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Ex-atriz pornô, Rita Cadillac abandona gravação com Porchat: “Fui humilhada”

rita-cadillacO programa de Fábio Porchat é marcado por brincadeiras e declarações inusitadas, como quando Latino lembrou de seu vício por sexo. Mas, durante uma gravação na última quinta-feira (13), aconteceu uma saia justa entre o novo contratado da Record e Rita Cadillac.

Vasto cardápio de pornô on-line pode dificultar relações na vida real

pornografiaBarata, ao alcance da mão e para todos os gostos. A pornografia na era digital faz a alegria de muitos, mas cada vez mais vem criando problemas para jovens e adultos.

Especialistas em sexualidade apontam um aumento no número de viciados em conteúdo pornô e na masturbação devido ao acesso fácil pela internet e à privacidade que o celular e o tablet proporcionam.

Os jovens são os mais suscetíveis a desenvolver dependência e já estão sendo chamados de autossexuais –pessoas para quem o prazer com o sexo solitário é maior do que o proporcionado pelo método, digamos, tradicional.

“Eles começam a atividade sexual sem parceria, na masturbação, em frente a um vídeo no qual escolhem tipo físico e idade de todas as variedades imagináveis. Isso é muito sedutor”, explica Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade da USP.

“Os meninos aprendem muito na internet, o que não é didático, porque são corpos e posições irreais, atividades sexuais mais agressivas que a média. Eles correm o risco de achar que é o padrão”, diz o psiquiatra Alexandre Saadeh, professor da PUC-SP e do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas.

Parte deles enfrenta perda do desejo sexual e disfunções, como falta de ereção ou ejaculação, e muitos têm uma visão distorcida sobre o próprio corpo ou desempenho sexual. Isolamento e insatisfação nos relacionamentos também são relatados nos consultórios.

“A pornografia veio substituir a prática sexual com outra pessoa, porque mesmo uma garota de programa tem um custo, e o encontro não pode ser a qualquer hora”, diz Carmita.

Quem é mais inibido continua trocando a vida sexual pelo pornô, até que ela começa e os problemas sexuais aparecem. Acostumado a um ritmo e a uma sequência na masturbação, o jovem não consegue repetir o mesmo estímulo no sexo a dois. Resultado: não tem ereção ou não ejacula, interrompendo a relação antes do final.

DEPENDÊNCIA

O norte-americano Alexander Rhodes, 26, ex-analista de dados do Google, se tornou o porta-voz dos dependentes de pornografia com o site NoFap, criado para ajudar pessoas que desejam largar o vício.

Sua história mostra como o problema pode começar cedo. Por volta dos 11 anos, ele clicou em um banner e caiu em um site de conteúdo adulto. Não parou mais. Rhodes contou, em entrevista ao “The New York Times”, em julho, que chegava a se masturbar até 14 vezes diante da tela por dia na época da faculdade.

Com a primeira namorada, só conseguia manter a ereção se fantasiasse com pornografia. Em 2011, ao buscar ajuda num fórum de discussão, percebeu que não estava sozinho, mas só conseguiu largar o pornô depois de outro relacionamento fracassado.

“Acho que eu dependia da pornografia como um tipo de muleta emocional. Se algo ruim acontecesse, ela estava sempre lá”, disse ao jornal.

No site, homens dividem suas experiências e buscam apoio uns nos outros. Contam como se sentem depois de uma recaída (“Não tenho ânimo para nada, sinto-me vazio. Me viciei de novo e sinto que é impossível parar”) e comemoram suas conquistas (“Minha vizinha acaba de me convidar para sair. O NoFap funciona mesmo!”).

EDUCAÇÃO

A facilidade de acesso à pornografia e o tabu que ainda envolve a sexualidade está transformando o pornô na base da educação sexual dos jovens de hoje, segundo os especialistas, com uma série de efeitos indesejados.

De um lado, as famílias delegam a tarefa à escola, que aborda o tema quando as crianças já tiveram acesso à pornografia ou mesmo iniciaram a vida sexual. Deixar para conversar com os filhos na adolescência, diz Saadeh, é um erro. “Tem que começar a acompanhar desde criança, saber quem é o filho, discutir o tema”, orienta.

Na fase seguinte da vida também há problemas. Os jovens temem parecer inexperientes e não corresponder às expectativas. “Quando existe vínculo afetivo entre os parceiros é mais tranquilo, mas é cada vez mais comum o sexo sem intimidade”, diz Carmita.

O proprietário da produtora pornô Brasileirinhas, Clayton Nunes, vê o vicio em pornografia como uma desculpa para os homens que perderam o interesse sexual pela mulher. “Se não faz sexo, ele acaba procurando pornografia. Essa pessoa precisa procurar um terapeuta sexual, conversar com a parceira ou mesmo se separar”, diz.

Segundo ele, a pornografia pode fazer parte de uma vida saudável se “consumida com moderação” e cabe aos pais controlar o acesso dos filhos para evitar excessos.

Apesar de ter aumentando nos consultórios a procura por ajuda para problemas sexuais ligados à pornografia, as pesquisas sobre a relação entre as duas coisas não são conclusivas. A maioria avalia homens que buscavam tratamento para o problema, o que pode levar a resultados enviesados, ou envolvem poucos participantes.

Publicado no periódico “Sexual Medicine” no ano passado, um estudo com 280 homens sem queixas sobre a vida sexual não encontrou relação direta entre consumo de pornô e disfunção erétil.

Outra pesquisa recente, feita por cientistas da Universidade de Oklahoma (EUA), sugeriu que a pornografia aumenta o risco de divórcio, principalmente entre os jovens, que tendem a assistir com mais frequência e têm casamentos menos estáveis.

Saadeh afirma, no entanto, que não é possível fazer uma relação direta entre o consumo de pornô e o divórcio. “O acesso à pornografia pode ser um sintoma de que algo na relação sexual desse casal não estava satisfatório antes”, diz.

É importante ressaltar que não são todos os jovens conectados que correm risco de dependência. “Há aqueles que assistem hoje, se masturbam e não voltam amanhã”, diz Carmita. Entre os sinais de alerta estão a angústia em relação ao uso e a restrição da capacidade de interação. “Se o indivíduo não se incomoda, paciência”, diz.

Para Saadeh, nos casos em que a situação sai do controle uma única conversa com um especialista pode ser suficiente. “Sexo é para ser uma boa experiência. Se não for, ou tem algo diferente em mim ou preciso aprender alguma coisa.”

Folha de São Paulo

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Fotógrafa russa registra o dia a dia de uma atriz pornô

pornoA fotógrafa russa Katia Repina registrou durante dois anos uma série de imagens que mostram o dia a dia da atriz pornô reconhecida apenas como “Marta”.

Elas se conheceram quando a atriz tinha 23 anos e estava há apenas duas semanas em seu novo trabalho. “Quando eu conheci Marta eu fiquei surpresa em ver como ela era bastante aberta e sincera; diferente das demais atrizes pornôs”, afirmou Katia em entrevista ao site “The Huffington Post”.

Após virarem amigas, a fotógrafa teve a ideia de registrar a rotina de Marta durante os últimos 24 meses. O resultado da série ganhou o nome “Llámame Marta” (Me Chame de Marta, em tradução livre), e documenta a iniciação de uma jovem mulher no mundo pornô e os momentos que surgem pelo caminho.

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A série narra a história de Marta para além de seu cargo, mostrando a mulher passeando com seu cachorro, em momentos com a família ou deitada em sua cama. “Ela é uma pessoa incrível com um coração grande, e se ela ama alguém, é para valer”, pontuou Katia.

 

redetv

Deputado é flagrado vendo pornô e culpa amigos: ‘Mandam muita sacanagem’


O plenário da Câmara votou na quarta (27) dois pontos cruciais da reforma política, mas o deputado João Rodrigues (PSD-SC) acabou não se concentrando cem por cento nos longuíssimos debates sobre financiamento privado, reeleição e afins.

Conforme imagens captadas e divulgadas pelo SBT, o parlamentar reservou parte da sessão para, ao lado de alguns colegas, ver fotos e vídeos pornô em seu celular. Nesta quinta (28), já em meio à repercussão da divulgação das imagens, ele jogou a culpa em amigos de um grupo de mensagens instantâneas.

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“Nesses grupos de WhatsApp que eu tenho, todo mundo tem, tem muitos amigos que mandam muita sacanagem”, afirmou por telefone o deputado, que tem 48 anos, é casado e tem duas filhas. “É um amigo de WhatsApp, e é frequente isso. Na verdade, quando são coisas impróprias, eu abro para ver do que se trata e vou apagando”, acrescentou.

Integrante do chamado baixo clero da Câmara, que é o grupo majoritário de pouca expressão política nacional, Rodrigues é ex-radialista, está em seu segundo mandato como deputado federal e foi prefeito de Chapecó e Pinhalzinho, ambas em Santa Catarina.

Leia trechos da entrevista:

*

Folha – O SBT fez imagens do sr. vendo vídeo e fotos pornográficas durante a votação da reforma política. O que aconteceu, deputado?
João Rodrigues – Não cheguei a ver o vídeo [do SBT], mas o que ocorre: sou um deputado de Santa Catarina e, durante a sessão, as vezes, abro o WhatsApp para ver recados, informações. Bom, nesses grupos de WhatsApp que eu tenho, todo mundo tem, tem muitos amigos que mandam muita sacanagem. Quando abri o WhatsApp, realmente tinham postado um uma imagem imprópria. Cutuquei o deputado do lado e mostrei pra ele: ‘Olha que merda que mandaram’. Ele olhou, riu, e eu apaguei. Porque quando eu chego em casa eu tenho uma filha de 10 anos que pega meu celular para brincar.

Foi um amigo do grupo que mandou então para o sr.
É, um amigo de WhatsApp, e é frequente isso. Na verdade, quando são coisas impróprias, eu abro para ver do que se trata e vou apagando.

O sr. já viu a repercussão desse vídeo na internet?
Isso aí gera constrangimento, e é óbvio que eu vou tomar providências jurídicas, porque violaram um equipamento privado. Segundo, a forma como está sendo colocada eu acho que está sendo equivocada. E terceiro, estou te contando um um fato que é um fato rotineiro. Eu não recebo imagem pornográfica e guardo. Eu abro o WhatsApp para ver do que se trata. E nesse caso cutuquei o deputado ao loado para mostrar: ‘Olha o que me mandaram’. E quando vi eu apaguei. Foram várias. Umas dez imagens, eu apaguei todas.

Deu problema na família?
Sou casado, tenho duas filhas, sou um sujeito bem encaminhado. Agora, obviamente que haverá constrangimento, claro que haverá. Quando estou em casa, e a gente vai jantar, esse grupo do WhatsApp eu abro e mostro: ‘Olha as coisas que me mandam’. Ela [a mulher] conhece esse grupo de WhatsApp. Mandam muita bobagem, mandaram recentemente uma imagem de uma pessoa famosa, e eu apaguei. Eu não armazeno esse tipo de coisa.

Que pessoa famosa?
Nua, não sei se é montagem. Várias. Tenho uma filha de dez anos que ela brinca com meu celular quando eu estou em casa…

O sr. acha correto ver isso no plenário, um local de exposição pública, durante votações?
No plenário eu abro informações diversas [no celular]. Quando abre o WhatsApp você não sabe o que está sendo postado, o WhatsApp não avisa o que é. Eu vi, e até botei [o aparelho] debaixo da mesa, para ninguém do lado de fora ver. Agora, com certeza gera constrangimento, obviamente que eu tenho que tomar minha providência jurídica. Quanto ao ambiente, quanto ao plenário, eu não sei qual é a mensagem, então eu abro e vou descartando. Recebo todos os dias, todas as horas muitas informações, de amigos, de prefeitos, fazendo pleitos, ou sugerindo: ‘Deputado, cobra isso, fala aquilo’, perguntando sobre reforma política.

 

Folha

Aplicativo pornô imita Dubsmash e infecta 500 mil usuários

dubsmashA Avast!, fornecedora de soluções antivírus, representada no Brasil pela Stity Tecnologia, divulgou em seu blog uma descoberta de aplicativo pornográfico que imita o Dubsmash, um dos aplicativos mais populares do momento e que permite fazer dublagens em vídeo, com mais de 10 milhões de instalações a partir do Google Play.
Os técnicos da Avast descobriram que “Dubsmash 2? (cujo nome do pacote era “com.table.hockes” na Google Play), não se tratava de uma versão melhorada do aplicativo original, mas na verdade um aplicativo com uma lista de sites de pornografia e que foi instalado entre 100.000 e 500.000 vezes na Loja Google Play. Os técnicos contataram a Google quando descobriram que o aplicativo era falso e ele foi removido.

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Depois que o aplicativo era instalado, não ficava nenhuma evidência de que um aplicativo chamado “Dubsmash 2? estivesse no aparelho do usuário. No lugar aparecia o ícone de um aplicativo chamado “Setting IS”. Este é um truque comum dos criadores de malware para tornar mais difícil ao usuário descobrir que aplicativo está causando problemas. E isto já devia ser um alerta ao usuário de que algo errado está acontecendo. O ícone “Settings IS” parece-se muito com o das Configurações do Android.
Depois de analisar profundamente a nova ameaça os especialistas da Avast estimam que o malware tenha origem na Turquia. O nome do desenvolvedor mostrado na Google Play e no YouTube parecia mostrar o mesmo.
Os técnicos suspeitam que o desenvolvedor do aplicativo utilizou o método de “clicar na pornografia” para obter vantagens financeiras. Através dos cliques em várias propagandas dos sites pornográficos, o desenvolvedor do aplicativo provavelmente recebeu diariamente uma quantia dos que fizeram as propagandas naqueles sites.
Além de ser indesejado pelo usuário, mas basicamente inofensivo e menos sofisticado que outras famílias de malwares como a Fobus ou o Simplocker, este aplicativo mostra que, apesar das medidas que estão sendo tomadas, aplicativos podem enganar os usuários e infiltrar-se dentro da Loja Google Play.
Se você instalou o Dubsmash 2 (cujo pacote se chamava “com.table.hockes”), você pode desinstalar o aplicativo indo às Configurações > Aplicativos > encontrando “Settings IS” e depois desinstalando o aplicativo.
O Avast Mobile Security detecta esta ameaça como Android:Clicker. SHA-256. Mais informações sobre as soluções Avast no Brasil: http://www.stity.com.br

Avast!

Atriz pornô deixa seio à mostra em ensaio da Unidos do Peruche no Anhembi

atrizMárcia Imperator, atriz de filmes da franquia pornô Brasileirinhas, e conhecida pelo quadro “Teste de Fidelidade”, da Rede TV!, acabou mostrando mais do que deveria durante ensaio técnico da Unidos do Peruche, no Anhembi, na madrugada desta segunda-feira (9).

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Usando um vestido superdecotado, Márcia ficou exposta enquanto sambava até que um integrante da escola alertou para o deslize. Ela então arrumou o vestido e voltou a sambar.

A Unidos do Peruche está no Grupo de Acesso do carnaval de São Paulo e desfila no domingo (15). Márcia também estará no Grupo Especial como destaque da Acadêmicos do Tucuruvi.

 

iG

Polícia investiga filmagem porno em biblioteca universitária

videoKendra Sunderland gravou o vídeo de 17 minutos a tirar a roupa e a estimular-se e colocou-o no site Pornhub. Em poucos dias e até ser retirado, o vídeo atingiu as 260 mil visualizações.

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A jovem, que segundo os dados colocados no Facebook, vive em Salem, no Estado do Oregon, e que não se matriculou no semestre em curso, foi intimidada para responder por atentado ao pudor e, apesar de não ter sido detida, será levada a tribunal e incorre numa multa que pode atingir 6250 dólares (5500 eruros) e um ano de prisão.

Polícia investiga filmagem porno em biblioteca universitária
FOTO DR

Em várias reportagens feitas na Universidade após a divulgação do caso, os estudantes dizem-se espantados quanto à forma como Kendra conseguiu gravar-se a si própria durante tanto tempo num sítio tão movimentado e que a universidade diz ser usado por 30 mil pessoas por semana.

 

JN

Justiça manda WhatsApp quebrar sigilo de chat com montagem ‘pornô’

whatsappCom base no Marco Civil da Internet, a Justiça de São Paulo mandou o Facebook liberar o conteúdo de conversas no aplicativo de chat WhatsApp que espalhavam montagens pornográficas feitas com as fotos de uma estudante universitária paulista. No começo do ano, a rede social adquiriu o app em um negócio de US$ 19 bilhões.

As mensagens eram trocadas em grupos fechados do app, que viraram um recurso para disseminar fotos da chamada “vingança pornográfica”. A exposição de jovens e mulheres dessa forma se multiplicou no Brasil. Algumas vítimas não suportaram o sofrimento e se suicidaram.

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As fotomontagens da estudante de engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie foram feitas a partir de imagens dela publicadas em seu perfil no Facebook. Em sua decisão, o relator do processo, juiz Salles Rossi, da 8ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, também obrigou o Facebook a ceder os números dos IPs (o protocolo de internet identifica dispositivos conectados à internet) dos indivíduos que pegaram a foto da estudante para fazer as alterações.

A montagem feita por eles colocava a imagem em posições pornográficas e foi espalhada nos grupos “Atlética Chorume” (sic) e “Lixo Mackenzista”. Segundo a decisão da Justiça, os conteúdos dessas conversas entre os dias 26 e 31 de maio de 2014 deverão ser liberados. A estratégia da advogada e mãe da estudante, Adriana Serrano Cavassani, de mover a ação contra o Facebook é usar as informações obtidas para identificar os autores para responsabilizá-los criminalmente. “Não só quem cria, mas quem divulga também comete o crime”, diz Cavassani.

As imagens traziam ainda o número de celular da jovem, que passou a receber ligações de homens propondo programas sexuais. Cavassani diz que a filha recebeu ligações de alunos do Mackenzie, FEI e da Poli-USP.

Suicídio
A mãe e advogada afirmou ao G1 que a repercussão das imagens fizeram a filha pensar em suicídio. A jovem planejava ainda concluir o curso de engenharia no exterior. “Na hora do desespero, eu pensei: ‘Eu faço qualquer coisa para você não sofrer mais por isso’. Mas eu ia sacrificar a vida da minha filha por meia dúzia de inconsequentes.”

A decisão foi emitida no começo de setembro, mas publicada em definitivo nesta semana. O Facebook tem cinco dias para cumpri-la. A empresa tentou evitar quebrar o sigilo das conversas. A rede social afirmava não poder ceder dados do WhatsApp, porque ainda não concluiu a aquisição do app. Argumentou ainda que as informação pedidas estão na plataforma do WhatsApp Inc, uma companhia com sede nos Estados Unidos e sem representação no Brasil.

Com base nas prerrogativas do Marco Civil da Internet, em vigor desde junho de 2014, o juiz descartou a defesa do site. “O serviço do Whatsapp é amplamente difundido no Brasil e, uma vez adquirido pelo Facebook e somente este possuindo representação no país, deve guardar e manter os registros respectivos, propiciando meios para identificação dos usuários e teor de conversas ali inseridas determinação, aliás, que encontra amparo na regra do artigo 13 da Lei 12.965/2014 (conhecida como Marco Civil da Internet)”, escreveu. Procurado pelo G1, o Facebook informou não comentar casos específicos.

De acordo com Cavassani, além da ação contra o Facebook, há um inquérito em andamento e um processo criminal vai ser ajuizado nos próximos dias acusando os envolvidos por calúnia e difamação. Já há indícios de que entre cinco e seis jovens participaram da ação. Além disso, a advogada vai entrar com uma ação civil para pedir indenização assim que todos os envolvidos forem identificados. “Vou pedir uma indenização compatível ao sofrimento e ao abalo emocional que ela vem sofrendo até os dias de hoje”, afirmou.

G1 

Os limites do filme pornô como estímulo para o sexo

Gemidos incontidos e orgasmos garantidos, posições dignas de acrobatas, ereções que duram horas… Pois é, nem tudo o que é mostrado nos filmes pornô tem relação com o sexo da vida real, com todas as suas delícias e dificuldades naturais – e características.

Mesmo assim, apesar da plasticidade e impessoalidade de alguns títulos, os filmes podem funcionar como um estímulo saudável à vida sexual do casal.

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Assistir a pornôs é um hábito saudável que pode ser adotado pelo casal, mas com alguns limites para não prejudicar a performance sexual

 

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Em primeiro lugar, vale lembrar que nenhuma experiência com o pornô substitui uma relação sexual de verdade.

“Esse tipo de filme faz parte da fantasia do indivíduo, mas como qualquer outro acessório, deve ser utilizado como um brinquedo, para apimentar a relação, e não se tornar uma obrigação”, pontua o terapeuta sexual João Borzino.

Essa substituição, aliás, tem se tornado uma constante nas relações, o que pode desencadear e camuflar uma série de problemas de relacionamento.

“Isso tem aumentado muito, principalmente em relacionamentos estáveis, em que o desejo sexual está abalado. Então, em vez de o casal resolver o problema, buscando se reaproximar, eles se refugiam no pornô e ficam cada vez mais distantes de retomar a vida sexual e a intimidade”, explica a psicóloga e sexóloga Ana Canosa.

É proibido proibir

Se um dos lados do casal tiver o pé atrás com essa questão do pornô, o mal-estar de descobrir que o parceiro consome esse tipo de fantasia pode ser ainda maior. Por isso, tudo deve ser discutido com transparência e sinceridade na relação, buscando eliminar qualquer mal-entendido.

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Transparência e diálogo devem ser constantes na relação, para que o pornô não se transforme em um mal estar

“Maturidade emocional é fundamental para que o os dois entendam que o pornô não configura uma traição, de nenhuma maneira. É apenas uma válvula de escape que pode ser muito saudável. O erro está justamente no contrário, quando o homem ou a mulher tenta proibir o outro, pela própria insegurança”, afirma João Borzino.

É natural e compreensível que as mulheres não se sintam completamente confortáveis – ou até excitadas – ao assistir a um pornô tradicional. Isso porque boa parte deles é produzido para os homens, retratando situações que para eles são mais eróticas do que para elas, como dupla penetração e sexo anal, entre outras posições.

“Os filmes tradicionais têm situações irreais, como mostrar o sexo anal como se fosse a coisa mais simples e fácil do mundo. É importante que o casal entenda as diferenças do pornô e do sexo real, até para que eles não se cobrem tanto, como exigir do parceiro posições malucas e ereção prolongada, por exemplo. Deve existir o cuidado para não fantasiar demais, senão vira algo desagradável”, observa Ana Canosa.

Uma saída que pode ser aproveitada por ambos são os pornôs alternativos, ou seja, fora do circuito tradicional em que o público-alvo é sempre do sexo masculino. Já existem produtoras especializadas, comandadas por mulheres, em que as tramas dos filmes têm um pouco mais de complexidade e ilustram melhor o sexo real.

Hábito e vício

Como tudo na vida, o pornô é saudável na medida em que é consumido com moderação pelo casal, não quando se transforma em um estímulo obrigatório para a relação sexual.

“Como ele se torna algo habitual, pode acontecer de o casal não conseguir mais ter o estímulo por conta própria, aí você perde uma conexão de intimidade. Saber dosar é fundamental”, afirma Ana Canosa.

O especialista João Borzino também alerta para a possibilidade do hábito se transformar em uma compulsão sexual, com raiz em problemas de baixa autoestima e insegurança.

“As pessoas buscam um padrão, em vez de descobrirem do que elas realmente gostam. O pornô é apenas uma das frentes que padroniza o comportamento sexual. O problema é que a nossa sociedade ainda não tem uma educação sexual satisfatória para lidar com essas questões”, opina João Borzino.

Por mais que o pornô tenha um estímulo visual mais intenso, algumas vezes, o sexo na vida real é insuperável, principalmente quando feito com tesão, cumplicidade e muitas outras vantagens sensoriais. Vale a pena saber quando desligar a TV.

 

iG

Atriz pornô aparece desfigurada e diz que lutador usou até faca em agressão

barbaridadeA atriz pornô Christy Mack, que teria apanhado de seu namorado, o lutador de MMA Jonathan Koppenhaver, conhecido pelo apelido de War Machine, divulgou nesta segunda-feira imagens de como está no momento. Segundo ela, ao menos 20 ossos em seu rosto estão quebrados, além de mais em outras regiões do corpo; ela também afirmou que o lutador usou até faca para agredi-la.

Nas imagens, seu rosto aparece desfigurado, cheio de hematomas e com a boca inchada e com sangue. Há um grande hematoma também em sua coxa esquerda. As imagens foram feitas em uma cama, aparentemente em um hospital.

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Junto com as imagens, ela divulgou uma nota. Nela, diz que War Machine chegou em sua casa, em Las Vegas, de surpresa, após ter terminado o relacionamento em maio.

Segundo ela, o lutador a encontrou junto com uma outra pessoa, totalmente vestidos e, sem falar nada, começou a bater em seu amigo para, depois, agredi-la.

Depois, diz que não sabe quantas vezes foi agredida e conta sobre suas fraturas, incluindo alguns dentes quebrados e fratura na costela.
Também conta sobre como ele a esfaqueou em algumas partes do corpo, como as mãos, e que teve seu cabelo cortado. Também afirma que War Machine a ameaçou de estupro, antes que conseguisse fugir por um gramado atrás de sua casa, nua, até que conseguisse que um vizinho a levasse para um hospital.

Por fim, como o lutador está foragido, ela conta que há um recompensa de 10 mil dólares, segundo a polícia, para quem o encontrar.

Via Twitter, o lutador se pronunciou também nesta segunda, pedindo desculpas e reforçando tese de que foi traído pela atriz.

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“Eu não sou um cara ruim. Eu fui fazer uma surpresa para minha namorada, ajuda-la no show dela, dar a ela um anel de noivado e termino lutando pela minha vida. Eu só queria que aquele homem não estivesse lá. Christy e eu estaríamos noivos e felizes. Eu não sei por que sou tão amaldiçoado. Um dia a verdade vai aparecer. Os policiais nunca vão acreditar em mim. Eu ainda estou decidindo o que fazer”, escreveu.

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180 Graus