma.

Quem conseguiu resolver os problemas na agência já pode deixar programada a opção de recebimento e, para quem tem contas na Caixa, autorizar o depósito automático do dinheiro. Foi o caso do advogado Matheus Batista, 34. Ele havia consultado o saldo pela internet e viu que não constavam contas inativas. “Tinha problemas cadastrais, mas trouxe meus documentos e já resolvi. Pretendo pagar dívidas com o dinheiro”, completou.

Reduzir inadimplência

Os recursos que serão liberados no âmbito das contas inativas do FGTS podem contribuir para reduzir a inadimplência da Caixa, à medida que parte dos trabalhadores opte por pagar dívidas, de acordo com o vice-presidente de Finanças e Controladoria do banco, Arno Meyer. “O uso dos recursos é livre, mas é recomendável que o trabalhador quite dívidas mais caras como crédito rotativo, cheque especial”, afirmou ele, que esteve na abertura da agência do banco na Avenida Paulista, em São Paulo.

Antevendo a demanda alta por informações, a Caixa aumentou em 20% a capacidade dos servidores para evitar problemas nos sites e triplicou a capacidade para o atendimento telefônico. De acordo com o vice-presidente de Tecnologia do banco, José Eirado, não foram registradas dificuldades. “O número de pessoas acessando os sites da Caixa nos últimos dias foi o dobro do que tivemos na Mega Sena da Virada, uma de nossas maiores demandas”, disse. Foram feitos mais de 60 milhões de acessos ao site e mais de 1 milhão de ligações para o atendimento por telefone.

Os recursos das contas inativas poderão ser sacados de 10 de março a 31 de julho, de acordo com um cronograma baseado na data de nascimento do beneficiário. Mais de 30 milhões de brasileiros poderão retirar o dinheiro, o que deverá injetar R$ 35 bilhões na economia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Uol

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Para brasileiros, desemprego é o maior problema do país, diz pesquisa da CNI

carteira_de_trabalhoPesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quarta-feira (1º), aponta que, para os brasileiros, o desemprego é o principal problema do país. O desemprego foi citado por 43% das pessoas entrevistadas.

Ainda de acordo com a pesquisa, chamada de Retratos da Sociedade Brasileira – Problemas e Prioridades, empatados em segundo lugar ficaram a saúde e a corrupção, citados por 32% das pessoas ouvidas.

O levantamento foi realizado pelo Ibope Inteligência com 2.002 pessoas em 141 municípios, entre 1 e 4 de dezembro de 2016.

Para o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, as preocupações da população com a inflação e o desemprego aumentam a partir de 2014, quando a crise econômica começa a se delinear.

“A primeira coisa que as pessoas perceberam foi o descontrole da inflação. No ano passado, o principal problema passou a ser o desemprego”, afirmou Fonseca.

Prioridades para este ano

Entre as prioridades para este ano, a saúde permanece em primeiro lugar pelo quarto ano consecutivo, sendo citada por 38% dos entrevistados como uma das três prioridades do ano que se inicia.

O combate à inflação que estava em segundo lugar em 2016, com 31% das citações, caiu para o terceiro lugar em 2017, quando foi mencionado por 28% dos entrevistados, que apontaram essa medida entre as três prioridades para 2017.

De acordo com a pesquisa, em quarto lugar na lista de prioridade para 2017, com 26% das citações, ficou o aumento do salário mínimo. A redução dos impostos também vem ganhando importância para a população. A medida subiu do oitavo lugar em 2014 para a quinta posição neste ano, com 25% das citações entre as três prioridades do país, acrescentou a entidade.

Já o combate à violência, que ocupou a segunda colocação da lista de prioridades em 2014 e 2015, caiu para a sexta posição em 2016 e recuou para o oitavo lugar em 2017. O combate às drogas caiu da quarta posição em 2014 para a 11ª em 2017, de acordo com o levantamento da CNI.

G1

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Problema deixa cidades abastecidas por Jandaia com intermitência no fornecimento de água

JANDAIAProblemas no sistema elétrico estão causando interrupções diárias de abastecimento de água nos municípios de Cacimba de Dentro, Araruna, Tacima, Dona Inês, Riachão, Damião e no distrito de Logradouro, segundo informou nesta quarta-feira (18) a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa).

De acordo com a Cagepa, os locais afetados são abastecidos pela barragem de Jandaia e o problema é de responsabilidade da Energisa, já que a falta de energia prejudica o bombeamento da água para as estações elevatórias.

“As paradas por falta de energia, somente no mês de janeiro, ocorreram entre os dias 9 e 15 estão sendo monitoradas pela Cagepa, que está adotando as providências para cobrar da concessionária de energia uma solução definitiva para o problema, que tem causado sérios prejuízos”, informou a Cagepa.

O Portal Correio entrou em contato com a Energisa para saber quais seriam os problemas que estariam afetando a abastecimento de energia na região da barragem, mas até a publicação desta matéria a empresa não explicou o caso.

Portal Correio

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Estafa: entenda seus sintomas e veja como tratar esse problema

cansaoDesânimo sem explicação aparente, dores no corpo, falta de motivação para continuar aquela atividade de que tanto gosta e uma vontade enorme de ir embora logo após chegar ao trabalho. Se você está com algum desses sintomas, fique de olho, pode ser estafa.

De origem emocional ou física, ela pode atingir crianças e adultos e compromete o desempenho na escola, no trabalho e na relação com as demais pessoas no dia a dia, tornando todas as atividades antes prazerosas, em obrigações desgastantes e chatas. Por alterar todo o funcionamento do organismo, pode desencadear outras doenças como hipertensão, fobias e ansiedade, problemas cardíacos e gastrite. “Se você ficar acumulando tensões e cansaço, vai virar uma panela de pressão e uma hora ela explode e faz um estrago maior”, alerta o fisiologista da Unifesp, Claudio Pavanelli.

“A estafa pode ser física (periférica) ou mental (central) e está muito ligada a rotina que o paciente leva, por isso, antes de prescrever qualquer medicamento, pergunto se ele tem dado conta de todos os afazeres que estão sob sua responsabilidade ou se ele está passando por algum problema afetivo, só assim é possível tratar o problema”, explica Claudio.

Ai que cansaço!

Estafa - Foto: Getty Images
Estafa mental tira o ânimo em trabalhar

Treino, caminhada, corre-corre com as crianças e muito cansaço. Mais popularmente conhecida como fadiga, a estafa periférica se caracteriza por dores musculares e cansaço físico ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste excessivo (sem respeitar o tempo de recuperação) e pela má alimentação. “Não há quem suporte esse ritmo frenético, é fadiga na certa”, explica o fisiologista. “Nestes casos, o tratamento é uma mudança radical na rotina e na alimentação. Geralmente estas duas ações resolvem o problema”, continua. “Se não for tratada, pode desencadear outras doenças como: anemia, prisão de ventre, diarreia e até queda de cabelo”, diz Claudio.

Mente e corpo em equilíbrio

A forma mais comum da estafa é a fadiga mental. Caracterizada pela alteração do sistema nervoso central, ocorre em função do excesso de responsabilidades e tensões acumuladas que provocam um desgaste metabólico e mental muito grande. “O cansaço mental é tamanho que o paciente chega a sentir dor física. As pressões psicológicas se refletem no corpo”, explica o fisiologista. “Neste caso, a melhor indicação é o relaxamento. É preciso rever a maneira como lidamos com os nossos problemas e frustrações. Às vezes, uma mudança simples de postura pode te livrar de um dano maior a saúde”, continua.

“A estafa mental é muito mais grave do que a física porque tende a causar danos psicológicos e físicos. Caso não seja tratada adequadamente pode provocar doenças como: falha de memória, insônia, irritabilidade, desânimo, tristeza profunda e angústia”, explica Claudio.

Estresse x estafa

“O cansaço mental é tamanho que o paciente chega a sentir dor física”.

Muita gente confunde, mas estafa e estresse são problemas diferentes. Algumas diferenças ajudam a diferenciar os dois quadros. A fadiga ou estafa é um sintoma do estresse, mas não a a sua causa. No estresse, a intensidade da fadiga é maior e a maneira como nosso organismo reage a estes sintomas é bem diferente. Enquanto a estafa pode ser tratada com mudanças de hábitos ou tratamento médico, o mesmo não ocorre com o estresse, uma espécie de estágio crônico das duas formas de fadiga. “O grau de irritabilidade e da dor sentida no estresse é maior, além disso, o estresse é muito mais mental do que físico, por isso, não adianta usar os mesmos procedimentos. É uma questão de intensidade e durabilidade da fadiga”, explica Claudio.

Estafa mental (central)

Estafa - Foto: Getty Images
Já a estafa física causa dores no corpo

Entre os sintomas da estafa mental, nós podemos enumerar:

  • Falha de memória
  • Insônia
  • Irritabilidade e choro com facilidade
  • Desânimo
  • Tristeza e angústia
  • Azia, má-digestão
  • Palpitação
  • Diminuição do desejo sexual.

Tratamento
Relaxar é o lema para curar a estafa. “Muitas vezes o tempo que se ‘perde’ indo ao cinema ou em um parque, por exemplo, é um ganho de saúde e bem-estar. É melhor parar agora do que perder o controle depois”, alerta o fisiologista.

  • Saiba aproveitar os momentos de lazer
  • Converse sobre os problemas com os amigos ou com um profissional
  • Cultive o bom humor
  • Aprenda a relaxar
  • Não faça várias tarefas ao mesmo tempo
  • Procure resolver um problema de cada vez
  • Organize suas prioridades
  • Não leve preocupações do trabalho para casa.

Estafa física (periférica)

Entre as manifestações da estafa física, se encontram os seguintes sintomas:

– Dores por todo o corpo; Apatia, falta de ânimo; Baixa resistência imunológica; Distensão muscular.

Tratamento
O processo de cura envolve muito mais atividades relacionadas ao corpo. Confira as opções:

  • Pratique atividade física com moderação
  • Respeite o ritmo de seu corpo
  • Procure ter uma alimentação balanceada e saudável.

Doenças desencadeadas pela estafa

  • Hipertensão arterial (pressão alta)
  • Doenças emocionais (ansiedade, pânico, fobias)
  • Doenças gastrointestinais (colite, gastrite e úlcera)
  • Doenças do coração (arritmia, angina e infarto).

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Paraibano homenageia ‘nordestino’, lembra problema da seca e critica decisão do STF sobre proibição de vaquejadas

raimundo-liraEm pronunciamento na tribuna do Senado Federal, o senador Raimundo Lira (PMDB-PB) prestou homenagem ao Dia do Nordestino, transcorrido no último dia 08 de Outubro. Ele disse que tem um “orgulho imenso” de ser nordestino e que, mesmo com as dificuldades climáticas e a crise hídrica, o Nordestino é “forte e bravo”.

O senador lembrou das causas que tornam difícil a vida do nordestino e disse que os seis anos ininterruptos de seca dizimaram cerca de 70% do rebanho de gado, o que diminuiu a “poupança” de milhões de nordestinos que investiram na criação de animais.

Ele disse que a seca, associada à crise econômica, aumentou ainda mais o sofrimento, a angústia e o desespero dos nordestinos; e lamentou também os baixos investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no Nordeste.

Lira apontou o atraso de quase cinco anos na conclusão das obras de transposição, lembrando que a obra poderia não ser tão emergencial, caso não houvesse o sucateamento do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS), órgão do governo responsável pela construção e manutenção de barragens e açudes na região.

— Hoje o que mata a sede do nordestino são essas barragens feitas a partir de 1942, no Nordeste brasileiro, pelo DNOCS. Essas barragens estão salvando a população dessa grande crise hídrica. E todas essas barragens estão danificadas, estão estragadas, porque, em função do sucateamento do DNOCS, elas não foram mantidas, não foi dada a elas a manutenção necessária – destacou Raimundo Lira.

Vaquejadas – Lira também comentou decisão do Supremo Tribunal Federal – STF que, por seis votos a cinco, optou pela inconstitucionalidade de uma lei cearense que regulamenta a vaquejada, atividade cultural que se manifesta há mais de cem anos no Nordeste, gerando cerca de 600 mil empregos em toda a região, segundo Lira.

Ele lembrou que a decisão pode embasar ações para proibir a atividade no restante do país, o que geraria ainda mais desemprego. Para Lira, se o STF considera a vaquejada cruel com os animais, o que falar da criação de frangos em cativeiro, atividade que não leva em conta o bem-estar das aves, disse ele, explicando os maus tratos com os pintos.

“Eu estou falando nos 600 mil empregos que vão ser fechados no Nordeste, depois de tanta crise, tanto sofrimento, tanta angústia e tanta desvalorização de patrimônio. É mais uma dificuldade para o Nordeste brasileiro. Essa decisão, tomada pelo STF por 6 votos a 5 mostra que não houve consenso”, destacou Raimundo Lira.

Assessoria

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