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Análises seguem sem identificar manchas de óleo em praias da PB

Ao comentar o resultado das análises feitas até a última terça-feira (29), o superintende de Administração do Meio Ambiente da Paraíba (Sudema), Aníbal Peixoto Neto, disse que nenhuma das praias do estado tem manchas de óleo. “Todas estão livres de óleo. Quanto ao material recolhido pelas nossas equipes (400 kg), se tratava de areia oleada, ou seja, só uma parte era de óleo”, afirmou.

Desde setembro têm aparecido no litoral nordestino grandes manchas de óleo vindas do fundo do mar. Na Paraíba, foram encontradas inicialmente (final de agosto e início de setembro) manchas em 14 praias – nove delas na Costa do Conde; quatro em Cabedelo; e uma em João Pessoa, no Bessa. Porém, houve a necessidade de limpeza na primeira quinzena de setembro apenas em Cabedelo, no litoral Norte. Nessa limpeza, conforme revelou Aníbal Neto, foram coletados os 400 kg de areia com óleo, levados para uma célula no aterro instalado na Região Metropolitana de João Pessoa.

Com o surgimento de uma segunda mancha de óleo no Nordeste, que não atingiu a Paraíba, segundo o governo, a gestão estadual decidiu criar uma força tarefa para dar início a um trabalho de monitoramento intensivo, contando com equipes da Sudema, Fundação Chico Mendes, Corpo de Bombeiros, Ministério Público do Estado, Agência de Vigilância Sanitária, acadêmicos da Universidade Federal da Paraíba, secretarias de Meio Ambiente e Defesa Civil de todas as cidades do litoral, além da Capitania dos Portos que, por meio da Marinha do Brasil, está à frente da coordenação.

Na Paraíba, segundo Aníbal Neto, o trabalho de monitoramento tem sido feito diariamente com a utilização de drones e equipes que atuam em solo e no mar. O superintendente da Sudema informou que todos os arrecifes do litoral estão intactos, sem sinais de óleo. A pesca também está liberada sem restrições, assim como o consumo de peixes.

Nesta segunda-feira (4), amostras de óleo coletadas na Paraíba serão levadas para análise para ver os parâmetros inorgânicos, como cobre e ferro dissolvido, hidrocarbonetos totais de petróleo e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos. Esse trabalho também será feito pela Agevisa nos pescados.

Aníbal Neto afirmou que não é possível ter uma resposta conclusiva sobre a ausência de óleo no litoral paraibano, enquanto em estados vizinhos, como Pernambuco, a tragédia ambiental teve sérias repercussões.

O superintendente disse que na terça-feira esteve em Recife para uma reunião a convite do governo pernambucano e que conversou com o vice-reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Marcos Araújo, que é oceanógrafo.

O vice-reitor disse que a ausência da mancha de óleo na Paraíba pode ter sido motivada pelo local onde houve o derrame do material ou então por conta das correntes marítimas. No começo da próxima semana, ainda de acordo com o superintendente, o local exato onde começou o derrame do óleo deve ser encontrado, assim como os responsáveis por esse crime ambiental.

 

(Foto: Divulgação/Secom-PB)

portalcorreio

 

 

Praias da PB não apresentam vestígios de óleo, garante Capitania dos Portos

A Capitania dos Portos garante não haver nas praias paraibana vestígios do óleo que vem atingindo praias de estados como Pernambuco e Alagoas. A informação surge após relatório do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apontando que as praias de Tambaba e Tabatinga, no município de Conde, estariam com vestígios de óleo.

Segundo a Capitania dos Portos, o relatório apresentado pelo Ibama traz informações com base em levantamento feito há algum tempo. A Capitania esclarece que os dados não foram atualizados.

Segundo o órgão, não há, no momento, nenhum vestígio de óleo. O que tem aparecido são resquícios passados do início de setembro. Pequenos fragmentos que ficam à deriva.

A Capitania dos Portos na Paraíba acrescentou ainda que tem monitorado as praias paraibanas, desde a divisa com Pernambuco até com o Rio Grande do Norte.

 

PB Agora

 

 

Dois homens morrem afogados em praias da Paraíba

Dois homens morreram vítimas de afogamentos em praias da Paraíba, na tarde desta terça-feira (22). Segundo informações do Corpo de Bombeiros, os acidentes foram registrados na Praia da Penha, em João Pessoa e na Praia de Tabatinga, no município do Conde.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o primeiro caso aconteceu na Praia da Penha. A vítima seria um pescador que foi resgatado por outros pescadores que estavam no local. O homem apresentou sinais de parada cardiorrespiratória e foi reanimado, mas não resistiu e morreu ainda na praia.

Já a outra vítima, é um jovem de 28 anos, que se afogou na Praia de Tabatinga. Ele estava acompanhado pela família quando mergulhou e desapareceu no mar. Uma equipe de bombeiros fez buscas no local por mais de duas horas, mas ele já foi encontrado sem vida.

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, os casos são considerados atípicos porque a maioria dos afogamentos acontecem aos finais de semana.

Foto: Gabriel Costa/G1

G1

 

Paraíba tem 16 praias atingidas por manchas de óleo; número sobe para 132 no Nordeste

Já são 132 praias atingidas por manchas de óleo no Nordeste, segundo o balanço do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) divulgado neste domingo (6).

No total, 61 municípios foram afetados em 9 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

O último estado a ser atingido foi a Bahia, na última quinta-feira (3).

O governo de Sergipe decretou situação de emergência em razão das manchas de óleo. Nesta segunda (7), o ministro Ricardo Salles visitará o estado. O projeto Tamar suspendeu a soltura de filhotes de tartarugas marinhas por conta do problema.

No sábado (5), o presidente Jair Bolsonaro determinou uma investigação sobre as origens do óleo.

Petróleo cru acumulado em ponto do litoral de Sergipe (SE) — Foto: Reprodução/TV Sergipe

Petróleo cru acumulado em ponto do litoral de Sergipe (SE) — Foto: Reprodução/TV Sergipe

O Ibama informou que desde o dia 02 de setembro vem estabelecendo uma série de ações, juntamente com o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (DF), Marinha e Petrobras, com o objetivo de investigar as causas e responsabilidades do despejo, no meio ambiente, do petróleo cru que atingiu o litoral nordestino.

O resultado conclusivo das amostras, solicitadas anteriormente pelo Instituto e pela Capitania dos Portos, e cuja análise foi feita pela Marinha e pela Petrobras, apontou que a substância encontrada nos litorais trata-se de petróleo cru, ou seja, não se origina de nenhum derivado de óleo.

Investigação do Ibama com apoio dos Bombeiros do DF aponta que o petróleo que está poluindo todas as praias seja o mesmo. Contudo, a sua origem ainda não foi identificada. Em análise feita pela Petrobras, a empresa informou que o óleo encontrado não é produzido pelo Brasil. O Ibama requisitou apoio da Petrobras para atuar na limpeza de praias. Os trabalhadores que estão sendo contratados pela petrolífera são agentes comunitários, pessoas da população local, que recebem treinamento prévio da empresa para ocasiões em que forem necessários os serviços de limpeza. No entanto, o número efetivo de mão-de-obra dependerá da quantidade de pessoas treinadas disponíveis nas áreas.

Segundo o relatório do Ibama, dentre as 132 praias afetadas em todo o Nordeste desde o início de setembro, 11 estão em processo de limpeza, 74 ainda tem manchas visíveis e 48 estão livres da substância na areia.

Pelo menos 12 animais foram atingidos pelo óleo – nove tartarugas e uma ave foram encontradas mortas ou morreram após o resgate.

Uma investigação do Ibama aponta que as manchas são de petróleo puro e que todas as amostras têm a mesma origem, mas ainda não é possível afirmar de onde ele veio. Em nota, a Petrobras afirma que o material não é produzido pela companhia.

A suspeita é que o petróleo tenha vindo de navios que passam pela região, segundo a Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH), que está analisando imagens de satélite da costa. A pesquisa, no entanto, ainda está em estágio inicial.

As manchas começaram a aparecer no início de setembro. Até quinta-feira (26), eram 99 localidades atingidas. Na sexta (27), o número subiu para 109. No domingo (29), chegou a 113 e na terça-feira (1) foi para 115. Agora, já são 124 praias afetadas.

A lista completa de municípios e praias atingidos está disponível no site do Ibama.

Origem da substância

Manchas voltaram a se encontradas na praia de Pirambu — Foto: Ibama/SE

Manchas voltaram a se encontradas na praia de Pirambu — Foto: Ibama/SE

Na terça-feira (1) uma reunião foi realizada no Recife com representantes de seis dos nove estados nordestinos para discutir estratégias para diminuir os impactos das manchas de óleo. A Bahia foi o único estado da região que não foi afetado.

Na reunião, os estados decidiram protocolar, em conjunto, uma denúncia sobre o caso, a ser enviada à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal.

Nesta quarta-feira (2) a Polícia Federal do Rio Grande do Norte comunicou que um inquérito foi instaurado para investigar a origem das manchas. A apuração sobre a possibilidade da ocorrência de dano ambiental começou no mês passado.

Manchas sendo recolhidas por equipes da Adema na Atalaia Nova, Barra dos Coqueiros (SE) — Foto: Adema/Divulgação

Manchas sendo recolhidas por equipes da Adema na Atalaia Nova, Barra dos Coqueiros (SE) — Foto: Adema/Divulgação

Há suspeita de que a contaminação tenha relação com navios petroleiros. A hipótese é que algum deles tenha efetuado uma limpeza nos tanques e despejado os rejeitos no mar.

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, José Bertotti, os responsáveis pelo problema podem pagar uma multa que vai de R$ 5 milhões a R$ 50 milhões pelo crime ambiental, que é considerado gravíssimo. O governo do estado se preocupa com a repercussão no turismo.

Em entrevista ao G1 na última sexta (27), o diretor da Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco, Eduardo Elvino, disse que o órgão está atuando em conjunto com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) para identificar possíveis fontes do vazamento.

O trabalho envolve analisar imagens de satélite que abrangem 187 quilômetros do litoral dos estados de Pernambuco e Paraíba. Segundo Elvino, ainda não é possível apontar quais navios podem ser responsáveis pela tragédia ambiental porque a análise está em estágio inicial.

“Com essa varredura das imagens de satélite a gente identificou os pontos no mapa que podem ser navios, e aí estamos analisando a existência de pontos pigmentados ao lado desses possíveis navios. Esses pontos coloridos podem ser realmente manchas de óleo, mas também podem ser cardumes de peixe ou concentrações de alga, por exemplo. São várias possibilidades”, explica Elvino.

Segundo o coordenador do sindicato dos trabalhadores na indústria do petróleo de Pernambuco e Paraíba (Sindipetro PE/PB), Rogério Almeida, a prática é proibida, mas ainda é realizada.

“É um óleo grosso, quase um piche. Pode ser rejeito de um navio após a limpeza dos tanques. Muitos navios continuam fazendo isso e deve ter caído em uma corrente marítima”, disse Almeida.

De acordo com Elvino, com a identificação das correntes marinhas, “existe a possibilidade de identificar o navio que fez a referida rota” e tentar rastrear se “o piche encontrado nas praias faz parte do combustível dos navios”. Segundo o analista, pela legislação, o produto deve ser descartado nos portos, onde empresas especializadas recolhem o material.

Animais afetados

Tartaruga foi encontrada no litoral do RN coberta de óleo e limpa pela equipe do Aquário de Natal — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi

Tartaruga foi encontrada no litoral do RN coberta de óleo e limpa pela equipe do Aquário de Natal — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi

O número de animais afetados também é computado pelo Ibama. Segundo o último balanço do órgão, publicado na segunda-feira (30), o óleo já atingiu ao menos 11 tartarugas e uma ave bobo-pequeno ou furabucho (Puffinus puffinus), conhecida pela longa migração. Quatro tartarugas foram encontradas vivas e sete foram encontradas mortas ou morreram após o resgate. A ave também não resistiu ao óleo.

  • 1/9 – 1 tartaruga marinha – Praia de Sabiaguaba, Fortaleza (CE) – morta
  • 4/9 – 2 tartarugas marinhas – Praia do Paiva, Cabo de Santo Agostinho (PE) – mortas
  • 7/9 – 1 ave bobo pequeno – Praia de Cumbuco, Caucaia (CE) – morta
  • 11/9 – 1 tartaruga marinha – Praia de Jacumã, Ceará-Mirim (RN) – viva
  • 16/9 – 1 tartaruga marinha – Ilha dos Poldos, Aroises (MA) – morta
  • 22/9 – 1 tartaruga marinha – Praia de Itatinga, Alcântara (RN) – viva
  • 22/9 – 1 tartaruga marinha – Praia da Redinha Nova, Extremoz (RN) – morta
  • 23/9 – 1 tartaruga marinha – Praia da Redinha Nova, Extremoz (RN) – viva
  • 24/9 – 1 tartaruga marinha – Jericoacoara, Jijoca de Jericoacoara (CE) – morta
  • 28/09 – 1 tartaruga marinha – Ilha Grande, Ilha Grande (PI) – morta
  • 29/09 – 1 tartaruga marinha – Praia do Serluz, Fortaleza (CE) – viva
  • Localidades atingidas (PDF –  5,23 MB  – Atualizado em 06/10/2019)
  • Fauna atingida (PDF – 2,11 MB – Atualizado em 30/09/2019)

G1

 

 

Conheça as Top 5 Praias de Búzios

Búzios fica a 170 km da cidade do Rio de Janeiro e fica localizada na Região dos Lagos, onde também estão as cidades Arraial do Cabo, Saquarema, São Pedro da Aldeia e Iguaba Grande.

A estrela deste post, no entanto, são as praias de Búzios, já conhecidas por suas belíssimas águas e uma oportunidade para quem deseja relaxar ou curtir a noite.

Para chegar em Búzios é preciso ir de ônibus ou de carro, afinal a cidade não possui aeroporto.

A viagem dura cerca de 2h10 para quem vai de carro e 2h30 para quem vai de ônibus, saindo da Rodoviária Novo Rio. Veja como chegar:

Como chegar em Búzios:

  • De carro: Há diversas opções de trajeto para quem vai de carro, tornando a viagem muito tranquila. Atravessando a ponte Rio-Niterói, acesse a BR-101 e em seguida siga pela Via Lagos (RJ-124). Nesta segunda parte do trajeto há cobrança privatizada e o preço do pedágio costuma ser R$ 10,30 para veículos de passeios durante a semana e R$ 17,20 no fim de semana. No entanto, viajar no fim de semana pode ser um ponto ruim, e não é por conta do preço do pedágio. Isso porque, no fim de semana, o trânsito fica bastante movimentado, aumentando a sua viagem para 7h de carro. Por isso, para curtir as belíssimas praias de Búzios, tente se programar e pegar a estrada durante a semana.

 

  • De ônibus: O trajeto de ônibus também é muito tranquilo. Basta pegar um ônibus da Auto Viação 1001, partindo da Rodoviária Novo Rio. As viagens possuem diversos horários todo dia e o preço custa em média R$ 82, mas você também pode encontrar promoções de passagens a R$ 60, podendo ser compradas presencialmente ou pela internet.

1. Praia de Geribá

Se você gosta de curtir uma noite badalada e cheia de agitação e de gente, então a praia de Geribá é o seu destino certo.

A praia possui uma excelente estrutura e conta com muitas pousadas, quiosques, vendedores ambulantes e tudo o que for necessário para não deixar você sair de lá tão cedo.

O centro da praia é o celeiro dos surfistas e praticantes de windsurf, principalmente por causa da formação de ondas e do vento.

Se você prefere menos gente e mais tranquilidade, então o seu destino é a praia de Ferradurinha. Continue lendo e veja mais sobre ela nos próximos tópicos.

2. Praia da Ferradura

Procurando uma praia para curtir com toda a família? Então, ligue o GPS e siga em direção à Praia da Ferradura.

A praia é conhecida por suas águas tranquilas, ideais para quem quer curtir com sossego.

Por lá você tem a opção de alugar um kayak ou SUP para se divertir, pode comprar uma água de coco, cerveja ou caipirinha nas barraquinhas e relaxar com a família.

3. Praia Ferradurinha

A praia de Ferradurinha fica ao lado da praia de Geribá, é uma pequena praia e as suas águas são incrivelmente azuis.

É uma praia tranquila, ideal para quem deseja relaxar.

4. Praia da Azeda

A praia da Azeda é super acessível e você pode chegar lá em uma caminhada de apenas 7 minutos partindo da praia dos Ossos.

Para chegar na areia da praia, você pode ir por uma escada e ainda aproveitar para vislumbrar um mar bem azulzinho e depois encontrar um guarda-sol e cadeiras de praia para curtir sua folga na areia.

Se você quer relaxar e ficar tranquilo, evite os finais de semana. A praia fica lotada e é quase impossível encontrar um pedaço de areia para se esticar. Dependendo da hora, a maré pode deixar a areia ainda mais estreita.

5. Praia Azedinha

A praia Azedinha é apenas uma continuação da praia da Azeda e fica do lado direito.

Ela é super pequena e pode ser atravessada em apenas 50 passos.

Essas duas praias fazem parte de uma Área de Proteção Ambiental (APA) e, por conta disso, você não encontrará nenhum quiosque ou barraca no local, apenas alguns barcos que vendem drinks ou petiscos.

Gostou das dicas? Então, comente aqui embaixo qual a sua praia favorita de Búzios.

 

 

 

Litoral paraibano tem 19 praias impróprias para o banho neste final de semana

Neste final de semana, 19 praias do Litoral paraibano estão impróprias para o banho de acordo com relatório divulgado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). Outros 36 pontos foram classificados como próprios.

Confira:

João Pessoa

– Praia do Bessa, próximo à desembocadura do maceió;

– Praia de Manaíra, 100 metros à direita e à esquerda da quadra de Manaíra, dos imóveis nº 315 e 1461, localizados na avenida João Maurício, e da galeria pluvial no final da avenida Senador Ruy Carneiro;

– Praia do Cabo Branco, 100 metros à direita e à esquerda do final das ruas Gregório Pessoa de Oliveira e Áurea, da rotatória ao final da avenida Cabo Branco e da desembocadura de galeria pluvial;

– Praia da Penha, em frente às desembocaduras do Rio Aratu e do Rio do Cabelo;

– Praia do Arraial, em frente à desembocadura do Rio Cuiá;

– Praia do Sol, em frente à desembocadura do Riacho Camurupim

Cabedelo

– Praia do Jacaré, na margem direita do estuário do rio Paraíba;

– Praia do Poço, ao final da rua Santa Cavalcante;

– Ponta de Campina, em frente à galeria de águas pluviais;

Lucena

– Praia de Bonsucesso, ao final da rua Mariano de Souza Falcão;

– Praia de Ponta de Lucena, em frente à desembocadura da Camboa;

Conde

– Praia de Carapibus, ao final da rua Maria Carmelita Vasconcelos;

Pitimbu

– Praia Bela, em frente ao maceió;

– Praia do Maceió, em frente à desembocadura do Riacho Engenho Velho;

– Praia da Guarita, 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura da lagoa;

– Praia do Azul/Santa Rita, em frente às galerias de águas pluviais;

– Praia de Ponta dos Coqueiros, em frente à desembocadura da lagoa;

– Praia de Acaú/Pontinha, em frente à desembocadura do Rio Goiana;

– Praia de Pitimbu, nas proximidades do final da rua da Paz.

PB Agora

 

 

Pacotes misteriosos são encontrados em praias da Paraíba

Pelo menos 9 pacotes sem identificação foram localizados em praias do litoral nordestino, incluindo a Paraíba. Os materiais trazidos pelo mar foram avaliados, inicialmente, como compostos por material sintético. Do total encontrado nas prais, pelo menos dois pacotes foram localizados no estado. Em entrevista, o Chefe da Divisão de Fiscalização do Ibama Geandro Guerreiro deu detalhes do encaminhamento dado aos objetos encontrados:

Esse material aparenta ser de látex e outro tipo de material sintético. A partir do trabalho em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente de Cabedelo, a Guarda Municipal, foi feito o recolhimento, e, em conversa com a Polícia Federal chegamos ao entendimento da necessidade desse material ser periciado para se afastar qualquer possibilidade de contaminação”, afirmou.

Muitas vezes esse tipo de material pode ser utilizado por traficantes para alimentar o tráfico de drogas podendo esconder material ilícito, e, por conta disso, foi solicitado à Polícia Federal uma perícia”, completou. As declarações repercutiram na TV Tambaú.

 

pbagora

Águas-vivas invadem praias de João Pessoa em período de reprodução

. (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Uma grande quantidade de águas-vivas foram encontradas na manhã desta terça-feira (2), na praia do Cabo Branco e na Ponta do Seixas, em João Pessoa. De acordo com a bióloga Luciana Alcântara, da Secretaria do Meio Ambiente de João Pessoa, o verão é um período que favorece a reprodução desses animais e, portanto, o surgimento das águas vivas se torna um fenômeno normal.

As águas vivas são animais invertebrados e que apresentam substâncias urticantes nos tentáculos, podendo provocar queimaduras. O verão é o período de reprodução desses animais, aumentando a população desses animais.

Segundo a Semam, no verão também há mudanças nas correntes marítimas devido a ação dos ventos. Isso provoca um carreamento de águas-vivas para as áreas de praia. A diminuição da população de tartarugas também contribui para o aumento das águas-vivas, já que a tartaruga é o seu predador natural.

A bióloga Luciana Alcântara explica que esse é um fenômeno que ocorre em escala global. Para não se queimar com as águas-vivas, os banhistas devem evitar entrar nas águas onde há maior concentração de algas marinhas, pois a visibilidade das águas-vivas fica prejudicada. Em caso de contato com a pele, a bióloga orienta que o banhista evite coçar e esfregar o local atingido, além de não colocar gelo. É importante procurar um médico assim que o acidente acontecer.

Estabelecimentos de praias do Litoral Sul são demolidos em operação federal

Divulgação/MPF-PB
Divulgação/MPF-PB

Vinte e três estabelecimentos comerciais instalados em áreas da União serão removidos na manhã desta quinta-feira (5) em operação no município de Lucena e no distrito de Costinha, na Grande João Pessoa, a 40 km da capital paraibana.

A operação é realizada pela Superintendência do Patrimônio da União na Paraíba (SPU), Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal, Exército, Ibama, Sudema, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Cagepa e prefeitura de Lucena.

A desocupação das áreas foi determinada pelo Tribunal Regional Federal (TRF). As primeiras ações são realizadas em Costinha e, ainda nesta quinta, as autoridades seguem para a praia de Lucena.

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portalcorreio

Com sensação de 43°C, praias cheias no Rio têm afogamentos e topless

Banhistas lotaram as praias da Zona Sul do Rio mais uma vez nesta terça-feira (20), feriado de São Sebastião, padroeiro da cidade. Na Zona Oeste, a temperatura chegou aos 35°C e a sensação térmica foi a 43°C. Nas praias da Zona Sul, era possível avistar de longe helicópteros da Polícia Civil e dos bombeiros sobrevoando a orla e realizando o resgate de banhistas no mar.

Segundo o Corpo de Bombeiros, 332 pessoas foram resgatadas pelos militares dos grupamentos do GMar de Botafogo e de Copacabana durante os fins de semana do mês de janeiro, sem contar esta terça, quando o mar ficou mais agitado.

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Toplessaço
Nas areias da Praia de Ipanema, eleitas por meio de um concurso na internet no fim de 2014, Natache Iamayá e Karla Klemente receberam a faixa de Musas do Toplessaço.

Musas do toplessaço na praia de Ipanema (Foto: Erbs Jr. / Frame / Estadão Conteúdo)Musas do toplessaço na praia de Ipanema (Foto: Erbs Jr. / Frame / Estadão Conteúdo)

O momento do topless foi registrado por uma imensidão de fotógrafos clicando as oito mulheres que tiveram coragem de tirar a parte de cima dos biquínis.

Outras jovens, apesar de apoiarem o movimento, preferiram não exibir os seios.

Toplessaço na Praia de Ipanema nesta terça-feira (20) feriado do padroeiro do Rio  (Foto: Cristina Boeckel/G1)Toplessaço na Praia de Ipanema nesta terça-feira (20) feriado do padroeiro do Rio (Foto: Cristina Boeckel/G1)

De acordo com a meteorologia, uma massa de ar seco, que está sobre a região, mantém o tempo quente e afasta as possibilidades de chuva no Rio durante os próximos dias. O calor pode aumentar devido a máxima prevista de 38°C.

Bombeiros monitoravam a orla da Zona Sul na manhã desta terça (20) (Foto: José Raphael Berrêdo/ G1)Bombeiros monitoravam a orla da Zona Sul na manhã desta terça (Foto: José Raphael Berrêdo/ G1)
G1