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Vale mentir para preservar um relacionamento?

A falta de honestidade abala os vínculos e a confiança

Quem nunca mentiu? Quem nunca contou uma mentirinha inofensiva para preservar uma relação? Seja no campo das amizades, dos amores ou no profissional. Confesse, você já mentiu! O problema é que não importa o tamanho, pequenas omissões ou grandes mentiras implicam na quebra de confiança. Em um relacionamento amoroso, se o parceiro não tem a capacidade de ser honesto, o relacionamento enfrentará inúmeras dificuldades. A verdade é que, uma vez dita, a mentira tende a se multiplicar para ser justificada e a desconfiança tomará conta da relação. Quem consegue viver assim? Sempre duvidando das palavras e atitudes daquele que deveria ser, antes de tudo, transparente e verdadeiro?

Se o parceiro persistir em seguir mentindo ou omitindo, repense a relação. Atente para aquele que tende a minimizar o peso das interações com outras pessoas. A traição pode não estar acontecendo, mas, se não há nada de mal no companheirismo com uma colega de trabalho, por que esconder? Quando você deixa de comentar aquele encontro casual – que um dia, por um ato falho, acabará sendo revelado – já estará suscitando a desconfiança. O ideal, sempre, é contar tudo de uma vez, com a naturalidade e a verdade que a situação merece. E quanto ao seu passado amoroso? Não há necessidade de entrar em detalhes, mas falar sobre ele, compartilhar experiências que foram importantes e que deixaram marcas agregam mais intimidade e segurança à relação. Deixar que o parceiro superestime o que um “ex” representou é alimentar uma angústia desnecessária. Se o relacionamento anterior não tiver sido superado, se não for página virada, será sempre uma sombra para o atual. Nada pior do que ter que conviver com fantasmas desconhecidos. Que tal conversar a respeito de sentimentos que ainda perturbam? É impossível manter uma relação saudável com alguém que não consegue ser honesto com os próprios sentimentos. Pior, é uma demonstração de ausência de respeito pelo parceiro. Às vezes, pode parecer difícil se expor, mas tentar até conseguir ainda é o melhor caminho.

Um dos grandes pontos de conflito, sempre ele, é o dinheiro, um dos principais motivos que levam às separações. Mentir a respeito do salário, sobre o valor daquela compra por impulso, sobre dívidas ou investimentos secretos, é discussão garantida. Um casal que pretenda ter uma relação honesta precisa aprender a conversar com franqueza a respeito das questões financeiras, sem cobranças, mas com o estabelecimento de prioridades e limites individuais. A sinceridade também vale para o sexo. A comunicação deve ser aberta, sem preconceitos a respeito de desejos e prazeres. Uma vida sexual saudável e estimulante, sem mentiras, é capaz de manter a atração sempre viva e, sabemos, contribui para a estabilidade da relação.

Quando iniciamos um relacionamento, levamos na bagagem as nossas expectativas, que nem sempre estão claras para o outro. É um tipo de omissão, às vezes inconsciente, para preservar um amor que parece promissor. É necessário entender e admitir que cada relação será diferente daquela vivida anteriormente e que as aspirações também são diversas. A comunicação e a transparência são a solução para prevenir e resolver diversos problemas. Elas deveriam ser a base de qualquer relação. Não seria melhor conhecer desde o início os verdadeiros propósitos da outra parte envolvida? Quero (ou não) casar, quero (ou não) ter filhos, quero somente uma aventura, estou (ou não) disponível para um compromisso sério? Tudo seria tão mais fácil, sem necessidade de mentiras ou omissões. Por estar baseada na clareza de objetivos e transparência, a relação sugar vem ganhando cada vez mais adeptos. Sugar babies – jovens, do sexo masculino ou feminino, atraentes, ambiciosos e determinados – alinham, desde o início do relacionamento, tudo aquilo que esperam dos seus sugar daddies ou sugar mommies – homens e mulheres maduros, poderosos e bem-sucedidos, todos em busca da estabilidade emocional e financeira que uma relação pode proporcionar. Optar pela verdade e pela clareza de sentimentos é estar comprometido com o relacionamento e com o outro.

Link vídeo dia da mentira: https://bit.ly/39rZaDW

Sobre o MeuPatrocínio: primeiro e maior site de relacionamento Sugar do Brasil, o MeuPatrocínio é a rede social mais exclusiva e elitizada do país. O estilo de vida Sugar reúne homens poderosos a mulheres jovens e atraentes para relacionamentos verdadeiros, transparentes, com acordos preestabelecidos e expectativas alinhadas. Hoje, em sua base de dados, a plataforma conta com quase três milhões de usuários. Todos submetem seus perfis e fotos à aprovação individual. Somente são aceitos maiores de 18 anos que devem aderir às condições e termos de segurança do site.

www.meupatrocinio.com

 

 

“Tenho o dever de preservar Bolsonaro”, diz deputado sobre ida de presidente a CG

O deputado Julian Lemos (PSL) voltou a  tecer críticas á gestão do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues. Sobre a possível ida do presidente Jair Bolsonaro ao município, o deputado foi incisivo.  ” Tenho o dever de preservar  Bolsonaro.  Informei-o  sobre o cenário em Campina Grande  e disse que a coisa  lá está  muito torta”, destacou.

Durante entrevista ao Programa Arapuan Verdade do Sistema Arapuan de Comunicação desta segunda-feira (7) o deputado disse ainda que  o prefeito de Campina Grande errou com ele em alguns pontos, “mas quando se trata de corrupção eu sou e serei sempre implacável. Vou denunciar seja quem f or o responsável”, finalizou.

 

Foto; Kawê Barreto
paraiba.com.br

 

 

Local de instalação da girândola de Solânea é modificado para preservar patrimônio e pessoas

 

girandolaO local onde serão instalados os fogos para a girândola em comemoração à chegada do ano novo, em Solânea, foi modificado para preservar o patrimônio e as pessoas. De acordo com nota enviada pela diretoria do CCHSA, da Universidade Federal da Paraíba – Campus III – a mudança se fez necessária porque, atualmente, a 1ª Chã (campo de aviação) há vários prédios que abrigam mobiliários e equipamentos de alto valor que podem ser danificados pelos foguetões.

 

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Com a decisão, os fogos deste ano deverão ser instalados na 2ª Chã, perto da rua José Alípio da Rocha (Laranjeiras), onde era realizada a corrida de MotoCross. A diretora do CCHSA, Teresinha Domiciano Dantas, informa que a mudança nada mais é que o desejo de preservar todo o patrimônio construído na 1ª Chã e que reitera o compromisso da instituição com os poderes públicos e privados para manter o diálogo e fortalecer o desenvolvimento de Solânea e Bananeiras.

 

“Neste aspecto o CCHSA mantém uma estreita relação de parceria com os municípios circunvizinhos e, em especial, com o município de Solânea onde são desenvolvidos mais de cem projetos de extensão, ensino e pesquisa”, diz a nota.

 

Redação/Focando a Notícia

Só 40% das mulheres com câncer conseguem preservar mama

O avanço no tratamento do câncer de mama tem permitido a indicação de cirurgias cada vez menos invasivas, que envolvem apenas a retirada de uma pequena porção do seio. Mesmo assim, a taxa de adoção desse tipo de procedimento tem ficado abaixo do esperado. Sob o ponto de vista da importância da manutenção das mamas para a autoestima da mulher, esse tema foi destaque no Congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Clínica, em Viena, na Áustria.

A indicação da cirurgia capaz de conservar grande parte da mama é possível quando o tumor é pequeno ou, nos casos de tumores grandes, a paciente apresenta uma boa resposta ao tratamento neoadjuvante (quimioterapia aplicada antes da cirurgia com o objetivo de diminuir o tamanho do nódulo).

O que a pesquisadora Carmen Criscitiello, do Instituto Europeu de Oncologia, descobriu é que o número de indicações de cirurgias que preservam as mamas não tem aumentado na mesma proporção em que melhoram as respostas das pacientes às novas terapias neoadjuvantes.

Para chegar a essa conclusão, ela tomou por base um estudo anterior que avaliou a eficácia de três estratégias de quimioterapia neoadjuvante para 429 pacientes com tumor do tipo HER2 positivo. Um grupo recebeu a droga lapatinibe, o outro recebeu o trastuzumabe e um terceiro, a combinação das duas terapias. Deste último grupo, 51,5% das pacientes tiveram uma resposta completa à terapia, enquanto nos outros grupos, essa taxa foi de 24,7% e de 29,5% respectivamente.

O esperado seria que o terceiro grupo, por ter respondido melhor, recebesse mais indicações de cirurgias que preservam as mamas. Porém, o que ocorreu foi que nos três grupos, independentemente da resposta ao tratamento, apenas 40% das pacientes puderam conservar o seio.

“O estudo destaca uma atitude negativa que pode privar grande fração de mulheres da chance de preservar sua mama, sem nenhuma razão clínica para justificar essa decisão”, diz Carmen.

Ela acrescenta que as características do tumor anteriores à quimioterapia inicial tiveram papel importante na decisão do tipo de cirurgia. “Um dos objetivos da terapia neoadjuvante é obter um aumento da taxa de conservação de mama, mas esse objetivo é claramente frustrado se o tipo de cirurgia for escolhida somente de acordo com as características iniciais do tumor”, completa Carmen.

[B]No Brasil[/B]

Segundo a mastologista Maira Caleffi, presidente da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), esse processo também pode ser observado no Brasil. Para ela, apesar de melhores condições para se realizar a cirurgia que preserva a mama, “o que se observa na prática é que muitas pacientes são informadas pelos próprios cirurgiões que talvez seja melhor tirar tudo e retirar ainda a outra mama como profilaxia”.

Maira ressalta que esse procedimento não tem respaldo científico, a não ser que a mulher possua uma mutação genética familiar que predisponha ao câncer. “Isso é um desserviço que vem sido praticado. É um exagero, que não observa as recomendações das autoridades e das sociedades médicas”, afirma.

A decisão sobre qual será o procedimento adotado deve ser compartilhada entre médico e paciente, de acordo com o mastologista Wesley Pereira Andrade, do Hospital A.C.Camargo. Em casos de tumores grandes, pode-se tanto começar o tratamento com a cirurgia mais radical e depois introduzir a quimioterapia quanto adotar a neoadjuvante para tentar conservar a mama.

“Quando se preserva a mama, existe um ganho psicológico. A desvantagem é uma maior chance de o tumor voltar ao longo de dez anos”, diz. Ele observa que a mulher que preserva a mama tem uma aceitação melhor de sua autoimagem.

Para o ginecologista e cirurgião oncológico Fábio Laginha, do Hospital 9 de Julho, depois dos avanços nas novas drogas contra câncer de mama, é preciso progredir nos métodos de imagem e nas técnicas cirúrgicas que permitam a retirada da porção exata da mama necessária para eliminar todas as células cancerígenas. “O que precisa ser feito, quando se escolhe esse tipo de quimioterapia neoadjuvante, é ter certeza do local do tumor, marcar e acompanhar sua diminuição”, diz.

Agência Estado