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Preço do botijão de gás de cozinha aumenta 5% na PB a partir desta segunda (22), diz sindicato

A partir desta segunda-feira (22), o botijão de gás de cozinha vai sofrer um aumento de 5%. O Sindicato dos Revendedores de Gás da Paraíba (Sinregás) informou que, em dinheiro, o reajuste significa um aumento entre R$ 2 e R$ 3. O último aumento aconteceu no dia 22 de maio e ainda há a previsão de um novo aumento para o dia 1º de julho, conforme o presidente da Sinregás, Marcos Antõnio.

O Procon-JP divulgou no início do mês, uma pesquisa sobre o preço do botijão de 13 kg variando entre R$ 65 (à vista) e R$ 75 (à vista ou no cartão), a mesma encontrada no último dia 21 de maio.

O presidente do Sinregás-PB, Marcos Antônio Bezerra, disse que somente na Grande João Pessoa existem 500 estabelecimentos revendedores de gás, com 300 instalados somente em João Pessoa. Ele alertou que os consumidores precisam prestar atenção no momento da compra do botijão, para que isso seja feito apenas em locais regulamentados e exigindo sempre o cupom fiscal na hora em que estiver adquirindo o produto.

Jornal da Paraíba

 

Preço do gás de cozinha sobe até R$ 3 na PB a partir desta quarta

O preço do botijão de gás de cozinha fica até R$ 3 mais caro a partir desta quarta-feira (27), conforme divulgado pelo Sindicato dos Revendedores de Gás da Paraíba (Sinregás). Atualmente, o botijão de 13 kg está com preços que variam de R$ 65 a R$ 75 no estado.

Segundo o Sinregás, o aumento é para compensar a alta de 5% anunciada pela Petrobras para distribuidoras, no fim de semana, e que teria pego os revendedores de surpresa. O sindicato afirma que não havia previsão de reajustes.

A Petrobras não emitiu nota oficial a respeito do aumento no site da companhia, mas os interessados podem obter informações através do atendimento em formulário eletrônico ou pelo telefone 0800 728 9001.

Na Grande João Pessoa, o número de pontos de revenda chega a 500, sendo que quase 300 postos devidamente autorizados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) se encontram só na Capital.

“A orientação do Sinregás-PB é que os consumidores só adquiram o gás de cozinha em revendas regulamentadas, já que atendem os padrões exigidos pelo Código de Defesa do Consumidor, e exijam sempre o cupom fiscal na hora da compra”, disse o sindicato.

 

portalcorreio

 

 

Região Nordeste inicia março com queda de 2% no preço do etanol, aponta levantamento da Ticket Log

Análises mostram uma curva decrescente no preço dos combustíveis, com queda de 0,6 % no valor médio da gasolina e de 1,7% com relação ao etanol.
O levantamento mais recente do Índice de Preços Ticket Log (IPTL), continua apontando queda no preço dos combustíveis nos postos da Região Nordeste. Na primeira semana de março, a gasolina recuou 0,6%, passando de R$ 4,680, registrado em fevereiro, para R$ 4,650; é a segunda média mais baixa do Brasil para o combustível. O valor do etanol também recuou 1,7%, com o litro a R$ 3,629, ante os R$ 3,691 do mês passado.

“Nas primeiras análises para o mês, percebemos que o etanol manteve o comportamento de baixa dos últimos seis meses. Ainda assim, entre 2 e 8 de março, o combustível alcança média 21% superior, quando comparada à média nacional para o mesmo período, que foi de R$ 3,001. Ainda é difícil prever se essa baixa vai permanecer em razão da atual instabilidade no mercado financeiro, como a queda do preço do petróleo”, comenta o Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

Neste início de março, a Paraíba lidera com os menores preços para a gasolina e etanol, em todo o Nordeste, comercializados a R$ 4,414 e R$ 3,238, respectivamente. Já os postos do Maranhão apresentam o maior valor médio do litro do etanol, R$ 4,001, enquanto o Piauí o valor mais caro para a gasolina, com o litro a R$ 4,813.

O IPTL também revela o comportamento do preço dos combustíveis em fevereiro. No mês passado, a região apresentou leve alta de 0,3% para o etanol, que foi de R$ 3,680, registrado em janeiro, para R$ 3,691. Com relação à gasolina, o cenário foi de recuo. O combustível fechou fevereiro com baixa de 1,14%, em relação ao mês de janeiro.

No recorte por Estado, em Alagoas o etanol apresentou recuo de 0,13% no comparativo com os preços praticados em janeiro deste ano. O combustível passou de R$ 3,826 para R$ 3,821. A gasolina também ficou mais em conta nas bombas, baixa de 0,54%.

Depois de começar o ano com alta nos preços, a Bahia teve um alívio no valor dos combustíveis. Com redução de 2%, o etanol passou a custar R$ 3,580, ante os R$ 3,656 de janeiro. A gasolina baixou 1,9%, com o litro vendido à média de R$ 4,649. Nos primeiros 30 dias de 2020, o valor médio era de R$ 4,739.

No Ceará, o custo do etanol para o consumidor teve um pequeno acréscimo de 0,13%, com o litro a R$ 3,824. No caso da gasolina, o preço médio do litro registrado nas bombas foi de R$4,726, queda de 0,46%, no comparativo com janeiro.

Pelo segundo mês consecutivo, o Maranhão liderou com o litro do etanol mais caro no Nordeste, com o valor médio de R$ 3,969, alta de 0,35% no comparativo com janeiro. Já a gasolina recuou 1,5%, comercializada a R$ 4,653. Na Paraíba foram registrados os menores preços para a gasolina e o etanol de toda a região, comercializados a R$ 4,443 e R$ 3,238, respectivamente.

Em Pernambuco, o destaque foi para o recuo de 0,8% da gasolina e a alta de 2,16%, para o etanol. O preço por litro praticados nas bombas baixou de R$ 4,606 para R$ 4,570 no caso da gasolina, e aumentaram de R$ 3,511 para R$ 3,587, no caso do etanol. No Piauí foi registrada a média mais alta da gasolina, comercializada a R$ 4,828. Apesar de contar com o valor mais alto da Região, o estado apresenta sinais de queda, com uma redução em 0,8% no comparativo com o valor comercializado em janeiro, que era de R$ 4,868. Com relação ao etanol, os preços passaram de R$ 3,716 para R$ 3,722, em fevereiro e apresentam alta de 0,16%.

No Rio Grande do Norte foi registrado maior recuo no valor médio da gasolina e do etanol de todo o território nacional, baixa de 2,62% e 2,08%, respectivamente. Na contramão, os postos de Sergipe se destacaram pela curva crescente de 3,28% no preço médio do etanol, com o litro vendido a R$ 3,714. A maior alta registrada em fevereiro para o combustível no Brasil.

No contexto nacional, o cenário foi de baixa para a gasolina e o etanol em fevereiro, sendo o último com o avanço mais expressivo de 0,81%. Depois de fechar o mês passado com o preço médio de R$ 3,757, o etanol sinaliza para um contexto de baixa na primeira semana de março, comercializado à média de R$ 3,001. Com a gasolina não é diferente, em fevereiro com o litro vendido a R$ 4,693, o combustível já apresenta o preço médio de R$ 4,668 na média de todo o território nacional.

O IPTL é um índice mensal de preços de combustíveis levantados com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Sobre a Ticket Log

A Ticket Log integra a divisão de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, juntamente com Repom e Edenred Soluções Pré-Pagas, com o propósito de valorizar o tempo das pessoas para que possam aproveitar mais e melhor a vida. A marca, que atua no mercado urbano, conecta pessoas e empresas a uma mobilidade inteligente por meio de soluções inovadoras que otimizam processos e apoiam no controle da gestão de deslocamento para organizações de todos os tipos e tamanhos.

Com mais de 25 anos de experiência, a Ticket Log conta com 30 mil empresas-clientes, administra, por ano, 1 milhão de veículos em sua base de clientes e quase 2,5 bilhões de litros de combustível, com uma rede de mais de 36 mil comerciantes credenciados. Entre os produtos disponíveis, estão: Ticket Car com a funcionalidade Log&Go, que permite o pagamento de diferentes meios de transporte e serviços veículos, como lavagens ecológicas de automóveis (App Easy Carros), caronas compartilhadas (App Zumpy), serviços de assistência 24h (App Fácil Assist) e recarga do bilhete único (Onboard Mobility); Ticket Fleet e Gestão de Manutenção.

A marca é uma das Maiores e Melhores do Transporte na categoria “Automação e Informática”, no prêmio promovido pela OTM Editora e foi reconhecida como uma das “As 500 Maiores do Sul”, ranking promovido pela revista Amanhã. Também foi eleita uma das melhores empresas para trabalhar na região Sul pela consultoria global Great Place to Work ® Institute (GPTW).

 

Ministério Público quer explicações sobre aumento no preço de máscaras e álcool em gel em Guarabira

O promotor de Justiça, Eduardo Mayer, determinou a abertura de Procedimento Preparatório nº 065.2020.000566 para colher informações se algum estabelecimento ou distribuidora aumentou, injustificadamente, os preços de máscaras e de álcool em gel cobrados na cidade de Guarabira, no Brejo paraibano.

A iniciativa foi publicada na edição do Diário Eletrônico do Ministério Público, dessa quinta-feira (19).

Nos últimos dias, por conta do aumento no consumo desses produtos diante da pandemia do coronavírus, alguns estabelecimentos aumentaram os preços cobrados ao consumidor no país.

Alexandre Freire

 

 

Greve não impacta preço dos combustíveis, diz Petrobras

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse hoje (20) que não há qualquer relação entre a greve dos petroleiros e o preço dos combustíveis no país. O executivo concedeu entrevista coletiva ao lado de diretores da companhia para comentar os resultados financeiros da estatal, apresentados na noite de ontem (20).

“Não há relação nenhuma [entre greve e preço de combustíveis]. O preço da gasolina subiu simplesmente porque os preços internacionais traduzidos em reais subiram”, disse Castello Branco, que afirmou que não existe risco de desabastecimento, já que a empresa vem contratando equipes de contingência. “Não houve perda de uma gota de produção que queríamos realizar.”

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O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, descartou qualquer relação entre a greve dos petroleiros e o aumento do preço dos combustíveis  – Tânia Rêgo/Arquivo Agência Brasil

Castello Branco também argumentou que o mercado de combustíveis é aberto, e que as importações têm condições de abastecer o mercado. “Estamos preparados para enfrentar uma longa greve, tendo gente profissional, de alta qualidade e qualificada para operar tanto as plataformas como as refinarias.”

Apesar disso, o diretor de relações institucionais da estatal, Roberto Ardenghy, disse que a empresa tem uma expectativa positiva para a reunião de amanhã com representantes dos petroleiros, no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Segundo ele, uma das pré-condições para o diálogo é o encerramento da greve, e a empresa está reunindo informações para conferir se essa exigência será cumprida.

Em nota divulgada hoje (20), o Conselho Deliberativo da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e as direções sindicais de todo o país indicaram a suspensão provisória da greve. O indicativo destaca ainda que a greve será retomada, caso não haja avanços na mediação feita pelo tribunal.

Paralisação

A manutenção dos empregos na Araucária Nitrogenados (Ansa), que pertence à Petrobras e deve ser fechada, é uma das pautas da greve dos petroleiros, que também cobra o cumprimento do acordo coletivo de trabalho. A FUP contabiliza que o fechamento da Araucária Nitrogenados (Ansa) vai significar a demissão de cerca de mil pessoas.

“Com relação aos funcionários da Ansa, estamos oferecendo um pacote bem competitivo em termos de desligamento, oferecendo não só uma indenização reforçada, mas assistência médica, assistência educacional e um programa de requalificação profissional”, disse Ardenghy.

O presidente da estatal detalhou que, por parte da Petrobras, serão 396 demissões. “O restante pertence a empresas que fornecem mão de obra. Elas podem não necessariamente demitir seus empregados e podem absorver em outras atividades”, disse ele, que afirmou que a fábrica de fertilizantes trazia prejuízos a estatal desde que foi comprada e será fechada porque não despertou o interesse de investidores.

Castello Branco criticou ainda pessoas que teriam ameaçado um aposentado da estatal que se dispôs a trabalhar nas equipes de contingência. Segundo o presidente da Petrobras, o aposentado e sua família foram assediados no prédio em que moram. O executivo disse que ligou para ele: “Mostrei nosso repúdio a essas atividades que consideramos terrorista e oferecemos proteção a ele e a sua família”.

Dívida

Ao longo do ano de 2019, a Petrobras reduziu seu endividamento em 24 bilhões de dólares, dado que recebeu destaque do presidente da empresa durante a coletiva. “É muito dinheiro para qualquer companhia”, afirmou ele, que justificou que a grande dificuldade de reduzir a dívida é seu tamanho, que supera 80 bilhões de dólares.

Castello Branco destacou que, com os desinvestimentos, a empresa não busca ser menor, mas melhor, com a concentração dos recursos em ativos de maior valor. “Se não tivéssemos desinvestido, não teríamos capacidade financeira de ir para o Leilão de Excedentes de Cessão Onerosa e comprar um ativo tão maravilhoso quanto [o campo de] Búzios”, disse se referindo à aquisição dos excedentes do campo, que foi o mais caro do leilão realizado no ano passado.

Os executivos da Petrobras também comentaram sobre possíveis impactos do novo coronavírus, epidemia que tem como epicentro a China, o principal comprador do petróleo brasileiro. A diretora de refino e gás natural, Anelise Lara, disse que a China reduziu sua demanda por petróleo devido à crise, mas esse patamar deve ser recuperado.

“A gente acredita que a exportação para a China vai continuar forte. É claro que podem haver reduções de demanda pontuais, como agora”, disse a diretora, que contou que a empresa vem buscando aumentar suas exportações para a Europa, os Estados Unidos e a Índia.

Apesar dessa queda de demanda no país asiático, a Petrobras afirma que ainda não sentiu o efeito no volume de vendas. “Não teve efeito nas quantidades, mas teve efeito nos preços, evidentemente, porque os mercados antecipam os efeitos na atividade econômica”, disse Castello Branco, que acredita que a queda de preços vai se refletir nos resultados do primeiro trimestre, o que considerou prematuro quantificar.

Edição: Lílian Beraldo

Agência Brasil

 

 

Petrobras reduz preço da gasolina e do diesel a partir desta sexta-feira

A Petrobras reduzirá novamente os preços da gasolina e do diesel em suas refinarias nesta sexta-feira (31).

Será o terceiro corte seguido, acompanhando a queda das cotações internacionais do produto. Em ambos os casos, a redução será de 3%.

O corte será de R$ 0,05 por litro na gasolina e de R$ 0,06 por litro no diesel. O repasse aos postos, porém, depende de políticas comerciais de postos e distribuidoras, que são responsáveis por misturar etanol ou biodiesel e levar os produtos aos consumidores.

Segundo a Petrobras, o valor cobrado por suas refinarias equivale a 30% do preço final da gasolina e 54% do preço final do diesel –o resto são impostos, margens de lucro, etanol e biodiesel. O preço da gasolina nas refinarias já acumula queda de 7,3% no ano. No caso do diesel, a queda acumulada é maior, de 9,8%.

Nos últimos dias, o preço do petróleo vem respondendo aos temores de recuo na economia global com o surto de coronavírus na China. Há uma semana, o barril do tipo Brent, negociado em Londres, vem sendo negociado abaixo dos US$ 60 (cerca de R$ 253).

Na quarta (29), fechou a US$ 58,91 (cerca de R$ 247), 6,7% abaixo da cotação de uma semana atrás e 14% abaixo da cotação do primeiro dia útil do ano, quando o mercado sofria impactos do assassinato do general iraniano Qassem Solemaini.

A política de preços da Petrobras considera o conceito de paridade de importação, que inclui as cotações internacionais dos combustíveis, o câmbio, os custos de transporte e margem de lucro.

Na última sexta (24), de acordo com cálculos do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), o preço da gasolina vendida pela estatal estava R$ 0,07 por litro mais barata do que o preço do Golfo do México, nos Estados Unidos. Já o diesel estava R$ 0,18 por litro mais caro.

 

FOLHAPRESS

 

 

Governo estuda mudar forma de cobrança de imposto sobre combustíveis para baratear preço, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (15) que apresentou ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, uma proposta para alterar a forma da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis.

O ICMS é um imposto estadual, cobrando sobre venda de produtos. As tarifas variam de acordo com as mercadorias. Alterações no modelo dependem de aprovação no Congresso.

Atualmente, o ICMS é cobrado no momento da venda do combustível no posto de gasolina. Para Bolsonaro, a cobrança deve ser feita no valor do combustível vendido na refinaria. Bolsonaro destacou que, com a mudança, o consumidor sentiria na bomba as reduções feitas pela Petrobras no preço dos combustíveis.

Na explicação do presidente, isso ocorreria porque o valor do produto na refinaria é menor.

“Apresentei uma proposta que vai ser estudada na questão do ICMS”, disse. “Hoje em dia o ICMS é cobrado em cima do preço final da bomba. Em torno de R$ 5 o preço do combustível, então em média 30% (de ICMS), dá R$ 1,50. Se cobrar na refinaria, o preço da refinaria está em R$ 2, teria que ser cobrado 75% para equilibrar. Mas nós queremos mostrar que a responsabilidade final do preço não é só do governo federal”, afirmou o presidente após se reunir com o ministro Bento Albuquerque.

Bolsonaro afirmou que, se o Ministério da Economia entender que a proposta é positiva, o governo vai levar a ideia adiante. “Vamos arredondar os números aqui”.

A alteração de impostos e tributos será discutida no Congresso a partir da volta do recesso parlamentar, em fevereiro, na tramitação da reforma tributária. Mudanças no ICMS, no entanto, são um tema delicado politicamente, porque poderiam afetar as arrecadações dos estados.

Venda direta

Mais cedo, em entrevista na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada, Bolsonaro também falou sobre medidas para baratear o combustível para o consumidor.

Ele disse que tem debatido com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma forma de permitir a venda direta de combustíveis, como etanol e gasolina, do fornecedor para o posto, sem passar por distribuidoras.

“Ontem [terça], estive com o Rodrigo Maia e conversei com ele sobre esse assunto, não é apenas venda direta do etanol para o posto de combustível. É de outros derivados também. Nós importamos óleo diesel, gasolina. Porque não ir do porto diretamente para o posto de gasolina? Porque tem que viajar centenas de quilômetros?”, argumentou Bolsonaro.

G1

 

Petrobras reduz preço da gasolina e diesel nas refinarias

A Petrobras confirmou, há pouco, redução de 3% no preço do diesel e da gasolina para as refinarias. A medida entra em vigor nesta terça-feira (14). O último reajuste anunciado pela companhia para a gasolina foi em 1º de dezembro do ano passado e,  para o diesel, no dia 21 daquele mês.

A medida não surpreendeu o mercado, disse hoje (13) à Agência Brasil o presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), Paulo Miranda Soares.

Soares lembrou que, quando começou a tensão entre Irã e Estados Unidos, o preço do petróleo no mercado internacional subiu de US$ 64 para US$ 70 o barril. Como o preço já voltou ao patamar anterior, Soares disse que a tendência é de queda do preço dos dois combustíveis no mercado interno brasileiro. “É absolutamente normal e esperada essa atitude da Petrobras.”

O presidente da Fecombustíveis ressaltou, porém, que, para o consumidor, a redução do preço deve demorar algum tempo, porque as distribuidoras têm que gerir o estoque, estimado entre 15 milhões e 20 milhões de litros. “Só baixa o preço quando ela [distribuidora] vender o estoque que comprou mais caro”. Para chegar à bomba, deve demorar 15 dias, “porque a concorrência é muito grande no setor de revenda”, disse Soares.

Agência Brasil

 

 

Preço da gasolina cai em 69 postos de João Pessoa, diz Procon

A gasolina ficou mais barata em 69 postos de combustíveis de João Pessoa, de acordo com pesquisa do Procon-JP divulgada nesta terça-feira (7). O menor preço encontrado foi de R$ 4,129, R$ 0,69 mais barato que o da última pesquisa.

Foram pesquisados os preços de combustíveis em 103 postos da capital paraibana. O menor preço da gasolina, de R$ 4,129, foi encontrado no posto Ayrton Sena (Bairro dos Ipês). Já o maior valor foi de R$ 4,499 nos postos Big e Select (Tambaú).

De acordo com o Procon-JP, foi registrado que 69 estabelecimentos reduziram, três aumentaram e 30 mantiveram o preço da gasolina em relação à última pesquisa, feita em dezembro de 2019.

Em relação ao álcool, o menor preço foi de R$ 2,799 nos postos BSB (Mangabeira), Texas (Funcionários II), Comercial (Geisel); e o maior foi de R$ 3,399 no posto Select (Tambaú). No total, em 33 locais foram identificados aumentos, enquanto 36 postos reduziram o preço do etanol.

Já o diesel S10 manteve o menor preço em R$ 3,549 no AutoPosto Valentina (Valentina) e o maior é R$ 3,959 no Big Tambaú (Cabo Branco).

O maior preço do Gás Natural Veicular (GNV) foi encontrado em R$ 3,719 no Posto Z (Cidade Universitária) e o menor em R$ 3,589 no Estrela do Geisel (Geisel), mantendo a mesma oscilação registrada na última pesquisa.

G1

 

Conflito EUA X IRÃ deve refletir no preço dos combustíveis na PB, afirma sindicato

EUA X IRÃ, vem promovendo uma aflição no mundo, não só pelo fato disso poder desencadear mais um conflito armamentista no mundo, mas também pelo fator econômico, tendo em vista a grande influencia no setor petroleiro que o Irã tem ainda no mundo. E os efeitos disso podem elevar os preços dos combustíveis na Paraíba é o que prever os representantes do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado da Paraíba (Sindipetro/Paraíba).

Segundo o Sindipetro/PB, a Petrobras ainda não anunciou nenhuma alteração, o mesmo acontece em relação às distribuidoras. A Sindipetro informou ainda que segue acompanhando o desenrolar dos fatos entre Estados Unidos e Irã. Ainda assim, caminhoneiros, motoristas e empresários de postos de gasolina estão apreensivos com essa situação, pois pode afetar os preços dos combustíveis no Brasil e, consequentemente, na Paraíba.

A estatal divulgou uma nota na última sexta feira (3) que seguirá acompanhando o mercado e decidirá oportunamente sobre os próximos ajustes nos preços. “Estava previsto um aumento do combustível do diesel e gasolina no final de janeiro, ou início de fevereiro, com a ameaça de guerra a Petrobras está aguardando as consequências e consolidação dos fatos”, afirmou.

 

pbagora