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Anastácio critica posições de Dom Aldo: “tem religioso que não gosta de gente”

frei-anastacioO deputado estadual Frei Anastácio foi questionado pela imprensa, nesta quinta-feira (3), sobre o suposto processo investigatório deflagrado pelo Vaticano contra o arcebispo emérito da Paraíba, Dom Aldo Pagotto. Na oportunidade, o parlamentar, que é membro da Igreja Católica, evitou comentar sobre o processo, mas deixou clara a sua posição crítica em relação ao arcebispo.

“É o seguinte, a minha praia é o movimento social, são os trabalhadores, e quando tem gente na rua, eu fico satisfeito. Não estou preocupado se Dom Aldo vai ou se não vai, estou é preocupado se o povo vai, porque o povo indo é o importante”, disse Frei Anastácio.

O deputado ainda afirmou que a Igreja Católica tem evoluído sob a orientação do Papa Francisco e, sem citar nomes, mas dentro dos questionamentos sobre Dom Aldo Pagotto, criticou a conduta de alguns membros do catolicismo.

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“Na igreja, eu vejo que as posições do Papa Francisco têm sido muito coerentes com o evangelho. Ele diz que os padres, os bispos, e os religiosos têm que sentir o cheiro das ovelhas. Agora, temos padres, temos bispos, temos religiosos, e temos cristãos que tem medo do povo”, concluiu.

Investigação
Por decisão do Vaticano, Dom Aldo Pagotto, só poderia realizar missas e casamentos, mas não ordenar diáconos e padres. A informação foi revelada por um grupo de sacerdotes à imprensa paraibana. O alvo seria a conduta ‘anti-democrática’ do arcebispo na Igreja.

Em Nota, Dom Aldo negou a acusação afirmando que a informação ‘caluniosa’ foi afirmada no anonimato, desprovida de provas documentais. “Deve ser negado, porquanto não há como responder à série de boatos acusatórios”, diz.

WSCOM Online

Conheça as melhores posições sexuais para evitar dor nas costas

sexoDor de cabeça, cansaço, ter que acordar cedo no dia seguinte – muitas coisas podem virar desculpa para aqueles que simplesmente não estão “no clima” para o sexo. Mas se o seu parceiro tiver dor na coluna, uma solução para o problema pode estar na pesquisa divulgada nesta quarta por cientistas da Universidade de Waterloo, no Canadá. Eles documentaram pela primeira vez como a espinha se move durante o sexo e descobriram exatamente por que certas posições são melhores que outras para evitar dor nas costas.

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– Qualquer médico de família irá dizer que vários casais perguntam como gerir a sua dor nas costas durante ou depois do sexo. Muitas pessoas permanecem celibatários porque uma noite de sexo para elas pode levar a meses de agonia na coluna – afirma o professor Stuart McGill, de Faculdade de Ciências Aplicadas de Saúde de Waterloo. – Até agora, os médicos nunca tiveram um estudo científicos para basear suas recomendações sobre o ato sexual.

O trabalho combinou sistemas de captura de movimentos infravermelho e eletromagnético (como aqueles usados ​​na criação de videogames)para acompanhar de que forma as colunas de 10 casais se moveram ao tentar cinco posições sexuais comuns. As descobertas foram usadas para determinar um conjunto de diretrizes. São recomendações de posições e técnicas para a penetração baseadas em movimentos que não provocam dor no paciente.

– Até agora, a “conchinha” era frequentemente recomendada por médicos como um posição que cabe a todos. Mas não é o caso – disse Natalie Sidorkewicz, doutoranda em Waterloo e autora principal do artigo. – Posições sexuais que são adequadas para um tipo de dor nas costas não são adequadas para um outro tipo de dor.

O estudo recomenda, por exemplo, que homens que sentem dor na coluna quando aproximam as mãos dos pés ou ficam sentados por muito tempo tentem o sexo no estilo cachorrinho. A ideia é que eles usem o movimento do quadril, e não empurrem o corpo com a espinha. Quem sente dor arqueando as costas para trás terá mais conforto transando de “conchinha” ou na posição conhecida como “papai e mamãe” (ambos deitados, com o homem sobre a mulher).

– Temos, agora, uma ciência muito sólida para orientar os médicos em suas recomendações para os pacientes que sofrem de uma debilitante dor nas costas, mas ainda quer ser íntimo – disse Sidorkewicz, que complementa que isso tem o potencial de melhorar a qualidade de vida – e vida amorosa – para muitos casais.

De acordo com a Statistics Canada, quatro em cada cinco pessoas experimentarão pelo menos um episódio de dor lombar incapacitante em sua vida. Até 84% dos homens com dor lombar e 73% das mulheres relatam uma diminuição significativa na frequência das relações sexuais quando sofrem dor nas costas.

ORGASMO MASCULINO

O estudo também traz à tona pela primeira vez a mecânica do orgasmo masculino. Eletrodos conectados a músculos dos participantes do sexo masculino revelaram que o abdômen e a nádega que são mais ativos durante o orgasmo, e não os músculos das costas. O movimento da espinha, por outro lado, varia com o indivíduo. Para alguns homens, foi observado um aumento drástico em flexão ou extensão, enquanto para outros o movimento da coluna não mudou muita coisa.

– Muitos dos pacientes com dor lombar que vemos nos disseram que eles experimentam níveis elevados de dor durante o orgasmo, até o ponto onde eles vão evitar ter um durante o sexo com seu parceiro – disse a estudiosa. – Estes resultados iniciais nos ajudam a começar a entender o que pode estar provocando sua dor durante o momento do clímax.

O trabalho documentando o movimento da coluna masculina foi publicado na revista “Spine”. Já os resultados em mulheres deverão ser publicados nos próximos meses. O próximo passo do estudo é envolver o recrutamento de pacientes com dor no quadril e categorias adicionais de dor nas costas para continuar a desenvolver as diretrizes.

O Globo

Google vai mostrar sites seguros em melhores posições nas buscas

googleO Google afirmou que está levando a criptografia das páginas na internet em conta para determinar a classificação das buscas. O objetivo da empresa é encorajar desenvolvedores de sites a tornarem seus sites mais seguros para visitantes.

A companhia está ainda incentivando desenvolvedores de websites a adotarem o HTTPS, uma forma de criptografia de websites que torna os dados enviados pela web mais seguros, para proteger os dados de usuários das investidas de hackers.

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“Nos últimos meses, temos executados testes levando em conta se os sites usam conexões seguras e criptografadas como um sinal em nossos algoritmos de motor de busca”, informou a maior empresa de busca do mundo em seu blog nesta quarta-feira (7).

Desenvolvedores competem acirradamente para conseguir uma classificação no topo das pesquisas em ferramentas como o Google. Também ajustam todos os detalhes de seus sites. Com o Google transformando a criptografia em um fator na classificação, muitos provavelmente tornarão suas páginas mais seguras para visitantes.

“Sem saber os detalhes técnicos por trás dessa mudança; como um princípio, eu acho isso excelente”, comentou um usuário na publicação no blog.

A segurança de um site terá menos peso na classificação em comparação a outros fatores como conteúdo de alta qualidade, mas sua importância pode aumentar com o tempo, informou o Google. “Esperamos ver mais websites usando HTTPS no futuro”, afirmou.

G1

Sexo plus size: posições excitantes e confortáveis para as gordinhas

gordinhaSexo não tem – e não precisa ter – um tamanho ideal para poder ser curtido plenamente pelo casal. Ao contrário: quanto mais rótulos a relação tiver, maiores são as chances de frustração, pois as coisas nunca funcionam do mesmo jeito para todos.

Com as mulheres que estão acima do peso ou se sentem gordinhas demais para transar e para se expor ao parceiro, vale o mesmo: nada deve ser proibido.

“A única diferença que pode existir em relação às mulheres mais magras tem a ver com o lado emocional, ou seja, a segurança e a autoestima, não necessariamente com a performance física”, acredita a sensual coach Fátima Moura.

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A dificuldade para sentir prazer, portanto, não é exclusividade de quem está fora dos padrões de beleza, já que a falta de desejo sexual não enxerga cor, raça ou peso.

“Mulheres mais magras também podem ter os músculos da região pélvica mais flácidos, o que compromete o prazer”, completa a fisioterapeuta e sexóloga Fabiane Dell.

O primeiro passo é se libertar da ideia de “sexo ideal” e aprender a aceitar e amar o próprio corpo, com suas qualidades e defeitos. A sensualidade, que está ligada à maneira como a mulher se enxerga todos os dias, deve ser trabalhada também fora da cama, no dia a dia.

“Essa mulher precisa aprender a se gostar o tempo todo, para estar à vontade na hora do sexo. Ela tem que gostar de ser admirada e desejada, mas com naturalidade, sempre. Senão, ela vira um personagem na hora de transar, e aí não sente prazer”, ressalta Fátima Moura.

Pequenas atitudes e mudanças na postura são suficientes para que qualquer mulher conquiste a sensualidade. De acordo com os especialistas, tudo começa por amar o próprio corpo e realçar as qualidades dele, mas não para por aí.

“Hoje, já existem marcas de lingerie que confeccionam peças lindas em tamanhos especiais, para que a mulher se sinta ainda mais sexy na hora da relação e brinque com algum fetiche, por exemplo”, comenta Fátima Moura. Vale até brincar com a iluminação do quarto, se a mulher preferir um ambiente a meia luz.

A sexualidade é mais um ponto que deve ser trabalhado nesse processo.

“Ela tem de se conhecer, saber que carícias dão mais prazer e como ela gosta de ser tocada, para poder compartilhar sua intimidade com o parceiro”, observa Fabiane Dell. Pela dificuldade em aceitar o próprio corpo e a baixa autoestima, algumas gordinhas se retraem e evitam qualquer contato íntimo, o que acaba minando a libido.

Desconforto: alternativas

Quem tem pouco condicionamento físico, que é uma das causas do desconforto sexual, pode sentir uma dificuldade maior para manter o ritmo intenso da relação em uma única posição. Como o corpo não está preparado para realizar grandes esforços, o cansaço e a dor nos músculos se transformam em uma barreira após alguns minutos de empolgação.

“Se o parceiro tiver um preparo físico melhor do que o da mulher, o ideal é pensar em posições em que ela realize menos esforço e fique mais confortável, para facilitar a penetração e o orgasmo”, sugere Fabiane Dell. Segundo a sexóloga, uma ideia é que a mulher fique deitada de barriga para cima e com as pernas erguidas, com o parceiro por cima, garantindo o máximo da penetração.

Outra posição em que as chances de atingir o orgasmo são maiores é a de quatro, com o homem penetrando a mulher por trás e, mais uma vez, controlando os movimentos e poupando muitos esforços físicos por parte da parceira. Se o calor for um problema constante, por conta do esforço, a solução é simples e rápida: vale deixar as janelas do quarto abertas ou até investir em um ventilador portátil, para melhorar a circulação de ar no ambiente.

“É fundamental que exista parceria e diálogo entre o casal, para que a mulher se sinta à vontade para contar ao parceiro sobre vontades, desejos, melhores posições e também revelar o que a incomoda ou machuca na hora do sexo”, conclui Fabiane Dell.

 

 

iG

10 posições sexuais confortáveis para gestantes

A gravidez é um período de extremas mudanças para a mulher, tanto corporais como emocionais. Junto com a gestação surgem inúmeras dúvidas, entre elas as que se referem à vida sexual. “Será que devo continuar mantendo relações normalmente?”, “Vai machucar o meu bebê?”, “Pode provocar um aborto?” são algumas questões comuns. “O sexo na gestação é saudável, desde que não haja restrição médica, risco de sangramento ou de parto prematuro”, afirma a ginecologista e obstetra Flávia Fairbanks, especialista em sexualidade humana.

Desta maneira, o pré-natal tem mais uma função importante. Além de acompanhar o desenvolvimento do bebê, o obstetra que acompanha a gestante também poderá avaliar se há contraindicações com relação ao sexo.

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De acordo com a médica, mesmo estando liberada para o ato sexual, boa parte das mulheres – e até mesmo muitos parceiros – acredita que a penetração possa prejudicar o crescimento do bebê ou provocar um aborto. Mas isso não acontece, segundo explica a obstetra. “O bebê está protegido pelo colo do útero, pelo tampão vaginal e pela bolsa amniótica”, diz Flávia.

Já no final da gestação, outra preocupação comum é que a prática do sexo possa adiantar o parto. A desconfiança tem fundamento. É que o sêmen muda o PH vaginal e, junto com o orgasmo, pode estimular o início das contrações uterinas. “Em tese, isso pode acontecer, sim. O esperma tem prostaglandina, um dos desencadeadores do trabalho de parto. No entanto, o volume é muito pequeno e, na prática, não é o que se percebe”, esclarece o ginecologista e obstetra Armindo Hueb, especialista em partos de risco.

Renato Munhoz (Arte iG)

A posição campeã no quesito conforto é a ‘De Ladinho’, ou seja, aquela que a mulher fica de costas para o parceiro

Posições mais recomendadas

Quando se fala em sexo na gestação é preciso ter em mente que, com o passar dos meses, algumas limitações corporais vão surgindo naturalmente, especialmente por conta do crescimento da barriga e, às vezes, até dores na coluna. Desta forma, os casais devem priorizar o conforto, para que a mulher consiga sentir prazer durante o ato sexual.

E a posição campeã no quesito conforto é a “De Ladinho”, ou seja, aquela que a mulher fica de costas para o parceiro, segundo comenta a sexóloga Carmen Janssen. “Assim a mulher apoia a barriga na cama e fica com o corpo mais descansado”, diz.

Outra opção recomendada pela especialista, principalmente quando a barriga estiver maior, é aquela chamada de “Agachamento Erótico”, na qual o parceiro fica com as costas na cama e a mulher fica por cima, com uma perna de cada lado. “Nesta posição, ela pode controlar a penetração e o ritmo do sexo”, afirma. No entanto, seja qual for a posição sexual, ao sentir qualquer incômodo, a melhor atitude é interromper o ato e, depois, relatar o ocorrido ao obstetra.

Falta de apetite sexual

Mas não somente as dúvidas sobre a saúde sexual que preocupam as mulheres no período gestacional. Com as transformações no corpo, enjoos, dores nos seios e nas costas, além do “sobe e desce” de emoções por conta das alterações hormonais, muitas grávidas ficam com a libido em baixa. “São muitas mudanças físicas e psicológicas e, às vezes, a mulher tem dificuldade em lidar com o sexo”, diz a sexóloga Carmen Janssen, membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana.

A especialista diz que, se a gestante não se sente à vontade para transar, o melhor a fazer é conversar francamente com o parceiro. No entanto, Carmen lembra que, do ponto de vista físico, a mulher costuma até ter uma maior lubrificação vaginal neste período, o que poderia ajudar na penetração. “Também é importante ressaltar que quanto menos a gente se estimula, menos vontade a gente tem de transar. Então, às vezes, é bom tentar, respeitando sempre as limitações, claro”, afirma a sexóloga.

É claro que a perda da libido não acontece com todas as mulheres. Pelo contrário, algumas se sentem tão felizes e exuberantes com a gravidez que têm até mais vontade de transar, segundo afirma o psiquiatra e sexólogo Joaquim Zailton Motta. Para ele, há ainda outras formas de praticar o sexo, não somente com a penetração, e a gestante pode procurar o caminho mais confortável. “O melhor sexo é aquele que implica a participação do corpo inteiro e, não, o que se foca apenas nos genitais. É preciso explorar todo o corpo, fazer massagens, procurar zonas erógenas. Na gravidez, às vezes aparecem até áreas novas de prazer”, diz Motta.

 

 

iG

Posições simples para delirar: Feijão, arroz e muita pimenta!

Fique parado
A TÉCNICA: sem roupa, deite de bruços, a garota senta na sua lombar e faz massagem em você mexendo o quadril sobre suas costas e com as mãos nos seus ombros e na sua nuca.
POR QUE É TÃO BOM: ela estimula o clitóris, você a sente molhadinha nas suas costas e tem um ganho extra: “A nuca possui muitos pontos erógenos, a penugem fina que a encobre dá mais sensibilidade a eles”, explica Carla Cecarello, sexóloga e coordenadora do projeto AmbSex, em São Paulo.

Desenhe na barriga
A TÉCNICA: imagine um triângulo com uma ponta no umbigo dela e as outras nas virilhas. Massageie a área, com mãos e beijos. Depois, ela pode fazer em você.
POR QUE É TÃO BOM: “Isso aumenta o fluxo sanguíneo na região pélvica, proporcionando uma ereção mais poderosa a ele e um clitóris mais irrigado e sensível a ela”, afirma Glene Rodrigues, ginecologista do Hospital Pérola Byington, em São Paulo.

Prenda a língua
A TÉCNICA: deite de costas e fale para a garota montar sobre seu rosto. Gentilmente, deixe sua língua imóvel sob o clitóris dela e passe o restante do trabalho: a parceira dita o movimento, o ritmo e a pressão que quiser.
POR QUE É TÃO BOM: “É perfeito para levá-la ao orgasmo”, diz Ian Kerner, sexólogo americano e autor de She Comes First (tradução livre: Ela vem primeiro). Mas também é uma excelente “pausa” entre uma posição e outra da transa.

Aperte(m)-se
A TÉCNICA: vocês estão deitados de lado, em conchinha. Acomode o pênis (direcionado para baixo) entre as nádegas da parceira, enquanto a abraça deixando suas mãos na vagina. Movimente seu quadril e seus dedos, com delicadeza.
POR QUE É TÃO BOM: “Você excita o ponto mais sensível dela, o clitóris”, pontua Carla. Ao mesmo tempo, aciona com intensidade terminações nervosas da glande do seu pênis. Segurem-se para não gozar muito rápido…

180 Graus