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Presidiário do semiaberto é assassinado a tiros em Remígio

Um presidiário do semiaberto foi assassinado a tiros, neste domingo (29), na zona Rural da cidade de Remígio, no Brejo da Paraíba. Josinaldo Faustino da Silva, conhecido por “Naldinho” era acusado de roubar gado na região.

A Polícia foi acionada, porém desconhece as causas e a autoria do homicídio.

A Polícia Civil deve investigar o caso. Até o momento ninguém foi preso.

 

Portal25horas

 

 

Presidiário é suspeito de planejar e mandar matar companheira em Campina Grande, diz polícia

Um mandado de prisão foi cumprido na manhã desta segunda-feira (18), no presídio do Serrotão, em Campina Grande, contra um homem que é suspeito de planejar a morte da companheira, de 23 anos. Segundo informações da Polícia Civil, o crime aconteceu em setembro de 2016, quando o suspeito estava detido em uma penitenciária de João Pessoa e mandou matar a mulher.

A delegada Suelane Souto, titular da Delegacia de Crimes Contra a Pessoa de Campina Grande, disse que o suspeito “ligou para a vítima e mandou que ela fosse para o bairro do Pedregal, onde pegaria uma encomenda. Quando ela chegou ao local indicado, foi surpreendida e assassinada com diversos disparos de arma de fogo”.

As investigações duraram mais de três anos. Ainda de acordo com a delegada, o crime teria sido motivado por ciúme. “Ele descobriu que a vítima estava se relacionando amorosamente com outra pessoa”, acrescentou.

O suspeito cumpre pena por roubo e homicídio. As investigações continuam para identificar outros envolvidos no crime.

G1

 

Presidiário eleito vereador na Paraíba é impedido de tomar posse e renuncia

biraO vereador eleito Ubiraci Rocha (PPS), de Catolé do Rocha, no Sertão da Paraíba, renunciou ao cargo após ser impedido pela Justiça de tomar posse. Bira Rocha, como é conhecido, renunciou ao cargo após a decisão da juíza Lílian Franssinetti Cananea. Bira Rocha está preso provisoriamente desde maio de 2016 por suspeita de pistolagem, e apesar da prisão, ele concorreu ao cargo de vereador no último pleito municipal e foi eleito com 948 votos.

Com a renúncia de Ubiraci Rocha, foi empossado no cargo o suplente Valdeci Dantas da Cunha (PTB) neste domingo (1º). Bira Rocha tinha sido o sexto candidato mais votado nas eleições de Catolé do Rocha. No dia da votação, ele precisou de autorização judicial e escolta para ir votar. O G1 não conseguiu entrar em contato com os advogados do vereador eleito.

Candidato pelo PPS, Bira Rocha recebeu 948 dos 17.478 votos válidos no município. De acordo com gerente do sistema penitenciário da Paraíba, Sérgio Fonseca, o preso foi liberado para votar após uma determinação judicial. “Recebemos a autorização e o preso provisório foi votar sob escolta dos agentes. Ele teve o direito de votar porque ainda não é preso condenado”, comentou.

Segundo o chefe do cartório da 36ª Zona Eleitoral da Paraíba, Pedro Henrique Nunes, não havia nenhuma condenação do candidato transitada em julgado. Por isso, mesmo estando preso por força de mandado de prisão, ele não perde os direitos políticos.

Entenda o caso
Bira Rocha segue preso no Presídio Padrão Manoel Gomes, em Catolé do Rocha. Ainda de acordo com o o gerente da Administração Penitenciária Sérgio Fonseca, ele foi preso no dia 9 de maio realizando transações bancárias em uma agência de João Pessoa durante uma operação do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Militar da Paraíba.

Segundo comentou à época o delegado do GOE e responsável pela prisão, Allan Murilo Terruel, foi uma ação importante para a região porque o suspeito era temido e causava terror nas pessoas. “É ainda uma prisão sensível, por se tratar de um pistoleiro”, relatou após a prisão, que atendeu a uma mandado de prisão temporária. Segundo as investigações, o nome do suspeito está ligado a assassinatos no Sertão paraibano, como mandante, articulador ou executor dos crimes.

G1

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Policial reage a assalto e mata presidiário que estava em saída temporária, em JP

assaltoUm presidiário, que foi beneficiado com a saída temporária, morreu e um menor foi apreendido durante uma tentativa de assalto a um policial civil no bairro do Geisel, em João Pessoa, na manhã desta quarta-feira (28). Na hora do crime, um ônibus passava pelo local e os passageiros entraram em pânico durante o tiroteio.

Segundo o delegado de Homicídios, Reinaldo Nóbrega, o policial tinha deixado o plantão na Delegacia de Homicídios e seguia para um mercadinho quando foi abordado por uma dupla armada ao parar a motocicleta.

“Quando o policial desceu da moto, ele foi abordado pelos assaltantes e reagiu. Os criminosos ainda efetuaram três tiros contra ele, que reagiu e um dos tiros atingiu a cabeça de um dos assaltantes, que morreu no local. O homem que morreu era presidiário e foi beneficiado com a saída temporária para passar o fim de ano com a família “, explicou o delegado.

Um revólver calibre 38 foi encontrado ao lado com três munições deflagradas. Testemunhas informaram que a dupla teria praticado um assalto minutos antes, no bairro Colinas do Sul. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital.

A Polícia Militar informou que o menor foi levado para a Delegacia especializada. Já o corpo do outro suspeito foi levado para a Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa.

portalcorreio

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PPS expulsa presidiário acusado de homicídios e que foi eleito vereador na Paraíba

vereadorO Partido Popular Socialista (PPS) na Paraíba decidiu expulsar o presidiário Ubiraci Rocha, conhecido como ‘Bira Rocha’, dos quadros da legenda. Ele foi eleito o sexto vereador mais votado na cidade de Catolé do Rocha, no Sertão do estado, a 411 km de João Pessoa, nas eleições municipais do dia 2 de outubro, após obter 948 votos. A expulsão foi assinada pelo presidente estadual do PPS, Nonato Bandeira, nessa terça-feira (4). Bira responde a processos por homicídios e ligação com o tráfico de drogas.

Bandeira disse ao Portal Correio que o PPS não poderia corroborar com a “anomalia da Justiça” em aceitar que um presidiário fizesse campanha dentro de uma unidade prisional.

“É inaceitável uma pessoa que está presa pedir votos de dentro de um presídio. Se ele está separado da sociedade por muros, não teria como fazer campanha. E a interação com o voto popular? E a campanha no corpo a corpo? Não poderíamos aceitar uma pessoa com esse perfil dentro do nosso partido e decidimos pela expulsão do vereador eleito. Já comunicamos a decisão aos diretórios municipal de Catolé do Rocha e nacional do PPS”, falou Nonato Bandeira.

Ubiraci Rocha teve a permissão da Justiça para votar em seu colégio eleitoral. Mesmo algemado, o preso fez o ‘V’ da vitória na saída da seção e foi ovacionado por eleitores. A música usada na campanha foi uma paródia do hit ‘Metralhadora’, da banda baiana Vingadora.

De acordo com o major Sérgio Fonseca, gerente executivo do Sistema Penitenciário da Paraíba, Ubiraci foi votar escoltado por agentes penitenciários depois que a juíza Lilian Frassinette Correia Cananea determinou a saída do preso para votar.

Bira Rocha (PPS), como é conhecido, foi preso em João Pessoa pelo Grupo de Operações Especiais (GOE), da Polícia Civil da Paraíba, em maio deste ano, dentro de uma agência bancária no bairro de Mangabeira. De acordo com a polícia, o vereador eleito é suspeito de fazer parte de um esquema criminoso de pistolagem, relacionado a homicídios na cidade de Catolé do Rocha. As investigações da Polícia Civil apontam que Bira Rocha está ligado a assassinatos como mandante, articulador ou executor dos crimes.

Portal Correio

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Câmara deve, enfim, cassar deputado-presidiário Natan Donadon

natandonadon620x465Acuada pelo fim do anonimato nas votações de processos de cassação, a Câmara dos Deputados deve rever nesta quarta-feira umas das mais vexatórias decisões da história do Parlamento brasileiro e, enfim, cassar o mandato do deputado Natan Donadon (sem partido-RO), preso desde junho do ano passado na Penitenciária da Papuda, em Brasília. Com a nova tentativa de desligar o parlamentar condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a mais de treze anos de cadeia, a Câmara quer tirar de suas costas a responsabilidade de ter criado o primeiro deputado-presidiário da democracia brasileira.

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Agora com discurso moralizador, os deputados se movimentam para afastar Donadon da Casa pelo voto aberto. A decisão representa não apenas uma tentativa de moralização do Parlamento, mas também uma estratégia para poupar a imagem dos próprios votantes. Promulgada em novembro, a lei que instituiu o voto aberto para cassações será inaugurada nesta quarta e colocará em evidência aqueles que optarem por manter um presidiário na composição da Câmara.

Donadon foi condenado a treze anos e quatro meses pelos crimes de peculato e formação de quadrilha. De acordo com o STF, o parlamentar desviou 8,4 milhões de reais da Assembleia de Rondônia, onde foi diretor financeiro. Os crimes ocorreram entre 1995 e 1998. Apesar da evidência de desvio de dinheiro dos cofres públicos, a Câmara, já acostumada a abrigar sucessivos escândalos, se amparou no anonimato e, em agosto do ano passado, decidiu livrar o colega da cassação.

novo processo de perda de mandato foi possível graças a uma ação aberta pelo Conselho de Ética. O órgão entendeu que ao criar a figura do deputado-presidiário, a Casa passou a ostentar “uma inusitada e inaceitável situação de extrema fragilidade institucional” e pagou um “alto preço de desgaste por causa de uma decisão considerada corporativista”.

Apesar da situação constrangedora, Donadon ainda tem esperança: em um provável último ato da carreira de deputado, ele vai deixar a Papuda nesta tarde para fazer um corpo a corpo no Congresso e pedir mais uma chance. A Vara de Execuções Penais (VEP) autorizou a saída dele para apresentar a defesa no plenário da Câmara. “Ele está consciente de que o momento é distinto. Mas, quem fica preso não consegue ter a real percepção das coisas aqui fora”, diz o advogado Michel Saliba. “De uma forma ou de outra, temos um resultado já esperado, que é o da cassação. Mas o Donadon entende que esse é o último meio para questionar o seu processo e deve ir até o final”, afirma a defesa.

Renúncia – A nova tentativa de cassação do ex-peemedebista ocorre no momento em que deputados de renome, como o ex-presidente do PT José Genoino e o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha, optaram por renunciar ao mandato a ter de causar um desgaste maior ao Parlamento. Na Câmara, há quem defenda que Donadon, considerado um parlamentar de “baixo clero”, siga o mesmo caminho. “Se ele fosse um pouco inteligente, faria o que os petistas fizeram e poupariam a Casa desse constrangimento. Mas, se não o fizer, a Casa vai ter a oportunidade de corrigir um grande erro”, disse o deputado Marcos Rogério (PDT), que também é de Rondônia.

O suplente de Donadon, Amir Lando (PMDB-RO), adota mesmo discurso: “Eu acho que estamos diante de um fato consumado. É uma situação já resolvida pelo Poder Judiciário”, disse o deputado. Mesmo detentor do mandato, Donadon já não tem mais nenhum vínculo com a Câmara: logo após a prisão teve todos os benefícios, como salário e apartamento funcional, cortados pela Casa.

 

Veja

Adolescente é detido em JP depois de matar 6 por ordem de presidiário, diz polícia

ceaO adolescente de 17 anos com iniciais J F S foi apreendido nesta quarta-feira (7) no Porto de João Tota, bairro de Mandacaru, na Capital. Segundo a polícia, ele havia cumprido medida socioeducativa no Centro Educacional do Adolescente (CEA), de onde saiu há alguns dias, e seria o responsável pelo assassinato de pelo menos seis pessoas, sob ordens de um detento que cumpre pena no presídio Sílvio Porto, em João Pessoa.

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As autoridades informam que a ficha criminal do adolescente indica que ele também é acusado de cometer assaltos e furtos na Grande João Pessoa e teria cometido seis homicídios, sendo cinco em bairros da Capital e um em Santa Rita, região metropolitana. Os registros sobre a conduta do menor constam na 2ª Vara da Infância e Juventude em João Pessoa e na 2ª Vara da Infância e Juventude em Santa Rita.

O trabalho de apreensão e investigação  foi conduzido pelo Serviço de Inteligência Penitenciária e pela Unidade de Polícia Solidária de Mandacaru, sob o comando do Capitão Antônio.

Segundo a Polícia Militar, J F S voltou para o CEA onde retoma as medidas socioeducativas. As autoridades informam que as investigações continuam até que o detento que comanda os crimes de dentro do presídio Sílvio Porto seja identificado.

 

portalcorreio

Presidiário é executado a tiros e PM encontra revólver ao lado do corpo nos funcionários I

disparoUm presidiário do regime semiaberto foi executado a tiros no início da noite desse domingo (24), em João Pessoa. O crime aconteceu por volta das 18h20 por trás da feira livre do Bairro.

De acordo com a polícia, Marcelo Flor da Silva, 29 anos, caminhava pela rua quando foi surpreendido por dois homens de moto que já chegaram atirando.

Mesmo ferido, Marcelo Flor saiu correndo, mas não aguentou a gravidade dos ferimentos e morreu na Rua Leopoldo Cavalcanti. A Polícia Militar foi acionada e quando chegou ao local encontrou um revólver ao do corpo do presidiário. A suspeita da polícia é de que ele ainda tentou reagir, mas não deu tempo.

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Durante as investigações, a polícia descobriu que Marcelo Flor era presidiário do regime semiaberto, mas estava na condição de foragido porque deixou de dormir todas as noites no presídio, como determina a lei.

Paulo Cosme\Vinícius Henriques

Ex presidiário é assassinado na zona rural de Arara-PB

Plantão de PolíciaO crime aconteceu no Sítio Cuité dos Bitúes, no município de Arara, no final da tarde da quinta-feira (21).

Segundo relatos de uma senhora de 79 anos de idade, o ex-presidiário José Célio das Chagas, 35 anos, residente a poucos metros de onde o crime aconteceu, estava em frente à casa da idosa, quando um homem chegou numa moto, chamou a vítima e efetuou dois disparos de arma de fogo. Um tiro pegou na parede da casa e o outro atingiu José Célio, matando-o na hora.

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A Polícia Militar foi acionada, mas até o fechamento desta matéria, ninguém havia sido preso ainda.

 

 

por Juka Martins

Ex-presidiário tenta estuprar menino de 8 anos; acusado era conhecido da família

Na noite desta segunda-feira (26), uma criança de oito anos sofreu uma tentativa de estupro em na sua própria casa, na Comunidade Girassol em Mangabeira. Sua mãe prestou queixa na Delegacia de Infância e Juventude na manhã desta terça-feira (27).

A mãe do menino narrou que eles retornavam de um culto e ela ficou conversando com uma vizinha enquanto seu filho foi beber água em casa. Quando a mãe sentiu a falta do garoto, foi procurá-lo e o encontrou sendo abusado por um ex-presidiário, conhecido da família. A criança estava sem as calças e com um pano na boca.

O menino contou à mãe que essa não foi a primeira vez que isso aconteceu. Segundo ela, quando eles moravam no bairro Cidade Verde o acusado já havia cometido o mesmo crime, mas ameaçou matar o menino e os seus pais, por isso a criança escondia a história.

A polícia agora procura o acusado.

Yves Feitosa com Washington Luiz