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Prefeitas comandam 41 municípios paraibanos e entidade destaca qualidade de atuação das gestoras

A região Nordeste é a maior do Brasil com percentual de prefeitas (16%) e com o maior número absoluto: 288 prefeitas, diante de 1.505 prefeitos, conforme levantamento do Instituto Alziras. Os dados mostram que as mulheres representam 51% da população brasileira, mas apenas 12% governam prefeituras. Na Paraíba, dos 223 municípios, as mulheres comandam apenas 41, o que representa 18,4% do total. Diante dessa realidade, o Estado ocupa a quarta posição entre os estados nordestinos no número de mulheres à frente dos Executivos.

Nesse domingo (8), Dia Internacional da Mulher, a Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) destacou a capacidade e compromisso das gestoras com a população e reafirmou apoio por meio do Movimento de Mulheres Municipalistas (MMM).

“A Famup articulou a criação do Movimento de Mulheres Municipalistas e vem colaborando com a formação de novas lideranças. Precisamos de igualdade, de mais mulheres comandando municípios paraibanos, por isso, essa é bandeira que defendemos, principalmente para as eleições deste ano”, disse o presidente da Famup, George Coelho.

A prefeita de Monteiro e presidente do MMM, Anna Lorena, disse que o objetivo é fortalecer as práticas e ações que garantam um maior número de mulheres na política, principalmente nas eleições deste ano. “É preciso que as mulheres participem da política de forma direta, para que essa realidade no nosso Estado possa mudar. Hoje somos 41 prefeitas no Estado, mas nosso objetivo é mudar essa realidade nas próximas eleições. Precisamos ocupar os nossos espaços dentro da política e faremos, principalmente a partir de agora com a criação do Movimento de Mulheres Municipalistas”, afirmou.

Pesquisa – De acordo com o levantamento do Instituto Alziras, o número de prefeitas eleitas no Brasil caiu em comparação com as eleições anteriores. Foram 640 gestoras eleitas em primeiro e segundo turnos, 3% a menos que nas eleições de 2012. Do total de 5.568 municípios brasileiros, 68% não tiveram nem mesmo candidaturas de mulheres ao cargo de chefe do poder executivo local.

Atualmente, com 11,7% de mulheres à frente das prefeituras, o Brasil segue abaixo da média de 14,6% de Prefeitas nos países da América Latina, Caribe e Península Ibérica, de acordo com indicador calculado pelo Observatório de Igualdade de Gênero da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

A pesquisa, que ouviu 45% das 649 das prefeitas eleitas em 2016, mostra que as mulheres que estão à frente das prefeituras acumulam experiência na política em sua trajetória, têm mais anos de estudo do que os prefeitos homens e superam enormes desafios em municípios pequenos e sem recursos.

O Instituto – O Alziras é uma organização que tem o objetivo de desenvolver ferramentas para contribuir para o aumento da participação das mulheres na política. Para isso, entendemos ser fundamental compreender as experiências das mulheres na política municipal, pois ela é a porta de entrada e a base da construção de parte significativa das carreiras políticas.

Eleições – Em 2012, na Paraíba foram 49 mulheres eleitas para as prefeituras de suas cidades. Ou seja, de 2012 para 2016, dez mulheres deixaram de ocupar o cargo de prefeita nos municípios. O último pleito interrompe a sequência de crescimento da presença feminina nos poderes executivos municipais. Em 2004, foram eleitas 27 mulheres (12,1%) do total. Em 2008, este número cresceu para 36 (16,2%) e, em 2012, aumentou para 49 (22%), o maior índice da série histórica.

A primeira mulher eleita para comandar um município da Paraíba foi Dulce Barbosa, ex-prefeita de Queimadas, eleita na década de 1960. De lá para cá, houve uma evolução na participação feminina, porém, bem aquém do que seria adequado.

Confira as mulheres prefeitas na Paraíba:
Algodão de Jandaíra – Maricleide Izidro da Silva
Alagoinha – Maria Rodrigues de Almeida Farias
Areia de Baraúnas – Maria da Guia Alves
Barra de Santana – Cacilda Farias Lopes de Andrade
Belém – Renata Christinne Freitas de Souza Lima
Boa Ventura – Maria Leonice Lopes
Borborema – Gilene Cândido da Silva Leite Cardoso
Caldas Brandão – Nelma Rolim
Carrapateira – Marineide da Silva Pereira
Conde – Márcia Lucena
Coremas – Francisca das Chagas Andrade de Oliveira
Diamante – Carmelita de Lucena Mangabeira
Duas Estradas – Joyce Renally Félix
Fagundes – Magna Danas
Itapororoca – Elissandra Maria Conceição de Brito
Juarez Távora – Maria Ana Farias dos Santos
Livramento – Carmelita Ventura
Logradouro – Célia Maria de Queiroz Carvalho
Joca Claudino – Jordhanna Lopes dos Santos
Mamanguape – Maria Eunice do Nascimento Pessoa
Marcação – Eliselma Silva de Oliveira
Matinhas – Fátima Silva
Monteiro – Anna Lorena de Farias Leite Nóbrega
Natuba – Janete Santos
Ouro Velho – Natália Carneiro Nunes de Lira
Pilões – Socorro Brilhante
Pilõezinhos – Mônica de Sandro
Poço de José de Moura – Aurileide Egídio de Moura
Quixaba – Cláudia Marcário Lopes
Riachão do Poço – Maria Auxiliadora Dias Rego
São Bentinho – Giovana Leite Cavalcanti Olímpio
São Domingos de Pombal – Odaisa de Cassia Queiroga da Silva
São Domingos do Cariri – Inara Marinho Ferreira da Silva
São José de Princesa – Maria Assunção
São José do Bonfim – Rosalba Mota
São José do Brejo do Cruz – Ana Maria
São Vicente do Seridó – Maria Graciete do Nascimento Dantas
Santa Teresinha – Terezinha Lúcia Alves de Oliveira
Santo André – Silvana Fernandes Marinho
Serra da Raiz – Adailma Fernandes da Silva Lima
Sossêgo – Lusineide Oliveira Lima

 

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Número de prefeitas eleitas na Paraíba diminui em quatro anos

politicamulherDos 223 municípios da Paraíba, 39 elegeram mulheres para ocupar o cargo de prefeita nas cidades. Dessas candidaturas, apenas oito são compostas por mulheres também no cargo de vice, são elas as cidades de São Bentinho, São José de Princesa, São José do Brejo do Cruz, Algodão de Jandaíra, Diamante, Duas Estradas, Mamanguape e Pilõezinhos.

Tratando-se da Paraíba, para o cientista político Flávio Lúcio Vieira, o número seria considerável, se não tivesse sofrido uma baixa quando comparado às eleições municipais de 2012, momento em que 49 mulheres foram eleitas para as prefeituras de suas cidades. Ou seja, de 2012 para 2016, dez mulheres deixaram de ocupar o cargo de prefeita nos municípios.

As eleições deste ano interrompem a sequência de crescimento da presença feminina nos poderes executivos municipais. Em 2004, foram eleitas 27 mulheres (12,1%) do total. Em 2008, este número cresceu para 36 (16,2%) e, em 2012, aumentou para 49 (22%), o maior índice da série histórica.

Neste ano, com 39 mulheres eleitas, houve recuo para 17,4% dos comandos dos municípios, para um estado composto por mais de 2,8 milhões de eleitores, sendo a maioria mulheres.

O sociólogo político, Flávio Lúcio Vieira, explica a presença da mulher na política ocupando cargos públicos dobrou, de acordo com dados divulgados pelo IBGE em 2014. “É preciso analisar a origem desse prestígio político, saber se ele tem a ver com uma campanha autônoma, independente da origem familiar, ou se o fator preponderante para esse prestígio político se dá em razão de ela ser parente de algum político já tradicional”, ressaltou.

Para o sociólogo, é difícil identificar uma motivação para a diminuição no número de mulheres eleitas para as prefeituras da Paraíba em 2016. No entanto, ressalta que a sucessão e o retorno de homens aos cargos, a partir de famílias que já apresentam trajetória histórica na política, deve ser levada em consideração para justificar os números.

Cotas de gênero
É importante lembrar que a Lei das Eleições, estabelecida em 1997, destaca que nas eleições proporcionais “cada partido ou coligação preencherá o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo”. O Tribunal Superior Eleitoral tem o entendimento de que, na impossibilidade de registro de candidaturas femininas no percentual mínimo de 30%, o partido ou a coligação deve reduzir o número de candidatos do sexo masculino para se adequar às cotas de gênero.

A primeira mulher eleita para comandar um município da Paraíba foi Dulce Barbosa, ex-prefeita de Queimadas, eleita na década de 1960. De lá para cá, houve uma evolução na participação feminina, porém, bem aquém do que seria esperado. Para a Câmara de João Pessoa, por exemplo, foram eleitas apenas duas: Raíssa Lacerda (PSD) e Sandra Marrocos (PSB).

Confira as mulheres eleitas prefeitas no 1º turno das eleições municipais da Paraíba:
1. Algodão de Jandaíra – Maricleide Izidro da Silva (PSB)
2. Areia de Baraúnas – Maria da Guia Alves (DEM)
3. Barra de Santana – Cacilda Farias Lopes de Andrade (PSD)
4. Belém – Renata Christinne Freitas de Souza Lima (PMDB)
5. Boa Ventura – Maria Leonice Lopes (PSD)
6. Borborema – Gilene Cândido da Silva Leite Cardoso (PTB)
7. Caldas Brandão – Nelma Rolim (PMDB)
8. Carrapateira – Marineide da Silva Pereira (PR)
9. Conde – Márcia Lucena (PSB)
10. Coremas – Francisca das Chagas Andrade de Oliveira (PDT)
11. Diamante – Carmelita de Lucena Mangabeira (PSDB)
12. Duas Estradas – Joyce Renally Félix (PR)
13. Fagundes – Magna Danas (PMDB)
14. Itapororoca – Elissandra Maria Conceição de Brito (DEM)
15. Juarez Távora – Maria Ana Farias dos Santos (PSD)
16. Livramento – Carmelita Ventura (PR)
17. Logradouro – Célia Maria de Queiroz Carvalho
18. Joca Claudino – Jordhanna Lopes dos Santos (PTB)
19. Mamanguape – Maria Eunice do Nascimento Pessoa (PSB)
20. Marcação – Eliselma Silva de Oliveira (PDT)
21. Matinhas – Fátima Silva (PSD)
22. Monteiro – Anna Lorena de Farias Leite Nóbrega (PSDB)
23. Natuba – Janete Santos (PMDB)
24. Ouro Velho – Natália Carneiro Nunes de Lira (PSD)
25. Pilõezinhos – Mônica de Sandro (PSDB)
26. Poço de José de Moura – Aurileide Egídio de Moura (DEM)
27. Quixaba – Cláudia Marcário Lopes (PMDB)
28. Riação do Poço – Maria Auxiliadora Dias Rego (DEM)
29. São Bentinho – Giovana Leite Cavalcanti Olímpio (PSB)
30. São Domingos de Pombal – Odaisa de Cassia Queiroga da Silva (PR)
31. São Domingos do Cariri – Inara Marinho Ferreira da Silva (PSDB)
32. São José de Princesa – Maria Assunção (PMDB)
33. São José do Bonfim – Rosalba Mota (PMDB)
34. São José do Brejo do Cruz – Ana Maria (PR)
35. São Vicente do Seridó – Maria Graciete do Nascimento Dantas (PSB)
36. Santa Teresinha – Terezinha Lúcia Alves de Oliveira (PSDB)
37. Santo André – Silvana Fernandes Marinho (PDT)
38. Serra da Raiz – Adailma Fernandes da Silva Lima (PTB)
39. Sossêgo – Lusineide Oliveira Lima (PSB)

G1 PB

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PT realiza reunião com prefeitos e prefeitas no dia 28 de janeiro, em Brasília

Secretário Vilson de Oliveira, titular da SNAI, com o presidente do PT, Rui Falcão (Foto: Arquivo PT)

Encontro organizado pela Secretaria Nacional de Assuntos Institucionais terá presença do presidente nacional Rui Falcão e da ministra Ideli Salvatti.

 
A direção nacional do PT, pela Secretaria Nacional de Assuntos Institucionais (SNAI), promove no dia 28 de janeiro uma reunião com prefeitos e prefeitas petistas, em Brasília. O presidente nacional do Partido, Rui Falcão, e a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, participam do encontro.
Prefeitos e prefeitas do PT estarão na capital federal para participar de um encontro nacional promovido pelo Governo Federal nos dias 28, 29 e 30 de janeiro. A direção do Partido aproveita o momento para reunir petistas que estão à frente das administrações municipais em todo o País.
De acordo com o secretário Vilson de Oliveira,  titular da SNAI, o objetivo da reunião será discutir o papel e a organização de petistas que estão à fente de administrações municipais e também articular a sua participação no evento promovido pelo governo Dilma.
A reunião ocorrerá às 10 horas do dia 28 de janeiro, na sede do Diretório Nacional do PT, em Brasília (SCS, Quadra 2, Bloco C, 256, Edifício Toufic, Plano Piloto).
Mais informações da SNAI sobre a reunião podem ser obtidas aqui
(Geraldo Ferreira – Portal do PT, com informações da SNAI)

 

 Assesssoria

Número de prefeitas eleitas é recorde no Brasil; veja os números

O balanço das eleições nas cidades que já elegeram seus novos prefeitos mostra que em 621 delas, mulheres vão comandar a prefeitura a partir do ano que vem. Elas representam 11,37% dos 5.463 prefeitos já eleitos no Brasil até as 23h de ontem –um recorde histórico.

Neste ano, as mulheres têm mais força no interior do que nas capitais. Entre as nove capitais que já decidiram sua eleição, apenas uma será governada por uma mulher: Boa Vista (RR), com a peemedebista Teresa Jucá. No segundo turno, entre as capitais, apenas a senadora Vanessa Grazziotin (PC do B) concorre em Manaus.

Em 1995, a lei eleitoral definiu que os partidos deveriam apresentar no mínimo 20% de candidatas do sexo feminino. Na primeira eleição após a determinação, as mulheres ganharam 3,4% das prefeituras. A cada nova eleição desde então, elas foram galgando mais dois pontos percentuais dos eleitos até chegar ao número atual.

DIVISÃO

A maior parte das mulheres eleitas é do PMDB (122), e em seguida vêm PSDB (95), PT (67), PSD (56), PSB (51) e PP (44).

Na divisão por Estado neste ano, o maior número de mulheres prefeitas está em Minas Gerais: são 71, que governarão 8% das 847 cidades mineiras que já decidiram seu resultado.

Proporcionalmente, elas são mais fortes na Paraíba, onde 2 em cada 10 prefeitos eleitos são do sexo feminino: há 45 mulheres entre os 221 prefeitos já eleitos no Estado. No outro extremo, está o Rio Grande do Sul, onde apenas 7% dos 495 já eleitos são do sexo feminino.

Fonte: Folha

Prefeitas Marta Ramalho e Polyana conquistam prêmio “Amigo da Criança”, da Fundação Abrinq


A Fundação Abrinq divulgou nesta semana o resultado final da seleção que elegeu os prefeitos “Amigos das Crianças”, em todo Brasil.

Na Paraíba, apenas quatro gestores tiveram o trabalho reconhecido pela entidade.

Entre eles estão duas gestoras, a prefeita de Bananeiras Marta Ramalho e a de Pombal, Yasnaia Polyana. Também foram agraciados Luciano Agra, de João Pessoa e José Lopes, de São Francisco.

CONFIRA A LISTA DOS VENCEDORES EM TODO BRASIL.

De acordo com a Abrinq, o processo de avaliação do Programa Prefeito Amigo da Criança tem como objetivo analisar as melhorias nas condições de vida das crianças e dos adolescentes nos municípios que assumiram o compromisso de priorizar as políticas públicas voltadas para a infância e adolescência.

Como forma de reconhecer as ações realizadas, o município precisa conhecer o orçamento utilizado.

O Orçamento Criança (OCA), desenvolvido pelo Programa Prefeito Amigo da Criança, é uma metodologia que representa um novo olhar sobre o orçamento público de cada município.

Essa metodologia tem como finalidade identificar as reais consequências nas políticas sociais do município, assim como, desenvolver a ampliação da participação social na definição das prioridades orçamentárias, acompanhamento e prestação de contas da gestão municipal.

Neste contexto, o Programa apresenta resultados significativos que revelam que no último preenchimento do Mapa-PPAC, houve a apuração do Orçamento Criança por cerca de 250 municípios de todas as regiões brasileiras, sendo que dentre os municípios apurados, cerca de 52%, em sua maioria, estão localizados na região Sudeste.

Na região Nordeste foi identificado 23,2% dos municípios e na região do Sul abrange 18% dos municípios que apuraram o OCA.

Além desta ampla utilização do Orçamento no cenário brasileiro, ressalta-se que, aproximadamente 30 municípios implementaram a metodologia como diretriz municipal, isto é, estabeleceram em lei que a apuração do orçamento municipal deve ser realizado de maneira a distribuir e evidenciar os gastos municipais direcionados, diretamente, à criança e ao adolescente das demais despesas.

Sua institucionalização como lei representa um avanço importante na ampliação do controle social, o que possibilita a população o reconhecimento e o entendimento de como o orçamento público dos municípios é direcionado.

“Neste sentido, implantar o Orçamento Criança no município é mais do que preencher um relatório com despesas e ações programadas e realizadas, significa implementar uma cultura de gestão integrada, intersetorial e participativa dirigida para a criança e o adolescente, que exige o real envolvimento dos diversos agentes administrativos e comunitários”, destaca um texto, publicado no site da Abrinq.

A entrega do prêmio deverá acontecer na próxima semana.

Focando a Notícia com Naldo Silva – Liberdade 96 FM