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Em nota Prefeitura reafirma gratuidade total sem privilégios no São Pedro de Belém/PB

Nota

MultidãoO governo municipal de Belém/PB, através do senhor prefeito Edgard Gama e da Diretoria de Comunicação, reafirma que a tradicional festa do maior São Pedro da Paraíba, continua sendo realizada com todas as atrações totalmente gratuitas. Outrossim, informa ainda a inexistência de privilégios, área vip, front estag ou semelhante, pois a festa é feita pelo povo e para o povo.

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Este ano serão três noites com as melhores atrações possíveis para melhor atender o anseio dos forrozeiros sem distinção de quaisquer razão.

Belém, 28 de junho, de 2014.

Rodrigo Costa, Diretor de Comunicação.

Em nota, PT defende Lula e diz que é alvo de setores que ‘perderam privilégios’

A Direção Nacional do Partido dos Trabalhadores divulgou há pouco uma nota oficial em que “lamenta o espaço dado pela imprensa para as supostas denúncias assacadas pelo empresário Marcos Valério contra o partido e contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o empresário Marcos Valério teria afirmado, em depoimento prestado em setembro à Procuradoria-Geral da República, que o chamado esquema do “mensalão” ajudou a bancar “despesas pessoais” do ex-presidente.

De acordo com a nota do PT, assinada pelo presidente nacional do partido, deputado estadual Rui Falcão (SP), “caso essas declarações efetivamente tenham sito feitas em uma tentativa de ‘delação premiada’, deveriam ser tratadas com a cautela que se exige nesse tipo de caso. Infelizmente, isso não aconteceu”, diz o comunicado.

A nota diz também que depois de completar “quase dez anos à frente do governo federal, período em que o Brasil viveu um processo de desenvolvimento histórico e em que as classes populares passaram pela primeira vez a ter protagonismo no nosso país, o PT é alvo constante de setores da sociedade que perderam privilégios”.

O partido lembra “a vitória das eleições de outubro”, quando foi o mais votado no primeiro turno na soma das cidades, com 17,2 milhões de votos. “A campanha difamatória que estamos sofrendo nos últimos meses não impediu nossa vitória e nem conseguirá manchar o trabalho que nosso partido tem realizado em defesa do país, da democracia e, principalmente, da população mais pobre.”

A nota petista também declara que “as supostas afirmações desse senhor [Marcos Valério] ao Ministério Público Federal, vazadas de modo inexplicável por quem teria a responsabilidade legal de resguardá-las, refletem apenas uma tentativa desesperada de tentar diminuir a pena de prisão que Valério recebeu do STF”.

Em 14 de novembro, em coletiva realizada em São Paulo, o partido divulgou nota com duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo julgamento da Ação Penal 470, o mensalão. Na ocasião, o partido disse que “o Supremo recorreu a teoria nascida na Alemanha nazista” na condução do caso.

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Grito dos Excluídos pede Estado para os pobres e fim de privilégios

A 18ª edição do Grito dos Excluídos terá como tema “Queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta direitos a toda população!”. O Grito prevê atividade em quase todos os estados (com exceção do Acre) e ocorre tradicionalmente em 7 de Setembro, Dia da Independência.

Para Ari Alberti, do Serviço Pastoral dos Migrantes e integrante da coordenação nacional do evento, a ideia é contrapor privilégios dados a setores empresarias, como o agronegócio, às necessidades de políticas públicas que garantam direitos básicos e bem-estar à população em geral.

“Temos visto e sentido o Estado se dando bem com o capital, o agronegócio e a agroindústria. Enquanto isso, os direitos sociais são tratados como um favor. Não é isso que queremos”, diz. “A experiência democrática que vivemos hoje está muito fraca. Temos de ampliar isso e a nossa sugestão é que ela seja direta e participativa. O que nos move nessa luta é o projeto popular”, afirma Alberti.

De acordo com Karina Pereira, da secretaria nacional do Grito, diversos seminários preparatórios estão ocorrendo em todo o país. Para ela, exemplos para criticar o modelo atual não faltam.

“Contra os pobres cada vez mais se acentua um processo de criminalização. Além disso, temos as mudanças no Código Florestal, o extermínio violento da juventude, especialmente nas periferias, a falta de acesso aos bens públicos e a construção de hidrelétricas sem a consulta aos povos”, disse.

As eleições municipais deste ano também estarão entre os temas abordados. Para Alberti, a sucessão de denúncias envolvendo políticos tem afastado o povo da política, com reflexos negativos para a sociedade. “A eleição está dentro de um processo que não podemos ignorar, mas temos a impressão de que a política eleitoral e partidária deixou de ser coisa séria. Precisamos resgatar isso”, disse.

Para Karina, a união de movimentos, pastorais e sindicatos é o que pode ajudar no processo de construção de um novo modelo de governo.

“Em São Paulo, onde está instalada a secretaria nacional do Grito, temos visto ações do prefeito Gilberto Kassab (PSD), que são contrárias ao povo. A forma violenta de remoção da população pobre, dos moradores de rua e como foi tratada a questão da ‘cracolândia’. O Grito serve para denunciar essas práticas seja aqui ou em qualquer outra parte do Brasil”, disse a organizadora.

Segundo Alberti, é preciso ir além de políticas assistencialistas, que não atacam as raízes dos problemas causados pelas desigualdades sociais. “Cobramos uma política que faça mudanças estruturais e profundas no país”, afirmou. O tema do Grito dos Excluídos deste ano será também tratado na 5ª Semana Social Brasileira, prevista para maio de 2013, em Brasília.

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