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Senadora Daniella Ribeiro pede exoneração da prima com salário de R$ 15 mil

A prima da senadora Daniella Ribeiro (PP) foi exonerada do cargo que ocupava no Senado. A exoneração foi feita a pedido da parlamentar e divulgada pelo apresentador Clilson Júnior, no Arapuan Verdade, da rádio Arapuan FM, nesta segunda-feira (7).

Iuska Cyntia Mariz Galvão estava contratada para cargo em comissão de assistente parlamentar pleno.

Iuska é estudante de Odontologia em período integral e estaria em choque de horário com o expediente no Senado. O salário dela chegava a R$ 15 mil.

 

clickpb

 

 

Adolescente é apreendido suspeito de estuprar prima de 6 anos, na PB, diz delegado

Um adolescente foi apreendido suspeito de estuprar a prima dele, uma criança de 6 anos, no município de Aroeiras, no Agreste da Paraíba, de acordo com a Polícia Civil. A ação policial, que ocorreu nesta terça-feira (1º), cumpriu um mandado de busca e apreensão expedido pela Comarca de Aroeiras.

O delegado titular de Aroeiras, Everaldo Miranda, explicou que o caso aconteceu quando dois rapazes foram à casa de uma vizinha, buscar um bolo, à pedido da mãe do adolescente.

Como a vizinha não estava em casa, os primos decidiram esperá-la no local, por trás de uma pedra, onde, conforme o delegado, o estupro ocorreu. Quando parentes da vítima perceberam que ela estava machucada, a levaram para um hospital. Everaldo Miranda informou que a criança passou quatro dias internada.

O delegado afirmou ainda que o caso foi denunciado pela mãe da criança e exames foram feitos pelo Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol). O mandado foi solicitado pela Polícia Civil, após a conclusão do inquérito. O adolescente, que conforme o delegado não tem passagem pela polícia, foi encaminhado para o Lar do Garoto.

G1

 

‘Prima’ da dengue se alastra e já é epidemia em cidades do AP e BA

ChikungunyaMenos de dois meses após a confirmação dos primeiros casos autóctones (de transmissão local) da febre chikungunya, a “prima” da dengue está se espalhando rapidamente pelo país, com epidemias na Bahia e no Amapá e casos em outros 11 Estados e no Distrito Federal.

Segundo o Ministério da Saúde, 828 pessoas foram infectadas até 25 de outubro. Dados mais atuais dos municípios, porém, apontam que os casos passam de mil –há um mês, não chegavam a 80.

O vírus chikungunya é transmitido pelos mesmos mosquitos da dengue (Aedes aegypti e Aedes albopictus). Os sintomas da doença também são parecidos, como febre, mal-estar e dores e manchas vermelhas, mas o chikungunya pode causar dores mais fortes (e de maior duração) nas articulações.

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No Amapá, 330 casos foram confirmados só em Oiapoque, onde surgiram as primeiras transmissões no território brasileiro, em setembro. A Bahia concentra 458 confirmações. Feira de Santana é o epicentro, com 371.

O secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa, prevê um verão “preocupante”, com casos de dengue e chikungunya ao mesmo tempo.

Avener Prado/Folhapress
Unidade de saúde em Feira de Santana; cidade é a que tem maior número de casos do país
Unidade de saúde em Feira de Santana; cidade é a que tem maior número de casos do país

“É como se tivéssemos um novo sorotipo de dengue circulando. Toda população está suscetível”, diz Barbosa.

O período de maior transmissão é entre janeiro e maio, mas cidades como Feira de Santana já observam a circulação dos dois vírus.

“Nesta semana, além do chikungunya, temos registrado casos de dengue”, diz Maricelia de Lima, técnica da Vigilância Epidemiológica de Feira de Santana. O município investiga 1.161 suspeitas de chikungunya, 39% delas em um único bairro.

Segundo o infectologista Artur Timerman, do Hospital Edmundo Vasconcellos, outro agravante é a previsão de mais casos de dengue subtipo 4, que tendem a ser mais graves em quem já foi infectado pelos outros três tipos.

“Ele começou a circular há dois anos e ainda tem potencial para infectar de 75% a 80% das pessoas”, diz.

Neste ano, todas as campanhas e ações preventivas do Ministério da Saúde contra a dengue vão incluir também a febre chikungunya.

“O nome é diferente, mas a maneira de prevenir é a mesma: eliminar os criadouros do mosquito, não deixar água parada”, diz Barbosa.

Até o ano passado, a febre chikungunya estava concentrada em algumas regiões da África e da Ásia. Em dezembro, o vírus começou a circular no Caribe e depois se espalhou pelo resto das Américas. São quase 800 mil casos, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde.

A letalidade é baixa (1 morte para 1.000 casos), mas pode se agravar em idosos e pessoas com doenças crônicas.

Editoria de Arte/Folhapress
CLÁUDIA COLLUCCI

“Passe livre” de Campos é questionado até pela prima

 PASSEDesde que o presidenciável Eduardo Campos afirmou que se eleito, irá implantar o passe livre no transporte público para cerca de 20 milhões de estudantes de todo o país, o ex-governador vem sendo questionado sobre a real possibilidade de implantar a medida. As últimas traulitadas vieram da Frente de Luta pelo Transporte Público e da própria prima a vereadora do Recife, Marília Arraes (PSB), que na última sexta-feira (19) anunciou que irá apoiar a reeleição da presidente Dilma Rouseff (PT). Tanto Marília quanto a Frente de Luta pelo Transporte Público ressaltam que a promessa de Campos não encontra eco nos sete anos em que esteve à frente do Executivo Pernambuco, já que ele não implantou a medida quando era o governador do Estado.

 

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“Não sei se ele vai conseguir implantar isso aí no nível nacional, se ele ganhar a eleição, o que é bastante difícil de acontecer, de acordo com o que as pesquisas indicam”, disse Marília em entrevista à Rádio Jornal. “É uma pena que o passe livre não foi implantado em todo o Estado. A gente teve sete anos para implantar o passe livre em Pernambuco. Será que será possível cumprir essa promessa nacional?”, complementou.

Em nota, a Frente de Luta pelo Transporte Público disse ter recebido “com perplexidade” a declaração de Campos, uma vez que que durante a sua gestão o governo “nunca abriu ou promoveu discussão acerca do Passe Livre Estudantil”. A nota também ressalta que a “redução das passagens propagada por Eduardo Campos foi um mero repasse da desoneração da PIS/COFINS (imposto federal) levado a cabo pelo governo federal, e que ainda assim não foi feito de maneira proporcional em todas as tarifas de ônibus”.

A redução das tarifas, da ordem de R$ 0,10 foi anunciada por Campos pouco depois dos protestos pela melhoria dos serviços públicos que marcaram o país em meados do ano passado. Para o movimento social, a promessa feita pelo socialista tem caráter meramente eleitoreiro.

Leia abaixo a íntegra da nota da Frente de Luta pelo Transporte Público:
No Governo Eduardo Campos, nunca houve discussão sobre Passe Livre!
Nós da Frente de Luta pelo Transporte Público de Pernambuco, movimento que reúne diversas entidades estudantis, de trabalhadores, usuários do transporte e da juventude em geral, vimos por meio desta demonstrar nossa estranheza e perplexidade com as afirmações de Eduardo Campos na sabatina promovida pela Folha de São Paulo.

O candidato à presidência da República pelo PSB durante seus quase 8 anos de governo nunca abriu ou promoveu discussão acerca do Passe Livre Estudantil em Pernambuco. Desde que assumiu o governo, já naquela época com o discurso de democratizar a gestão do Transporte Público criou o Consórcio Grande Recife em lugar da antiga EMTU – Empresa Metropolitana de Transporte Urbano, no entanto na prática não vimos mudanças concretas na política do Transporte

Os usuários continuaram não sendo ouvidos para as decisões e o Grande Recife continuou com a mesma estruturação de loteamento de cargos de sua ampla aliança política no Estado de Pernambuco. Não à toa que é uníssona na sociedade pernambucana a crítica ao modelo de expansão do Transporte feito exclusivamente por Terminais Integrados (quem utiliza diariamente, os chama de “currais” integrados, pois o povo é tratado como porco) em detrimento de uma integração temporal por bilhetagem eletrônica, ainda uníssono é o descontentamento com a não unificação das tarifas, onde temos ônibus com menor distância com preço de passagens mais caras do que outros com maior distância.

Tudo isto demonstra uma irracionalidade no atual sistema de transporte na Região Metropolitana do Recife (administrado pelo Governo do Estado) que vem sendo denunciada ao longo dos últimos anos e foi motivo de uma carta aberta endereçada pessoalmente ao então governador, Eduardo Campos, onde apresentamos 13 pontos, no meio das manifestações do ano passado, que igualmente sequer obtivemos resposta. Outro ponto que nós, juntamente com outros diversos movimentos sociais, temos reivindicado como desdobramento do direito social ao transporte (Proposta de Emenda Constitucional da Deputada Luiza Erundina do PSB – partido de Eduardo Campos!) é o Passe Livre Estudantil e para os trabalhadoras desempregados/as.

Só ano passado realizamos cerca de 22 protestos, ações de rua, ocupação da Câmara Municipal, do Consórcio Grande Recife, e fomos recebidos apenas uma vez pelo segundo escalão do Governo (o então subsecretário da Casa Civil, Marcelo Canuto e o presidente do Consórcio Grande Recife, Nelson Menezes) que em resposta aos 13 pontos esposados na carta aberta endereçada ao Governador, nos afirmou que nenhum daqueles pontos era de interesse do governo e nos mandou procurar as “Conferências Municipais e Regional do Transporte” para que pudéssemos apresentar nossas propostas. Tal atitude já revela de maneira clara que a gestão de Eduardo Campos não teve/tem nenhum interesse em discutir a temática do Passe Livre. Ainda assim, procuramos acompanhar as conferências, mas para não surpresa nossa (como de costume na atual gestão) as mesmas em sua maioria não aconteceram.

A resposta ao pleito da juventude foi uma dura repressão por parte do Governo Eduardo Campos, onde protestos pacíficos sofreram constantemente tentativas de sufoco por parte da Polícia Militar de Pernambuco, onde militantes foram indiciados, onde o DCE da UNICAP foi invadido pela PM em uma reunião do movimento… A prova é tanta que o então secretário de Defesa Social, Wilson Damázio, não aguentou a pressão dos organismos internacionais, nacionais e regionais de defesa dos Direitos Humanos e pediu exoneração do cargo.

Neste ínterim, a proposta de Passe Livre a ser executava em uma eventual eleição de Eduardo Campos para Presidente da República soa como oportunismo eleitoral e merece todo descrédito da população pernambucana, sabedora que em nenhum momento houve um lampejo sequer para adotar o Passe Livre em Pernambuco.

Ainda assim, o presidenciável do PSB tenta confundir o cidadão brasileiro ao apontar que em Recife, temos “Passe Livre”. Antes de mais nada, importante não subestimar a inteligência do povo, Eduardo Campos não era prefeito do Recife, era governador do Estado. Em segundo lugar, quando a prefeitura apresentou a proposta de Passe Livre a ser aprovada na Câmara Municipal, Eduardo Campos sequer era mais governador. E em terceiro e mais importante, o referido projeto da prefeitura é bastante limitado e foi feito sem ouvir uma única vez os representantes da juventude e dos estudantes na cidade. Lembrando que a Câmara Municipal tinha construído uma comissão especial, formada por vereadores e representantes da sociedade, logo após a ocupação do prédio público com intuito de elaborar um projeto, mas o que vimos foi um verdadeiro atropelo e a nossa não participação neste processo, tanto que os vereadores da oposição se retiraram da Comissão.

Por outro lado, a redução das passagens propagada por Eduardo Campos foi um mero repasse da desoneração da PIS/COFINS (imposto federal) levado a cabo pelo governo federal, e que ainda assim não foi feito de maneira proporcional em todas as tarifas de ônibus (ou seja, foi estipulado um valor de 10 centavos e reduzido estes valor de todos os anéis – A, B, D e G – quando na verdade a redução era para ser proporcional em cima de cada valor de passagem).

Ante o exposto, vimos através desta nota esclarecer que em Pernambuco não há Passe Livre e que Eduardo Campos em nenhum momento, como governador, encaminhou ou aprofundou a discussão sobre tal temática, sendo assim merece descrédito e repulsa a utilização de um direito social – reivindicado com muita luta, suor e com muito gás lacrimogênio, balas de borracha e spray de pimenta no rosto da juventude – como um discurso puramente eleitoreiro!

 

247

Aécio Neves assume que atendeu pedido de Demóstenes para indicar prima de Cachoeira a cargo no governo de MG

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) confirmou, na tarde dessa terça-feira (24), que indicou, a pedido do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) uma prima do bicheiro Carlinhos Cachoeira para o governo de Minas Gerais, no ano passado. O tucano disse que não tem “bola de cristal”, então não sabia do vínculo de Mônica Beatriz Silva Vieira com o contraventor e que se sente traído pelo colega de oposição.
– Há um ano o senador Demóstenes estava acima de qualquer suspeita. Lamento que um senador se disponha a defender os interesses de um contraventor. Eu me sinto traído na minha boa fé. A própria imprensa dava a ele a aura de um combatente da corrupção – afirmou Aécio.
Ainda de acordo com o senador tucano, Mônica tinha um currículo qualificado e ele encaminhou a indicação para a Secretaria de Governo de Minas. Ela assumiu a diretoria regional da Secretaria de Estado de Assistência Social em Uberaba que era, segundo Aécio, da cota do DEM, partido a que pertencia Demóstenes.
– O governo de Minas é referência de meritocracia – disse Aécio.

Governo de Minas diz que prima de Cachoeira atendia às exigências
Já o governo de Minas alegou ter contratado por indicação do DEM a prima do bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Em nota enviada nesta terça-feira, a assessoria do governador Antônio Anastasia (PSDB) diz que a nomeação de Mônica Beatriz Silva Vieira para a diretoria de Uberaba da Secretaria de Estado de Defesa Social (Sedese) foi antecedida por uma análise do currículo da servidora e que a prima de Cachoeira “atendia às exigências da função”.
De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, gravações da Polícia Federal mostram que o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) pediu ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) um emprego para Mônica. O senador agia em nome de Carlinhos Cachoeira, que ligou sete vezes para tratar sobre o assunto. Na nota, o governo de Minas afirma que o cargo ocupado por Mônica desde 25 de maio do ano passado era antes de outro profissional também indicado pelo DEM.
– (Mônica) É servidora concursada da Prefeitura de Uberaba, atuou como coordenadora dos programas do governo federal Pró-Jovem Trabalhador, do Ministério do Trabalho, e Escola de Fábrica, do Ministério da Educação – registra a nota, acrescentando que Mônica é formada em pedagogia, com pós-graduação em psicopedagogia.
A reportagem não conseguiu falar com a servidora. Na manhã desta terça-feira, um funcionário alegou que ela não iria trabalhar. À tarde, outro servidor disse que Mônica estava em reunião o dia inteiro.
O deputado estadual Rogério Correia (PT-MG) anunciou nessa terça-feira que vai protocolar um requerimento, por meio da Assembleia Legislativa de Minas, com pedido de explicações ao governo estadual sobre os critérios adotados para a contratação de cargos comissionados.

Fonte: O Globo
Focando a Notícia

Com ajuda de Demóstenes, Cachoeira ‘nomeou’ prima no governo de Minas

Escutas telefônicas da Polícia Federal revelam que o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) intercedeu diretamente junto a seu colega, Aécio Neves (PSDB-MG), e arrumou emprego comissionado no governo de Minas para uma prima do contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Mônica Beatriz Silva Vieira, a prima de Cachoeira, assumiu em 25 de maio de 2011 o cargo de diretora regional da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) em Uberaba.

Do pedido de Cachoeira a Demóstenes até a nomeação de Mônica bastaram apenas 12 dias e 7 telefonemas. Aécio confirma o empenho para atender à solicitação de Demóstenes, mas alega desconhecer interesse de Cachoeira na indicação (leia texto nesta página).

São citados nos grampos o deputado federal Marcos Montes (PSD), ex-prefeito de Uberaba, e Danilo de Castro, articulador político de Aécio em seu Estado e secretário de Governo da gestão Antonio Anastasia (PSDB), governador de Minas.

A PF monitorou Cachoeira, a prima dele e Demóstenes na Operação Monte Carlo, que desmantelou esquema de contravenção, fez ruir a aura de paladino do senador goiano e expôs métodos supostamente ilícitos da Delta Construções para atingir a supremacia em sua área.

Professor e doutor. Aécio não caiu no grampo porque não é alvo da investigação. Mas ele é mencionado por Demóstenes e Cachoeira. Nos diálogos, o contraventor chama Demóstenes de ‘doutor’ e o senador lhe confere o título de ‘professor’.

O grampo que mostra a ascensão profissional da prima de Cachoeira está sob guarda do Supremo Tribunal Federal (STF), nos autos que tratam exclusivamente do conluio de Demóstenes com o contraventor.

Em 13 de maio de 2011, Aécio é citado. Cachoeira pede a Demóstenes para ‘não esquecer’ o pedido. ‘É importantíssimo pra mim. Você consegue pôr ela lá com o Aécio… em Uberaba, pô, a mãe dela morreu. É irmã da minha mãe.’ Demóstenes: ‘Tranquilo. Deixa eu só ligar pro rapaz lá. Deixa eu ligar pra ele.’

A PF avalia que o caso pode caracterizar tráfico de influência.

‘Seguem ligações telefônicas, divididas por investigado, em ordem cronológica, que contêm indícios de possível cometimento de infração penal por parte de seus interlocutores ou pessoas referidas.’

Na síntese que faz da ligação de Cachoeira a Mônica, a 26 de maio – o contato durou 3 minutos e 47 segundos -, a PF assinala: ‘Falam sobre a nomeação de Mônica para a Sedese/MG, conseguida por Cachoeira junto ao senador Aécio Neves por intermédio do senador Demóstenes Torres e de Danilo de Castro.’

Estadão