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Instituto emite alerta para chuvas com perigo potencial em mais de 90 cidades da PB

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta na tarde desta quarta-feira (1º) alertando para chuvas intensas em 93 municípios da Paraíba com grau de severidade classificado como Perigo Potencial.

O comunicado é válido a partir das 11h45 do dia 1º até as 9h do dia 02 de dezembro. Ainda de acordo com o documento, as chuvas devem atingir entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, além de ventos intensos (40-60 km/h).

O Inmet já havia alertado mais de 40 cidades paraibanas sobre a possibilidade de chuvas fortes durante a virada do ano, fato que foi confirmado em diversos municípios.

Veja lista:

Aguiar 2500205 PB
Aparecida 2500775 PB
Areia De Baraúnas 2501153 PB
Belém Do Brejo Do Cruz 2502003 PB
Bernardino Batista 2502052 PB
Boa Ventura 2502102 PB
Bom Jesus 2502201 PB
Bom Sucesso 2502300 PB
Bonito De Santa Fé 2502409 PB
Brejo Do Cruz 2502805 PB
Brejo Dos Santos 2502904 PB
Cachoeira Dos Índios 2503308 PB
Cacimba De Areia 2503407 PB
Cacimbas 2503555 PB
Cajazeiras 2503704 PB
Cajazeirinhas 2503753 PB
Carrapateira 2504108 PB
Catingueira 2504207 PB
Catolé Do Rocha 2504306 PB
Conceição 2504405 PB
Condado 2504504 PB
Coremas 2504801 PB
Curral Velho 2505303 PB
Desterro 2505402 PB
Diamante 2505600 PB
Emas 2505907 PB
Frei Martinho 2506202 PB
Ibiara 2506608 PB
Igaracy 2502607 PB
Imaculada 2506707 PB
Itaporanga 2507002 PB
Jericó 2507408 PB
Joca Claudino 2513653 PB
Junco Do Seridó 2507804 PB
Juru 2508000 PB
Lagoa 2508109 PB
Lastro 2508406 PB
Livramento 2508505 PB
Malta 2508802 PB
Manaíra 2509008 PB
Marizópolis 2509156 PB
Mato Grosso 2509370 PB
Maturéia 2509396 PB
Monte Horebe 2509602 PB
Mãe D’Água 2508703 PB
Nazarezinho 2510006 PB
Nova Olinda 2510204 PB
Olho D’Água 2510402 PB
Passagem 2510709 PB
Patos 2510808 PB
Paulista 2510907 PB
Pedra Branca 2511004 PB
Piancó 2511301 PB
Picuí 2511400 PB
Pombal 2512101 PB
Poço Dantas 2512036 PB
Poço De José De Moura 2512077 PB
Princesa Isabel 2512309 PB
Quixabá 2512606 PB
Riacho Dos Cavalos 2512804 PB
Salgadinho 2513000 PB
Santa Cruz 2513208 PB
Santa Helena 2513307 PB
Santa Inês 2513356 PB
Santa Luzia 2513406 PB
Santa Teresinha 2513802 PB
Santana De Mangueira 2513505 PB
Santana Dos Garrotes 2513604 PB
Serra Grande 2515708 PB
Sousa 2516201 PB
São Bentinho 2513927 PB
São Bento 2513901 PB
São Domingos 2513968 PB
São Francisco 2513984 PB
São José Da Lagoa Tapada 2514206 PB
São José De Caiana 2514305 PB
São José De Espinharas 2514404 PB
São José De Piranhas 2514503 PB
São José De Princesa 2514552 PB
São José Do Bonfim 2514602 PB
São José Do Brejo Do Cruz 2514651 PB
São José Do Sabugi 2514701 PB
São João Do Rio Do Peixe 2500700 PB
São Mamede 2514909 PB
Taperoá 2516508 PB
Tavares 2516607 PB
Teixeira 2516706 PB
Triunfo 2516805 PB
Uiraúna 2516904 PB
Vieirópolis 2517209 PB
Vista Serrana 2505501 PB
Várzea 2517100 PB
Água Branca 2500106 PB

 

pbagora

 

 

Inmet emite alerta de perigo potencial para 62 cidades na Paraíba por causa de chuvas

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de risco por causa das chuvas na Paraíba. Nesta segunda-feira (22), 62 cidades paraibanas estavam elencadas no alerta.

O alerta deverá vigorar pelo menos até às 9h de terça-feira (21), podendo ser prorrogado caso haja necessidade.

Confira as cidades:

  • Alagoa Grande
  • Alagoinha
  • Alhandra
  • Araçagi
  • Areia
  • Bananeiras
  • Bayeux
  • Baía da Traição
  • Belém
  • Borborema
  • Caaporã
  • Cabedelo
  • Caiçara
  • Caldas Brandão
  • Capim
  • Conde
  • Cruz do Espírito Santo
  • Cuitegi
  • Cuité de Mamanguape
  • Curral de cima
  • Dona Inês
  • Duas Estradas
  • Guarabira
  • Gurinhém
  • Ingá
  • Itabaiana
  • Itapororoca
  • Itatuba
  • Jacaraú
  • João Pessoa
  • Juarez Távora
  • Juripiranga
  • Lagoa de Dentro
  • Logradouro
  • Lucena
  • Mamanguape
  • Marcação
  • Mari
  • Mataraca
  • Mogeiro
  • Mulungu
  • Natuba
  • Pedras de Fogo
  • Pedro Régis
  • Pilar
  • Pilões
  • Pilõezinhos
  • Pirpirituba
  • Pitimbu
  • Riachão
  • Riachão do Poço
  • Rio Tinto
  • Salgado de São Félix
  • Santa Rita
  • Sapé
  • Serra da Raiz
  • Serraria
  • Sertãozinho
  • Sobrado
  • São José dos Ramos
  • São Miguel de Taipú
  • Tacima

 

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Haddad já tem 34% de potencial de votos, aponta pesquisa

Uma nova pesquisa de intenção de voto, realizada pelo portal “Poder360”, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já pode transferir 34% dos votos para Fernado Haddad, vice em sua chapa. De acordo com o levantamento, 8% “votariam com certeza” em Haddad apoiado por Lula e 26% “poderiam votar”. Em contrapartida, 52% disseram que “não votariam de jeito nenhum” e 14% não souberam ou não quiseram responder.

Fernando Haddad (PT) é vice na chapa de Lula
Fernando Haddad (PT) é vice na chapa de Lula

Foto: Leonardo Benassatto / Reuters

O “DataPoder360” entrevistou por telefone 5.500 moradores de 329 municípios das 27 unidades da federação, entre os dias 24 a 27 de agosto, segundo o “Poder360”.

Ao questionar se o eleitor “votaria com certeza”, “poderia votar” ou “não votaria de jeito nenhum” em cada um dos principais candidatos, o levantamento apontou um chamado “potencial de voto”. Nesse panorama, o maior potencial de voto aparece para um “candidato apoiado por Lula” sem nome definido, com 25% de “votaria com certeza” e 17% de “poderia votar”. A soma (42%) é maior do que a da própria candidatura do ex-presidente, que tem 30% de “votaria com certeza” e 7% de “poderia votar”.

Ciro (9%), Bolsonaro (8%), Alckmin (7%), Alvaro (6%) e Marina (5%) aparecem a seguir na tabela de “voto com certeza”. Ciro, Marina e Alvaro aparecem empatados com 26 por cento no “poderia votar”, ante 27 por cento de Alckmin e 17 por cento de Bolsonaro.

Na ponta da rejeição, Bolsonaro é o que aparece com o maior percentual de “não votaria de jeito nenhum”, com 67 por cento, contra 62 por cento de Alckmin, 61% de Marina e Ciro, 60% de Lula, 55 por cento de “candidato apoiado por Lula” e 52% de “Haddad apoiado por Lula” e Alvaro.

Intenções de voto

De acordo com a pesquisa, nas intenções de voto, Lula lidera com 30%, seguido por Bolsonaro com 21%. Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB) aparecem com 7% cada, enquanto Marina Silva (Rede) tem 6 por cento, com os três candidatos tecnicamente empatados dentro da margem de erros, que é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Alvaro Dias (Podemos) aparece com 3%; e Cabo Daciolo (Patriota) e Henrique Meirelles (MDB) têm 2%.

Apesar de Lula estar preso desde o início de abril cumprindo pena pela condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o que deve inviabilizar sua candidatura com base na lei da Ficha Limpa, o portal Poder360 informou que a pesquisa não testou cenários sem o ex-presidente para se focar em questionamentos específicos para saber o potencial de voto dos candidatos.

Reuters 

PSDB convoca Pedro para reunião e destaca potencial para Governo

O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) foi convocado para uma reunião de emergência com a cúpula do PSDB, nesta terça-feira (20), em Brasília.  O motivo é tentar demover o parlamentar paraibano da ideia de deixar o ninho tucano e ingressar no PPS.

O secretário nacional da legenda, deputado Marcus Pestana destaca a importância política do senador Cássio Cunha Lima no partido e alega que não há motivos para Pedro deixar o PSDB.

O parlamentar coloca Pedro entre as opções da agremiação partidária para  disputar o Governo da Paraíba.  “Ele tem todas as condições de ser um candidato e um grande governador”, afirmou Marcos Pestana em entrevista ao programa Rádio Verdade, da Arapuan FM.

Roberto Targino – MaisPB

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Fiocruz aponta mosquito comum como potencial transmissor de zika

 (Foto: Wikimedia Commons)
(Foto: Wikimedia Commons)

Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apresentaram nesta quinta-feira (21), no Rio de Janeiro, um estudo inédito que mostra que o mosquito “Culex quinquefasciatus”, conhecido como muriçoca ou pernilongo doméstico, é um potencial transmissor do vírus da zika. Até então, só havia a certeza da transmissão pelo mosquito Aedes aegypti.

A pesquisa foi conduzida pela FiocruzPernambuco na Região Metropolitana doRecife, onde a população do Culex é cerca de 20 vezes maior do que a população de Aedes.

Os resultados preliminares identificaram a presença de Culex quinquefasciatus infectados naturalmente pelo vírus zika em três dos 80 grupos de mosquitos analisados. Em duas amostras, os mosquitos não estavam alimentados, demonstrando que o vírus estava disseminado no organismo do inseto e não em uma alimentação recente num hospedeiro infectado.

Apesar do anúncio, a Fiocruz reforçou que o risco de contágio no Rio durante a Olimpíada é baixo, de acordo com entrevista dada à BBC. A pesquisa não encontrou mosquitos Culex no Rio infectados.

Mais estudos
Segundo informações da Fiocruz, a partir dos dados obtidos serão necessários estudos adicionais para avaliar o potencial da participação do Culex na disseminação do vírus da zika e seu real papel na epidemia.

“Até os resultados de novas evidências, a política de controle da epidemia de zika continuará pautada pelas mesmas diretrizes, tendo seu foco central no controle do Aedes aegypti”, diz a nota publicada no site da fundação.

G1

 

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Areia e Bananeiras são destaque na mídia nacional pelo seu potencial turístico e econômico

Areia_BananeirasAs potencialidades turísticas e econômicas do Brejo paraibano, assim como as belezas naturais, foram destaque, nesse domingo (25), no Programa Fernando Gabeira, da Globo News. Para representar o Brejo, foram escolhidas as cidades de Areia e Bananeiras. Durante cerca de meia hora, o apresentador mostrou as histórias de desenvolvimento econômico e de pessoas que encontraram no Brejo do estado atividades econômicas que trouxeram dignidade e autoestima. O artesanato e a produção de cachaça foram outros pontos realçados na reportagem.

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Logo no início do programa, as características da cidade de Areia. Os traços da arquitetura, em tons de amarelo, foram evidenciados. Fernando Gabeira ainda mostrou histórias de empreendedorismo que deram certo. Uma dessas histórias veio da Comunidade Chã de Jardim, localizada na divisa de Areia com Remígio. No local, vivem cerca de duzentas famílias que aprenderam a olhar na natureza e desenvolver meios de subsistência. São vários empreendimentos montados tendo como base o turismo de experiência, típico da região.

Durante a entrevista, o apresentador colheu depoimentos emocionantes, como o da coordenadora do Projeto Chã de Jardim, Luciana Balbino, que disse amar a terra onde vive e que não pretende sair dela, por encontrar recursos que dão a ela e aos demais moradores meios de viver com dignidade.

Fernando Gabeira definiu o Brejo paraibano como uma região de muita potencialidade. “Pouca gente conhece o Brejo paraibano. Eu mesmo nunca tinha vindo aqui. Mas confesso que é uma região de muita prosperidade”, afirmou.

 Prosperidade que está em talentos como Rejane Ribeiro, que faz parte do Projeto Chã de Jardim desde os 14 anos. A garota, que canta para turistas que visitam a comunidade, mostrou por que o Brejo paraibano tem riquezas que vão muito além do aspecto econômico ou turístico.

Para finalizar, o programa mostrou as características da cidade de Bananeiras. Em todas as cidades, aspectos comuns foram evidenciados, como a riqueza histórica, o artesanato e a produção de um produto que tem se tornado o símbolo de identidade e prosperidade das oito cidades que compõem o Brejo: a cachaça.

Secom-PB

Cepal reitera o potencial da agricultura familiar para América Latina

agriculturafamiliar“Sem dúvidas, a agricultura familiar é a atividade econômica com o maior potencial não só para aumentar a oferta de alimentos na América Latina e Caribe (ALC), mas também para reduzir o desemprego, a pobreza e da desnutrição das populações mais vulneráveis das zonas rurais”. A afirmação é feita na edição 2014 do informe ‘Perspectivas da agricultura e do desenvolvimento rural nas Américas: uma perspectiva sobre América Latina e Caribe’, que será apresentado hoje, em Santiago, Chile.

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De acordo com a última atualização do informe desenvolvido pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), o escritório regional da ACL da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e pela Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (Cepal), os países da região estão adotando políticas públicas para beneficiar o setor, “fundamental para a segurança alimentar e bem estar rural da região”.

Estima-se que as terras arrendadas, que pertencem ao setor da agricultura familiar na ALC, totalizem cerca de 17 milhões de unidades, agrupando uma população que pode chegar a 60 milhões de pessoas. Ainda que não haja números exatos, segundo o informe, “acredita-se que a agricultura familiar represente cerca de 75% do total de unidades produtivas, e que, em alguns países, esse número pode chegar a mais de 90%”.

Apesar desses números, a situação da agricultura familiar não é igual em todos os países da ALC. Enquanto o número de unidades cresce em alguns países, em outros, como Argentina, Brasil, Chile e Uruguai, observa-se a tendência da concentração de terras, onde o objetivo primordial é a obtenção de lucros. Segundo dados mostrados no informe, na Argentina, o número de unidades de agricultura familiar caiu 20% entre 1988 e 2002, no Brasil esse número caiu em 10,7% entre 1985 e 2006, no Chile, houve uma redução em 6,4% nos últimos 10 anos. No Uruguai, a pesquisa ainda não está disponível, mas alguns estudos mostram que em 1961 existiam 86.928 unidades, em 2000 esse número era de 57.131. “No atual contexto de concentração de terras nesses países, a tendência é que o número de unidades de agricultura familiar caia ainda mais”. Destacou o informe.

Limitações

A agricultura familiar conta com menos incentivos, na ALC, que a agricultura comercial. “Além de ter um maior índice de analfabetismo, idade e pobreza, os agricultores familiares tem menos acesso a bens públicos, tecnologia e serviços para a produção, em comparação com os agricultores comerciais”. Além de receber menos incentivos, a agricultura familiar fica localizada em terras de baixas qualidades e mais expostas às mudanças climáticas.

“Essas limitações sociais e produtivas, vem criando uma brecha significativa entre os rendimentos da agricultura familiar e da agricultura comercial”. Na América Central, por exemplo, os rendimentos com produtos como o café, podem ser duas ou até três vezes maior para a agricultura comercial, em comparação com a agricultura familiar.

Potenciais

Apesar das limitações, a agricultura familiar é uma das atividades que mais combina seus recursos produtivos, de forma igualitária, reduzindo a pobreza entre os agricultores. Além disso, também utilizam técnicas sustentáveis, que ajudam na preservação do meio ambiente.

Outro potencial da agricultura familiar é o da geração de empregos, pois se utiliza menos o maquinário, preservando o trabalho humano. Além do mais, é responsável por cerca de 50% da produção de alimentos na América Central e 20% na América do Sul, ou seja, mesmo com as limitações, possui um grande potencial na geração de alimentos.

Alguns países que apostam na agricultura familiar

·A Bolívia declarou a Agricultura Familiar como atividade de interesse nacional

·A Argentina direcionou cerca de 1,7 milhões de dólares para incentivar a inscrição de agricultores familiares no Registro Nacional da Agricultura Familiar e disponibilizou cerca de 37,5 milhões de dólares para apoiar a produção familiar

·Costa Rica adotou o Plano Setorial de Agricultura Familiar 2011-2014

·O Chile incrementou em 8,2% o orçamento de 2013 para apoiar a pequena agricultura

·México implementou o programa de inclusão social ‘Cruzada Nacional Contra a Fome’

·O Mercosul regulamentou o Fundo de Apoio à Agricultura Familiar

 

Adital

Aécio tem potencial de voto igual ao de Serra, diz Ibope

Se todos os possíveis candidatos à Presidência tivessem o mesmo grau de conhecimento pelo eleitor, a presidente Dilma Rousseff continuaria franca favorita, mas, no PSDB, o senador Aécio Neves (MG) alcançaria um potencial de voto equivalente ao do ex-governador José Serra . O mineiro chegaria a 41% de eleitores que poderiam votar nele, ante 42% do paulista. É o que mostra pesquisa nacional sobre a sucessão de 2014 feita pelo Ibope a pedido do Estado.

 

AE

Aécio Neves e José Serra se abraçam em evento do PSDB em 2010

 

“Apesar de os dois estarem tecnicamente empatados quando excluímos quem diz desconhecer os candidatos, Aécio teria mais espaço para conquistar novos eleitores”, diz Marcia Cavallari, CEO do Ibope Inteligência. O teto de Serra é mais baixo porque ele é conhecido por 86% do eleitorado e tem 50% de rejeição. Para Aécio, essas taxas são de 61% e 36%, respectivamente.

A rejeição a Serra aumentou muito desde abril de 2010, quando ele disputava a eleição presidencial pela segunda vez. Foi a última vez que o Ibope mediu o potencial de voto do tucano usando a mesma técnica empregada desta vez. Na época, só 32% dos eleitores diziam que não votariam nele de jeito nenhum.

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Quando se recalcula o potencial de voto excluindo-se quem não conhece os candidatos, todos os candidatos ficam em uma mesma base comparável, como se fossem igualmente reconhecidos pelo eleitor, explica Marcia. Nesse cenário, Dilma chega a um potencial de 79%. Marina Silva fica em segundo lugar, com 50%. As taxas somadas superam 100% porque há eleitores que admitem poder votar em mais de um candidato.

 

Não por acaso, as duas candidatas têm a maior sobreposição de eleitores entre todos os nomes testados pelo Ibope . Nada menos que 41% dos eleitores que dizem que votariam em Dilma falam o mesmo sobre Marina. Isso indica que a ex-senadora tem o maior potencial de crescimento caso a presidente perca popularidade.

Isso implicaria, entretanto, uma reversão da tendência do eleitorado. Dilma tem uma rejeição menor hoje do que tinha em abril de 2010, quando disputou a Presidência pela primeira vez. Na época, 34% diziam que não votariam nela de jeito nenhum. Na atual pesquisa, essa taxa está em 20%.

Para a CEO do Ibope, só há duas hipóteses para a rejeição a Dilma aumentar: um descontrole da economia que possa ser sentido no bolso pelo eleitor, ou a eventual necessidade de racionamento de energia elétrica – como ocorreu em 2001, o que afetou a avaliação do então presidente Fernando Henrique Cardoso . As informações são do jornal O Estado de S. Pauloo.

iG