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RC fala de desafio de governar com orçamento menor e declara quadro da PB como “preocupante”

ricardo_coutinhoA queda da arredação com ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e do repasse do Fundo de Participação do Estado (FPE) caiu, até agosto, R$ 345 milhões em relação ao mesmo período do ano passado, foi o que informou o governador Ricardo Coutinho (PSB).

Ele falou sobre o desafio de governar o estado com um orçamento menor do que na sua primeira gestão. Segundo Coutinho, serviços não foram fechados porque a administração estadual tem feito remanejamentos de orçamento, tirando de uma área e direcionando para outra.

“Este ano, até agosto, a perda real de ICMS e FPE chega a R$ 345 milhões, do FPE R$250 milhões e o restante de ICMS. O desmantelo da economia nacional está nos maltratando e nós, no meio de tudo isso, não fechamos nenhum serviço, estamos mantendo, agora eu sei o custo disso, ou seja, tira de um lado, coloca em outra, e vamos tocando para que os serviços não fecham ou não percam a qualidade”, declarou.

Para o governador, o quadro dos estados brasileiros para 2017, especialmente, a Paraíba é preocupante. “Se observar bem, é um quadro preocupante para todos os estados, e particularmente, para a Paraíba”, disse.

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Governo avalia crise de água “preocupante” e pede ajuda da população

águaA ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, considera “sensível” e “preocupante” o cenário de abastecimento de água no país. Apesar da perspectiva de chuva para os próximos dez dias na região, o diagnóstico é de que nunca se viu nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais (região metropolitana de Belo Horizonte) uma seca tão grande nos últimos 84 anos, disse ela depois de reunião no Palácio do Planalto, com outros ministros, para discutir a situação dos reservatórios de água e as previsões de chuva.

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Como resposta à situação, o governo prometeu fazer mais parcerias com os estados e criar uma campanha de conscientização para que a população passe a poupar água. Izabella Teixeira defendeu o acompanhamento da crise até o fim do período de chuvas, mas adiantou que o Ministério do Meio Ambiente vai criar uma ação mais “incisiva”, pedindo a colaboração das pessoas.

Ela disse que a reunião é feita semanalmente pelos técnicos do governo, e hoje foi ampliada, com a participação de representantes de sete ministérios, para nivelar a informação do que “está acontecendo”. Além de sua pasta, estiveram presentes os titulares da Casa Civil (Aloizio Mercadante), de Minas e Energia (Eduardo Braga), da Integração Nacional (Gilberto Occhi), do Desenvolvimento Agrário (Patrus Ananias) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (Tereza Campello).

“Ano passado estávamos operando abaixo da mínima histórica. Agora nós estamos operando abaixo do ano passado. Está tendo uma vazão afluente muito aquém do que já foi registrado numa série histórica desde 1930”, informou Izabella Teixeira. De acordo com ela, além dos ministérios participaram representantes do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, de órgãos metereorológicos e da Agência Nacional de Águas.

Das análises, foi possível prever um cenário de chuvas nos próximos dias. Existe, segundo ela, “uma sinalização de perspectiva de chuvas”, mas, obviamente, tem que ver se isso vai acontecer de fato, qual o volume de água armazenado, e se isso pode melhorar ou não os níveis de abastecimento.

Esse monitoramento dos dados vai continuar, disse ela. O governo também vai apoiar estados e municípios, e acompanhar as demandas deles, já que o abastecimento da população não é competência do governo federal. Segundo Izabella, as parcerias dependem do que os estados vão apresentar como medidas emergenciais e de caráter estruturantes.

“Estamos apoiando o financiamento. Pode ter medidas emergenciais, por exemplo, como mudança de pontos de captação [de água] em rios para poder assegurar o abastecimento em municípios que captam diretamente, e isso requer financiamento de curto prazo muitas vezes. O governo poderá apoiar neste sentido”, acrescentou.

Além de dizer que o governo não vai medir esforços para auxiliar os projetos a serem apresentados pelos governadores e prefeitos, Izabella ressalvou que uma campanha sobre o uso correto da água está em discussão na Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

“Viremos, sim, com informação, pedindo apoio da população. O Ministério do Meio Ambiente entrará com a proposta de trabalhar cada vez mais de racionalização do uso da água e Informações ao cidadão brasileiro”, concluiu.

Fonte: Agência Brasil

Número de feminicídios em João Pessoa diminui em 2014, mas ainda é preocupante

violenciaDuas mulheres foram assassinadas na madrugada da última quinta-feira (15). Somadas às outras duas mortes violentas, tornaram esta madrugada a mais violenta de 2015 até agora.

Uma das mulheres encontrou a morte no Loteamento Novo Geisel, próximo do Condomínio Irmã Dulce, em Gramame. Por volta de 2h30 ela foi vítima de seis disparos. Os tiros a derrubaram e ela morreu. A polícia só foi informada do assassinato às 6h30. A perícia encontrou maconha e crack nos bolsos da vítima, que, até agora, não foi identificada.

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O outro crime aconateceu por volta das 4h20, na rua Mariângela Lucena Peixoto, no Valentina. Ela também não foi identificada e foi vítima de tiros, como a outra mulher antes dela.

A polícia não encontrou qualquer ligação entre os dois crimes. Segundo o delegado titular de Homicídios da Capital, Reinaldo Nóbrega, os crimes terem acontecido na mesma noite reflete apenas uma “infeliz coincidência”.

A “infeliz coincidência” mostra o quanto ainda é chocante o assassinato de mulheres, ainda mais quando acontecem em tanta quantidade na Paraíba. Os crimes deste tipo, de acordo com o delegado, estão diminuindo a cada dia.

“Não podemos achar que este será um ano violento para as mulheres simplesmente por termos tido dois crimes na mesma noite”, declarou.

“Em 2014 tivemos 104 assassinatos de mulheres. Um número bem menor do que nos anos anteriores. É uma curva descendente que acreditamos que vamos conseguir manter”, declarou o delegado.

Em 2014 o número de assassinatos de mulheres na Paraíba foi correspondente a 7% do total de crimes violentos no Estado. “É um número pequeno que queremos diminuir. Vamos lutar para mudar este cenário”, declarou.

Região sul – Um foco de assassinatos que vem preocupando a polícia é a região sul de João Pessoa, especialmente os arredores do bairo Valentina de Figueiredo. Foi nesta região que os quatro assassinatos da última quinta-feira aconteceram.

“Temos visto a mancha da violência de João Pessoa se deslocar para esta região. Em 2013 isso ficou bastante evidente. Já estamos desenvolvendo estratégias junto à Polícia Militar para a ampliação da presença da PM na região. Mas é impossível controlar tudo, né? A polícia não é onipresente. Estamos fazendo o que está ao nosso alcance”, explicou o delegado.

Abaixo, veja o número de assassinatos de mulheres desde 2010.

2010 – 119

2011 – 146

2012 – 139

2013 – 118

2014 – 104

João Thiago