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Paraibana Mayara Rocha ganha Medalha de Prata e sagra-se vice-campeã no Brasileiro de Levantamento de Pesos  

A atleta paraibana Mayara Rocha Soares, de 24 anos, conquistou a Medalha de Prata e sagrou-se vice-campeã brasileira de Levantamento de Pesos. Ele representou a Paraíba junto com outros atletas da Seleção Paraibana, no Campeonato Brasileiro Adulto de Levantamento de Pesos, aberto na tarde desta quinta-feira (11) na Associação Atlética Banco do Brasil – AABB de Belo Horizonte-MG.

Mayara foi a segunda colocada na categoria até 48 kg, cujas disputas ocorreram neste primeiro dia da competição. Ela também é bicampeã paraibana de Levantamento de Pesos em sua categoria.

A atleta tem como treinador Yamande Almeida, da Academia Crossfit Brabo, de Campina Grande, e é acompanhada por profissionais como a médica Ludmila Maciel, o Nutricionista Artur Caminha, e o fisioterapeuta Gabriel Marques.

Em seu período de preparação e para a viagem a Belo Horizonte, Mayara contou com apoio de instituições e empresas como Uptime Curso de Inglês, Prefeitura de Campina Grande, Pharmapele Farmácia de Manipulação, Loja de Suplementos Shopsport e Clínica de Estética Vitalite.

O Campeonato Brasileiro Adulto de Levantamento de Pesos 2017 prossegue até o sábado (13), numa realização da Associação Brasileira de Levantamento de Pesos.

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Israel Stroh é prata em medalha histórica para tênis de mesa do Brasil

israelO brasileiro Israel Stroh conquistou a primeira medalha da história em competições individuais do tênis de mesa do Brasil, tanto nos Jogos Olímpicos para Paraolímpicos. Ele ficou com a prata na decisão desta segunda-feira.

Stroh foi derrotado pelo britânico John William Bayler, número um do ranking mundial, por 3 sets a 1. Assim, ele acabou com a prata na classe 7.

Até esta segunda-feira, o Brasil só havia conquistado medalhas em uma disputa por equipes nos Jogos Paraolímpicos de Pequim, em 2008, com Welder Knaf e Luiz Algacir.

O algoz da decisão havia sido adversário de estreia de Stroh. Naquela ocasião, o brasileiro venceu por 3 sets a 1.

Uol

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Odair Santos é prata no atletismo e ganha 1ª medalha brasileira

Créditos: Ricardo Moraes/Reuters/direitos reservados
Créditos: Ricardo Moraes/Reuters/direitos reservados

O brasileiro Odair Santos, 35 anos, conquistou hoje (9) a primeira medalha brasileira nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Com o tempo de 15min17seg55, o atleta ficou com a medalha de prata nos 5.000 metros rasos T11.

Odair chegou a liderar a prova, mas o queniano Samwel Mushai Kimani foi mais rápido e conquistou a medalha de ouro, com 15min16seg11. O bronze ficou com o também queniano Wilson Bii, que fechou a prova com o tempo de 15min22seg96.

Agência Brasil

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Ao lado de Erlon, Isaquias leva a prata e se consagra nas águas da Lagoa

Dizia o filósofo Heráclito, de Éfeso, que ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio, pois não se encontra as mesmas águas, e o próprio ser já se modificou. Isaquias Queiroz e Erlon de Souza entraram e saíram transformados da Lagoa Rodrigo de Freitas. O “Maluco Beleza” e o menino calado. A figuraça e seu tímido companheiro. Se dá certo? O resultado do C2 1000m neste sábado diz tudo. Embalada pelo apoio da torcida, a dupla conquistou a prata em uma prova extremamente disputada, liderada pelos brasileiros até a marca de 750m. A partir dali, prevaleceu a fortíssima parceria formada pelo experiente Sebastian Brendel, que também venceu Isaquias no C1 1000m na terça, e o jovem promissor Jan Vandrey. No fim, os fãs gritaram “É campeão!” para os brasileiros, que retribuíram com cumprimentos e muita festa. A Ucrânia, de Ianchuck e Mishchuk, ficou em terceiro (confira os tempos no fim da reportagem).

Erlon De Souza Silva e Isaquias Queiroz canoagem (Foto: AFP)Isaquias Queiroz festeja com seu parceiro Erlon de Souza a conquista da prata (Foto: AFP)

Isaquias acreditava no ouro, mas não faltam motivos para comemoração. Saiu com a prata no C1 1000m, o bronze no C1 200m e, com a prata deste sábado, eternizou de vez seu nome na história olímpica do Brasil. Na verdade, já o tinha feito quando ficou em segundo lugar na prova de estreia e virou o primeiro canoísta brasileiro a conquistar medalha na Olimpíada. Agora, tornou-se o único esportista do país a conseguir subir ao pódio três vezes em uma edição dos Jogos Olímpicos. E ainda gravou seu nome na história olímpica como um todo: é o primeiro a levar três medalhas olímpicas na canoa.

A parceria vitoriosa da canoagem velocidade saiu do Rio de Contas para o Rio de Janeiro.  Agora, foi do Rio de Janeiro para o mundo. Isaquias, filho de Ubaitaba, e Erlon, rebento de Ubatã, deram suas primeiras remadas nesse rio prateado, berço da canoagem do Brasil, que corta mais 11 cidades no estado da Bahia e produz canoístas a cada novo nascimento, já que a embarcação é o principal meio de transporte do local. Eles cresceram, deram duro, superaram, cada um, suas próprias dificuldades. Tudo sob a batuta de Jesús Morlán, que já tinha levado o espanhol David Cal a cinco medalhas olímpicas e, em 2013, resolveu acreditar no projeto da canoagem brasileira.

Erlon de Souza Silva e Isaquias Queiroz; prata;  C2 1.000m; canoagem (Foto: REUTERS/Marcos Brindicci)Isaquias fez coração para a torcida e apontou para seu parceiro ao ser aplaudido (Foto: REUTERS/Marcos Brindicci)

O estrangeiro teve visão: tirou os meninos da represa de Guarapiranga, foi para a raia olímpica da USP, em São Paulo, mas viu que não daria certo dividir a lagoa com amadores. Os atletas precisavam de foco total. Após muita pesquisa, o comandante fez uma mudança drástica: levou a seleção brasileira para a pacata Lagoa Santa, em Minas Gerais. Adotou um sistema de treinamento de oito semanas de trabalho e apenas uma de folga. Deixou sua família na Colômbia e passou a morar e dividir tudo, até tarefas domésticas, com Isaquias, Erlon e os outros canoístas que fazem parte do time, Ronílson e Nivalter.

Ao longo do tempo, a equipe teve inúmeras conquistas. Dentre elas, vale destacar os dois ouros de Isaquias na prova do C1 500m nos mundiais de Duisburg 2013 (levou também bronze no C1 1000m) e Moscou 2014 (ainda ficou em terceiro no C2 200m, com Erlon), e o ouro mais recente, em Milão 2015, no C2 1000m, com o parceiro habitual (ganhou também o bronze no C1 200m). Agora, adiciona à sua coleção a prata de Erlon e Isaquias, e a outra prata e o bronze do baiano de 22 anos. Que as águas passem, mudem, se renovem… Mas a canoagem nunca vai se esquecer do que viu nas águas da Lagoa Rodrigo de Freitas na Olimpíada do Rio nesta semana.

Isaquias Queiroz e Erlon levam a PRATA na canoagem (Foto: Damien MEYER / AFP)Isaquias Queiroz e Erlon de Souza: uma parceria que deu certo (Foto: Damien MEYER / AFP)

Veja os tempos da final do C2 1000m:

Ouro – Brendel/Vandrey (ALE) – 3m43s412
Prata – Isaquias Queiroz / Erlon de Souza (BRA) – 3m44s819
Bronze – Ianchuk/Mishchuk (UCR) – 3m45s949
4) Vasbanya/Mike (HUN) -3m46s198
5) Shtokalov/Pervukhin (RUS) – 3m46s776
6) Torres/Jorge (CUB) – 3m48s133
7) Radon/Dvorak (RTC) – 3m49s352
8) Kochnev/Mirbekov (UZB) – 3m52s920

Confira a lista de atletas que levaram mais de uma medalha na Olimpíada na canoagem velocidade, seja na canoa (provas C) ou no caiaque (provas K)**:

Moscou 1980
Vladimir Parfenovich – 3 medalhas (K1 500m; K2 500m; e K2 1000m – Ouro) – União Soviética

Los Angeles 1984
Lars-Erik Moberg – 3 medalhas (K1 500m; K2 500m; e K4 1000m – Prata) – Suécia
Agneta Andersson – 3 medalhas (K1 500m e K2 500m – Ouro e K4 500m – Prata) – Suécia

Seul 1988
Vanja Gesheva – 3 medalhas (K1 500m – Ouro; K2 500m – Prata; e K4 500m – Bronze) – Bulgária
Birgit Schimdt – 3 medalhas (K1 500m – Prata; K2 500m – Ouro; e K4 500m – Ouro) – Alemanha Ocidental

Barcelona 1992
Rita Köbán – 3 medalhas (K1 500m – Prata; K2 500m – Bronze; e K4 500m – Ouro) – Hungria

Rio 2016
Isaquias Queiroz – 3 medalhas (C1 1000m – Prata; C1 200m – Bronze; e C2 1000m – Prata) – Brasil

* Cahê Mota, Carol Fontes, Danielle Rocha, Marcelo Russio e Richard Souza

**Isaquias Queiroz é o primeiro atleta a conquistas três medalhas olímpicas na canoa. Mas, no caiaque, a primeira foi Rita Köban, da Hungria.

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Isaquias Queiroz conquista a prata na canoagem no Rio de Janeiro

prataNa mitologia grega, o centauro é uma figura com cabeça, braços e dorso de um ser humano e com corpo e pernas de cavalo. Nascido em Ubaitaba (BA), que em tupi-guarani significa “Cidade das Canoas”, Isaquias Queiroz atingiu o Olimpo como um verdadeiro centauro das águas. Em menos de quatro minutos, mais precisamente em 3m58s529, 1s603 atrás de Sebastian Brendel, da Alemanha, que ficou com a medalha de ouro, o brasileiro cruzou os 1000m da raia da Lagoa Rodrigo de Freitas para escrever seu nome no livro de ouro do esporte. A medalha de prata, primeira do Brasil na modalidade em uma Olimpíada, confirma o destino do canoísta. Nascido onde quem não rema não vive, Isaquias tornou-se, nesta terça-feira, imortal.

Após a conquista da prata, Isaquias ainda tem chance de conquistar mais duas medalhas na Olimpíada do Rio. O brasileiro disputará as provas do C1 200m, da qual é o atual bicampeão mundial, e do C1 500m.

– (Emoção) é muito grande. É muito bonito. Me sinto muito orgulhosa em vê-lo, quando eu o vi ali, falei: “Vá, meu filho, vá com sua sorte. Pra deixar a gente sossegado, vá com sua sorte” – disse Dona Dilma, mãe do agora vice-campeão olímpico.

Largando na raia quatro, ao lado de seu maior adversário, o alemão campeão olímpico e mundial Sebastian Brendel, Isaquias Queiroz sabia que sua força física e explosão musculares eram determinantes para abrir vantagem no primeiro minuto de disputa. O brasileiro conseguiu se manter no pelotão da frente nos primeiros 500m, ficando a apenas um metro de Brendel, que liderava a prova. Mesmo conseguindo ultrapassar Brendel em alguns momentos, o brasileiro não conseguiu manter o ritmo na parte final da disputa. A apenas 250m da linha de chegada, Isaquias e Brendel estavam empatados, mas o alemão acelerou nos metros finais, deixando o baiano e os demais competidores para trás e conquistando o bicampeonato olímpico.

Confira o resultado completo da final do C1 1000m:

Ouro – Sebastian Brendel (ALE) – 3m56s926
Prata – Isaquias Queiroz (BRA) – 3m58s529
Bronze – Serghei Tarnovski (MLD) – 4m00s852
Quarto lugar – Ilia Shtokalov (RUS) – 4m00s963
Quinto lugar – Pavlo Altukhov (UCR) – 4m01s587
Sexto lugar – Martin Fuksa (RTC) – 4m03s322
Sétimo lugar – Gerasim Kochnev (UZB) – 4m04s205
Oitavo lugar – Carlo Tacchini (ITA) – 4m15s368

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De volta ao pódio! Arthur Zanetti leva prata e vê rival grego ser campeão

A Arena Olímpica prendeu a respiração. Olhares aflitos tentavam dá força, tentavam ser o suporte de Arthur Zanetti na final das argolas. O bi olímpico estava em disputa. Não veio. O ginasta voltou ao pódio olímpico nesta segunda-feira, mas viu seu posto no topo passar de mãos. Atual campeão mundial, o grego Eleftherios Petrounias bancou a marra de se considerar favorito, cravou tudo, levou o ouro com 16,000 e frustrou o bi do brasileiro. Ao anfitrião restou a prata. Amarga? De jeito nenhum. Zanetti comemorou o resultado,  sabia que o rival era forte, o respeitava muito. Na Olimpíada do Rio de Janeiro, o brasileiro mostrou que ainda está entre os melhores do mundo com 15,766 pontos, mas um degrau abaixo do grego. O russo Denis Ablyazin completou o pódio com 15,700.

Arthur Zanetti ginástica olimpíadas (Foto: Agência Reuters)Ablyazin, Petrounias e Zanetti formaram o pódio das argolas nos Jogos do Rio (Foto: Agência Reuters)

– Essa medalha tem gosto especial por ser em casa, pelo tanto que trabalhei. O problema de muita gente é só julgar o ouro. Estar em uma final já é grande coisa. Vocês não sabem o que eu passei para estar aqui e ganhar essa medalha. Veio a prata, estou muto feliz. Acho que é um resultado incrível. Vai ficar na minha memória – disse Zanetti.

O roteiro era para ser igual ao de Londres. Estrategicamente diminuiu a nota de dificuldade na classificatória e conseguiu o desejado quinto lugar. Por sorteio anterior aos Jogos, a posição o colocaria como último a se apresentar. Uma colocação privilegiada. Só que desta vez o grego Eleftherios Petrounias não deixou espaço para ninguém depois que se apresentou, foi absoluto no decisão, praticamente não errou nada e conseguiu um impressionante 16,000.

Arthur Zanetti, Rio 2016 (Foto: Reuters)Arthur Zanetti vibra após a apresentação que lhe garantiu a medalha de prata nas argolas (Foto: Reuters)

Se no evento-teste de abril Zanetti estava no topo do pódio e Petrounias em segundo, os dois sabiam que nada estava encaminhado àquela altura. O melhor ginasta é o melhor na hora da final. Nesta segunda, o melhor foi o grego, terceiro campeão olímpico das argolas na história de seu país.

– É momento. Se daqui a uma hora colocar para competir, o resultado vai ser diferente dos oito finalistas. No momento, o grego foi o melhor. Ele mereceu a vitória, está em uma fase muito boa como atleta. Ele veio para disputar o ouro, como o chinês (Yang Liu) também, que acabou errando a saída e ficando fora. A saída determina muita coisa. Se não acertar, vai para o fim da fila. Achava que eles dois e o Arthur disputariam o primeiro lugar – disse Marcos Goto, técnico Zanetti.

O grego foi o melhor no momento, mas a história dessa rivalidade – que só fica dentro da competição, eles são amigos -, ainda vai ter mais capítulos. O posto de número 1 das argolas hoje é de Petrounias, em 2020 pode ser novamente de Zanetti.

PROVA A PROVA

Adversários não faltavam para tirar o título de atual campeão olímpico. O primeiro candidato foi o chinês You Hao, o que apresentou maior nota de dificuldade na classificatória. O atual vice-campeão mundial arriscou e pagou. Teve poucos balanços, mas quase caí na saída. Em uma final, não há espaço para falhas grandes. A nota 15,400 (0,4 menor do que na classificatória) praticamente o tirou da briga pelo pódio.

Eleftherios Petrounias argolas ginástica olimpíadas (Foto: Agência Reuters)Eleftherios Petrounias em sua apresentação: grego conquista a medalha de ouro (Foto: Agência Reuters)

Era a vez então do maior adversário de Zanetti, Eleftherios Petrounias, atual campeão mundial das argolas. Sempre muito firme, o grego cravou tudo. Ele falava que a meta era chegar aos 16,000 pontos e conseguiu exatamente isso na final. Com o objetivo alcançado em pontuação, o abraço emocionado no técnico mostrava confiança. O ouro estava quase nas suas mãos. Só era preciso esperar até o fim, até a apresentação do anfitrião.

O belga Dennis Goossens entrou na final como coadjuvante e assim continuou com a nota 14,933. O xará russo de sobrenome Abliazin não se contentou com a mesma posição, queria ser protagonista. Ele também cravou quase toda sua série, só deu um passo para trás na saída e conseguiu 15,700 pontos.

Arthur Zanneti  (Foto: REUTERS/Mike Blake )A concentração de Zanetti nas argolas: ginasta foi o último a se apresentar e ficou com a prata (Foto: Reuters/Mike Blake )

Campeão mundial de 2014 e líder da classificatória, Liu Yang era a esperança da China de voltar ao topo do pódio das argolas, mas repetiu o erro do compatriota You Hao, falhou na saída e conseguiu 15,600. O francês Danny Pinheiros (15,233) e o ucraniano Oleg Verniaiev (15,466) ficaram pelo caminho.

Arthur Zanetti foi o último e sabia quanto precisava tirar para entrar no pódio e quanto precisava para o bi olímpico. A nota era muito alta. Poucas vezes o brasileiro superou os 16,000 pontos, e nunca em uma competição como um Mundial ou na Olimpíada de Londres. Ele fez o máximo que pôde, mas cometeu leves falhas de execução e um pequeno passo na saída. Conseguiu 15,766 pontos, o suficiente para a voltar ao pódio olímpico, mas com uma prata. O ouro ficou mesmo nas mãos do favorito grego.

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Redenção: Diego Hypolito conquista prata, e Arthur Nory é bronze no solo

“Diego, Diego, Diego!” O bicampeão mundial do solo entrou em êxtase ao ouvir os gritos da torcida na Arena Olímpica do Rio de Janeiro. Era o sinal que a tão sonhada medalha enfim chegou, e foi prateada. Já era a hora de parar de roer unhas e cair em lágrimas. Em sua terceira Olimpíada, Diego Hypolito lavou a alma, colocou no passado as quedas de Pequim 2008 e Londres 2012. Só completar a prova sem quedas já seria uma redenção para o brasileiro em casa, mas quis o destino fazer justiça com Diego e o premiou com uma tão sonhada medalha olímpica. A prata arrancou muitas lágrimas do bicampeão mundial, que ainda teve um companheiro de equipe ao lado. Arthur Nory entrou como franco-atirador, foi a grande surpresa da final e conquistou um bronze para uma dobradinha histórica.

Os brasileiros só não conseguiram ficar à frente de Max Whitlock. O hino tocado no sistema de som foi britânico, mas a festa foi dos donos da casa, com direito a Diego ajoelhado no pódio e torcida cantando o hino do Brasil à capela. No Rio de Janeiro, o solo foi brasileiro.

“Já caí de bunda em Pequim, caí de cara em Londres, agora vou cair de pé para o pódio no Rio”. A frase de Diego depois de ganhar o bronze no Mundial de 2014 parecia prever o enredo da Olimpíada. O discurso do bicampeão mundial até mudou neste ano. O pódio nunca deixou de ser um objetivo, mas completar a série sem quedas, sem falhas graves, era a grande meta. Mais uma queda não seria justo com a trajetória de Diego, de cinco medalhas em Mundiais e dezenas em Copas do Mundo. A redenção foi completa com uma prata  de arrancar lágrimas, de acabar comas unhas das mãos, todas roídas.

– Não sei explicar o quanto estou feliz. Torcida brasileira, povo brasileiro, se meu sonho foi possível, acreditem sempre no que se proporem na sua vida (…) Eu esperei esse dia por 12 anos. Na minha primeira Olimpíada eu me achava campeão, não fui e não me achava merecedor. Caí de cara em Londres. Aqui que eu não era tão bom na ginástica, eu me dediquei, eu abri mão de muita coisa – vibrou Diego, muito emocionado.

Max Whitlock fica com o ouro, seguido de Diego e Nory (Foto: Reuters)Max Whitlock fica com o ouro, seguido de Diego e Nory (Foto: Reuters)

Diego entrou no ginásio muito concentrado, provavelmente nem escutou a Arena Olímpica o ovacionar. O foco estava em acertar cada movimento. E assim o fez. A vibração o tomou ao receber a nota 15,533 e não diminuiu depois de Max Whitlock o ultrapassar com 15,633.

Arthur Nory, que era cotado para medalha na barra fixa e acabou entrando na final do solo, arriscou uma série mais difícil. Estava leve. Não tinha o que perder, só o que ganhar. E ganhou muito: um bronze com a nota 15,433.

– Olimpíada é para gente grande, e eu estou crescendo. Passa um filme na cabeça, tudo que passei, treinei, tanta coisa que tive de abrir mão. Aquela hora no chão, ajoelhado, estava agradecendo por tudo, por tudo mesmo, por todos os dias, por dar o meu máximo, crescer como pessoal e também profissionalmente – celebrou Nory.

Favoritos, os japoneses Kohei Uchimura e Kenzo Shirai e os americanos Sam Mikluak e Jake Dalton falharam, sucumbiram à pressão. Não os brasileiros. Esses já estão acostumados a colocar de lado qualquer problema. Seja a mudança de técnico às vésperas da Olimpíada, seja uma suspensão e uma acusação de injúria racial.

PROVA A PROVA

Quem é rei abre a prova. Dono de dois ouros no Rio, Kohei Uchimura foi o primeiro a se apresentar. Na sua única final por aparelhos, o “robô” falhou, pisou fora do tablado e acabou com 15,241. O King Kohei sabia que estava fora da briga pelo pódio.

Diego foi o segundo a se apresentar. Entrou no tablado ovacionado pela torcida, mas com um semblante sério, concentrado. A cada acrobacia certa, o olhar se focava no próximo movimento. Era preciso acabar sem erros. E foi isso que ele fez. A vibração foi enorme antes mesmo da nota 15,533, um pouco melhor que os 15,500 da classificatória. A redenção estava desenhada, mas era preciso esperar para ver se o pódio também viria.

Atual vice-campeão mundial do solo, o britânico Max Whitlock veio na sequência e praticamente cravou sua série. A nota 15,633 tirou Diego da liderança, mas a esperança de pódio ainda existia, e cresceu depois de outro britânico, Kristian Thomas ficar para trás, com 15,058.

Era a vez de outro brasileiro. Arthur Nory entrou na final como franco-atirador, arriscou uma série mais difícil e se deu bem. Cravou quase tudo. A comemoração efusiva quase o derrubou antes da nota 15,433. Ele estava na terceira posição. Sabia que manter o posto era improvável, mas já estava satisfeito com a nota.

Um dos favoritos, o americano Jake Dalton falhou e só conseguiu 15,133 pontos. O pódio estava perto de Diego. Atual campeão mundial e grande favorito, o japonês Kenzo Shirai precisava falhar muito para sair do pódio. E o improvável aconteceu. A nota 15,366 tirou o superfavorito do pódio e já garantiu Diego no pódio.

Ainda restava o americano Sam Mikulak, líder da classificatória. Arthur Nory, que estava em terceiro, se fechou e não quis ver mais nada. Perdeu o Sam errar e tirar 14,433. A festa brasileira estava completa com uma dobradinha na ginástica.

Arthur Nory, bronze, e Diego Hypolito, prata (Foto: REUTERS/Marko Djurica)Arthur Nory, bronze, e Diego Hypolito, prata (Foto: REUTERS/Marko Djurica)
Diego Hypolito executa salto que lhe rendeu a prata no solo (Foto: Reuters)Diego Hypolito executa salto que lhe rendeu a prata no solo (Foto: Reuters)
Arthur Nory aplica pirueta na apresentação que lhe rendeu o bronze no solo (Foto: Reuters)Arthur Nory aplica pirueta na apresentação que lhe rendeu o bronze no solo (Foto: Reuters)
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Estudante solanense recebe medalha de prata nas Olimpíadas Brasileira de Matemática

aluno

Solânea foi destaque nas olimpíadas brasileira de matemática. O estudante Levi Micael, aluno do 7º ano da Escola Estadual Padre Geraldo da Silva Pinto, trouxe medalha de prata a cidade. Ele ficou na 86ª colocação, entre os 500 estudantes selecionados no país para receber a premiação. Levi mora na gruta de Santa Tereza, zona rural de Solânea.

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A diretora do colégio, Jaqueline Rocha, ficou emocionada com o resultado do seu aluno. “A família Padre Geraldo Pinto está de parabéns. Levi é bom em tudo, para nossa escola é uma honra ter um aluno em destaque a nível nacional. Muito sucesso para Levi e quero vê-lo lá em cima, se Deus quiser porque ele merece”, comemorou.

 

 

 

Redação / Focando a noticia

No adeus ao Rasunda, Brasil vence a Suécia e alivia pressão após prata

Não foi exatamente como há 54 anos, quando a seleção brasileira conquistou sua primeira Copa do Mundo e encantou o planeta ao vencer os donos da casa por 5 a 2. Nesta quarta-feira, no entanto, o Brasil voltou a Estocolmo para se despedir do palco onde, em 1958, Pelé & cia. deram o pontapé inicial para a dinastia mais vitoriosa da história do futebol mundial. Cinco dias após perder o ouro olímpico dos Jogos de Londres, o time de Mano voltou a repetir erros, não convenceu, mas bateu a Suécia por 3 a 0, no Rasunda, e conseguiu, enfim, respirar um pouco mais aliviado após uma semana tensa.

Artilheiro dos Jogos Olímpicos, Leandro Damião marcou no primeiro tempo, aproveitando passe de Neymar para balançar as redes pela sétima vez nos últimos sete jogos com a amarelinha. Já nos minutos finais, Alexandre Pato saiu do banco para incendiar a partida e marcar outros dois gols.

A vitória pode significar alívio para a comissão técnica. Uma derrota colocaria ainda mais lenha na fogueira de especulações sobre a permanência ou não de Mano Menezes, apesar das recentes garantias do presidente da CBF, José Maria Marin, e do diretor de Seleções, Andrés Sanches.

Leandro Damião comemora gol do Brasil contra a Suécia (Foto: Mowa Press)Jogadores do Brasil abraçam Damião após o primeiro gol da Seleção no Rasunda (Foto: Mowa Press)

A partida teve um tom de recomeço. A Seleção deu seus primeiros passos de olho no novo projeto: a Copa das Confederações, no ano que vem. Os próximos serão dados em setembro, quando o Brasil enfrenta a África do Sul, no dia 7, em São Paulo, e a China, três dias depois, no Recife.

Festa, homenagens e “peso da camisa”

Apesar de o amistoso ser um jogo festivo, antes mesmo de a bola rolar os brasileiros deixaram claro que o clima não era de celebração. O combinado era que a Seleção enfrentaria a Suécia com uma camisa azul similar à que foi usada no primeiro título mundial conquistado, em 1958. A ideia foi de José Maria Marin, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). No entanto, os jogadores acharam o material muito pesado e entraram no gramado com o uniforme, posaram para fotos, mas usaram as camisas atuais durante o jogo. De acordo com a CBF, o uniforme de 58 também dificultaria a transmissão da TV, uma vez que não tem o número na frente.

– Um pouco pesada, mas é um orgulho muito grande fazer parte dessa festa e ver os ídolos que deram o primeiro titulo para o Brasil – disse Neymar, no intervalo.

De qualquer forma, muita festa no Rasunda. Dançarinas brasileiras e suecas fantasiadas desfilaram pelo gramado, enquanto os campeões e vice-campeões do mundo, em 58, foram homenageados. Outros nomes que marcaram o futebol da Suécia também foram saudados, como  o ex-goleiro Thomas Ravelli e o ex-atacante Henrik Larsson. Estrela maior, Pelé – emocionado – falou para o público. A rainha Sìlvia, da Suécia, também esteve no estádio e acompanhou a partida ao lado do vice-presidente da República, Michel Temer.

Pelé no amistoso da seleção brasileira contra a Suécia (Foto: Mowa Press)Pelé é homenageado no Rasunda (Foto: Mowa Press)

– É um momento de muita emoção. Nesse estádio, quando eu tinha 17 anos, muitos de vocês ainda não eram nascidos. Foi muito especial não só para mim, mas para todo o Brasil, que conquistou seu primeiro título mundial aqui. Eu quero retornar a vocês todo o amor que me deram em 1958. Eu amo vocês – disse o Rei, que também deu o pontapé inicial da partida.

Receita olímpica: passe de Neymar, gol de Damião

Em campo, quatro mudanças em relação à equipe que iniciou a partida contra o México, na decisão dos Jogos Olímpicos de Londres. Daniel Alves, David Luiz, Paulinho e Ramires entraram nas vagas de Rafael, Juan, Marcelo (suspenso) e Sandro. Com isso, Alex Sandro voltou à sua posição original e atuou na lateral esquerda.

Do outro lado, Erik Hamren manteve a base da Suécia eliminada na primeira fase da Eurocopa. Entretanto, com um grande desfalque. Com dores no pé, o astro Zlatan Ibrahimovic não foi para o jogo e deu lugar a Marcus Berg.

E os suecos também logo mostraram que não estavam em clima de festa. Logo no início, Larsson levantou Oscar em falta duríssima. Caçado por Wilhelmsson, Neymar também sofreu. O árbitro húngaro Robert Kispal – o único em campo em clima de festa – aliviou e não puniu o atleta.

Com a bola rolando, um Brasil com mais posse e domínio territorial, porém lento e com dificuldades para superar a retranca sueca. Diferentemente das Olimpíadas, Neymar jogou mais centralizado ao lado de Damião, com Oscar caindo pela esquerda, e Ramires, pela direita. Mesmo sem encantar, a Seleção teve as melhores chances. Daniel Alves chegou perto em duas cobranças de falta, e Neymar marcou aproveitando rebote de um chute na trave de Oscar. A arbitragem, no entanto, errou e anulou o lance, apontando impedimento inexistente.

Aos 31, enfim, o Brasil marcou, e com a receita dos Jogos Olímpicos. Assistência de Neymar – quinta nos últimos sete jogos – e gol de Leandro Damião – sétima nos últimos sete jogos. Bem no jogo, o craque do Santos cruzou da esquerda para o camisa 9 completar de cabeça: 1 a 0.

Pato sai do banco e brilha

Na segunda etapa, sem mudanças de peças, a Seleção voltou mais solta e envolvente. Neymar, em bonita jogada individual, e em cobrança de falta, quase marcou, assim como Paulinho, de cabeça, e Leandro Damião e Oscar em chutes de fora da área.

Aos 30, Mano começou a mexer no time. De uma só tacada, trocou Oscar, Damião e David Luiz por Hulk, Alexandre Pato e Dedé. O zagueiro do Chelsea saiu machucado.

Com as mudanças, o ritmo do jogo caiu um pouco e a Seleção se mostrou satisfeita com a vitória magra. Após uma pancada, Neymar saiu mancando e deu lugar a Lucas, mas foi Alexandre Pato quem brilhou nos minutos finais. Primeiro, em posição duvidosa, ele recebeu passe de Daniel Alves para ampliar aos 40: 2 a 0. Dois minutos depois, o atacante do Milan recebeu em profundidade de Ramires e foi derrubado na área. Pênalti, que o próprio Pato cobrou e selou a vitória brasileira, já aos 44.

alexandre pato brasil x suecia (Foto: Mowa Press)Pato saiu do banco para marcar duas vezes pelo Brasil no amistoso (Foto: Mowa Press)
SUÉCIA 0 X 3 BRASIL
Isaksson; Larsson, Granqvist, Olsson e Safari; Wernbloom, Holmen, Elm (Svensson) e Wilhelmsson (Kacanikilic); Marcus Berg ( Husén) e Toivonen. Gabriel, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz (Dedé) e Alex Sandro; Rômulo, Paulinho, Ramires e Oscar (Hulk); Neymar (Lucas) e Leandro Damião (Pato).
Técnico: Erik Hamren Técnico: Mano Menezes.
Gols: Leandro Damião, aos 31 do primeiro tempo; Alexandre Pato, aos 40 e aos 44 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Thiago Silva (Brasil); Larsson e Wernbloom (Suécia)
Local: Estádio Rasunda, em Estocolmo (Suécia). Árbitro: Viktor Kassai (Hungria) Auxiliares: Robert Kispal (Hungria) e Tibor Vamos (Hungria)

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Esquiva sofre punição, não consegue revanche e fica com a prata no boxe

Esquiva acerta o japonês, mas recebe punição e perde dois pontos no 3º round (Foto: Reuters)

Ryota Murata entrou no ringue do Complexo Excel sorridente. E saiu da mesma maneira. Do outro lado, Esquiva Falcão. Ele queria uma revanche contra o algoz do Mundial de 2011, mas não foi desta vez. O brasileiro sofreu uma punição no último round, perdeu dois pontos e a chance de conquistar a medalha de ouro. O resultado final no placar mostrava 14 a 13 – apenas um pontinho de vantagem para o japonês. Esquiva teve que se contentar com a prata em Londres, o que lhe rendeu a melhor campanha de um pugilista do país nas Olimpíadas.

O Brasil não conquistava uma medalha olímpica no boxe desde os Jogos da Cidade do México, em 1968, quando Servílio de Oliveira foi bronze no peso-mosca. Em Londres 2012, a melhor campanha da história, com três medalhas. Além da prata deste sábado, Adriana Araújo ficou com o bronze na estreia do boxe feminino em Olimpíadas e Yamaguchi Falcão – irmão de Esquiva – também garantiu o terceiro lugar na categoria meio-pesado.

O sorteio das chaves favoreceu, e Esquiva descansou na primeira rodada. Com a vaga direta nas oitavas, o capixaba não tomou conhecimento de Soltan Migitinov na estreia. Ele venceu o atleta do Azerbaijão por 24 a 11 e garantiu presença nas quartas. No caminho para a medalha olímpica estava o húngaro Zoltan Harcsa. Nova vitória (14 a 10), a vaga na semi e, pelo menos, o bronze garantido. Mas Esquiva queria mais. Lutando contra a torcida local e contra Anthony Ogogo, ele ganhou a luta (16 a 9) e os britânicos, que se renderam a ele.

Guardas fechadas e cautela. A luta que definiu o campeão dos pesos-médios começou com os dois atleta se estudando muito. Enquanto o japonês tentava encurtar a distância, o brasileiro buscava atacar. Mas foi Murata que acertou um bom cruzado para abrir vantagem de dois pontos no primeiro round: 5 a 3.

Em desvantagem, Esquiva partiu para o ataque. O japonês fechou bem a guarda e evitou os golpes. O juiz chamou a atenção do brasileiro por abaixar a cabeça e agarrar o adversário. Mas o capixaba continuou a atacar e diminuiu na diferença no placar para um ponto: 5 a 4 no segundo assalto.

A decisão ficou para o terceiro e último round. Esquiva perdia a luta por um ponto, mas sofreu um golpe forte logo no início do período. Não veio do japonês, mas do juiz, que puniu o brasileiro por agarrar o rival. Dois pontos de graça para o vice-campeão mundial Murata. Esquiva precisava, então, tirar três pontos de vantagem. Ele correu atrás, encurralou o japonês nas cordas, mas só conseguiu fazer 5 a 5 no round final – o que não foi suficiente para a virada.

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