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Ricardo Barbosa retira candidatura a presidente da AL e passa a apoiar Adriano Galdino

O deputado Ricardo Barbosa (PSB) anunciou na manhã desta quinta-feira (25) que desistiu de participar da disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e passa a apoiar o deputado Adriano Galdino. “Esse é meu gesto de contribuição à governabilidade do futuro governador João Azevedo”, explicou, adiantando que, com essa decisão, leva junto todos os que se manifestaram favoráveis à sua candidatura inicial.

O PSB tem a maior bancada na Assembleia (oito deputados) e o Governo contará com uma base aliada que supera dois terços da Casa. Barbosa lembrou que Galdino foi o deputado mais votado entre os reeleitos e elogiou o período em que este presidiu a AL, tendo suas contas aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado. “Embora eu tivesse um grande desejo de presidir o Legislativo, ele goza de respeito e credibilidade entre seus pares e por todos os seus métodos me representa”, enfatizou.

O atual primeiro-secretário da AL disse ainda que seu gesto evita dissenções internas, além de dar tranquilidade ao futuro governador, “que precisa da confiança de sua base aliada”.

SEM REELEIÇÃO

Ricardo Barbosa disse que, dentro do que foi pactuado, Galdino garantiu a solidariedade ao seu Projeto de Emenda à Constituição (PEC), já aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, que extingue a eleição antecipada e a reeleição, no mesmo mandato, a presidente da AL.

“Nessa pactuação também contamos com o apoio de todos aqueles que subscreverem o apoio a Galdino como futuro presidente da Casa”, assinalou.

PB Agora com Assessoria

Bolsonaro não irá a nenhum debate, diz presidente do PSL

O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse nesta quinta-feira, 18, que Jair Bolsonaro não participará de nenhum debate do 2º turno. Ele disse em coletiva de imprensa que o estado de saúde do candidato é de “absoluto desconforto” e que não deve ser submetido a “uma situação de alto estresse, sem nenhum motivo”.

“Como não há controle, aquela bolsinha (colostomia) pode encher, estourar”, afirmou Bebianno. “O seu estado de saúde é ainda de absoluto desconforto. (Não vamos) submetê-lo a uma situação de alto estresse, sem nenhum motivo.”

Bebianno,  durante entrevista coletiva no Rio 7/10/2018 REUTERS/Sergio Moraes
Bebianno, durante entrevista coletiva no Rio 7/10/2018 REUTERS/Sergio Moraes

Foto: Reuters

Mais cedo, médicos divulgaram um boletim em que destavam a “melhora da composição corpórea, mas ainda exigindo suporte nutricional e fisioterapia”. O Estado apurou que a decisão de participar ou não dos debates já estaria nas maõs do próprio candidato.

Bebianno chamou o petista Fernando Haddad (PT) de “poste” e disse que a ausência de Bolsonaro nos debates não deve prejudicá-lo. “Seria discutir com um poste, como já disse o candidato, quem discute com um poste é bêbado. A decisão (de não participar) não é ruim porque o eleitor já conhece Bolsonaro. O contato que ele estabelece é diretamente com o eleitor. Os eleitores já sabem em quem vão votar.”

Antes da coletiva, Bebianno disse ao Estado que Haddad se mostrou “desesperado” ao dizer que entrará com medidas judiciais contra uma denúncia de que a campanha de Bolsonaro teria incentivado empresários a disseminar mensagens contra o PT nas redes sociais. Ele classificou como “piada” e “uma palhaçada” a atitude de Haddad, que poderá ser seguida pelo candidato derrotado no segundo turno, Ciro Gomes (PDT).

“Isso é sinal do desespero. Estão tentando criar um fato político qualquer. Quem entende de caixa 2, de dinheiro roubado, de assaltar os cofres públicos para fins pessoais e partidários é o PT”, disse Bebianno ao Estado. Bebianno acrescentou que também tomará medidas judiciais contra Haddad e Ciro por denúncia caluniosa. “O senhor Haddad, como suposto advogado, deveria saber que denúncia caluniosa é crime e idem para o senhor Ciro Gomes. Ambos responderão pelos seus atos, pelas suas declarações. Se eles estão acusando, vão ter que provar”, afirmou.

Bebianno classificou como “piada” a situação. “Chega a ser engraçado porque, de um lado, você tem uma facção criminosa chamada Partido dos Trabalhadores travestida de partido político, acusando os outros daquilo que eles mesmo fazem. O PSL e a campanha do presidente Jair Bolsonaro e ele, como pessoa física, nunca houve nenhum acerto, nenhum pedido. Pelo contrário, ao longo da campanha, muitos empresários ofereceram recursos sim, por pessoas de bem, preocupadas com o Brasil, nós não nunca aceitamos”, disse. / COLABOROU MATHEUS LARA

Estadão

Presidente eleito terá 24,6 mil cargos à disposição no governo

O presidente eleito terá à disposição 24,6 mil cargos que poderão ser preenchidos por pessoas indicadas pelo governo, conforme levantamento do Ministério do Planejamento que será entregue à equipe de transição. Metade desse número é de cargos que podem ser ocupados por quem não é servidor público. O salário máximo é de R$ 16,2 mil mensais para essa categoria.

Os cargos são importante moeda de troca para que o governo forme alianças no Congresso para aprovar propostas. Parlamentares costumam receber o sinal verde para indicar afilhados políticos para ocupar determinadas funções na administração pública federal, em troca do apoio ao governo.

Dentro das vagas que podem ser distribuídas a quem não é servidor público, há cargos considerados de baixo escalão, como o de superintendentes estaduais de órgãos federais. E nas faixas salariais mais altas, estão as vagas ocupadas por assessores especiais e chefes de departamentos.

Os cargos de direção nas agências reguladoras (que também podem ser ocupados por quem não é funcionário público) têm a maior remuneração, de até R$ 16,7 mil. O governo tem um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional para estabelecer critérios de preenchimento de cargos nas agências, mas o texto ainda não foi votado. Os parlamentares, porém, já trataram de mudar o texto para tentar restabelecer a possibilidade de indicações políticas nos cargos de direção e nos conselhos de empresas estatais.

Ao todo, a administração pública federal tem 99.416 cargos, funções ou gratificações, distribuídos entre 36 tipologias, 48% deles nas Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes). Cada tipo de cargo ou função tem regras específicas, o que dificulta a redistribuição de forma isonômica entre os órgãos e gera distorções de remuneração entre as equipes.

Dentro das medidas que o governo atual vai sugerir à próxima gestão, a mais urgente é a edição de um decreto para estabelecer critérios para a ocupação de cargos e funções públicas. A proposta já foi elaborada pelo Ministério do Planejamento e encaminhada à Casa Civil. A equipe econômica sugere ainda o envio de um projeto de lei para revisar a estrutura atual de cargos, funções e gratificações, mas reconhece o risco político de a medida não ser aprovada ou ter o texto modificado pelo Congresso.

Aposentadorias

O governo também traçou quadro dramático sobre o perfil dos servidores e a evolução das aposentadorias. O diagnóstico mostra que cerca de 108 mil funcionários públicos federais (17% do total) já têm condições para se aposentar, mas permanecem em exercício graças ao pagamento do abono de permanência, um incentivo para que continuem trabalhando. A qualquer momento, no entanto, o governo pode perder essa mão de obra.

Os órgãos com maior contingente de servidores próximos a se aposentarem são Fundação Oswaldo Cruz, Agência Brasileira de Museus, Fundação Nacional de Artes e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), INSS, Funai, Ministérios da Agricultura e da Saúde.

A idade média dos servidores é de 46 anos, o que traz risco de aumento de aposentadorias nos próximos anos. Em 2017, foram concedidos 22.458 benefícios, maior número desde 1998. Nas projeções do governo, há carreiras – como cargos de nível intermediário da Previdência Social e Trabalho – que podem ter seu contingente reduzido a um terço até 2022, caso todos os servidores que reúnem as condições optem pela aposentadoria e não haja nenhum tipo de reposição no período.

O governo também vai sugerir uma proposta para reestruturar as carreiras do funcionalismo, restringindo o salário inicial hoje mais elevado do que na iniciativa privada e ampliando o número de degraus para progressão na carreira.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Presidente dos Correios defende fechamento de agências para modernizar empresa

(Foto: Divulgação/Core-RS)

O presidente interino dos Correios, Carlos Fortner, disse à Coluna que a decisão de fechar agências próximas umas das outras está mantida, mas que ainda analisa quais terão as atividades encerradas. No sábado, a Coluna revelou que a diretoria da empresa aprovou em fevereiro, em reunião sigilosa, proposta de fechamento de 513 agências e demissão de servidores. Fortner nega que o número esteja fechado. Diz que pode aumentar ou diminuir a depender do estudo que ele mandou fazer e que pode ficar pronto nesta semana. Ele quer analisar uma a uma as agências que estão na lista da degola.

“Não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer se atualizar, que quer estar saudável, ter uma agência a 50 metros uma da outra, gastando com dois imóveis e assim por diante…Copacabana (RJ) tem agências a um quarteirão da outra. Não faz o menor sentido isso”, diz. Sobre demissões, ele afirma: “Evidentemente que o fechamento da agência, no limite, vai implicar sim em liberação de excedente de mão de obra.” Filiado ao PSD, mesmo partido do ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, Fortner diz não saber quando será efetivado no cargo.

A diretoria dos Correios e o conselho de administração aprovaram proposta de fechamento de agências e demissões dos servidores no início do ano. O senhor era um dos vice-presidentes que aprovou a proposta. Quando as agências começam a ser fechadas? O documento fala a partir de maio.

Vou avaliar uma por uma ainda. Estarei recebendo nesta semana as fichas de cada uma dessas agências. Nós vamos avaliar todas elas. Ao final, tudo isso será repassado para o Ministério das Comunicações e para o Ministério do Planejamento também. Terá uma apresentação ao TCU. Esse prazo de maio que está indicado é um cronograma tentativo. Para mim, é algo que ficará só a partir do segundo semestre.

Quantas agências serão fechadas? O documento fala em 513.

Quando foi apresentado a primeira tabela  aprovou-se um número de 513. Originalmente eram 752. Depois abaixou. Eu pedi um aprofundamento para a área responsável. Quero que me convençam de uma a uma. Hoje estamos revisando todo o estudo para se chegar a uma planilha conclusiva. Ainda não temos essa planilha. É algo que não deveria ter sido vazado. Vamos abrir uma sindicância interna para apurar o vazamento [a Coluna divulgou cópia da proposta aprovada].

O senhor pediu o reestudo para quem?

Para a área técnica. É um ato discricionário meu e foi informado aos vice-presidentes. As agências que tivermos dúvidas quanto à rentabilidade ou o impacto que o fechamento pode causar na região sairão da lista.

O senhor vai revogar a decisão que foi tomada?

Não. O que eu vou fazer é analisar agência por agência. Não houve naquele momento apresentação da lista [de agências].

Houve sim. O documento aprovado indica as agências num anexo, define cronograma a partir de maio para iniciar o fechamento delas e fala em demissões.

Sem dúvida. A diretoria da área fechou o estudo das 513 agências. Nós validamos o estudo (na reunião de diretoria e depois pelo conselho de administração) e, a partir dali, eu entendi que era necessário conhecer agência por agência.

Qual o critério para fechar as agências?

Eu tenho agência que está espalhada a 50 metros uma da outra. Não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer se atualizar, que quer estar saudável, ter uma agência a 50 metros uma da outra, gastando com dois imóveis e assim por diante. Eu pedi que, a partir da lista, que ainda está sendo validada, nem sei se serão 500, talvez termine com 400 agências, não sei, vou avaliar uma por uma ainda.

Haverá etapas?

Pedi para separar em fases. A primeira é agência própria que sombreia [está próxima de] agência própria que funciona em imóvel alugado. Eu não vou manter com dinheiro público uma agência que sombreia a outra em cima de um imóvel alugado. Eu devolvo o imóvel e ainda corto custo. Não tem demissão nenhuma nessa etapa. Absorvo essas pessoas em outra agência. Nos lugares em que eu tenho agências com pouco movimento e tenha outra próxima que possa permitir o deslocamento aceitável das pessoas não tem porque manter a agência aberta.

No documento aprovado, inclusive pelo senhor, fala-se em demissão sem a qual não teria rentabilidade para os Correios.

De fato não consegue. Evidentemente que o fechamento da agência, no limite, vai implicar sim em liberação de excedente de mão de obra. É inevitável. Quanto é o excedente hoje? Esse número de 5 mil pessoas é para todo o universo de 752 agências, o primeiro número [proposto pela consultoria]. Tudo isso ainda tem tanto a amadurecer. Eu mesmo pedi para separar por Estado, quero saber os dados do município, qual a agência mais próxima.  Quero saber quantos quilômetros leva para a pessoa se deslocar de uma agência que será fechada para outra.

O senhor vai revogar a decisão da diretoria de fechar as agências?

No momento em que eu assumi a presidência [ele ocupa o cargo interinamente desde abril] eu solicitei o reestudo do trabalho todo. Não é uma questão de revogar o trabalho. O fechamento de agências sombreadas é uma decisão que vai ser tomada, sim. Se é agora, no segundo semestre ou daqui a um ano faz parte de um projeto para que se possa ter uma empresa saudável. Não adianta eu ter uma agência perto da outra. Copacabana (RJ) tem agências a um quarteirão da outra. Não faz o menor sentido isso.

Em Minas está incluído na lista de fechamento a agência central de Belo Horizonte.

Eu não tenho essa definição. Esse cronograma que está definido a partir de maio é um erro da área técnica que fez isso.  Tá errado. Vou dividir isso em fases. Vamos fazer por Estado, por fases. A primeira fase é agência própria sombreada por agência própria em imóvel alugado. Num segundo momento é agência própria sombreada por agência própria num imóvel próprio. Num terceiro momento são agências próprias sombreadas por agência franqueada.

Quando sai a lista definitiva das agências que serão fechadas?

Dei prazo para finalizarem esse trabalho que já venceu duas vezes. Paciência. Tá dando prejuízo? Tá dando. Mas eu vou tomar a decisão ciente, tranquilo de que a tomada (sobre quais fechar) foi correta.

O senhor tem um limitador da lei eleitoral e não pode fazer demissões depois de junho.

Se eu não conseguir fazer agora eu vou respeitar a lei eleitoral. O que eu posso fazer? Não é uma empresa privada. O vazamento estraga o projeto. É um trabalho que estava sendo feito com todo cuidado.

Por que não foi feito audiência pública para ouvir a sociedade?

Não tem isso. É um ato discricionário do gestor.  Imagina se cada decisão que eu for fazer eu tenho que chamar audiência publica. Isso não existe. Vai ser conversado com os prefeitos onde vai haver fechamento. Uma coisa é eu ver o mapa do Google. É diferente do município me dizer. Há necessidade de uma sensibilidade maior na definição das agências. Existe um projeto de redesenho da rede de atendimento aonde esse projeto vai ser implementado sim. Agora vamos ver agência por agência, entender o impacto qualitativo em cada uma delas.

A medida vai favorecer os franqueados?

Não há favorecimento aos franqueados. Em alguns casos pode até ser que a agência seja absorvida por uma dessas. As franqueadas prestam um bom serviço ao parceiro. Fazem parte da rede de atendimento.

O senhor diz que a decisão do fechamento das agências está tomada, foi o que publicamos. O que vocês estão avaliando é quais são as agencias que serão fechadas a partir de uma nova lista. É isso?

Não. Ela está baseada na lista [aprovada em fevereiro pela diretoria], sim. Pode ser que dessa lista saiam agências ou entrem agências. Por que está baseada nessa lista? Porque ela foi levantada a partir dos estudos da consultoria. No projeto de reestruturação da empresa já estava previsto a remodelagem. Não é novidade.

A novidade é que vocês aprovaram o fechamento a partir de maio.

Nós estamos fazendo isso com cuidado. Não é uma decisão simplesmente de caráter econômico. Vamos revisar agência por agência. Teremos dia 8 uma reunião na Secretaria de Planejamento onde esse tema tem sido recorrente. Estou sendo cobrado. Mas fazer o que? Não ficou maduro para maio. Não vou fechar agência a torto e direito.

Pela reavaliação que o senhor diz estar fazendo. Quantas agências serão fechadas?

Não sei ainda. Se eu falo cria uma expectativa. A gente está identificando que cabem outras agências que não estão na lista [de 513]. Podem ser mais, podem ser menos.

O senhor disse que numa primeira etapa não haverá demissões.

Tem uma série de etapas antes de chegar na demissão motivada, onde se oferece ao atendente a oportunidade de ele trabalhar em outra áreas. Na primeira etapa (fechar agência sombreada que funcionada em prédio alugado próxima de outra) não tem demissão. Pelo estudo ainda preliminar são umas 60.

O documento que vocês aprovaram não fala de etapas. Diz que sem demissão não tem rentabilidade.

No limite é exatamente isso. Mas se o pessoal se dispuser em trabalhar em outra área a gente aproveita.

Por Andreza Matais do Estadão

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Diretório do PT formaliza candidatura de Lula para presidente

O diretório nacional do PTdecidiu nesta segunda-feira, 23, em Curitiba, formalizar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência e dar início à pré-campanha eleitoral mesmo com o petista preso. De acordo com o PT, que considera a condenação e prisão do ex-presidente injustas, “a liberdade de Lula tornou-se questão central para a retomada do processo democrático no Brasil”.

Na resolução aprovada nesta segunda-feira, o PT reafirma que Lula é a única alternativa do partido para a disputa presidencial e pela primeira vez determina de maneira formal providências para o registro da candidatura do líder maior do partido.

Entre as providências aprovadas pela cúpula do PT nesta segunda-feira estão: “Convocar para 28 de julho o Encontro Nacional do PT que indicará formalmente Lula candidato a presidente; registrar a candidatura na Justiça Eleitoral em 15 de agosto, conforme determina a legislação; apresentar ao País, nas próximas semanas, as diretrizes do programa de governo Lula”.

Os petistas querem também deflagrar a pré-campanha Lula presidente com ações de comunicação nas ruas, nas redes sociais e na imprensa. A ideia é articular a pré-campanha de Lula com os lançamento das chapas estaduais, para governador, senadores, deputados estaduais e federais.

Por outro lado, o PT também decidiu reforçar os laços com os demais partidos de esquerda por meio da Frente Nacional em Defesa da Democracia, dos Direitos e da Soberania, que inclui PSOL, PDT, PSBe PCdoB, além de movimentos sociais e figuras do meio artístico e intelectual, com o objetivo de se contrapor ao avanço da extrema direita e da violência política exemplificada, segundo o PT, pelo assassinato da vereadora do Rio Marielle Franco e o ataque a tiros à caravana de Lula no Paraná.

O PT lembra que Lula continua liderando as pesquisas eleitorais mesmo preso. Mais cedo a direção petista recebeu uma carta do ex-presidente na qual ele se diz feliz com o resultado das pesquisas e questiona aliados que defendem uma atitude mais discreta do petista até que o Supremo Tribunal Federal julgue a ação que questiona a prisão em segunda instância impetrada pelo PCdoB. “A Suprema Corte não tem que me absolver porque vou ficar bonzinho. Tem que votar porque sou inocente”, diz o ex-presidente.

Exame

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Maranhão afirma que presidente acredita nele para disputa do Governo em 2018

O senador José Maranhão se reuniu com o presidente Michel Temer nessa terça-feira (6) no Palácio do Planalto, em Brasília, num encontro fora da agenda oficial da presidência. Foram tratadas questões administrativas relativas ao Estado e também sobre as eleições deste ano.

O senador afirmou que o presidente reforçou que o MDB deveria estar presente na disputa ao Governo do Estado neste ano e que acredita na força da sua candidatura junto ao eleitor paraibano.

Além disso, Maranhão afirmou que o presidente garantiu o repasse de recursos para a conclusão das obras do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco, que vai beneficiar cidades do Sertão paraibano.

Clickpb

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Presidente do PT confirma descrença de Ciro Gomes sobre aliança com PDT: ‘Temos candidato’

O presidente estadual do PT, Jackson Macedo, confirmou a incredulidade do presidenciável Ciro Gomes (PDT) sobre uma composição entre os partidos no primeiro turno das eleições do próximo ano. De acordo com ele, PT e PDT só devem se aliar no segundo turno.

“Lula é candidato, nós não podemos apoiar outra candidatura. Ciro é um companheiro valoroso, batalhador, luta contra esse governo golpista. A sua candidatura é um serviço ao país, no debate programático e que vai discutir com a sociedade”, disse.

O petista garantiu, porém, que no segundo turno, tanto o PDT, quanto o PCdoB estarão unidos no projeto contra o atual governo. Ele demonstrou confiança de que Lula será candidato e chegará ao segundo turno.

Jackson adiantou ainda que a tendência do partido é construir um palanque em torno da pré-candidatura de João Azevedo ao governo do estado, mas manteve restrições a uma composição com o PMDB.

Ele falou ainda que o nome do deputado federal Luiz Couto é o mais cotado para compor uma chapa majoritária nas eleições do próximo ano.

paraiba.com.br

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Presidente da Câmara, Jucian Jad, tem pedido de pavimentação atendido pelo prefeito Kayser Rocha

Atendendo à solicitação do Presidente da Câmara, Jucian Jad (PR), através do requerimento n° 101, a Prefeitura Municipal, iniciou a pavimentação da Avenida Panorâmica, no centro da cidade. A ordem de serviço para dar início a obra, no valor de R$ 128.000,00, com recursos próprios, foi assinada no domingo (26/11).

“Fico feliz ao ver que os problemas desta rua serão sanados, é um sonho antigo dos moradores da comunidade. Nossa luta por uma Solânea melhor não para, ela é diária, afinal é nosso dever ficar atento às dificuldades da nossa população”, disse o vereador Jucian Jad.

Assessoria

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Temer é o presidente mais impopular do mundo, diz pesquisa

© Reuters / POOL New

O brasileiro Michel Temer é considerado o presidente com maior taxa de rejeição do mundo, atrás até do venezuelano Nicolás Maduro, indicou uma pesquisa do grupo de análise política Eurasia. De acordo com a sondagem, que coletou dados a partir do mês de agosto, Temer detém 3% de aprovação popular, a menor em todo o mundo.

O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, que enfrenta denúncias de corrupção, tem 18%. Já o venezuelano Nicolás Maduro, que trava um confronto político interno com a oposição e cujo país fora sancionado em fóruns internacionais devido à censura e prisão de seus adversários, tem 23% de apoio popular.

A lista dos líderes “mais impopulares” conta ainda com o mexicano Enrique Penã Nieto, com 28% de aprovação; a premier britânica, Theresa May, que possui 31% e conduz o polêmico processo de saída do Reino Unido da União Europeia (UE); o norte-americano Donald Trump, com 37%; e o francês Emmanuel Macron, com 45%, que, apesar de recém-eleito, tem gerado reações internas por seus projetos de reformas.

Ontem, Temer se livrou de sua segunda denúncia em três meses. A Câmara dos Deputados negou o prosseguimento da denúncia de obstrução de justiça e participação em organização criminosa, por 251 votos a favor e 233 contrários.

Com informações da ANSA.

 

Presidente de Câmara é encontrado morto dentro de casa na Paraíba

O presidente da Câmara Municipal de Alcantil, José Milton de Almeida, conhecido como Miltão (PSB), de 62 anos, foi encontrado morto em casa, na manhã desta sexta-feira (6), em um sítio da Zona Rural de Alcantil, no Agreste paraibano, a 195 quilômetros de João Pessoa.

De acordo com a assessoria da câmara, quem encontrou o vereador morto foi o vaqueiro do sítio, que estranhou o não comparecimento do vereador no curral do sítio no início da manhã. O vereador sofria de pressão alta.

“Ele (Miltão) tinha o costume de cuidar dos animais no início do dia, mas o vaqueiro estranhou que ele não estava no curral e foi até a casa, onde achou Miltão sem vida na cama. A suspeita de enfermeiras é de que ele teve um infarto”, informou a assessoria.

Ainda conforme a assessoria da câmara, o corpo do vereador foi encaminhado a uma funerária de Campina Grande e vai ser velado, a partir das 20h, na Câmara Municipal de Alcantil.

José Milton de Almeida exercia o segundo mandato como vereador, sendo o terceiro como presidente da Câmara. Agora, o vice-presidente da Câmara de Alcantil, Edvaldo Amaro (PT), assume a presidência da Casa.

portalcorreio

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