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5 coisas que você precisa saber antes de levar crianças à praia

praiaVai dar praia no fim de semana? Antes de fazer as malas e cair na estrada com os filhos, é melhor se preparar com um pouco mais de cuidado. Não dá para usar qualquer tipo de protetor solar e os horários de passeios vão precisar ser reavaliados. Confira abaixo algumas sugestões para não esquecer na hora de se preparar e aproveite os dias quentes com mais tranquilidade.

  • A partir de que idade?

    Não existe um consenso sobre quando os bebês podem começar a frequentar a praia, mas os especialistas costumam recomendar esperar pelo menos até os seis meses de vida para fazer a primeira visita ao litoral. O que não muda são as recomendações de cuidado com a exposição solar –os horários adequados são antes das 10h e depois das 16h. A partir do quarto mês de vida, o bebê já pode entrar na piscina. Para nadar no mar, porém, é melhor esperar até ele completar um ano.

  • A questão do protetor solar

    Protetores solares são indicados somente para crianças a partir de seis meses. Antes disso, não devem usar o produto nem ser expostas de maneira intensa ao Sol. As crianças mais velhas podem usar produtos específicos, preferencialmente sem compostos químicos, como ácido paraminobenzóico (PABA) ou Benzofenona-3. Leia mais

  • Na bagagem

    A mala de viagem deve incluir itens como camisetas leves e claras, bonés ou chapéus, fraldas próprias para a água, toalhas e brinquedos para a praia. Para crianças com mais de um ano, leve também um repelente (lembrando sempre de consultar antes o pediatra, para evitar problemas com eventuais alergias).

  • Alimentação

    Assim como os adultos, hidratação é fundamental para as crianças: água, sucos e água de coco são sempre bem-vindos, consumidos a cada 30 minutos. No entanto, os alimentos costumeiramente vendidos à beira-mar, como espetinhos ou sanduíches com maionese, não são boa escolha para os pequenos. E, mesmo de férias, deve-se procurar manter a rotina da criança, com seus horários de alimentação.

  • Para evitar problemas

    Criança perdida na praia é um clássico das férias de verão. Para que não aconteça com você, fique sempre de olho e, se possível, coloque uma pulseira de identificação com os dados básicos dos pequenos. Para crianças mais velhas, ensine para quem elas podem procurar ajuda caso se percam (como os salva-vidas ou policiais) e combine um ponto de encontro seguro para que eles possam se dirigir em caso de desencontro com os pais.

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Primeiros socorros para queimaduras, insolação e outros acidentes da praia

ouvidoPraia é sinônimo de relaxar e se divertir. Mas, se não tomarmos os cuidados adequados, o passeio pode virar uma dor de cabeça – por isso é importante usar protetor solar, se hidratar bem e tomar cuidados com os alimentos estragados. Só que mesmo essas precauções podem não ser suficientes, abrindo espaço para pequenos acidentes acontecerem. Pensando nisso, conversamos com diversos especialistas, que nos ensinaram os primeiros socorros para acidentes típicos da beira mar:

Queimadura

Os cuidados locais que a pessoa deve ter quando sofre uma queimadura térmica são: lave o local com água gelada e sabão neutro, sem usar gelo no local. “Isso pode agravar a lesão, uma vez que a pele estará muito sensível”, declara o clínico geral Lucas Zambon, supervisor do Pronto Socorro do Hospital das Clínicas. Caso haja bolhas, não estoure, pois há risco de contrair infecções. Após lavar e secar com cuidado o local, você pode fazer compressas geladas com cuidado. “A hidratação com cremes à base de aloe vera pode ser praticada onde não há formações de bolhas ou lesões mais profundas (ou seja, apenas pele vermelha e dolorosa que fica branca quando se faz pressão com o dedo sobre a lesão).”
O especialista afirma que os cuidados com queimaduras são os mesmos, não importa se por objeto quente, exposição ao sol ou outras causas. “Você deve procurar atendimento médico em caso de bolhas, dor intensa, sinais de pele morta e descamando após a queimadura, queimaduras de face, mãos, pés ou genitais, se acometer grande parte do corpo ou caso você comece a ter febre.”

É importante ressaltar que qualquer procedimento além desses podem causar uma infecção ou agravar o problema. “Não aplique manteiga, café, pasta de dente ou outras receitas caseiras em hipótese alguma”, dia o pediatra Fernando Freitas de Oliveira, coordenador de ensino médico do Hospital Municipal e Infantil Menino Jesus.

Água viva

As queimaduras por águas-vivas ou caravelas são causadas por agentes venenosos que esses animais marinhos têm em seus tentáculos. “Em um primeiro momento, deve-se tentar remover calmamente o tentáculo do contato com a pele, e não se deve colocar o ferimento em água gelada, nem fazer fricção local”, afirma o clínico geral Lucas. Deve-se colocar a parte afetada imersa em água quente (na temperatura máxima tolerada pela pessoa), por pelo menos 20 minutos. Alguns casos podem se beneficiar do uso de ácido acético (vinagre) sobre o local, porém nem sempre é efetivo. “Não é recomendado o uso de urina ou bebidas alcóolicas para passar no ferimento, pois podem provocar uma infecção e agravar a lesão.”

Ouvido entupido

Depois de tomar um banho de mar ou piscina, é possível que a água fique acumulada no ouvido. Se a água for de rio ou lagoa, é uma proliferação maior de bactérias do tipo Pseudomonas sp, causadores da otite. “A maioria das infecções de ouvido é causada pelo fato de a água empurrar cera pelo canal auditivo, quadro que pode ser agravado pela presença de micro-organismos no líquido”, explica o pediatra Fernando.

Para retirar a água acumulada, você pode enxugar a região externa do ouvido com uma toalha e dar pulinhos ou então pequenos tapinhas no lado oposto da cabeça, a fim de fazer o líquido sair. Caso essas medidas não funcionem, procure um médico para fazer uma lavagem ou receber medicação adequada. “Nunca introduza nada dentro do ouvido, como tampas de caneta ou cotonetes.”

Picada de mosquito

Muito comum nos dias quentes de verão, as picadas de mosquito acontecem porque esses insetos necessitam do sangue humano para amadurecer seus ovos – ao contrário do que muitos pensam, não é esse o alimento do animal. Se você notar que foi atingido, é preciso primeiro notar se houve uma reação alérgica. “Na maioria das vezes ocorre uma reação desproporcional no local da picada, como inchaços ou então várias bolinhas, assemelhando-se à catapora”, diz o alergista Marcelo Aun, do Hospital Samaritano, em São Paulo. “Em casos mais graves, a pessoa pode ter um choque anafilático, devendo ser encaminhada imediatamente para o hospital”, alerta. Se a reação acontecer, procure um hospital.

Para indivíduos no geral, a recomendação máxima é evitar coçar a área, sob o risco de levar bactérias da unha para a lesão e causar uma infecção secundária – higienizar o local com álcool também irá ajudar. Segundo o especialista, a coceira acontece porque o mosquito deixa em nosso sangue sua saliva, que é tóxica à nossa pele, e melhora sozinha após algumas horas ou poucos dias. Outra medida campeã é aplicar gelo na área, diminuindo a temperatura local. “Esse processo, além de aliviar a coceira, dor e vermelhidão da picada, também impede que as substâncias deixadas pelo mosquito se espalhem pela pele, impedindo uma inflamação”, explica. É importante que o gelo seja colocado logo que a picada acontecer, justamente para evitar a progressão da inflamação. Ele ressalta que cremes, pomadas e outras receitas caseiras não são necessárias, sob o risco de causar reações e agravar o problema. “Caprichar na limpeza com água e sabão e não coçar a área são as melhores medidas a serem tomadas.”

Diarreia

Comidas estragadas ou mal conservadas, água sem tratamento adequado e falta de hidratação são problemas comuns no litoral e que acabam rendendo muitos casos de diarreia. O clínico-geral Claudio Miguel Rufino, da Unifesp, afirma que a hidratação do corpo é a principal recomendação médica em casos de diarreia, já que o organismo perde muita água por meio das fezes. “As melhores opções são o soro caseiro, soros de reidratação oral comerciais, água de coco, bebidas isotônicas, chás e sucos naturais, além da água mineral”, diz. Isso porque a diarreia provoca a perda de sais minerais, como sódio, magnésio e potássio, por isso a água somente não repõe todas essas perdas.

Outras medidas envolvem cortar alimentos muito gordurosos ou ricos em açúcar, e dar preferência a pratos de sabor mais leve, como torradas ou frutas. “O próprio corpo é capaz de resolver um quadro de diarreia, sem necessidade de medicação, mas podem ser usados remédios para diminuir a frequência das evacuações, sempre com orientação médica”, completa o clínico, lembrando que um hospital deve ser procurado sempre que houver presença de sangue nas fezes, impossibilidade de alimentação e hidratação oral, febre e diarreia por mais de dez dias ou antes disso caso a diarreia seja intensa e as evacuações frequentes. No caso de crianças, gestantes e idosos, o médico deve ser procurado imediatamente, assim como nas situações em que o paciente apresenta outra doença associada.

Se cortar em espinhas de peixe ou outros materiais

Feridas causadas por corais, ouriços do mar e espinhas de peixe ou de arraia são relativamente comuns. São feridas dolorosas e que podem infectar principalmente se algum material ficar preso na pele. “Em algumas espécies de peixes, ouriços e no caso da arraia, pode haver veneno, mas os principais sintomas são localizados, havendo muita dor e inflamação”, ressalta o clínico geral Lucas. Em caso de acidente, o ideal é lavar o local, cobrir com um pano limpo ou atadura e se dirigir ao atendimento médico. “Há casos em que é necessário extrair o material preso ou mesmo receber antibióticos.”

Insolação

Nem sempre a pessoa que sofre de insolação tem queimaduras severas de sol. “Os sintomas podem ser vários, como vermelhidão, ressecamento e ardor da pele, dor de cabeça, náuseas, pulsação e respiração aceleradas, desidratação, aumento da temperatura corporal e alteração do nível de consciência”, conta o pediatra Fernando.

O excesso de sol e calor é suficiente para acabar com o seu bem-estar. Quando o corpo chega a uma temperatura muito elevada, o mecanismo de transpiração falha e o corpo fica incapacitado de se resfriar. O resultado dessa reação é a insolação, que pode ir desde uma vermelhidão e dor de cabeça até uma internação no hospital. Outros sintomas envolvem prostração, mal estar, vômitos e fadiga acentuada. “As principais recomendações são repouso e ingestão de água, pois o maior perigo da exposição excessiva ao calor é a desidratação”, explica.

Irritação nos olhos

A coceira parece que nunca vai ter fim. E, quanto mais você esfrega, mais vermelhos seus olhos ficam. E os problemas não param por aí: inchaço das pálpebras e até dificuldade para enxergar são incômodos bastante comuns após um dia inteiro de sol e mar. “Os micro-organismos que ficam na água do mar e a concentração de sal, diferente daquela presente nas lágrimas, podem causar irritação e até infecções”, afirma a oftalmologista Carla Suzuki, da Unidade de tratamento oftalmológico Vision Care.

Sendo assim, é de extrema importância evitar o mergulho em águas impróprias, que podem conter micro-organismos causadores de uma inflamação. Fique atento às piscinas com cloro e não mergulhe de olhos abertos sem proteção, uma vez que a substância pode causar uma conjuntivite química, pior do que a provocada pela água do mar. “Use óculos de sol, que evitam a passagem dos raios de luz com comprimento de ondas superiores ao violeta e funcionam como escudo protetor para elementos externos como areia e suas impurezas”, diz.

Se a irritação já está instalada, evite coçar os olhos para reduzir a contaminação e lave o rosto com água mineral ou água corrente. “Isso ajuda na remoção da salina e das substâncias químicas que causam irritação. ” Uma compressa de soro fisiológico gelado traz um enorme alívio pra a coceira e diminui na hora a vermelhidão.

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Vídeo mostra turista sendo atingida por raio em praia

raioImagens obtidas pelo G1 mostram o exato momento em que uma turista é atingida por um raio na Praia do Sonho, em Itanhaém, no litoral de São Paulo. Taline Campos, de 25 anos, teve uma parada cardiorrespiratória e foi internada em estado crítico.

Um vídeo registrado por um morador da cidade mostra como tudo aconteceu. Taline caminha tranquilamente pela beira do mar, mesmo após a tempestade ter se formado. Em determinado momento, ela é atingida em cheio pelo relâmpago e cai no chão. Uma outra pessoa, que estava ao lado dela, não se feriu.

Assim como Taline, outros moradores e turistas também preferiram não se abrigar durante a tempestade. No vídeo, é possível identificar pelo menos dez pessoas, incluindo crianças, a menos de dez metros da jovem, que caminhava sozinha no momento do acidente.

Veja vídeo: 

Resgate
Banhistas que estavam perto do local do acidente chamaram o Serviço Atendimento Móvel Urgência (Samu). A jovem foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Sabaúna, em estado gravíssimo.

O resgate da mulher foi feito em menos de 15 minutos, e ela precisou ser sedada e entubada. Segundo apurado pelo G1, na manhã desta segunda-feira (2) ela foi transferida para um hospital de referência na Grande São Paulo. Taline é moradora de Guarulhos.

Região campeã de raios
De acordo com o climatologista Rodolfo Bonafim, diretor científico da ONG Amigos da Água, a região da Baixada Santista é campeã em incidências de raios durante o verão. “As pessoas estão sendo imprudentes. Os turistas, por falta de conhecimento, acham que nada vai acontecer com eles. As pessoas precisam ficar espertas. A dica é olhar na direção do continente e observar as nuvens mais escuras. Isso pode evitar acidentes”, afirma.

Segundo Bonafim, a tempestade deste domingo pegou muita gente de surpresa, já que as nuvens carregadas chegaram repentinamente acompanhadas por uma forte ventania.

“Tudo aconteceu muito rápido. Os bombeiros pedem para as pessoas saírem e muita gente ignora. O que aconteceu foi uma descarga pontual. O raio cair em uma pessoa é raro. Normalmente, as mortes acontecem quando o raio cai na areia ou no mar e as pessoas recebem o choque”, diz.

O climatologista explica ainda que, provavelmente, a banhista foi atingida por estar em contato com a água salgada. “A água salgada é um condutor de eletricidade. O ponto mais alto entre a areia e a nuvem é a pessoa. Ela acabou virando uma espécie de para-raio. O relâmpago atingir a pessoa pela cabeça pode acontecer, mas é uma situação extremamente rara”, completa.

Outro caso
No dia 14 de janeiro de 2014, uma turista de 36 anos foi atingida por um raio em uma praia de Guarujá. O fotógrafo Rogério Soares, do jornal “A Tribuna”, de Santos, estava fazendo fotos da orla da praia da Enseada quando, coincidentemente, flagrou o momento em que a mulher foi atingida pelo raio. A vítima, Rosângela Biavati, chegou a ser socorrida, mas morreu pouco tempo depois.

G1

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Hulk curte férias em praia da Paraíba após fim do Campeonato Chinês

hulk-paraibaO atacante Hulk está de volta à terrinha. Após o fim da temporada do Campeonato Chinês, onde defende as cores do Shanghai SIPG, o paraibano chegou de viagem na última quinta-feira (10).

No primeiro final de semana de suas férias, Hulk aproveitou a folga para curtir, com amigos e familiares, as águas mornas da Praia de Formosa, em Cabedelo, na região metropolitana de João Pessoa.

Adepto das redes sociais, o jogador não deixou passar em branco a dia à praia e publicou uma foto no Instagram. “Aproveitando a minha Paraíba”, escreveu o jogador.

Em sua primeira temporada na China, Hulk fez cinco gols em sete partidas da competição.

Alexandre Freire – MaisPB

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Alison e Bruno ganham ouro na praia, e Brasil já faz sua melhor Olimpíada

imagem: Márcio José Sanchez/AP
imagem: Márcio José Sanchez/AP

Alison e Bruno Schmidt deram fim a um jejum de 12 anos do Brasil no vôlei de praia. Nesta quinta-feira (18), na Arena de Copacabana, a dupla da casa contou com apoio maciço da torcida para vencer os italianos Nicolai e Lupo, por 2 sets a 0 (21/19 e 21/16).

Alison acumula erros, mas resolve no bloqueio

A dupla brasileira começou o primeiro set sofrendo com o nervosismo e o saque de Paolo Nicolai. Com serviços que beiram os 100km/h, o italiano foi fundamental para fazer com que a vantagem chegasse a 5 a 1. Um pedido de tempo, no entanto, reequilibrou a partida para os brasileiros.

De volta após a pausa, Nicolai errou o saque e deu início à reação. Com três pontos consecutivos, a dupla da casa assumiu a liderança em 9 a 8. Com Alison firme no bloqueio e Bruno eficiente no saque e no passe, os brasileiros chegaram a abrir três pontos de vantagem. Os erros seguidos de “Mamute” no ataque, porém, acabaram permitindo que os italianos reassumissem a ponta em 19 a 18. Mas foi o próprio Alison responsável por fechar o primeiro set por 21 a 19, com um bloqueio em cima de Nicolai.

Itália segue apostando nos erros de Alison

Os erros de ataque de Alison no primeiro set fizeram com que os italianos adotassem como estratégia sacar sempre em cima dele. A tática deu resultado no início do segundo set, com o “Mamute” sofrendo sendo obrigado a fazer a maioria dos ataques e sofrendo com o bloqueio de Nicolai.

Para tentar tirar Alison da marcação de Nicolai, Bruno passou a fazer passes mais altos, dando a opção para que o companheiro conseguisse atacar forme na diagonal. E a tática começou a dar resultado. Apesar de ainda existirem, os erros de Alison diminuíram e a dupla brasileira conseguiu empatar a parcial em 11 a 11. A partir daí, nem Nicolai conseguia mais segurar a força de Alison. A dupla brasileira chegou a abrir quatro pontos de vantagem, antes de fechar a segunda parcial em 21/17.

Uol

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Ágatha e Bárbara param em alemãs na final e mantêm jejum do vôlei de praia

imagem: Marcio José Sanchez/AP
imagem: Marcio José Sanchez/AP

Ágatha e Bárbara fizeram o “impossível” ao eliminarem a tricampeã olímpica Kerri Walsh na semifinal do vôlei de praia. Na decisão, porém, não puderam repetir a façanha. Contra um vento muito forte e uma dupla alemã inspirada, as brasileiras não repetiram a atuação do dia anterior e caíram por 2 sets a 0, parciais de 21/18 e 21/14, diante de Ludwig e Walkenhorst, terminando o torneio com a prata.

O jejum de títulos no esporte que tem o país como coautor, porém, persiste. Desde 1996, quando a modalidade estreou nos Jogos Olímpicos de Atlanta, o Brasil não sobe no lugar mais alto das Olimpíadas no feminino. Depois do ouro de Jackie Silva e Sandra Pires, o país já teve duas pratas com Adriana Behar e Shelda, mas nunca conseguiu retomar o domínio sobre o esporte.

Nesta quarta, diga-se, a conquista nunca esteve muito próxima. O vento que bateu forte na arena de Copacabana minutos antes da final começar afetou muito o jogo, e as brasileiras nitidamente sofreram mais que as rivais para se adaptarem. Enquanto Ludwig recebia e passava sem se afetar pelo vento, Agatha e Barbara sofriam para passar e atacar.

No primeiro set, a disputa foi decidida quando as alemãs abriram três pontos de vantagem. A deixadinha do ataque brasileiro não funcionava, o saque passou a ser forçado demais e Agatha não estava conseguindo resolver no bloqueio. As alemãs, com alguma tranquilidade, venceram por 21/18.

A derrota parcial mexeu com as brasileiras, que passaram a arriscar mais e mais. Foram, ao todo, mais de dez erros de Agatha e Barbara na partida, quantidade que acabou por decidir o placar. Com ainda mais folga que no primeiro set, Ludwig e Walkenhorst fecharam o segundo set por 21/14.

A prata deixa o Brasil com 12 medalhas na Rio-2016. Com poucos dias de competição, o país precisaria de uma arrancada inesperada para chegar ao top 10 no número de medalhas, meta imposta pelo COB antes dos Jogos. Hoje, a última no clube seleto é a Coreia do Sul, com 16.

Uol

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Ágatha e Bárbara vão à semi e garantem Brasil no pódio do vôlei de praia

imagem: Adrees Latif/Reuters
imagem: Adrees Latif/Reuters

O Brasil garantiu duas duplas nas semifinais do torneio feminino de vôlei de praia dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Neste domingo, após a classificação de Larissa e Talita, a parceria formada por Ágatha e Bárbara Seixas também passou pelas quartas de final.

Com duas duplas nas semifinais, o Brasil garante pelo menos uma medalha de bronze no vôlei de praia feminino. Os jogos das semifinais acontecem na terça-feira (16), com a disputa do terceiro lugar no dia seguinte (17). A final acontece na quinta-feira (18).

A partida foi marcada pelo domínio total do Brasil. As duas duplas só demonstraram um clima um pouco mais tenso nos desafios, conversando com o juiz – tanto as brasileiras quanto as russas pareceram discordar de algumas marcações.

No primeiro set, Brasil reage e busca virada

No primeiro set do jogo deste domingo, a dupla russa chegou a abrir 19/13 e parecia caminhar para uma vitória tranquila na parcial. Engano: Ágatha e Bárbara reagiram, empataram em 20/20 e conseguiram salvar set point das adversárias quando o placar apontava 21/20. No fim, com destaque para Ágatha nos saques e nos ataques, as brasileiras viraram e venceram por 23/21.

“Devo dizer que, no primeiro set, a minha parceira me ajudou muito. Houve um momento de desconcentração – elas encaixaram o saque, a luz atrapalhou. O Ágatha fez o saque para a gente defender as bolas. Depois disso a gente entrou no jogo”, analisou Bárbara em entrevista à Rede Globo.

“Esse primeiro set é a cara do nosso time. Não pelo olhar de um time que deixa acontecer os sets, mas pelo olhar de um time que não desiste nunca. Enquanto o árbitro não apitar o último (ponto), a gente não vai desistir”, completou Ágatha.

Controle do Brasil no segundo set

No segundo set, as duas duplas fizeram uma disputa mais equilibrada. Mesmo assim, o Brasil conseguiu estabilizar a virada de bola e fechou em um ataque de Bárbara, garantindo a vaga com vitória por 21/16 na segunda parcial.

Ao fim do jogo, a vitória foi bastante festejada. “A gente tem que comemroar muito essa (vaga na) semifinal. É uma tensão do cacete (antes do jogo), vocês nem imaginam – a gente estava esperando para jogar havia dois dias e meio. Imagina pensando nos adversários, pensando: ‘p*rra, Babi, a gente tem que jogar, a gente quer jogar’”, desabafou Ágatha, comemorando.

Diante das próximas rivais, a dupla promete manter o foco. “Em nenhum momento a gente desacreditou. Vamos dar aqui 300%, em 10ª marcha. Estamos muito felizes”, disse Bárbara.

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Ágatha e Bárbara vencem argentinas e seguem invictas no vôlei de praia

agatha-e-barbaraCom o apoio da maioria da torcida que lota a arena da Praia de Copacabana, a dupla brasileira de vôlei de praia, Ágatha e Bárbara, não encontrou dificuldade para vencer as argentinas Ana Gallay e Georgina Klug esta manhã no terceiro dia de competições dos Jogos do Rio.

No primeiro set, as brasileiras dominaram amplamente as adversárias e fizeram um placar de 21 a 11. No segundo set, Agatha e Barbara enfrentaram um pouco de resistência de Gallay e Klug e fecharam o jogo em 21 a 17.

Esta é a segunda vitória das brasileiras. Na primeira partida, no sábado (6), Ágatha e Bárbara estrearam na competição vencendo as tchecas Slukova e Hermannova por 2 sets a 1, de virada.

No torneio do vôlei de praia da Olimpíada, cada vitória na fase de grupos vale dois pontos, enquanto a derrota rende um ponto. Os primeiros e segundos colocados de cada grupo vão às oitavas de final, assim como os dois melhores terceiros colocados.

Os outros quatro terceiros colocados disputam uma rodada chamada respescagem, com os vencedores avançando às oitavas, completando as 16 equipes.

O Brasil é o país com mais medalhas no vôlei de praia nos Jogos Olímpicos. Desde Atlanta, em1996, ao menos uma medalha é conquistada por edição. São 11 no total, sendo duas de ouro, seis de prata e três de bronze.

Assessoria CBV

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Adolescente mata padrasto a pauladas, foge em lancha e é detido na praia de Cabedelo

casos-de-policiaUm adolescente de 15 anos foi detido, na tarde deste domingo (25), após matar o padrasto a pauladas na cidade de Lucena (Litoral Norte do estado, a 40 km de João Pessoa).

Após o crime, o suspeito tentou fugir em uma lancha, mas acabou sendo apreendido ao chegar na praia de Cabedelo. O responsável pela embarcação, um homem de 27 anos, também foi preso, mas afirmou não conhecer o adolescente.

De acordo com o comandante do 7º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Júlio César, o adolescente confessou ter matado o padrasto.

“Ele disse que estava em casa com a família e o padrasto começou a discutir com a mãe dele. Como forma de defender a mãe, ele pegou um pedaço de madeira e aplicou os golpes na vítima”, contou. A vítima tinha 34 anos e trabalhava como pedreiro.

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O adolescente e o homem que conduzia a lancha foram levados para a 6ª Delegacia Distrital de Santa Rita.

 

 

portalcorreio

Vídeo mostra suspeito de assalto agonizando após ser baleado em praia de São Luís (MA)

suspeitoUm vídeo que circula nas redes sociais mostra dois suspeitos de assalto sendo rendidos nesta sexta-feira (17) por supostos policiais de férias na praia de Araçagi, em São Luís (MA).

Nas imagens, um dos suspeitos, baleado, agoniza deitado na areia ao mesmo tempo que leva socos e chutes de banhistas que estavam no local. O outro suspeito, com sangue no rosto, é rendido pelo suposto policial e colocado ao lado do comparsa.

De acordo com testemunhas, a dupla assaltava um restaurante na praia quando os supostos policiais reagiram.

O suspeito baleado morreu no local e o outro foi preso. Existe a informação de que os dois seriam membros de uma facção criminosa.

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Veja o vídeo:

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