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Prédio de cinco andares em construção desaba, em João Pessoa

Um prédio de cinco andares, que estava em construção no bairro da Torre, em João Pessoa, desabou na noite desta quarta-feira (10). De acordo com o Corpo de Bombeiros, carros com até 50 metros de distância do local foram atingidos por pedras.

A obra é o anexo de um hospital particular que fica ao lado da construção. Uma imagem de câmera de segurança registrou o momento do desabamento, quando muita fumaça se espalhou pela rua. Algumas casas foram atingidas por pequenos entulhos do prédio.

A Defesa Civil interditou a área para que uma perícia seja realizada e determine as causas do desabamento. Pessoas que estavam perto do local sentiram um tremor no momento do desabamento. Ninguém ficou ferido.

Foto: Antônio Vieira/TV Cabo Branco

G1

 

Moradores de prédio que desabou parcialmente e corre risco de cair relatam como escaparam sem ferimentos

Moradores do prédio no Bairro Maraponga, em Fortaleza, que desabou parcialmente e corre o risco de ruir, passaram a madrugada deste domingo (2) num misto de tristeza, revolta e alívio por terem saído sem ferimentos e incerteza quanto ao destino de suas moradias. Após deixarem suas residências, muitos foram dormir em casas de parentes ou conhecidos. Alguns, entretanto, passaram a noite na rua onde moravam.

Moradores do residencial voltaram ao prédio em busca de informações durante a noite do sábado. — Foto: Leabém Monteiro/SVM

Moradores do residencial voltaram ao prédio em busca de informações durante a noite do sábado. — Foto: Leabém Monteiro/SVM

Por volta das 17h deste sábado (1º), o prédio residencial teve a estrutura danificada após colunas de sustentação romperem e o prédio cair, esmagando o térreo. Alertados por estalos, os moradores das 16 unidades deixaram o local a tempo e ninguém se feriu. De acordo com a Defesa Civil de Fortaleza e o Corpo de Bombeiros, há risco real do imóvel desabar completamente a qualquer momento. Outras 12 casas vizinhas ao edifício tiveram danos e os moradores foram evacuados.

“Eu estava no quarto, tinha acabado de sair do banho e senti que o prédio balançou. A gente saiu descendo as escadas correndo e avisando pro pessoal que [o prédio] estava desabando. Graças a Deus eu saí com vida”, contou o coordenador de logística Roberto Patriolino, morador do local. “Ninguém consegue nem dormir, eu não vou nem pregar o olho, mas vou ficar na casa da minha noiva essa noite”.

Roberto relatou ao G1 que perdeu tudo: carro, computador, que era seu instrumento de trabalho, celular, notebook, documentos e todos os móveis do apartamento.

‘Pressentimento’

A vendedora Roberta Veras não estava no apartamento no momento do desabamento e foi ao local durante à noite após o ocorrido. Ela disse que morava no prédio há seis anos, mas teve um pressentimento e já estava há alguns dias dormindo na casa da mãe. “Têm dois ou três meses que eu estava achando estranho, vendo rachaduras. Eu tive um pesadelo, que o prédio estava caindo e comecei a ir para minha mãe com o meu filho”, afirmou.

Morador voltou para ver o que havia sido destruído na residência que fica próxima ao prédio. — Foto: Reprodução/TV Diário

Morador voltou para ver o que havia sido destruído na residência que fica próxima ao prédio. — Foto: Reprodução/TV Diário

Não foram apenas os condôminos que tiveram prejuízos. Moradores do entorno também tiveram suas residências destruídas após o desmoronamento. É o caso do montador Leonardo Rodrigues, que vivia com o pai numa casa ao lado do prédio, também destruída com o impacto do desabamento do edifício.

“Não tem canto certo pra gente dizer onde vai passar a noite. Já coloquei umas coisinhas que tenho na casa do meu primo, mas o resto das coisas, vai demorar muito tempo para resolver. Ninguém sabe como é que vai ser. Vamos esperar a resposta da Defesa Civil”, disse.

Solidariedade

Um grupo de mulheres preocupadas com o ocorrido e querendo ajudar de alguma forma se voluntariaram e levaram sopas e outros alimentos os moradores desalojados na Travessa Campo Grande.

Voluntárias prepararam sopa para alimentar os moradores da Rua Travessa Campo Grande em Fortaleza — Foto: Reprodução/TV Diário

Voluntárias prepararam sopa para alimentar os moradores da Rua Travessa Campo Grande em Fortaleza — Foto: Reprodução/TV Diário

A Defesa Civil do Município de Fortaleza informou que enviou duas equipes do Núcleo de Ações Emergenciais ao local para realizar uma vistoria e isolar a área, além de dar apoio às famílias.

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar também estiveram durante a noite no local para dar apoio e assistência. A área foi isolada com uma faixa para evitar que curiosos ou moradores se aproximem do imóvel.

G1

 

 

Mãe joga filha de 4 anos do quinto andar de prédio e depois se atira

A polícia investiga o caso de uma criança de 4 anos que caiu do quinto andar de um prédio na Avenida Corifeu de Azevedo Marques, no Jaguaré, na Zona Oeste de São Paulo. A menina sobreviveu, pois, foi amortecida por um carro que estava entrando no edifício.

A Polícia Militar foi chamada por volta da 00h30 e a informação que chegou para os policiais, por meio do serviço 190, era de que a criança tinha sido jogada pela mãe.

Enquanto a menina era socorrida, a mulher estava trancada sozinha no apartamento e os bombeiros tentaram negociar a saída dela. Por volta das 2h30, a mãe colocou fogo nas cortinas da casa. O policial militar Daniel César Garcia disse que, quando os bombeiros tentaram entrar no apartamento para evitar o incêndio, a mulher pulou pela janela.

Mulher se joga do quinto andar em prédio no Jaguaré, Zona Oeste de SP — Foto: Reprodução/TV Globo

Mulher se joga do quinto andar em prédio no Jaguaré, Zona Oeste de SP — Foto: Reprodução/TV Globo

Segundo a PM, mãe e filha foram trazidas para o Hospital das Clínicas (HC). A criança teve ferimentos leves por conta do impacto contra o para-brisa do carro na hora da queda, o quadro dela é estável. A mãe estava inconsciente quando foi resgatada e o HC afirma que o estado dela é grave.

G1

 

Justiça Federal da PB leiloa hotel, hospitais, postos e prédio de rádio

Diversos bens serão leiloados pela Justiça Federal na Paraíba (JFPB) na próxima quinta-feira (16). O evento, que será realizado presencialmente no auditório do edifício-sede do órgão, em João Pessoa, está agendado para às 9h. Os itens listados no edital são relativos a processos que tramitam nas seguintes Varas: 5ª (João Pessoa), 8ª (Sousa), 11ª (Monteiro), 12ª (Guarabira) e 14ª (Patos). Os interessados também poderão participar por meio das modalidades telepresencial (videoconferência nas Subseções Judiciárias de Guarabira, Monteiro, Patos e Sousa) e virtual, diretamente nos sites dos leiloeiros cadastrados (ver edital).

Na lista de bens constam: o prédio onde funciona atualmente o Hospital de Traumatologia e Ortopedia da Paraíba (antigo Prontocor), o prédio do antigo Hotel Ouro Branco (atual Aram Beach e Convention), o prédio do Instituto de Psiquiatria da Paraíba, o prédio do Instituto de Pneumologia da Paraíba, o prédio onde funciona a Rádio Santa Rita, propriedades da Companhia Usina São João, além de posto de combustíveis, apartamentos, casas, lotes, ônibus, caminhão, automóveis, motocicletas, máquinas industriais, entre outros.

A maioria dos itens poderá ser arrematada, salvo os casos previstos no edital,  por um preço mínimo de 50% do valor da avaliação, conforme determina o Novo Código de Processo Civil. Qualquer cidadão, acima de 18 anos, poderá se apresentar na sede da Justiça Federal e oferecer os lances. Já o interessado em participar do leilão via internet deverá se cadastrar, previamente, com antecedência mínima de 72 horas da data do evento e de modo absolutamente gratuito, ficando o interessado responsável civil e criminalmente pelas informações lançadas no preenchimento do cadastro, oportunidade que preencherá os dados pessoais e aceitará as condições de participação previstas no Edital e no Termo de Compromisso, constantes no site http://web.jfpb.jus.br/leilaoJFPB.

Dentro do projeto “Leilão Eficaz” da JFPB, o evento se repetirá, em 2ª data, no dia 28 de maio também em João Pessoa, com transmissões nas modalidades telepresencial e virtual.

PB Agora

 

Incêndio atinge prédio com arquivos da prefeitura de Ingá, PB

Um incêndio atingiu uma sala onde ficavam documentos de arquivo morto da Prefeitura Municipal de Ingá, no Agreste paraibano, na noite deste sábado (20). As chamas foram controladas pelo Corpo de Bombeiros, mas ainda não há uma dimensão do que foi perdido.

G1 tentou entrar em contato com a prefeitura de Ingá, mas as ligações não foram atendidas.

Segundo a Polícia Civil, os documentos ficavam nos fundos de um prédio, no centro da cidade. O que gerou um grande preocupação é que o local fica vizinho a um depósito de gás, mas as chamas foram controladas pelo Corpo de Bombeiros antes de que houvesse um risco maior do incêndio atingir o depósito vizinho.

O incêndio vai ser investigado pela Polícia Civil. Até 8h50 deste domingo (21) o local ainda não havia passado por perícia do Corpo de Bombeiros. Ainda não é possível dizer se o incêndio foi acidental o criminoso.

G1

 

Revoltados, populares jogam esterco no prédio da Câmara de Vereadores de Campina Grande

esterroA principal entrada do prédio da Câmara Municipal de Campina Grande foi ‘suja’ com cerca de 100 kg de esterco de vaca durante sessão na manhã desta quinta-feira (15). O ato foi em resposta ao aumento de 26,3% nos salários e a implantação do 13º para os próprios vereadores.

Os projetos foram aprovados às pressas na sessão de ontem.

A mobilização popular, segundo informações, foi feita através das redes sociais. O Movimento Brasil Livre convocou a mobilização sugerindo que a Câmara fosse atacada com fezes. “Venha jogar bosta na Câmara de Vereadores de Campina Grande”, defendia o MBL

A intenção é para revogar o projeto de reajuste dos salários que pula de R$ 12 mil para R$ 15 mil na próxima legislatura e o fim da implantação do 13º salário para os vereadores.

O curioso é que enquanto a manifestação ocorria, os vereadores discutiam, em plenário, economia solidária.

Vídeo paraibaonline.

clickpb

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Explosão de caixas eletrônicos destrói prédio de prefeitura na Paraíba

 (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
(Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

Parte do prédio onde funciona a prefeitura de Caaporã, no Litoral Sul paraibano, desabou após assaltantes explodirem dois caixas eletrônicos no local durante a madrugada desta quinta-feira (15). Segundo informações da Guarda Municipal da cidade, os assaltantes explodiram os caixas, atiraram para o alto e contra o posto policial. Na fuga, soltaram grampos nas estradas que dão acesso à cidade.

Em agosto deste ano, na mesma cidade, o prédio do banco desabou após uma quadrilha explodir caixas eletrônicos e um cofre. À época, o prédio da prefeitura, que fica ao lado do banco explodido, tinha sido danificado. De acordo com o chefe da Guarda Municipal de Caaporã, Ezequias José da Silva, os dois caixas que funcionavam na prefeitura eram os últimos funcionando na cidade, que já não contava com o banco desde a explosão registrada em agosto.

“Após o ataque aos caixas, a cidade não vai mais contar com nenhum aparelho desse para sacar dinheiro, a população vai ter que ir para João Pessoa ou Goiana [em Pernambuco]. Já era difícil sem o banco, e agora, vai ter que viajar para ter acesso aos saques”, comentou o chefe da guarda municipal.

Ainda de acordo com Ezequias José da Silva, um vigilante fazia a guarda da sede da prefeitura de Caaporã no momento do ataque aos caixas eletrônicos. Até o início da manhã desta quarta, o vigilante que cumpria o vigia da prefeitura à noite não tinha sido achado pelo chefe. “Acredito que ele não tenha sido levado, porque caso tivesse sido, a família dele teria entrado em contato”, explicou Ezequias José da Silva.

A Polícia Militar foi acionada e realizou buscas pela área, mas até o início da manhã desta quinta-feira (15) nenhum suspeito de ligação com o ataque tinha sido localizado. Não foi informado se a quadrilha conseguiu levar dinheiro com as explosões dos caixas eletrônicos.

G1 PB

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Menino de 4 anos morre após cair do sétimo andar de prédio em SP

Um menino de quatro anos morreu depois de cair do sétimo andar de um prédio no bairro Ponte São João, em Jundiaí (SP), na manhã desta sexta-feira (21). De acordo com o tenente do Corpo de Bombeiros Jefferson Carlos, a corporação foi acionada por volta das 7h20 e, ao chegar no local, encontrou o menino caído e ainda com vida, mas com dificuldade para respirar.

Durante o trajeto para o Hospital São Vicente, o bombeiro conta que o menino teve uma parada cardíaca e não resistiu.

A mãe do menino relatou aos bombeiros que deixou ele dormindo e desceu por alguns minutos até a portaria, onde uma van escolar aguardava para pegar seu outro filho. O menino teria acordado e escalado a janela do banheiro, que não possui tela de proteção. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Janela de onde criança pulou não tinha rede de proteção (Foto: Reprodução/TV TEM)Janela de onde criança pulou não tinha rede de proteção (Foto: Reprodução/TV TEM)
G1

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Prédio da PM é arrombado e tem moto furtada na Paraíba, diz polícia

casos de policiaO destacamento da Polícia Militar na cidade de Puxinanã, no Agreste paraibano, foi invadido na noite desta sexta-feira (23). A informação foi confirmada pela Polícia Civil, na manhã deste sábado (24). Uma moto que estava apreendida no local, por causa de um procedimento policial, foi levada. A polícia suspeita é de que o ato tenha sido praticado por um adolescente.

De acordo com o delegado de Polícia Civil, Durval Barros, na quarta-feira (21) a Polícia Militar prendeu dois homens em flagrante e apreendeu um adolescente e uma moto.

Segundo ele, o adolescente foi liberado, mas nesta sexta-feira teria voltado no local e retirado a moto que estava apreendida no destacamento da Polícia Militar.

Ainda de acordo com o delegado Durval Barros, a polícia tem fotos do suspeito, mas até 11h20 deste sábado ninguém foi localizado. A ocorrência não foi divulgada no relatório do Centro Integrado de Operações da Polícia Militar (Ciop) desde sábado.

O G1 tentou entrar em contato com o comandante do 10º Batalhão de Polícia Militar (10º BPM), major Pablo Cunha, que é responsável pela segurança pública na cidade de Punxinanã, mas as ligações não foram atendidas.

G1 PB

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Manifestantes desocupam prédio do Ministério da Cultura, no Rio

Manifestantes começaram a desocupar o prédio do Ministério da Cultura, no Centro do Rio, por volta das 9h desta segunda-feira (25). Desde o início da manhã, o edifício Gustavo Capanema estava cercado por agentes da Polícia Federal. Mais cedo, uma tropa de choque de homens mascarados impedia que os manifestantes ocupassem o pilotis do prédio, enquanto estes argumentavam que o local é uma área pública.

Agente da Polícia Federal orienta manifestantes durante a desocupação do Palácio Capanema, prédio do Ministério da Cultura (MinC) no Rio de Janeiro. O local estava ocupado há 2 meses por manifestantes contrários ao governo interino de Michel Temer (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)Agente da Polícia Federal orienta manifestantes durante a desocupação do Palácio Capanema, prédio do Ministério da Cultura (MinC) no Rio de Janeiro. O local estava ocupado há 2 meses por manifestantes contrários ao governo interino de Michel Temer (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Os agentes entraram no edifício e retiraram colchões e barracas. Há 70 dias, cerca de 50 pessoas ocupavam o prédio, pedindo a saída do presidente em exercício Michel Temer, considerado um governo ilegítimo pelos ocupantes. Durante o período, muitas atividades culturais aconteceram no Gustavo Capanema e artistas como Caetano Veloso, Seu Jorge e Lenine se apresentaram no local.

Em nota, o Ministério da Cultura informou que buscou diversas alternativas de diálogo com os manifestantes, mas nas últimas semanas recebeu relatos de depredação do patrimônio público, ameaça aos servidores públicos, uso de drogas, presença de indivíduos armados, além da circulação de menores e, em função disso, solicitou à Advocacia-Geral da União a reintegração de posse dos edifícios. (Leia a íntegra da nota do Ministério no final desta reportagem).

Polícia cerca prédio do Ministério da Cultura, no Centro (Foto: Reprodução / TV Globo)Polícia cerca prédio do Ministério da Cultura, no Centro (Foto: Reprodução / TV Globo)

Produtora cultural, Adriana Tiúba afirma que os policiais agiram com truculência. “Fomos surpreendidos por 15 policiais na sala Portinari. Estava somente eu e minha amiga de 60 anos, militante há 40 e poucos anos. E tinha policiais armados de metralhadora, com o rosto coberto. Eles usaram a força legitimada para tirar lá de cima, me agrediram e em algum momento que estava me debatendo falei: preciso de água porque vou desmaiar. Não me deixaram beber água. Veio mulher, com homem, me pegaram cada um em um braço, em uma perna. Torceram meu braço, fizeram de tudo. Desci da escada rolando”, diz ela.

O advogado dos manifestantes, Rodrigo Mondego, afirma que não teve acesso ao prédio assim que chegou. Por volta de 9h10 ele já havia entrado. “Eu cheguei há 40 minutos e pedi para entrar, enquanto advogado, e não me foi permitido o acesso com o argumento de que precisa de uma autorização superior que não chega. O superior é uma pessoa inacessível. A Polícia Federal está desrespeitando a lei”.

De acordo com Modego, os manifestantes estão descendo para a área pública do prédio, que ele afirma que é pública e da qual eles não poderiam ser retirados. “O prédio e público e inclusive está exercendo sua função pública. Essa área era desabitada, com muitos assaltos”, explicou Mondego.

Agentes da Polícia Federal ocupam prédio desde o começo da manhã desta segunda (Foto: Cristina Boeckel / G1)Agentes da Polícia Federal ocupam prédio desde o começo da manhã desta segunda (Foto: Cristina Boeckel / G1)

Integrantes do Ocupa Minc afirmam que a saída do prédio é pacífica, mas que o grupo pretende permanecer no pilotis. Até a publicação desta reportagem, a Polícia Federal ainda não havia se pronunciado sobre a desocupação.

Os manifestantes contam que a argumentação de que estavam destruindo o patrimônio público não é verdadeiro, pois os jardins e objetos como tapetes e cadeiras foram preservados e cobertos com plásticos e panos. Eles relatam ainda que a manifestação não está sendo permitida nem nas áreas públicas, como a calçada. Os manifestantes gritam que “o MinC é do povo” e criticam o presidente interino Michel Temer e o ministro da Cultura Marcelo Calero.

Nota do Ministério da Cultura na íntegra:
“O Ministério da Cultura – MinC e suas entidades vinculadas buscaram, desde o final do mês de maio de 2016, a construção do diálogo e da conciliação com os movimentos de ocupação artística em diversas unidades administrativas desta Pasta Ministerial e das entidades vinculadas. As manifestações, desde que respeitados os contornos do Estado democrático de direito, são expressões de cidadania e, nesse sentido, merecem diálogo franco e aberto.

No entanto, nas últimas semanas, o Ministério tem recebido relatos de depredação do patrimônio público, ameaça aos servidores públicos, uso de drogas, presença de indivíduos armados, além da circulação de menores. O risco de danos ao patrimônio público em prédios históricos é eminente e, por diversas vezes, funcionários públicos já foram impedidos de prestar serviços de atendimento e de circular livremente em seus locais de trabalho. Na Funarte, em São Paulo, um piano de cauda foi inteiramente pichado e uma tela que retrata a pianista Guiomar Novaes foi encontrada jogada num corredor. No caso específico do Palácio Gustavo Capanema, há a necessidade de desobstruir o mezanino e o pilotis, além do esvaziamento completo do edifício, para que as obras de reforma orçadas em R$ 20 milhões tenham a devida continuidade.

Tendo em vista o que precede, solicitou-se à Advocacia-Geral da União reintegração de posse dos edifícios nos quais a segurança dos servidores e do patrimônio público estavam em risco.  Referida medida tornou-se imperiosa para que o Ministério da Cultura pudesse desempenhar as suas atividades institucionais com regularidade e de modo a evitar qualquer dano ao patrimônio e ao Erário.”, diz a nota.

Manifestantes protestam durante a desocupação do Palácio Capanema, prédio do Ministério da Cultura (MinC) no Rio de Janeiro. O local estava ocupado há 2 meses por manifestantes contrários ao governo interino de Michel Temer (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)Manifestantes protestam durante a desocupação do Palácio Capanema, prédio do Ministério da Cultura (MinC) no Rio de Janeiro. O local estava ocupado há 2 meses por manifestantes contrários ao governo interino de Michel Temer (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Reintegração de posse do Palácio Capanema começou na manhã desta segunda (25) (Foto: Cristina Boeckel/G1)Reintegração de posse do Palácio Capanema começou na manhã desta segunda (25) (Foto: Cristina Boeckel/G1)

G1

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