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Prefeituras da PB querem ajuda da força policial para quem descumprir isolamento

A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) fez, nesta sexta-feira (20), novas recomendações aos prefeitos para adotarem medidas restritivas necessárias diante do grave panorama que se instala por conta da propagação do coronavírus. Entre as orientações está a determinação de fechamento de todos os serviços como: salões de beleza e correlatos, clubes sociais, shopping centers, hotéis, motéis e pousadas, bares, restaurantes e lanchonetes; além de solicitação da força policial para quem não respeitar a quarentena.

De acordo com as recomendações da Famup, os bares, restaurantes e lanchonetes poderão funcionar apenas para entregas. Ou seja, manter abertos apenas os serviços essenciais a exemplo de: farmácias, supermercados, panificadoras e serviços de saúde, mas com redução de horário de atendimento. Dentro das recomendações está também a suspensão de todas as feiras de animais; além de adotar medidas em feiras livres.

Também fica a orientação para que os prefeitos determinem a restrição do atendimento em Unidades de Saúde da Família para casos de urgência, com o objetivo de reduzir a aglomeração de pessoas; suspender o atendimento odontológico de rotina nas Unidades de Saúde; realizar vacinação domiciliar das pessoas em grupo de risco e idosos; proibir visitas a pacientes que estejam internados; e disponibilizar atendimento via telefone para tirar dúvidas sobre o coronavírus.

Fica recomendado ainda a solicitação de apoio policial e da população para identificar as pessoas que chegaram ao município através de ônibus clandestinos ou carros particulares; pedir apoio da força policial em caso de descumprimento da quarentena; disponibilizar um telefone para que a população repasse informações das pessoas que chegaram de outros estados; e utilizar carros de som para levar informações à população, evitando distribuição de material impresso que pode estar contaminado.

O presidente da Famup, George Coelho, lembra que a experiência tem mostrado que todos os lugares do mundo onde estão conseguindo reverter a escalada da pandemia pelo coronavírus, realizam o isolamento social, diminuindo, consideravelmente, o número de pessoas nas ruas. “Entendemos o grande impacto socioeconômico na vida de todos, mas devemos adotar medidas severas para que em um breve futuro, possamos retomar as nossas atividades dentro da normalidade. Pedimos que cada município adote as recomendações que julgar necessário de acordo com a sua realidade e necessidade”, destacou o presidente.

Confira o documento na íntegra

 

pbagora

 

 

Policial militar é baleado após tentar impedir assalto, em João Pessoa

Um policial militar, de 48 anos, foi baleado após tentar impedir um assalto nesta segunda-feira (10), em João Pessoa. Segundo informações da PM, a vítima estava de folga e foi atingida por um tiro na região da coxa.

Ainda segundo a polícia, o policial estava perto da casa onde mora quando viu dois homens tentando assaltar uma pessoa. Ele teria perseguido os suspeitos e houve troca de tiros.

O policial foi socorrido para o Hospital de Trauma de João Pessoa. A unidade hospitalar informou que o estado de saúde dele é regular. Até as 20h20 desta segunda-feira, a dupla não havia sido detida.

G1

 

Fantástico destaca Paraíba entre os estados com baixa letalidade policial

A baixa letalidade da Polícia Militar e da Polícia Civil da Paraíba foi destaque em matéria nacional do Fantástico, exibida na Rede Globo na noite desse domingo (19). A reportagem de Sonia Bridi citou o Estado como uma das poucas unidades da federação onde o número geral de assassinatos está caindo e as mortes por policiais permanecem baixas. Os motivos apontados foram o treinamento dos integrantes das forças de Segurança, abrangendo tanto situações de risco quanto abordagens na rua, frisando a atuação do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar e do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil, assim como ações sociais desenvolvidas em localidades consideradas de risco.

“Nós estamos na rua, procurando combater o crime e aplicar a lei, de acordo com os princípios fundamentais que estão na nossa Constituição. A polícia aqui não sai caçando”, frisou o secretário Jean Nunes, da Segurança e da Defesa Social (Sesds) na matéria, que trouxe o uso do simulador de tiros na Academia de Polícia Civil como elemento importante para a baixa letalidade, por promover treinamento para a correta tomada de decisão no disparo de arma de fogo.

Em um dos trechos da reportagem, a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), Samira Bueno, disse que “tem polícias que não produzem mortes, que não matam, que não têm essa prática em seu repertório”. Um dos exemplos utilizado foi a ação realizada pelo Bope no município de Lucena, que resultou na prisão de uma quadrilha especializada em assaltos a banco, com a exibição do momento exato em que os criminosos que explodiram um carro-forte foram rendidos pelos policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar, na cidade de Lucena, em 2018.

Na área social, a matéria trouxe o trabalho das Unidades de polícia Solidária (UPS) da Polícia Militar da Paraíba, que atua nas periferias para reduzir os homicídios, patrulhar ruas, negociar conflitos e acolher jovens. O projeto desenvolvido no bairro do Mário Andrezza, em Bayeux, com teatro, música e dança, mostrou que os índices de criminalidade tiveram diminuição.

A reportagem destacou ainda que, na Paraíba, o Governo paga um prêmio para os polícias pela redução da criminalidade e que no Estado as mortes provocadas por agentes de segurança pública contam como crime nas estatísticas.

Baixa letalidade em números – De acordo com o Núcleo de Análise Criminal e Estatística (Nace) da Sesds, os casos de mortes provocadas por confronto com integrantes das forças de Segurança da Paraíba tiveram uma redução de 14% em relação a 2018. Naquele ano, foram registrados 29 casos, enquanto em 2019 aconteceram 25 ocorrências. Os números demonstram que a taxa caiu de 0,73 para 0,62 mortes por 100 mil habitantes.

A Paraíba também tem se destacado no número geral de assassinatos registrados em seu território. O Estado é o único do Brasil a reduzir as ocorrências de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), que são os homicídios ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte, durante oito anos consecutivos.

PB Agora

 

 

Policial de PE é preso após atirar e deixar feridos durante confusão no Fest Verão

Duas pessoas ficaram feridas após um policial militar de Pernambuco atirar durante uma confusão em um festival que acontece na praia de Intermares, em Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa, na madrugada deste domingo (19). De acordo com a Polícia Civil, o PM é da cidade de Serra Talhada e teria atirado depois que um homem soltou uma cantada para a namorada do policial.

Segundo a Polícia Civil, após o PM atirar uma vez, seguranças do festival foram até o local e durante a abordagem ao suspeito, ele atirou novamente, atingindo um segurança. Após o crime, o PM foi levado para o 1º Batalhão da Polícia Militar de João Pessoa, onde aguarda audiência de custódia.

A assessoria de comunicação do Fest Verão Paraíba 2020, evento onde aconteceu o crime, informou, às 14h30, que uma das vítimas foi atingida na perna e está internada em estado regular em um hospital particular de João Pessoa. A outra vítima foi atingida de raspão e não há informações sobre se ela deu entrada em nenhuma unidade hospitalar.

Ainda de acordo com a assessoria do festival. Ao entrar na arena onde acontece o evento, as pessoas são revistadas e todos que têm porte de arma e que são integrantes de força de segurança pública têm o nome e as informações da arma registradas. Ainda é sugerido para estas pessoas que guarde a arma em um cofre do evento, mas essa opção não é obrigatória e não foi seguida pelo suspeito.

A Polícia Militar de Pernambuco informou que vai emitir uma nota sobre o caso ainda neste domingo (19).

G1

 

Policial de PE é preso na PB suspeito de estuprar cinco filhas menores

Um comissário de Polícia Civil de Pernambuco foi preso na manhã desta segunda-feira (30) na cidade de Conde, na Grande João Pessoa, após ter retornado do Paraguai, para onde fugiu em 2018, segundo a Polícia Civil da Paraíba, por ser suspeito de ter praticado estupro contra as cinco filhas menores.

Segundo informações do delegado de Conde, Marcos Paulo Sales, o preso, de 67 anos, já foi conduzido para a delegacia de Rio Doce, em Olinda (PE), onde está instaurado o inquérito por estupro de vulnerável, e será apresentado à Justiça de Pernambuco.

A prisão dele aconteceu em ação conjunta da Polícia Civil da Paraíba, através da Delegacia de Conde, com a Delegacia de Rio Doce (PE), em cumprimento a mandado de prisão preventiva emitido pela Justiça pernambucana.

“No último dia 23 a delegacia de Conde obteve informes de que o suspeito tinha se estabelecido neste município, sendo contatada a delegacia de Rio Doce , através do delegado Felipe Monteiro, responsável pela investigação, que se dirigiu até este município e realizou a prisão do foragido em ação conjunta com agentes paraibanos”, esclareceu o delegado Marcos Paulo.

O suspeito estava foragido desde dezembro de 2018. “Depois de retornar do Paraguai, onde ficou escondido desde que ocorreu o fato, o indiciado se estabeleceu na cidade de Conde. O trabalho investigativo de nossos policiais confirmou a presença dele no município e entramos em contato com as autoridades do estado vizinho, Pernambuco”, concluiu o delegado seccional do Litoral Sul da Paraíba, Aneilton Castro.

 

portalcorreio

 

 

Belém: policial alega legítima defesa e atira em homem

Por volta das 22hrs do domingo (22), na Rua Feliciano Pedrosa, Centro, Belém-PB, o Copom recebeu uma denúncia de que havia tido um disparo de arma de fogo em via pública.

De imediato a guarnição foi ao local e manteve contato com uma das partes a qual identificou-se com sendo um policial militar o qual relatou que estava se dirigindo a sua residência quando ao passar nas proximidades do banco Bradesco, um veículo em alta velocidade, quase o atropelou, ao ver o tal motorista desembarcar e ir a um quiosque, o policial, que estava de folga, foi tirar satisfação com o motorista e iniciou-se uma discussão, tendo o motorista investido contra o militar no que o policial fez uso de arma de fogo alegando legítima defesa.

O motorista foi atingido na perna direita em seguida foi providenciado socorro a vítima para o hospital de Belém. Conforme informação médica, o projétil transfixou a panturrilha, produzindo ferimento que foi contido através de procedimentos médicos, em seguida a vítima foi liberada.

O policial apresentou-se espontaneamente a delegacia para lavratura dos procedimentos legais. Será também instaurado administrativamente um competente procedimento administrativo disciplinar para apuração do caso.

 

blogdofelipesilva

 

 

Policial Militar atropelado em colisão com animal na pista morre após 14 dias internado

Um policial militar que estava internado após um acidente de trânsito morreu nesta sexta-feira (29). Ele estava internado no Hospital de Trauma de João Pessoa há 14 dias.

De acordo com testemunhas, o policial militar Anderson Rodrigues Bezerra, 27 anos, estava indo para o seu trabalho em Guarabira quando, em Araçagi, colidiu com um animal na pista e caiu de sua motocicleta.

Ainda na pista, ele foi atropelado por um automóvel. O acidente aconteceu em 15 de novembro.

Anderson Rodrigues Bezerra foi socorrido para o Hospital de Trauma de João Pessoa, onde ficou internado por 14 dias.

Cerimônia

Anderson Rodrigues Bezerra foi representado por um parente na cerimônia de formatura do Curso de Formação da Polícia. Ele foi elogiado como um dos melhores alunos da turma.

 

clickpb

 

 

Suspeito de triplo homicídio morde e agride policial durante prisão na Paraíba

Um homem suspeito de praticar um triplo homicídio e liderar uma associação criminosa, foi preso na cidade de Catolé do Rocha na noite desta segunda-feira (19). O homem resistiu à prisão e chegou a morder e agredir um policial militar.

Além do suspeito, outra pessoa também foi presa na ação e com eles foram apreendidos pistola, revólver, munições e um veículo com restrição de roubo.

A prisão aconteceu devido a uma ação conjunta entre Polícia Militar e Civil. Além do flagrante, o suspeito tinha um mandado de prisão por triplo homicídio. O homem é da família Oliveira, conhecida na região por cometerem homicídios e tráfico de drogas.

De acordo com o delegado Sylvio Rabello, da 18ª Delegacia Seccional de Polícia Civil de Catolé do Rocha, com estas prisões já são mais de 12 prisões destas associações criminosas na cidade, incluindo seus líderes.

http://paraiba.com.br/

 

 

Operação que resultou em morte de policial da Paraíba foi autorizada pelo 8º Batalhão da PM do RN

A operação de busca a um foragido no município de Tacima, na Paraíba, que acabou com a morte de um policial militar paraibano foi autorizada pelo comando do 8º Batalhão da Polícia Militar do Rio Grande do Norte. O documento consta no inquérito policial que investiga a ação. Os três policiais militares do RN envolvidos na ação estão afastados de suas funções.

Apesar da autorização do 8º Batalhão, o comando geral da Polícia Militar não foi informado sobre a operação. Um dia após a ação, no dia 30 de outubro, o comandante-geral da PM do Rio Grande do Norte, coronel Alarico Azevedo reforçou que toda operação que envolva estados vizinhos precisa ser comunicada ao comando-geral.

“Todo deslocamento de um estado para o outro, de uma polícia militar para outra, é feito o contato entre os comandantes gerais, como já fizemos anteriormente em várias outras ocorrências tanto com a Polícia Militar da Paraíba, como do Ceará. Eu não tive conhecimento, por isso não mantive contato com o coronel Euller Chaves (comandante geral da PB) informando dessa operação, pedindo autorização e um trabalho conjunto”, disse à época.

O G1 voltou a procurar a corporação nesta quinta-feira (7) para saber se houve falha do Batalhão, porém a assessoria de imprensa informou que o comando não iria comentar, por ser um assunto apurado pelo inquérito militar instaurado. Já a Polícia Militar da Paraíba reforçou que não foi comunicada da operação da PM potiguar.

A ordem de serviço, à qual o G1 teve acesso, determinava que os policiais da inteligência deveriam cumprir decisão judicial e ir até o distrito de Cachoeirinha, em Tacima, na tarde do dia 29 de outubro, para checar uma informação sobre a localização do foragido. Além disso, eles deveriam executar a prisão do indivíduo, caso as informações se confirmassem.

O documento ainda informava que os policiais deveriam estar descaracterizados (sem farda) e que o chefe da seção deveria manter contato com o policiamento local, para avisar sobre a ação.

Defesa
A defesa dos três policiais militares do Rio Grande do Norte envolvidos na morte do PM da Paraíba alega que eles comunicaram à polícia do município paraibano sobre a operação. Porém, o advogado da família do cabo Edmo Tavares, de 36 anos, afirma que a comunicação foi informal, feita a um cabo.

O caso aconteceu no dia 29 de outubro deste ano. Durante a ação, o policial Edmo Tavares, de 36 anos, que estava de folga, teria confundido os policiais com bandidos. Houve um tiroteio entre ele e os policiais potiguares. Atingido, o militar paraibano acabou morrendo.

Após o caso, os militares foram afastados das funções e respondem a um inquérito civil aberto pela Polícia Civil da Paraíba, além de um inquérito militar aberto pela PM do Rio Grande do Norte.

De acordo com a advogada Kátia Nunes, os militares potiguares atenderam a todos os requisitos da ordem de serviço assinada pelo comandante do 8º Batalhão do Rio Grande do Norte, em Nova Cruz.

“O comandante expediu uma ordem de serviço determinando que a inteligência fizesse o levantamento. E a inteligência chegou lá na cidade de Tacima, procurou o policiamento local e houve a informação de onde essa pessoa poderia se encontrar. Então, a viatura permaneceu no local e a inteligência foi fazer o levantamento só que se depararam com o foragido e outro, determinaram que eles fossem ao solo, adotaram as providências de segurança de área, fizeram a revista e nesse momento a pessoa de Edmo efetuou o disparo. Foi ai que a Polícia Militar do estado do Rio Grande do Norte revidou”, afirmou.

“Em verdade, o que eu posso dizer é que houve uma precipitação por parte de Edmo. Ele sabia que não pode abordar e muito menos efetuar disparo quando se encontra em uma situação de desvantagem numérica. E ele não fez essa observação. Ele sequer se identificou. Tudo está totalmente documentado. Os policiais cumpriram integralmente a determinação do seu comandante, que obedecia à determinação da Justiça.”, acrescentou a advogada.

Questionada sobre o relato de testemunhas que dizem que o policial paraibano teria se identificado, antes de sofrer os tiros, ela afirmou que outras pessoas dizem o contrário. O G1 procurou o comandante do 8º Batalhão, Coronel Genilton Tavares, mas ele preferiu não comentar o caso.

Advogado da família fala em execução Porém, o advogado Flávio Roberto, que representa a família do policial paraibano, considera que a comunicação foi irregular e informal. “Pelo que se tem de dados hoje, foi uma comunicação de maneira informal, feita a um cabo que sequer era a autoridade responsável pelo local onde, em tese, iria se cumprir o mandado. Então esse cumprimento, essa forma, esse modus operandi foi totalmente irregular.

A comunicação deveria ter sido feita, no mínimo, formalmente, à autoridade local, ao comandante do batalhão ou a um oficial local, o que não foi feito de nenhuma forma”, declarou.

“Tenho que trabalhar com os fatos que estão postos. Pelo que temos hoje, pelos áudios que foram expostos, pelas testemunhas que foram ouvidas, pelo modus operandi da Polícia Militar do Rio Grande do Norte nesse caso específico, é que o cabo Edmo foi de fato executado. O modus operandi com que agiram os PMs do Rio Grande do Norte não é digno da Polícia Militar do Rio Grande do Norte nem de nenhuma polícia militar dos estados federativos do Brasil”, concluiu.

A ação

Segundo informações da Polícia Civil, Edmo Lima Tavares, de 36 anos, teria confundido policiais que estavam à paisana com bandidos e atirado contra eles. Ainda de acordo com o delegado, a vítima vendia cestas básicas durante a folga, no distrito de Cachoerinha. Os três policiais militares do Rio Grande do Norte estavam à paisana, enquanto realizavam uma operação. Quando desceu do carro em que estava, Edmo viu que os policiais estavam armados e os confundiu com bandidos. Houve troca de tiros. Edmo era policial há 10 anos e trabalhava no batalhão de Picuí.

 

blogseridonoar

 

 

Policial morto em Tacima/PB, teria se identificado antes do conflito e foi perseguido, diz jornal

O cabo da Polícia Militar da Paraíba, morto na última terça-feira (29) após suposto confronto com três policiais militares do Estado do Rio Grande do Norte na cidade de Tacima (PB), teria sido perseguido antes de ser morto. É o que afirma o jornal potiguar Tribuna do Norte em sua versão online.

De acordo com notícia publicada no final de semana e baseada nos depoimentos de 12 testemunhas, Edmo Tavares teria se identificado antes do conflito. Mesmo assim, os três policiais , que estariam cumprindo um mandado de prisão na Paraíba, teriam feito um disparo que atingiu Edmo na perna.

Mesmo ferido ele teria conseguido andar cerca de cem metros até o carro. Já no veículo o homem teria batido em uma cerca e até pulado o muro de uma casa para tentar evitar o confronto. “Para tentar se proteger, o policial pulou o muro de uma casa, mas logo foi alcançado pelos três PMs”, diz a notícia.

O resultado da necropsia foi divulgado na semana passada e mostra que o policial foi ferido com quatro disparos de arma de fogo, uma na perna, um no queixo e dois no tórax.

A investigação está sendo realizada pela Delegacia de Solânea na Paraíba. Os três policiais investigados pertencem ao setor de inteligência do Oitavo Batalhão do Rio Grande do Norte e foram afastados para prestar serviços em outros setores.

Blog do Pedro Júnior

Fontes: Márcio Rangel e Tribuna do Norte