Arquivo da tag: preços

Saiba como encontrar os preços da Tabela Fipe com mais facilidade

Ferramenta do SeguroAuto.org facilita a busca dos motoristas

Conhecida em todo o país, a Tabela Fipe é o principal parâmetro que define as relações comerciais envolvendo veículos. Esse indicador é usado quando uma pessoa ou concessionária deseja vender um carro, por exemplo e, por isso, precisa saber o preço médio do automóvel. Caso não faça essa pesquisa, a venda pode ser feita por um valor muito acima — o que pode dificultar a venda — ou ser feita abaixo do mercado.

Embora seja tão importante, a Tabela Fipe envolve alguns detalhes que costumam confundir os condutores. Para facilitar, o SeguroAuto.org criou uma ferramenta para auxiliar os motoristas nessa busca.

Esse sistema é bastante simples de ser usado. Basta preencher informações como modelo, marca e ano. Automaticamente, a plataforma retorna com os valores da Tabela Fipe.

Lembrando que cada veículo tem as suas particularidades. Algumas marcas, por exemplo, se desvalorizam menos do que outras. O ano de lançamento também impacta no valor, e quanto mais novo for o automóvel, mais caro custará.

Na hora de comprar ou vender, a Tabela Fipe deve ser levantada em consideração, ainda que não seja o único fator determinante. As duas partes interessadas precisam avaliar também as condições do carro para chegar à melhor precificação.

 

assessoria Smartia Seguros 

 

 

Etanol sobe em 16 Estados, maior alta nos preços foi na Paraíba

Os preços médios do etanol hidratado subiram em 16 Estados e no Distrito Federal na semana passada, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Houve recuos em outros nove Estados e não houve avaliação no Amapá. . A maior alta semanal, de 3,50%, foi na Paraíba.

Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP, o preço médio do etanol na semana passada ficou estável ante a anterior, em R$ 2,969.

Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação média do hidratado avançou 0,04% sobre a semana anterior, de R$ 2,833 para R$ 2,834 o litro. A maior alta semanal, de 3,50%, foi na Paraíba.

Na comparação mensal os preços do etanol subiram em 22 Estados e no Distrito Federal, recuaram no Acre, em Goiás e em Roraima.

No Amapá também não houve avaliação mensal. Na média brasileira, o preço do etanol pesquisado pela ANP acumulou aumento de 7,57% na comparação mensal, com destaque para Paraná e São Paulo, os maiores nos preços do biocombustível no período, de 9,68% e 9,63%, respectivamente.

O preço mínimo registrado na semana passada para o etanol em um posto foi de R$ 2,379 o litro, em Mato Grosso, e o máximo individual ficou de R$ 4,949 o litro, no Rio Grande do Sul. Mato Grosso tem também o menor preço médio estadual, de R$ 2,637 o litro, assim como os postos gaúchos registram o maior preço médio, de R$ 4,105 o litro.

Competitividade

Os preços médios do etanol hidratado permanecem vantajosos ante os da gasolina em apenas quatro Estados brasileiros – Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, e São Paulo. O levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas considera que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.

Em Mato Grosso, o hidratado é vendido em média por 58,89% do preço da gasolina, em Goiás a 65,19%, em Minas Gerais a 67,34% e em São Paulo por 68,97%.

Na média dos postos pesquisados no País, a paridade é de 68,07% entre os preços médios do etanol e da gasolina, também favorável ao biocombustível.

 

 

pbagora com Times de Brasília

 

 

Após 1 semana de preços inalterados, Petrobras reduz valor da gasolina nas refinarias

Após manter inalterado por seis vezes consecutivas, a Petrobras voltou a reajustar preço da gasolina, com recuo de 0,59% no preço do combustível nas refinarias. Com isso, o preço do litro da gasolina passará de R$ 2,2514 para R$ 2,2381 a partir desta terça-feira (25).

Os preços estavam inalterados nas refinarias desde o dia 14 de setembro. O último reajuste tinha ocorrido no dia 13, quando a empresa aumentou em 0,98% o preço do produto.

Quanto ao diesel, no fim de agosto, a estatal anunciou alta média de 13,03% no preço do produto nas refinarias, depois que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) determinou os novos preços de comercialização, com aumentos entre 10,55% e 14,43%. Assim, o preço do diesel passou a R$ 2,2964 o litro nas refinarias, na média nacional. O preço será mantido até o próximo dia 29.

Antes do anúncio da estatal, o preço do diesel permanecia estável em R$ 2,0316 por litro desde 1º de junho, quando foi reduzido em R$ 0,07. O compromisso foi originado da greve dos caminhoneiros, no fim de maio. Uma das principais reivindicações da categoria era redução no preço do diesel.

A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho do ano passado. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior periodicidade, inclusive diariamente.

Desde o início da nova metodologia, o preço da gasolina nas refinarias acumula alta de 70,27% e, o do diesel, valorização de 69,46%, segundo o Valor Online.

No início do mês, a Petrobras anunciou uma flexibilização na sua política de preços que permitirá aumentar os intervalos de reajustes nos preços da gasolina nas refinarias em até 15 dias. Segundo a estatal, será adotado um mecanismo de proteção financeira (conhecido como hedge) que dará a opção de mudar a frequência dos reajustes diários no mercado interno.

Alta nos postos

Os preços da gasolina e do etanol vendidos ao consumidor encerraram a semana passada em alta, enquanto o do diesel ficou praticamente estável, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O preço da gasolina terminou a semana com alta de 0,52% e subiu a R$ 4,652. Foi a quarta semana consecutiva de aumento. O valor do combustível supera o observado na semana encerrada em 2 de junho, logo após o término da greve dos caminhoneiros – a paralisação provocou desabastecimentos em todo o país, o que levou a um aumento dos preços.

Na semana, a ANP chegou a encontrar o litro da gasolina vendido a R$ 6,290.

Já o preço do diesel ficou praticamente estável na semana, com leve alta de 0,05%. O litro do combustível foi a R$ 3,640. No mesmo período, o preço médio do etanol aumentou 0,82%, para R$ 2,831.

O valor representa uma média calculada pela ANP e, portanto, pode variar de acordo com a região.

G1 

ANP anuncia novos preços do diesel com alta de até 14,4%

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou os novos preços de referência para comercialização do diesel, que passou a ser subsidiado pelo governo após a greve dos caminhoneiros. Os preços subiram até 14,4% e variam de acordo com a região.

Os novos preços entram em vigor nesta sexta-feira (31) e valerão por 30 dias. E devem acabar impactando no valor pago pelos consumidores nas bombas.

Segundo a ANP, os novos preços já levam em conta a subtração de R$ 0,30 por litro (patamar de subsídio estabelecido pelo governo), como determinado pelo programa de subvenção, e “refletem os aumentos dos preços internacionais do diesel e do câmbio no último mês”.

Pela nova tabela divulgada pela ANP, a maior alta será na região Centro-Oeste, de 14,4%, com o preço do litro passando de R$ 2,1055 para R$ 2,4094. No Sudeste, os preços subiram 10,5%, de R$ 2,1055 para R$ 2,3277. No Nordeste, passou de R$ 2,0065 para R$ 2,2592, alta de 12,6%. No Sul, foi de R$ 2,0462 para R$ 2,3143, alta de 13,1%. E no Norte avançou 12,5, de R$ 1,9814 para R$2,228.

O preço de comercialização para a Petrobras e outros agentes que participam do programa, incluindo alguns importadores, estava congelado desde junho a R$ 2,0316 por litro, após o governo fechar um acordo com caminhoneiros para encerrar os protestos que paralisaram o país em maio.

A Petrobras ainda não informou qual será o preço do diesel cobrado nas suas refinarias a partir desde sexta-feira.

A nova metodologia vale até o fim do ano, quando termina o prazo previsto em lei para a concessão da subvenção ao diesel. O governo prevê gastar R$ 9,58 bilhões até o final do ano com o subsídio ao diesel.

Diferença será paga pelo consumidor

Após três meses congelado, o preço de referência do diesel volta a ser reajustado com base na nova metodologia de cálculo divulgada no começo da semana pela ANP.

O congelamento do preço de referência do diesel foi parte decisiva da negociação do governo federal para pôr fim à greve dos caminhoneiros. Para não causar prejuízos às refinarias e distribuidoras, o governo garantiu subsidiar em até R$ 0,30 por litro do combustível até o dia 31 de dezembro deste ano.

O novo preço do diesel leva em conta sobretudo a alta do preço do barril do petróleo e do dólar. Nesta quinta-feira, o petróleo fechou no maior valor em mais de um mês.

“Como o o dólar foi a R$ 4, o preço do diesel subiu muito no mercado. Então, aqueles 30 centavos não estão sendo suficiente para cobrir os custos das distribuidoras”, afirma o sócio-diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), Adriano Pires.

A mudança na fórmula de cálculo do preço de referência do diesel partiu de uma cobrança das distribuidoras. Porém, a nova metodologia não atenderá às expectativas, segundo adiantou o presidente da Plural, Leonardo Gadotti.

Segundo o executivo, o pedido para mudança do cálculo partiu “basicamente daquelas [distribuidoras] que importam o produto”. O Brasil produz 70% do diesel que consome, e os outros 30% são importados.

“As distribuidoras pediam que a fórmula considerasse os custos de transferência do produto dos portos até a região de comercialização. Sob esse aspecto, o pedido foi atendido. O problema que surgiu é que se estabeleceu na fórmula um custo menor de logística e excluiu a margem de remuneração das importadoras. Assim, voltou à estaca zero. A fórmula existe, mas não incentiva ninguém a buscar o produto lá fora”, ressaltou Gadotti.

Enquanto o preço do diesel está controlado, a gasolina não integrante do programa de subvenção tem batido recordes de valor nas refinarias da Petrobras, com a estatal seguindo a política de repassar valores do mercado internacional e do câmbio.

O preço médio do litro do diesel nos postos do país ficou em R$ 3,371 na semana passada, segundo levantamento da ANP. A previsão era de que o valor do diesel nas bombas seria reduzido em R$ 0,46. Desde a véspera da greve até agora, de acordo com o levantamento da ANP, o desconto do preço médio foi de R$ 0,22.

G1

Preços da gasolina e do diesel têm aumento nas refinarias

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (26), no Rio de Janeiro, aumento para o preço praticado nas refinarias para o diesel A e para a gasolina A. Os valores entrarão em vigor nesta terça-feira (27).

Para o diesel, o reajuste foi 1,213%, passando de R$1,8475 na sexta-feira para R$1,8702. Nos reajustes anteriores, o diesel tinha diminuído 0,487%, depois de aumento de 2,068% na quinta-feira.

A gasolina subiu 0,761% em uma sequência de cinco aumentos. Na quinta-feira foi anunciada majoração de 0,92%, no valor de R$1,6404. No anúncio de sexta-feira a tarifa passou para R$1,6431, com aumento de 0,164%.

Segundo a Petrobras, o preço cobrado pela estatal corresponde a 46% da composição do preço ao consumidor do diesel. Na gasolina, o percentual da empresa é 27%.

portalcorreio

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Preços da gasolina e do diesel terão a primeira variação de 2018 nesta quarta

O preço da gasolina comercializada nas refinarias terá uma redução de 0,1% nesta quarta-feira (3), de acordo com informação divulgada pela Petrobras. O diesel, por sua vez, terá um aumento de 0,6%. É a primeira variação de preço dos dois combustíveis em 2018. A última oscilação ocorreu no sábado (30 de dezembro), quando a gasolina aumentou 1,9% e o diesel 0,4%.

As variações de preço fazem parte do modelo de reajustes frequentes praticados pela Petrobras, “em busca de convergência no curto prazo com a paridade do mercado internacional”, segundo a estatal.

“Analisamos nossa participação no mercado interno e avaliamos frequentemente se haverá manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias. Sendo assim, os ajustes nos preços podem ser realizados a qualquer momento, inclusive diariamente”, acrescenta a empresa.

O preço final ao consumidor, nas bombas, dependerá de cada empresa revendedora e dos próprios postos de combustíveis. O histórico das últimas variações praticadas pela Petrobras está disponível na página da estatal na internet.

blogdogordinho

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Petrobras eleva em 5,3% preços do GLP para uso industrial e comercial

A Petrobras reajustou em 5,3%, na média, preços de comercialização às distribuidoras do gás liquefeito de petróleo (GLP) destinado aos usos industrial e comercial. O aumento entra em vigor neste sábado (2).

De acordo com a Petrobras, a alteração é necessária por causa do aumento das cotações internacionais do produto, que acompanharam a alta do petróleo do tipo Brent, comercializado na Bolsa de Londres e que tem referência óleo extraído no Mar do Norte e no Oriente Médio. Esse é o valor de referência do petróleo no mercado europeu.

O reajuste, no entanto, não se aplica aos preços de GLP destinado ao uso residencial, comercializado pelas distribuidoras em botijões de até 13 quilos conhecido por P13 ou por gás de cozinha.

As mudanças nos preços do GLP voltado aos segmentos industrial e comercial nas refinarias estão sendo informadas também por meio da na página da companhia na internet.

Sindigás

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) calculou, que acompanhando as informações passadas pela Petrobras às distribuidoras, o aumento de preço será entre 5,1% a 5,5%, dependendo do polo de suprimento das refinarias.

Para o Sindigás, o sobrepreço do GLP destinado a embalagens acima de 13 quilos, e a granel, adquiridas prioritariamente pelo segmento empresarial, “tem impactado de forma crucial os negócios que operam com uso intensivo de GLP”.

O sindicato acrescentou, que considerando o reajuste de amanhã, “o preço praticado pela Petrobras é 41,8% mais alto do que o praticado no mercado internacional”. Segundo o Sindigás, o percentual causa impactos nos consumidores. “Esse ágio vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o GLP entre seus principais insumos”, diz a entidade.

Agência Brasil 

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

‘Postos são livres para definir preços’, diz Sindipetro-PB após decisão da Justiça Federal

Poucas horas depois da decisão Justiça Federal no Distrito Federal de suspender o aumento dos impostos sobre a gasolina, o diesel e o etanol, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista dos Revendedores de Derivados de Petróleo na Paraíba (Sindipetro-PB), Omar Hamad não garantiu que os postos vão baixar os preços dos produtos imediatamente. Segundo o sindicalista, “os postos são livres para definirem seus preços”.

“A decisão saiu agora há pouco e a gente ainda precisa ver como vai ser nos próximos dias. Até essa decisão pode cair. Então não temos como prever um cenário agora. Os postos são livres para definir seus preços. Não sei se todos vão baixar imediatamente. E quem comprou o petróleo mais caro, nesses dias, por exemplo, vai baixar o preço?”, analisou Omar.

O presidente do Sindipetro-PB ainda lembrou que os postos só podem modificar os preços após o término do estoque. Inclusive, essa obrigação por parte dos postos é fiscalizada pelo Procon-JP, desde que os impostos aumentaram, na semana passada.

Nesta terça-feira (25), o juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal de Brasília, entendeu que o reajuste é inconstitucional, por ter sido feito por de decreto, e não por projeto de lei. Para Borelli, o contribuinte “não pode ser surpreendido pela cobrança não instituída e/ou majorada por lei”, sob pena de ser lesado em seus direitos fundamentais.

portalcorreio

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Petrobras reduz preços da gasolina em 2,3% e do diesel em 5,8% nas refinarias

A Petrobras reduziu o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias em 2,3% e 5,8%, respectivamente. Pelos cálculos da estatal, se o ajuste for repassado integralmente e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o valor da gasolina na bomba pode cair 0,9% ou R$ 0,03 por litro, em média; e o do diesel pode cair 3,5%, ou cerca de R$ 0,11 por litro, em média.

No entanto, segundo a companhia, esse impacto depende de outros fatores da cadeia de combustíveis, principalmente distribuidoras e postos revendedores.

A decisão do Grupo Executivo de Mercado e Preços da Petrobras acompanha a política de preços da companhia, anunciada em outubro de 2016.

De acordo com a estatal, a redução reflete as variações recentes nos preços internacionais do petróleo que, depois de flutuar ao redor de US$ 50 por barril, registrou queda sucessiva e está abaixo de US$ 46 por barril atualmente. Além disso, segundo a Petrobras, há interferência do câmbio.

Frequência de reajustes

A estatal também informou nesta quarta que os reajustes de preços, atualmente feitos uma vez por mês, passarão a ocorrer em períodos mais curtos, por causa das volatilidades observadas no mercado internacional.

Segundo o comitê, os intervalos de 30 dias “não têm sido suficientes para refletir as volatilidades de preços de internacionais de derivados e câmbio entre as datas dos reajustes”.

Agência Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Gasolina e diesel sobem nas bombas um mês após Petrobras reduzir preços

gasolinaOs preços médios da gasolina vendida nos postos do Brasil tiveram uma alta de 0,74% em um mês, desde que a Petrobras colocou em prática sua nova política de cotações nas refinarias, apesar de a estatal ter reduzido os valores do combustível em duas oportunidades neste período.

No caso do diesel, o preço subiu 0,1% no mesmo período, segundo levantamento do órgão regulador (ANP), mesmo diante de reduções ainda mais expressivas nas cotações do produto nas refinarias da Petrobras.

A Petrobras anunciou em 14 de outubro sua nova política de preços de combustíveis, atendendo a uma reivindicação de mais transparência de investidores, e apontou parâmetros que serão levados em conta nas avaliações da companhia, que poderá considerar um eventual ajuste de preços pelo menos uma vez por mês.

Simultaneamente, no mês passado a Petrobras anunciou uma redução de 3,2% no preço da gasolina e de 2,7% no do diesel.

E na semana passada a estatal novamente reduziu as cotações dos produtos nas refinaria, em 3,1% para a gasolina e 10,4% para o diesel, lutando contra uma perda de participação de mercado para players que têm trabalhado com o produto importado.

A Petrobras tem destacado que o impacto do reajuste no preço final ao consumidor depende de decisões de postos de combustíveis e distribuidoras.

No primeiro ajuste, se tudo fosse repassado ao valor da bomba, o preço deveria cair cinco centavos por litro para os dois combustíveis, segundo a Petrobras.

No segundo ajuste, haveria o mesmo potencial de queda para o preço da gasolina na bomba, e de 20 centavos por litro para o diesel, se a queda na refinaria fosse repassada, afirmou a estatal.

Considerando que os ajustes não têm chegado às bombas, parte da redução tem ficado pelo caminho, sendo apropriada por agentes como distribuidores e revendedores. Distribuidores de combustível, por outro lado, têm reclamado que os preços mais altos do biodiesel e do etanol anidro, que são misturados ao diesel e à gasolina, respectivamente, estariam interferindo nos repasses para o consumidor final.

O etanol anidro subiu 3,95% nas usinas do Estado de São Paulo (principal produtor brasileiro), desde que a Petrobras anunciou a primeira redução de preços da gasolina, segundo levantamento do Cepea, órgão da Universidade de São Paulo.

A União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), que representa produtores de açúcar e álcool, afirmou que não se deve atribuir ao valor do etanol anidro a culpa pela gasolina não cair.

Segundo a Unica, a composição do preço do combustível fóssil depende de diversas variáveis, entre elas o preço do produto na refinaria (em São Paulo, por exemplo, o preço de venda da refinaria varia dependendo do local da entrega), da margem da distribuidora, da margem da revenda, do valor do PMPF (preço atualizado a cada quinze dias para recolhimento do ICMS), além do preço do etanol anidro.

Além disso, como a gasolina é composta com uma mistura de 27%, isso significa que apenas uma parte menor da composição do preço da gasolina sofre interferência do valor do combustível renovável, segundo a associação de produtores.

No caso do biodiesel, a mistura é de 7% no diesel.

Reuters

 

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br