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Câncer de próstata: diagnóstico precoce evita tratamento agressivo

medicoNa década de 80, o câncer de próstata era diagnosticado, na maioria das vezes, quando a doença já estava numa fase avançada. Era frequente recebermos pacientes que haviam procurado auxílio devido a dor lombar e que, no decorrer da investigação, descobria-se que a dor era provocada por uma metástase deste câncer para as vértebras da coluna lombar. Pouco havia a fazer, exceto tratamentos paliativos que, na melhor das hipóteses, conseguiam manter o paciente vivo por no máximo mais cinco anos.

Nessa mesma década, verificou-se uma enzima produzida pela próstata que podia ser dosada em exames de sangue, e também que essa dosagem estava aumentada em pacientes portadores de câncer de próstata. Além disso, percebeu-se que este aumento era proporcional à extensão da doença: em pacientes com a doença em estado inicial a elevação era discreta, e em pacientes com doença avançada o aumento era muito grande. Sabendo disso, os urologistas começaram a recomendar que os homens fizessem de rotina o exame “preventivo” da próstata. Desde então muito se aprendeu em relação ao câncer de próstata e seu tratamento.

Procure sempre conversar com seu urologista, ele é a pessoa mais indicada para lhe orientar.

O diagnóstico precoce do câncer de próstata permite que os tratamentos tenham maior chance de curar o paciente da doença. A Associação Européia de Urologia, em suas diretrizes, chama a atenção para o fato que o diagnóstico precoce do câncer de próstata evita 35% das mortes que ocorreriam pela doença, caso esse diagnóstico não fosse feito em programas de rastreamento.

Na pista do câncer

O diagnóstico de tumores na próstata é feito a partir de dois exames: o toque retal, por meio do qual os urologistas conseguem perceber a consistência da próstata (as regiões da próstata acometidas pelo câncer tendem a ter consistência mais endurecida), e a dosagem, no sangue, do antígeno prostático específico (PSA), que está aumentado nos pacientes portadores deste tipo de câncer.

A partir de achados alterados nesses dois exames, deve ser solicitada a biópsia da próstata, e com ela o exame histopatológico dos fragmentos prostáticos, que selam o diagnóstico. No entanto, nem sempre um câncer de próstata diagnosticado em fase inicial precisará de tratamento – este só deverá ser realizado em pacientes cuja expectativa de vida seja suficientemente longa para que ele possa efetivamente usufruir do benefício do tratamento. Geralmente pacientes muito idosos ou com outras doenças concomitantes graves, e que por isso tenham expectativa de vida inferior a 10 anos, não devem ser tratados, pois o óbito acontecerá antes por outras causas. Recomenda-se até mesmo que não se deva realizar o exame rotineiro da próstata em homens com este perfil. É consenso geral que pacientes assintomáticos com mais de 75 anos não devem ser submetidos a exames para o diagnóstico precoce deste tipo de tumor.

Nos homens com expectativa de vida maior a situação é totalmente diferente: devemos pensar sempre em não deixar que o câncer diminua a perspectiva de vida, tampouco comprometa a qualidade de vida. A prostatectomia radical (assim denominamos a cirurgia para o tratamento do câncer de próstata) é considerada o tratamento padrão para essa doença. Deve sempre ser indicada nos pacientes que podem se beneficiar do procedimento: aqueles com expectativa de vida superior a 10 anos e cujo câncer tem maiores chances de evoluir.

Por outro lado, em determinadas situações, o câncer de próstata localizado necessitará de tratamento imediato, mesmo em homens mais jovens. Em alguns casos selecionados, quando os exames mostram tumores de comportamento menos agressivo, ou tumores que possam demorar mais tempo para evoluir, podemos propor ao paciente somente o acompanhamento, e iniciar o tratamento mais tarde, porém antes que a doença possa progredir a ponto de diminuir as chances de cura.

minhavida

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Microcefalia: SUS vai oferecer estimulação precoce para desenvolvimento infantil

(Foto: Sumaia Villela/Agência Brasil)
(Foto: Sumaia Villela/Agência Brasil)

Portaria do Ministério da Saúde publicada hoje (11) no Diário Oficial da União inclui a estimulação precoce para desenvolvimento neuropsicomotor de crianças nos procedimentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o texto, a decisão teve como base o Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia e o documento Diretrizes de Estimulação Precoce, dirigido a profissionais da atenção básica e da atenção especializada.

Ainda segundo a portaria, o procedimento, na rede pública, será destinado a crianças de até 3 anos de idade com diagnóstico de retardo mental leve, moderado, grave ou profundo; autismo; síndrome de Rett; síndrome de Asperger; e paralisia cerebral, entre outros.

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A incorporação da estimulação precoce para desenvolvimento neuropsicomotor na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS entra em vigor hoje, com efeitos operacionais a partir da competência seguinte à publicação do texto.

 

Agência Brasil

Quando precoce, câncer de mama tem 98% de chances de cura

cancer-de-mamaOs sinais e sintomas do câncer de mama podem variar de mulher para mulher. Algumas podem não apresentar nenhum, enquantooutras podem ter todos. A medicina não é matemática, cada organismo reage de um jeito.

O mais importante é a mulher conhecer o próprio corpo para detectar, antecipadamente, o possível tumor.

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“É de extrema importância que a mulher faça os exames rotineiros anualmente, que ela conheça o histórico genético de sua família,assim como o seu próprio corpo. Elas precisam chegar ao consultório para compartilhar o máximo de informações com o médico. Não se auto diagnosticarem, mas sim fornecer informações para o médico conhecer ainda mais a paciente”, afirma a psico-oncologista Dra. Luciana Holtz.

Sintomas do câncer de mama

Nódulo endurecido
Abaulamento de uma parte da mama
Inchaço da pele
Vermelhidão no local
Inversão do mamilo
Sensação de massa ou nódulo em uma das mamas
Sensação de nódulo aumentado na axila
Espessamento ou retração da pele ou do mamilo
Secreção sanguinolenta ou serosa pelos mamilos
Inchaço do braço
Descamação ou coceira

Quando um dos sintomas acima for apresentado, procure um ginecologista ou mastologista. O câncer, segundo a Luciana Holtz, quando diagnosticado precocemente tem chance em 98% de cura.

“A mulher precisa entender a importância dos exames de rotina. A mamografia salva vidas. Esse exame detecta o câncer ainda em estágio inicial. É de extrema importância a mulher a cima dos 40 anos realizar anualmente a mamografia. E para as mais novas, o ultrassom de mamas, que também é muito eficiente para a prevenção do câncer de mama”, afirma psico-oncologista.

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Alguns fatores de risco são comprometedores para aumentar a chance da mulher em desenvolver o câncer de mama. “Vale lembrar que ter um desses fatores não significa que você vai desenvolver a doença. Conhecer esses fatores serve para você melhorar os hábitos de vida”, afirma Luciana Holtz.

 

Fatores de risco

Ser mulher
Raça branca
Predisposição genética hereditária
Mulher sem história de gravidez ou com gravidez depois dos 30 anos de idade
Obesidade
Cigarro
Consumo de álcool (mais de suas doses diárias)
Menopausa tardia
Primeira menstruação antes dos 11 anos
Terapia de composição hormonal combinada (por mais de 10 anos)
Antecedentes de radioterapia
Mamas densas

180 graus

‘Filhos do crack’ sofrem com abandono e consumo precoce da droga

FERNANDO FRAZÃO/ABR
FERNANDO FRAZÃO/ABR

A quantidade de bebês recém-nascidos abandonados por mães dependentes de crack preocupa autoridades e especialistas. Somente a 1ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso do Rio de Janeiro recebe, mensalmente, pelo menos 80 pedidos de audiência para medida protetiva de abrigamento a recém-nascidos.

“É uma coisa terrível e seríssima” lamentou a titular da vara, Ivone Caetano. “Tenho agendados, no mínimo, três a quatro bebês saídos dos hospitais, por dia, na minha vara. Fora os casos não agendados. E o crack contribuiu muito para isso”, disse a juíza.

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A chefe-geral do Serviço de Assistência Social do Hospital Universitário Pedro Ernesto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), na zona norte, Dayse Carvalho, contou que a maternidade envia semanalmente para a Vara da Infância e da Adolescência da região até três recém-nascidos. Algumas mães passam mais de uma vez pelo hospital.

“Desde 2002 temos visto um crescente dessas mães usuárias de drogas. Naquela época levávamos um bebê para a vara a cada três meses ou mais. De 2010 para cá, esse número tem variado entre dois e três bebês semanalmente”, contou a médica. Dayse Carvalho ressaltou que as mães não abandonam efetivamente os bebês mas se mostram, na maioria das vezes, incapazes de cuidar da criança. “Muitas choram quando perdem a guarda”, lamentou ela.

Uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada na quinta-feira (19), aponta que cerca de 10% das mulheres usuárias de crack relataram aos entrevistadores estar grávidas e mais da metade já haviam engravidado ao menos uma vez depois que começaram a usar a droga.

Dayse disse que a nova realidade da maternidade e da pediatria do hospital demandou a busca de parcerias. Uma das medidas tomadas foi o trabalho Amar, de acompanhamento pediátrico dessas crianças, além de uma parceria que está sendo costurada com o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas (Nepad), também da Uerj.

A diretora do Nepad, Ivone Ponczek, explicou que a ideia do projeto é tentar atrair essas mães para que façam pré-natal e trabalhar o vínculo da mãe com o bebê para que as mulheres não desistam da criança.

“São, em geral, meninas completamente despreparadas para a maternidade, que não tiveram mães, então a questão do vínculo e da maternidade é muito complicado para elas”, explicou a psicanalista.

“Algumas não têm o menor conhecimento do corpo, não sabem o que é pulmão, não sabem nem a relação de causa e efeito entre o relacionamento sexual e a gravidez”, explicou ela, que defendeu ações socioeducativas e doação de preservativos para esse público como medida preventiva de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez.

O Nepad desenvolve há 28 anos pesquisas e trabalhos terapêuticos voltados para dependentes de todos os tipos de droga, com exceção do álcool. Entretanto, segundo Ponczec, o crack é a principal droga entre os dependentes atendidos no local.

“Estamos muito impactados, pois nunca pensamos que teríamos que lidar com bebês, crianças, essa relação da mãe com o bebê. Estamos, inclusive, criando um setor com espaço para a amamentação e para brinquedos. Recebemos grávidas, mães com bebês, mesmo crianças, com 6, 7 anos, já usuárias de crack”, lamentou a especialista.

A especialista alertou que a situação é grave e pede atenção e esforços por parte das autoridades e da sociedade. “Se não houver intervenção, há o risco de uma continuação do quadro, de mais bebês na rua, abandonados, reproduzindo a mesma história”, avaliou Ponzcek.

O psiquiatra do Nepad, Paulo Telles, explicou que o crack estimula o sexo para a obtenção de drogas, além de ser consumido em grande parte por adolescentes e pessoas muito jovens. “Quanto mais drogas se usa, menos prevenção se faz durante o sexo. São pessoas que não se cuidam e, provavelmente, não vão cuidar de filhos”, lamentou ele. O médico informou que no Nepad o percentual de mulheres entre os usuários de crack é maior do que entre os usuários de outras drogas.

 

 

por Flávia Villela, da Agência Brasil

Ministério da Saúde lança diretrizes para diagnóstico precoce do autismo

Segundo estimativas, o Brasil tem 2 milhões de pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo

Ministério da Saúde lança diretrizes para diagnóstico precoce do autismo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançou cartilha com diretrizes para a detecção precoce do Transtorno do Espectro do Autismo (Foto: Valter Campanato/ABr)

São Paulo – O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançou no último dia 1º a Diretriz de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Transtornos do Espectro do Autismo. Escrita em forma de cartilha, é uma ação conjunta de profissionais, pesquisadores e especialistas de diversas entidades que tem como objetivo orientar equipes multiprofissionais dos serviços de saúde para o cuidado da pessoa com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Escrita em linguagem simples e acessível, a cartilha pode ser consultada também por pessoas leigas.

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Inédita, a diretriz traz uma tabela com indicadores do desenvolvimento infantil e sinais de alerta para que pediatras e outros profissionais possam detectar precocemente o autismo em crianças de até três anos e encaminhá-las a especialistas em neurologia ou psiquiatria. A cartilha, que será distribuída em todo Sistema Único de Saúde (SUS), também estará disponível para download no site do Ministério da Saúde.

O autismo é um conjunto de alterações de linguagem e de sociabilidade que afetam o portador do transtorno em maior ou menor intensidade, podendo ainda trazer limitação nas capacidades funcionais e nas interações sociais. Por isso, exige cuidados específicos e acompanhamento especializado ao longo da vida. A Associação Brasileira de Autismo (Abra) estima que 2 milhões de brasileiros sofram de TEA.

“O tratamento precoce do TEA é muito importante no desenvolvimento da criança autista. Com isso é mais fácil encaminhá-la para os primeiros atendimentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde”, destacou Padilha.

O tratamento é definido pelo grau de intensidade do transtorno. Casos de menor intensidade serão tratados nos Centros Especializados de Reabilitação (CER) do SUS. Atualmente existem 22 unidades em construção, 23 em fase de habilitação e 11 convênios de qualificação para que entidades já em funcionamento passem a funcionar como CER.

Casos de maior grau de intensidade do transtorno serão encaminhados para centros específicos que serão habilitados pelo Ministério da Saúde em todo o país.

Para a presidenta da Abra, Marisa Furia Silva, o diagnóstico precoce do autismo sempre foi a maior preocupação. “Com as diretrizes, os pediatras estarão orientados a detectar sinais e poderão encaminhar as crianças para acompanhamento especializado. Com isso, não haverá tantos prejuízos ao desenvolvimento dessas crianças”, afirmou.

A diretriz integra o plano Viver Sem Limites: Plano Nacional de Direitos da Pessoa com Deficiência, lançado em dezembro de 2011. Segundo o Ministério, em 2012 foram investidos R$ 891 milhões na saúde da pessoa com deficiência. Até 2014 está previsto investimento de R$ 1,4 bilhão.

Cida de Oliveira, Rede Brasil Atual

Câncer infantil: diagnóstico precoce e quimioterapia permitem cura de até 80%

Foto: ABR

Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicam que, todos os anos, cerca de 9 mil casos de câncer infantil são detectados no país. Os tipos mais comuns são a leucemia (doença maligna dos glóbulos brancos) e os linfomas (que se originam nos gânglios). A boa notícia é que o diagnóstico precoce e a quimioterapia, juntos, representam a principal arma contra a doença e permitem índices de cura que chegam a 80%.

No Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil, lembrado hoje (23), a onco-hematologista e diretora técnica do Hospital da Criança de Brasília, Isis Magalhães, lembrou que a doença em crianças é diferente da diagnosticada em adultos. Nas crianças, as células malignas são geralmente mais agressivas e crescem de forma rápida. Os tumores dificilmente são localizados e o tratamento não pode ser feito com cirurgia, destacou a especialistas, em entrevista à Agência Brasil.

Outra peculiaridade do câncer infantil é que não há forma de prevenção, uma vez que não é possível explicar a razão do surgimento dos tumores. Isis alertou que os sinais da doença podem ser facilmente confundidos com os de quadros bastante comuns em crianças, como infecções. Alguns exemplos são o aparecimento de manchas roxas na pele e anemia. Os sintomas, entretanto, devem se manifestar por um período superior a duas semanas para causar algum tipo de alerta.

“É preciso saber identificar quando aquilo está passando do limite e quando é normal. Afinal, qual criança não tem uma mancha roxa na canela de vez em quando? Dependendo da situação, a lista de sinais causa mais desespero nos pais do que ajuda”, explicou. A orientação, segundo ela, é levar as crianças periodicamente ao pediatra.

Isis também defende que os próprios oncologistas pediátricos orientem profissionais de saúde da rede básica sobre os sinais de alerta do câncer infantil. A ideia é que o pediatra geral e o agente de saúde, por exemplo, sejam capazes de ampliar seu próprio grau de suspeita, prescrever exames mais detalhados e, se necessário, encaminhar a criança ao especialista.

“A doença não dá tempo para esperar. É preciso seguir o protocolo à risca, porque essa é a chance da criança. O primeiro tratamento tem que ser o correto”, disse. Isis destacou também a importância de centros especializados de câncer infantil, já que a doença precisa ser combatida por equipes multidisplinares, compostas por oncologistas, pediatras, neurologistas, cardiologistas, infectologistas e mesmo psicólogos, odontólogos e fisioterapeutas, além do assistente social.

Luziana Alves de Carvalho, de 29 anos, conhece bem essa rotina de especialistas e exames oncológicos. O filho Madson foi diagnosticado com leucemia pela primeira vez quando tinha apenas 3 anos. Enfrentou sessões de quimioterapia, ficou livre da doença, mas, aos 7 anos, ela voltou. Durante os quatro anos de luta contra o câncer, o menino só conseguiu frequentar o primeiro ano da pré-escola.

Antes de iniciar o tratamento na capital federal, a família morava no município de Santa Maria da Vitória (BA). “Nunca tinha ouvido falar em leucemia. Nem sabia muito bem o que era o câncer. No interior, não temos essas coisas. Os médicos diziam que ele tinha uma infecção na garganta ou uma virose”, contou Luziana. Os sintomas iniciais apresentados pelo menino eram manchas roxas no corpo, dor de estômago e muito cansaço.

Atualmente, Madson está bem de saúde. A próxima sessão de quimioterapia está prevista para o dia 4 de dezembro e a última deve se ser em janeiro de 2013. Os planos de Luziana para o Ano-Novo da família incluem voltar para a Bahia com o filho curado e matricular o menino na escola. “Ele sente muita falta de casa e chora pedindo para assistir à aula. Se Deus quiser, vai dar certo.”

Fonte: Agência Brasil