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Botijão de gás explode e provoca incêndio em prédio na cidade de Santa Luzia

Uma explosão causada pelo vazamento de um botijão de gás, por pouco não causou uma tragédia com vítimas na cidade de Santa Luzia no Sertão da Paraíba. Ainda assim o vazamento provocou um incêndio no prédio.

O fogo foi registrado às 20h30m desse sábado (04), mas não há informações de feridos. Segundo a Polícia Militar, houve uma explosão após o vazamento e as chamas tomaram conta do prédio.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter as chamas.

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Morre Heraldo Nóbrega após cair do 16º andar de prédio em JP

Faleceu Na madrugada desta sexta-feira (29) o jornalista Heraldo Nóbrega que atuava como apresentador na TV Master. O jornalista lutava contra depressão e durante esta noite caiu do 16º andar do edifício Spazio di Napoli, Tambauzinho, onde morava com sua irmã.

Um dos mais antigos jornalista atuando na televisão paraibana, Heraldo Nóbrega transitava nos bastidores da política paraibana com muito respeito e credibilidade. Ao longo de quase quatro décadas exerceu os cargos de editor-chefe do jornal O Norte, editor do jornal Correio da Paraíba e Superintendente do jornal A União.

A perícia está no local fazendo todo levantamento do ocorrido.

 

pbagora

 

 

Prédio de cinco andares em construção desaba, em João Pessoa

Um prédio de cinco andares, que estava em construção no bairro da Torre, em João Pessoa, desabou na noite desta quarta-feira (10). De acordo com o Corpo de Bombeiros, carros com até 50 metros de distância do local foram atingidos por pedras.

A obra é o anexo de um hospital particular que fica ao lado da construção. Uma imagem de câmera de segurança registrou o momento do desabamento, quando muita fumaça se espalhou pela rua. Algumas casas foram atingidas por pequenos entulhos do prédio.

A Defesa Civil interditou a área para que uma perícia seja realizada e determine as causas do desabamento. Pessoas que estavam perto do local sentiram um tremor no momento do desabamento. Ninguém ficou ferido.

Foto: Antônio Vieira/TV Cabo Branco

G1

 

Moradores de prédio que desabou parcialmente e corre risco de cair relatam como escaparam sem ferimentos

Moradores do prédio no Bairro Maraponga, em Fortaleza, que desabou parcialmente e corre o risco de ruir, passaram a madrugada deste domingo (2) num misto de tristeza, revolta e alívio por terem saído sem ferimentos e incerteza quanto ao destino de suas moradias. Após deixarem suas residências, muitos foram dormir em casas de parentes ou conhecidos. Alguns, entretanto, passaram a noite na rua onde moravam.

Moradores do residencial voltaram ao prédio em busca de informações durante a noite do sábado. — Foto: Leabém Monteiro/SVM

Moradores do residencial voltaram ao prédio em busca de informações durante a noite do sábado. — Foto: Leabém Monteiro/SVM

Por volta das 17h deste sábado (1º), o prédio residencial teve a estrutura danificada após colunas de sustentação romperem e o prédio cair, esmagando o térreo. Alertados por estalos, os moradores das 16 unidades deixaram o local a tempo e ninguém se feriu. De acordo com a Defesa Civil de Fortaleza e o Corpo de Bombeiros, há risco real do imóvel desabar completamente a qualquer momento. Outras 12 casas vizinhas ao edifício tiveram danos e os moradores foram evacuados.

“Eu estava no quarto, tinha acabado de sair do banho e senti que o prédio balançou. A gente saiu descendo as escadas correndo e avisando pro pessoal que [o prédio] estava desabando. Graças a Deus eu saí com vida”, contou o coordenador de logística Roberto Patriolino, morador do local. “Ninguém consegue nem dormir, eu não vou nem pregar o olho, mas vou ficar na casa da minha noiva essa noite”.

Roberto relatou ao G1 que perdeu tudo: carro, computador, que era seu instrumento de trabalho, celular, notebook, documentos e todos os móveis do apartamento.

‘Pressentimento’

A vendedora Roberta Veras não estava no apartamento no momento do desabamento e foi ao local durante à noite após o ocorrido. Ela disse que morava no prédio há seis anos, mas teve um pressentimento e já estava há alguns dias dormindo na casa da mãe. “Têm dois ou três meses que eu estava achando estranho, vendo rachaduras. Eu tive um pesadelo, que o prédio estava caindo e comecei a ir para minha mãe com o meu filho”, afirmou.

Morador voltou para ver o que havia sido destruído na residência que fica próxima ao prédio. — Foto: Reprodução/TV Diário

Morador voltou para ver o que havia sido destruído na residência que fica próxima ao prédio. — Foto: Reprodução/TV Diário

Não foram apenas os condôminos que tiveram prejuízos. Moradores do entorno também tiveram suas residências destruídas após o desmoronamento. É o caso do montador Leonardo Rodrigues, que vivia com o pai numa casa ao lado do prédio, também destruída com o impacto do desabamento do edifício.

“Não tem canto certo pra gente dizer onde vai passar a noite. Já coloquei umas coisinhas que tenho na casa do meu primo, mas o resto das coisas, vai demorar muito tempo para resolver. Ninguém sabe como é que vai ser. Vamos esperar a resposta da Defesa Civil”, disse.

Solidariedade

Um grupo de mulheres preocupadas com o ocorrido e querendo ajudar de alguma forma se voluntariaram e levaram sopas e outros alimentos os moradores desalojados na Travessa Campo Grande.

Voluntárias prepararam sopa para alimentar os moradores da Rua Travessa Campo Grande em Fortaleza — Foto: Reprodução/TV Diário

Voluntárias prepararam sopa para alimentar os moradores da Rua Travessa Campo Grande em Fortaleza — Foto: Reprodução/TV Diário

A Defesa Civil do Município de Fortaleza informou que enviou duas equipes do Núcleo de Ações Emergenciais ao local para realizar uma vistoria e isolar a área, além de dar apoio às famílias.

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar também estiveram durante a noite no local para dar apoio e assistência. A área foi isolada com uma faixa para evitar que curiosos ou moradores se aproximem do imóvel.

G1

 

 

Mãe joga filha de 4 anos do quinto andar de prédio e depois se atira

A polícia investiga o caso de uma criança de 4 anos que caiu do quinto andar de um prédio na Avenida Corifeu de Azevedo Marques, no Jaguaré, na Zona Oeste de São Paulo. A menina sobreviveu, pois, foi amortecida por um carro que estava entrando no edifício.

A Polícia Militar foi chamada por volta da 00h30 e a informação que chegou para os policiais, por meio do serviço 190, era de que a criança tinha sido jogada pela mãe.

Enquanto a menina era socorrida, a mulher estava trancada sozinha no apartamento e os bombeiros tentaram negociar a saída dela. Por volta das 2h30, a mãe colocou fogo nas cortinas da casa. O policial militar Daniel César Garcia disse que, quando os bombeiros tentaram entrar no apartamento para evitar o incêndio, a mulher pulou pela janela.

Mulher se joga do quinto andar em prédio no Jaguaré, Zona Oeste de SP — Foto: Reprodução/TV Globo

Mulher se joga do quinto andar em prédio no Jaguaré, Zona Oeste de SP — Foto: Reprodução/TV Globo

Segundo a PM, mãe e filha foram trazidas para o Hospital das Clínicas (HC). A criança teve ferimentos leves por conta do impacto contra o para-brisa do carro na hora da queda, o quadro dela é estável. A mãe estava inconsciente quando foi resgatada e o HC afirma que o estado dela é grave.

G1

 

Justiça Federal da PB leiloa hotel, hospitais, postos e prédio de rádio

Diversos bens serão leiloados pela Justiça Federal na Paraíba (JFPB) na próxima quinta-feira (16). O evento, que será realizado presencialmente no auditório do edifício-sede do órgão, em João Pessoa, está agendado para às 9h. Os itens listados no edital são relativos a processos que tramitam nas seguintes Varas: 5ª (João Pessoa), 8ª (Sousa), 11ª (Monteiro), 12ª (Guarabira) e 14ª (Patos). Os interessados também poderão participar por meio das modalidades telepresencial (videoconferência nas Subseções Judiciárias de Guarabira, Monteiro, Patos e Sousa) e virtual, diretamente nos sites dos leiloeiros cadastrados (ver edital).

Na lista de bens constam: o prédio onde funciona atualmente o Hospital de Traumatologia e Ortopedia da Paraíba (antigo Prontocor), o prédio do antigo Hotel Ouro Branco (atual Aram Beach e Convention), o prédio do Instituto de Psiquiatria da Paraíba, o prédio do Instituto de Pneumologia da Paraíba, o prédio onde funciona a Rádio Santa Rita, propriedades da Companhia Usina São João, além de posto de combustíveis, apartamentos, casas, lotes, ônibus, caminhão, automóveis, motocicletas, máquinas industriais, entre outros.

A maioria dos itens poderá ser arrematada, salvo os casos previstos no edital,  por um preço mínimo de 50% do valor da avaliação, conforme determina o Novo Código de Processo Civil. Qualquer cidadão, acima de 18 anos, poderá se apresentar na sede da Justiça Federal e oferecer os lances. Já o interessado em participar do leilão via internet deverá se cadastrar, previamente, com antecedência mínima de 72 horas da data do evento e de modo absolutamente gratuito, ficando o interessado responsável civil e criminalmente pelas informações lançadas no preenchimento do cadastro, oportunidade que preencherá os dados pessoais e aceitará as condições de participação previstas no Edital e no Termo de Compromisso, constantes no site http://web.jfpb.jus.br/leilaoJFPB.

Dentro do projeto “Leilão Eficaz” da JFPB, o evento se repetirá, em 2ª data, no dia 28 de maio também em João Pessoa, com transmissões nas modalidades telepresencial e virtual.

PB Agora

 

Incêndio atinge prédio com arquivos da prefeitura de Ingá, PB

Um incêndio atingiu uma sala onde ficavam documentos de arquivo morto da Prefeitura Municipal de Ingá, no Agreste paraibano, na noite deste sábado (20). As chamas foram controladas pelo Corpo de Bombeiros, mas ainda não há uma dimensão do que foi perdido.

G1 tentou entrar em contato com a prefeitura de Ingá, mas as ligações não foram atendidas.

Segundo a Polícia Civil, os documentos ficavam nos fundos de um prédio, no centro da cidade. O que gerou um grande preocupação é que o local fica vizinho a um depósito de gás, mas as chamas foram controladas pelo Corpo de Bombeiros antes de que houvesse um risco maior do incêndio atingir o depósito vizinho.

O incêndio vai ser investigado pela Polícia Civil. Até 8h50 deste domingo (21) o local ainda não havia passado por perícia do Corpo de Bombeiros. Ainda não é possível dizer se o incêndio foi acidental o criminoso.

G1

 

Revoltados, populares jogam esterco no prédio da Câmara de Vereadores de Campina Grande

esterroA principal entrada do prédio da Câmara Municipal de Campina Grande foi ‘suja’ com cerca de 100 kg de esterco de vaca durante sessão na manhã desta quinta-feira (15). O ato foi em resposta ao aumento de 26,3% nos salários e a implantação do 13º para os próprios vereadores.

Os projetos foram aprovados às pressas na sessão de ontem.

A mobilização popular, segundo informações, foi feita através das redes sociais. O Movimento Brasil Livre convocou a mobilização sugerindo que a Câmara fosse atacada com fezes. “Venha jogar bosta na Câmara de Vereadores de Campina Grande”, defendia o MBL

A intenção é para revogar o projeto de reajuste dos salários que pula de R$ 12 mil para R$ 15 mil na próxima legislatura e o fim da implantação do 13º salário para os vereadores.

O curioso é que enquanto a manifestação ocorria, os vereadores discutiam, em plenário, economia solidária.

Vídeo paraibaonline.

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Explosão de caixas eletrônicos destrói prédio de prefeitura na Paraíba

 (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
(Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

Parte do prédio onde funciona a prefeitura de Caaporã, no Litoral Sul paraibano, desabou após assaltantes explodirem dois caixas eletrônicos no local durante a madrugada desta quinta-feira (15). Segundo informações da Guarda Municipal da cidade, os assaltantes explodiram os caixas, atiraram para o alto e contra o posto policial. Na fuga, soltaram grampos nas estradas que dão acesso à cidade.

Em agosto deste ano, na mesma cidade, o prédio do banco desabou após uma quadrilha explodir caixas eletrônicos e um cofre. À época, o prédio da prefeitura, que fica ao lado do banco explodido, tinha sido danificado. De acordo com o chefe da Guarda Municipal de Caaporã, Ezequias José da Silva, os dois caixas que funcionavam na prefeitura eram os últimos funcionando na cidade, que já não contava com o banco desde a explosão registrada em agosto.

“Após o ataque aos caixas, a cidade não vai mais contar com nenhum aparelho desse para sacar dinheiro, a população vai ter que ir para João Pessoa ou Goiana [em Pernambuco]. Já era difícil sem o banco, e agora, vai ter que viajar para ter acesso aos saques”, comentou o chefe da guarda municipal.

Ainda de acordo com Ezequias José da Silva, um vigilante fazia a guarda da sede da prefeitura de Caaporã no momento do ataque aos caixas eletrônicos. Até o início da manhã desta quarta, o vigilante que cumpria o vigia da prefeitura à noite não tinha sido achado pelo chefe. “Acredito que ele não tenha sido levado, porque caso tivesse sido, a família dele teria entrado em contato”, explicou Ezequias José da Silva.

A Polícia Militar foi acionada e realizou buscas pela área, mas até o início da manhã desta quinta-feira (15) nenhum suspeito de ligação com o ataque tinha sido localizado. Não foi informado se a quadrilha conseguiu levar dinheiro com as explosões dos caixas eletrônicos.

G1 PB

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Menino de 4 anos morre após cair do sétimo andar de prédio em SP

Um menino de quatro anos morreu depois de cair do sétimo andar de um prédio no bairro Ponte São João, em Jundiaí (SP), na manhã desta sexta-feira (21). De acordo com o tenente do Corpo de Bombeiros Jefferson Carlos, a corporação foi acionada por volta das 7h20 e, ao chegar no local, encontrou o menino caído e ainda com vida, mas com dificuldade para respirar.

Durante o trajeto para o Hospital São Vicente, o bombeiro conta que o menino teve uma parada cardíaca e não resistiu.

A mãe do menino relatou aos bombeiros que deixou ele dormindo e desceu por alguns minutos até a portaria, onde uma van escolar aguardava para pegar seu outro filho. O menino teria acordado e escalado a janela do banheiro, que não possui tela de proteção. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Janela de onde criança pulou não tinha rede de proteção (Foto: Reprodução/TV TEM)Janela de onde criança pulou não tinha rede de proteção (Foto: Reprodução/TV TEM)
G1

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