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No WhatsApp, família vem antes de política, constata pesquisa do Datafolha

O brasileiro afirma discutir mais assuntos de família do que de política no WhatsApp, aponta pesquisa Datafolha sobre o uso de redes sociais e o comportamento dos usuários no aplicativo de mensagens.

Considerando-se os 69% dos entrevistados que afirmam ter conta no WhatsApp, os assuntos citados por eles como os mais discutidos nos grupos são família (39%), trabalho (31%), política (30%), amigos (15%), futebol (14%), escola (13%) e religião (12%). A resposta era espontânea e múltipla, ou seja, o entrevistado poderia citar mais de um tema.

O Datafolha ouviu 2.086 pessoas nos dias 4 e 5 de julho em 130 municípios de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento aponta ainda que 7 em cada 10 brasileiros adultos, ou 72%, dizem possuir conta em pelo menos uma rede ou aplicativo social. O mais popular é o WhatsApp (69%), seguido de Facebook (59%), Instagram (41%) e Twitter (16%).

Entre aqueles que dizem ter conta em alguma rede social, 19% afirmam seguir o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em ao menos uma rede, ante 44% que não o seguem.

Bolsonaro afirmou na última sexta-feira (12) que é censurado pelo WhatsApp, referindo-se à limitação no encaminhamento de mensagens no aplicativo.

“Uma maneira de me cercear foi diminuir o alcance do WhatsApp”, disse em uma live nas redes sociais. “Há censura em cima disso. Temos que lutar contra isso.”

Nas eleições do ano passado, bolsonaristas tiveram como uma das principais estratégias de campanha a atuação por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens.

A restrição no reenvio, implantada em janeiro deste ano, foi uma tentativa de combater a disseminação de informações falsas e rumores, segundo o aplicativo que pertence ao Facebook.

Anteriormente, era possível encaminhar mensagens para 20 outros usuários ou grupos, número que caiu para cinco pessoas por vez com a nova medida.

Entre os pesquisados pelo Datafolha que têm conta no WhatsApp, metade (49%) participa de até cinco grupos, e apenas 24% não participam deles -a média é a de sete grupos por usuário.

A faixa etária que mais participa dos grupos -considerando a fatia de 1 a 5 grupos- é a de entrevistados com 45 a 59 anos (55%), enquanto aqueles com 60 anos ou mais são os que menos participam (44%).

Entre os mais jovens, de 16 a 24 anos, só 23% não estão em nenhum grupo. Esse percentual chega a 36% entre os usuários com 60 anos ou mais.

Os mais velhos, com 60 anos ou mais, estão mais presentes (37%) que os jovens de 16 a 24 anos (24%) em grupos que discutem política.
Esse assunto também é mais citado por homens -35% ante 25% de mulheres- e pessoas com renda familiar mensal de mais de dez salários mínimos -54% ante 22% de quem tem renda de até dois salários mínimos.

Em relação ao critério da avaliação do governo Bolsonaro (este, aliás, usuário assíduo de redes sociais), entrevistados que reprovam a gestão ou a aprovam se dizem mais ativos (36% e 32%, respectivamente) em grupos de política no WhatsApp do que aqueles que avaliam o presidente como regular (21%).

Pesquisados que avaliam o governo como ótimo ou bom são os que mais discutem família (44%), enquanto os que consideram o presidente ruim ou péssimo e afirmam discutir esse tema nos grupos são 35%.

Analisando-se o partido de preferência, 50% dos entrevistados que discutem política em grupos no WhatsApp citam o PSL de Bolsonaro, ante 40% do PSDB e 32% do PT.”

A maior fatia de entrevistados (37%) afirma participar de grupos com até 25 pessoas, enquanto 24% dizem estar em grupos com 26 a 50 pessoas, 14%, grupos de 51 a 100 usuários, e 17%, 101 ou mais.

 

FOLHAPRESS

 

 

Empresário é preso suspeito de matar radialista por causa de política

Foi preso no começo da tarde desta sexta-feira (31) um empresário suspeito de matar o radialista Joacir Rocha de Oliveira Filho, de 35 anos, dentro de um restaurante do Centro de Campina Grande.

Conforme imagens de segurança, um homem armado atira na vítima dentro do local e foge amparado por outra pessoa. Segundo a delegada Suelane Guimarães, à TV Correio, não houve latrocínio porque nenhum pertence da vítima foi roubado.

Às 13h16, o empresário, que é do ramo da construção civil e tem 42 anos, estava sendo ouvido pela delegada e teria confessado o crime. Segundo apuração da TV Correio, o motivo seria uma discussão política.

Políticos lamentam

O deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB) lamentou a morte do radialista. “Que o nosso bom Deus conforte o coração dos familiares e amenize tanto sofrimento. Sei o tamanho da dor de perder alguém que amamos”, destacou.

Joacir era filho do jornalista Joacir Oliveira (já falecido) e irmão do apresentador de uma emissora de TV local, Cléber Oliveira. Tovar destaca que apesar de novo, ele era um profissional dedicado e que deixa um legado como comunicador.

O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, também divulgou nota de pesar pela morte do radialista. “O prefeito encaminhou apelo à Polícia Civil para o máximo empenho na elucidação do caso. E também prestou solidariedade e votos de pesar à família, também vítima dessa tragédia”, diz a nota divulgada pela prefeitura.

 

 

portalcorreio

 

 

Política nacional e requerimentos são destaques durante sessão na Câmara de Solânea

A última sessão da Câmara Municipal de Solânea teve debate acalorado sobre a política nacional. Os vereadores Josenildo Costa, Márcio Prudêncio e Flávio Evaristo travaram um amplo debate sobre o atual governo federal e as demandas nacionais que continuam afligindo até mesmo os solanenses.

Questões como o Programa Mais Médicos foi debatido nos âmbitos da atuação do governo do PT e da decisão do atual presidente em cortar o programa no país. Os vereadores Jucian e Júnior Melo, foram outros parlamentares que também entraram no debate. (você pode ver como foi a sessão do facebook da Câmara)

Requerimentos

O vereador Flávio Evaristo apresentou um requerimento solicitando a aquisição de veículos permanentes para auxílio das equipes do Caps e Nasf. Segundo o parlamentar, a proposta atende ao pedido feito pelas equipes de trabalho desses setores para que possam prestar um serviço mais ágil e eficiente aos solanenses. “Nosso requerimento vem atender os pedidos desses prestadores de serviço durante nossas visitas a essas unidades, acredito que é um pedido justo e que em breve seremos atendidos”, destacou Flávio.

Márcio Prudêncio celebrou durante a sessão ordinária a aprovação de seu requerimento que propõe a construção de casas populares no terreno que seria destinado ao presídio estadual. “Não é por uma casa, é por dignidade. Moradia é uma área que merece toda atenção por parte dos gestores e Kayser Rocha tem nosso apoio na busca por recursos que permitam a construção de um complexo habitacional digno para os solanenses”, destacou Márcio na tribuna.

Quem também teve seu requerimento aprovado, foi o vereador José Porfírio (Minininho). O parlamentar havia solicitado, junto a secretaria de serviços públicos, transporte e estradas, a implantação de redutores de velocidade na rua Santo Antônio, no conjunto Pe. Cícero.

Vale destacar também que foi aprovado o Projeto de Decreto Legislativo do vereador Flávio Evaristo, que concede o título de cidadão solanense ao Senhor Sandoval Pereira, mais conhecido na cidade por Sandoval Publicidade.

 

Ascom-CMS

 

 

Projeto Academia de Lideranças debate participação das mulheres na política paraibana

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) apresentou, nesta segunda-feira (06), o projeto Academia de Lideranças – II Seminário A Política e as Mulheres, que visa promover a formação de políticas públicas na Paraíba e incentivar pessoas a entrar na política e participar de disputas eleitorais. A iniciativa foi do deputado Chió (Rede). Segundo ele, a ideia é qualificar os quadros que vão participar das eleições em 2020.

Chió explicou que o projeto teve início no município de Areia, no interior da Paraíba, e afirmou que o debate será realizado em outros municípios. Ele ressaltou a necessidade de discutir o tema para incentivar que mais mulheres participem da política no Estado.

“Esse encontro é essencial para que tenhamos uma política igualitária. A ideia da Academia de Lideranças é que a gente possa qualificar cada vez mais os quadros, que vão participar da política no próximo ano. Iniciamos essa formação em Areia com mais de 50 mulheres e temos visto que o problema é que falta suporte, falta incentivo para o engajamento delas”, disse o parlamentar.

Durante o evento, a coordenadora de Organização da Executiva Nacional da Rede Sustentabilidade, a ex-senadora Heloisa Helena, proferiu palestra para os participantes. Ela discutiu sobre estratégias partidárias para ampliar a participação do público feminino na política, falou sobre os desafios da mulher e o impacto da representação feminina na política.

“A gente sonha e luta todos os dias para que mais mulheres participem das instâncias de decisão política dos espaços de poder. Do mesmo jeito que tantas mulheres abriram caminhos para que muitas estivessem aqui, a gente continua lutando para garantir que mais delas participem da política. Sabemos que é muito difícil, porque há preconceito e machismo em todos os partidos. A dupla, tripla jornada de trabalho também impedem essa participação”, ressaltou Heloisa Helena.

Também participaram do encontro a vereadora Sandra Marrocos; a secretária executiva da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura; a prefeita de Pilões, Socorro Brilhante; a secretária das Mulheres da Fetag, Ivonete Leandro. O evento contou com líderes estudantis, integrantes de movimentos femininos, sindicalistas, donas de casa, servidoras públicas, vereadoras, empresárias e prefeitas, que compartilharam temas, dilemas e perspectivas de proposituras políticas femininas.

 

 

agenciaalpb

 

 

‘É tempo de luta’: Ricardo diz que mais do que defender o emprego, trabalhador precisa estar atento à política

O ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), usou seu perfil numa rede social neste 1º de maio, Dia do Trabalhador, para mandar uma mensagem aos paraibanos sugerindo que o trabalhador brasileiro volte a ser protagonista das decisões políticas no país.

Ricardo tem se colocado como um forte nome da oposição no cenário nacional e vem se posicionando de forma contrária à gestão do atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL).

Em vídeo postado numa rede social, o ex-chefe do Executivo paraibano classificou o momento atual do país como “um tempo de resistência” e convocou o trabalhador brasileiro a se voltar para a política, assim como, estar atento às decisões adotadas através dela.

– São tempos muito difíceis. Tempos em que é preciso reconhecer que não basta defender o próprio emprego, porque ele está acabando. Mas, principalmente, entender os mecanismos que influem no emprego, na condição de vida, no salário. E isso está na política. Por isso, esse tempo é de resistência, é de luta. E é por isso mesmo que os trabalhadores precisam, mais do que nunca, mais do que em qualquer momento da nossa história, voltar a pensar sobre política, a influenciar a política para que o Brasil tome um novo rumo.

 

PB Agora

 

 

Deputado defende aumento de mulheres na política em 2020

Em entrevista o deputado estadual e ex-prefeito de Remígio Chió (Rede) anuncia que promoverá no próximo dia 28, na cidade de Areia, o seminário ‘As Mulheres e a Política’, que será realizado para cerca de 40 mulheres do Brejo e do Curimataú.

“Nosso objetivo é incentivar as mulheres a se interessarem e possam participar ativamente do processo eleitoral”, diz Chió, até o início de 2018, estava em seu segundo mandato frente à prefeitura de Remígio quando largou a caneta para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. “A gente já saiu da prefeitura de Remígio nessa tentativa de tornar-se um líder regional e a gente quer mais é incentivar que outras pessoas participem da política”, lembra.

Segundo o parlamentar sua ideia é inspirar outras pessoas a entrar na política: “Nossa ideia é poder, através do nosso mandato, do nosso case de sucesso, de um funcionário público que passa pela prefeitura e se torna um deputado estadual em menos de seis anos de carreira política, inspirar pessoas, inspirar mulheres, jovens, agricultores e agricultoras, e até mesmo outros funcionários públicos, a entrarem na política. A gente precisa muito de uma renovação e o que a sociedade quer é que pessoas comuns, pessoas do povo, possam entrar na política para que a gente não fique defendendo somente os figurões, das pessoas que sempre estiveram no poder”, argumenta.

 

 

pbagora

 

 

Julian Lemos rebate denúncias de candidatura fantasma do PSL na Paraíba e diz que não sabia que jogo na política era tão sórdido

O  deputado federal Julian Lemos (PSL) negou a existência de uma candidatura “laranja” do partido do presidente Jair Bolsonaro na Paraíba nas últimas eleições, e garantiu que a candidatura de Ilmara Morais a Assembleia Legislativa foi verdadeira. Prova disso, segundo ele,  é que ela  obteve mais de 5 mil votos. Julian Lemos gravou um vídeo negando as informações de que a candidatura de Ilmara teria sido de “fachada”. Ele lamentou as informações e garantiu que a candidatura da sertaneja foi de verdade e obteve respaldo nas urnas.

“Quando eu entrei na política eu não achei que o jogo fosse tão baixo, tão sórdido e tão imoral. Pois bem. A nova agora é uma candidatura laranja do PSL na Paraíba. E o que é uma candidatura laranja? É quando um suposto personagem não existe, não fez campanha e apenas recebeu recursos. Sobretudo, quando teve pouquíssimo votos” observou.

Julian Lemos ressaltou que a candidata chamada “laranja” é a empresária Silmária, segundo ele, uma mulher de bem, que coordenou a campanha do deputado Julian Lemos, e do presidente da Replica, Jair Bolsonaro (PSB), obtendo quase cinco mil votos, principalmente no Sertão em 40 cidades.

“Uma pessoa totalmente desconhecida que teve um trabalho brilhante. Além de ser uma mulher de bem, ela é honesta, que todos no Sertão a conhecem. A grande questão é que algumas pessoas frustradas, derrotadas nas eleições, e não conseguem chamar a atenção e tentam denegrir a imagem de outras pessoas” rebateu.

Enfático, o deputado disse que Ilmara fez uma grande campanha e que ajdou o PSL na Paraíba.

‘Uma candidata que teve quase cinco mil votos e que teve a estrutura que teve, jamais poderia ser chamada de fantasmas, é apenas mais uma armação medíocre que não se sustenta, quem entende o mínimo de uma campanha” rebateu.

Severino Lopes

PB Agora

 

 

‘Com vergonha da política’, Tiririca usou dinheiro público para viajar a locais em que faria shows de humor

Ao discursar pela primeira e última vez na tribuna da Câmara no último dia 6, o deputado federal Tiririca (PR-SP) afirmou que deixaria a política “triste para caramba” e “com vergonha” pelo o que acontece no Congresso. No entanto, o parlamentar usou dinheiro público para comprar passagens aéreas para ele e seus assessores, com destino a locais em que se apresentaria como humorista. A informação foi publicada inicialmente pelo jornal “Correio Braziliense” e confirmada pelo GLOBO.

O recurso para financiar as viagens de Tiririca saiu da cota parlamentar, “destinada a custear os gastos dos deputados exclusivamente vinculados ao exercício da atividade”, conforme consta no site da Câmara. Portanto, é permitido que o congressista use a verba para pagar passagens relacionadas ao mandato. Mas não para fins pessoais.

Em 11 de agosto deste ano, o deputado pagou R$ 2.746,52 com destino ao Aeroporto Regional do Vale do Aço, em Ipatinga (MG). Naquele mesmo dia, Tiririca se apresentaria em Teófilo Otoni (MG), cidade próxima, às 20h30. Já no dia seguinte, 12, o show seria no próprio município de Ipatinga.

O dinheiro da cota também foi usado para comprar passagens dos assessores de Tiririca. Em 6 de abril, Loianne Lacerda foi para Ilhéus, na Bahia. Tiririca também foi para a cidade baiana naquela data. Somadas, as passagens custaram R$ 2.205,58 (R$ 1.102,79 cada). O deputado se apresentou em Ilhéus dois dias depois (8 de abril). Mas já no dia seguinte à viagem, 7, teve show em Jequié (BA). E dia 9, Itabuna (BA).

No dia 3 de maio, foi emitida uma passagem no valor de R$ 2.045,38 em nome de Loianne com destino ao Aeroporto Senador Petrônio Portella, em Teresina, capital do Piauí (PI). Tiririca se apresentou em Piripiri (PI), Picos (PI) e Teresina (PI) logo depois, nos dias 5, 6 e 7, respectivamente.

Ainda em maio, dia 9, após as datas dos shows de Tiririca no Piauí, foi emitido um bilhete aéreo em nome de Loianne com destino ao Aeroporto de Aracaju, capital do Sergipe. A passagem custou R$ 2.027,69. E naquela mesma data, o deputado também teve um bilhete emitido para si, com o mesmo destino, por R$ 1.785,69. Dia 14, apresentou-se em Aracaju.

Já João Júnior, também assessor de Tiririca, teve bilhete aéreo emitido no dia 6 de outubro. O voo saía do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino a Brasília. Naquele mesmo dia, Tiririca tinha apresentação prevista para 21h na capital fluminense. A valor da passafem foi R$ 934,90.

O GLOBO entrou em contato com a assessoria do deputado e ainda aguarda resposta.

O deputado federal Tiririca (PR-SP) – Nilson Bastian/Câmara dos Deputados

 

O Globo

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Ricardo reforça candidatura de Azevêdo em 2018 e critica política feita pela oposição

O governador da Paraíba Ricardo Coutinho voltou a ratificar a candidatura do atual secretário de Estado de Recursos Hídricos, João Azevedo, ao cargo de governador da Paraíba nas eleições de 2018.

O chefe do Executivo estadual alfinetou a oposição, que tem feito várias críticas ao nome de João para governar a Paraíba. Segundo Ricardo, a oposição está cansando de perder. “Cansaram de ficar evidente para a população que eles não fazem nada”, argumentou Ricardo.

Enumerando a quantidade de obras e investimentos que vêm sendo realizados na Paraíba, o governador declarou que o desenvolvimento do estado tem deixado a oposição inquieta. “Todo dia o Governo do Estado tem coisa. Eles estão doidinhos que acabe, só que para o povo não. A polícitica para eles não é a arte da transformação. A política pra eles é a arte da ocupação de espaços para que eles dividam entre o grupo entre os amigos, entre os familiares. É assim que eles funcionam”, afirmou

PB Agora

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Comissão da reforma política aprova ‘distritão’ e fundo de R$ 3,6 bilhões para campanhas

Imagem mostra os deputados da comissão da reforma política, durante a discussão do parecer de Vicente Cândido (PT-SP) (Foto: Fernanda Calgaro/G1)

Após aprovar o texto-base da reforma política, a comissão da Câmara que discute mudanças no sistema eleitoral aprovou na madrugada desta quinta-feira (10), por 17 votos a 15, uma emenda que estabelece o chamado “distritão” nas eleições de 2018 e de 2020 para a escolha de deputados federais, deputados estaduais e vereadores (entenda como funciona esse sistema mais abaixo).

A comissão também aprovou dobrar o valor previsto de recursos públicos que serão usados para financiar campanhas eleitorais. Segundo o texto, seria instituído o Fundo Especial de Financiamento da Democracia, que em 2018 levaria R$ 3,6 bilhões do Orçamento da União.

A comissão ainda não terminou de analisar a reforma, porque os deputados precisam votar mais destaques, ou seja, mais sugestões de alteração ao texto do relator, Vicente Cândido (PT-SP). Uma nova sessão foi marcada para as 10h desta quinta.

Após passar na comissão, o projeto seguirá para o plenário da Câmara. Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), deverá ser aprovada em dois turnos antes de seguir para o Senado. A proposta precisa do apoio mínimo de 308 deputados.

Imagem mostra os deputados da comissão da reforma política, durante a discussão do parecer de Vicente Cândido (PT-SP) (Foto: Fernanda Calgaro/G1)

Imagem mostra os deputados da comissão da reforma política, durante a discussão do parecer de Vicente Cândido (PT-SP) (Foto: Fernanda Calgaro/G1)

Ponto a ponto

Saiba abaixo o que prevê a reforma política aprovada até agora na comissão:

‘Distritão’

Pelas regras atuais, deputados federais, estaduais e vereadores são eleitos no modelo proporcional com lista aberta. A eleição passa por um cálculo que leva em conta os votos válidos no candidato e no partido, o quociente eleitoral. O modelo permite que os partidos se juntem em coligações. Pelo cálculo do quociente, é definido o número de vagas que cada coligação terá a direito, elegendo-se, portanto, os mais votados das coligações.

No “distritão”, cada estado vira um distrito eleitoral e são eleitos os candidatos mais votados, sem levar em conta os votos para o partido ou a coligação. Ou seja, torna-se uma eleição majoritária, como já acontece atualmente na escolha de presidente da República, governador, prefeito e senador.

Pelo parecer do relator, Vicente Cândido (PT-SP), aprovado inicialmente pela comissão nesta quarta (9), não haveria mudança no modelo em 2018 e em 2020 (leia detalhes mais abaixo).

O sistema é criticado por PT, PR, PSB, PRB, PDT, PCdoB, PPS, PHS, Rede, PV, PEN e PSOL, que argumentam que esse formato enfraquece as legendas. Os partidos dizem entender que a medida vai encarecer as campanhas individuais e somente os candidatos mais conhecidos conseguirão se eleger, dificultando o surgimento de novos nomes na política.

Partidos que defendem o “distritão” alegam, porém, que o modelo acabará com os chamados “puxadores de votos”, candidatos bem votados que garantem vagas para outros integrantes da coligação, mesmo que os “puxados” não tenham recebido muitos votos.

O “distritão” já foi rejeitado pelo plenário da Câmara, em 2015, quando a Casa era comandada por Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Nos últimos dias, porém, o sistema ganhou força entre parlamentares e lideranças partidárias.

Eleições de 2022

Em 2022, conforme o relatório de Vicente Cândido, será adotado o sistema “distrital misto” nas eleições para deputado federal, deputado estadual e vereador nos municípios com mais de 200 mil eleitores. O modelo é uma mistura dos sistemas proporcional e majoritário.

No “distrital misto”, para escolher deputados federais, por exemplo, o eleitor votará duas vezes: uma nos candidatos do distrito e outra na lista fechada pelos partidos. A metade das vagas, portanto, irá para os candidatos mais bem votados. A outra metade será preenchida pelos candidatos da lista partidária.

No caso de municípios de até 200 mil eleitores, será adotado o sistema eleitoral de lista preordenada nas eleições para vereador.

Fundo de campanha

Ao apresentar o parecer, o relator Vicente Cândido (PT-SP) dobrou o valor previsto de recursos públicos que serão usados para financiar campanhas eleitorais.

O projeto institui o Fundo Especial de Financiamento da Democracia, que será mantido com recursos públicos, previstos no Orçamento. Na versão anterior do relatório, Cândido havia estabelecido que 0,25% da receita corrente líquida do governo em 12 meses seria destinada a financiar campanhas.

Havia uma exceção somente para as eleições de 2018, com o valor do fundo em 0,5% da Receita Corrente Líquida, o que corresponderá a cerca de R$ 3,6 bilhões.

No novo parecer, Vicente Cândido tornou a exceção uma regra. Pelo texto reformulado, o valor do fundo será de 0,5% da receita corrente líquida em 12 meses, de maneira permanente.

Extinção do cargo de vice

O relatório aprovado nesta quarta extingue da política brasileira as figuras de vice-presidente da República, vice-governador e vice-prefeito.

Vacância da presidência

No caso de vacância do cargo de presidente da República, será feita eleição 90 dias após a vaga aberta. Se a vacância ocorrer no último ano do mandato presidencial, será feita eleição indireta, pelo Congresso, até 30 dias após a abertura da vaga.

A regra também valerá para governadores e prefeitos.

Mandato nos tribunais

O texto define que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), do Tribunal de Contas da União (TCU) e de tribunais superiores serão nomeados para mandatos de dez anos.

A mesma regra valerá para os membros de tribunais de contas dos estados e dos municípios, tribunais regionais federais e dos estados. Os juízes dos tribunais eleitorais terão mandato de quatro anos.

Posse

As datas das posses dos eleitos passarão a ser as seguintes:

  • 6 de janeiro: governadores e prefeitos;
  • 7 de janeiro: presidente da República;
  • 1º de fevereiro: deputados e vereadores.

Suplente de senador

A proposta reduz o número de suplentes de senadores, de dois suplentes para um. Em caso de morte ou renúncia do titular, será feita nova eleição para o cargo, na eleição subsequente. Esse substituto terá mandato somente até o término do mandato do antecessor.

O texto define, ainda, que o suplente de senador será o candidato a deputado federal que ocupar o primeiro lugar na lista preordenada do partido do titular do mandato.

Imunidade do presidente da República

Inicialmente, Vicente Cândido chegou a propor estender aos presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF) a imunidade garantida ao presidente da República.

Pela Constituição, o presidente não pode ser investigado por crime cometido fora do mandato. Diante da reação negativa de diversos integrantes da comissão, o relator informou que retiraria a proposta do parecer.

G1

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