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Flamengo quebra outro recorde e tem o ataque mais positivo em uma edição desde que Brasileirão passou a ter 20 clubes

O Flamengo de 2019 vem pulverizando marcas no futebol brasileiro. Neste domingo, o time precisou de apenas quatro minutos para conseguir quebrar outro recorde. Com o gol de Arrascaeta, contra o Palmeiras, a equipe chegou a 78 gols no Brasileirão, superou os números do Cruzeiro em 2013 (77) e tem o ataque mais positivo em uma edição na era dos pontos corridos, desde que a competição passou a ter 20 clubes, em 2006.

Ainda no primeiro tempo, em São Paulo, o Flamengo ampliou com Gabigol. No segundo tempo, novamente com o seu artilheiro, o time de Jorge Jesus marcou mais um e soma 80 gols na competição.

Na última quarta-feira, na goleada por 4 a 1 sobre o Ceará, o Flamengo atingiu a melhor campanha da era dos pontos corridos, desde que o Campeonato Brasileiro passou a ser disputado por 20 clubes. Com 84 pontos, o Rubro-Negro superou o Corinthians, que em 2015 atingiu 81 pontos.

GE

 

Advogado diz que Wada confirmou falso positivo e deve rever caso Alecsandro

Cesar Greco/Ag Palmeiras
Cesar Greco/Ag Palmeiras

O caso envolvendo o doping de Alecsandro pode sofrer uma reviravolta. Nesta terça-feira (6), o advogado do jogador, Bichara Abidão Neto, afirmou que a WADA (Agência Mundial Antidoping) confirmou aos representantes do atacante do Palmeiras, no final da tarde, que o metabólito consumido pelo Alecsandro gera um falso positivo em exames anti-doping, pois se assemelha a outra substância que é proibida pelo controle anti-dopagem.

Com essa constatação da agência em mãos, o staff do jogador buscará extinguir a suspensão do atleta.

“Depois do julgamento da FPF (Federação Paulista de Futebol), pedimos à WADA que submetesse a mesma prova a um laboratório deles. Eles fizeram isso em um laboratório de Los Angeles e viram que era falso positivo o metabólito que seria a substância proibida”, explicou Abidão Neto.

O Palmeiras também está sabendo da notícia do falso doping. A comissão técnica comemora o que chama de “justiça tardia”. O clube agora aguarda ser notificado pelas confederações brasileiras para já saber quando poderá contar com o jogador.

No início de agosto, o Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) suspendeu Alecsandro por dois anos. Na partida contra o Corinthians, em abril, o atacante havia sido flagrado em exame antidoping pelo uso de agentes anabolizantes. A substância em questão seria a Andarina.

 

“O metabólito que seria a substância proibida era uma molécula idêntica: aFlutamida, contida na loção que (Alecsandro) usou para o tratamento capilar. Era a mesma molécula nas duas substâncias, a proibida e a permitida. Usamos a mesma tese na FPF, e eles negaram. A WADA aceitou”, continuou Abidão Neto.

A tese apresentada pela defesa de Alecsandro passou por uma análise no mesmo laboratório de Los Angeles responsável pela prova e pela contraprova dos exames que resultaram na condenação do atacante.

O laboratório promoveu um teste com o metabólito apresentado na tese de defesa e o resultado se assemelhou à substância dopante.

De acordo com o advogado de Alecsandro, a Wada ainda formalizará a decisão e o caso pode ser arquivado. A expectativa é de que a entidade comunique a ABCD (Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem) ou diretamente a FPF (Federação Paulista de Futebol) até quinta-feira.

Nas redes sociais, o empresário de Alecsandro, Oldegard Filho, comemorou a possível reviravolta no caso. “A justiça foi feita para este grande atleta, homem íntegro, pai de família exemplar, que vem sofrendo muito nesses últimos dias pela punição injusta imposta”.

Uol

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APLP considera aumento do magistério positivo, mas Fisco reprova percentuais

entrevistaO presidente da Associação dos Professores de Licenciatura Plena da Paraíba (APLP), Francisco Fernandes, disse, em entrevista ao portal WSCOM, que considerou positivo o aumento para o magistério estadual, de 13,57%, anunciado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) nesta segunda-feira (27). Já o presidente do Sindfisco, Victor Hugo, disse que o reajuste não agradou aos agentes fiscais e aos demais servidores do Estado.

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Segundo Francisco Fernandes, a progressões horizontais e verticais da carreira do magistério foram restabelecidas, por isso considera o aumento interessante. Ele também ressaltou que a média de 13,57% para a categoria é superior ao aumento de 8,32% previsto no piso nacional para 2014.

“As progressões foram restabelecidas dentro deste valor anunciado. Não é suficiente, pois tínhamos muita defasagem, poderíamos evoluir, mas o percentual anunciado é interessante”, disse.

Apesar da visão positiva, Fernandes informou também que ainda esta semana a categoria vai começar a se reunir para discutir o aumento.

Fisco desaprova

O presidente do Sindfisco, Victor Hugo, declarou que o reajustenão agradou aos agentes fiscais e aos demais servidores do estado. Ele declarou que já recebeu diversos telefonemas de servidores do fisco reclamando dos índices e já cobrando uma assembleia da categoria para avaliar o anuncio.

De acordo com Victor Hugo, o índice de reajuste linear, que ficou em 5%, sequer superou a inflação acumulada no ano passado. Segundo ele, a categoria esperava 19% de reajuste e ficou decepcionada com o aumento anunciado.

Hugo disse ainda que pela repercussão que o reajuste está tendo junto a categoria, que já cobra uma assembleia e não descarta até um indicativo de greve.

Confira como ficou o reajuste:

Que ganham um salário mínimo – 41. 528 Servidores – aumento de 6,78%
Educaçao – 27.124 servidores – aumento de 13, 57% (8,32% do Piso Nacional + 5,25%)
Saúde – 3.098 servidores – aumento de 5% a 13%.
Segurança – 21.334 servidores 10%

 

Cristiano Teixeira/Marcos Wéric
WSCOM Online

Casais gays contam como é a vida sexual e afetiva com um parceiro HIV positivo

O Brasil tem um programa de tratamento de infectados pelo HIV que é referência internacional. Mais: o Ministério da Saúde acaba de anunciar que todos os adultos com o vírus passarão a ter direito de receber gratuitamente os medicamentos antirretrovirais, não importando se estejam ou não com o sistema imunológico abalado.

Arquivo pessoal

Andre soube há 13 anos que é soropositivo. Quando descobriu, não conseguiu tocar o parceiro por um mês

 

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Esse acesso fácil a medicamentos, que não curam mas combatem os efeitos nocivos da presença do HIV no organismo, deram mais qualidade de vida aos infectados. E, diferente dos soropositivos da década de 80, os que convivem atualmente com o vírus conseguem trabalhar, estudar e ter uma vida produtiva.

Por outro lado, o avanço no tratamento criou a falsa sensação de que a Aids deixou de ser um problema, que o vírus não traz maiores consequências para quem o contrai. Mas, como se vê nos depoimentos a seguir, lidar com uma doença incurável e debilitante requer cuidados ininterruptos. A vida nunca mais será a mesma.

O atendente André, 39, que prefere não revelar o sobrenome por questões de privacidade, rebate essa impressão com a experiência de quem vive com HIV há 13 anos. “O conceito de algo crônico, que parece totalmente tratável, faz com que as pessoas percam o medo, mas é preciso lembrar que o HIV é algo letal”, alerta ele, lembrando ainda que o soropositivo tem que tomar uma série de medicamentos diariamente, que causam efeitos colaterais.

“O conceito de algo crônico, que parece totalmente tratável, faz com que as pessoas percam o medo, mas é preciso lembrar que o HIV é algo letal.” (André)

Diretor do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquitafoi categórico ao falar da questão durante a divulgação do último boletim epidemiológico da doença, no início desta semana. “A Aids continua como um problema de saúde no Brasil”, apontou Mesquita.

Para a população LGBT é um problema maior, já que a doença se manifesta com um índice de prevalência bem mais alto. De acordo com dados do boletim epidemiológico, entre homens gays, travestis e transexuais, o número de afetados chega a 10%, contra 0,4% do índice geral. Neste grupo, considerado como prioritário para o Ministério da Saúde, também são incluídos, por questões técnicas, os profissionais do sexo e os usuários de drogas.

Além de André, a reportagem do iGay conversou com outros homossexuais soropositivos ou que têm parceiros nesta condição para entender, sem mitificações, como é conviver com o vírus, e as consequências que ele traz para o cotidiano dos envolvidos, inclusive na vida afetiva.

Riscos e preconceitos

Em 2000, quando descobriu que era HIV positivo, André ficou um mês sem conseguir beijar ou tocar o parceiro que vivia com ele na época. Hoje, em outro relacionamento, o atendente exerce plenamente sua afetividade com o namorado não infectado, mas confessa que ainda tem certos receios. “Usamos preservativos, como todos deveriam usar, aliás. Particularmente, evito também que objetos de uso pessoal, como tesoura de unha e aparelho de barbear, se misturem”, explica.

“A doença pode ser considerada crônica, mas não deixa de ser grave. Você tem de tomar medicações com efeitos diversos e conviver com o preconceito.” (Adriano Silva de Oliveira)

Talvez seja excesso de cuidado. O diretor do Centro de Referência de Tratamento de DST e HIV do Estado da Bahia, Adriano Silva de Oliveira, esclarece que a contaminação por meio de objetos pessoais como estes é mínima. “As chances de transmitir por itens de higiene pessoal são irrisórias”. No entanto, ele alerta quanto aos cuidados necessários para evitar a transmissão.

“A doença pode sim ser considerada crônica, mas não deixa de ser grave. Só o fato de você ter que tomar medicações com efeitos diversos e conviver com o preconceito faz com que ela não seja algo sem riscos”, avalia.

Sorodiscordantes

Os casais como o formado por André e o seu namorado, no qual um dos parceiros é HIV positivo e o outro não, são chamados de sorodiscordantes pelos especialistas. Juntos há seis anos, o assessor administrativo Felipe Gomes, 33, e o arquiteto José Mauricio Lima, 42, vivem esta condição. Felipe descobriu que estava infectado um ano antes de conhecer o companheiro.

“Quando o José me conheceu, ele já sabia da minha sorologia. Como ele é esclarecido em relação ao tema, não tivemos problemas”, conta Felipe. Mas José lembra que eles tiveram que passar por restrições ao iniciar o relacionamento. “No começo de uma relação tudo é muito intenso, o sexo é mais imediato. Foi preciso ter cautela nesse sentido, mas de resto nossa relação é como outra qualquer”, pontua o arquiteto.

“É preciso saber que, sendo soropositivo, você terá de se adequar a uma nova realidade, perceber a existência de uma vulnerabilidade.” (Felipe Gomes)

Felipe diz que o companheiro o ajuda muito nos cuidados com a saúde, sempre o lembrando de comer e tomar os remédios na hora certa. “É preciso saber que, sendo soropositivo, você terá que se adequar a uma nova realidade, perceber a existência de uma vulnerabilidade. Mas isso é algo que todos nós temos. Um amigo da minha idade, por exemplo, faleceu há pouco de infarto”, exemplifica o assessor administrativo.

Arquivo pessoal

Silvana (à esq) esperou cinco anos até que a companheira soropositiva Carina perdesse o medo de se relacionar

Há 20 anos lidando com pacientes soropositivos, Adriano de Oliveira diz que se os devidos cuidados forem tomados um parceiro com HIV não contamina o outro. “Nunca tive um caso no qual um casal sorodiscordante se contaminou”, afirma o especialista.

Cinco anos de espera

A cabeleira Silvana Nelo da Silva, 26, se apaixonou cinco anos atrás pela colega de profissão Carina Regina Teles, 33, sem saber que ela era soropositiva. Quando Carina contou, sua reação não foi negativa. “Sou espiritualizada, e no fundo parece que eu já sabia que ela tinha o vírus. Meu sentimento não mudou, continuei gostando dela”, afirma Silvana,

Elas não tinham tido nada muito sério até então e a relação continuou assim por cinco anos. “Eu tinha muito medo. A Silvana sempre me apoiou, mas eu não conseguia me relacionar mais profundamente. Tinha muito receio de machucar e causar dor nela. Mas ela soube esperar e neste ano eu acabei cedendo”, revela Carina, que há 30 dias vive com Carina numa casa na Zona Leste de São Paulo.

Mesmo assim, Carina confessa que ainda se sente um pouco insegura. “Sempre pergunto para a Silvana se ela não pensa no próprio futuro. Sobre o que ela vai fazer se um dia não puder mais me tocar”. A parceira responde de maneira otimista ao questionamento. “Nosso futuro é criar nossos filhos e ficar juntas até estarmos velhinhas”, projeta.

Além dos dois filhos do primeiro casamento de Carina, de 12 e 15 anos, o casal ainda cria uma filha de cinco meses recém-adotada. Silvana e Carina planejam aumentar a família adotando mais uma menina.

 

 

iG

Wilson Filho diz que encontro dele e do pai com Lula em SP foi “muito positivo”

wilson e lulaSem entrar em detalhes, o deputado federal Wilson Filho (PMDB) postou em seu Twitter, no início da noite desta segunda-feira, 25, foto da reunião que manteve, durante a tarde, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O ex-senador Wilson Santiago também participou do encontro, que chegou a durar uma hora e meia, segundo o jovem parlamentar.

 

– O encontro foi muito positivo – resumiu ao fim da reunião Wilson Filho.

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Tendo sido realizado no gabinete do ex-presidente da República no Instituto Lula, no centro de São Paulo, o encontro não teve os detalhes revelados pelo ex-deputado e ex-senador, mas certamente foram tratadas questões relativas às eleições 2014.

 

Segundo Wilson e o filho, o encontro ocorreu a partir de um convite formulado por Lula.

Fonte: Blog de Marcos Alfredo

Presidente do Sindsol faz balanço positivo das atividades do sindicato

 

Falando como representante dos direitos profissionais e trabalhistas de todos os servidores, da Prefeitura de Solânea, o Presidente do Sindsol, Elmar Neto durante contato mantido com a imprensa, fez um balanço considerado por Ele, como “altamente positivo”, em torno das diversas iniciativas e atividades, levadas a efeito por aquela instituição, em favor dos associados durante o ano que está se encerrando.

Bastante versátil nas suas colocações, Elmar Neto, historiou que nestes últimos tempos, o Sindsol tem se notabilizado como uma verdadeira trincheira de lutas, seja, de forma comedida, ou, até mesmo, mais aguerrida, dependendo, segundo disso, da maneira como a postulação é encarada e recebida pelo lado de quem se faz a cobrança, a reivindicação.

“O Direito sindical de cada trabalhador é constitucional, sagrado, intocável, inalienável e, por conta disso, precisa ser devidamente respeitado por quem de direito, essencialmente, pelo patronato para que o respeitado ordenamento da produção seja obedecido, como tão bem recomenda o direcionamento legal”, disse Elmar Neto, traduzindo a filosofia de defesa integral da categoria que, respeitosamente comanda.

Nova Gestão

Com relação à nova equipe que está para assumir, em primeiro de Janeiro, Elmar Neto foi bastante enfático ao afirmar que nunca vê as administrações do ponto de vista político mas sim, com a estrita visão Sindical que tem do direito de cada um de seus associados, sua arma de luta maior.

Em prol do bem estar de toda municipalidade, Ele disse que, em nome de toda instituição, torce para que se faça um bom trabalho, assim, como também torceu com a administração que está para se encerrar, pois, pelo que argumentou, todo seguindo pelo lado da positividade, quem ganha é o Município, como um todo.

Por isso, destacou Ele, que todos os funcionários podem ficar tranquilos, pois, a postura de lutas do Sindicato será a mesma, agindo, intransigentemente, em defesa da categoria, buscando respeito às leis e consideração maior pela força de quem trabalha e produz, em beneficio do correto sequenciamento administrativo de todo Município.

  
    

Por: Assessoria

Perder a virgindade mais tarde pode ser positivo para a vida sexual no futuro, sugere estudo

Você lembra quando teve a primeira relação sexual? Segundo estudo realizado pela psicóloga Paige Harden, da Universidade do Texas, e publicado na revista Psychological Science, o momento da primeira vez pode influenciar na qualidade e na estabilidade das relações afetivas no futuro.

Para descobrir se a idade da primeira vez na adolescência pode prever o futuro romântico dos jovens –ou seja, se ele irá se casar, se viverá com o parceiro, quantos relacionamentos terá e se se sentirá satisfeito na fase adulta–, Paige usou os dados de uma pesquisa que acompanhou 1659 pares de irmãos do mesmo sexo dos 16 aos 29 anos. Cada irmão foi classificado de acordo com a idade em que teve a primeira relação sexual: precoce (mais novo do que 15 anos), em período mediano (entre 15 e 19) ou tardiamente (maiores de 19 anos).

A primeira relação sexual tardia foi associada à maior escolaridade e renda familiar. Aqueles que tiveram a primeira relação sexual após os 19 também eram menos propensos a se casar e tiveram menos parceiros na vida adulta. Entre os participantes que eram casados ou viviam com seus parceiros, a iniciação sexual após os 19 anos foi associada a baixos níveis de insatisfação conjugal na fase adulta.

Para Paige, essa relação pode ser explicada, por exemplo, porque as pessoas que têm a primeira relação sexual tardiamente também têm certas características que podem refletir na qualidade do relacionamento. Elas podem ser mais exigentes para escolher um parceiro sexual e afetivo, o que causa certa relutância a entrar em relações a menos que estejam muito satisfeitas.

Paige explica que é possível que aqueles que primeiro acumularem maturidade cognitiva e emocional e depois entrarem em relações íntimas possam aprender habilidades de relacionamento mais eficazes do que aqueles que têm relações sexuais enquanto ainda são adolescentes.

uol