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Vasco sofre, mas vence Portuguesa e vai à semifinal da Taça Guanabara

vascoO Vasco segue devendo na temporada. Neste sábado (18), o Cruzmaltino voltou a se apresentar mal e sofreu para vencer a Portuguesa por 1 a 0 – gol de Thalles. O resultado colocou o time de São Januário nas semifinais da Taça Guanabara com a segunda colocação do Grupo C – nove pontos.

Na próxima fase, os comandados de Cristóvão Borges enfrentam Flamengo ou Madureira, que duelam domingo (19), às 17h (de Brasília), em Volta Redonda. Independentemente do adversário, o Vasco terá que vencer, já que qualquer um dos rivais terá a vantagem do empate para ir à final do primeiro turno.

Muito calor, pouca emoção

Em um dia de calor intenso no Rio de Janeiro e de mais de 100 blocos espalhados pela cidade no pré-Carnaval, o jogo entre Vasco e Portuguesa deixou a desejar. O dono da casa se mostrou pouco inspirado e precisou de um gol de Thalles aos 18min do segundo tempo para garantir a sofrida vitória. Houve poucos lances relevantes na partida.

A torcida vascaína não escondeu a irritação com a atuação e vaiou a equipe em alguns momentos. No final, prevaleceu a comemoração pela vitória, mas com os torcedores aparentemente cientes de que Cristóvão Borges ainda tem muito trabalho pela frente.

Empolgação por Luís Fabiano

Com um jogo longe de empolgar as arquibancadas, o atacante Luís Fabiano foi uma das celebrações nas arquibancadas. O Fabuloso foi lembrado através de cantos e a torcida não escondeu a expectativa pela chegada do artilheiro, prevista para a próxima terça-feira (21).

Torcedor do Flamengo causa confusão na arquibancada

Um torcedor do Flamengo infiltrado na torcida do Vasco gerou revolta e foi agredido na arquibancada de São Januário por um grupo de cruzmaltinos no intervalo da partida.

Antes da partida, o torcedor do Flamengo havia divulgado nas redes sociais que iria “ver o Vasco ser eliminado em casa” e disse que mostraria uma tatuagem do clube rubro-negro para os rivais se tivesse 100 curtidas na postagem. Ele foi reconhecido no estádio por causa da publicação.

O flamenguista agredido saiu ensanguentado e foi detido pela Polícia Militar. O próprio Twitter do Vasco publicou a imagem do torcedor após o incidente.

VASCO 1 X 0 PORTUGUESA

Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Mauricio Machado Coelho Junior
Auxiliares: Gabriel Conti Viana e Thiago Gomes Magalhães
Cartões amarelos: Jean (Vasco); Jacozinho, Muniz e Peterson (Portuguesa)
Gol: Thalles, 18min do segundo tempo

Vasco
Martín Silva; Gilberto, Luan, Rodrigo e Henrique (Muriqui); Jean, Bruno Gallo (Escudero), Guilherme Costa (Wagner) e Nenê; Kelvin e Thalles
Técnico: Cristóvão Borges

Portuguesa
Luciano; Pessanha, Marcão, Rodrigo e Jacozinho; Marcinho Pitbull, Muniz (Peterson), Romarinho e Fabinho; Matías Sosa e Edu
Técnico: Nelson Rodrigues

Uol

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Portuguesa perde em MG e cai para a 4ª divisão na maior crise da história

portuguesaNoventa e seis anos após sua fundação, tendo conquistado um vice-campeonato brasileiro, três títulos estaduais paulistas e um lugar cativo na história do futebol nacional, a Portuguesa perdeu para o Tombense por 2 a 0, no interior de Minas, e foi rebaixada à quarta divisão do país.

Foi seu quarto rebaixamento em apenas três anos. Em 2013, o time fundado por imigrantes portugueses estava jogando na Série A, a elite do futebol brasileiro.

Algumas dezenas de torcedores saíram da capital paulista e enfrentaram mais de 12 horas de estrada para torcer pela salvação do quarto time mais importante da cidade, que precisava de uma vitória e de um tropeço do Macaé para se livrar do rebaixamento na Série C.

O Botafogo-SP ajudou a Portuguesa e empatou com o Macaé, mas a Portuguesa não conseguiu superar o Tombense.

Logo aos 29min do primeiro tempo, o atacante Alex balançou as redes a favor do clube de Tombos de Minas e começou a decretar a queda lusa. No segundo tempo, Bileu aumentou o placar com um belo chute de direita. Apesar da vitória, o Tombense não se classificou porque precisava de um empate do Juventude, que acabou vencendo.

Mas o calvário da Portuguesa não começou na tarde deste domingo. Ao longo dos 18 jogos deste campeonato, a equipe acumulou 12 derrotas e apenas quatro vitórias. Seu saldo de gols de -13 foi o segundo pior de seu grupo. O Guaratinguetá, disparado a pior equipe da chave com incríveis -41 gols de saldo, venceu apenas uma partida no campeonato: justamente contra a Portuguesa.

Os dois morreram abraçados e terão que jogar a quarta divisão no que vem.

Derrocada relâmpago começou com o “caso Héverton”

Mas a derrocada lusitana foi construída rapidamente desde o famigerado escândalo que a rebaixou para a Série B em 2013. O time havia se salvado da queda em campo, mas a escalação irregular do meia Héverton em um jogo contra o Grêmio mudou a classificação do campeonato e acabou rebaixando a Portuguesa (e, consequentemente, salvando o Fluminense, que havia caído em campo).

No ano seguinte, a Portuguesa conseguiu fazer uma campanha ainda pior e terminou o ano na lanterna da Série B, acabando rebaixada à terceira divisão. Em 2015, conseguiu se manter na Série C, embora tenha sido rebaixada no Campeonato Paulista. Agora, na quarta divisão nacional e na segunda estadual, chega ao fundo do poço da sua história.

O desempenho dentro das quatro linhas foi resultado direto de uma desorganização sem precedentes fora delas. Com uma situação política conturbada, o clube atrasou salários de atletas e comissão técnica, deixou de pagar até conta de luz e hoje vive a ameaça de ter uma parte de seu estádio, o Canindé, leiloada para o pagamento das dívidas.

Portuguesa não conseguiu mostrar futebol, mas também deu azar

Em Minas, a Portuguesa foi dominada na maior parte do jogo. O atacante Nunes, um dos mais experientes do time, errou um chute que poderia ter aberto o placar no começo da partida. Os paulistas chegaram a botar duas bolas na trave, mostrando que também não estavam com muita sorte, mas atacavam de maneira desorganizada e não conseguiram impor maior pressão.

Com apoio de sua torcida, o Tombense parecia mais tranquilo e fez seus dois gols aproveitando contra-ataques bem armados. No final, quando a Portuguesa tentava desesperadamente diminuir o marcador, era o time da casa quem se mostrava mais perto de chegar a um terceiro gol.

Os classificados do Grupo B da Série C são Guarani, Boa Esporte, Botafogo-SP e Juventude. Eles jogam um mata-mata com os classificados do grupo A para definir os quatro que sobem à Série B. Os classificados do Grupo A saem ainda neste domingo.

Uol

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Estudante de 11 anos vence etapa da Olímpiada Nacional da Língua Portuguesa no Sertão da PB

jose enriqueJosé Henrique Cardoso dos Santos, de 11 anos, estudante de Escola Estadual da cidade de Patos, a 307 km de João Pessoa, foi o grande vencedor da etapa municipal da Olímpiada Nacional da Língua Portuguesa. Concorrendo com dezenas de inscritos, sua poesia foi escolhida através de uma comissão avaliadora.

O garoto vem de uma família simples. A mãe do garoto, Joana D’arc Cardoso, disse estar orgulhosa do filho. “Tenho mais dois filhos e ele é o do meio. Não sabia que ele gostava de escrever poesia. Fico feliz com isso”, relatou.

A poesia do pequeno patoense seguiu o tema nacional: ‘O lugar que vivo!’
A professora Aliamara Kelly, que ensina a disciplina de português, afirma que a conquista de José Henrique é uma grande satisfação. “A gente vê através dele, um menino simples, carente, humilde, o reflexo do trabalho que a gente desempenha. Um trabalho feito com força, acreditando no potencial do aluno, disse a profissional da educação.

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Entre os dias 25 de setembro e 10 de outubro, as poesias vencedoras nos municípios concorrerão na fase estadual. Caso vença, o poema de José Henrique irá para a etapa nacional da Olimpíada.

Veja a poesia vencedora:

Terra Abençoada

Patos, cidade do sol e calor
Comidas típicas com muito sabor
Terra abençoada pelo Nosso Senhor
Jovens tão lindas que parecem flor

Patos, Terra do conhecido feijão
Cidade do quente sertão
Da santa colheita do algodão
Terra que dá lucros ao cidadão

Patos cidade rica em calçados,
24 de outubro seu aniversário
Cidade de um povo que não fica cansado
Terra de calor e de carinho arretado

Patos cidade das economias
Um povo cheio de alegrias,
Grandes lojas e cias
Terra que o povo trabalha todo dia.

(José Henrique Cardoso dos Santos)

 

Portal Correio

Nova reforma ortográfica na Língua Portuguesa

linguaportuguesaFotoMarcosSantosUma comissão técnica do Senado Federal foi criada para estudar sobre novas mudanças ortográficas na Língua Portuguesa com a ideia de simplificar a ortografia, além de querer eliminar a letra “h” do início de palavras, quer também um pedaço do queijo, ou melhor, sugere a eliminação da letra “u” da palavra queijo.

Não se trata de posicionamento contra o Acordo Ortográfico, mas existe a consciência de que algumas de suas regras (como o uso de certas letras, o hífen, os acentos de pára/para, fôrma/forma) continuam dificultando e encarecendo o ensino. Levantamento feito por professores da Fundação Educacional do Distrito Federal indicam o gasto de 400 horas/aula com ortografia, do ensino fundamental ao médio, para decorar muito e aprender quase nada. É nesse tempo que nasce o desânimo e a crença de que português é muito difícil, criando o bloqueio gerador do analfabetismo funcional e causador do fato de que apenas 20% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada. Esses mesmos professores calcularam que, com a simplificação de algumas regras, a ortografia seria ensinada mais eficazmente com apenas 150h/a, o que representa uma forte economia de tempo e dinheiro (R$ 2 bilhões/ano).

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A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, após ter recebido vários sinais de alerta, realizou duas audiências públicas, convidando as autoridades responsáveis pelo encaminhamento do Acordo Ortográfico e representantes das opiniões criticas repercutidas na sociedade, perante senadores como Cyro Miranda, Ana Amélia, Cristovam Buarque, Lídice da Mata, Paulo Bauer, Flávio Arns, Marisa Serrano e Augusto Botelho.

O que mudaria

– Sem “H”
Homem – Omem
Deixa-se de escrever o “h” no início das palavras porque ele não é pronunciado. Exemplos: oje, ora, istoria, etc.

– ”QU” SEM O “U”
Queijo – qeijo
Deixa-se de escrever o “u” porque não é pronunciado. Exemplos: qero, aqilo, leqe, etc.

– “CH” por “X”
Chá – xá
Somente a letra “x” poderia representar esse som. Exemplos: flexa, maxo, caxo, etc.

– “S” por “Z”
Exemplo – ezemplo
Somente a letra “z” seria usada para representar o som de Za, Ze, Zi, Zo, Zu. Exemplos: bluza, analizar, ezuberante, etc.

– Sem “SS”, “Ç”, “SÇ”, “XÇ” e “XC”
Amassar – amasar
Na nova proposta, os encontros consonantais acima seriam eliminados.


Fonte: simplificandoaortografia.com

Brasileiro poderá usar Enem para entrar em mais uma universidade portuguesa

enemMais uma instituição de ensino superior de Portugal, a Universidade da Beira Interior, em Covilhã, aceitará a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para o ingresso de estudantes brasileiros em cursos de graduação. As notas do exame de 2012 e 2013 serão reconhecidas para os cursos que começam no segundo semestre deste ano. A Universidade de Coimbra foi a primeira instituição estrangeira a adotar da nota do Enem como critério de seleção.

O valor pago na graduação pelos estudantes de outros países é R$ 15 mil por ano. Com a opção de alojamento e refeição, o custo chega a R$ 23 mil. De acordo com a universidade, os brasileiros formam uma das maiores comunidades estrangeiras na instituição, com 60 estudantes.

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O peso da redação e de cada prova do Enem varia de acordo com o curso escolhido pelo estudante. No site, a universidade explica que a classificação portuguesa utiliza escala  de 0 a 200 pontos e a do Enem, de 0 a 1.000 pontos, por isso, a conversão das classificações será feita dividindo a nota do Enem por cinco.

A universidade tem uma página na internet voltada para brasileiros com a lista dos cursos de graduação disponíveis e a variação dos pesos das provas. Lá estão também as informações sobre os documentos que os candidatos devem apresentar. A universidade fica a 200 quilômetros de Lisboa, e tem cerca de 7 mil alunos e 600 professores.

No Brasil, o Enem seleciona estudantes para instituições públicas de ensino superior pelo Sistema de Seleção Unificada, para bolsas em instituições particulares, pelo Programa Universidade para Todos. Além disso, é pré-requisito para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil e para o intercâmbio acadêmico pelo Ciência sem Fronteiras. Em 2013, mais de 5 milhões de candidatos fizeram o exame.

 

 

Agência Brasil

Inscrição para exame de língua portuguesa vai até 10 de março

Inscrições-AbertasA partir desta segunda-feira, 10, estrangeiros e brasileiros residentes no país e no exterior, cuja língua materna não seja o português, podem se inscrever no exame para obtenção do Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras). O prazo vai até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 10 de março próximo. O certificado é aceito internacionalmente em empresas e instituições de ensino como comprovação de competência na língua portuguesa. As provas serão aplicadas entre 8 e 10 de abril.

Podem fazer a inscrição os candidatos que, na data de realização do exame, tiverem no mínimo 16 anos completos e escolaridade mínima equivalente ao ensino fundamental brasileiro. Ao fazer a inscrição, o candidato pode selecionar o país e o posto aplicador onde realizará o exame.

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As provas terão avaliações orais e escritas. Na parte escrita haverá duas tarefas que integram compreensão oral e produção escrita e duas que integram leitura e produção escrita. Já a avaliação oral será uma atividade de interação face a face, com duração de vinte minutos — o candidato terá de conversar sobre tópicos do cotidiano e de interesse geral, por exemplo.

De acordo com a pontuação obtida, o participante será classificado em quatro níveis de proficiência. Aqueles que obtiverem pontuação entre 2 e 2,75 serão classificados no nível intermediário; entre 2,76 e 3,5, no intermediário superior; entre 3,51 e 4,25, no avançado; entre 4,26 e 5, no avançado superior. Quem obtiver menos de 2 pontos não conseguirá a certificação.

Nesta primeira edição de 2014, o Celpe-Bras conta com 22 instituições credenciadas nas cinco regiões do país. No exterior, haverá locais de prova em um país da África, quatro da América Central, dois da América do Norte, 11 da América do Sul, além do Brasil, três da Ásia e oito da Europa, conforme a tabela.

As inscrições devem ser feitas na página eletrônica do Celpe-Bras. O Edital nº 2/2014, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), com todas as informações sobre a primeira edição deste ano do Celpe-Bras, foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 18.

Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

Estatuto da Fifa veta castigo à Portuguesa ou à CBF se clube for à Justiça comum

portuguesaO estatuto da Fifa tem um dispositivo que impede que a Portuguesa e a CBF sejam punidas se o clube for à Justiça comum no caso em que permitiu a entrada de Héverton na partida com o Grêmio, na última rodada do Brasileiro.

A Portuguesa perdeu quatro pontos e foi rebaixada à Série B, mas apelará ao pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva e fala em ir à Justiça comum. O Fluminense foi beneficiado com a sua permanência na Série A.

Segundo o especialista em direito esportivo Eduardo Carlezzo, há no próprio estatuto da Fifa uma exceção ao artigo 68 que determina que as federações nacionais insiram em seus estatutos a proibição de que as partes levem demandas à Justiça comum.

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“A menos que exista previsão [de exceção] nas regras da Fifa ou as leis nacionais permitam o recurso à Justiça comum”, reproduz Carlezzo.

“A constituição permite o recurso ao judiciário. Assim, se a Portuguesa for à Justiça comum, tanto a CBF quanto o clube não poderão ser punidos pela Fifa devido ao parágrafo terceiro do artigo 68.”

O artigo 217 da Constituição Federal dita que o poder judiciário admitirá ações relacionadas ao deporto após estarem esgotadas as instâncias da Justiça desportiva.

“O Brasil é muito provavelmente o único país do mundo a ter um artigo em sua constituição federal tratando da Justiça desportiva e que prevê a possibilidade de recurso ao judiciário sobre matéria disciplinar”, argumenta Carlezzo. “Caso não houvesse essa previsão, certamente toda essa discussão não estaria acontecendo.”

Uma outra hipótese que também é levantada é a de que no caso de a Fifa sancionar a CBF caso a Portuguesa entre, de fato, na Justiça comum, suspendendo a entidade e os clubes filiados de competições internacionais, é possível o recurso à CAS (Corte Arbitral do Esporte).

Ela poderia se posicionar sobre a aplicação do artigo 68 do estatuto da Fifa frente à Constituição Federal do país.

Folha de São Paulo

Portuguesa de Desportos monta defesa para recurso e presidente Manoel da Lupa diz: “Se cair, a Portuguesa vai fechar”

portuguesaSe cair, a Portuguesa vai fechar”. A frase, dramática, foi dita pelo presidente da Portuguesa de Desportos, Manoel da Lupa, nesta quinta-feira. O dirigente calcula que se o clube tiver que disputar a Série B, vai deixar de receber cerca de R$ 15 milhões dos direitos de televisão. “O que a Série B nos paga não dá para cobrir as dívidas de um mês”, afirmou.

Por isso, Da Lupa tem trabalhado dobrado e dormido pouco desde que o clube foi denunciado e julgado culpado por ter posto em campo o meia/atacante Héverton nos últimos 15 minutos da partida contra o Grêmio, no Canindé, na última rodada do Campeonato Brasileiro. “A Portuguesa não vai descer”, repetiu como um mantra durante sua participação no programa Bola Dividida, na Rede TV.

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O destino da Lusa será decidido no próximo dia 27, quando o tribunal pleno do STJD vai julgar o recurso do clube. No primeiro julgamento, na última segunda-feira, os juízes auditores decidiram por cinco votos a zero, punir com a perda de quatro pontos, o que rebaixa a Portuguesa. Com a queda para a Série B, cai – e muito – o montante de dinheiro que é pago pelas emissoras de televisão pelos direitos de imagem.

Ao Blog do Boleiro, Manuel da Lupa revelou que conversou com o deputado estadual Fernando Capez (PSDB), ex-procurador de Justiça em São Paulo e professor de direito. Capez propõe que a linha de defesa da Portuguesa no julgamento do recurso no pleno do STJD, no dia 27, deve se basear em dois princípios: o da boa vontade e o da proporcionalidade.

Por razões que só uma investigação poderá esclarecer, a suspensão do Héverton não foi comunicada à Portuguesa pelo advogado Osvaldo Sestário. Consultei todos os advogados do clube e eles me garantem que não foram informados sobre a suspensão de mais um jogo do atleta. Portanto, a Portuguesa não agiu de má fé”, explicou Capez.

Além disso, a Portuguesa não tinha nenhum motivo para colocar o Héverton em campo nos últimos quinze minutos, num jogo irrelevante para a Portuguesa em termos de rebaixamento. Não existe consequência no ato de escalar um jogador reserva durante todo o campeonato. A relação de proporcionalidade entre colocar o atlte nestes 15 minutos e a consequência que estão impondo, que é o rebaixamento”, completou o deputado/advogado.

Além disso, o clube vai mostrar que o BID da CBF informou no dia 6 e no dia 10 deste mês (antes e depois da partida contra o Grêmio), que Héverthon estava suspenso por apenas um jogo e já tinha cumprido a pena.

Uma preocupação para a Portuguesa de Desportos é a data do julgamento do recurso. “Dia 27, logo depois do Natal e no meio do feriado, pode ser perigoso para que todos os noves juízes que julgarão o caso apareçam no STJD”, disse Manuel da Lupa. Há o cuidado de saber se os três juízes de São Paulo, um do Rio Grande do Sul, um do Ceará e um de Goiás irão comparecer. “Eles precisam estar lá”, disse o presidente da Lusa.

Mais uma vez, o dirigente repetiu ao Blog do Boleiro: se perder no recurso, a Portuguesa vai levar o caso ao Tribunal Arbitral do Esporte na Suíça, a mais alta instância de justiça desportiva. E, em última instância, o caminho a ser tomado será a justiça comum. “Eu sei que isto será ruim para a CBF num ano de Copa do Mundo, mas será inevitável que torcedores da Portuguesa entrem com ação como consumidores”, disse.

Tudo isso, para evitar que um erro se transforme em uma crise financeira que pode inviabilizar o clube até na Série B.

 

Terra

Portuguesa é punida e rebaixada, e Flu fica na Série A, mas cabe recurso

stjdA Portuguesa perdeu por unanimidade a primeira batalha nos tribunais e, em decisão em primeira instância, foi condenada com a perda de quatro pontos (além de multa de R$ 1 mil) por escalação irregular do meia Héverton na última rodada do Brasileiro, contra o Grêmio. Com o resultado, a Lusa caiu da 12ª para a 17ª posição e está rebaixada à Série B, com 44 pontos. O Fluminense, com 46 pontos, sai da zona de rebaixamento e se mantém na elite. A diretoria do clube paulista já confirmou que entrará com recurso no Pleno do STJD, que deve ser julgado até o dia 27 de dezembro.

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O presidente da Portuguesa, Manuel da Lupa, não escondeu sua revolta com o resultado do julgamento e falou em favorecimento:

– Se fosse o contrário, o resultado não seria esse. Tanto é que em 2010 não tiraram o título do Fluminense porque era imoral. E a Portuguesa cair não é imoral, o problema é esse. Nós vamos entrar com o recurso no Pleno, vamos ver como fica, e depois vamos tomar as medidas que pudermos. Vamos lutar até onde der. Podemos ir à Fifa, ir à Justiça comum. A Portuguesa não vai cair por uma votação desse tipo. A gente aceita, mas não concorda. A gente acata a decisão, mas vai rediscutir. Se for mantido, vamos até o final. Não é melhor manter o resultado do campo? Não é um absurdo mudar o resultado que nós lutamos tanto para conseguir, e o Fluminense, que é um grande clube, não teve capacidade? E agora tem que inverter? É um absurdo. Depois falamos que é tapetão, e o pessoal fica zangado.

 

Indignado, o dirigente fez uma acusação forte em entrevista ao SporTV:

– Quando eu entrei aqui, me disseram que o resultado já estava decidido. Não vou dizer quem foi, mas a pessoa me disse que seria por 4 votos a 1 ou 5 a 0.

Durante todo o julgamento, mesmo com o escritório do STJD sendo localizado no 15º andar de um prédio comercial no Centro do Rio, era possível ouvir os gritos e cantos de torcedores – tanto do Fluminense quanto da Portuguesa, que chegaram em dois ônibus.

O Flamengo será julgado em seguida por escalação irregular do lateral-esquerdo André Santos contra o Cruzeiro. Mas, com a perda de pontos do time paulista, o Rubro-Negro não corre risco de ser rebaixado, pois caso seja punido cairá a 45 pontos. Flamengo e Fluminense se colocaram como partes interessadas no processo para poderem fazer sustentações de suas partes durante o processo.

Héverton foi suspenso em julgamento na sexta-feira, dia 6/12, e escalado no fim de semana (entrou aos 32 minutos do segundo tempo contra o Grêmio), o que acarretou uma notícia de infração feita pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ao tribunal. A Lusa foi denunciada no artigo 214 (Incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida, prova ou equivalente) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), com previsão de perda de três pontos, mais o que foi conquistado na partida em questão, no caso, um ponto, somando quatro pontos.

torcedora portuguesa chora julgamento STJD (Foto: Thales Soares)Torcedora da Portuguesa demonstra desânimo com julgamento no STJD (Foto: Thales Soares)

 

A Portuguesa alegou que não teve intenção em cometer a irregularidade, pois não tinha mais ambições no Brasileiro quando enfrentou o Grêmio, além do fato de o jogador ter atuado por poucos minutos. Em seu voto, o relator Felipe Bevilacqua de Souza chamou a atenção para a necessidade de cumprimento das leis independente do impacto na tabela da competição e diante da opinião pública para pedir a condenação da equipe paulista. O voto foi acompanhado por todos os integrantes da 1ª Comissão Disciplinar, presidida por Paulo Valed Perry.

A defesa da Portuguesa foi feita pelo advogado João Zanforlin, que normalmente representa o Corinthians. Além do relator Felipe Bevilacqua de Souza, do Rio de Janeiro, os auditores que participaram da votação no julgamento foram Vinicius Augusto Sá Vieira (SP), Luiz Felipe Bulus e Douglas Blackhman (RJ – auditor suplente). O auditor Washington Rodrigues de Oliveira (SP) foi declarado impedido de participar do julgamento, nos termos do artigo 18 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), por ter se manifestado publicamente – em rede social – sobre o objeto da causa, e foi substituído pelo suplente Blackhman.

Como foi o julgamento

Em sua defesa, a Portuguesa se focou na ausência de intenção em cometer a irregularidade – citando que a partida contra o Grêmio pouco valia para as duas equipes e que o jogador entrou em campo aos 32 minutos do segundo tempo – e e na necessidade de manutenção do resultado obtido em campo. Alegou que a lei precisaria ser interpretada e que o rebaixamento seria uma pena muito pesada para a representatividade da transgressão.

– A quatro meses da Copa do Mundo, o resultado do campo de jogo pode ser modificado. E, se há uma coisa que me revolta, são os “hermanos” fazendo gracinha: “Será que, se ganharmos, pode ter alguma coisa fora do campo e perdermos o título?” – comparou o advogado João Zanforlim.

torcedores Fluminense julgamento STJD (Foto: Thales Soares)Torcedores do Fluminense ficam em frente ao prédio onde se realizou o julgamento, no Centro do Rio (Foto: Thales Soares)

O diretor jurídico da Lusa, Valdir Rocha, alegou em depoimento que o clube não conseguiu contato após o julgamento com o seu advogado, Osvaldo Sestário, e que em casos assim isso significa que o jogador pegou apenas uma partida de suspensão, já cumprida com a automática. E que, em consulta ao site do STJD, não constava o nome do atleta como punido até a manhã de domingo, o que segundo o diretor jurídico só foi modificado na quarta-feira. Segundo o presidente Manuel da Lupa, Sestário teria dito que assumiria a responsabilidade pelo resultado. A procuradoria rebateu, dizendo que houve falha entre o advogado e o clube, que deveria ser o interessado em tomar conhecimento do resultado.

Como parte interessada, o Flamengo, representado pelo advogado Michel Asseff Filho, se pronunciou para questionar o prazo de aplicação da pena, que atualmente prevê que o jogador esteja punido no dia imediatamente posterior ao julgamento. De acordo com ele, deveria ser no dia seguinte de funcionamento do Tribunal, pois não há tempo hábil para recurso. Ainda assim, reconheceu que a lei atual prevê a suspensão imediata do atleta.

O Fluminense, também parte interessada, bateu na tecla da necessidade de cumprimento das leis, do regulamento estabelecido antes de a competição começar. Destacou que o aspecto técnico precisa se sobrepor ao lado emocional, e que o acompanhamento da situação dos atletas é de responsabilidade dos clubes, tentando esvaziar a defesa da Portuguesa.

– O cumprimento do regulamento faz parte da moralidade. Esqueceram isso. Depois de toda essa eclosão, o Fluminense não participou de nada disso. Se o Fluminense estivesse no lugar da Portuguesa, o clamor seria para cumprir (o regulamento) e rebaixar o Fluminense. Hoje eu li uma tese de transformar o campeonato de pontos corridos em campeonato de conta corrente, de jogar a perda de pontos para o ano que vem. Que argumento absurdo, raso – defendeu o advogado Mário Bittencourt.

FRAME julgamento STJD (Foto: Reprodução)O relator Felipe Bevilacqua de Souza (à esquerda) durante o julgamento no STJD (Foto: Reprodução)

O relator Felipe Bevilacqua fez um discurso no qual passou os primeiros minutos se dedicando a atacar a maneira como o tema vem sendo abordado pela imprensa e em seguida contestou os argumentos levantados pela defesa.

– A Justiça desportiva tem de prezar pela efetividade da pena. Imagina um atleta que tem uma final de campeonato no fim de semana. Agride um outro jogador num jogo na quarta, é julgado na sexta e joga a final de campeonato. Só pode ser punido na segunda-feira? Isso é moralidade? O julgamento aqui tem de ser técnico. Não existe dolo, culpa, resultado. É objetivo – disse.

 

Globoesporte.com

Portuguesa escala jogador irregular e pode ser rebaixada no Brasileirão

jogadorUm erro na última rodada do Campeonato Brasileiro pode custar muito caro à Portuguesa. Expulso contra o Bahia, o meia Héverton cumpriu suspensão automática diante da Ponte Preta e foi julgado na última sexta-feira pela 4ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Pegou dois jogos de suspensão e deveria cumprir mais um contra o Grêmio no último domingo. Mas foi relacionado e entrou aos 32 minutos do segundo tempo do empate por 0 a 0 contra a equipe gaúcha.

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O STJD já está ciente do caso e, segundo o procurador geral Paulo Schmitt, a CBF deve enviar ao Tribunal uma notícia de infração nesta quarta-feira. A própria CBF entrou em contato com a entidade nesta terça-feira para perguntar se Héverton havia conseguido um efeito suspensivo para entrar em campo. A resposta foi negativa. A punição seria a perda de quatro pontos (três + o número de pontos conquistado no jogo), situação que rebaixaria a Lusa para a Segunda Divisão com 44 pontos e salvaria o Fluminense.

Ainda segundo Schmitt, o lateral-esquerdo André Santos, do Flamengo, também teria atuado de forma irregular na última rodada. Expulso contra o Atlético-PR na segunda partida da final da Copa do Brasil, o jogador foi outro a ser julgado na última sexta e pegou um jogo, mas mesmo assim enfrentou o Cruzeiro no sábado. André tinha ficado fora do jogo contra o Vitória, primeiro depois da final contra o Furacão, mas ele não contou como suspensão. Por ser partida de outra competição, ela não é tida como caso de automática. Somente após o julgamento da última sexta ficou caracterizada a necessidade de se cumprir a punição por parte de André Santos. A situação é descrita no artigo 171 do CBJD:

Art. 171. A suspensão por partida, prova ou equivalente será cumprida na mesma competição, torneio ou campeonato em que se verificou a infração.

§ 1º Quando a suspensão não puder ser cumprida na mesma competição,
campeonato ou torneio em que se verificou a infração, deverá ser cumprida na partida, prova ou equivalente subsequente de competição, campeonato ou torneio realizado pela mesma entidade de administração ou, desde que requerido pelo punido e a critério do Presidente do
órgão judicante, na forma de medida de interesse social. (NR).

Documento Julgamento Portuguesa (Foto: Reprodução)Trecho indica a punição de dois jogos a Heverton no julgamento de sexta-feira (Foto: Reprodução)

A possível perda de quatro pontos do Rubro-Negro, no entanto, não mudaria a classificação final da competição uma vez que só aconteceria aliada à punição da Lusa. Nesse caso, a zona do rebaixamento ficaria com Náutico (20), Ponte Preta (37), Vasco (44) e Portuguesa (44). O Fla ficaria na 16ª posição, com 45 pontos. O clube avisou que só vai se pronunciar depois de notificado.

– Oficialmente ainda não recebi nada. Mas informação que me passaram é que a CBF vai encaminhar nesta quarta-feira um comunicado de irregularidade dos dois atletas (Héverton e André Santos). A partir disso, será elaborada uma denúncia e isso pode acarretar na perda de três pontos mais a quantidade de pontos conquistada pelo clube na partida. Ressuscitaram o Fluminense. Lógico que vão falar muito de tapetão, mas foi um erro da Portuguesa. A lei é para todos – resumiu o procurador Paulo Schmitt em entrevista ao GloboEsporte.com.

Punição passa a valer a partir do dia seguinte ao julgamento

Documento CBF Atleta irregular (Foto: Reprodução)Artigo 214 descreve as penalidades para o caso de escalação irregular de atleta (Foto: Reprodução)

A diretoria do Fluminense já foi informada do caso, mas não quis se pronunciar sobre o assunto. Ao ser informado da possível punição, o presidente eleito da Portuguesa, Ilídio Lico, se mostrou tranquilo e garantiu que confia em seu departamento jurídico.

– Não estamos sabendo de nada. Estava na reunião da CBF, conversei com vários presidentes de clubes e esse assunto não foi tocado. Confio muito nos nossos departamentos jurídico e de futebol e tenho certeza de que jamais deixariam algo assim passar. Fluminense está procurando pelo em ovo, todos nós sabemos que não era nem para eles estarem aí. Que subam no campo. Tenho certeza de que não haverá  maiores consequências – disse.

As punições impostas pelo STJD passam a valer no dia seguinte ao julgamento. Recentemente, o técnico Vanderlei Luxemburgo, então no Fluminense, foi julgado e punido em um dia de jogo do Tricolor. Ele comandou a equipe normalmente e cumpriu a pena nas duas rodadas seguintes. No dia 2 de agosto, uma sexta-feira, o atacante Fred foi punido com quatro jogos por sua expulsão diante do Vasco. Ele só entrou em campo no domingo seguinte, contra a Ponte Preta, graças a um efeito suspensivo conseguido no sábado. Já no dia 1º de novembro, o apoiador Felipe também foi punido com dois jogos por seu cartão vermelho contra o Cruzeiro. Na ocasião, no entanto, o departamento jurídico tricolor não conseguiu o efeito suspensivo e o jogador ficou fora do Fla-Flu do dia 3.

Cruzeiro escapou de perder pontos

Há alguns dias, o Cruzeiro escapou da punição de perder pontos no Campeonato Brasileiro por causa da suposta escalação irregular do goleiro Elisson contra o Vasco, no Maracanã. A Quarta Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva absolveu o clube na última sexta-feira. O Cruzeiro poderia sofrer punição com perda de três pontos por causa da escalação, mas, ainda assim, não corria risco de perder o título antecipado do Brasileiro.

Relacionado para o jogo contra o Vasco, no Maracanã, Elisson, de 26 anos, estaria sem contrato válido com o Cruzeiro na data. O goleiro foi escalado com a camisa 40. A diretoria celeste informou que encaminhou o contrato do jogador no dia 3 de junho à Federação Mineira de Futebol (FMF), que por sua vez disse ter repassado as informações à CBF.

Entretanto, na documentação não foi informada, segundo a Federação, a data final do vínculo do jogador, já que o último contrato terminava em 31 de dezembro de 2012. O departamento técnico sinalizou que uma possível falha no sistema de registros pode não ter salvado a informação da data final.

O artigo 133 do CBJD deixa claro que uma punição passa a valer no dia seguinte ao julgamento, independentemente da publicação em órgãos oficiais.

“Art. 133: Proclamado o resultado do julgamento, a decisão produzirá efeitos imediatamente, independentemente de publicação ou da presença das partes ou de seus procuradores, desde que regularmente intimados para a sessão de julgamento, salvo na hipótese de decisão condenatória, cujos efeitos produzir-se-ão a partir do dia seguinte à proclamação. (Redação dada pela Resolução CNE nº 29 de 2009)”. 

* Colaborou Diego Ribeiro

Globoesporte.com