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MT: vídeos mostram jovem bebendo pouco antes de morrer

adolescenteInstantes após o adolescente Jerry Tamborim, de 16 anos, morrer de tanto beber, na madrugada de domingo (9), em Juína (MT), começaram a circular, pelo Whatsapp, três vídeos registrando momentos da festa de orgia alcoólica. Quase uma semana depois, as imagens seguem sendo compartilhadas entre jovens da cidade.

Um dos vídeos mostra mostra Jerry fazendo o “vira-vira” de uma garrafa de bebida destilada. Em outro vídeo aparecem os amigos, que estavam na festa, rindo muito da situação e pichando o corpo do garoto, quando ele já estava desfalecido, caído no chão. Em um terceiro vídeo, os amigos tiram a roupa do garoto e “zoam” com as nádegas dele.

Após beber muito, Jerry caiu em um colchão, onde ele está em um dos vídeos, e assim ficou até a manhã seguinte, quando a dona da casa acordou, percebendo que ele não respirava. Jurema de Oliveira Henemann, de 43 anos, chamou a Policia Militar, que, ao constatar a situação, acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). O SAMU certificou o óbito.

O delegado Rodrigo Costa Rufato, que abriu inquérito para apurar as circunstâncias da morte precoce, disse que o adolescente misturou várias bebidas. Ele pediu o exame de necropsia, para confirmar o que provocou a possível intoxicação fatal.

O delegado, que tem 30 dias para concluir o inquérito, iniciou esta semana a fase de depoimentos. Ele quer ouvir todos que estavam na festa, inclusive a dona da casa, para saber se houve negligência por parte dos envolvidos. Mas Rufato já adianta que foi uma festa como muitas que acontecem na fase da adolescência, segundo ele, fase de excessos.

Os vídeos já estão em posse da Polícia Judiciária Civil. A população de Juína ficou chocada com o ocorrido. Jerry foi sepultado na segunda-feira (10).

Terra

Após ser agredido, árbitro de futebol atira em jogador e por pouco não é linchado

JOGOO ex-vereador de Taperoá, Salomão Marinho, quase foi linchado, na tarde deste domingo (06), durante uma partida de futebol no estádio municipal O Ribeirão. A confusão aconteceu, quando Salomão, que apitava o jogo, foi agredido.  Depois de ser agredido, o árbitro Salomão Marinho teria pegado uma arma, que estava em sua bolsa, e começou a briga. Na briga, ocorreu um disparo, que atingiu uma das pernas do atleta, que agrediu o árbitro. O jogador demorou a perceber que havia sido atingido (no vídeo abaixo é o de camisa vermelha que ferido é carregado por colegas). Nas imagens do vídeo é possível notar que jogadores encurralam o ex-legislador depois do tiro e que ele teria sofrido várias agressões. A vítima do disparo foi levado para o Hospital Geral de Taperoá e o ex-vereador teria sido encaminhado direto para unidade de tratamento fora da cidade.

MaisPB com Taperoá em Foco

Questão ambiental ainda é pouco debatida por candidatos

Embora os brasileiros tenham vivenciado um ano marcado pela realização da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), pelo debate sobre o uso de sacolas plásticas e por planejamentos municipais voltados a ações sustentáveis como o fim dos lixões e a coleta seletiva de resíduos, ainda não é o atual processo eleitoral, iniciado há cerca de um mês, que posicionará a questão ambiental no centro dos debates políticos.

A despeito do espaço que o tema tem conquistado na agenda do país, nem os programas partidários eleitorais ou os eleitores consideram o meio ambiente uma área prioritária para a definição do voto na opinião de alguns especialistas.

“Dados os altos índices de poluição, devastação florestal, mudança climática etc. [o meio ambiente] somente vai adquirir centralidade para a população quando questões que afetam seu cotidiano estiverem mais bem solucionadas”, afirmou Rachel Meneguello, professora do Departamento de Ciências Políticas da Universidade de Campinas (Unicamp).

Os programas partidários continuam voltados para os temas que estão no topo do ranking de preocupações apontadas pelos eleitores em pesquisas de opinião. “Em um cenário em que o poder público não consegue dar conta de questões básicas, medidas como o fim das sacolas plásticas têm pouca adesão, porque se sabe que é uma medida muito parcial, e sua implantação afeta o cotidiano da maioria das pessoas, que não recebeu alternativa para dar conta, por exemplo, de parte do lixo doméstico”, acrescentou.

O resultado pode ser confirmado com o acompanhamento dos primeiros programas eleitorais apresentados pelos partidos. “Em São Paulo, todos os candidatos concentram a temática em problemas de saúde ou transporte, refletindo as reivindicações básicas do eleitorado para o Poder Público”, disse a professora, ao acrescentar que esses temas só deixarão de ser dominantes quando tiverem sido solucionados para a maioria da população.

Por outro lado, ainda há pouco investimento em uma política de educação e mudanças de hábitos que possa sustentar medidas importantes nessa direção. Algumas pesquisas sobre hábitos com relação ao meio ambiente mostram que as pessoas têm informação sobre os materiais que poluem o ambiente, mas a reciclagem ainda não atingiu números satisfatórios, devido à falta de tempo das pessoas, a falta de motivação e a falta de coleta seletiva no município.

Na semana passada, representantes da organização não governamental SOS Mata Atlântica lançaram, no Congresso Nacional, um projeto para atrair o comprometimento de candidatos com a área. Denominado Plataforma Ambiental 2012, o documento reúne os principais pontos da agenda socioambiental, que devem ser discutidos, respondidos e solucionados pelos dirigentes do país, como a implantação da Política Municipal de Meio Ambiente e o Sistema Municipal de Informações sobre Meio Ambiente, além da identificação de áreas de preservação permanente (APPs).

“Nunca ouvimos tanto falar em sustentabilidade, mas sustentabilidade para quem? Muita gente está falando sem saber sequer o que é. Tem gente prometendo coisas que não vai acontecer porque sequer é competência do vereador ou do prefeito”, alertou Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica.

Além de atrair o comprometimento de políticos, a proposta é que o documento também seja usado pelos eleitores para acompanhar e avaliar seus candidatos, sob pelo menos cinco áreas de ação, como medidas voltadas ao desenvolvimento sustentável, clima, educação, saúde e saneamento básico.

“O candidato pode aderir, e o eleitor também pode levar a plataforma para o candidato e virar uma espécie de avalista desse candidato para ver se é promessa política ou fato”, acrescentou Mantovani.

Agência Brasil

Elba Ramalho diz que Ministério da Cultura investe pouco em música e quer Chico César no cargo

A cantora Elba Ramalho comentou nesta sexta-feira (31) sobre as políticas de cultura do Governo Federal e brincou que gostaria de ver Chico César, atual secretário de Cultura da Paraíba, para assumir o Ministério de Cultura. “Assim teríamos uma reviravolta que estamos precisando”, disse.

Elba afirmou que o Ministério da Cultura tem um foco maior para artes como Cinema e Teatro e a música não recebe tanta atenção. “mas a gente também não sente muita falta. O Brasil é muito rico, os estados fazem muito movimento. A cultura e as tradições estão sendo resgatadas”, colocou.

Pedro Callado / Fernando Braz