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Ponte que liga os municípios de Santa Rita e Cruz do Espirito Santo cede após fortes chuvas

A ponte que faz o acesso entre os municípios de Santa Rita e Cruz do Espirito Santo cedeu, na madrugada deste sábado (15), prejudicando o tráfego pela rodovia PB-004. De acordo com informações do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PB), a estrutura não resistiu após as fortes chuvas que caíram na região litorânea nas últimas horas.

Ponte cedeu nas imediações da Rodovia PB-004 (Reprodução Whatsapp)
Ponte cedeu nas imediações da Rodovia PB-004 (Reprodução Whatsapp)

Equipes do DER-PB estão no local para orientar motoristas e adotar os procedimentos de correção do problema.

 


Portal WSCOM

 

 

Rio transborda, encobre ponte e interrompe trânsito e passagem de pedestre em Guarabira

As chuvas que atingem várias regiões da Paraíba têm trazido transtornos em várias localidades. Na cidade de Guarabira, no Brejo do estado, um rio transbordou interrompendo a passagem de carros e pedestres, na manhã desta sexta-feira (21).

Ao PB HOJE, o radialista Pedro Júnior, da Rádio Rural de Guarabira, relatou que A Rua Arnoud de Ché, ficou interditada devido ao transbordamento do Rio Guarabira. O trecho liga a Rua Prefeito Manoel Lordão à Rodovia PB-057, que dá acesso à UPA está interditado por causa do grande volume de água que encobriu a ponte.

“Os moradores da localidade pedem providências da prefeitura porque temem que a ponte caia. Eles relataram que o problema é antigo”, falou o radialista.

Outras localidades de Guarabira também apresentaram problemas devido às chuvas. “O trecho próximo a rua Prefeito Manoel Lordão, que dá acesso ao Conjunto Frei Damião, também apresentava muita água. A rua Joca Ataíde, no Bairro Novo, no trecho próximo às barracas de fogos, também apresentou um intenso fluxo de água”, relatou o profissional da comunicação do Brejo.

pbhoje

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Ponte bate SP em estreia de Sheik e com gol de ex-corintiano

O São Paulo voltou a oscilar no Campeonato Brasileiro. Na tarde desse domino, a equipe comanda por Rogério Ceni tinha a possibilidade de acabar com um pequeno tabu no estádio Moisés Lucarelli e chegar à terceira vitória consecutiva no nacional por pontos corridos, mas a Ponte Preta, com gol do ex-corintiano Lucca, arrancou os três pontos nessa quarta rodada do Brasileirão.

Foto: Matheus Reche / Futura Press

O revés faz o São Paulo cair três posições na tabela de classificação. Com seis pontos, o time da capital é apenas o nono colocado. Já a Ponte, que teve a estreia do também ex-corintiano Emerson Sheik, sobe seis posições e, pelo menos por enquanto, fica em quinto lugar, com sete pontos ganhos.

Foto: Marcos Bezerra / Futura Press

O placar magro resumiu bem o que foi o jogo nesse domingo, em Capinas. Debaixo de um sol forte, as duas equipes demoraram a engrenar. O São Paulo até começou melhor, ditando o ritmo do confronto, enquanto os donos da casa preferiam manter uma obediência tática mais cautelosa para sair apenas na boa.

Apesar disso, o São Paulo não chegou a criar grandes situações na frente. No lance mais perigoso, Lucas Pratto ficou frente a frente com Aranha, que conseguiu desviar a finalização do argentino. A bola ainda sobrou na pequena área e Marllon afastou o perigo antes da chagada de Luz Araújo, que já negociado com o futebol francês, deve ter feito sua última partida com a camisa tricolor..

Foto: Marcello Zambrana/Agif / Gazeta Press

Foi só. Estava claro que o confronto seria definido no detalhe, e nessa hora faltou atenção mais uma vez à zaga tricolor. Logo aos cinco minutos da etapa final, Rodrigo Caio cochilou ao voltar lentamente à linha de impedimento de seus companheiros e deu condição a Lucca, que com liberdade nas costas de Maicon, fuzilou Renan Ribeiro e marcou um belo gol.

Foto: Marcello Zambrana/Agif / Gazeta Press

O gol fez com que Rogério Ceni mexesse na equipe, abdicasse dos três zagueiros e apostasse até no jovem Léo Natel. Mas, nem mesmo assim o São Paulo conseguiu de impor e exercer a pressão esperada. Assim, a Ponte Preta administrou sua vantagem sem grandes problemas até o apito final.

Na próxima rodada, O São Paulo recebe o Vitória, quinta-feira, no Morumbi, às 19h30. Já a Ponte visita o Atlético-GO, em Goiás, no mesmo dia e horário.

Foto: Marcos Bezerra / Futura Press

FICHA TÉCNICA

PONTE PRETA 1 x 0 SÃO PAULO

Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)

Data: 4 de junho de 2017, domingo

Horário: 16 horas (Brasília)

Árbitro: Rodolpho Toski Marques – PR (FIFA)

Assistentes: Bruno Boschilia – PR (FIFA) e Victor Hugo Imazu dos Santos – PR (CBF)

Cartões amarelões: PONTE PRETA: Emerson Sheik, Wendel. SÃO PAULO: Maicon, Rodrigo Caio, Marcinho, Gilberto

Público: 5.711 pagantes (6.246 no total)

Renda: R$ 171.495,00

GOL:

PONTE PRETA: Lucca, aos 5 minutos do 2T

PONTE PRETA: Aranha; Jeferson (Emerson Sheik), Marllon, Rodrigo e João Lucas; Wendel (Fábio Braga), Nino Paraíba, Elton e Léo Artur; Lins (Jadson) e Lucca

Técnico: Gilson Kleina

SÃO PAULO: Renan Ribeiro; Lucão (Bruno), Maicon, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; Jucilei e Cícero; Thomaz (Gilberto); Marcinho (Léo Natel), Luiz Araújo e Lucas Pratto

Técnico: Rogério Ceni

Gazeta Esportiva

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Corinthians amplia “seca” da Ponte e leva 1º título na Arena

O Corinthians é a primeira força do Estado de São Paulo. Neste domingo, o antes contestado time dirigido por Fábio Carille contrariou de vez as análises de quem o via abaixo dos rivais Palmeiras, Santos e São Paulo em 2017. Empatou por 1 a 1 com a Ponte Preta, adversária que havia derrotado por 3 a 0 na semana passada, e sagrou-se campeão paulista em sua centésima partida em Itaquera. Os gols foram do atacante paraguaio Ángel Romero e do zagueiro Marllon.

Foto: Djalma Vassão / Gazeta Press

A supremacia do Corinthians no torneio estadual também é histórica. Com mais uma conquista, o clube do Parque São Jorge passou a contabilizar 28, bem à frente de Palmeiras (22), Santos (22) e São Paulo (21). De quebra, arrecadou os R$ 5 milhões do prêmio oferecido pela Federação Paulista de Futebol (FPF) – a Ponte receberá R$ 1,650 milhão pelo vice-campeonato -, importantes em época de crise financeira.

O Corinthians só terá pouco tempo para comemorar. O campeão paulista será colocado à prova em outras duas competições ainda nesta semana. Irá a Santiago para enfrentar a Universidad de Chile na quarta-feira, pela Copa Sul-Americana – ganhou o jogo de ida por 2 a 0. E, no sábado, atuará contra a Chapecoense outra vez em Itaquera, onde ganhou o seu primeiro título, pela rodada inaugural do Campeonato Brasileiro.

Do outro lado, a Ponte Preta, que perderá alguns dos seus destaques ao término do Estadual, viu novamente adiado o seu sonho de enfim angariar o troféu de um torneio expressivo para a sua esvaziada galeria. A derrota para o Corinthians de 2017 se soma às quedas para o mesmo oponente nas finais estaduais de 1977 e 1979, além de outros quatro vices: 1929, 1970, 1981, 2008. No próximo domingo, o time de Campinas buscará a reabilitação emocional contra o Sport, no Moisés Lucarelli, pelo Brasileiro.

Foto: Djalma Vassão / Gazeta Press

O jogo – Um enorme bandeirão que valorizava a “fé alvinegra”, campanha publicitária da fornecedora de material esportivo do Corinthians, foi aberto no setor leste do estádio quando os dois finalistas do Campeonato Paulista entraram em campo.

Já houve ocasiões, no entanto, em que a fé se mostrou mais necessária aos corintianos. Com a vitória por 3 a 0 obtida no jogo de ida, em Campinas, o time dirigido por Fábio Carille tinha tranquilidade para colocar em prática o seu futebol seguro na defesa e não muito vistoso no ataque.

Foto: Miguel Schincariol / Gazeta Press

Do outro lado, a Ponte Preta não podia perder tempo. O técnico Gilson Kleina cobrou movimentação dos seus três homens de frente – William Pottker, Clayson e Lucca -, na esperança de minimizar a desvantagem de sua equipe na decisão.

A princípio, a estratégia deu volume de jogo à Ponte, mas não chances de gol. A torcida visitante só se levantou mesmo para reclamar de pênalti de Paulo Roberto sobre Clayson após cobrança de falta, aos quatro minutos. O árbitro Leandro Brizzio Marinho já havia assinalado impedimento na jogada.

Foto: Djalma Vassão / Gazeta Press

O Corinthians não se assustou com o ímpeto da Ponte. Enquanto o motivado Lucca repetia algumas conclusões precipitadas dos tempos em que defendia o clube do Parque São Jorge de um lado, Jadson buscava organizar o meio-campo corintiano do outro. Ele contava com a liberdade concedida a Maycon, já que Rodriguinho cumpria suspensão, na missão.

Aos 29 minutos, Jadson teve a ajuda não do seu parceiro de armação, mas da própria defesa da Ponte, para aproximar o Corinthians do gol. Aranha e Kadu saíram jogando mal, e o meia aproveitou para alçar a bola na área. Romero escorou de cabeça para Maycon, que chutou na trave. Na sobra, Jô carimbou a marcação.

Foto: Alê Frata/Código19 / Gazeta Press

O lance entusiasmou a torcida do Corinthians, que viu o time da casa passar a fazer triangulações com mais facilidade, e enervou um pouco mais a Ponte Preta. Aos 40, surgiu outra grande chance para abrir o placar. Jô avançou bem pela intermediária, abriu a bola para Fagner e correu para a área para receber o cruzamento. Finalizou torto.

Agora com pouco mais de 45 minutos para fazer ao menos três gols e não sofrer nem um, a Ponte Preta foi ao vestiário de Itaquera desanimada. Saiu de lá com Ravanelli na vaga de Jadson – para desespero dos cronistas esportivos de Campinas, que queriam a entrada de Renato Cajá.

Foto: Djalma Vassão / Gazeta Press

Ravanelli se esforçou para provar que o técnico Gilson Kleina estava certo com alguns chutes de longa distância, porém sem direção. Aos 17 minutos, após Yuri substituir Lucca, foram para os ares também as esperanças da Ponte. Jadson fez belo passe da direita para Romero, que apareceu sem marcação no meio da área. O paraguaio bateu em cima de Aranha, pegou o rebote e concluiu de novo para anotar o seu 18º gol em Itaquera, um recorde.

“É campeão! É campeão! É campeão!”, começou a gritar a torcida da casa. Na iminência do vice-campeonato, Kleina gastou a sua última ficha com a entrada de Lins no lugar de Clayson, jogador que poderá disputar o Campeonato Brasileiro pelo Corinthians. Carille, por sua vez, havia trocado Camacho por Clayton.

Foto: Miguel Schincariol / Gazeta Press

Com as mudanças – principalmente a do placar -, o Corinthians se acomodou e permitiu que a Ponte Preta, sem nada a perder, levasse perigo ao gol defendido por Cássio. Como aos 35 minutos, quando Ravanelli ajustou a pontaria em outra tentativa de fora da área. Acertou a trave.

A torcida do Corinthians não deu importância à melhora da Ponte. Enquanto o seu time se preocupava em tirar proveito de contra-ataques, o público acendia sinalizadores em quase todos os setores do estádio para festejar. No telão, a mensagem para que os artefatos fossem apagados acabou alterada pela imagem do ídolo Wladimir, campeão paulista de 1977, ovacionado em Itaquera.

A Ponte Preta ainda amenizou – muito pouco – tamanha alegria nas arquibancadas. Aos 40 minutos, logo após Jadson ceder espaço ao novato Pedrinho, Ravanelli cobrou falta da direita, e Marllon teve liberdade para finalizar de primeira e igualar o marcador. Ele correu para recolocar a bola em jogo, mas com a consciência de que anotar outros três gols era bem improvável.

Sendo assim, os corintianos continuaram a comemorar. Foi assim até o apito final de Leandro Brizzio Marinho, que selou a primeira conquista de um título em Itaquera do Corinthians, a primeira força do Estado de São Paulo.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 1 X 1 PONTE PRETA

Local: Estádio de Itaquera, em São Paulo (SP)

Data: 7 de maio de 2017, domingo

Horário: 16 horas (de Brasília)

Árbitro: Leandro Brizzio Marinho (SP)

Assistentes: Tatiane Sacilotti (SP) e Miguel Cataneo (SP)

Público: 46.017 pagantes (total de 46.462)

Renda: R$ 2.792.212,60

Cartões amarelos: Pablo e Romero (Corinthians); Nino Paraíba, Élton e Clayson (Ponte Preta)

Gols: CORINTHIANS: Romero, aos 17 minutos do segundo tempo; PONTE PRETA: Marllon, aos 40 minutos do segundo tempo

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Paulo Roberto, Jadson (Pedrinho), Camacho (Clayton), Maycon e Romero (Léo Jabá); Jô

Técnico: Fábio Carille

PONTE PRETA: Aranha; Nino Paraíba, Marllon, Kadu e Artur; Fernando Bob, Élton e Jadson (Ravanelli); William Pottker, Clayson (Lins) e Lucca (Yuri)

Técnico: Gilson Kleina

Gazeta Esportiva

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Ponte dá ‘chocolate’ e faz 3 a 0 no Palmeiras no jogo de ida

No domingo de Páscoa, a Ponte Preta deu um “chocolate” no Palmeiras do início ao fim e ganhou fácil, por 3 a 0, a primeira semifinal do Campeonato Paulista. A Macaca tem agora uma ótima vantagem para ficar com a vaga na decisão.

Jefferson comemora o gol que marcou na vitória da Ponte Preta por 3 a 0 sobre o Palmeiras, em Campinas (SP)
Jefferson comemora o gol que marcou na vitória da Ponte Preta por 3 a 0 sobre o Palmeiras, em Campinas (SP)

Foto: Célio Messia/GazetaPress

O que Felipe Melo disse no intervalo resume bem a tarde: “a Ponte Preta comeu a gente”. Muito mais intenso do que o Verdão, o time de Gilson Kleina com dez minutos já tinha 2 a 0 a favor: no primeiro ataque, após duas defesas de Prass, Pottker desviou o chute de Jeferson e abriu o placar; depois, passe do centroavante para Lucca, atacante emprestado pelo Corinthians, entrar nas costas de Jean e ampliar a vantagem.

Além da atuação em “marcha lenta”, o Verdão esteve mal tecnicamente. As tentativas de dribles, tabelas, jogadas trabalhadas foram em sua maioria frustradas. A melhor chance antes do intervalo foi aos dois minutos, em cobrança de falta de Borja, que no restante do jogo teve atuação muito ruim.

Se pelo lado alviverde criar algo era um imenso sacrifício, a equipe alvinegra era o contrário: toques rápidos e bem organizados deram à Ponte a vantagem em todo o tempo. A coisa ficou ainda melhor para os mandantes quando Zé Roberto escorregou na área e deixou Jeferson livre, tranquilo para tocar na saída de Prass e fazer 3 a 0 aos 33 minutos de jogo! Um passeio que nem o mais otimista ponte-pretano esperava ver no Moisés Lucarelli.

Partida teve 'empurra-empurra' entre Pottker e jogadores do banco de reservas do Palmeiras
Partida teve ‘empurra-empurra’ entre Pottker e jogadores do banco de reservas do Palmeiras

Foto: Célio Messia/GazetaPress

Eduardo Baptista colocou Michel Bastos, mudou o esquema, Alecsandro substituiu Borja, e Róger Guedes foi a última tentativa do técnico para criar algo. O Palmeiras ficou mais tempo no ataque, mas de forma estéril, sem incomodar Aranha. A Macaca, por outro lado, poderia ter feito mais: Prass defendeu desvio de Mina, contra, depois pegou chute de Elton, e ainda deu um carrinho em Pottker dentro da área que o árbitro não marcou pênalti.

Já são seis jogos da Ponte Preta sem perder para o Palmeiras – o último triunfo do Verdão foi em 2015, na Arena Pantanal. Desde então, a equipe de Campinas venceu quatro vezes e empatou outras duas.

Para a volta no Allianz Parque, sábado que vem, dia 22 de abril, o Palmeiras terá uma missão dura: vencer por três gols de vantagem para levar a decisão aos pênaltis. A Ponte, assim, pode até perder por dois gols que mesmo assim chegará à decisão do Campeonato Paulista.

FICHA TÉCNICA
PONTE PRETA 3 X 0 PALMEIRAS

Local: Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data/Hora: 16/04, às 16h
Árbitro : Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Assistentes : Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo e Daniel Paulo Ziolli
Cartões amarelos : Jeferson, Fernando Bob, Jadson e Reynaldo (PON); Thiago Santos, Borja e Mina (PAL)
Cartões vermelhos : –
Público/Renda: 12.843 pagantes/ R$ 376.645
Gol : Pottcker, aos 1’/1T (1-0); Lucca, aos 7’/1T (2-0); Jeferson, aos 33’/1T (3-0)

PONTE PRETA: Aranha; Jeferson, Marllon, Yago e Reynaldo, Fernando Bob, Elton e Jadson (Wendel, aos 18’/2T); Lucca ( Artur, aos 40’/2T), Clayson (Lins, aos 31’/2T) e Pottker. Técnico : Gilson Kleina.

PALMEIRAS : Fernando Prass; Jean, Mina, Edu Dracena e Zé Roberto; Felipe Melo, Willian (Roger Guedes, aos 25’/2T), Tchê Tchê, Guerra (Michel Bastos, intervalo) e Dudu; Borja (Alecsandro, aos 12’/2T). Técnico : Eduardo Baptista.

LanceNet

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Ponte bate Santos e fica em vantagem nas quartas do Paulista

A Ponte Preta saiu na frente na disputa pela semifinal do Campeonato Paulista. Pressionando nos minutos iniciais e contando com a lentidão do Santos, a Macaca venceu por 1 a 0, com gol do artilheiro William Pottker, na tarde deste sábado, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, e assegurou a vantagem para o duelo de volta contra os santistas.

Willian Pottker (C), jogador da Ponte Preta, comemora seu gol durante a primeira partida contra o Santos FC, válida pelas quartas de final do Campeonato Paulista 2017.
Willian Pottker (C), jogador da Ponte Preta, comemora seu gol durante a primeira partida contra o Santos FC, válida pelas quartas de final do Campeonato Paulista 2017.

Foto: Ale Cabral/ Agif/Gazeta Press

Com a vitória, a Macaca precisa somente de um empate no jogo de volta para alcançar a classificação às semifinais do Paulistão. O Santos, por sua vez, se vê obrigado a vencer por dois gols de diferença para conquistar a vaga direta. Caso o alvinegro vença por apenas um gol, o confronto será decidido na disputa de pênaltis.

As duas equipes voltam a se enfrentar apenas no próximo dia 10, uma segunda-feira às 20h (de Brasília), no Pacaembu.

Ponte começa em cima e abre o placar

O duelo começou movimentado no Moisés Lucarelli, com as duas equipes buscando o ataque. Porém, a Ponte rapidamente dominou as ações e teve a primeira grande oportunidade com o artilheiro William Pottker. Aos 6 minutos, o atacante aproveitou indecisão de David Braz e Lucas Veríssimo para avançar dentro da área e encobrir o goleiro Vanderlei. A bola até tocou na rede, mas pelo lado de fora.

Logo na sequência, Clayson deu lindo drible em Jean Mota e cruzou para Pottker. Mas antes da redonda chegar no centroavante, Lucas Veríssimo antecipou-se e salvou o alvinegro.

Mesmo após sofrer com duas oportunidades claras, o Santos não conseguia achar os espaços no meio de campo e sofria com a velocidade do time de Campinas. E foi justamente em uma jogada rápida que a Ponte abriu o placar.

Aos 20 minutos, Clayson lançou para Nino Paraíba dentro da área. Aproveitando-se da marcação atrasada da defesa santista, o lateral tocou para Pottker apenas empurrar para o fundo das redes e deixar a Macaca na frente.

O tento ‘acordou’ a equipe comandada por Dorival Júnior, que chegou duas vezes após os 30 minutos. A primeira chance foi com Ricardo Oliveira. O centroavante recebeu de Bruno Henrique dentro da área. Livre, ele soltou uma bomba, que parou nas mãos de Aranha.

No lance seguinte, Vitor Bueno tentou cruzamento pela esquerda e a bola desviou no defensor da Ponte. Porém, lá estava Aranha, que no reflexo, fez outra bela defesa e impediu o empate santista no primeiro tempo.

Peixe melhora, mas não alcança empate

Após Vitor Bueno passar a etapa inicial apagado e com a equipe sofrendo pelo lado esquerdo, o técnico Dorival Júnior resolveu tirar o camisa 7 para promover a entrada de Copete. A mudança surtiu efeito nos minutos iniciais e o Santos voltou do intervalo ligeiramente melhor que a Ponte.

Aos cinco minutos, o colombiano avançou pela esquerda, driblou Fernando Bob e cruzou para Ricardo Oliveira. O centroavante bateu de primeira, mas a bola foi alta demais e passou por cima do gol de Aranha.

Apesar do domínio no meio, o alvinegro não conseguia traduzir o melhor momento em chances claras de gol. A Ponte Preta, por sua vez, apostava nos contra-ataques e quase ampliou o marcador em uma jogada dessas. Aos 17 minutos, David Braz falhou e deixou Pottker completamente livre para cabecear. O goleiro Vanderlei pegou, mas deu rebote e o atacante encheu o pé. A bola bateu em cheio no rosto do camisa 1 e foi afastada na sequência.

Depois da grande chance desperdiçada, a Macaca diminuiu o ritmo novamente e apenas esperava o Santos no campo de defesa. Os comandados de Dorival Júnior, porém, seguiram sem conseguir assustar o goleiro Aranha e o duelo terminou mesmo com a triunfo da Ponte em Campinas.

FICHA TÉCNICA

PONTE PRETA 1 X 0 SANTOS

Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)

Data: 01 de abril de 2017, sábado

Horário: 15h (de Brasília)

Árbitro: Salim Fende Chavez

Assistentes: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa e Bruno Salgado Rizo

Público: 11.545

Renda: R$ 227.280,00

Cartões amarelos: PONTE PRETA: Jadson e Fernando Bob.

GOLS:

PONTE PRETA: William Pottker, aos 20 do 1ºT;

PONTE PRETA: Aranha, Nino Paraíba, Marllon, Yago e Reynaldo; Fernando Bob, Elton e Jadson (Renato Cajá); Clayson, Lucca (Wendel) e Pottker (Lins).

Técnico: Gilson Kleina

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Renato (Rafael Longuine), Thiago Maia e Lucas Lima; Bruno Henrique, Vitor Bueno (Copete) e Ricardo Oliveira (Kayke).

Técnico: Dorival Júnior

Terra

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Fla marca no fim, vence Ponte e mantém caça ao Palmeiras na liderança

fernandinhoO Flamengo nunca esteve tão vivo na luta pelo heptacampeonato brasileiro. Nesta quarta-feira, a equipe bateu a Ponte Preta por 2 a 1 no estádio Kleber Andrade, em Cariacica, com requintes de crueldade. O gol da vitória veio apenas aos 45min do segundo tempo. A diferença para o Palmeiras, porém, segue a mesma, já que o Alviverde venceu o clássico contra o São Paulo. Gabriel  e Fernandinho marcaram para o Fla, e Willian Pottker descontou.

Com os resultados, o Flamengo chegou aos 43 pontos e segue a três do Palmeiras, com 46 – antes da rodada, os paulistas já tinham os mesmos três pontos dos cariocas. O Rubro-negro volta a campo no sábado, quando medirá forças com o Vitória, no Barradão. Já o Alviverde encara o Grêmio, em Porto Alegre. A Ponte recebe o América-MG, no domingo, em Campinas.

Entrou, marcou e provocou: Willian Pottker e quase esfria sonho do Fla

Em determinado momento, o Flamengo dividia a liderança com o Palmeiras, ambos com 43 pontos. Willian Pottker, porém, saiu do banco para mudar a prosa. Entrou no segundo tempo e deixou a marca na primeira chance que teve. Para piorar, o Alviverde conseguiu a virada sobre o São Paulo, deixando a diferença para liderança em cinco pontos. O Fla, porém, mostrou força, arrancou a vitória na marra e manteve a diferença em três pontos.

Maracanã capixaba! Flamengo mantém 100% de aproveitamento em Cariacica

O Flamengo manteve os 100% de aproveitamento no Kleber Andrade, em 2016. Após bater a Ponte Preta, o time acumula seis vitórias em seis jogos. O estádio Kleber Andrade tem recebido grande público nos jogos do Rubro-negro, que apelidou a casa como o “Maracanã capixaba’.

Do fim da fila à titularidade: a volta por cima de Gabriel no Flamengo

Por muitas vezes, Gabriel ficou de fora até do banco de reservas no Flamengo. Trabalhando quieto, o jovem atacante deu a volta por cima e hoje superou a concorrência pesada de Mancuello, Marcelo Cirino e Alan Patrick para ser titular do Rubro-negro. Após se destacar no primeiro tempo com um gol, o jogador passou mal no vestiário e acabou substituído por Cirino.

Bolas murchas roubam a cena em jogo

Um dos papéis do quarto árbitro, antes do jogo, é verificar a pressão de todas as bolas envolvidas no espetáculo. Ao que tudo indica, Devarly Lira do Rosario faltou essa aula. A arbitragem teve que parar o jogo em cinco oportunidades após reclamações dos jogadores com bolas que estavam murchas.

FLAMENGO 2 X 1 PONTE PRETA

Data e hora: 07/09/2016, quarta-feira, às 21h45 (horário de Brasília)
Local: Kléber Andrade, Cariacica (ES)
Árbitro: Francisco Carlos de Nascimento (AL)
Auxiliares: Esdras Mariano de Lima (AL) e Pedro Jorge Santos (AL)
Gols: Gabriel, aos 13min do primeiro tempo; Willian Pottker, aos 21min, Fernandinho, aos 45min do segundo tempo;
Cartões amarelo: Clayson e Reinaldo (PON)  (FLA)

FLAMENGO
Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araújo (Mancuello), Willian Arão e Diego; Gabriel (Marcelo Cirino), Everton (Fernandinho) e Leandro Damião
Técnico: Zé Ricardo

PONTE PRETA
Aranha, Nino Paraíba, Douglas Grolli, Fábio Ferreira e Reinaldo; João Vitor (Felipe Azevedo), Wendel e Thiago Galhardo; Rhayner (Abuda), Clayson e Roger (Willian Pottker)
Técnico: Eduardo Baptista

Uol

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Com um a mais, Ponte passeia em Campinas e vence Corinthians com golaço

A Ponte Preta passeou no Moisés Lucarelli na tarde deste sábado. Com um a mais desde o começo do jogo (Balbuena foi expulso aos 18min) e melhor em campo desde o apito inicial, o time de Eduardo Baptista dominou o Corinthians durante os 90 minutos e, com gols de Roger e Clayson (um golaço), venceu o duelo – que abriu a 22ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro – pelo placar de 2 a 0.

Com a derrota, o Corinthians não só perde a chance de assumir (ao menos temporariamente) a liderança do Campeonato Brasileiro como, estacionado nos 37 pontos, pode até deixar o G-4 dependendo dos resultados dos jogos de Flamengo (37), Santos (36) e Grêmio (35). A Ponte Preta, por sua vez, chega a 34 pontos e fica ainda mais perto do pelotão de cima.

O Corinthians agora deixa de lado o Campeonato Brasileiro e volta a pensar na Copa do Brasil, competição pela qual enfrenta o Fluminense na próxima quarta-feira, no estádio Edson Passos, às 21h45, no primeiro jogo das oitavas de final. Já a Ponte tem mais de uma semana até o próximo compromisso: 7 de setembro, contra o Flamengo, fora, pela 23ª rodada da Série A.

Roger faz de tudo na Ponte Preta

Robson Ventura/Folhapress

Capitão da Ponte Preta, o experiente atacante Roger foi quem mais deu trabalho à frágil defesa do Corinthians. Ele já havia perdido duas boas chances (a primeira clara, que parou nas mãos de Cássio), mas aos 35min abriu o placar após bola mal desviada por Cristian. Fora o gol, cavou a expulsão de Balbuena, fez bem o papel de pivô, criou oportunidades e participou de quase todos os ataques da Ponte.

Dupla de sucesso em 2009 decepciona

Com a saída de Bruno Henrique para o Palermo, o reserva Cristian ganhou uma chance como titular no time do Corinthians e reeditou a dupla de sucesso com Elias, do time de 2009. Mas neste sábado, os volantes renderam bem abaixo do esperado. Cristian, aliás, falhou no primeiro gol da Ponte Preta ao cabecear a bola para trás e deixa-la nos pés do artilheiro Roger.

Balbuena deixa Corinthians com um a menos

O novo esquema montado por Cristóvão Borges (4-1-4-1, com Marlone e Cristian como novidades) precisou ser desmontado logo no início do jogo. Isso porque Balbuena segurou Roger na meia-lua – em lance que o atacante ficaria cara a cara com Cássio – e recebeu o cartão vermelho do juiz Luiz Flávio de Oliveira, aos 18min de jogo. Após a expulsão, o técnico corintiano optou por sacar Guilherme e recompor a zaga com Pedro Henrique. Já no intervalo, Cristóvão tentou Romero no lugar de Marquinhos Gabriel, e pouco depois promoveu a entrada de Lucca (na vaga de Rodriguinho). Mas nada adiantou.

Ponte Preta domina Corinthians. E não só após expulsão

Denny Cesare/Estadão Conteúdo

O Corinthians não conseguiu sequer uma chance de perigo na etapa inicial. E não só por conta da expulsão de Balbuena, aos 18min. Antes mesmo do cartão vermelho do zagueiro, a Ponte já vinha dominando o adversário e criado uma série de oportunidades claras de gol. E, de tanto, pressionar, conseguiu abrir o placar aos 35min. Na etapa final, o domínio pontepretano continuou, e veio mais, com um golaço de Clayson.

Protesto da torcida corintiana

Irritados com a atuação do time, torcedores do Corinthians cobraram dirigentes em frente a um camarote do Moisés Lucarelli e entoaram gritos de ‘time sem vergonha’.

Mais uma vítima no Moisés Lucarelli

A Ponte Preta não sabe o que é perder dentro do Moisés Lucarelli desde 22 de junho, quando foi goleada pelo Cruzeiro (4 a 0) em jogo da décima rodada do Campeonato Brasileiro. Desde então, foram cinco vitórias e um empate, incluindo o triunfo deste sábado.

Pontapé inicial mais que especial

Ídolo da Ponte Preta e maior artilheiro da história do clube campineiro, com 155 gols em 581 jogos, o ex-jogador Dicá foi o responsável pelo pontapé inicial da partida no Moisés Lucarelli. O Mestre Dicá, como também é conhecido, foi homenageado por um motivo bastante especial: há exatos 50 anos, ele fazia a sua primeira partida pela Ponte Preta. E para comemorar a data, foi lançada neste sábado uma camisa retrô inspirada no ex-jogador.

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Palmeiras tropeça diante da Ponte e vê vantagem na liderança cair

O Palmeiras perdeu o conforto na liderança da Série A. Tudo graças a mais um tropeço da equipe no Allianz Parque. Na tarde deste domingo, a equipe de Palestra Itália – após sair em vantagem por duas vezes, – ficou apenas no empate por 2 a 2 com a Ponte Preta e perdeu a ‘gordura’ na ponta do Campeonato Brasileiro.

O terceiro tropeço palmeirense como mandante – antes desta tarde, a equipe perdeu para o Atlético-MG (1 a 0) e empatou com o Santos (1 a 1) – deixa a equipe comandada por Cuca com 40 pontos, apenas dois a mais do que o vice-líder Atlético-MG, que venceu o Atlético-PR pelo placar mínimo pela manhã.

Em compensação, a Ponte Preta segue na briga por um lugar no grupo dos quatro melhores da Série A. Sétima colocada, a equipe comandada por Eduardo Baptista chegou aos 31 pontos depois de 21 rodadas disputadas.

As duas equipes terão uma semana cheia para trabalhar antes do próximo compromisso. A Ponte Preta volta a jogar no sábado, às 16h (de Brasília), contra o Corinthians, em Campinas. O Palmeiras, por outro lado, vai até o Mané Garrincha para encarar o Fluminense, domingo, às 16h.

Quem foi bem: Róger Guedes

Definitivamente realçado ao posto de titular, Róger Guedes relembrou os melhores momentos deste Campeonato Brasileiro na tarde deste domingo. A disposição para a marcação aliada à potência ofensiva tornou o camisa 23 um dos destaques do jogo. O gol de Rafael Marques saiu dos pés do atacante, que fez bela jogada pela ponta direita antes de dar a assistência ao companheiro.

Quem foi mal: Cleiton Xavier

Uma tarde discreta do principal criador de jogadas do Palmeiras. Cleiton Xavier acabou anulado pelo sistema de marcação de Eduardo Baptista e pouco colaborou para o ataque palmeirense. Tanto que, aos 20min da etapa final, o meia deu lugar ao argentino Allione.

Aranha revê Palmeiras e tem falha decisiva

Depois de uma passagem discreta pelo Palmeiras, Aranha viveu uma tarde ruim. Uma falha manchou a atuação do goleiro no Allianz Parque. O ex-palmeirense errou o tempo em uma saída do gol e, caído no chão, viu Thiago Martins tocar de cabeça para anotar o segundo gol do time alviverde.

Palmeiras: espaços no meio-campo a ajudam Ponte

O esquema com Tchê Tchê, Moisés e Cleiton Xavier no setor de meio-campo torna o Palmeiras uma equipe com mobilidade e versatilidade ofensiva. No entanto, neste domingo, a recuperação defensiva foi lenta e por muitas vezes expôs Thiago Martins e Vitor Hugo; este último, por exemplo, precisou de um desarme providencial em Thiago Galhardo para evitar uma real chance de gol campineira.

Ponte Preta: contra-ataques organizados mudam o jogo

O Palmeiras ameaçou controlar a partida por duas vezes: ambas nos momentos dos gols. Entretanto, a Ponte Preta se mostrou letal no Allianz Parque. A equipe campineira apostou nos contra-ataques e na exposição da zaga rival para complicar a partida; no segundo gol, por exemplo, William Pottker aproveitou-se de um espaço grande para vencer Egídio na corrida e empatar o duelo.

Cuca: opção por Rafael Marques

Rivaldo Gomes/Folhapress

Palmeiras teve a vantagem nas mãos por duas vezes

A escalação de Rafael Marques como referência no ataque permitiu a Dudu e Róger Guedes apresentarem-se no nível esperado pelo torcedor. Cuca apostou nos dois pontas para incomodar a defesa adversária, e o Palmeiras chegou a dois gols em lances originados dos pés da dupla. A defesa, contudo, ficou exposta; tanto que o comandante recorreu a Thiago Santos na etapa final.

Eduardo Baptista: paciência diante do líder

O treinador ponte-pretano apostou nos contra-ataques e na paciência para incomodar o Palmeiras no Allianz Parque. Deu certo. A Ponte insistiu nas jogadas em velocidade e decretou o resultado desta forma: a arrancada de William Pottker definiu o importante ponto para os visitantes.

Sem medo do Allianz Parque

A Ponte Preta atuou três vezes no Allianz Parque e pode se vangloriar de permanecer invencível. Antes do empate deste domingo, o clube campineiro vencera por duas vezes o Palmeiras na nova arena: 1 a 0 no Campeonato Paulista e no Brasileiro do ano passado.

Menino de ouro

Menos de 24h depois de conquistar o ouro olímpico com a seleção brasileira, Gabriel Jesus prestigiou o duelo deste domingo no Allianz Parque. De quebra, ainda recebeu uma homenagem do Palmeiras. O atacante apareceu no gramado durante o intervalo e exibiu a medalha para os torcedores. A rápida aparição serviu para reforçar ainda mais a idolatria do torcedor pelo camisa 33.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 X 2 PONTE PRETA

Local: Estádio Palestra Itália, em São Paulo (SP)
Data: 21 de agosto de 2016, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-SC)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (SC) e Nadine Schramm Camara Bastos (Fifa-SC)
Público: 29.138 pagantes
Renda: R$ 1.866.689,88
Cartões amarelos: Rafael Marques, Thiago Martins e Thiago Santos (PAL); Fábio Ferreira, Reinaldo, Nino Paraíba, Thiago Galhardo, Aranha e João Vitor (PON)

Gols:
PALMEIRAS: Rafael Marques, aos 15 minutos do 1º Tempo, Thiago Martins, aos 24 minutos do 2º tempo
PONTE PRETA: Wellington Paulista, aos 6 minutos do 2º Tempo, e William Pottker, aos 27 minutos do 2º Tempo

PALMEIRAS: Jailson, Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Zé Roberto (Egídio); Tchê Tchê, Moisés e Cleiton Xavier (Allione); Roger Guedes (Thiago Santos), Dudu e Rafael Marques
Técnico: Cuca

PONTE PRETA: Aranha; Nino Paraíba, Fábio Ferreira, Douglas Grolli e Reinaldo; João Vitor, Wendel (Abuda) e Maycon (Thiago Galhardo); Clayson, William Pottker (Rhayner) e Wellington Paulista
Técnico: Eduardo Baptista

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Casal sobrevive após carro cair de ponte em Bananeiras

acidenteUm casal sobreviveu milagrosamente após o veículo em que eles estavam cair de uma ponte de quase cinco metros, próximo ao Distrito de Vila Maia, em Bananeiras, no Brejo paraibano.

De acordo com informações, o casal tinha saído da cidade de Borborema, onde reside, com destino a Bananeiras por volta das 03h30 deste final de semana. O motorista, conhecido por Tércio, estava levando sua esposa para o Hospital, quando perdeu o controle do Ford KA, bateu no balaústre da ponte e caiu em um barranco, deixando o carro totalmente destruído.

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Ainda segundo informações, no impacto, a mulher foi arremessada para fora do carro, mas felizmente saiu ilesa, com apenas escoriações pelo corpo. Seu esposo quebrou a clavícula. Ambos já estão em casa e passam bem.

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