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Preços do etanol e gasolina no mês de junho na Paraíba são os menores do Nordeste

Os valores do etanol e da gasolina na Paraíba foram os menores do Nordeste no mês de junho, de acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL). A pesquisa também compara os preços dos combustíveis no mês de maio na região nordestina.

Segundo o levantamento, a Paraíba comercializou em junho a gasolina mais barata do Nordeste, com o litro vendido a R$ 3,922, enquanto o maior preço foi do Piauí com R$ 4,417.

Levantamento aponta valores dos combustíveis no Nordeste — Foto: Ticket Log/Divulgação

Levantamento aponta valores dos combustíveis no Nordeste — Foto: Ticket Log/Divulgação

O estado paraibano também vendeu o etanol mais barato, por valor médio de R$ 3,156, enquanto o maior preço foi do Maranhão com R$ 3,699, em junho.

No mês de maio, o menor preço da gasolina também foi o valor vendido na Paraíba, de R$ 3,761, enquanto o Piauí comercializou o produto por R$4,25, o maior preço do Nordeste.

Também foram pesquisados os valores dos combustíveis Diesel, Diesel S-10 e Gás Natural Veicular (GNV). Em comparação com o mês de maio, apenas o etanol não aumentou em junho na Paraíba e apresentou um recuo de 0,7% no valor.

G1

 

Governo autoriza aumento no preços dos remédios

O presidente Jair Bolsonaro autorizou o reajuste nos preços dos medicamentos em até 5,2%.

O aval foi publicado em edição extra do “Diário Oficial da União” desta segunda (1°).

Em 31 de março, em sua conta no Facebook, o presidente anunciou que o reajuste seria adiado por dois meses, em razão da pandemia do novo coronavírus, após acordo com a indústria farmacêutica.

A Medida Provisória 933 formalizou a suspensão, mas ainda aguarda votação no Congresso.

Redes como a Raia Drogasil anunciaram a suspensão dos aumentos em abril. De acordo com a empresa, a decisão faz parte de campanha de proteção dos consumidores contra o coronavírus.

Em março, o Sindusfarma divulgou estimativa de que o preço dos medicamentos deveria ter reajuste médio de 4,08%.

O valor antecipado pela indústria é apurado com base em critérios de reajuste estabelecidos pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), que também levam em conta a inflação oficial.

A média de 4,08% do teto do reajuste é calculada a partir dos três índices máximos de aumento aplicados aos produtos conforme a quantidade de concorrentes na fabricação.

Medicamentos fabricados por diversos laboratórios, como são os genéricos, podem ter reajuste de até 5,21%.

O reajuste é liberado tradicionalmente no fim de março pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão composto pela Anvisa e pelos ministérios da Saúde, da Casa Civil.

Consumidor deve pesquisar

O reajuste anual poderá ser aplicado em cerca de 13 mil apresentações de medicamentos disponíveis no mercado.

Remédios com o mesmo princípio ativo e para a mesma classe terapêutica (doença) são oferecidos no país por vários fabricantes e em milhares de pontos de venda.

“É importante o consumidor pesquisar nas farmácias e drogarias as melhores ofertas dos medicamentos prescritos”, recomenda o presidente executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini.

“Dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, aumentos de preço podem demorar meses ou nem acontecer”.

 

FOLHAPRESS

 

 

Petrobras reduz novamente preços da gasolina e do diesel em refinarias

A Petrobras anunciou, nessa terça-feira (14), uma nova redução nos preços médios dos combustíveis vendidos nas refinarias. A gasolina ficará 8% mais barata e o diesel terá queda de 6%. No acumulado do ano, o preço da gasolina já caiu 48,2% e o do diesel (tipos S10 e S500) caiu 35,4%.

Os preços valem a partir desta quarta-feira (15) e são referentes ao valor vendido pelas refinarias para as distribuidoras. O valor final ao motorista dependerá do mercado, já que cada posto tem sua própria política de preços, sobre os quais incidem impostos, custos operacionais e de mão de obra.

Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio para a gasolina nos postos do país, entre 29 de março e 4 de abril, era de R$ 4,298. O valor do diesel, era de R$ 3,437. O do etanol, de R$ 3,039.

“Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explica, em nota, a Petrobras.

Tipo de combustível

Segundo a companhia, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A: gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel sem adição de biodiesel. “Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis.

 

Agência Brasil

 

 

Aumento nos preços de medicamentos é suspenso por 60 dias

O reajuste de preço de todos os medicamentos foi suspenso em todo o Brasil por 60 dias. A medida foi tomada em decorrência da crise causada pela expansão dos casos de coronavírus, causador da Covid-19 no país.

O balanço divulgado nesta terça (31) pelo Governo Federal mostra que o país tem 5.717 casos confirmados da doença, com 201 mortes. Na Paraíba, há 18 casos confirmados, com uma morte.

Segundo o Governo Federal, a medida foi tomada “em comum acordo com a indústria farmacêutica”.

 

 Agência Brasil

 

 

Preços do diesel e da gasolina caem até 9,5% a partir desta sexta

A crise econômica mundial causada pela pandemia do novo coronavírus e a disputa entre Rússia e Arábia Saudita sobre o nível de produção do petróleo fizeram baixar o preço dos combustíveis nas refinarias da Petrobras. Segundo a estatal, a gasolina teve redução de 9,5% e o diesel, de 6,5%. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (12).

Em João Pessoa, o preço do litro da gasolina já é achado a menos de R$ 4, conforme pesquisa divulgada nessa terça-feira (10).

Os novos preços estarão em vigor a partir desta sexta-feira (13) nas vendas às distribuidoras, mas os valores finais aos motoristas dependerão de cada posto, que acrescem impostos, taxas e custos com mão de obra. Além disso, o mercado brasileiro é baseado na livre concorrência, fazendo com que cada empresa cobre o que achar melhor, segundo explica a Petrobras.

“Os preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras têm como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos 9como volatilidade do câmbio e dos preços).”

De acordo com pesquisa semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 1º e 7 de março, o preço médio ao consumidor no país, para a gasolina, era de R$ 4,531. Para o diesel, o preço médio era de R$ 3,661.

 

Agência Brasil

 

 

Petrobras reduz preços do diesel e da gasolina nas refinarias

A Petrobras cortou em 5% o preço do diesel comum e em 4% o preço da gasolina nas refinarias. Os novos valores, anunciados ontem (28) pela estatal, passaram a valer hoje (29).

Os preços do diesel S500 para térmicas e do diesel marítimo caíram 5,1%. Já o diesel S10 para térmicas teve redução de 5,2% no seu valor.

A queda foi decidida em um cenário de desvalorização do petróleo no mercado mundial. Os contratos do petróleo Brent para abril estavam cotados a US$ 50,52 no fechamento do mercado ontem. Esse valor representa uma queda de 13,64% em uma semana.

O petróleo Brent é um tipo extraído principalmente do Mar do Norte e cotado na Bolsa de Valores de Londres. Ele é a referência no cálculo do valor de cerca de dois terços do petróleo mundial.

A desvalorização é influenciada pelo avanço dos casos de coronavírus pelo mundo, o que gera no mercado o receio de uma eventual desaceleração da economia mundial e, consequentemente, de uma menor demanda por combustíveis.

Preços nos postos

Apesar dos novos valores praticados nas refinarias, não há impacto imediato no preço final pago pelo consumidor nos postos de combustíveis. A variação, nesse caso, depende ainda de outros fatos como o consumo dos estoques armazenados, impostos, margens de revenda e percentual da mistura dos biocombustíveis.

Em virtude do feriado de carnaval, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) irá divulgar o novo Levantamento de Preços e de Margens de Comercialização de Combustíveis somente na próxima terça-feira (3).

Serão apresentados os resultados do período entre 23 e 29 de fevereiro, o que ainda não deverá mostrar reflexos da decisão da Petrobras.

 

Agência Brasil

 

 

Preços dos combustíveis têm alta no início de janeiro, diz ANP

Os preços dos combustíveis subiram neste início de ano, segundo dados divulgados nesta terça-feira (7) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com o levantamento, o valor médio da gasolina por litro para o consumidor subiu 0,07%, para R$ 4,558, na semana encerrada em 4 de janeiro. Foi o décimo aumento seguido.

Já o preço do diesel avançou 0,75% na semana, para R$ 3,779 por litro, em média. O preço do etanol também teve alta no período do levantamento. O avanço foi de 0,54%, para R$ 3,174 por litro.

Os valores são uma média calculada pela ANP com dados coletados em postos em diversas cidades pelo país. Os preços, portanto, variam de acordo com a região.

Tensão Irã e Estados Unidos

O preço do barril de petróleo subiu para o patamar de US$ 70 na segunda-feira, depois que um ataque aéreo dos EUA no Iraque matou o comandante militar iraniano Qassem Soleimani na quinta-feira (2), aumentando as preocupações sobre uma escalada nos conflitos no Oriente Médio e o possível impacto das tensões sobre o fornecimento de petróleo.

Nesta terça-feira, o preço do petróleo fechou em queda, conforme os investidores reconsideravam a probabilidade de impactos imediatos sobre a oferta no Oriente Médio.

Com o agravamento da crise entre Irã e Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro se reuniu com integrantes da equipe econômica nesta semana para discutir o impacto nos preços dos combustíveis. Uma das medidas em estudo é a criação de um fundo para compensar as variações no preço do petróleo.

G1

 

Saiba como encontrar os preços da Tabela Fipe com mais facilidade

Ferramenta do SeguroAuto.org facilita a busca dos motoristas

Conhecida em todo o país, a Tabela Fipe é o principal parâmetro que define as relações comerciais envolvendo veículos. Esse indicador é usado quando uma pessoa ou concessionária deseja vender um carro, por exemplo e, por isso, precisa saber o preço médio do automóvel. Caso não faça essa pesquisa, a venda pode ser feita por um valor muito acima — o que pode dificultar a venda — ou ser feita abaixo do mercado.

Embora seja tão importante, a Tabela Fipe envolve alguns detalhes que costumam confundir os condutores. Para facilitar, o SeguroAuto.org criou uma ferramenta para auxiliar os motoristas nessa busca.

Esse sistema é bastante simples de ser usado. Basta preencher informações como modelo, marca e ano. Automaticamente, a plataforma retorna com os valores da Tabela Fipe.

Lembrando que cada veículo tem as suas particularidades. Algumas marcas, por exemplo, se desvalorizam menos do que outras. O ano de lançamento também impacta no valor, e quanto mais novo for o automóvel, mais caro custará.

Na hora de comprar ou vender, a Tabela Fipe deve ser levantada em consideração, ainda que não seja o único fator determinante. As duas partes interessadas precisam avaliar também as condições do carro para chegar à melhor precificação.

 

assessoria Smartia Seguros 

 

 

Etanol sobe em 16 Estados, maior alta nos preços foi na Paraíba

Os preços médios do etanol hidratado subiram em 16 Estados e no Distrito Federal na semana passada, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Houve recuos em outros nove Estados e não houve avaliação no Amapá. . A maior alta semanal, de 3,50%, foi na Paraíba.

Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP, o preço médio do etanol na semana passada ficou estável ante a anterior, em R$ 2,969.

Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação média do hidratado avançou 0,04% sobre a semana anterior, de R$ 2,833 para R$ 2,834 o litro. A maior alta semanal, de 3,50%, foi na Paraíba.

Na comparação mensal os preços do etanol subiram em 22 Estados e no Distrito Federal, recuaram no Acre, em Goiás e em Roraima.

No Amapá também não houve avaliação mensal. Na média brasileira, o preço do etanol pesquisado pela ANP acumulou aumento de 7,57% na comparação mensal, com destaque para Paraná e São Paulo, os maiores nos preços do biocombustível no período, de 9,68% e 9,63%, respectivamente.

O preço mínimo registrado na semana passada para o etanol em um posto foi de R$ 2,379 o litro, em Mato Grosso, e o máximo individual ficou de R$ 4,949 o litro, no Rio Grande do Sul. Mato Grosso tem também o menor preço médio estadual, de R$ 2,637 o litro, assim como os postos gaúchos registram o maior preço médio, de R$ 4,105 o litro.

Competitividade

Os preços médios do etanol hidratado permanecem vantajosos ante os da gasolina em apenas quatro Estados brasileiros – Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, e São Paulo. O levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas considera que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.

Em Mato Grosso, o hidratado é vendido em média por 58,89% do preço da gasolina, em Goiás a 65,19%, em Minas Gerais a 67,34% e em São Paulo por 68,97%.

Na média dos postos pesquisados no País, a paridade é de 68,07% entre os preços médios do etanol e da gasolina, também favorável ao biocombustível.

 

 

pbagora com Times de Brasília

 

 

Após 1 semana de preços inalterados, Petrobras reduz valor da gasolina nas refinarias

Após manter inalterado por seis vezes consecutivas, a Petrobras voltou a reajustar preço da gasolina, com recuo de 0,59% no preço do combustível nas refinarias. Com isso, o preço do litro da gasolina passará de R$ 2,2514 para R$ 2,2381 a partir desta terça-feira (25).

Os preços estavam inalterados nas refinarias desde o dia 14 de setembro. O último reajuste tinha ocorrido no dia 13, quando a empresa aumentou em 0,98% o preço do produto.

Quanto ao diesel, no fim de agosto, a estatal anunciou alta média de 13,03% no preço do produto nas refinarias, depois que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) determinou os novos preços de comercialização, com aumentos entre 10,55% e 14,43%. Assim, o preço do diesel passou a R$ 2,2964 o litro nas refinarias, na média nacional. O preço será mantido até o próximo dia 29.

Antes do anúncio da estatal, o preço do diesel permanecia estável em R$ 2,0316 por litro desde 1º de junho, quando foi reduzido em R$ 0,07. O compromisso foi originado da greve dos caminhoneiros, no fim de maio. Uma das principais reivindicações da categoria era redução no preço do diesel.

A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho do ano passado. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior periodicidade, inclusive diariamente.

Desde o início da nova metodologia, o preço da gasolina nas refinarias acumula alta de 70,27% e, o do diesel, valorização de 69,46%, segundo o Valor Online.

No início do mês, a Petrobras anunciou uma flexibilização na sua política de preços que permitirá aumentar os intervalos de reajustes nos preços da gasolina nas refinarias em até 15 dias. Segundo a estatal, será adotado um mecanismo de proteção financeira (conhecido como hedge) que dará a opção de mudar a frequência dos reajustes diários no mercado interno.

Alta nos postos

Os preços da gasolina e do etanol vendidos ao consumidor encerraram a semana passada em alta, enquanto o do diesel ficou praticamente estável, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O preço da gasolina terminou a semana com alta de 0,52% e subiu a R$ 4,652. Foi a quarta semana consecutiva de aumento. O valor do combustível supera o observado na semana encerrada em 2 de junho, logo após o término da greve dos caminhoneiros – a paralisação provocou desabastecimentos em todo o país, o que levou a um aumento dos preços.

Na semana, a ANP chegou a encontrar o litro da gasolina vendido a R$ 6,290.

Já o preço do diesel ficou praticamente estável na semana, com leve alta de 0,05%. O litro do combustível foi a R$ 3,640. No mesmo período, o preço médio do etanol aumentou 0,82%, para R$ 2,831.

O valor representa uma média calculada pela ANP e, portanto, pode variar de acordo com a região.

G1