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Assembleia debate prejuízos da reforma da Previdência para policiais

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quinta-feira (23), sessão especial para debater os efeitos do texto apresentado pela Presidência da República ao Congresso Nacional para a reforma da Previdência, em especial para os militares. A sessão foi proposta pelo deputado Cabo Gilberto.

Para o propositor da sessão, o país precisa que a reforma da Previdência aconteça, no entanto, é relevante também que a população entenda as necessidades dos militares. “A nossa maior preocupação é que querem colocar mais encargos para nós militares, além dos que já existem. Dos 34 direitos sociais que todo trabalhador tem, nós militares só temos quatro. Esses direitos são vedados aos militares em diversos pontos”, explicou o deputado.

Cabo Gilberto esclareceu que caso o novo texto para a reforma traga mais encargos aos militares, que estes sejam compensados com os devidos direitos. “Nós estamos aqui para dar nossa contribuição, desde que os militares tenham direitos garantidos como todo trabalhador”, reivindicou o parlamentar. Com a realização da sessão especial, o deputado espera ampliar o debate para que as demandas da categoria sejam levadas à bancada federal paraibana.

Os deputados Delegado Wallber Virgulino e Ricardo Barbosa também participaram da sessão. Wallber afirmou que todas as categorias ligadas à segurança pública, a exemplo de policiais civis, militares, rodoviários federais e agentes penitenciários desempenham uma função diferenciada, em relação as demais categorias. O justo, de acordo com o deputado, é que estes trabalhadores tenham, portanto, um tratamento diferenciado no novo texto da reforma. “Nós passamos mais tempos arriscando nossas vidas, o psicológico do policial é totalmente abalado durante sua carreira, então o justo seria deixar como estar”, observou o deputado. Ele defende que os agentes de Segurança Pública ampliem o debate e que incluam a equipe do Governo Federal no diálogo, com o intuito de obter tratamentos diferenciados pela tarefa que desempenham.

O deputado Ricardo Barbosa declarou que a reforma da Previdência é um tema que precisa ser discutido em sua amplitude na Casa Epitácio Pessoa. Para Ricardo, a reforma é imprescindível, no entanto, algumas alterações precisam ser feitas para que os mais necessitados não sejam prejudicados. O deputado ressaltou que com as devidas adequações, a reforma colocará o país de volta à trilha dos investimentos. “A reforma é fundamental para que o Brasil retome o caminho do desenvolvimento, do crescimento e fortalecimento da economia e do incremento da cidadania nacional, mas que poupem os trabalhadores rurais, os militares e salvaguarde os interesses da população”, destacou o deputado.

O superintendente regional da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Carlos André, esclareceu que os policiais rodoviários possuem um regime especial de aposentadoria, mas defendeu que PRF seja incluída no debate. “Esperamos que, considerando a nossa atividade de risco e a própria atividade das polícias, que seja realizado um debate de forma profunda para que não comprometa a segurança da sociedade, se por ventura o policial tiver que ficar muitos anos na atividade”, pontuou o superintendente.

O presidente da Associação dos Oficiais da Polícia e Bombeiro Militar do Estado da Paraíba (ASSOFO), Capitão Luiz, propôs que os militares estaduais defendam os mesmos pontos e tenham os mesmos objetivos ao apresentarem suas demandas ao Governo Federal.  “Pretendemos nos alinhar nacionalmente com os estados, para que a proposta que foi apresentada pelo Governo Federal tenha a devida simetria do que for ofertado para as polícias dos estados”, declarou.

A sessão especial contou com a palestra do professor de Economia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), doutor Érik Figueiredo, que explicou aos presentes as principais alterações que devem acontecer na Previdência Social, caso o texto apresentado para a reforma seja aprovado no Congresso. O professor parabenizou a Assembleia Legislativa pela realização do debate e classificou como extremamente relevante que políticas públicas como a Previdência Social seja discutida de forma ampla pela sociedade. “Para termos uma discussão séria sobre esta política pública, devemos abordar os temas de forma objetiva e direta. O problema fiscal brasileiro é essencialmente previdenciário, resolvendo este problema, nós passaremos a discutir questões menores, a exemplo das reformas tributária e política”, explicou Érik.

Também participaram da sessão o coronel Carlos Alberto, representante do 1º Grupamento de Engenharia do Exército; o representante da Defensoria Pública do Estado, defensor Coriolano  Filho; o presidente do Clube dos Oficiais da Paraíba, coronel Francisco; o presidente da Associação dos Inativos, coronel Maquir; o sargento Ribeiro, representante da Associação dos Subtenentes e Sargentos da Polícia e Bombeiros Militar da Paraíba; o conselheiro estadual da Ordem dos Advogados do Brasil ,Seccional Paraíba (OAB-PB) e membro da Ordem dos Conservadores, George Ramalho; o presidente da Caixa Beneficente da Polícia e Bombeiro Militar, coronel Sobreira, além de representantes de entidades e associações em defesa da categoria.

agenciaalpb

 

“Prejuízos devastadores à ciência, economia e soberania nacional”, alertou o deputado Chió, sobre cortes na educação

Ao participar das manifestações de rua nesta quarta-feira, 15 de Maio, e de uma audiência pública, em João Pessoa, contra os cortes na educação, o deputado Estadual Chió (REDE) defendeu o envolvimento de todos os setores da sociedade, pela garantia do funcionamento das universidades públicas.

“O que está acontecendo é devastador. Além de afetar diretamente os estudantes, os professores, a pesquisa e a extensão, os prejuízos são imensos para a soberania nacional e para a economia de cidades que se desenvolveram com a chegada e o funcionamento das universidades, como por exemplo, Bananeiras, Cuité, Picuí, Pombal, Patos, entre outras”, alertou Chió (REDE).

De acordo com o parlamentar, as ruas deram um recado e a Assembleia Legislativa, através da Mesa Diretora se mobilizou e já viabiliza uma agenda com toda bancada Federal, para que as vozes de estudantes e professores das universidades e institutos federais paraibanos, ecoem em Brasília.

“Educação, assim como gestão pública, não é para qualquer um. Os impactos dessa visão equivocada de gestão, junto à educação, são incalculáveis. O Brasil precisa aumentar os investimentos públicos para que as instituições de ensino possam receber cada vez mais alunos advindos, em sua maioria, de famílias que dependem do salário mínimo para viver”, completou Chió.

Frente Parlamentar

Nesta semana, o deputado Chió (REDE), que é vice-presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desportos da Assembleia Legislativa aprovou o Requerimento Nº 1.467/2019 para a constituição de uma Frente Parlamentar pelo Fortalecimento da UEPB, com o objetivo de discutir, propor e acompanhar ações relacionadas ao fortalecimento da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

 

Fonte: Ascom Dep. Estadual Chió (REDE) 

 

 

Inter levanta prejuízos com protestos e quebra-quebra fora do Beira-Rio

É hora de contabilizar o prejuízo no Beira-Rio. Depois ver o Beira-Rio virar uma praça de guerra na noite da última quinta-feira após o empate em 1 a 1 com a Ponte Preta, com direito a quebra-quebra promovido por alguns torcedores e conflito com a Brigada Militar, a direção do Inter analisa os destroços nesta sexta e contabiliza os prejuízos causados pela torcida, além de tentar identificar os vândalos pelas imagens de câmeras de segurança.

Tão logo acabou a partida, torcedores revoltados começaram a depredar o patrimônio do clube. Não satisfeitos em bradar palavras de ordem e arremessar cones, pedras e gradis contra seguranças do clube, os colorados promoveram um quebra-quebra no pátio do estádio. A Brigada Militar precisou entrar em ação e houve confronto com os torcedores.

Na manhã desta sexta-feira foi possível observar melhor os estragos no pátio do estádio. A entrada do Conselho Deliberativo foi toda danificada. As portas de vidro estão contorcidas e há estilhaços por toda a parte. Situação semelhante se vê no portão que dá acesso aos skyboxes, área mais nobre do estádio. O vice de patrimônio Emídio Ferreira diz que o clube ainda contabiliza os estragos e vai tentar identificar os vândalos

– Estamos terminando de ver. São mais vidros quebrados. Achávamos até que seria mais. Estamos buscando os vídeos para tentar descobrir os infratores.

Conselho deliberativo Beira-Rio Inter (Foto: Tomás Hammes / GloboEsporte.com)Entrada do Conselho Deliberativo foi depredada pela torcida do Inter (Foto: Tomás Hammes / GloboEsporte.com)

O presidente Vitorio Piffero também comentou sobre o tumulto. Principal alvo da ira dos torcedores, o mandatário, que estava em um local protegido durante a confusão, condenou a atitude dos vândalos:

– O torcedor está conosco. Quem estava de touca ninja não é torcedor – definiu.

Os protestos viraram prática comum em razão da turbulenta campanha no Brasileirão, seja após jogos, seja durante treinos. Na noite da última quinta, a revolta culminou em um conflito entre aficionados e o Pelotão Choque, que, para conter os mais exaltados, devolveu com gás de pimenta, bombas de efeito moral e balas de borracha.

Skybox Beira-Rio Inter  (Foto: Tomás Hammes / GloboEsporte.com)Acesso aos Skyboxes do estádio também foram alvo de vândalos (Foto: Tomás Hammes / GloboEsporte.com)

O empate com a Ponte Preta em casa culminou com a demissão de Celso Roth. Nesta sexta, foi apresentado Luiz Carlos de Lorenzi, o Lisca, que tenta evitar o primeiro rebaixamento da história do Inter. Atualmente, o Colorado ocupa a 17ª posição, com 39 pontos, os mesmos do Vitória, que fica à frente, em 16º, pelo número de gols marcados:45 a 33.

Lisca terá pela frente mais apenas mais três jogos para evitar o descenso, contra o Corinthians (fora), Cruzeiro (casa) e Fluminense (fora). O duelo com o Timão está marcado para a segunda-feira, às 20h, na Arena Corinthians, pela 36ª rodada.

Globoesporte.com

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Operação combate ‘gatos’ de energia na PB para conter prejuízos de R$ 2 milhões

Reprodução/Patosonline/Marcelo Negreiros
Reprodução/Patosonline/Marcelo Negreiros

Começou na quinta-feira (23) uma operação que vai combater as ligações clandestinas ou irregulares de energia, conhecidos como ‘gatos’, em casas e estabelecimentos comerciais na cidade de Patos, Sertão paraibano, a 320 km de João Pessoa, que estão gerando prejuízo de quase R$ 2 milhões para a Energisa.

A ação promovida pela concessionária de energia conta com 13 equipes da empresa e com o apoio da Polícia Civil e do Instituto de Polícia Científica (IPC), e deve ocorrer até o dia oito de maio.

Segundo a Energisa, com os desvios de energia, cerca de R$ 337 mil, referentes ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), deixam de ser recolhidos pelo Estado.

A ação de combate aos ‘gatos’ visa também diminuir as perdas elétricas, que somam em torno de 5.548,82 megawatts ao ano só na cidade de Patos. Segundo a concessionária, a energia desviada daria para abastecer, aproximadamente, 3.550 casas por um ano.

Além dos prejuízos financeiros, o furto de energia representa risco de morte, tanto para os que interferem no sistema elétrico quanto para os consumidores das unidades onde sejam encontrados os ‘gatos’.

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Caso o furto seja identificado, os responsáveis pelos imóveis vão responder processo por crime contra o patrimônio, podendo ser condenados a até oito anos de prisão.

 

portalcorreio

Pequenos defeitos podem virar enormes prejuízos

Problemas que, a princípio, parecem pequenos, podem se transformar em uma enorme dor de cabeça. Isso porque raramente eles recebem a devida atenção. E, em relação a carros, não é diferente. Em especial quando são freios e pneus. Estes itens essenciais para a segurança foram reprovados em pesquisas feitas pelo Instituto Mapfre de Segurança Viária. E, pior: estão ruins ou abaixo do ideal em mais de 70% dos veículos que circulam pelas cidades brasileiras. Além da questão da segurança, essa falta de cuidado pesa também no bolso. Autoesporte selecionou os exemplos mais comuns de como um “defeitinho” pode virar um grande prejuízo.

Troca da pastilha de freio (Foto: Shutterstock)

Pastilhas de freios

Rodar com problemas no freio pode trazer conseqüências bastante ruins que, muitas vezes, teriam sido evitadas com a simples troca das pastilhas. “Certa vez, um cliente chegou com o carro batido devido às pastilhas gastas. Era um Gol 1.0 e foi preciso trocar desde o radiador e o ar-condicionado até a correia dentada. Foi um caso extremo e, para consertar tudo, ele gastou R$ 7 mil”, relata Wagner Gimenez, dono da oficina Auto Fix Serviços Automotivos, de São Paulo. Se tivesse trocado o jogo de pastilhas, o gasto não teria ultrapassado R$ 150. “Esse é o preço médio de um jogo (instalado) para carros populares. Já para importados, o jogo não costuma custar menos que R$ 600”, diz Gimenez, que completa: “O tipo de colisão mais comum é a traseira e normalmente os prejuízos passam de R$ 2 mil”.

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Correia dentada

Responsável pela conexão do(s) eixo(s) comando(s) de válvulas com o virabrequim, a correia dentada faz a sincronia entre a abertura e fechamento das válvulas – tanto as de admissão como as de exaustão. Entretanto, quando ela se rompe, a movimentação das válvulas fica desordenada e elas podem vir a se chocar com os pistões. Se isso ocorrer, o carro não anda.

O conserto consiste em uma retífica do cabeçote do motor: será preciso substituir as válvulas e guias danificadas, refazer suas sedes (local onde elas são alojadas), com o intuito de garantir o correto assentamento e evitar a passagem de óleo para as câmaras de combustão.

O proprietário do automóvel pode evitar que isso aconteça, trocando a correia a cada 50 mil km (quilometragem definida pela maior parte das montadoras). O serviço completo em um carro popular sai por R$ 200, em média. Entretanto, segundo Gimenez, “se a troca não for feita, o cabeçote estoura e o custo não será menor que R$ 2 mil”. Nos motores multiválvulas, a exemplo de um Fit 1.4 16V, o custo fica em torno de R$ 5 mil. Já propulsores que usam corrente (interna) no lugar da dentada, de borracha (como nos Ford RoCam e BMW), a troca não é necessária.

Lâmpadas

Poucas pessoas pensam em trocar a lâmpada do farol, mesmo quando ela está queimada. Isso pode acabar causando prejuízo muito maior: enquanto uma lâmpada nova custa cerca de R$ 20, o preço da multa por circular com ela queimada é R$ 85. Sem contar o fato de ser considerada uma infração média, que rende ao proprietário do veículo quatro pontos na carteira de habilitação.

Abasteça apenas em postos conhecidos e confiáveis (Foto: Shutterstock)

Gasolina

Um litro de gasolina custa pouco menos que R$ 3 em São Paulo. Mas parar na rua por falta de combustível, além de render multa de R$ 85 e quatro pontos na habilitação, pode ocasionar problemas mais graves. “A constante falta de gasolina pode queimar a bomba de combustível, que não deve rodar seca”, diz José Aurélio, da JF Auto Center. Nessa circunstância o prejuízo é muito maior. “Em um modelo como o Gol 1.0 com injeção, o serviço sai por volta de R$ 350”, avisa o mecânico.


Palhetas ressecadas

Conferir o estado da borracha do limpador de pára-brisa não é um ato dos mais comuns entre os donos de carros. Muitos só lembram dela quando, devido ao seu ressecamento, o vidro já está riscado, comprometendo a visibilidade. Dessa forma, o jeito é trocar tanto a palheta como o vidro. Em um carro mais barato, como os 1.0, os gastos ficam em torno de R$ 320 (R$ 20 pelo par de palhetas e R$ 300 pelo vidro).

Pneus ruins

Não é novidade para ninguém que rodar com pneus carecas é perigoso. Mesmo assim, eles são muito comuns por aí. Uma das causas, talvez, seja o preço de um novo (aro 13” começa em R$ 150), o que leva o dono do carro a adiar a troca: “Para economizar, a maioria das pessoas acaba trocando a ordem dos pneus. Ou seja, colocam os que estão em pior estado atrás e os melhores na frente”, comenta Polidoro. Essa prática, no entanto, pode causar danos ainda piores. Em especial quando o jogo está todo comprometido, o que aumenta a chance de colisões e principalmente, pode tornar o carro inseguro ao rodar na chuva. Evite de utilizar os pneus remoldados: atualmente há enorme gama de pneus asiáticos novos com preços acessíveis e qualidades das mais diversas.

Troca de óleo (Foto: Divulgação)

Óleo

O lubrificante é fundamental para o funcionamento do motor. Mas nem por isso ele é trocado dentro dos prazos recomendados. É difícil achar até mesmo quem verifique o seu nível na freqüência recomendada. E se o óleo estiver velho (mais de um ano no motor) ou muito abaixo do nível máximo da vareta, ele perde suas funções. Ou seja, não irá lubrificar, limpar, proteger e ajudar na refrigeração do propulsor. Em outras palavras, o funcionamento e o tempo de vida útil da máquina ficam comprometidos.

O pior que pode acontecer é o motor fundir e, nesse caso, os gastos passam facilmente de R$ 5 mil, caso de um motor mais simples. Para não correr o risco de tomar esse prejuízo, o melhor é sempre verificar o nível do óleo e fazer a substituição dentro do prazo determinado pela montadora. Embora não seja recomendado, completar o óleo (desde que seja da mesma origem do utilizado, mineral ou sintético) é melhor do que rodar com pouco lubrificante. O preço do litro do lubrificante varia entre R$ 8 e R$ 40.

Não economize com o filtro de óleo. Sua troca deve ser no mínimo intercalada com a do lubrificante.

Água

Outro item fundamental para o funcionamento do propulsor, mas que poucas pessoas se lembram de verificar, é a água: sua falta é uma das principais causas de motores fundidos. “Sem água e fluido, a junta do cabeçote queima e, se continuar a rodar, o motor funde. Para que o carro volte a rodar, o proprietário gasta por volta de R$ 4 mil”, explica Gimenez, que conclui: “O ideal é que o nível da água seja verificado pelo menos uma vez ao mês”. E, claro, não se deve colocar apenas água: há desde fluidos já diluídos na proporção correta, como os concentrados, que devem ser adicionados de água.
 

revistaautoesporte

Derrota do Brasil no Mundial faz governo mudar estratégia para evitar prejuízos

copaA humilhante derrota do Brasil na Copa do Mundo, fora de qualquer prognóstico, acendeu, no Palácio do Planalto, o alerta sobre o efeito político do 7 a 1 na campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição. Se até o momento Dilma estava explorando politicamente as vitórias da seleção brasileira, a estratégia agora é tentar colar sua imagem apenas à organização do evento, considerada um sucesso pelo governo.

Logo após a derrota, a presidente tentou se colocar como uma torcedora comum, afirmando por meio de sua conta no Twitter que estava “muito, muito triste” com a derrota da seleção brasileira, e tentou passar uma mensagem de motivação para a população.

 

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“Sinto imensamente por todos nós, torcedores, e pelos nossos jogadores. Mas, não vamos nos deixar alquebrar. Brasil, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”, escreveu a presidente.

O perfil institucional do Palácio do Planalto no Facebook adotou imediatamente a linha de defender a organização do evento: “Valeu Brasil! Vamos continuar mostrando ao mundo que, mesmo sem nossa seleção na final, batemos um bolão fora de campo”.

O perfil da presidente Dilma no Facebook, que é administrado pelo PT, foi ainda mais explícito: “Perdemos a taça, mas a #copadascopas é nossa”, afirmou, repetindo o bordão adotado pelo governo para referir ao Mundial.

PREOCUPAÇÃO COM O PESSIMISMO

A presidente não foi poupada nas redes sociais. Assim que tuitou lamentando a derrota do Brasil, os internautas partiram para cima, respondendo desaforos, na maioria. Alguns, mais leves, como: “Auto-ajuda não, presidente!”, “Foco nas vagas de medicina que a senhora prometeu”, “Vamo (sic) construir hospital agora que perdemos?” e até brincadeiras, como “Faz outra Copa aí pro Brasil vencer”, e “Cancela a Copa”. Mas os palavrões dominaram a timeline.

O discurso no entorno da presidente é que ela foi uma das maiores torcedoras e incentivadoras da seleção, mas que não estava em campo:

—A Copa deu certo e ela foi a maior torcedora (da seleção) — disse um auxiliar da presidente.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, garantiu que a presidente irá à final entregar a taça ao capitão do time campeão da Copa:

— O jogo foi um desastre, como nunca tinha acontecido. Ninguém pode dizer que o governo ou Dilma tenha responsabilidade sobre isso — disse Bernardo.

A presidente Dilma assistiu ao jogo no Palácio da Alvorada e, como os seus principais adversários na disputa pelo Planalto, não divulgou nenhuma foto durante a partida — ao contrário do que faziam nos jogos anteriores. O candidato do PSB a presidente, Eduardo Campos, como em todos os jogos, assistiu em casa, com a família. O único que foi ao estádio do Mineirão foi o candidato do PSDB, Aécio Neves. Ele foi discretamente, sem anúncio, segundo a assessoria, como um torcedor comum. O presidenciável tucano considerou a derrota sofrida, mas afirmou que o brilho do futebol brasileiro continua.

“Uma derrota sofrida, difícil de entender, mas que não apaga o brilho do futebol brasileiro e muito menos do nosso povo. Apesar do resultado, envio o meu abraço aos nossos jogadores, à comissão técnica e a todos que lutaram para colocar o Brasil no lugar mais alto do pódio”, disse no Facebook.

O primeiro a lamentar a derrota, nas redes sociais, foi Eduardo Campos. E mandou um recado, para a próxima Copa. “O povo brasileiro fez uma festa linda durante toda Copa, mas o sonho do hexa foi, por ora, adiado. Tenho certeza de que voltaremos mais fortes em 2018”, afirmou, pelo Facebook.

Integrantes do governo afirmaram após a derrota da Seleção que uma coisa é futebol e, outra, é política. Mas reconheciam que o resultado do campo deve ser usado para atacar a presidente Dilma durante a campanha eleitoral. Um ministro afirmou que o governo e a campanha petista devem se preparar para a enxurrada de críticas e cobranças, ao menos, até a final da Copa do Mundo. O ministro do Turismo, Vinicius Lages, defendeu a realização da Copa no Brasil, dizendo que foi a mais intensa realizada até hoje:

— O sucesso da Copa até aqui não dependia da Seleção. Fomos gigantes na hospitalidade, no carinho com os turistas, marcamos pele e corações. A derrota em campo, por mais absoluta, não deve afetar nossa capacidade de reconhecermos o que somos hoje, um dos melhores países do mundo — disse o ministro do Turismo.

O ministro da Secretaria da Aviação Civil, Moreira Franco, disse que a função do governo era de garantir condições para realização da Copa no Brasil:

— Futebol é esporte. Eleição é política.

O candidato do PT ao governo de São Paulo, o ex-ministro Alexandre Padilha, verbalizou no Twitter a defesa que deverá ser repisada pelo comando também da campanha da presidente Dilma. “Brasil e os brasileiros estão de parabéns. Garantimos a estrutura, a hospitalidade, saímos um país mais forte p/ nossos desafios. Faltou futebol”, escreveu Padilha.

Há mais de uma semana havia dúvidas no PT quanto à estratégia de Dilma de avocar para si a defesa da realização do evento no Brasil — com a repetição como um mantra de que os “pessimistas” foram derrotados — e de tentar capitalizar o desempenho da seleção.

O discurso de que “Dilma não estava em campo” já vinha sendo preparado como antídoto bem antes da derrota acachapante do time brasileiro. O coordenador da campanha à reeleição e presidente do PT, Rui Falcão, já tinha dado a deixa depois do zero a zero com o México.

— A única coisa que não depende do governo federal é o Brasil ganhar a Copa. Nós queremos que ganhe, mas aí a Dilma não está em campo. Se ganhar melhor, tem tudo para ganhar.

Às vésperas do início do Mundial, o governo e o comando da campanha estavam tensos com a perspectiva de haver novamente grandes manifestações, nos moldes das que ocuparam as ruas em junho do ano passado. Também temiam alguma falha grave nos novos estádios. Desse ponto de vista, ficaram todos aliviados.

A atuação da presidente na Copa foi dividida em dois momentos. Primeiro, ela estava preocupada com o mau humor da população em relação aos gastos públicos para sediar o evento e pretendia acompanhar de longe os jogos. Mas depois que o Palácio do Planalto captou que as agressões sofridas na abertura da Copa repercutiram mal e poderiam ser revertidas a favor de Dilma, a presidente passou a tentar capitalizar politicamente a atuação da seleção brasileira.

O Globo

 

Energisa identifica 1,4 mil ligações irregulares na PB e ‘gatos’ geraram prejuízos de R$ 6,5 milhões em 2013

gato_energiaA distribuidora de energia da Paraíba (Energisa) identificou, no ano de 2013, cerca de 1,4 mil ligações irregulares em todo o Estado, desvio que foi calculado em 77 GWh, o que significou uma perda de arrecadação de R$ 6,5 milhões aos cofres públicos.  De acordo com a assessoria da Energisa, são realizadas fiscalizações durante o ano todo para identificar furtos na rede elétrica. As vistorias são feitas pelo Departamento de Medição e Combate a Perdas (DMCP) que regularmente faz um levantamento.

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Este ano as fiscalizações foram iniciadas nessa segunda-feira (24) e nomeada de ‘Operação contra gato no Bairro dos Estados’. Segundo o balanço do primeiro dia, foram 149 inspeções, sendo que dessas foram constatadas 15 situações irregulares (gatos). A operação vai até o dia 21 de abril.

A concessionária faz um trabalho de busca por esses desvios em cada região do Estado. A escolha da área é feita de acordo com dados técnicos apurados pelo centro de inteligência de Combate a Perdas. Essa ação visa combater as ligações clandestinas ou irregulares de energia.

Para coibir esses furtos, além das campanhas informativas veiculadas, também ocorrem as operações. Quando identificado o desvio a concessionária cobra os valores desviados e os responsáveis pela infração respondem a processo que se enquadra no artigo 155 do Código Penal como furto qualificado por subtrair coisa alheia móvel. A pena é de dois a oito anos reclusão e multa.

As ligações irregulares também provocam queda na qualidade do fornecimento de energia elétrica, já que sobrecarregam o sistema elétrico de distribuição. O furto de energia elétrica representa risco de morte, aos que interferem no sistema elétrico contra a vontade da distribuidora.

Viviane Carvalho do Blog do Gordinho

Chuva causa alagamentos e prejuízos a moradores e comerciantes do Brejo da Paraíba

Centro de Guarabira
Centro de Guarabira

Uma chuva de pouco mais de uma hora invadiu casas, comércios e alagou ruas em alguns bairros da cidade de Guarabira, a 97 km de João Pessoa, na tarde desse domingo (9). Alguns moradores ficaram ilhados e tiveram trabalho para escoar a água de dentro das casas. As ruas atingidas ficaram bloqueadas por um período.

De acordo com o tenente Diego Santos, do Corpo de Bombeiros, as ruas do Centro ficaram tomadas pelas águas. Um exemplo é a avenida Dom Pedro II, que ficou completamente alagada impossibilitando a passagem de carros e pedestres. O comércio local foi afetado pela invasão das águas.

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“Recebemos ligações de cinco bairros. Em todos os casos ocorreram problemas em decorrência das chuvas. No Centro da cidade, a força das águas destruiu um porta de vidro de um órgão estadual. A Polícia Militar foi acionada e fez a segurança do local para evitar saques”, disse o tenente.

Devido à intensidade das chuvas, o canal Juá transbordou invadindo ruas e rompendo uma passagem de uma estrada vicinal. Apesar dos transtornos, os bombeiros informaram que não houve registro de mortes ou feridos.

Segundo relatos de moradores, por causa do transbordamento do canal Juá e bueiros completamente sujos, com terra e outros detritos, a água não escoou e também causou problemas na avenida Pedro Alverga Gome, onde famílias tiveram casas invadidas perdendo alguns móveis.

“Cerca de quatro casas a Pedro Alverga foram inundadas pelas águas. A prefeitura já fez o levantamento e caso seja necessário, vamos dar assistência às familiares, como reforma dos imóveis e ajuda no vestuário e alimentícios”, confirmou o coordenador informando que o prefeito Zenóbio Toscano está em Brasília para angariar recursos para a elaboração de um projeto de drenagem para Guarabira.

Uma das casas inundadasFoto: uma das casas inundadas
Créditos: Reprodução/ Portal Midia.Net

Moradores escoando às águas Foto: moradores escoando às águas
Créditos: Reprodução/ Portal Midia.Net

Máquina desobstruindo passagem Foto: máquina desobstruindo passagem
Créditos: Reprodução/ Portal Independente

Canal Juá transbordou Foto: canal Juá transbordou
Créditos: Reprodução/ Portal Independente

 

 

 

portal correio

Fumar na gravidez causa prejuízos à mãe e ao bebê

fumar-na-gravidezO cigarro contém mais de 4,5 mil substâncias tóxicas; 43 delas são comprovadamente cancerígenas. Para as mulheres que pensam em ser mães, o impacto que o hábito de fumar traz pode ser ainda maior. A mulher nasce com cerca de dois milhões de óvulos e vai perdendo esses gametas no decorrer da vida. Quando chega à idade de engravidar, esse número já é bem menor: cerca de 500 mil. Para o ginecologista Luis Carlos Alves Perillo, é nesse momento que o cigarro pode atrapalhar ainda mais, pois acelera a perda desses óvulos e causa um envelhecimento mais rápido do ovário, podendo diminuir a idade fértil da mulher em até dez anos. Porém, muitas mulheres engravidam mesmo sendo fumantes e, nesse caso, os problemas passam a ser não apenas delas, mas também dos bebês. Quando uma grávida fuma um cigarro, todos os seus componentes tóxicos chegam aos pulmões e são liberados no sangue e a placenta não impede a passagem dessas substâncias para o feto. As chances de aborto espontâneo sobem para 70% em gestantes fumantes.

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Portal Andi

Relatório de auditoria indica prejuízos de R$ 2 milhões na ex-gestão da UFPB

ufpbA reitora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Margareth Diniz, revelou na manhã desta quinta-feira (28) o conteúdo do relatório que reúne informações sobre irregularidades na gestão anterior da instituição. O documento foi entregue durante a reunião do Conselho Universitário (Consuni).

De acordo com o relatório, foram identificadas contratações ilegais, compras de alimentos, combustíveis e outros produtos sem licitação, gastos excessivos com diárias, além de desvios que somam cerca de R$ 2 milhões e 33 laboratórios que nunca saíram do papel.

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A reitora disse que não lhe cabe falar nomes de pessoas envolvidas e adianta que os apontados como responsáveis só poderão ser revelados por órgãos como Controladoria Geral da União e Polícia Federal, depois de concluídas as devidas apurações.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o ex-reitor e atual secretário de planejamento de João Pessoa, Rômulo Polari, disse que não vai se pronunciar sobre o relatório entregue ao Consuni até que tome conhecimento do conteúdo desse documento.

O prefeito Luciano Cartaxo disse que confia muito no trabalho do professor Rômulo Polari e tem certeza que o secretário fará sua defesa sem nenhum problema.

Relatório

Entre as irregularidades apontadas no documento, não houve prestação de contas de 59 convênios com prazos de vigência encerrados, o que corresponde a 86,76% de um total de 68 contratos.

Uma multa aplicada em 2008 pelo Ibama não foi quitada dentro do prazo determinado e dobrou de valor, o que motivou a inclusão da UFPB no Cadin (Cadastro Informativo de créditos não quitados do setor público federal).

O relatório mostra ainda devoluções superiores a R$ 500 mil referentes a recursos de convênios cujas prestações de contas não foram aceitas pela Fundação Nacional de Saúde e FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).

Também foram identificados mais de 260 processos de estágio probatório sem andamento, ou seja, quase 300 concursados não tiveram o procedimento de efetivação devidamente concluído.

A inadimplência atinge ainda os setores de pós-graduação e pesquisa, que colaboraram com a inclusão da Instituição no CADIN e SIAFI (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal).

De acordo com as informações da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), há pelo menos 40 convênios em aberto, o que poderá ocasionar uma perda de R$ 22 milhões de reais vindos da financiadora.

 

 

Alisson Correia com informações de Mislene Santos e do Jornal Correio da Paraíba