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Bolsonaro pretende dobrar pontos para suspensão de CNH

O presidente Jair Bolsonaro confirmou há pouco que enviará, nos próximos dias, um projeto de lei ao Congresso para aumentar a validade da carteira nacional de habilitação (CNH) e dobrar o limite de pontos para a suspensão do documento. Na rede social Twitter, ele escreveu que apresentará a proposta ainda esta semana.

“Nessa semana apresentarei projeto de lei para: 1 – Passar de 5 para 10 anos a validade da Carteira de Habilitação; 2 – Passar de 20 para 40 pontos o limite para perder a CNH”, postou o presidente.

A postagem veio acompanhada de um vídeo em que Bolsonaro elogiou o uso do Exército na recuperação da BR-163. Ele disse que a utilização dos militares na rodovia é mais barata e fornece “mais confiança no trabalho”. Segundo o presidente, o envolvimento dos militares reduziu a pressão pela ocupação de cargos em comissão no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

No mesmo vídeo, o presidente disse estar engajado em interromper a instalação de radares eletrônicos nas rodovias federais. Ele declarou que o Ministério da Infraestrutura tinha 8 mil processos para a instalação de radares que consumiriam R$ 1 bilhão em quatro anos. Bolsonaro declarou que a interrupção na instalação dos radares representará um golpe na indústria de multas.

Agência Brasil

 

 

Projeto no senado federal pretende revogar estatuto e armar cidadãos

(Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

Mais de 14 mil brasileiros já se manifestaram na consulta pública que está sendo realizada pelo site do Senado sobre o Projeto de Decreto Legislativo 175/17, que propõe a revogação do Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03). Por volta das 19h, 13.627 pessoas tinham votado a favor da proposta e 690, contra. Apresentado no último dia 5, o projeto está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aguardando a indicação de relator. A consulta no site do Senado deve permanecer aberta enquanto a proposta tramitar na Casa.

O projeto apresentado pelo senador Wilder Morais (PPGO) propõe a realização de um plebiscito, junto com as eleições gerais do ano que vem, para que a população se manifeste sobre a liberação do porte de armas de fogo para cidadãos residentes em áreas rurais e a revogação do Estatuto do Desarmamento e sua substituição por um instrumento normativo que assegure o porte desse tipo de arma pessoas que preencham determinadas regras.

O texto prevê a realização de campanha pela Justiça Eleitoral no rádio, na televisão e na internet para esclarecer a população sobre o plebiscito e garantir espaço idêntico para manifestações a favor e contra a revogação do Estatuto do Desarmamento e a liberação do porte de armas. “Após observar diversos dados da nossa Política Nacional de Segurança Pública, notei que é chegado o momento de fazermos uma reflexão sobre a questão do direito de defesa em nosso país e, para isso, a população deve ser consultada diretamente. Nós iremos solicitar a presença de pessoas da sociedade civil para discutir a questão no Parlamento”, justificou o senador na apresentação do projeto.

Segundo Wilder Morais, mais de dez anos após a promulgação do Estatuto do Desarmamento, não há dados objetivos que indiquem redução dos índices de violência. “Pelo contrário, desde a entrada em vigor daquela Lei, o número total de homicídios no Brasil aumentou 20%, atingindo a preocupante marca de 60 mil assassinatos.

Agência Brasil

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Maranhão pretende ficar fora da disputa eleitoral de 2018: “Não quero ser candidato”

zemaranhaoO presidente do Diretório Estadual do PMDB, senador José Maranhão, garantiu que não pouparia o PMDB de ser protagonista na disputa eleitoral em 2018, na postulação pelo Governo do Estado. O dirigente lembrou que ainda falta muito tempo para essas articulações e avalia que o partido tem bons nomes para serem pensados.

“A eleição ainda acontece em 2018 e daqui para lá muita água vai rolar por baixo dessa ponte”, destacou. Maranhão disse que sempre defendeu o fortalecimento do partido e não contribuiria para um enfraquecimento da legenda.

Em relação aos nomes que poderiam ser lançados pelo partido, o senador avalia que há representante fortes dentro da legenda, mas que ele mesmo não seria a prioridade. “Nós podemos ter qualquer candidato. Todos os companheiros que têm prestígio e visibilidade podem ser candidatos”, disse. No entanto, Maranhão garantiu que “seria a última hipótese”: “Eu tenho sustentado que não quero ser candidato”, afirmou.

blogdogordinho

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Correios irão lançar plano de demissão voluntária e pretende afastar 8 mil funcionários

correiosOs Correios irão lançar um plano de demissão voluntária (PDV) aos funcionários. Segundo a estatal, o público-alvo serão os funcionários com mais de 55 anos, aposentados ou com tempo de serviço para requerer a aposentaria.

Em nota, os Correios informou que “está aguardando aprovação do Ministério do Planejamento para apresentar” o plano.

Reportagem desta terça-feira do jornal “O Estado de S. Paulo” afirma que o PDV poderá proporcionar uma economia de R$ 850 milhões a R$ 1 bilhão por ano à estatal. Ainda segundo a reportagem, para incentivar a adesão ao plano, os Correios poderão oferecer uma espécie de “salário-demissão”, que poderá garantir até 35% do salário por 10 anos.

Segundo o Blog do Camarotti, informações preliminares que chegaram ao Palácio do Planalto indicam que o rombo nas contas do Correios pode chegar a R$ 3 bilhões.

Os Correios ainda não divulgaram balanço referente ao ano de 2016. No ano passado, a estatal fechou com um prejuízo de R$ 2,1 bilhões.

Em razão da crise financeira, os Correios anunciaram no início do ano um plano para tentar reverter o atual déficit nas contas da estatal e conseguir uma economia de pelo menos R$ 1,6 bilhão neste ano. Entre as ações anunciadas, estão cortes em gastos de custeio administrativo, como a economia em passagens aéreas e a revisão de contratos de aluguel; o fechamento de agências aos sábados; e aposta na diversificação de serviços, como maior oferta de consórcios nas agências e a entrada dos Correios no mercado de telefonia móvel.

G1

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Cunha pretende revelar o preço do PMDB de Temer para apoiar Dilma nas eleições

cunhaFaltavam 16 dias para o segundo turno das eleições de 2014 quando Eduardo Cunha enviou uma mensagem, em tom de ordem, ao presidente da OAS, Léo Pinheiro. “Vê Henrique seg turno”, escreveu o então líder do PMDB, em 10 de outubro, pedindo ajuda financeira para a reta final da campanha do aliado Henrique Eduardo Alves ao governo do Rio Grande do Norte. Como o dinheiro demorava a cair, Cunha ficou impaciente. “Amigo, a eleição é semana que vem, preciso que veja urgente”, escreveu, três dias depois. “Tem de encontrar uma solução, senão todo esforço será em vão”, insistiu, dali a dois dias. Pinheiro respondia sempre que estava com dificuldades para levantar novos recursos. Cunha, habilidoso negociador, decidiu resolver o problema por conta própria. Providenciou com dirigentes da Odebrecht uma transferência eletrônica de R$ 4 milhões da empreiteira para o comitê nacional do partido em 23 de outubro. Naquele dia, um cheque do mesmo valor saiu da cúpula da sigla para o diretório do PMDB-RN e, ao longo da semana, todos os R$ 4 milhões chegaram à conta da campanha de Alves.

O episódio diz muito sobre Cunha e o PMDB. Ao contrário do PT, o PMDB não teve, nas eleições mais recentes, um tesoureiro responsável por centralizar a arrecadação e a distribuição de dinheiro de campanha – é por isso que, no petrolão, não se descobriu no partido de Cunha figuras como João Vaccari e Delúbio Soares. A maior legenda do Brasil constitui-se numa aglomeração de chefes políticos que, a depender do momento e da oportunidade, organizam-se regionalmente ou no Congresso. Divide-se, em Brasília, em dois grupos principais: o PMDB da Câmara e o PMDB do Senado. A arrecadação de doações eleitorais obedecia a essa estrutura política. O caixa eleitoral do partido, no entanto, era único. Empresários doavam a uma conta nacional, mesmo que quisessem repassar o dinheiro a um candidato específico. A confusão era certa. Não era fácil identificar qual doação pertencia a qual candidato – às vezes, mais de um candidato.

Cunha, graças a seu excelente relacionamento com os maiores empresários do país, conforme o episódio com Léo Pinheiro deixa claro, encarregava-se, sobretudo na campanha de 2014, de resolver as encrencas. Conhecia todo mundo que doava e conhecia no PMDB todo mundo que receberia, ou deveria receber, o dinheiro. Tornara-se, de certa maneira, um tesoureiro informal do PMDB. Agora, esse tesoureiro está preso pela Lava Jato – e seus segredos não estão somente na Suíça.

Cunha, portanto, conhece como ninguém os bastidores da arrecadação do PMDB em 2014. Meticuloso, guardou documentos e anotou todos os detalhes, incluindo valores e destinatários, das doações – legais e ilegais – daquela campanha. Nelas, há até datas e locais de encontros com empresários, lobistas e políticos do PMDB. Na pauta, sempre dinheiro de campanha. “Ou dinheiro pago durante a campanha”, disse ele recentemente a amigos, com leve ironia. Ele se referia ao fato muito conhecido, nos bastidores do poder, de que eleições são oportunidades para políticos ganharem dinheiro. Afinal, uma vez na posse das contribuições, legais ou ilegais, dos empresários, um político pode usá-las para produzir santinhos – ou produzir saldo em contas na Suíça.

Nos últimos meses, conforme a perspectiva de que fosse preso tornava-se cada vez mais próxima, Cunha, percebendo-se sem saída, reuniu os documentos e organizou as anotações. Passava os dias – e as madrugadas – consultando os arquivos, em papel e no computador, e a memória. Criou pastas para cada alvo. Preparava-se para tentar, no momento certo, uma delação premiada. (Seus advogados chegaram a sondar a Procuradoria-Geral da República, mas as conversas não avançaram.) Parte do material serviria para o livro que Cunha estava escrevendo sobre os bastidores do impeachment de Dilma Rousseff. Nele, Cunha descreveria os fatos políticos da queda da petista, sem mencionar ilegalidades. Estas ficariam para a delação.

Lei a matéria completa na Revista Época 

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Projeto de Lei pretende impedir reconhecimento da união estável homoafetiva

Casadas desde 2011, Leila e Carla estão prestes a realizar o sonho de ter um filho com a adoção em definitivo de Giovana.
Casadas desde 2011, Leila e Carla estão prestes a realizar o sonho de ter um filho com a adoção em definitivo de Giovana.

Relator da proposta de criação do Estatuto da Família na Câmara sugere que núcleo seja formado por homem e mulher e que crianças só possam ser adotadas por casais heterossexuais. Projeto levanta polêmica e movimenta as redes sociais.

“Tem situações homossexuais que não têm que ser, como o casamento na igreja. Cada coisa no seu devido lugar”, pondera Leila Jordão de Sousa. O lugar da analista de 34 anos, desde 2011, é ao lado de Carla Toledo, 32, com quem é casada. Juntas, elas estão prestes a obter a adoção em definitivo da pequena Giovana, 2 anos. “A gente quis oficializar (a união). Tínhamos a meta de ter um filho, de alguma forma, e não vimos como ser uma família sem oficializar. A união estável dá direitos, mas a gente não se prende a isso. Se tivermos de reivindicar algo, no futuro, não tem o que questionar, estamos respaldadas”, acredita.

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A história de Leila, Carla e Giovana não seria possível, em um futuro hipotético, caso já estivesse em vigor o Estatuto da Família (PL 6.583/13). O projeto promete ser a próxima polêmica entre a bancada de deputados ligada aos evangélicos e a de direitos humanos. O estatuto restringe a definição de família ao núcleo formado a partir da união entre um homem e uma mulher ou por um dos pais e os filhos. Dito de outra forma, a matéria pretende impedir a legalização do casamento entre homoafetivos, garantida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2011. O parecer do projeto deve ser apresentado hoje na comissão especial criada para analisá-lo na Câmara.

O relator do projeto Ronaldo Fonseca (Pros-DF) incluirá no texto a proibição de adoção por casais de mesmo sexo — o que tende a apimentar as discussões. “A adoção da criança não é para satisfazer o desejo do adotante, mas para protegê-la. O que prevalece é o direito da criança, não o do adotante”, justifica o pastor. “Só quero que eles expliquem de onde nasceram as crianças que estão apodrecendo abandonadas e muitas vezes maus tratadas nos orfanatos deste país”, provoca Jean Wyllys (Psol-RJ), principal nome do movimento LGBT no Congresso. “Existe uma fila de mais de 30 mil casais hetero esperando para adoção”, rebate o relator.

Para Wyllys, o projeto é anacrônico. “Em vez de incorporar as últimas decisões do Judiciário, o estatuto nasce equivocado. Ele vem na contramão de um movimento que alcançou o reconhecimento da união estável homoafetiva como entidade familiar.” “Eles brigaram no judiciário porque queriam apenas duas coisas: o direito à previdência, à pensão, e o de adotar crianças para satisfazer o ego deles”, ironiza Fonseca.

Correio Braziliense

Província da Indonésia pretende punir sexo gay com 100 chibatadas

lesbicasOs legisladores da província indonésia de Aceh, a única do país onde se aplica a lei islâmica, aprovaram neste sábado (27) uma lei que permite o uso do castigo físico contra pessoas que mantenham relações homossexuais, informou a imprensa local.

De acordo com o novo decreto aqueles que tenham relações com alguém do mesmo sexo serão punidos com até 100 chibatadas, em uma decisão qualificada como “um enorme passo atrás” pelas organizações de direitos humanos.

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O parlamento regional aprovou por unanimidade a lei que proíbe explicitamente o sexo anal entre homens e o atrito das partes do corpo da mulher para estimular-se.

A Anistia Internacional, que pede o fim dos castigos físicos na região, instou os legisladores locais em comunicado a retirar imediatamente ou revisar a disposição do ordenança que viola os direitos humanos.

“Criminalizar os indivíduos segundo sua orientação sexual é um duro golpe para a igualdade na Indonésia”, disse Richar Bennett, diretor da Anistia Internacional na Ásia e o Pacífico.

A nova regulação será aplicada também contra não muçulmanos e estrangeiros.

O castigo físico já é utilizado nesta região autônoma da Indonésia por delitos como beber álcool, apostar e manter relações fora do casamento.

“O açoitamento é cruel, desumano e um castigo degradante que está claramente proibido pela legislação internacional. As vítimas não só experimentam dor e humilhação, mas frequentemente também enfrentam danos físicos e psicológicos de longo prazo”, lembrou Bennett.

Desde 2010, pelo menos 156 pessoas foram condenadas a castigos físicos em Aceh, segundo dados da organização.

A ‘sharia’ ou lei islâmica se impôs em Aceh em 2001 em uma tentativa de apaziguar o conflito armado entre o exército e o movimento separatista muçulmano desse antigo sultanato de quatro milhões de habitantes e rico em recursos energéticos.

G1

Saiba quais são os sinais de quem pretende cometer suicídio

No Brasil, estima-se que haja uma média de 25 suicídios por dia. Uma tentativa aumenta em 50% a chance de uma segunda investida. E mais de 90% dos casos estão ligados a problemas de saúde mental. Como se fala muito pouco sobre o assunto — salvo quando um caso como o do músico Champignon ganha as manchetes — os indícios do suicídio, considerado um tabu social, são mal conhecidos.

“Entre 1980 e 2010, oficialmente 195.607 pessoas se suicidaram no Brasil, o equivalente a três bombas atômicas como a de Hiroshima”, contabiliza o o sociólogo Gláucio Soraes, professor e pesquisador do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) da UERJ, em artigo publicado na Revista Inteligência em edição de junho de 2012. “Ainda que condenado por muitas religiões, produto de desvios tenebrosos da nossa alma, o suicídio recebe menos atenção do que os eventos catastróficos”.

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A única forma de evitá-lo é adotar estratégias de prevenção e, para isso, é preciso conhecer os sinais.

Getty Images

Suicídio: prevenção é limitada pelo tabu

 

“Estão envolvidos em uma tentativa de suicídio os fatores predisponentes, como genética, psiquismo do indivíduo, círculo social, ambiente familiar e até religião. E os precipitantes, aqueles fatores que motivaram o ato”, diz José Manoel Bertolote, autor do livro “Suicídio e sua Prevenção” (Editora Unesp) e especialista em psiquiatria da Unesp em Botucatu.

Mas 90% dos casos de suicídio estão atrelados a algum problema de saúde mental, como depressão, transtornos de personalidade, alcoolismo, abuso de drogas, bipolaridade ou esquizofrenia, entre outros.

“Quem fala não faz” é um mito comum sobre o suicídio. A maioria dos suicidas dá sinais claros de que vai se matar. “São praticamente anúncios. Normalmente os mais jovens são mais diretos. Eles verbalizam claramente, ou avisam pelas redes sociais, por email. Já os mais idosos são mais sutis. Eles se despedem distribuindo posses”, diz Bertolote.

Há também os sinais indiretos, que precisam ser decodificados. Um tipo de sinal, neste caso, é começar a colocar a vida em risco, como abusar de álcool e drogas, dirigir de forma irresponsável, brincar com armas de fogos perigosas. São os chamados suicidas passivos.

Para Karen Scavacini, gestalt terapeuta e mestre em saúde pública de promoção de saúde mental e prevenção ao suicídio, outro mito é relacionado ao tabu que cerca o tema:perguntar se a pessoa pensa em se suicidar não a induzirá ao ato. Ao contrário, falar sobre o assunto pode salvar muitas vidas. “Se você ficou desconfiado diante dos sinais, pergunte a ela: ‘você está pensando em se matar?’ Faça então um encaminhamento desta pessoa. Não precisa ser só para o psicólogo ou para o psiquiatra. Pode ser para o padre, o diretor da escola, o agente comunitário, o bombeiro”, aconselha Karen.

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Detectar os sinais precocemente aumenta as chances de salvar uma vida

 

Um estudo realizado pela Unicamp detectou que, no Brasil, 17 de 100 pessoas pensam seriamente em se matar. Com o silêncio que cerca o tema, a abordagem do suicídio como problema de saúde pública ainda engatinha. “Não existe no País saúde pública que dê conta deste fenômeno. A Estratégia Nacional de Prevenção continua até hoje no papel. O médico da unidade básica deveria ser o primeiro a detectar indícios”, diz.

Na Europa, as taxas de suicídio estão diminuindo porque a prevenção funciona. Já nos Estados Unidos foi lançada a campanha “Amigo bravo é melhor que amigo morto”, para incentivar os jovens a não manterem segredo e contarem o que sabem sobre as intenções dos colegas. “No Brasil, simplesmente não se fala no assunto”, completa Karen.

                A gente procura entender por que a pessoa quer desistir de viver. Para o copo não transbordar, precisa esvaziar o que ela está sentindo antes

Mudança brusca

A voluntária do CVV Adriana Rizzo, que dedica quarto horas por semana para ouvir e aconselhar pessoas que pensam em se matar, diz que mudanças bruscas de comportamento são as principais pistas que o suicida dá. “Eram pessoas muito tímidas e, do nada, ficam muito agitadas. Também acontece uma retirada da vida social, um isolamento, ou abuso de álcool e drogas“, alerta.

Além da mudança de personalidade, ligue o alerta quando notar grande alteração alimentar ou de sono, sentimento de desvalor e desesperança. Pessoas que tiveram perdas recentes, como mortes, divórcio, histórico familiar de suicídio ou que tiveram diagnóstico de doença grave, fazem parte do grupo de risco.

O quanto antes se detectar, mais fácil prevenir. “Bem como intervir em crises”, conta a voluntária Adriana. “O nosso trabalho é oferecer atenção e conversar com a pessoa sobre um assunto que ela quer dividir e não consegue, pois se sente julgada, criticada. Ao desabafar e compartilhar o que está lhe afligindo, ela se sente valorizada. A gente procura a entender por que ela quer desistir de viver. Para o copo não transbordar, ela precisa esvaziar o que está sentindo antes”.

Ambivalência

Nem todo suicida quer morrer, apenas quer mudar a situação. Todo suicida é ambivalente: uma hora ele quer, na outra não. De acordo com Bertolote, isso explica porque muitas vezes, quando o suicida fez uso de um método letal e está à beira da morte, bate o desespero e ele se arrepende.

Tanto para quem convive com um suicida em potencial ativo, que toma objetivamente a decisão, quanto para quem vive com um passivo, que adota comportamento abusivo em busca de um “acidente”, o conselho mais importante é não ignorar qualquer sinal. Leve a sério as ameaças e tome providências para ajudar a pessoa em risco. “O tratamento dos transtornos mentais é a primeira intervenção. Isso porque a maioria dos suicidas têm um transtorno como depressão, alcoolismo ou esses dois males associados”, diz Bertolote.

 

iG

Juan diz ao Fla que não pretende retornar ao clube agora

Juan quer ficar no Roma até o fim de seu contrato, em meados de 2013(Foto: Getty Images)

A viagem do vice jurídico do Flamengo, Rafael de Piro, à Itália foi frustrante. O dirigente retornou nesta segunda-feira da Itália com a recusa do zagueiro Juan de retornar ao clube que o revelou, pelo menos neste ano. Juan disse a De Piro que pretende cumprir todo o seu contrato com o Roma, que vai até meados de 2013.

Juan tem 33 anos e era uma das promessas de campanha da presidente Patricia Amorim, que foi informada do não do zagueiro em reunião que também contou com a presença dos vices de Futebol, Paulo César Coutinho; de Finanças, Michel Levy, e de Relações Externas, Walter Oaquim.

Esta não foi a primeira vez que o Flamengo tentou trazer Juan de volta, porém foi a mais incisiva. Com a recusa dele, a diretoria rubro-negra deve partir para outro nome para a zaga.

Globoesporte.com

Mulher pretende remover suas 56 estrelas tatuadas no rosto

Kimberley disse inicialmente que dormiu durante o processo e acordou sentindo dor quando seu nariz estava sendo tatuado.
 

Após três anos, a belga Kimberley Vlaeminck, de 21 anos, mantém 56 estrelas tatuadas em seu rosto. Segundo reportagem do jornal ´Daily Mail´, ela pretende remover cirurgicamente as tatuagens.
Em 2009, a jovem virou notícia após afirmar que um artista tinha desenhado 56 estrelas em seu rosto, em vez das três que ela pediu. Mais tarde, ela admitiu que havia mentido.
Kimberley disse inicialmente que dormiu durante o processo e acordou sentindo dor quando seu nariz estava sendo tatuado.
Mas ela foi flagrada pela televisão ao dizer fora do ar que gostou bastante da tatuagem, mas que mentiu sobre pedir todas as 56 estrelas quando viu que seu pai tinha ficado furioso.
              Da  Uirauna.Net UOL News