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Governo distribuirá 1,5 milhão de preservativos nas prévias e carnaval da Paraíba

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Gerência Operacional das IST/HIV/Aids/Hepatites Virais, vai distribuir um milhão e meio de preservativos masculinos e 150 mil unidades de gel lubrificante para o período do carnaval 2020. A distribuição começa a partir do dia 13, na abertura do Folia de Rua, no Ponto de Cem Réis, e também nos blocos Virgens de Tambaú, Muriçocas de Miramar e Cafuçu.

“As Gerências Regionais de Saúde estão sendo abastecidas com camisinhas para proporcionar aos foliões (ou não) o acesso aos preservativos. As pessoas podem buscar a camisinha nos serviços de saúde e não é necessário passar por nenhuma consulta. Basta pegar na recepção a quantidade que necessitar”, explicou a gerente operacional das IST/HIV/Aids/Hepatites Virais da SES, Ivoneide Lucena.

A gerente informou também que na abertura da prévia carnavalesca Folia de Rua, o bloco Clementino Folia, do Complexo Hospitalar Clementino Fraga, referência estadual no combate às doenças infectocontagiosas, vai estar presente fazendo a distribuição de preservativos e informando sobre como evitar as DSTs. “O bloco estará, pelo nono ano, realizando a ação preventiva durante o período de Carnaval, atingindo milhares de foliões da capital”, enfatizou.

Ivoneide faz um alerta para que todos usem preservativos porque nos últimos anos houve aumento de novos casos de Aids entre jovens de 15 a 34 anos. No período de 2007 a 2018, o aumento foi de 300%. Em 2019, foram notificados sete novos casos na Paraíba.

“Esse aumento acontece devido a ausência de medo da Aids e da desinformação por parte desses jovens do que realmente a doença pode causar na vida. Acham que não mata mais, que o tratamento é tranquilo e ainda que não vai acontecer nada”, observou Ivoneide Lucena. Ela falou, ainda, que a Secretaria intensifica as ações preventivas nos períodos de festas populares em virtude da maior aglomeração de pessoas e porque o aumento de consumo alcoólico também pode contribuir para o sexo feito de forma insegura, sem proteção, podendo gerar doenças que podem ser evitadas.

Secom-PB

 

 

Grávidas devem usar preservativos em tempos de zika vírus, dizem especialistas

gravidaA administradora de empresas Karine Suzuki, de 24 anos, está com 27 semanas de gestação. A gravidez foi planejada e, por isso, questionou seu obstetra dos riscos de se fazer isso bem quando a zika ainda é um dos temas que mais preocupam as autoridades. O profissional a tranquilizou, já que ela mora em São Paulo, mas fez recomendações que todas as grávidas devem seguir: sempre usar repelente e preservativos.

A relação entre o vírus e o sexo começou a preocupar especialistas no início de 2016, quando uma mulher nos Estados Unidos, onde não havia a presença do mosquito Aedes aegypti, foi diagnosticada com a doença após o marido voltar de uma viagem a uma área de contaminação por zika. A transmissão teria sido feita sexualmente , e a preocupação com as grávidas surgiu na mesma hora.

O problema é que a infecção, quando transmitida para o feto, pode causar graves problemas neurológicos, s endo o mais conhecido a microcefalia . O Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) recomenda mulheres gestantes sempre usarem camisinha ao fazer sexo. A orientação é a mesmo do Ministério da Saúde brasileiro, que ressalta que o uso do preservativo feminino ou masculino é recomendado não apenas para evitar a possível transmissão sexual da zika, mas para a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis também.

“O Ministério da Saúde recomenda fortemente a inclusão do pai ou parceiro no acompanhamento pré-natal (pré-natal do parceiro) reforçando sua corresponsabilizade na prevenção de infecções sexualmente transmissíveis e promovendo seu envolvimento com a gestação, o parto e o cuidado com a criança,” diz ainda a pasta em resposta ao portal iG .

Gravidez planejada

Uso do preservativo pelas grávidas é recomendado também para prevenção de infecções sexualmente transmissíveis
Shutterstock

Uso do preservativo pelas grávidas é recomendado também para prevenção de infecções sexualmente transmissíveis

O médico geneticista Dr. Ciro Martinhago afirmou que a procura por reprodução humana caiu, em média, 30% por causa da epidemia de zika. “Diferente da dengue, que a mãe corre risco até de morte por possíveis hemorragias, a zika não compromete a saúde do pai ou da mãe, mas gera um efeito catastrófico no bebê.”

Os dados comprovam o que disse Dr. Martinhago. De acordo com pesquisa publicada no “Journal of Family Planning and Reproductive Health Care, mais da metade das brasileiras em idade reprodutiva está tentando evitar a gravidez por causa da epidemia. Se considerada só a região Norte, onde o surto foi mais grave, a proporção é ainda maior: 66% das mulheres. O levantamento foi realizado em junho de 2016, com 2.002 mulheres com idades entre 18 e 39 anos.

+ Após um ano, repelentes ainda não foram distribuidos a grávidas do Bolsa Família

O especialista acredita que a melhor época para uma mulher engravidar é após o verão. Deste modo, ela passará a fase mais delicada da gravidez, o primeiro trimestre, no outono e inverno, quando a incidência de insetos é menor – principalmente nas regiões Sul e Sudeste. No caso da reprodução assistida, é feito um teste antes do procedimento para verificar se há presença do vírus no sêmen do homem.

Outra medida que ele concorda ser essencial é o uso da camisinha durante toda a gestação. “É uma medida muito simples e eficaz. Não é nada de extraordinário e as pessoas já sabem como se usam o preservativo. É uma coisa barata e tem até em posto de saúde.”

Como se prevenir

Uma forma de se proteger do contato com o mosquito Aedes aegypti é utilizando roupas de mangas compridas
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Uma forma de se proteger do contato com o mosquito Aedes aegypti é utilizando roupas de mangas compridas

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) lembra que a primeira atitude contra o mosquito Aedes aegypti é combater os focos de reprodução do inseto em casa. Mas como não é possível ter certeza que outras pessoas estão fazendo o mesmo, é importante se prevenir da picada do vetor da zika, dengue, chikungunya e febre amarela.

Segundo a fundação, o mosquito tem predileção por voos de manhã e no fim da tarde. Ele também não gosta de frio ou muito vento. É importante instalar telas nas janelas e, em alguns casos, nas portas. Aquelas raquetes elétricas podem ser uma boa opção para matar o mosquito, e se a mulher estiver em um lugar com muitos insetos, pode optar por um mosquiteiro na hora de dormir.

As grávidas e seus parceiros também devem lembrar de usar repelentes indicados para o período de gestação – lembrando de repassar ao longo do dia. O uso de roupas de manga comprida é outra medida que evita o contato com o mosquito.

O Ministério da Saúde reforça às grávidas que não usem medicamentos não prescritos pelos profissionais de saúde e que façam um pré-natal adequado, de preferência iniciando o acompanhamento assim que descobrir a gravidez.  “Em caso de febre ou dor – sintomas da zika –, deve-se procurar um serviço de saúde e qualquer alteração que perceber durante a gravidez deve ser relatada ao profissional de saúde que realiza o acompanhamento pré-natal.”

 

iG

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Falta de preservativos na Venezuela afeta programas de prevenção à aids

camisinhasA escassez de preservativos afeta os programas de prevenção à aids na Venezuela e poderá comprometer as Metas do Milênio de combate à epidemia e à gravidez precoce, alertou hoje (6) o presidente da organização não governamental StopVIH, Jonhatan Rodríguez.

“Sem um preservativo, não podemos fazer nada. A Venezuela apresentou o terceiro maior índice de infeções de HIV por habitante da América do Sul, segundo dados da Organização das Nações Unidas em relatório correspondente a 2013. O país também tem uma das mais altas taxas de gravidez em adolescentes do continente”, disse.

De acordo com Jonhatan Rodríguez, a falta de preservativos afeta as campanhas oficiais e privadas de prevenção ao contágio da doença, porque impedem que seja colocada em prática uma das recomendações mais importantes, a prevenção.

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Para ajudar jovens a saber mais sobre o vírus da aids e prevenir novas infeções, a StopVIH trabalha na elaboração de um aplicativo para smartphones, que estará disponível em breve e gratuitamente para os sistemas Android, RIM (Blackberry) e Windows.

“O aplicativo permitirá que nossa contribuição à sociedade continue crescendo”, informou Rodríguez. Ele acrescentou que o aplicativo é desenvolvido pela própria ONG, com ajuda de profissionais de informática.

Os preservativos desapareceram das prateleiras de farmácias e demais estabelecimentos comerciais do país desde o fim de 2014. A principal queixa das empresas é a dificuldade de acesso a dólares para procedimentos de importação.

O problema é consequência do sistema de controle cambial em vigor, que impede a livre compra de moeda estrangeira no país, sendo necessário recorrer ao Estado para obter as autorizações.

Diante da situação, a StopVIH apelou ao Ministério de Saúde venezuelano para agilizar os procedimentos, de modo que as empresas consigam importar preservativos e “abastecer urgentemente as farmácias e os programas de prevenção de infeções por transmissão sexual”.

Na Venezuela, é cada vez mais difícil conseguir produtos essenciais como alguns medicamentos, leite, óleo, café, açúcar, margarina, papel higiênico ou outros produtos básicos de higiene. Diariamente, os supermercados registram filas de clientes à procura de produtos, que, muitas vezes, são levados antes de chegar às prateleiras.

Alguns cidadãos recorrem frequentemente a aplicativos de smartphones para saber aonde chegam produtos escassos e para avisar amigos de sua existência em determinado local. Para consegui-los, os venezuelanos perdem horas em filas de diferentes estabelecimentos comerciais.

 

Agência Lusa 

 

 

Mais de 1 milhão de preservativos serão distribuídos durante o carnaval na Paraíba

camisinhaA Secretaria de Estado da Saúde (SES) vai distribuir mais de 1 milhão de preservativos masculinos durante o carnaval. De 19 a 23 de janeiro, a SES estará abastecendo as Gerências Regionais de Saúde, que entregarão o material aos municípios de sua competência. De acordo com informações do Núcleo de DST/AIDS e Hepatites Virais da SES, todos os municípios serão abastecidos. Para os municípios de Baia da Traição, Pitimbu, Patos, Cajazeiras, Conde, Lucena, Coremas, Cabedelo e Boqueirão, onde a folia atrai multidões, será destinado um número maior de preservativos.

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O foco da campanha deste ano é a prevenção e testagem, com o slogan #PartiuTeste, incentivando a realização do teste rápido de HIV pelos jovens, além do sexo seguro. O Núcleo de DST/AIDS e Hepatites Virais da SES lembra que, durante o período carnavalesco, aumenta a possibilidade de se contrair infecções sexualmente transmissíveis, devido a práticas sexuais desprotegidas. Por isso, aumenta também a procura por testes rápidos. Porém, é importante lembrar o período de “Janela Imunológica”, ou seja, só depois de 30 dias após a infecção, é que será possível detectar a presença do vírus HIV através do teste.

Alerta – Durante o período carnavalesco, é comum aumentar o número de doenças sexualmente transmissíveis (DST), transmitidas principalmente por contato sexual sem o uso da camisinha. Geralmente, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. As DSTs mais conhecidas são gonorreia e sífilis.

Algumas DSTs podem não apresentar sintomas. Além disso, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves, como infertilidade, câncer e até a morte. Por isso, em caso de sexo desprotegido, é importante procurar o serviço de saúde para consultas periodicamente.

O uso do preservativo em todas as relações sexuais (oral, anal e vaginal) é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão das DSTs, em especial do vírus da Aids. Outra forma de infecção pode ocorrer pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis.

Teste rápido de HIV – Os testes rápidos são realizados a partir da coleta de uma gota de sangue da ponta do dedo. O sangue é colocado em dois dispositivos de testagem e, para chegar ao resultado, o profissional que realiza o teste segue um fluxo determinado cientificamente. Se os dois dispositivos tiverem os mesmos resultados, o diagnóstico já é fechado. Porém, se houver discordância entre os resultados, é feito outro teste com um terceiro para confirmação. Assim, o resultado tem a mesma confiabilidade dos exames convencionais e não há necessidade de repetição em laboratório.

Esse método permite que, em apenas meia hora, o paciente faça o teste, conheça o resultado e receba o serviço de aconselhamento necessário.

Distribuído gratuitamente para serviços de saúde da Rede Pública, esse teste rápido é utilizado na maior parte das ações do ‘Fique Sabendo’, do Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, principalmente devido à agilidade e praticidade. O teste de AIDS não deve ser feito de forma indiscriminada. O aconselhável é que, quem tenha passado por uma situação de risco, como ter feito sexo desprotegido, faça o exame.

Dados – De acordo com a SES, estima-se que, na Paraíba, aproximadamente 10 mil pessoas tenham o vírus HIV e não saibam, negligenciando a própria saúde. O Hospital Clementino Fraga é referência em HIV/AIDS em João Pessoa, que tem ainda um serviço especializado para gestantes HIV positivas. Em Campina Grande tem o Hospital Universitário Alcides Carneiro e o Hospital Universitário Lauro Wanderley. Além desses, existem os serviços de Atendimento Especializado (SAE) Em Cabedelo, Santa Rita, Campina Grande e Patos.

 

Secom/PB

CAMISINHA COM DEFEITO: Marca Olla anuncia recall de 620 mil preservativos

A Hypermarcas, fabricante da camisinha Olla, anunciou nesta quinta-feira o recall de cinco lotes do preservativo lubrificado vendido na promoção “leve 8 pague 6″. Ao todo, são 78 mil pacotes com 620 mil unidades.

Os lotes que serão recolhidos são: J12A0534, J12A0535, J12A0599, J12B0083 e J12B0087.

Segundo a Olla, o recolhimento é preventivo, pois “identificou-se um possível desvio de qualidade que pode tornar o produto impróprio para o uso”.

A marca disse que suspeitou do problema após receber ligações de consumidores.

Em comunicado, a Olla afirma que já tomou medidas para retirar os lotes do mercado, mas que, caso algum pacote seja localizado, o consumidor deve guardar a embalagem e entrar em contato com o SAC pelo telefone 0800-012-6888 ou pelo e-mail atendimento@olla.com.

A identificação dos lotes de preservativos fica no verso da embalagem.

A nota informa ainda que o valor dos preservativos será reembolsado ou o produto será trocado sem qualquer custo para os consumidores.

Folha