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Profissionais da Rede Municipal de Educação de Solânea recebem treinamento para primeiros socorros

Nessa quarta-feira (21) as Secretarias de Saúde e Educação de Solânea realizaram um curso de primeiros socorros para cerca de 250 profissionais que trabalham na Rede Municipal de Educação. O treinamento é resultado da parceria entre as secretarias para a aplicação do “Programa Saúde na Escola”(PSE).

Professores, gestores, supervisores, toda a equipe técnica e auxiliar das escolas foram treinados em duas turmas montadas em horários distintos da manhã e tarde. Entre os procedimentos ensinados pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Solânea, foram apresentados e treinados de forma prática como agir em situações de convulsão, desobstrução das vias aéreas superiores, queimaduras e parada cardiorrespiratória.

O prefeito de Solânea, Kayser Rocha, participou do treinamento. “Conhecendo como realizar os primeiros socorros podemos salvar vidas. Por isso a importância deste treinamento para os profissionais que cuidam de alguns dos nossos bens mais preciosos que são nossos estudantes”, disse. Ainda durante o curso, os secretários de Saúde, João Rocha, e Educação Virnália Fagundes, chamaram a atenção dos profissionais da educação para a parceria entre as secretarias e sobre a importância do treinamento. A diretora do Samu, Vânia Cândido, contou que durante o curso também foram esclarecidas informações sobre como funciona o serviço e em que situação chamar o Samu.

        

Ascom-PMS

 

Apenas 3 de 24 estados têm Previdência no azul nos primeiros 4 meses de 2019

A Previdência da maioria dos estados brasileiros seguiu no vermelho nos primeiros meses de 2019. Segundo um levantamento feito pelo G1, de janeiro a abril, apenas Amapá, Rondônia e Tocantins registraram saldo positivo no seu sistema próprio de aposentadoria e pensões, responsável pelo pagamento dos servidores.

Os números levam em conta os resultados divulgados no Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) do governo de cada estado, referentes ao segundo bimestre de 2019. Os estados são obrigados a divulgar esses balanços mas, até esta segunda-feira (10), os dados do segundo bimestre do Distrito Federal, Piauí e Roraima não estavam disponíveis. O G1 entrou em contato com os governos dos três estados, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Somados os resultados dos 24 estados, o rombo nas contas das previdências estaduais soma mais de R$ 20,7 bilhões – um crescimento de 15% na comparação com o mesmo período de 2018.

Segundo um relatório do Instituto Fiscal Independente (IFI), o déficit das previdências estaduais em 2060 deve ser 4 vezes maior que o de 2013 se não for feita nenhuma reforma. “Esse déficit aumentaria 3,8% ao ano, em média, em termos reais até 2050 ou 5,3% e 4,3% até 2030 e 2040, respectivamente”, diz o relatório.

A reforma da Previdência apresentada pelo governo está em tramitação no Congresso desde fevereiro. O relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), disse neste domingo (9) que deve apresentar relatório sobre a proposta à comissão que analisa o tema na próxima quinta-feira (13). Um dos pontos que ainda está em discussão é a manutenção ou retirada dos servidores de estados e municípios da reforma.

Regimes diferentes

O levantamento do G1 considera a soma dos planos financeiro e previdenciário dos estados – regimes diferentes de Previdência, sendo que alguns estados possuem apenas um deles e outros, os dois.

A diferença é que o sistema financeiro funciona como o regime tradicional de repartição – ou seja, a contribuição dos trabalhadores que estão na ativa é usada para pagar os benefícios daqueles que já se aposentaram.

Enquanto isso, o plano previdenciário “separa” a contribuição dos servidores que começaram a trabalhar depois da criação da nova regra, em um sistema semelhante ao sistema de capitalização. Isso quer dizer que as contribuições dessas pessoas não deve ser colocada no mesmo montante que as dos mais antigos – ou seja, a contribuição dos trabalhadores mais jovens não entra no sistema que paga os já aposentados. Alguns estados adotaram o sistema nos últimos anos.

“Para ter uma visão melhor do que é o déficit nos estados, tem que somar um com o outro”, afirma Rodrigo Orair, diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado.

O especialista em Previdência Carlos Heitor Campani, professor do Coppead/UFRJ, concorda que a soma é uma boa forma de avaliar a situação previdenciária dos estados de uma maneira geral. E, sobre a separação de alguns em dois sistemas, ele explica que “isso aconteceu de uns tempos para cá mediante uma regulamentação do governo federal para que os estados tivessem acesso ao plano de recuperação fiscal”.

Campani comenta ainda que cada estado tem sua própria regulamentação, mas que, via de regra, os recursos arrecadados no plano previdenciário (ou seja, em que as contribuições dos novos trabalhadores não pagam aposentadorias dos já inativos) não podem ser usados pelo governo para pagar despesas como folha de pagamento. No entanto, a legislação permite que os valores sejam utilizados em investimentos em infraestrutura, por exemplo – desde que não se comprometa a garantia de pagamento de aposentadoria anos depois.

Orair acrescenta que não há uma uniformidade para a organização do funcionamento dos regimes de previdência nos estados e na apresentação dos resultados sobre receitas e despesas. “Tem várias situações. Alguns fizeram a segregação de massas, alguns instituíam planos previdenciários e voltaram atrás e fundiram os dois fundos, outros não regulamentaram. Não há uma uniformidade”, diz.

Autor de um relatório do IFI sobre as projeções para as previdências estaduais, Josué Pellegrini diz que a utilização de dois sistemas por alguns estados ou municípios não é o centro da questão previdenciária. “Tenho minhas dúvidas se isso é algo realmente relevante. Os estados acabam voltando atrás. Não é uma previdência complementar – o que, isso sim, seria uma mudança significativa. É só uma segregação de massas. Pega-se os servidores mais novos e começa a tratá-los separadamente”, diz o especialista.

Situação preocupante

Para especialistas ouvidos pelo G1, os números refletem um quadro delicado que atingem não apenas os estados, mas também os municípios.

“O que aconteceu com os estados e capitais é um fenômeno muito importante que vai acontecer em outros municípios”, diz José Roberto Savoia, professor da FEA/USP. “Em 2012, 2013, a arrecadação vinha num ritmo crescente. Quando ela começou a se reduzir, as despesas com funcionalismo e aposentadorias aumentaram. Primeiro porque a idade média do servidor público é elevada, de 45 anos. Há boa parte se aposentando todos os anos. E as contratações não aconteceram no mesmo ritmo que as aposentadorias”, explica.

“Nós vimos Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, estados que são grandes, que têm bastante pungência econômica, mas que começaram a ter dificuldades, atrasando salários, atrasando pagamentos. A perspectiva é de que esses estados que estão com dificuldades, e mesmo aqueles que ainda não chegaram a esse nível, podem chegar a uma situação de inadimplência nos próximos anos”, diz Savoia.

Matheus Delbon, professor dos cursos de pós-graduação e extensão em gestão pública da FAAP Ribeirão Preto, classifica a situação das contas previdenciárias dos estados como “desesperadora”. “O rombo só tende a aumentar, já que é uma máquina grande que vai começar a aumentar, e com salários altos se comparados aos da iniciativa privada. Tem ainda a expectativa de vida maior. Ou seja, nenhuma conjuntura natural vai melhorar esse déficit.”

Outro aspecto apontado pelo especialista como preocupante é que “houve um aumento alto dos salários do servidor na última década, e isso vai impactar (as contas previdenciárias) nos próximos anos”.

G1

 

 

Venda de veículos sobe 12% nos primeiros quatro meses de 2019

A venda de veículos automotores registrou alta de 12,2% nos primeiros quatro meses do ano em comparação a igual período do ano anterior. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), divulgados hoje (2), 1.244.151 unidades foram licenciadas de janeiro a abril de 2019, ante 1.108.897 unidades comercializadas no mesmo período do ano passado.

As vendas levam em conta automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motocicletas. No mês de abril foram emplacados 339.424 veículos, 11,1% acima do volume registrado no mês de março de 2019, quando 305.524 unidades foram licenciadas. Na comparação com abril de 2018, mês que registrou 311.160 unidades emplacadas, a alta é de 9,08%.

Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, o desempenho positivo em abril está relacionado a dois dias úteis a mais, com relação ao mês de março, mas também a uma gradual elevação nos índices de confiança do consumidor.  “O mercado, como um todo, manteve o ritmo de recuperação. A média diária de vendas cresceu 0,5%”, disse.

Nos segmentos de automóveis e comerciais leves, o resultado do quadrimestre registrou 801.330 unidades emplacadas, representando crescimento de 8,71% em relação a igual período do ano passado, quando foram licenciadas 737.135 unidades. Em abril, esses dois segmentos somaram 221.321 unidades emplacadas, contra 199.528 em março, registrando alta de 10,92%. Na comparação com as 209.940 unidades de abril de 2018, a evolução foi 5,42%.

Agencia Brasil 

 

 

AVC e embolia pulmonar provocaram 365 mortes na PB nos primeiros cinco meses do ano

O AVC e a embolia pulmonar, juntos, mataram em média dois paraibanos por dia em 2017. No total, desde 2015, já foram registrados 2.445 óbitos no Estado em decorrência destes problemas.

Somente em João Pessoa, 54 pessoas morreram em decorrência de Acidente Vascular Cerebral do tipo isquêmico (AVC) e embolia pulmonar em João Pessoa este ano. Conforme os dados da Secretaria Municipal (SMS), de 2007 até este ano, foram 182 mortes ocasionadas por embolia pulmonar e 1.068 por AVC registradas na cidade. Entre as causas comuns desses dois problemas graves está a formação de coágulos no sangue e, posteriormente, o risco do trombo.

O neurologista e assistente da divisão de clínica neurológica do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Mauricio Hoshino, lembra que os fatores de risco para a formação de coágulos são principalmente causas genéticas, tabagismo, doenças cardíacas e obesidade. O problema no coágulo acontece quando esse se desprende da parede da veia e passa a circular pela corrente sanguínea. Dependendo do tamanho e forma, ele pode se prender novamente a parede de uma veia ou artéria, causando graves complicações.

Ele lembra que a trombose do tipo venosa é a que mais apresenta sinais físicos que podem indicar uma situação mais grave, como inchaço, dores e vermelhidão em apenas em uma das pernas (na região da panturrilha). Contudo, este tipo ocorre em menos de 30% dos casos. Normalmente, a trombose profunda é a mais comum e, geralmente, a pessoa não apresenta sintomas.

“Essa trombose afeta as veias mais profundas e pode ocorrer em após cirurgias ortopédicas, de prótese, quadril, joelhos, pacientes de UTI, quando a pessoa fica mais tempo em repouso. Por isso, em todas essas situações, são utilizados medicamentos profiláticos e anticoagulantes para que o coágulo não migre para outras partes do corpo e ou vá para o pulmão, causando a embolia pulmonar. O remédio não dissolve o coágulo, mas controla a situação”, explicou Maurício Hoshino.

Sobre a embolia pulmonar, o neurologista alertou que “a doença acontece da mesma forma que a trombose, no entanto a interrupção do fluxo sanguíneo nos vasos do pulmão compromete a oxigenação do sangue e a funcionalidade do órgão, causando tosse e dificuldade para respirar”.

O médico lembrou ainda que as mulheres são mais vulneráveis a desenvolver coágulos. Além dos fatores de risco já mencionados, as pacientes que fazem uso de anticoncepcionais ou tem problemas graves de circulação devem ficar atentas.

“No caso das mulheres, a influência hormonal é um fator a mais que pode influenciar na formação de coágulos. Mas, vai depender do histórico da paciente e da medicação”, explicou o neurologista.

correiodaparaiba

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Vereador propõe curso de primeiros socorros nas escolas municipais de Bananeiras

Com a finalidade de garantir mais segurança para as crianças das Escolas do Município de Bananeiras, a Câmara de Vereadores aprovou o Projeto de Lei de autoria do vereador Kilson Dantas (PSB), que propõe tornar obrigatório o curso de primeiros socorros nas unidades de educação da rede municipal.

Segundo projeto, as instituições de educação infantil municipais, públicas ou privadas, que fazem atendimento às crianças e adolescentes deverão possuir funcionários ou professores habilitados em cursos de capacitação de primeiros socorros e prevenção de acidentes, ministrados por empresa especializada ou Bombeiros Militares da Paraíba.

A propositura aprovada foi justificada por Kilson Dantas, o qual ressaltou que tanto adultos como crianças podem vivenciar situações de emergência por causa de acidentes, lesões, condições de saúde (como complicações crônicas) ou doenças de aparecimento inesperado que podem ocorrer no ambiente escolar.

Além disso, o Vereador observou que o aumento no número de crianças com necessidades especiais de saúde (por exemplo, asma e diabetes) que frequentam as escolas contribui para aumentar os riscos de emergências médicas no ambiente escolar e através dos conhecimentos através do curso, os alunos irão aprender técnicas simples que podem salvar vidas.

CMB

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2 anos após primeiros inquéritos, políticos vivem expectativa de nova ‘lista do Janot’

Rodrigo JanotDois anos após o ministro Teori Zavascki autorizar a investigação de 47 parlamentares e ex-parlamentares de cinco partidos a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por supostos crimes de corrupção relacionados à Operação Lava Jato, o mundo político vive a expectativa da chegada ao Supremo Tribunal Federal (STF) de novos pedidos de inquérito baseados nas delações de 77 executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht.

Nos próximos dias, a PGR deve começar a apresentar à Justiça uma nova “lista do Janot”, como foi apelidado o conjunto de solicitações de inquéritos enviado em março de 2015 pelo procurador. Agora, deverão ser mais de 200 pedidos com base nas delações da Odebrecht. Para isso, cerca de 950 depoimentos dos 77 delatores vêm sendo analisados desde dezembro, quando os dirigentes e ex-dirigentes da empreiteira falaram aos procuradores que cuidam do caso.

Entre os pedidos, deverá haver solicitações de novas investigações, acréscimo de detalhes a inquéritos já em andamento e, até mesmo, a possibilidade de denúncias, com provas documentais já entregues pela empresa (entenda abaixo as fases de um processo criminal).

Junto com parte dos pedidos, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, poderá pedir o fim do sigilo sobre as delações, gravadas em vídeo. Outra parte ainda poderá continuar em segredo, se houver risco para as investigações futuras.

Somente parte do material ficará no Supremo Tribunal Federal – aquela que eventualmente se referir a ministros e parlamentares, que, devido à prerrogativa de foro por função (o chamado foro privilegiado), só podem ser processados no STF.

Uma outra parte será enviada a vários outros tribunais. Se houver trechos relativos a governadores, por exemplo, estes vão para o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Tribunais de Justiça estaduais (TJs) ou tribunais regionais federais (TRFs) receberão eventuais revelações sobre prefeitos e deputados estaduais. Pessoas sem foro privilegiado são investigadas na primeira instância da Justiça.

Nem todas as declarações dos executivos e ex-executivos da Odebrecht se relacionam à Petrobras. Por isso, parte do material será enviado para outros juízes, além de Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal, em Curitiba, assim como para outros ministros do STF que não Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF.

Desde que foram prestados os depoimentos, em dezembro, o grupo de trabalho composto por dez procuradores que cuidam da Lava Jato têm trabalhado de forma ininterrupta na delação, inclusive durante o carnaval. A análise é considerada exaustiva porque envolve mapear a citação a cada político e separar os fatos ligados a cada um.

A nova “lista do Janot” deve ser mais extensa do que a primeira, apresentada em março de 2015. Estima-se que os delatores da Odebrecht tenham mencionado algo em torno de 200 políticos com e sem mandato atualmente.

Em 2015, o procurador-geral pediu – e o então relator da Lava Jato no STF, Teori Zavascki autorizou – inquéritos para investigar a participação de 47 políticos nos crimes apurados na operação.

À época, passaram à condição de investigados 22 deputados federais, 12 senadores, 12 ex-deputados e uma ex-governadora integrantes de cinco partidos.

As etapas dos processos

>> Na preparação dos pedidos de abertura de inquérito, os procuradores pesquisam se determinado episódio mencionado pelos delatores nos depoimentos já faz parte de outro inquérito que já esteja em andamento. Nesse caso, as novas provas entregues pelos executivos da Odebrecht devem ser juntadas a esses processos em andamento.

>> Se já não houver investigação sobre o caso, o grupo de procuradores ainda busca declarações contidas em delações mais antigas que possam reforçar as suspeitas para pedir a abertura de um novo inquérito.

>> Uma terceira possibilidade é o pedido de arquivamento de uma citação, se for considerado que não há indícios do cometimento de crime ou de sua autoria.

>> Quando chega à Justiça, o pedido de investigação ainda é analisado pelo magistrado responsável, que só então autoriza o início das diligências – que envolvem coleta de provas, depoimentos de testemunhas e também do próprio investigado.

>> Se ao final dessa fase, o Ministério Público considerar que há provas suficientes, apresenta uma denúncia, com acusações formais de crimes imputados.

>> Novamente, caberá ao Judiciário decidir se aceita a denúncia, o que leva à abertura de uma ação penal e torna o investigado réu num processo criminal.

>> É nessa fase que a defesa pode apresentar provas de inocência do acusado e tentar a absolvição.

> A etapa final é o julgamento, que declara se há ou não culpa e qual a pena a ser aplicada.

G1

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Preço médio da gasolina cai na Paraíba nos primeiros dias de 2017, diz ANP

gasolinaLevantamento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apontou  que o preço médio da gasolina caiu na Paraíba na primeira semana de janeiro. No entanto, em outros 18 estados, o combustível está mais caro.

De acordo com o estudo semanal da ANP,  o preço médio da gasolina seria de R$ 3,613, queda de 1,12% nos primeiros seis dias do ano.

Pernambuco apresenta o melhor preço da gasolina esta semana. Já o acre a mais cara.

Veja a preço médio da gasolina por estado e sua variação em relação a semana anterior:

Acre
R$ 4,231, alta de 0,38%
Alagoas
R$ 3,733, queda de 0,35%
Amapá 
R$ 3,825, alta de 4,08%
Amazonas
R$ 3,993, alta de 0,15%
Bahia
R$ 3,753, queda de 1,13%
Ceará
R$ 3,9800, queda de 0,18%
Distrito Federal
R$ 3,724, alta de 1,83%
Espírito Santo
R$ 3,740, queda de 1,01%
Goiás
R$ 3,903, sem variação
Maranhão
R$ 3,61, alta de 0,03%
Mato Grosso
R$ 3,782, alta de 0,50%
Mato Grosso do Sul
R$ 3,661, alta de 0,14%
Minas Gerais
R$ 3,827, alta de 0,31%
Pará
R$ 4,093, alta de 0,57%
Paraíba
R$ 3,613, queda de 1,12%
Paraná
R$ 3,694, alta de 0,76%
Pernambuco
R$ 3,552, queda de 1,47%
Piauí
R$ 3,642, alta de 0,69%
Rio de Janeiro
R$ 4,023, alta de 0,52%
Rio Grande do Norte
R$ 3,926, queda de 0,18%
Rio Grande do Sul
R$ 3,909, queda de 0,26%
Rondônia
R$ 3,971, alta de 0,05%
Roraima
R$ 3,884, alta de 0,18%
Santa Catarina
R$ 3,670, alta de 0,22%
São Paulo
R$ 3,605, alta de 0,31%
Sergipe
R$ 3,743, alta de 0,29%
Tocantins
R$ 3,838, alta de 2,18%

MaisPB

com G1

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Primeiros socorros para queimaduras, insolação e outros acidentes da praia

ouvidoPraia é sinônimo de relaxar e se divertir. Mas, se não tomarmos os cuidados adequados, o passeio pode virar uma dor de cabeça – por isso é importante usar protetor solar, se hidratar bem e tomar cuidados com os alimentos estragados. Só que mesmo essas precauções podem não ser suficientes, abrindo espaço para pequenos acidentes acontecerem. Pensando nisso, conversamos com diversos especialistas, que nos ensinaram os primeiros socorros para acidentes típicos da beira mar:

Queimadura

Os cuidados locais que a pessoa deve ter quando sofre uma queimadura térmica são: lave o local com água gelada e sabão neutro, sem usar gelo no local. “Isso pode agravar a lesão, uma vez que a pele estará muito sensível”, declara o clínico geral Lucas Zambon, supervisor do Pronto Socorro do Hospital das Clínicas. Caso haja bolhas, não estoure, pois há risco de contrair infecções. Após lavar e secar com cuidado o local, você pode fazer compressas geladas com cuidado. “A hidratação com cremes à base de aloe vera pode ser praticada onde não há formações de bolhas ou lesões mais profundas (ou seja, apenas pele vermelha e dolorosa que fica branca quando se faz pressão com o dedo sobre a lesão).”
O especialista afirma que os cuidados com queimaduras são os mesmos, não importa se por objeto quente, exposição ao sol ou outras causas. “Você deve procurar atendimento médico em caso de bolhas, dor intensa, sinais de pele morta e descamando após a queimadura, queimaduras de face, mãos, pés ou genitais, se acometer grande parte do corpo ou caso você comece a ter febre.”

É importante ressaltar que qualquer procedimento além desses podem causar uma infecção ou agravar o problema. “Não aplique manteiga, café, pasta de dente ou outras receitas caseiras em hipótese alguma”, dia o pediatra Fernando Freitas de Oliveira, coordenador de ensino médico do Hospital Municipal e Infantil Menino Jesus.

Água viva

As queimaduras por águas-vivas ou caravelas são causadas por agentes venenosos que esses animais marinhos têm em seus tentáculos. “Em um primeiro momento, deve-se tentar remover calmamente o tentáculo do contato com a pele, e não se deve colocar o ferimento em água gelada, nem fazer fricção local”, afirma o clínico geral Lucas. Deve-se colocar a parte afetada imersa em água quente (na temperatura máxima tolerada pela pessoa), por pelo menos 20 minutos. Alguns casos podem se beneficiar do uso de ácido acético (vinagre) sobre o local, porém nem sempre é efetivo. “Não é recomendado o uso de urina ou bebidas alcóolicas para passar no ferimento, pois podem provocar uma infecção e agravar a lesão.”

Ouvido entupido

Depois de tomar um banho de mar ou piscina, é possível que a água fique acumulada no ouvido. Se a água for de rio ou lagoa, é uma proliferação maior de bactérias do tipo Pseudomonas sp, causadores da otite. “A maioria das infecções de ouvido é causada pelo fato de a água empurrar cera pelo canal auditivo, quadro que pode ser agravado pela presença de micro-organismos no líquido”, explica o pediatra Fernando.

Para retirar a água acumulada, você pode enxugar a região externa do ouvido com uma toalha e dar pulinhos ou então pequenos tapinhas no lado oposto da cabeça, a fim de fazer o líquido sair. Caso essas medidas não funcionem, procure um médico para fazer uma lavagem ou receber medicação adequada. “Nunca introduza nada dentro do ouvido, como tampas de caneta ou cotonetes.”

Picada de mosquito

Muito comum nos dias quentes de verão, as picadas de mosquito acontecem porque esses insetos necessitam do sangue humano para amadurecer seus ovos – ao contrário do que muitos pensam, não é esse o alimento do animal. Se você notar que foi atingido, é preciso primeiro notar se houve uma reação alérgica. “Na maioria das vezes ocorre uma reação desproporcional no local da picada, como inchaços ou então várias bolinhas, assemelhando-se à catapora”, diz o alergista Marcelo Aun, do Hospital Samaritano, em São Paulo. “Em casos mais graves, a pessoa pode ter um choque anafilático, devendo ser encaminhada imediatamente para o hospital”, alerta. Se a reação acontecer, procure um hospital.

Para indivíduos no geral, a recomendação máxima é evitar coçar a área, sob o risco de levar bactérias da unha para a lesão e causar uma infecção secundária – higienizar o local com álcool também irá ajudar. Segundo o especialista, a coceira acontece porque o mosquito deixa em nosso sangue sua saliva, que é tóxica à nossa pele, e melhora sozinha após algumas horas ou poucos dias. Outra medida campeã é aplicar gelo na área, diminuindo a temperatura local. “Esse processo, além de aliviar a coceira, dor e vermelhidão da picada, também impede que as substâncias deixadas pelo mosquito se espalhem pela pele, impedindo uma inflamação”, explica. É importante que o gelo seja colocado logo que a picada acontecer, justamente para evitar a progressão da inflamação. Ele ressalta que cremes, pomadas e outras receitas caseiras não são necessárias, sob o risco de causar reações e agravar o problema. “Caprichar na limpeza com água e sabão e não coçar a área são as melhores medidas a serem tomadas.”

Diarreia

Comidas estragadas ou mal conservadas, água sem tratamento adequado e falta de hidratação são problemas comuns no litoral e que acabam rendendo muitos casos de diarreia. O clínico-geral Claudio Miguel Rufino, da Unifesp, afirma que a hidratação do corpo é a principal recomendação médica em casos de diarreia, já que o organismo perde muita água por meio das fezes. “As melhores opções são o soro caseiro, soros de reidratação oral comerciais, água de coco, bebidas isotônicas, chás e sucos naturais, além da água mineral”, diz. Isso porque a diarreia provoca a perda de sais minerais, como sódio, magnésio e potássio, por isso a água somente não repõe todas essas perdas.

Outras medidas envolvem cortar alimentos muito gordurosos ou ricos em açúcar, e dar preferência a pratos de sabor mais leve, como torradas ou frutas. “O próprio corpo é capaz de resolver um quadro de diarreia, sem necessidade de medicação, mas podem ser usados remédios para diminuir a frequência das evacuações, sempre com orientação médica”, completa o clínico, lembrando que um hospital deve ser procurado sempre que houver presença de sangue nas fezes, impossibilidade de alimentação e hidratação oral, febre e diarreia por mais de dez dias ou antes disso caso a diarreia seja intensa e as evacuações frequentes. No caso de crianças, gestantes e idosos, o médico deve ser procurado imediatamente, assim como nas situações em que o paciente apresenta outra doença associada.

Se cortar em espinhas de peixe ou outros materiais

Feridas causadas por corais, ouriços do mar e espinhas de peixe ou de arraia são relativamente comuns. São feridas dolorosas e que podem infectar principalmente se algum material ficar preso na pele. “Em algumas espécies de peixes, ouriços e no caso da arraia, pode haver veneno, mas os principais sintomas são localizados, havendo muita dor e inflamação”, ressalta o clínico geral Lucas. Em caso de acidente, o ideal é lavar o local, cobrir com um pano limpo ou atadura e se dirigir ao atendimento médico. “Há casos em que é necessário extrair o material preso ou mesmo receber antibióticos.”

Insolação

Nem sempre a pessoa que sofre de insolação tem queimaduras severas de sol. “Os sintomas podem ser vários, como vermelhidão, ressecamento e ardor da pele, dor de cabeça, náuseas, pulsação e respiração aceleradas, desidratação, aumento da temperatura corporal e alteração do nível de consciência”, conta o pediatra Fernando.

O excesso de sol e calor é suficiente para acabar com o seu bem-estar. Quando o corpo chega a uma temperatura muito elevada, o mecanismo de transpiração falha e o corpo fica incapacitado de se resfriar. O resultado dessa reação é a insolação, que pode ir desde uma vermelhidão e dor de cabeça até uma internação no hospital. Outros sintomas envolvem prostração, mal estar, vômitos e fadiga acentuada. “As principais recomendações são repouso e ingestão de água, pois o maior perigo da exposição excessiva ao calor é a desidratação”, explica.

Irritação nos olhos

A coceira parece que nunca vai ter fim. E, quanto mais você esfrega, mais vermelhos seus olhos ficam. E os problemas não param por aí: inchaço das pálpebras e até dificuldade para enxergar são incômodos bastante comuns após um dia inteiro de sol e mar. “Os micro-organismos que ficam na água do mar e a concentração de sal, diferente daquela presente nas lágrimas, podem causar irritação e até infecções”, afirma a oftalmologista Carla Suzuki, da Unidade de tratamento oftalmológico Vision Care.

Sendo assim, é de extrema importância evitar o mergulho em águas impróprias, que podem conter micro-organismos causadores de uma inflamação. Fique atento às piscinas com cloro e não mergulhe de olhos abertos sem proteção, uma vez que a substância pode causar uma conjuntivite química, pior do que a provocada pela água do mar. “Use óculos de sol, que evitam a passagem dos raios de luz com comprimento de ondas superiores ao violeta e funcionam como escudo protetor para elementos externos como areia e suas impurezas”, diz.

Se a irritação já está instalada, evite coçar os olhos para reduzir a contaminação e lave o rosto com água mineral ou água corrente. “Isso ajuda na remoção da salina e das substâncias químicas que causam irritação. ” Uma compressa de soro fisiológico gelado traz um enorme alívio pra a coceira e diminui na hora a vermelhidão.

minhavida

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Grolli, Nadson e Rossi: Chapecoense apresenta primeiros reforços para 2017

(Foto: Sirli Freitas/Chapecoense)
(Foto: Sirli Freitas/Chapecoense)

Pouco menos de um mês após apresentar Vagner Mancini como técnico e Rui Costa como executivo de futebol, a Chape apresenta seus primeiros reforços para 2017. Entre os atletas apresentados está o zagueiro Douglas Grolli, atleta formado nas categorias de base do clube, que vem por empréstimo do Cruzeiro. O meia Nadson, ex-Paraná, e o atacante Rossi, ex-Goiás também já vestem a camisa da Chapecoense.

– Esse atleta que está na minha esquerda (Grolli), lado do coração, é um atleta que esteve aqui no início de nossa caminhada em 2010, quando o clube iniciou com uma gestão administrativa qualificada. Grolli era um atleta da base e que participou do grupo naquele ano. Hoje ele retorna com a missão de recomeçar tudo aquilo que ele já tinha começado conosco. Fazer da Chape um time com objetivos, com responsabilidade, com comprometimento visualizando sucesso – afirmou o presidente Plinio David De Nes.

Para Grolli, a volta é com muita responsabilidade. O defensor sabe que a missão passa por atletas que entendam a cidade e o contexto com o clube.

Douglas Grolli Chapecoense (Foto: Sirli Freitas/Chapecoense)Douglas Grolli retorna ao time que o revelou Foto: Sirli Freitas/Chapecoense)

– É um prazer imenso estar de volta aqui no clube que me proporcionou tantas coisas, onde eu nasci e ressurgi para o futebol. Hoje estou com esse grande objetivo de ajudar a Chape na reformulação. Já era do meu interesse voltar e ajudar e eu espero fazer um grande ano – disse Groli.

O atacante Rossi se destacou em 2016 pelo Goiás. Agora na Chape, ele promete doação para recompensar a confiança da diretoria e trazer alegrias aos torcedores.

Muito feliz em estar aqui hoje. Agradeço ao presidente Plinio e ao Rui pelo esforço, vou fazer valer a pena o esforço. Podem contar comigo, torcedor, diretoria e cidade de Chapecó. É um clube que vai ter uma responsabilidade imensa de atuar, mas eu estou muito feliz pela pressão, porque jogador gosta de pressão e eu não sou diferente. Vou procurar dar o meu máximo para ajudar.

O meia Nadson foi outro atleta apresentado. Segundo o jogador, o interesse da Chape existia desde o ano passado, mas o Paraná não aceitou negociar. Agora, o jogador fala em honrar os colegas que perderam a vida no acidente aéreo.

– Estou muito feliz em representar a Chapecoense. Tive um contato em setembro do ano passado, quando o Hyoran se machucou, mas infelizmente o Paraná não liberou. Esse ano deu certo e eu posso estar aqui e honrar os que se foram. Claro que vai ser o time mais visado de 2017 e a responsabilidade dobra, mas temos que dar o nosso máximo para deixar a torcida feliz.

Nadson Chapecoense (Foto: Sirli Freitas/Chapecoense)Nadson estava no Paraná e agora vai defender a Chapecoense (Foto: Sirli Freitas/Chapecoense)

A dois dias de começar a pré-temporada, o clube ainda não tem uma equipe formada para começar os trabalhos, mas de acordo com a diretoria, Mancini terá jogadores suficientes já na sexta-feira. Nesta quarta, o volante Andrei Girotto esteve na Arena Condá e deve ser apresentado como reforço em breve.

Além dos três atletas apresentados, a Chapecoense já tem definida as situações do goleiro Elias, ex-Juventude e também do meia Dodô, ex-Figueirense. O clube não confirma outros jogadores, mas está próximo de acerto com os laterais Zeballos e Reinaldo, o volantes Moisés e os atacantes Túlio de Melo, Wellington Paulista e Niltinho.

GloboEsporte.com.br

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STF decide que aborto nos 3 primeiros meses de gravidez não é crime

stfA Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (29) descriminalizar o aborto no primeiro trimestre da gravidez. Seguindo voto do ministro Luís Roberto Barroso, o colegiado entendeu que são inconstitucionais os artigos do Código Penal que criminalizam o aborto. O entendimento, no entanto, vale apenas para um caso concreto julgado pelo grupo nesta terça.

A decisão da Turma foi tomada com base no voto do ministro Luís Roberto Barroso. Para o ministro, a criminalização do aborto nos três primeiros meses da gestação viola os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, o direito à autonomia de fazer suas escolhas e o direito à integridade física e psíquica.

No voto, Barroso também ressaltou que a criminalização do aborto não é aplicada em países democráticos e desenvolvidos, como os Estados Unidos, Alemanha, França, Reino Unido e Holanda, entre outros.

“Em verdade, a criminalização confere uma proteção deficiente aos direitos sexuais e reprodutivos, à autonomia, à integridade psíquica e física, e à saúde da mulher, com reflexos sobre a igualdade de gênero e impacto desproporcional sobre as mulheres mais pobres. Além disso, criminalizar a mulher que deseja abortar gera custos sociais e para o sistema de saúde, que decorrem da necessidade de a mulher se submeter a procedimentos inseguros, com aumento da morbidade e da letalidade”, decidiu Barroso.

Apesar de admitir a descriminalização do aborto nos três primeiros meses, Barroso entendeu que a criminalização do procedimento pode ser aplicada a partir dos meses seguintes.

“A interrupção voluntária da gestação não deve ser criminalizada, pelo menos, durante o primeiro trimestre da gestação. Durante esse período, o córtex cerebral – que permite que o feto desenvolva sentimentos e racionalidade – ainda não foi formado, nem há qualquer potencialidade de vida fora do útero materno. Por tudo isso, é preciso conferir interpretação conforme a Constituição aos Artigos 124 e 126 do Código Penal, para excluir do seu âmbito de incidência a interrupção voluntária da gestação efetivada no primeiro trimestre”, disse Barroso.

Prisões

O caso julgado pelo colegiado tratava da revogação de prisão de cinco pessoas detidas em uma operação da polícia do Rio de Janeiro em uma clínica clandestina, entre elas médicos e outros funcionários. Os cinco ministros da Primeira Turma votaram pela manutenção da liberdade dos envolvidos. Rosa Weber, Edson Fachin acompanharam o voto de Barroso. No entanto, Marco Aurélio e Luiz Fux não votaram sobre a questão do aborto e deliberaram apenas sobre a legalidade da prisão.

Agência Brasil

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