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Governo de Solânea realiza audiência pública itinerante no Distrito de Santa Fé, nesta terça (27), para ouvir a população

Na ocasião também será assinada ordem de serviço para construção de quadra coberta no Distrito e climatização da Escola Municipal Padre Ibiapina.

Acontece nesta terça-feira (27) no Distrito de Santa Fé a partir das 8:30 da manhã na Escola Padre Ibiapina, a primeira audiência pública para elaboração da Lei Orçamentária Anual – 2020 (LOA – 2020). Durante a reunião será assinada a ordem de serviço para construção da quadra coberta em Santa Fé.

O objetivo da audiência é envolver o poder executivo e comunidade para ouvir as propostas e prioridades da população em áreas como saúde, educação e pavimentação de ruas. Para posterior inclusão na previsão orçamentária no exercício financeiro 2020 da administração municipal.  “Toda a população está sendo convidada para participar. É um encontro importantíssimo para todos nós, envolvidos na gestão do município”, contou o prefeito Kayser Rocha.

 Assessoria de Comunicação

 

Com cobertura vacinal baixa na Paraíba, Saúde alerta população para atualizar vacina contra Sarampo

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou um alerta para que a população atualize a caderneta de vacinação com a aplicação da Tríplice Viral. O alerta é para proteger a Paraíba contra o Sarampo, doença que já havia sido extinta e que foi reintroduzida em alguns locais do país.

O Sarampo é uma doença infecciosa, transmissível e extremamente contagiosa, podendo evoluir, com complicações e óbitos, particularmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade.

De acordo com a chefe do Núcleo de Imunizações da SES, Isiane Queiroga, a Paraíba encontra-se com a cobertura vacinal de 81,87%. O ideal é subir esse dado para mais de 95%, que é a recomendação do Ministério da Saúde. “Dos 223 municípios paraibanos, 109 (48,87%) apresentaram coberturas vacinais adequadas, conforme recomendação do Programa Nacional de Imunização – PNI. Tal situação caracteriza a existência de bolsões de suscetíveis que possibilita a reintrodução do Sarampo no Estado”, afirma.

Este ano, até a semana Epidemiológica 29/2019, terminada em 20 de julho, a Paraíba registrou 18 notificações suspeitas de sarampo, das quais 14 foram descartadas por laboratório e 4 por não preencher o critério de caso suspeito. Isiane afirma que é necessário alertar os gestores municipais para intensificarem a busca ativa na população para imunizar pessoas não vacinadas com a Tríplice Viral, principalmente aqueles locais que não alcançaram a meta de 95%.

“O objetivo é manter um alto nível de imunidade na população, reduzindo a possibilidade da ocorrência da doença. No ano de 2018, até o momento, o Estado da Paraíba atingiu 95,77% de cobertura vacinal contra o sarampo”, alerta.

O secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros explicou que, na região Nordeste, os casos registrados foram todos importados. Ou seja, não são casos de transmissão dentro do território. Mesmo assim, é necessário atualizar a caderneta de vacinação para a Tríplice Viral, pois a vacinação é a única maneira de prevenir a doença e evitar que o Sarampo seja reintroduzido na Paraíba.

Esquema vacinal para o Sarampo:

Crianças de 12 meses a menores de 5 anos de idade: 

  • uma dose aos 12 meses e outra aos 15 meses de idade.

Crianças de 5 anos a 9 anos de idade que perderam a oportunidade de serem vacinadas anteriormente: 

  • duas doses da vacina tríplice viral.

Adolescentes e adultos até 49 anos:
Pessoas de 10 a 29 anos  –  duas doses das vacinas tríplice viral
Pessoas de 30 a 49 anos  – uma dose da vacina tríplice viral
Profissionais de saúde, independentemente da idade, administrar 2 (duas) doses, conforme situação vacinal encontrada, observando o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.

IMPORTANTE: Quem já tomou duas doses durante a vida, da tríplice ou da tetra, não precisa mais receber a vacina. Se não há comprovação de vacinação nas faixas etárias indicadas, há necessidade de adultos receberem a vacina.

Contra indicação para a vacina
✓ Casos suspeitos de sarampo.
✓ Gestantes – devem esperar para serem vacinadas após o parto. Caso esteja planejando engravidar, assegure-se que você está protegida. Um exame de sangue pode dizer se você já está imune à doença. Se não estiver, deve ser
vacinada um mês, antes da gravidez. Espere pelo menos quatro semanas antes de engravidar.
✓ Menores de 6 meses de idade.
✓ Imunocomprometidos.

 

clickpb

 

 

Ministério da Saúde diz que mais da metade da população brasileira está acima do peso

Mais da metade da população está acima do peso e a obesidade atinge um a cada cinco brasileiros, segundo dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2018, divulgada na manhã desta quarta-feira (25).

De acordo com o levantamento, 55,7% dos entrevistados têm excesso de peso – aumento de 30,8% desde 2006, quando o Ministério da Saúde começou a realizar a pesquisa. Naquele ano, 42,6% dos brasileiros estavam acima do peso.

Já em relação à obesidade, entre 2006 e 2018 a porcentagem de pessoas aumentou de 11,8% para 19,8%, maior índice registrado em todo o período. Apesar do recorde, o valor é considerado estável desde 2015, quando a porcentagem foi de 18,9%.

A Vigitel é realizada anualmente pelo Ministério da Saúde por meio de entrevistas telefônicas. A edição de 2018 foi elaborada com base em 52.395 entrevistas entre fevereiro e dezembro do ano passado, feitas com pessoas com mais de 18 anos nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal. O critério utilizado para a avaliação do sobrepeso e obesidade é o Índice de Massa Corporal (IMC) – a partir dele, é possível identificar complicações metabólicas e riscos para a saúde.

Crescimento maior em adultos

Segundo a pesquisa, o crescimento da obesidade foi maior entre adultos nas faixas de 25 a 34 anos e de 35 a 44 anos.

Entre os homens, o sobrepeso é mais comum, mas a obesidade é “ligeiramente maior” nas mulheres: em 2018, 20,7% delas tinham obesidade, contra 18,7% dos homens.

“O Ministério da Saúde vem trabalhando com publicações para incentivar o uso de hortaliças e verduras, frutas locais. Incentivando também a economia local, como também o consumo de material mais fresco.”, disse Wanderson Kléber de Oliveira, Secretário de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde.

“Nós tivemos excesso de peso principalmente entre 55 e 64 anos e numa população com menos escolaridade, tem a monotonia alimentar, então o acesso a alimentos mais frescos e saudáveis pode ampliar bastante esses indicadores. Esperamos que isso se reflita na pesquisa deste ano.”

Hábitos alimentares e exercícios

Apesar do aumento nos índices de sobrepeso e obesidade, o brasileiro tem se alimentado melhor e feito mais exercícios físicos, indica a Vigitel.

O levantamento identificou também que entre 2009 e 2018 houve um aumento de pessoas que praticam pelo menos 150 minutos por semana de alguma atividade física no tempo livre. Há dez anos, esse hábito era mantido por 30,3% da população. Em 2018, o índice subiu para 38,1%.

O grupo demográfico que mais viu aumentar o índice de praticantes de atividades físicas foi o da faixa etária entre 35 e 44 anos e, em 2018, o índice de inatividade (sedentarismo) entre as mulheres foi de 14,2%, contra 13% dos homens.

Por outro lado, as mulheres são as que mantêm alimentação mais saudável. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a população consuma cinco porções diárias de frutas e hortaliças pelo menos cinco vezes por semana. A pesquisa telefônica identificou que, entre 2008 e 2018, cresceu de 20% para 23,1% a quantidade de brasileiros que segue essa orientação.

Considerando apenas as mulheres, esse número foi de 27,2%. Já 18,4% dos homens seguem a recomendação da OMS.

“Outra importante mudança”, diz a Vigitel é a queda expressiva de consumo regular de refrigerante e suco artificial entre adultos, que caiu para cerca da metade entre 2007 e 2018. No ano passado, 17,7% dos homens ingeriam as bebidas regularmente, contra 11,6% das mulheres.

 

G1

 

 

Semana ‘Todos contra Pedofilia’ visa conscientizar população e minimizar casos na Paraíba

Tem início nesta segunda-feira (1º), a Semana Estadual “Todos contra Pedofilia”, instituída pela Lei nº 10.586/15, do deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB). Esse período tem como objetivo conscientizar a população através de procedimentos informativos, educativos, palestras, audiências públicas, seminários, conferências ou congressos, sobre como combater e prevenir a pedofilia em todas as suas formas.

“Vivemos constantemente acessando notícias que apresentam casos de pedofilia sendo registrados em nosso estado. Precisamos combater esse mal que afeta nossas crianças paraibanas e atinge emocionalmente tantas famílias e a melhor forma de se fazer isso é por meio da educação, promovendo encontros e debates que nos deixem em alerta para os casos com o intuito de minimizar o sofrimento alheio e restaurar a vida e o sentimento de dignidade dos menores que sofrem com esse tipo de violência”, destaca Tovar.

A semana estadual “Todos contra Pedofilia” é realizada sempre na primeira semana do mês de julho e integra o calendário oficial de eventos do Estado da Paraíba. “Esperamos que o Governo do Estado cumpra com a Lei e desenvolva uma programação para a data”, comentou.

Assessoria

 

 

Vacinação contra a gripe no SUS é aberta para toda a população

Após 50 dias de campanha direcionada para o grupo prioritário, o Ministério da Saúde abre nesta segunda-feira (3) a vacinação contra a gripe para toda a população. Até a última sexta-feira (31), 20% do público-alvo ainda não estava imunizado – faltam 11,9 milhões de pessoas para atingir a meta de 90% de cobertura.

A medida, segundo o ministério, busca evitar o desperdício das doses – a campanha segue até que elas acabem. Mesmo assim, o grupo prioritário continuará tendo prioridade para a aplicação em todas as unidades de saúde. Os principais alvos são gestantes, mulheres que deram à luz há menos de 45 dias, crianças menores de seis anos, idosos, pessoas com doenças crônicas, trabalhadores da área de saúde, professores e povos indígenas.

Seis estados atingiram a meta: Amazonas (98,5%), Amapá (98,5%), Pernambuco (93,6%), Espírito Santo (91,3%), Rondônia (90,4%) e Maranhão (90%). Os estados com menor adesão são Rio de Janeiro (63,7%), Acre (73%) e São Paulo (73,1%).

A escolha do grupo prioritário é determinada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A imunização é a forma mais eficaz de evitar a infecção. A vacina protege contra os três subtipos do vírus que mais circulam no Hemisfério Sul, incluindo o H1N1, principal responsável pelas mortes no Brasil.

Até o último dia 11 de maio, o país teve 807 casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza, com 144 mortes no total – 89 óbitos e 407 registros de infecções causadas pelo vírus influeza A (H1N1).

G1

 

 

Cerca de 65% da população adulta já foi vítima de crime cibernético

Professor do curso de Investigação Profissional da Uninter dá dicas para manter a privacidade e segurança na internet

Os crimes cibernéticos se tornaram uma epidemia global e já atingem 65% da população adulta, como aponta o Relatório de Crimes Cibernéticos NORTON: O Impacto Humano, divulgado no ano passado. O estudo expõe a extensão desses acontecimentos, registrados em maior quantidade na China, Brasil, Índia e Estados Unidos.

Vírus de computador e ataques de malware são os tipos mais comuns; ataques de phishing, roubo de perfis de redes sociais e fraude de cartão de crédito também estão na lista dos problemas detectados no relatório. Na Nova Zelândia, Brasil e China, 6 entre 10 computadores estão infectados (61%, 62% e 65% das máquinas, respectivamente).

“Poder postar algo na internet é tentador, como compartilhar os momentos que são merecedores de destaque, desde uma foto até uma opinião. Está muito difícil mantermos a privacidade em meio a tanta tecnologia. Mas isso é bom? Não estamos nos colocando em perigo e expondo nossas vidas?”, questiona Armando Kolbe Júnior, professor do curso de Investigação Profissional do Centro Universitário Internacional Uninter.

O especialista listou algumas dicas simples para auxiliar na preservação da intimidade e evitar assédios com o uso da internet e principalmente das redes sociais.

  1. Atenção redobrada ao divulgar por meio de fotos e check-ins o endereço de residência ou lugares que frequenta. Uma dica útil é postar nas redes após sair do local.
  2. Evitar divulgar fotos de crianças, principalmente com uniformes escolares. Colocar apenas a imagem sem a localização pode ser uma alternativa para quem quer fazer postagens.
  3. Evitar publicações que exponham placa de veículo.
  4. Alterar a senha das redes sociais e e-mail periodicamente; o ideal seria fazer isso a cada três meses.
  5. Analisar bem a pessoa que solicita amizade ou faz qualquer tipo de contato antes de adicioná-la nas redes sociais.
  6. Ficar atento a e-mails, links e SMS falsos: fenômeno chamado de phishing, em que criminosos “pescam” os dados pessoais logo após o clique.
  7. Utilizar o modo de navegação anônima para garantir mais privacidade. Disponível em navegadores como Firefox e Chrome. Neles, basta usar o comando Ctrl+Shift+N.
  8. Manter softwares e antivírus sempre atualizados, pois os fabricantes costumam lançar atualizações que corrigem algumas falhas, inclusive contra vírus.

 

Sobre o Grupo Uninter

O Grupo Uninter é o maior centro universitário do país, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), e a única instituição de ensino a distância do Brasil recredenciada com nota máxima pelo Ministério da Educação (MEC).  Sediado em Curitiba (PR), já formou mais de 500 mil alunos e, hoje, tem mais de 210 mil alunos ativos nos mais de 200 cursos ofertados entre graduação, pós-graduação, mestrado e extensão, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância. Com polos de apoio presencial espalhados pelo Brasil, estrategicamente localizados em todo o território, mantém cinco campi no coração de Curitiba. São 2 mil funcionários trabalhando todos os dias para transformar a educação brasileira em realidade. Para saber mais, acesse uninter.com.

 

 

Assessoria de imprensa da Uninter

 

 

Casos de dengue aumentam e população pede socorro

Cerca de 3 mil casos prováveis de dengue já foram notificados este ano na Paraíba, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PB). O número é 20% maior que as notificações registradas em 2018. Segundo a responsável pelo setor de arboviroses do Núcleo de Doenças Transmissíveis Agudas da SES-PB, Fernanda Vieira, a Paraíba está em estado de alerta.

A informação foi apresentada na segunda-feira (20), durante reunião das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde e da Defesa do Patrimônio Social de João Pessoa com diversos órgãos. O objetivo do encontro foi discutir estratégias de combate e prevenção ao mosquito Aedes aegypti.

Conforme o MPPB, a SES-PB informou que já está fazendo uma interlocução com o Conselho Regional de Medicina (CRM-PB) sobre ações e medidas que podem ser adotadas em relação ao problema e disse que vai adotar a mesma medida em relação ao Conselho Regional de Enfermagem (Coren).

Em Solânea, população pede assistência

Uma das localidades que tem sido bastante afetada por casos de dengue é Solânea, Agreste do estado, distante 130 km da Capital. No dia 15 de maio, uma funcionária do Hospital Distrital usou o Facebook para questionar a falta de transparência a respeito do assunto.

“O que nosso município está fazendo pra amenizar os casos de dengue? Orientando a população? Fazendo uma busca ativa nos locais onde a proliferação do mosquito é mais evidente? A população está fazendo sua parte? O carro do fumacê será utilizado? Está sendo notificado os casos já existentes em nosso município? Em nossa cidade já existe casos de óbitos por dengue hemorrágica? São perguntas que precisam de respostas urgentes, pois cada minuto que passa é crucial para que se salve vidas”, questionou.

Dois dias depois, em nova publicação, ela disse que um carro de som estava emitindo alertas sobre os perigos do Aedes aegypti. O recado também convocava a população a verificar se em suas casas haviam focos do mosquito. “Me deixou animada. Só não entendi o porquê de pra se ter um carro fumacê precisam adoecer pessoas primeiro. Mas acho que a propaganda,o chamado em si já é um bom começo”, ponderou ela.

Portal Correio também recebeu reclamações de usuários do sistema de saúde pública de Solânea. Os leitores denunciaram falta de vagas no hospital, mal atendimento e pouca transparência sobre os métodos utilizados para notificar a doença. Leia alguns relatos:

A menina da minha cunhada está com dengue, fez a sorologia e quinta-feira foi ao hospital. Uma técnica de lá disse que não era dengue, que o hospital estava lotado e que levasse para a UPA em Guarabira..

Soro na veia. Ela disse que eu comprasse soro e pedisse a alguém do postinho [de saúde] para aplicar. Que eu tomasse em casa.

A agente de saúde pediu o exame de meu filho, que foi feito particular, para tirar xerox e levar para a Secretaria. É assim que vai ser feita a notificação. Mas não se pode fazer notificação de dengue dessa forma, sem ver o paciente. Tem que ter todos os dados do primeiros sintomas, pelo o que o paciente passou, se ficou internado. Eu queria entender o que Solânea está fazendo.

Hospital confirma aumento em demanda

A redação ouviu a coordenadora de Enfermagem do Hospital de Solânea, Aleksandra Ferreira, que confirmou o aumento na demanda de pacientes. A profissional, no entanto, não reportou que pacientes estejam deixando de ser atendidos por falta de espaço na unidade.

“Há uns três meses temos notado um aumento na procura por atendimento. Muitas vezes, o pessoal já chega até com o exame de sorologia [que confirma a dengue] realizado. Quando percebemos que a situação exige um pouco mais de atenção, o paciente fica internado. Mas a maioria tem condições de ser liberada para se recuperar em casa”, disse.

O que diz a Secretaria da Saúde

Procurada pelo Portal Correio, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) não comentou as denúncias de falta de vagas no hospital de Solânea. Porém, em nota, explicou por que muitas vezes os ‘carros fumacê’ não são utilizados – ou demoram para circular em áreas com grande incidência de dengue. A secretaria negou que o serviço seja burocratizado e alegou o uso de inseticida não é o melhor método de combate ao Aedes aegypti.

“O inseticida tem sua eficácia e segurança normatizada por procedimentos já padrões e que segue um protocolo do Ministério da Saúde para utilização que vai de acordo com casos, índice e/ou óbitos. Quando normatizamos não burocratizamos, e sim elencamos prioridades já que a utilização do mesmo não é primeira escolha de controle do mosquito. O trabalho dos ACE [agentes de controle de endemias] diariamente é que comprovadamente auxilia na diminuição dos índices de infestação larvária evitando a fase adulta do mosquito”, diz o comunicado.

Risco à saúde pública

O infectologista Jaime Araújo explica que o aumento nos casos de dengue é comum nessa época do ano. Médico no Hospital Universitário Alcides Carneiro, em Campina Grande, ele aponta que o atendimento a pessoas com sintomas de dengue tem sido maior também em unidades de emergência, como UPA e Hospital de Trauma.

“A dengue, apesar de habitualmente não deixar sequelas, pode causar sérios prejuízos para a saúde pública devido ao aumento do custo do sistema de saúde com o combate de doenças que podem ser evitadas. Além de prejuízos para o sistema econômico, devido afastamento temporário dessas pessoas doentes de suas atividades laborais”, avalia o médico.

Dengue não é única ameaça

Agente transmissor da dengue, o mosquito Aedes aegypti é responsável também pela transmissão da zika e chikungunya. Jaime Araújo explica a diferença entre as três doenças:

“A dengue é a doença mais grave quando comparada à chikungunya e à zika. Tem sintomas como febre, dores no corpo, cabeça e nos olhos, falta de ar, manchas na pele e indisposição. Em casos mais graves, a dengue pode provocar hemorragias, que, por sua vez, podem ocasionar óbito. A chikungunya também causa febre e dores no corpo, mas as dores concentram-se principalmente nas articulações e podem continuar por meses. Na dengue, as dores são, predominantemente, musculares. Já a zika é a doença que causa os sintomas mais leves. Pacientes com essa enfermidade apresentam febre mais baixa que a da dengue e chikungunya, olhos avermelhados e coceira característica. Em virtude desses sintomas, muitas vezes a doença é confundida com alergia. Normalmente a zika não causa morte e os sintomas não duram mais que sete dias”, diz.

 

 

portalcorreio

 

 

“Armar a população não soluciona”, alerta Ricardo Coutinho

O ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), repercutiu nas suas redes sociais o decreto do governo federal que flexibiliza e amplia as categorias e pessoas que têm direito ao porte de armas no país.

De acordo com Coutinho, em todo o Brasil, serão 19 milhões de brasileiros que poderão andar armados.

Ele relembra entrevista recente que deu a revista Carta Capital onde fala sobre o tema e sentencia:

“Armar a população não soluciona a questão da segurança pública. Apenas terceirizamos uma questão que é papel do Estado”

 

pbagora

 

 

 

Em Caiçara, PM age rápido e prende assaltantes; população faz carreata e comemora

Os autores de um assalto em Caiçara-PB, na manhã desta terça-feira (07) foram presos pela polícia.

Os dois criminosos cometeram o crime em um correspondente bancário do Bradesco localizado em uma loja de produtos infantis. Após o assalto eles fugiram na motocicleta que veio a quebrar, eles continuaram a fuga pelo mato, várias guarnições da PM juntamente com a da Civil cercaram a área e conseguiram capturar os assaltantes.

De acordo com as informações, um seria de Caiçara e o comparsa da cidade de Guarabira. A população acompanhou toda operação aplaudindo os policiais e fazendo um buzinaço nas ruas da cidade.

 

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blogdofelipesilva

 

Paraíba atinge 43% de cobertura vacinal contra gripe e SES alerta população

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) emite alerta e chama a atenção da população para a Campanha de Vacinação Contra Influenza, que vai até o dia 31 de maio, especialmente após o segundo óbito por Influenza A (H1N1) na Paraíba.  A cobertura vacinal atual no Estado é de 43,73%.

A gripe (Influenza) é uma infecção aguda do sistema respiratório, provocado pelo vírus da influenza A, B, C e D, com grande potencial de transmissão. A vacina é feita com o vírus morto e fragmentado. Portanto, ela é considerada 100% segura e incapaz de provocar a doença nas pessoas que são vacinadas. A imunização protege contra três tipos (ou cepas) do vírus: H1N1, H3N2 e influenza B.

“Pessoas de todas as idades podem ser acometidas por influenza. Mas algumas são mais propensas a desenvolver complicações ou quadros graves. O vírus sincicial respiratório é um dos principais causadores de doenças respiratórias em bebês e crianças pequenas. Nós precisamos entender que a vacina é um direito das crianças e um dever dos seus responsáveis. Não podemos deixar de perguntar se uma criança está com o Calendário de Vacinação em dia. A vacina contra a gripe é segura e evita casos graves e mortes pela doença”, explica a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares.

Para além da vacina, Talita afirma que outras medidas preventivas podem ser adotadas como a higienização das mãos com água e sabão ou com álcool gel, principalmente depois de tossir ou espirrar ou depois de usar o banheiro; antes das refeições; antes e depois de tocar os olhos, a boca e o nariz; evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies potencialmente contaminadas (corrimão, bancos, maçanetas), além de manter hábitos de alimentação saudáveis, com ingestão de líquidos e realização de atividades físicas.

A gerente executiva alerta que indivíduos com sintomas de gripe devem evitar contato com outras pessoas. Em caso de suspeita, o paciente deve procurar atendimento médico o mais rápido possível.

Este ano, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe teve início no dia dez de abril. Os grupos prioritários a serem vacinados são: indivíduos com 60 anos ou mais de idade, crianças na faixa etária de seis meses e menores de seis anos de idade (cinco anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), os trabalhadores de saúde, os povos indígenas, os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, professores de escolas públicas e privadas e policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das forças armadas

 

Secom/PB