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Mais um político paraibano é vítima de tentativa de golpe no WhatsApp

O deputado federal, Pedro Cunha Lima (PSDB), foi vítima de uma tentativa de golpe. Alguém se fez passar pelo parlamentar no WhatsApp e tentou comprar um carro em João Pessoa. Ele é o terceiro político a ser alvo da ação de bandidos nessa modalidade de crime nos últimos dias no estado.

Por meio da assessoria, Pedro Cunha Lima disse que o caso será levado à Delegacia de Defraudações para que o golpista responda por seus atos na Justiça e para que ninguém tenha prejuízo.

De acordo com o deputado, o golpista utilizou um número de celular diferente do utilizado por ele, mas cadastrou o seu nome e ainda utilizou uma foto sua. Depois disso, a pessoa entrou em contato com um vendedor de carros se dizendo interessado na compra de um veículo.

“Foi nessa hora que o filho do vendedor me reconheceu por meio da foto e entrou em contato com nossa assessoria para certificar se realmente eu estaria tentando comprar um carro. Então o golpe foi descoberto e evitamos que o vendedor tivesse o prejuízo”, explicou o deputado, alertando a população para essa modalidade de crime.

Na Paraíba, prefeitos, vereadores e outros políticos também já passaram pela mesma situação e também por clonagem da rede social WhatsApp. Pedro pede para que tenham cuidado com abordagem de pessoas se fazendo passar por ele para comprar bens ou serviços.

 

portalcorreio

 

 

Empossado prefeito, Amazan prega fim do radicalismo político

amazan-sanfonaConhecido do grande público pela desenvoltura em cima dos palcos, o sanfoneiro paraibano Amazan terá um novo desafio a partir de agora. No último domingo (1º), o músico, que também atua como proprietário de uma fábrica de sanfonas em Campina Grande, foi empossado como novo prefeito da cidade de Jardim do Seridó, no Rio Grande do Norte.

No pleito de 2014, Amazan disputou uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, mas não foi eleito. Ele obteve 22.243 votos e ficou na suplência.

Até então, o paraibano ocupava a vice-presidência da Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur), cargo para o qual foi nomeado em 2015.

O sanfoneiro paraibano Amazan, tomou posse, no último domingo (1º), como novo prefeito da cidade de Jardim do Seridó, no Rio Grande do Norte.

Em solenidade bastante prestigiada, Amazan agradeceu a confiança do eleitorado e pregou a união de todos em favor do município. Ele pediu o fim do radicalismo político e prometeu uma gestão voltada para o desenvolvimento da cidade.

Na oportunidade, o gestor deu posse ao novo secretariado da Prefeitura.

MaisPB

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Justiça suspende concurso de Diamante suspeito de indícios de favorecimento político

concurso_publicoA Justiça determinou a suspensão do resultado concurso público realizado pela prefeitura de Diamante, Sertão paraibano, a 450 km de João Pessoa. O certame ofereceu 103 vagas, para cargos de níveis fundamental, médio/técnico e superior. A decisão foi do juiz Carlos Gustavo Guimarães, da 1º Vara da Comarca de Itaporanga, que acatou ação popular com pedido de liminar.

Os candidatos denunciaram o certamente, por suspeita de irregularidades e indícios de favorecimento político. Eles foram até o Ministério Público protocolar denúncias de supostas ilicitudes. Entre as denúncias estão as aprovações de parentes da prefeita, como irmãos, cunhados e primos da atual gestora; de oito secretários municipais e ainda irregularidades durante a aplicação das provas.

Segundo a ação, um candidato ao cargo de motorista da prefeitura foi aprovado mesmo sem ter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria B, necessária para condução de carro.

O resultado do certame foi divulgado no último dia 10 de outubro pela empresa EducaPB Consultoria, responsável pela realização do concurso.

“Diante disto, detectado indícios de irregularidades e falhas que comprometeram a lisura do certame, pelos argumentos e documentos atrelados na petição inicial, e ainda, para evitar maiores repercussões do ato impugnado e a potencialidade lesiva, defiro a medida liminar e suspendo a eficácia do ato”, diz o juiz, na decisão.

O juiz citou a Prefeitura, a prefeita Marcília Mangueira Guimarães e a empresa EducaPB Consultoria para se defenderem das acusações.

clickpb

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Zenóbio diz que Célio quer confundir a opinião pública dando ao caso das supostas agressões um inexistente viés político

zenobioEm contato através do WhatsApp na tarde desta quinta-feira (20) com o prefeito de Guarabira, Zenóbio Toscano, cujo o mesmo foi citado por Célio Alves, de ter certa ligação com a família da jovem de 17 anos, supostamente agredida por Célio em seu apartamento em João Pessoa, disse que ele (Célio) está buscando uma saída para confundir a opinião pública, dando ao caso viés político.

Zenóbio disse que tomou conhecimento deste fato envolvendo o secretário do governador Ricardo Coutinho, na tarde desta quinta-feira, através das redes sociais,  quando retornou à Paraíba. ZT estava em Brasília desde a ultima segunda-feira (17).

“Não conheço a mãe da moça, nem nunca vi, e nem dei qualquer tipo de ajuda”.

portalmidia

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Bananeiras consolida quadro político de futuro no Brejo

Quem acompanha com atenção os bastidores da política no Estado da Paraíba identifica com clareza as novas lideranças nas diversas regiões. Não há fartura nem conceitual nem em quantidade, sobretudo no quesito de gestão.

Nesta real escassez de quadros, Bananeiras consolidou nas eleições de 2016 uma jovem liderança atendendo pelo nome de Douglas Lucena, invenção dele mesmo mas descoberto por Marta e Ramalho Leite.

ANTES DE TUDO, O CONCEITO

Douglas revelou-se um novo quadro por saber unir gestão, ética, inovação e tino político. É do ramo, como se diz lá Torre. Além segura o tranco de conviver com as adversidades conjunturais de forma segura, sobretudo nos tempos de vacas magras.

Em 3 anos e 9 meses de governo conseguiu fazer Bananeiras se manter e se ampliar como joia de nova cultura econômica longe da agricultura histórica servindo-se de nova vocação que a cidade deve muito a Marta, Ramalho, Alírio, Erly Amorim e a Ana Maria Gondim.

ZELO FINANCEIRO E FUTURO

O prefeito reeleito sem uso de qualquer imoralidade, apesar do discurso duro de seu opositor Matheus Bezerra – de família tradicional, soube vencer com classe e postura a merecer reconhecimento de todos, em especial da Justiça Eleitoral. Sua vitória foi limpa e incontestável.

Ele, agora, precisa construir as novas etapas com lealdade a princípios éticos e políticos ampliando seus horizontes para atrair novos projetos e mais desenvolvimento para sua terra natal. É pule de 10 a honrar o Brejo paraibano como nova liderança de muito futuro.

Tudo em nome de seu talento e ética. Vai mais longe.

blogdowaltersantos

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Homem morre atingido por fogos durante evento político em Araçagi

fogosUm militante político da cidade de Araçagi foi atingido na cabeça. Ele soltava fogos de artifícios num evento político daquela cidade, na Região Metropolitana de Guarabira/PB, na noite desta quinta-feira (29).

Conforme informações , a vítima de prenome “Jesus”, estava soltando fogos no comício evento de encerramento da candidata a prefeita Josilda Macena (PSC). Uma das bombas teria explodido e atingido a cabeça da vitima.

O Corpo de Bombeiros foi acionado, socorreu a vítima para o hospital da cidade, mas ela não resistiu e faleceu.

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Voto nulo não invalida eleição, diz cientista político

urnaUma das principais dúvidas que aparecem na época das eleições diz respeito aos votos nulos. Muitos eleitores acreditam que se mais de 50% dos eleitores votarem nulo a eleição é invalidada e, embora a afirmação não seja verdadeira, é recorrente a cada eleição, aparecendo em publicações de redes sociais e conversas com amigos, causando confusão.

“Isso de que se mais de 50% do eleitorado votar nulo a eleição será anulada é puro folclore”, explica o cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB) Flávio Britto.

Na verdade, tanto os votos nulos quanto os votos brancos não são levados em conta na apuração que dá o resultado da eleição. Por isso, mesmo que haja mais de 50% de votos nulos, o pleito não será anulado, uma vez que os votos considerados válidos serão somente os recebidos pelos candidatos e os chamados votos de legenda.

“Esse tipo de voto [branco e nulo] não é considerado no cômputo geral da eleição, ou seja, no cômputo geral, eles não são considerados válidos”, disse o professor à Agência Brasil.

Segundo Britto, mesmo que haja 99% de votos nulos a eleição não será anulada, pois o resultado será definido através do 1% que é válido. “Se hipoteticamente pensarmos em uma cidade que só tenha um candidato a prefeito e que a cidade inteira achou por bem não votar no candidato, votando nulo como protesto. Se só o candidato votar em si próprio, por exemplo, somente o voto dele será considerado válido e ele seria eleito com 100% dos votos válidos”, disse.

Urna eletrônica

No próximo domingo (2), diante da urna eletrônica, o eleitor terá um teclado para digitar o número do seu candidato a vereador (cinco dígitos) e depois do seu candidato a prefeito (três dígitos). Qualquer número inexistente, como 00, anula o voto. Já no caso do voto em branco, existe uma tecla específica na urna ao lado das teclas corrige e confirma.

Para Flávio Britto é fundamental que o eleitor tenha clareza de que votar nulo ou em branco são direitos, mas que os votos não influenciam no resultado final da eleição. “Esses votos podem servir como uma forma de protesto, mas é preciso deixar claro que eles não influenciam no resultado final e muito menos numa possível anulação. Acho que as pessoas já estão razoavelmente esclarecidas a este respeito, mas não custa nada reforçar”, disse.

Terra

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Operação Lava Jato completa dois anos sem nenhum político julgado

eduardo-cunhaA Operação Lava Jato completou no último domingo (28) dois anos sem nenhum político condenado e só dois parlamentares réus em ações penais que estão ainda em fase inicial de julgamento no Supremo Tribunal Federal.

A Lava Jato saiu às ruas em março de 2014, seis meses antes de chegar ao STF. Desde então, o juiz federal responsável pelasações da primeira instância, Sergio Moro, já decidiu por 106 condenações.

Em resposta a 45 acusações criminais do Ministério Público Federal contra 226 pessoas, em 21 casos (46% do total) Moro expediu sentença.

A situação é bem distinta no âmbito da Procuradoria-Geral da República e do Supremo, responsáveis pelos casos que envolvem autoridades com foro privilegiado.

A história da Lava Jato no STF começou em agosto de 2014, após depoimentos do ex-diretor de da Petrobras Paulo Roberto Costa à PGR. Ele levantou suspeitas sobre mais de duas dezenas de parlamentares. O doleiro Alberto Youssef fechou sua delação premiada no STF em dezembro do mesmo ano.

Em março de 2015, a PGR apresentou ao relator da Lava Jato no STF, Teori Zavascki, a primeira lista de políticos que deveriam ser investigados. Foram 28 pedidos de abertura de inquérito e sete pedidos de arquivamento.

De lá para cá, mais 39 acordos foram homologados. Zavascki expediu 162 mandados de busca e apreensão.

Toda a investigação já gerou 81 inquéritos que investigam 364 pessoas que detêm ou não foro privilegiado, sendo 54 parlamentares, além de ministros do TCU (Tribunal de Contas da União) e a ex-presidente Dilma Rousseff.

Até a semana passada, a PGR havia entregue ao STF 14 denúncias que atingiram 45 pessoas. Só três foram acolhidas pelo STF: duas contra o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e uma contra o deputado Nelson Meurer (PP-PR).

Um dos atrasos mais notáveis é o que trata da denúncia contra o ex-presidente Fernando Collor (PTC-AL). O último dia 20 de agosto marcou um ano sem que o STF consiga dizer se a denúncia da PGR deve ou não se transformar em ação penal.

OUTRO LADO

Zavascki disse, via assessoria, disse que o andamento no Supremo “é mais complexo e regido por legislação específica” e que a principal razão da diferença de tramitação “é o fato de o STF ser instância única, com reduzidas possibilidades de recursos”.

“Além disso, os feitos criminais são analisados, obrigatoriamente, por um ministro relator e um ministro revisor e precisam ser julgados em sessão por órgão colegiado e não individualmente como numa vara criminal.”

O ministro destacou que a vara federal de Moro é “diferente do gabinete do ministro do Supremo, que permanece recebendo diariamente processo das mais diversas áreas do direito, muitos com pedido de liminar”.

Sobre o caso de Collor, disse que os prazos foram cumpridos, mas após o voto estar concluído o processo aguarda intimações de investigados de outros Estados.

A PGR afirmou que cerca de 22 mil pessoas têm foro privilegiado e que, “na concepção atual, o foro por prerrogativa de função é inviável”.

Segundo a PGR, houve esforços para tornar mais eficiente a atuação dos ministros do STF, como a descentralização de processos. Porém, disse, “o aumento no número de casos envolvendo autoridades ainda não confere ao processo a celeridade desejada, apesar do empenho dos ministros”.

UOL

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Ministério nega uso político de verbas contra seca e garante que PB vai receber mais recursos

Brasil, Floresta, PE, 08/05/2012. Açude seco em Curralinho de Angico, Floresta, devido a seca que atinge o Sertão nordestino. A seca no já contabiliza um prejuízo de R$ 412 milhões em 56 municípios. As perdas mínimas, de acordo com o secretário da Agricultura e coordenador do Comitê de Enfrentamento à Seca, Ranílson Ramos, são de 91%, sobretudo no Araripe, São Francisco e   Moxotó. As culturas mais atingidas são as de feijão, milho e mandioca. Quem cria gado está se   desfazendo do rebanho rapidamente porque não há perspectivas de chuva e os animais estão sem ter o que comer. A estiagem promete ser a pior dos últimos 30 anos. Fonte: Jornal do Commércio. - Crédito:RICARDO B. LABASTIER/ASSOCIATED PRESS/AE/Codigo imagem:113829

O Ministério da Integração Nacional afirmou nesta quinta-feira, 18, que “não está favorecendo qualquer partido político nas aplicações das verbas de combate à seca”. Em nota, a pasta contestou reportagem publicada pelo Estado que revelou a decisão do governo Michel Temer (PMDB) de retirar dos governadores do Nordeste a execução de recursos para obras emergenciais de combate à estiagem na região para passá-la ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), controlado predominantemente por peemedebistas, e garante que a Paraíba, administrada pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), irá receber mais recursos.

A pasta também refutou a interpretação de que esteja favorecendo Estados governados pelo PMDB, como Alagoas e Sergipe, ao fazer os repasses. “O que está sendo feito é a correção de distorções”, diz a nota, ressaltando que a Paraíba, governada pelo PSB, também vai receber mais recursos.

Segundo o ministério, obras emergenciais como construção de adutoras de engate rápido serão executadas por órgãos da pasta, como o próprio Dnocs e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Paraíba (Codevasf), controlada pelo PP. E destacou que obras estruturantes que já vinham sendo executadas pelos governadores continuarão sendo tocadas pelas administrações estaduais. Parlamentares da oposição e da base aliada criticaram a decisão do governo de transferir para o Dnocs a execução de verbas para obras emergenciais.

A liberação dos recursos para essas intervenções foi autorizada por meio de uma medida provisória editada em julho e que abriu crédito extraordinário de R$ 789,9 milhões para ações na região. Da tribuna do Senado, o líder do PT na Casa, Humberto Costa (PE), afirmou que a decisão do governo significa uma “volta à época dos coronéis e dos currais eleitorais”.

Blog do Gordinho com Estadão

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Luiz Couto fala sobre futuro político e admite concorrer ao Senado em 2018

luiz-coutoO deputado federal Luiz Couto (PT-PB) admitiu concorrer a uma vaga ao Senado Federal em 2018, além de ter reforçado o que havia dito antes, de que consideraria concluída sua missão na Câmara dos Deputados ao fim do mandato que exerce atualmente.
“Sabemos que a campanha majoritária implica em estrutura para poder andar todo o Estado. Eu sempre tenho tido o seguinte: se o partido der as condições efetivas para que nós possamos fazer uma bela campanha, colocando as propostas que temos para a Paraíba, posso colocar meu nome à disposição para o Senado Federal. Acho que já cumpri minha tarefa como deputado federal por quatro mandatos e o PT tem uma posição de que um parlamentar federal não deve ultrapassar esse limite, a não ser que o partido decida assim. Eu já fui deputado estadual duas vezes e federal por quatro”, disse Couto.
Ele também foi questionado a respeito da possibilidade de cassação do mandato do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cujo julgamento tem sido adiado na Câmara e revelou comentários de bastidores na capital do poder segundo os quais o ex-presidente da Casa teria em seu poder recibos de contribuições generosas feitas a campanhas de muitos parlamentares. “Dizem que ele pedia o recebo alegando que era para seu próprio controle. Mas, muita gente acha que ele guardou esses comprovantes e tem medo disso vir à tona”, disse Couto.
Outro questionamento feito pelos apresentadores ao deputado foi se ele não se sente desestimulado com o nível da política dos dias atuais, repletos de escândalos: “Machado de Assis dizia que se a política não for uma vocação, ela passa a ser especulação.

Tenho três fundamentos na minha vida que me fortalecem: meu contato permanente com os segmentos mais excluídos da sociedade, onde as pessoas são mais solidárias. Depois, me alimento da espiritualidade. A eucaristia, a missa, renovam minha energia. E em terceiro, a palavra de Deus me dá muita força”, confessou o deputado paraibano.

 

Assessoria

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