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Polícias Militar e Civil prendem em Alagoa Grande acusado de homicídio com droga e munição

Policiais militares e civis deram cumprimento a um mandado expedido pela Justiça e prenderam, na manhã desta quinta-feira (2), na cidade de Alagoa Grande, um homem acusado de homicídio e com ele foram encontrados substâncias entorpecentes, munições, uma balança de precisão e uma quantia em dinheiro. A ação integrada para cumprir o mandado expedido pela Vara Única da cidade envolveu policiais da Guarnição do Comando do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) e do GTE (Grupo Tático Especial) da 8ª Delegacia Seccional de Polícia Civil.

O acusado foi localizado na sua residência, onde, após uma busca no imóvel, os policiais encontraram um tablete e uma ‘trouxinha’ de uma substância semelhante à maconha, 13 pedras de uma substância similar a crack, uma balança de precisão, cinco munições calibre 38 intactas, um caderno de anotações, a quantia de R$ 1.200 em espécie e uma moto. Depois de preso, ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Alagoa Grande.

OUTRA PRISÃO – Em Guarabira, a guarnição de Rádio Patrulha comandada pelo cabo Abrahão realizava rondas no Bairro das Nações quando se deparou com um homem com atitudes suspeitas. Na abordagem, nada de ilícito foi encontrado, mas na consulta ao nome dele foi constatado que havia um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara da Comarca local, pelo crime de roubo. Ele foi levado para a delegacia.

P/5 – Seção de Comunicação Social e Marketing Institucional do 4º BPM

 

 

Polícias Militar e Civil prendem acusado de tentativa de homicídio em Belém

Em uma operação conjunta que envolveu as Polícias Militar e Civil, um homem com mandado expedido pela Vara Única da Comarca de Belém por tentativa de homicídio foi preso nessa quinta-feira (25), na cidade de Dona Inês. De posse das informações sobre o mandado de prisão, policiais da guarnição do Comando do 4° BPM (Batalhão de Polícia Militar) e da 8ª Delegacia Seccional de Polícia Civil fizeram um levantamento prévio e obtiveram a informação de que o acusado estaria escondido na residência de uma irmã na cidade de Dona Inês. Os policiais se dirigiram até o local e constataram a veracidade da informação, então fizeram um cerco ao imóvel que culminou com a prisão do acusado, que logo em seguida foi encaminhado à delegacia e, posteriormente, para a cadeia pública.

EMBRIAGUEZ E DESORDEM – Em Duas Estradas, a guarnição comandada pelo cabo Rodrigues foi acionada pelo Copom de Belém informando que havia um homem com sinais de embriaguez alcoólica e, de posse de uma foice, estava praticando desordem e ameaçando populares em via pública. Os policiais, com o apoio da guarnição de Serra da Raiz, se dirigiram rapidamente até o local informado e constataram a veracidade da denúncia. Ele foi dominado e desarmado e, posteriormente, foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil.

P/5 – Seção de Comunicação Social e Marketing Institucional do 4º BPM

 

 

Sargento Pereira afirma: Bolsonaro não tem apoio das polícias para impor golpe

O sargento da Polícia Militar da Paraíba, Astronadc Pereira de Morais (sargento Pereira), disse em artigo, nesta terça-feira (9), não acreditar que o presidente Jair Bolsonaro tenha “o apoio das polícias do Brasil, enquanto instituição, para impor um golpe de estado.”

Ele lembrou que no período ditatorial, no Brasil, juízes e desembargadores foram impedidos de trabalhar e outros foram expulsos de suas funções. “O Congresso foi fechado. O povo perdeu a liberdade e o direito de escolher seus representantes.”

Confira artigo na íntegra:

O povo brasileiro teme um retrocesso ainda maior nas garantias de direitos. As instituições democráticas sentem que o perigo se aproxima e que a cada dia as ameaças são mais diretas, ostensivas e contundentes. Segmentos sociais, políticos, acadêmicos e sociedade em geral têm estado em alerta psicológico desde que Bolsonaro assumiu a presidência da República.

Há várias teses de setores da imprensa nacional, de políticos e movimentos de dentro da sociedade organizada de como o presidente poderia atuar na tentativa de golpe contra a democracia do Brasil. Alguns falam em “golpe – policial militar sob a liderança fascista”!

O sociólogo e ex-secretário de Segurança do RJ, Luiz Eduardo Soares, escreveu: “há pouco o vice-presidente publicou um artigo absurdo e ameaçador no jornal Estadão”. O filho do Presidente Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, confirmou: “a ruptura está decidida, espera-se apenas a oportunidade”. “O presidente sobrevoou manifestação contra o Supremo e o Congresso ao lado do ministro da Defesa”, lembra Soares.

E Soares ainda diz que: “o “poder moderador” das Forças Armadas se imporá, porque, afinal de contas, “Brasil acima de todos, Deus acima de tudo”. Interventores, com apoio das polícias estaduais, tomarão o poder nos estados. Em lugar do Supremo, uma corte de exceção será nomeada.”

Devo lembrar que no período ditatorial, no Brasil, juízes e desembargadores foram impedidos de trabalhar e outros foram expulsos de suas funções. O Congresso foi fechado. O povo perdeu a liberdade e o direito de escolher seus representantes. Alguém deseja a volta da época das trevas no Brasil?

As forças estaduais (polícia) usualmente têm uma perspectiva um tanto conservadora. A categoria policial deste país serviu muitas vezes de voz que reverberava nas comunidades e na sociedade em geral.

São estes que alcançam todos os setores da sociedade e isto não pode ser desprezado. Bolsonaro foi eleito a partir de um projeto policial da categoria que não aguentou tanto desprestígio nos últimos 30 anos, somando a isso, evidentemente, a frustração ao PT por parte significativa da sociedade. E o escárnio da criminalidade contra uma sociedade assaltada todos os dias por infratores corruptos que debochavam e ainda debocham da Justiça e da polícia. Some-se a isso o projeto burguês que não se sentia contemplado.

Dizer que estamos prestes a sofrer um golpe no Brasil é desconhecer em muito as inúmeras possibilidades que nos alcança a lei, as instituições democráticas, a Constituição Federal, o povo brasileiro, o Congresso Nacional e suas correlações de forças. Mais do que isso, é desconhecer a natureza das policiais estaduais, suas normas regulamentares e seus integrantes. Destes são muitos a defender a democracia e a liberdade do povo brasileiro.

A pesar do conservadorismo dentro das polícias ser uma marca simbólica no imaginário coletivo, somos homens e mulheres que temos famílias, estudamos, desejamos a liberdade, nenhum retrocesso, e queremos sempre mais defender a Constituição Federal, o Estado Democrático de Direito, as Instituições Democráticas e o povo brasileiro.

O presidente Jair Messias Bolsonaro não tem o apoio das polícias do Brasil, enquanto instituição, para impor um golpe de estado. Ele tem apoiadores que são integrantes da polícia, e que tem uma perspectiva quanto ao governo Bolsonaro diferente dos demais governos de oposição. E isto não quer dizer que ele detém o poder legítimo e moral dos militares estaduais. Nós policiais iremos obedecer de forma absoluta a lei e as autoridades constituídas, em defesa da democracia e da liberdade do povo brasileiro. E aqueles que integram as forças de segurança que se contrapuserem à democracia e a lei responderão na justiça, na medida de suas ações intempestivas.

Convém salientar que o Nordeste tem um papel preponderante na defesa da nossa democracia, juntamente com expressões democráticas e progressistas de setores militares federal. E no plano internacional um golpe seria mais perigoso do que do jeito que estar. Lembremos que a tentativa de golpe pode ser frutada e os golpistas podem ser preso pelo povo.

Assim sendo, espero que o presidente Bolsonaro tenha a devida cautela e sensibilidade democrática que um presidente deve ter, e que possa assegurar que o bem-estar do povo brasileiro esteja em primeiro lugar, ou seja, acima das questões particulares e de cunho partidário ideológico. Afinal, ninguém vive para sempre no poder e nenhum regime é para sempre.

Astronadc Pereira de Morais (sargento Pereira)

1º sargento da Polícia Militar da Paraíba

 

 

Polícias destroem 146 mil pés de maconha que abasteceriam Nordeste

Foram encerradas, neste domingo (7), as atividades de erradicação de uma plantação de maconha que abasteceria o tráfico de drogas em estados do Nordeste, incluindo a Paraíba. Foram destruídos 146,3 mil pés da erva. A droga era cultivada em terrenos nos municípios de Cabrobó e Belém de São Francisco, no Sertão de Pernambuco.

As ações começaram na última terça-feira (2) e foram realizadas durante as operações Macambira V e Muçambê II, que ocorreram de forma integrada entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Polícia Federal (PF) e o Batalhão Especializado de Policiamento do Interior da Polícia Militar (BEPI-PM). Policiais rodoviários federais da Paraíba deram apoio aos trabalhos. No total, foram utilizadas 19 viaturas, um caminhão tanque, uma van e um helicóptero.

As plantações foram localizadas a partir de levantamentos da Base de Operações Aéreas da PRF e de investigação da PF, que identificaram 48 roças com características da cannabis sativa. Se colhidas, as plantas poderiam produzir 48,7 toneladas de maconha pronta para o consumo.

As ações de combate ao crime também foram realizadas nas rodovias federais do Sertão, sendo fiscalizados 259 veículos e 256 pessoas, apreendidos 81,5 Kg de maconha embalada, dois carros roubados e R$ 1.142. Ao todo, onze pessoas foram detidas pelos crimes de tráfico de drogas e receptação de veículo roubado.

A investigação das ocorrências será realizada pela Delegacia de Polícia Federal de Salgueiro, Pernambuco. As ações de erradicação vem sendo intensificadas na região, tendo em vista que o período de chuvas contribui para o aumento na produção da droga.

 

portalcorreio

 

 

Quadrilha que cometia crimes na região do brejo é desarticulada pela polícia

Uma operação das polícias Civil e Militar desarticulou na manhã de quinta-feira (20) uma quadrilha acusada de vários crimes na região do brejo Paraibano, mais precisamente em Serraria e municípios vizinhos.

Dois dos presos eram albergados da cadeia de Bananeiras, mas que não estavam comparecendo para dormir. Foi apreendido um menor de 17 anos e os demais tinham 21, 22 e 23 anos de idade.

Os acusados irão responder por tráfico, associação criminosa armada, tráfico de drogas e resistência. Todos passarão por audiência de custodia nesta sexta-feira (21).

 

blogdofelipesilva

 

 

Secretário acredita em acordo com entidades para evitar greve das polícias

Em meio a possibilidade de uma greve das categorias responsáveis pela Segurança Pública do Estado, o secretário da Pasta, Jean Nunes, torce pelo êxito das negociações com as entidades das polícias prosperarem na próxima semana.

O secretário segue confiando no bom senso da categoria para que a população paraibana não venha a sofre com uma possível paralisação. “Estamos na expectativa de chegar em um denominador. Não estamos com expectativa de paralisação. O canal de diálogo está aberto, as entidades podem testemunhar os nossos esforços. Temos a expectativa de resolver, acreditamos no bom senso de todos”, disse.

Nesta sexta-feira (14), representantes dos policiais Civis, Militares e dos Bombeiros disseram em nota que o governador João Azevêdo marcou para próxima segunda-feira (17) uma reunião com toda a equipe econômica para definir o impasse.

No entanto, segundo as entidades, caso não recebam do governo uma resposta positiva, ameaçaram paralisar as atividades na próxima terça-feira (18).

 

PB Agora

 

 

Polícias ameaçam greve e terão nova reunião com João, diz secretário

Categoria não descarta possibilidade de greve

Representantes das polícias Civil e Militar devem se reunir nesta quarta-feira (29) com o governador da Paraíba João Azevêdo. A informação foi confirmada pelo secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Jean Nunes, durante entrevista em emissora de rádio de João Pessoa nesta terça

Nunes garantiu que o governador tem interesse em ouvir as reivindicações da categoria e, desta forma, buscar uma solução para evitar a paralisação dos serviços de segurança do estado.

Representantes dos agentes e dos policiais declaram que não descartam a possibilidade de iniciarem uma greve no início de fevereiro.

O secretário Jean Nunes ressaltou que o governador João Azevêdo está empenhado em dialogar com a categoria e atendê-los desde que não ultrapasse o limite financeiro da administração.

De acordo com Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba – ASPOL/PB, uma Assembleia Geral Extraordinária está agendada também para esta quarta. O agentes devem discutir sobre o Subsídio, a Reforma da Previdência dos servidores da Paraíba.

Confira comunicado emitido pela associação:

ASPOL/PB realizará Assembleia Geral e policiais civis podem paralisar atividades

 A Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba – ASPOL/PB realizará, na quarta-feira (29), a Assembleia Geral Extraordinária da categoria. Investigadores criminais se reunirão para avaliar o momento atual da Polícia Civil e decidir por paralisação das atividades no Estado. O encontro acontecerá, às 15h, no Auditório do Centro Universitário de João Pessoa – Unipê, no bairro de Água Fria, em João Pessoa.

Na pauta da Assembleia está a discussão sobre o Subsídio, a Reforma da Previdência dos servidores da Paraíba, que será votada no retorno das atividades da Assembleia Legislativa e a paralisação da categoria.

“Os policiais civis passam por um momento de avaliação e reflexão sobre a situação atual na Polícia Civil. Temos que manter a união neste momento difícil e mostrar a insatisfação diante da falta de diálogo, desestrutura de algumas delegacias, pior salário do país, descumprimento do subsídio, gratificações defasadas, hora extra abaixo do valor constitucional, falta de publicação das escalas de plantão e convocações compulsórias, falta de recomposição salarial, que leva os investigadores a receber o pior salário do país há 10 anos. Esperamos a participação de todos na Assembleia para decidirmos os rumos da categoria”, disse a presidente da ASPOL/PB, Suana Melo.

 

PB Agora

 

 

Polícias modificam procedimentos para se adequar à Lei de Abuso de Autoridade

Em vigor desde o último dia 3, a chamada Lei de Abuso de Autoridade Lei 13.869/2019 já surtiu ao menos um efeito prático: uma consulta às páginas de instituições de segurança pública na internet revela que, para se ajustar às novas regras, as corporações estão deixando de divulgar fotos e nomes de pessoas detidas que ainda não tenham sido condenadas pela Justiça.

Além de tipificar os crimes de abuso de autoridade, a lei estabelece as penas a que estão sujeitos os agentes públicos que a descumprirem. O Artigo 13, por exemplo, veta o uso da força, da violência ou de grave ameaça para obrigar o detento a exibir-se, mesmo que parcialmente, “à curiosidade pública”. Já o Artigo 38 prevê pena de seis meses a dois anos, mais multa, para o agente público responsável por investigação que, antes de decisão judicial, atribuir culpa a qualquer investigado ou denunciado.

A lei se aplica a todo servidor público, incluindo promotores e procuradores. E também prevê sanções para o responsável que deixar de comunicar a detenção de alguém ao juiz ou à família do preso; prolongar a prisão sem motivo justificado; decretar a condução coercitiva de suspeito sem tê-lo antes intimado a comparecer para depor; mantiver, em uma mesma cela, presos de sexos diferentes ou crianças e adolescentes com maiores de idade; além de prolongar, indefinidamente, qualquer investigação.

Adaptação
Em todo o país, forças de segurança pública estão procurando se ajustar à lei. Na última quarta-feira (15), a Polícia Militar do Pará iniciou um ciclo de palestras para capacitar os policiais sobre as implicações da Lei de Abuso de Autoridade. A proposta da corporação é, em conjunto com o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), percorrer todas as unidades militares do estado. As guardas civis de Contagem (MG) e de Paulo Afonso (BA), entre outras, também já reuniram seus integrantes ou divulgaram orientações sobre os novos procedimentos.

Já a Secretaria de Segurança Pública da Bahia determinou que as polícias Militar e Civil deixem de apresentar presos e de divulgar seus nomes e fotos. “Nos casos de procurados pela Justiça com mandados de prisão, a SSP entende que a divulgação das imagens atende a um bem maior, o direito constitucional do cidadão à segurança pública”, informa a pasta, que vai disponibilizar, em seu site, uma cartilha para orientar policiais militares e civis.

Chefe da divisão de comunicação da Polícia Militar de Goiás, o tenente-coronel Sandro Mendonça confirmou à Agência Brasil que a entrada em vigor da lei aprovada em agosto do ano passado já trouxe mudanças para o dia a dia da corporação.

“Houve sim um impacto. Suspendemos, em definitivo, a divulgação de qualquer foto e de nomes, para não corrermos o risco de sermos enquadrados por suposto constrangimento. Estamos orientando todos a evitar comentar detalhes de processos disciplinares em andamento, principalmente em fase inicial. E já pedimos à Corregedoria para preparar um documento para os oficiais saberem como orientar seus subordinados”, detalhou Mendonça.

Para o tenente-coronel, a insegurança inicial que a lei vem despertando é natural e típica de novidades que acarretam mudanças práticas. “Muitos operadores da área estão inseguros, mas isto se deve ao fato deste ser um assunto muito novo, sobre o qual ainda não há uma jurisprudência [conjunto de decisões dos tribunais que representa a interpretação jurídica majoritária sobre o assunto]”, comentou Mendonça, citando a divulgação da foto de procurados pela Justiça como um dos exemplos em que a Polícia Militar goiana ainda tem dúvidas sobre a melhor forma de agir.

“Antes divulgávamos a foto destas pessoas para pedir o auxílio da população, que nos ajudava com informações. Agora, por receio, estamos evitando fazer isto. Pelo menos até que a interpretação da lei esteja pacificada”, acrescentou Mendonça.

Para o tenente-coronel Orlandino Lima, chefe da assessoria de comunicação da PM paraense, é cedo para julgar o mérito da lei. “Será preciso algum tempo até conseguirmos avaliar seu real impacto. No nosso caso, estamos tomando mais cuidado não só com a divulgação de nomes e fotos, mas também com as abordagens policiais, que precisam ser feitas, mas não podem resultar em constrangimento desnecessário ou coação”, disse Lima.

Repórter policial há quase 30 anos, advogado e autor do livro Reportagem Policial – Um Jornalismo Peculiar (ed. Realejo), Eduardo Velozo Fuccia também notou “uma certa preocupação” de parte de suas fontes. “Ainda não recebi nenhuma manifestação oficial, mas a preocupação é perceptível”. Para Velozo, a Lei 13.869 não prejudicará o trabalho jornalístico ético e cuidadoso, nem a divulgação de informações de real interesse da sociedade.

“A lei apenas consolida o que a legislação brasileira já prescrevia e que nem sempre era cumprido. É um freio aos desmandos, aos excessos que, eventualmente, eram praticados – em alguns casos, com a anuência da imprensa, que divulgava o nome e a imagem de pessoas que não passavam de suspeitas, sem o devido cuidado para evitar danos morais ou materiais. Inclusive para empresas, que também podem ser injustamente prejudicadas”, declarou o jornalista, discordando dos que consideram que o objetivo da lei é proteger figuras poderosas alvo de investigações.

“Quantitativamente, o abuso afetava mais aos chamados peixes pequenos. No caso de graúdos, os que detém poder político e econômico, os órgãos oficiais sempre tiveram uma cautela maior. Justamente por saberem que podiam ser responsabilizados mais facilmente. Quando não havia esta cautela, na maioria das vezes, era porque o vazamento atendia a algum interesse”, afirmou Velozo, defendendo a discricionariedade, ou seja, a margem de liberdade para o agente público agir sem ferir a legislação.

“Qualquer lei que engesse a ação do agente público [ao prescrever uma única forma de agir juridicamente] pode prejudicar o interesse da sociedade. A divulgação das fotos de pessoas procuradas, por exemplo. Há casos de grande clamor, e se partirmos da premissa de que, quando a instituição policial veicula estas informações, é porque já tem, contra o investigado, um mandado de prisão em aberto, provas, a não divulgação seria um exagero contrário ao interesse da sociedade”, acrescentou o jornalista.

Críticas
Apesar de ser fruto de um debate de dois anos no Congresso Nacional, e de substituir a Lei 4.898, de 1965, a Lei de Abuso de Autoridade não é unanimidade. Criticada nas redes sociais, inclusive por uma suposta “subjetividade”, a nova lei mobilizou associações de magistrados, de membros do Ministério Público, de policiais e de auditores fiscais, além do partido Podemos, que recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar suspender sua entrada em vigor. No total, há sete ações questionando a constitucionalidade da nova norma, mas não há prazo definido para que o assunto seja julgado. O relator das ações é o ministro Celso de Mello.

 

Agência Brasil

 

 

Polícias Militar e Civil fecham ponto de venda de drogas em Serraria, na Paraíba

Uma mulher, de 22 anos e um adolescente, de 17 anos foram detidos na tarde desta quinta-feira (28) com maconha, dinheiro e celulares na cidade de Serraria, no Brejo da Paraíba. A ação foi executada de forma integrada entre as Polícias Militar e Civil da 21ª AISP de Solânea.

Os policiais receberam uma denúncia anônima sobre uma residência que funcionava como ponto de venda de drogas. Havia uma movimentação suspeita e pessoas desconhecidas no local.

Na casa, os policiais apreenderam 212 (duzentos e doze) invólucros e 03 (três) pequenos tabletes de substância semelhante à maconha, 02 (dois) celulares de marcas diversas e R$ 50,00 reais em espécie.

Ana Vitória Paulinho de Oliveira, de 22 anos e o adolescente de iniciais A.M.S.C, de 17 anos, juntamente com os entorpecentes apreendidos, foram conduzidos a Delegacia de Polícia de Solânea para os procedimentos legais.

Redação e Créditos | Blog do Pedro Júnior

 

 

Governador João Azevêdo promove trinta e oito policias militares

O governador João Azevêdo promoveu 38 policiais militares. Os atos do chefe do Executivo estadual foram publicados na edição desta quinta-feira (7), do Diário Oficial do Estado (DOE).

De acordo com as promoções, dois policiais foram elevados ao posto de coronéis, seis de tenentes coronéis, oito de majores, 21 capitães e um ao de tenente.

Algumas promoções ocorreram por merecimento e outras por antiguidade.

MaisPB